2 mil médicos cubanos continuam no Brasil. Na informalidade José Cruz/Agência Brasil

2 mil médicos cubanos continuam no Brasil. Na informalidade

Juan Carlos Salas virou motorista de aplicativo, Niurka Schneider passou para área administrativa de hospital em Goiás, Yonnel Barreiro começou a vender peixes ornamentais. Desde o fim do ano passado, quando Cuba rompeu acordo com o Brasil em reação a críticas de Jair Bolsonaro, 2 mil profissionais cubanos do Mais Médicos decidiram permanecer no País diante da promessa de que não ficariam desamparados. Mas até agora não há perspectiva de que eles voltem a exercer a Medicina.

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