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Porto Alegre, quarta-feira, 1 de outubro de 2008 |
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| Economista responde às dúvidas da população sobre a crise financeira. A rejeição ao plano do governo americano provocou um efeito devastador nos mercados financeiros de todo o planeta. O JH foi convidou um economista para esclarecer as dúvidas dos brasileiros; por Monalisa Perrone e Willy Murara/ Jornal Hoje-Globo |
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Setecentos bilhões de dólares seriam injetados na economia americana para frear a crise dos Estados Unidos, mas os deputados disseram não. E essa decisão repercutiu no mundo inteiro. No Brasil, a Bovespa fechou com a maior baixa em quase dez anos (-9,36%).
A rejeição ao pacote bilionário também despertou uma dúvida na população: será que essa crise internacional pode afetar a nossa vida aqui no Brasil?
O Jornal Hoje convidou o economista Henrique Campos para responder a perguntas de quem circula pelas ruas de São Paulo. Veja a seguir as respostas dele: |
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A inflação vai voltar? Vão aumentar o pãozinho, o leite, os alimentos? Num primeiro momento, os preços dos alimentos tendem a ficar estáveis ou até diminuir. Hoje o Brasil exporta arroz, por exemplo, e se os compradores cancelarem os pedidos, esse produto será encaminhado para o mercado interno.
Vai haver impacto na geração de empregos? Não é para já, mas uma reação em cadeia pode provocar uma diminuição na oferta de empregos.
Como se comportar em relação ao crédito? Que tipo de despesa se deve cortar? Evite os endividamentos de longo prazo, em dez, 12, 20 parcelas. Se for comprar parcelado, procure fazer financiamentos de curto prazo, em no máximo três ou quatro vezes.
As aposentadorias podem ser afetadas? Os aposentados podem continuar recebendo o mesmo valor, mas os produtos podem ficar mais caros. |
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"Nós conseguimos destravar o país", diz Lula. Presidente concedeu uma entrevista exclusiva ao jornal Correio do Povo |
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega nesta quinta-feira ao Rio Grande do Sul, onde fará uma série de anúncios de obras, visando à Copa do Mundo 2014, e melhoramentos das rodovias BRs 116 e 386. Em Brasília, ontem, falou com exclusividade para o Correio do Povo sobre o seu governo, o que fará depois de encerrar seu segundo mandato e o que realizou de obras para o Estado. O presidente disse, por exemplo, que deverá entregar, até dezembro, as obras de duplicação da BR 101 no RS. Falou da BR 392 em Pelotas, da duplicação da BR 290 entre Porto Alegre e Pantano Grande e dos estímulos para a implantação do Polo Naval de Rio Grande.
Também questões da agricultura, da exportação, do Código Florestal e as conquistas da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 foram avaliadas pelo presidente. "Conseguimos muitos avanços, destravamos o país", garantiu. Nesta visita ao RS, Lula irá a Santa Cruz do Sul e Livramento, onde, amanhã, terá encontro com o presidente uruguaio, José Mujica, na praça General Osório, na divisa do país com a cidade de Rivera. Hoje à noite, Lula deverá participar do comício da presidenciável Dilma Rousseff no Gigantinho.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi essencial para ajudar o país a avançar e a superar os gargalos e obstáculos existentes na legislação brasileira. Em entrevista exclusiva concedida ao Correio do Povo, Lula destacou os investimentos feitos pelo governo no Rio Grande do Sul, defendeu a aprovação, ainda este ano, do Código Florestal e disse acreditar no sucesso da Copa 2014 e nas Olimpíadas, que serão realizadas no Brasil. Leia os principais trechos da entrevista. |
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