Gramado: Empresários de RO abrem hotel com 76 apartamentos

Gramado: Empresários de RO abrem hotel com 76 apartamentos

Destaque Gastronomia Trabalho Turismo
Desde o dia 6 deste mês, Gramado conta com um novo hotel de alto padrão. O Hotel Daara foi construído ao lado do Centro de Eventos ExpoGramado, e possui 76 apartamentos com 16 modelos diferentes e 16 suítes. O novo empreendimento hoteleiro é fruto de investimentos de dois empresários com negócios em Rondônia. Alexandre Dartiballi possui dois hotéis em Ji-Paraná há 25 anos, com a bandeira Maximus e Júnior Arantes é empresário do setor de laticínios, dono das marcas Monte Verde e Rondolac.
Antes de abrir o Daara, a dupla pesquisou o mercado nos Estados de Acre, Mato Grosso e São Paulo, mas acabou optando por Gramado por ser um mercado competitivo e de excelência, “além de ser uma vitrine para o Brasil”, afirma Alexandre Dartiballi. Segundo o empresário, a unidade de Gramado veio para fortalecer uma futura rede nacional no país. Em estilo clássico, o Daara foi projetado pelas arquitetas Rúbia Fávero e Larissa Mottin.
Indústria gaúcha tem queda nas exportações.   Vendas externas caíram 6,1% em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2017

Indústria gaúcha tem queda nas exportações. Vendas externas caíram 6,1% em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2017

Destaque Economia Negócios
A indústria gaúcha teve uma queda de 6,1% nas exportações em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2017, ao alcançar US$ 1,2 bilhão como valor de suas vendas externas, o equivalente a 74,6% do total de US$ 1,6 bilhão embarcado pelo  Estado. A retração se explica, em parte, pelo fato de os dois segmentos com maior contribuição na pauta, Alimentos e Tabaco, terem fechado com forte recuo, de 20,4% e 24%, respectivamente.  “O resultado ainda sofre parte da influência da forte crise na Argentina, um dos nossos principais compradores, que reduziu em mais de 51% os pedidos”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry. As categorias Coque e derivados do petróleo e de biocombustíveis (675%) e Químicos (34,8%) foram destaques positivos em outubro, insuficientes, porém, para evitar a contração nas exportações.

As vendas externas totais do RS em outubro registraram perdas de 1,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar disso, o grupo de produtos básicos assinalou um crescimento de 16,6%, especialmente pelo embarque de US$ 47 milhões em arroz, já que não houve registro de exportação para este produto em outubro de 2017.  Já as importações do Rio Grande do Sul apresentaram uma expansão de 26,4% nas mercadorias compradas, ante o mesmo período de 2017, maior resultado da série histórica para o mês de outubro desde 2010, atingindo a marca de US$ 1,1 bilhão. Boa parte da variação positiva pode ser atribuída à expansão das categorias de uso de Bens de Capital (3,8%) e Intermediários (38,3%), com destaque para Combustíveis e Lubrificantes (142%).

ACUMULADO – Ao totalizarem US$ 17,9 bilhões, as exportações do Rio Grande do Sul em 2018 registraram um desempenho 21% superior no comparativo com o acumulado dos primeiros dez meses de 2017. A indústria, representando 73,5% do total, contribuiu com US$ 13,2 bilhões, resultando em um crescimento de 27,5% ante o mesmo período do ano anterior. Isso só ocorreu, porém, porque foram contabilizadas como exportação as vendas de duas plataformas de petróleo e gás, as chamadas exportações fictas, que se tratam das operações de venda de produtos nacionais a empresas sediadas no exterior, sem que ocorra sua saída do território brasileiro, mas com pagamento em moeda estrangeira.
Se essas operações não fossem consideradas, seria verificada uma modesta expansão do setor exportador gaúcho (1,9%), com variação quase nula (0,1%) dos embarques da indústria no período. A primeira plataforma foi para a Holanda, em fevereiro, no valor de US$ 1,53 bilhão, e a segunda para o Panamá, em agosto, no valor de R$ 1,299 bilhão.

No caso das importações, o acumulado de janeiro a outubro totaliza US$ 9,3 bilhões, um aumento de 18,9% ante o mesmo período de 2017.
DJ Chernobyl, Tonho Crocco e Lucio Brancato lançam o single “Dura”

DJ Chernobyl, Tonho Crocco e Lucio Brancato lançam o single “Dura”

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Disponível em todas as plataformas digitais o single Dura reúne DJ Chernobyl, Tonho Crocco e Lucio Brancato em um mantra que vai do funk e eletro-cumbia à melodias de sitar. Com influências africanas, brasileiras e do dub jamaicano, a letra conta um pouco da experiência que o vocalista da Ultramen viveu na Índia, em 2017. O trabalho sai pela Loop Discos.

Com gírias e expressões locais, a letra fala de como a vida tem o lado puro, apesar da dureza “Comecei a escrever a letra lá ainda, e chegando aqui o Fredi [Chernobyl] me mostrou uma base que era bem hipnótica, bem mantra, e eu consegui adequar a letra para o som dele. Aí virou o nosso som”, nos contou Tonho Crocco. Ao unir a letra à base do DJ Chernobyl, a ideia de adicionar a sitar, instrumento tradicional da música indiana, veio naturalmente. E assim Lucio Brancato, jornalista e um dos raros músicos que toca o instrumento no sul do país, se juntou ao time de peso do single.

 

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Porto Alegre: Internacional, Brio e Histórias Incríveis Entretenimento preparam evento com 205 motivos para emocionar colorados

Porto Alegre: Internacional, Brio e Histórias Incríveis Entretenimento preparam evento com 205 motivos para emocionar colorados

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Some 110 anos do Internacional, 50 anos do estádio Beira-Rio, 40 anos do Tricampeonato Brasileiro invicto e 5 anos de homenagem à partida do ídolo Fernandão. O resultado? Uma festa emocionante para relembrar os maiores orgulhos dos colorados: “Inter 205”. Depois da criação do espetáculo Os Protagonistas, promovido na reinauguração do Beira-Rio em abril de 2014, Edson Erdmann já prepara o próximo evento comemorativo do clube, com data marcada para 6 de abril de 2019. Edson, através de seu escritório de criação – Histórias Incríveis -, está preparando 205 minutos de muita emoção, que será uma oportunidade para os colorados que não puderam participar do evento anterior.

Vista geral da Festa Gigante - Reinauguração do Beira-Rio, neste sábado 05 de abril de 2014. O estádio Beira Rio receberá os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2014. FOTO: Jefferson Bernardes/ Agência Preview
Reinauguração do Beira-Rio, 05 de abril de 2014. FOTO: Jefferson Bernardes/ Agência Preview

O espetáculo “Inter 205” promete emocionar com experiências inéditas no mundo do futebol, como palcos laterais ao gramado que estarão sincronizados com grandes jogadas em campo e um telão de Led gigantesco.
O evento é uma parceria entre Histórias Incríveis Entretenimento, Internacional e Brio.
Histórias Incríveis Entretenimento é uma empresa de criação, responsável por contar grandes histórias por meio de grandes espetáculos. Dentre suas criações: a reinauguração do estádio do Beira Rio, em 2014; a primeira vinda do Papa Francisco ao Brasil, com a direção dos espetáculos dos Atos Centrais da Jornada Mundial da Juventude, incluindo a Missa de Envio, em 2013; a direção do Show dos 50 Anos da TV Globo, em 2015; a criação e direção artística dos grandes espetáculos do Natal Luz de Gramado (desde 2015); a criação e direção do 44o. Festival de Cinema de Gramado; o Show da Gratidão, da Chapecoense para Medellin, da tragédia aérea com a delegação; entre outros. Histórias Incríveis está sempre inovando e criando eventos únicos para o Brasil e o Mundo.

Site: http://www.historiasincriveis.com.br

O desafio de Moro: em 14 estados, facções estão em guerra dentro e fora das prisões; por Antônio Werneck e Renata Mariz/O Globo

O desafio de Moro: em 14 estados, facções estão em guerra dentro e fora das prisões; por Antônio Werneck e Renata Mariz/O Globo

Destaque

No Rio, o aumento da violência levou o governo a decretar este ano intervenção federal na Segurança. São Paulo entrou em alerta depois de descobrir que bandidos usariam explosivos num plano de fuga em massa. Roraima pode começar a semana com suas prisões sob intervenção federal.

Os três casos são sintomas da crise na segurança de um Brasil que terá, a partir de 2019, Sergio Moro como ministro da Justiça e Segurança Pública. Um país dividido nas prisões e favelas por ações de 70 facções criminosas; vulnerável nas fronteiras, por onde passam armas e drogas; registrou 63,8 mil homicídios em 2017 e tem a terceira maior massa carcerária do mundo com 684 mil presos.

Levantamento do governo reforça o desafio de Moro: em 14 estados, facções estão em guerra dentro e fora das prisões.

PSol e MBL entram na justiça contra aumento para STF

PSol e MBL entram na justiça contra aumento para STF

Destaque

O PSol impetrou, nesta quinta-feira, um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando o projeto de lei (PL) aprovado na quarta-feira pelo Senado que reajusta em 16,38% o salário dos ministros do próprio Supremo. O partido quer que o PL volte para nova votação na Câmara. Em outra frente, o advogado Rubens Nunes, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), abriu uma ação popular na Justiça Federal de Campinas, também questionando o aumento.

O relator no STF será o ministro Ricardo Lewandowski, um dos maiores defensores do reajuste, que argumenta não se tratar de um aumento, mas de reposição de perdas inflacionárias passadas. “Nós temos uma defasagem e ela cobre uma parte dessa defasagem dos vencimentos dos juízes em relação à inflação”, disse ele nesta quinta-feira.

A impetração foi feita em nome do deputado Chico Alencar (PSol-RJ). Os advogados que assinam a petição usam argumentos formais. Eles alegam que o Senado fez uma emenda supressiva no projeto de lei que havia sido encaminhado pela Câmara, motivo pelo qual deveria ter enviado o texto de volta para nova votação pelos deputados e não seguir para sanção presidencial, como ocorreu.

Em 2015, a Câmara aprovou o reajuste escalonado, de R$ 33,7 mil para R$ 36,7 mil em 1º de janeiro de 2016 e, daí, para R$ 39,2 mil a partir de 1º de janeiro de 2017. O texto aprovado no Senado, porém, não menciona a partir de quando passa a valer o aumento, mas somente o valor final dos vencimentos. O PSOL pede a concessão de uma liminar para que o projeto volte à Câmara.

MBL

O advogado Rubens Nunes, ligado ao MBL, abriu uma ação popular na Justiça Federal de Campinas. Ele se vale de argumentos diferentes, alegando que a situação fiscal do país não permite a aprovação da medida.

Outro argumento do advogado é o de que a Lei de Responsabilidade Fiscal veda aumento de despesa com pessoal a menos de 180 dias de fim de mandato. O presidente Michel Temer encerra sua gestão em dezembro.

O aumento dos salários dos ministros provoca um reajuste de imediato nos vencimentos de todos os juízes do país, bem como dos membros do Ministério Público, que também tiveram reajuste aprovado pelo Senado, na mesma proporção. O impacto fiscal, de acordo com estudos da Câmara, é de R$ 4 bilhões.

O impacto nas contas públicas, no entanto, pode ser maior, devido ao chamado efeito cascata, uma vez que o salário de ministros do Supremo serve de teto para todo o funcionalismo público. (Agência Brasil)

‘É evidente a discriminação racial no Brasil’, diz Toffoli; por Carolina Brígido/O Globo

‘É evidente a discriminação racial no Brasil’, diz Toffoli; por Carolina Brígido/O Globo

Direito Notícias

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli , defendeu nesta quinta-feira o sistema de cotas raciais para o ingresso em universidades e empregos públicos. A opinião diverge do pensamento do presidente eleito Jair Bolsonaro, que condena ações afirmativas. Durante a campanha, ele defendeu a diminuição do percentual das cotas reservadas para negros em universidades públicas.

— É evidente a discriminação racial na sociedade brasileira, bem como indispensáveis as ações afirmativas voltadas à inclusão de grupos sociais, historicamente excluídos — disse Toffoli em palestra proferida no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, no Encontro Nacional de Juízas e Juízes Negros.

O ministro disse que existe um “racismo estrutural no Brasil” que dificultam a participação de negros no poder. Daí a necessidade de correção das desigualdades por parte do poder público.

— No racismo estrutural ou institucional, disseminado na sociedade brasileira, inexiste vontade livre e deliberada de discriminar, mas fazem-se presentes mecanismos e estratégias que dificultam a participação da pessoa negra no espaço de poder. Políticas corretivas das desigualdades materiais são medidas que se impõem. A ocupação plural dos espaços públicos e privados leva a compreensão e resposta mais abrangentes das questões advindas de corpo social essencialmente heterogêneo — declarou.

Toffoli lembrou que, quando foi advogado-geral da União, defendeu a constitucionalidade do sistema de reserva de vagas para acesso ao ensino superior com base no critério étnico-racial (cota).

— Políticas afirmativas vão ao encontro da integração dos setores desfavorecidos, soerguendo em cidadania os indivíduos a quem dirigida a discriminação racial sistêmica _ disse, completando: — Políticas inclusivas a concretizar o ideal da igualdade de oportunidades devem ser implementadas para ocupação democrática dos espaços de poder político e social.

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Previdência: Bolsonaro estuda alíquota maior para servidor e fim de benefício integral; por Geralda Doca/O Globo

Previdência: Bolsonaro estuda alíquota maior para servidor e fim de benefício integral; por Geralda Doca/O Globo

Notícias

Na tentativa de fazer avançar no Congresso a reforma da Previdência ainda este ano, o presidente eleito Jair Bolsonaro começou a discutir, nesta quinta-feira, um conjunto de mudanças no INSS e no regime próprio dos servidores públicos por meio de projetos que não impliquem alterações constitucionais. Isso tornaria mais rápida a tramitação das propostas, que não exigiriam um quórum tão elevado para passarem no Congresso. Elaborada por técnicos do Congresso e com apoio da equipe de Bolsonaro, a proposta pinça vários itens da reforma de Michel Temer que seriam agrupados em dois projetos.

Segundo estimativas dos técnicos do Legislativo, se a ideia vingar, será possível preservar entre 70% e 80% do texto final da reforma enviada por Temer (que prevê uma economia de R$ 500 bilhões em 10 anos). A nova proposta engloba pontos como o fim da aposentadoria integral (permitida com o fator 85/95, somando idade e tempo de contribuição para mulheres e homens). Pela proposta, somente quem contribuir por 40 anos tem direito à integralidade. A regra valeria  para o INSS e serviço público (para quem entrou a partir de 2004). O tempo mínimo de contribuição no INSS é de 15 anos e no setor público, 25 anos.

O valor da pensão que hoje é integral baixaria para 50%, mais 10% por dependente. Também seria fixado um teto para acúmulo de benefícios (aposentadoria e pensão) de 3 salários mínimos ou 50% do menor benefício, podendo o segurado escolher a opção que for mais vantajosa. Neste caso, a alteração valeria para o INSS e serviço público.

O projeto obrigaria ainda os entes públicos a cobrirem o déficit dos regimes próprios de previdência e criaria uma contribuição suplementar para os servidores, com alíquota variável, de acordo com o rombo dos planos de previdência. Para evitar exageros, somando a alíquota normal e a suplementar, o percentual seria de  22% no máximo.

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Em Brasília, Bolsonaro abandona linguajar de candidato e adota estilo conciliador de político profissional; por Amanda Almeida/O Globo

Em Brasília, Bolsonaro abandona linguajar de candidato e adota estilo conciliador de político profissional; por Amanda Almeida/O Globo

Notícias

Eleito presidente, Jair Bolsonaro desembarcou em Brasília, na última terça-feira, convencido de que sua missão agora é desfazer a imagem do candidato agressivo, que entrou em conflito com integrantes dos Três Poderes durante a campanha. Trocou críticas ao presidente Michel Temer e ao Supremo Tribunal Federal (STF) por declarações de conciliação. Conselheiros dele dizem que, “político experimentado”, Bolsonaro sabe que precisará ser “pacificador”, em nome da governabilidade.

—  Ele está dando um recado para aqueles que falavam que ele seria um ditador, um tirano. Não. Ele está começando a transição de forma harmônica e democrática, com discurso conciliador. Isso é sabedoria política —  diz o cientista político Antônio Flávio Testa, integrante da equipe de transição de Bolsonaro.

A decisão de Bolsonaro de participar da solenidade em homenagem aos 30 anos da Constituição, no Congresso, como sua primeira agenda em Brasília foi “extremamente estratégica”, diz um parlamentar próximo ao presidente eleito. Segundo ele, Bolsonaro comentou que, depois de seu respeito à Constituição ser colocado em xeque pelos adversários durante a campanha, “fazia questão” de dar demonstração de reverência à Carta Magna.

A confirmação da presença dele surpreendeu a equipe do presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), que estava pensando em “algo menor” na organização do evento. Ao lado das autoridades, Bolsonaro, defensor da ditadura militar e de ditadores nos últimos anos, deu uma declaração enfática de que a Constituição é o “norte”, sendo elogiado pelos parlamentares presentes.

Com o presidente Michel Temer, Bolsonaro se reuniu na quarta-feira. O tom foi completamente diferente do que usou em maio do ano passado, já em pré-campanha. Em vídeo, perguntou:

– Que governo de porcaria é esse do Temer? Ainda fica com essa porcaria de reforma da Previdência, 65 anos. Não vai aprovar. Você, Temer, sua excelência, Temer, não vai aprovar a reforma da Previdência. Toma vergonha na cara. Assuma a pipoca desse governo. Assuma, pô. Corta a cabeça de quem está aí. (…) Seja homem.

Em entrevista depois do encontro com Temer, disse que “muita coisa (do atual governo) continuará” e agradeceu pela acolhida.

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Requião ironiza Moro e propõe ‘Lei Onyx’ para perdoar arrependidos; por Juliana Braga/O Estado de São Paulo

Requião ironiza Moro e propõe ‘Lei Onyx’ para perdoar arrependidos; por Juliana Braga/O Estado de São Paulo

Destaque Direito Poder Política
O senador Roberto Requião (MDB-PR) apresentou um projeto de lei ironizando o juiz Sérgio Moro e o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

Na primeira coletiva que deu após ser indicado ministro da Justiça de Jair Bolsonaro, Moro pormenorizou as denúncias de caixa 2 contra o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Ele afirmou que o deputado admitiu o erro, pediu desculpas e tomou as providências para repará-lo.

No projeto 434 de 2018, Requião acrescenta à lei 12.850/2013 a possibilidade de o juiz conceder perdão judicial em caso de crimes eleitorais, contra a administração pública e contra o sistema financeiro nacional caso o réu demonstre arrependimento, confesse a prática do crime e apresente pedido público de perdão e dispensa da pena.

Segundo justifica, o projeto pretende “dar isonomia com Onyx Lorenzoni a todos aqueles que cometem crime eleitoral”, “concedendo, a alguns, o direito ao perdão, a critério do juiz”.

Até a publicação, Onyx Lorenzoni e Sérgio Moro não foram localizados. (Juliana Braga)