Ao vivo: Doleiro aponta pagamento de US$ 5,1 milhões para Cunha

 

O proprietário do Laboratório Labogen, Leonardo Meirelles, confirmou nesta quinta ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados que três de suas empresas eram usadas para fazer pagamentos de propina operados pelo doleiro Alberto Youssef.  Esclareceu que suas empresas eram utilizadas para simular operações de importação fictícias, com posterior remessa de recursos para o exterior. Disse ter comprovantes de depósitos de US$ 5,1 milhões, que são valores que recebeu no exterior e seriam destinados ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

“Inclusive, sobre o assunto que estamos tratando aqui hoje, Alberto Youssef me chamou no escritório dele, informando que teria uma remessa maior, cerca de U$ 5 milhões, e haveria a necessidade de fazer um contrato de uma empresa no exterior com a minha, a RFY importadora e exportadora LTda”, disse Meirelles.

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