Porto Alegre: Comunidade Judaica realiza 32ª Festa da Rua em homenagem aos 71 anos de Israel

Porto Alegre: Comunidade Judaica realiza 32ª Festa da Rua em homenagem aos 71 anos de Israel

Cidade Crianças Destaque Porto Alegre Segurança Tecnologia Turismo

 

Acontece no domingo (26/05), entre às 10h e 17h, a 32ª Festa da Rua na João Teles, no bairro Bom Fim. O evento é organizado pela Organização Sionista do Rio Grande do Sul e marca a passagem do 71º Aniversário do Estado de Israel.

A atividade faz parte do calendário oficial de Porto Alegre e permitirá ao público presenta o contato com apresentações artísticas judaicas e israelenses, além de oferecer aos visitantes, comidas, bebidas e produtos de típicos.

Com o espírito de ampliar a integração comunitária, diversas ONG’s e entidades da comunidade também estarão presentes divulgando suas atividades ao público. Ainda, um espaço kids, com brinquedos para todas as idades e oficinas de atividades para crianças, levará muita diversão e cultura, com a difusão das tradições e da cultura judaica ao público.

A Festa, que tem início às 10h, terá a cerimônia oficial de abertura às 13h, com a presença de autoridades e lideranças da comunidade judaica. O evento tem o apoio de várias instituições da comunidade.

A atividade está confirmada para qualquer condição de tempo. Em caso de chuva, as bancas serão transferidas do leito da João Teles (entre a Henrique Dias e Osvaldo Aranha) para o interior da Associação Israelita Hebraica.

 

60633367_289054832048323_1226437055358173184_nHORÁRIO    ATRAÇÃO

10.00    ARTE DE CORDA
10.15    ARTE DE CORDA
10.30    ARTE DE CORDA
10.45    RABINO ARI BC
11.00    HIND SAID
11.15    CORAL VIDA URGENTE
11.30    DANÇA CIB 4 SERIE – CHAI
11.45    CORAL CIB
12.00    ABERTURA
12.15    ABERTURA com a presença do Consul Geral de Israel
12.30 LEAKATŕ CHAZIT
12.45 BANOT
13.00    GUITARRISSIMA
13.15    GUITARRISSIMA
13.30    GUITARRISSIMA
13.45    BANOT
14.00 BANDA APAE
14.15    BANOT
14.30    ORQUESTRA SÃO FRANCISCO
14.45    ORQUESTRA SÃO FRANCISCO
15.00 HIND SAID
15.15      KRAF MAGA ADRIANO
15.30    DANÇA SENIOR SESC
15.45    KRAF MAGA
16.00    Marcelo Bacci
16.30    MERCEDES BLUU BAND
16.45    MERCEDES BLUU BAND

RS: Assembleia instala Frente Parlamentar de valorização dos Servidores da Segurança Pública

RS: Assembleia instala Frente Parlamentar de valorização dos Servidores da Segurança Pública

Destaque Polícia Política Segurança Trabalho

“Os agentes de segurança devem ser valorizados porque eles garantem a vida dos gaúchos”. A afirmação foi feita esta manhã (20/5) pelo deputado estadual Tenente-Coronel Zucco (PSL) durante a instalação da Frente Parlamentar em Defesa dos Servidores da Segurança Pública do RS no Plenarinho da Assembleia Legislativa. O objetivo é garantir melhores condições de trabalho e a proteção de servidores da Brigada Militar, Polícia Civil, Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Instituto-Geral de Perícias (IGP) e do Corpo de Bombeiros Militar.
Zucco destacou as suas iniciativas já protocoladas como o projeto de lei que assegura aos servidores da segurança pública assistência jurídica gratuita da Defensoria Pública. Também falou da proposta de emenda constitucional (PEC) 277 que transforma a Brigada Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e o IGP em instituição permanentes. “São órgãos centenários, de vital importância, mas que não têm manutenção assegurada por lei”, lamentou. O parlamentar comentou ainda o seu projeto que cria o banco de dados unificado para a identificação facial e reconhecimento de crianças e adolescentes desaparecidos no Estado, entre outros projetos.

Livros: Maria Thereza Goulart lança hoje em Porto Alegre “Uma mulher vestida de silêncio”. Livro escrito pelo jornalista Wagner William Livro reconstitui a trajetória da ex primeira dama que chegou ao poder com Jango

Livros: Maria Thereza Goulart lança hoje em Porto Alegre “Uma mulher vestida de silêncio”. Livro escrito pelo jornalista Wagner William Livro reconstitui a trajetória da ex primeira dama que chegou ao poder com Jango

Cultura Destaque

Nesta segunda (20), às 19h, o jornalista Wagner William lança na Livraria Cultura, do Bourbon Country, ‘Uma mulher vestida de silêncio’ (Ed. Record) com a presença de Maria Thereza Goulart. “A sua respiração ofegante e em alto volume tomava conta do quarto. Um som horrível. Maria Thereza deu a volta na cama e foi para o lado dele. Tentou acordá-lo. Jango estava com a boca aberta, buscando ar de maneira aflita, mas não conseguia respirar. Segurava com força o travesseiro. Deu um gemido mais alto e seco. Maria Thereza começou a sacudi-lo e gritou o seu nome.

Como ele não reagia, saiu correndo em busca de ajuda.” Naquela madrugada de 6 de dezembro de 1976, aos 57 anos, morria o ex-presidente da República João Belchior Marques Goulart (1918-1976), em sua fazenda La Villa, no município argentino de Mercedes. Única testemunha, o relato é de sua esposa, Maria Thereza Fontella Goulart. O casal se preparava para migrar para a Europa, deixando para trás 12 anos de exílio entre Uruguai e a Argentina, numa América do Sul tomada por ditaduras violentas, cujas lideranças democráticas estavam ameaçadas pela Operação Condor.

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Maria Tereza Goulart, a filha, Denize Goulart e o biógrafo Wagner William. Foto: Livraria da Travessa

Dois dias antes, Jango, como era chamado, havia vendido gado num leilão em Arbolito, no Uruguai, e recolhido US$ 280 mil, com os quais planejava reiniciar a vida em Paris, ao lado da esposa. Os filhos, João Vicente e Denize, ameaçados de sequestro por grupos paramilitares que atuavam no Cone Sul extorquindo empresários, já estavam em Londres. A maleta com o dinheiro do gado viria a ser roubada em meio ao tumulto que se seguiu à sua morte. Mas não o seu último sonho: Jango, que tanto acalentara um retorno ao Brasil, atravessaria num esquife a ponte Augustin Justo, que ligava Paso de Los Libres, na Argentina, a Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. E mesmo morto, só encontrou o seu descanso ao lado de Getúlio Vargas, no cemitério de São Borja, após o último confronto com o regime militar, que resistia em deixá-lo retornar ao país, temendo a reação popular no adeus ao líder trabalhista.

A história de Maria Thereza ganha corpo e forma na obra de Wagner William, biografia que leva o título Uma mulher vestida de silêncio – A biografia de Maria Thereza Goulart, pela editora Record.

“Foram 12 anos de pesquisas, em arquivos desclassificados no Uruguai e Brasil, diversos documentos – entre eles o diário de Maria Thereza –, que se somaram a mais de 100 entrevistas”, explica o autor. A obra não só reconstitui o contexto histórico e cultural da mulher dos anos 1950 e 60 – como sobretudo, recupera a trajetória dessa filha de pais fazendeiros dos pampas gaúchos, nascida possivelmente em 1936 – à época os pais frequentemente alteravam as datas de nascimento dos filhos.

Maria Thereza fora educada para ser uma discreta mãe de família e dona de casa. Em 11 de dezembro de 1950, por volta dos 14 anos, semanas antes da posse do eleito Getúlio Vargas à Presidência da República, ela conheceu em São Borja o homem com quem se casaria cinco anos depois. Jango, à época, um empresário bem-sucedido, amigo pessoal de Getúlio, com quem convivera muito proximamente a partir de 1946, quando o presidente, apeado do poder, mergulhara em sua fazenda Itu, vizinha à estância São Vicente, de Jango.

Dezoito anos mais nova do que Jango, Maria Thereza viveria discretamente dedicada aos filhos e ao marido, quando este exercia a vice-presidência no governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961) e nos quase sete meses da meteórica presidência de Jânio Quadros. Enquanto Jango representava o Brasil na China, ela se encontrava em férias em Lloret del Mar, na costa espanhola, acompanhada dos filhos Denize e João Vicente, quando ambos foram surpreendidos com a renúncia.

Na montanha-russa que marcaria a sua vida, aos 26 anos a primeira-dama Maria Thereza salta subitamente ao centro da cena social, exercendo fascínio e marcando época por sua beleza. Orientada pelo costureiro Dener, que vai ensiná-la a descobrir o próprio estilo, era apontada pela mídia nacional e internacional como uma das primeiras-damas mais belas do mundo. Da revista O Cruzeiro às internacionais Time, Paris Match e Stern, o interesse por essa mulher rendeu inúmeras capas e manchetes. Rivalizava em elegância com Jacqueline Kennedy e Grace Kelly, de Mônaco.

Em recepções oficiais, foi galanteada por chefes de estado e, segundo Wagner William registra na obra, abertamente assediada pelo então presidente da Iugoslávia, Josip Broz, o Tito (1892-1980), quando em visita ao Brasil.

AO LADO DO MARIDO NO PALANQUE

Na presidência de Jango, a imagem pública de Maria Thereza esteve sempre associada ao marido, aos filhos e à representação do papel à época encarnado pelas primeiras-damas – festas e 134218603_1GGrecepções. Entretanto, ela marca um ponto de inflexão, ao participar em 13 de março de 1964, ao lado de Jango, no comício na Central do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro, para defender as chamadas reformas de base. “Era uma época em que havia uma mínima participação da mulher na política. Ela quebrou isso ao subir no palanque”, assinala o autor Wagner William. Naquele comício em que 200 mil participaram e precipitaria a articulação do golpe, Jango encerrou o seu discurso: “Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação, pela justiça social e pelo progresso do Brasil”.

Na madrugada de 2 de abril de 1964, o golpe militar já se consumara e Jango partira para o Rio Grande do Sul. Com os filhos pequenos, Maria Thereza deixaria a Granja do Torto de madrugada, com uma pequena valise. Deixou para trás todos os pertences pessoais, inclusive joias, que seriam saqueados até por aqueles que se diziam amigos e por outros oportunistas de plantão. Partia para o exílio no Uruguai, com escala na Fazenda Racho Grande, em São Borja.

TRECHO DO LIVRO

“Na Granja do Torto, uma espera cruel. Maria Thereza foi ao quarto de João Vicente e Denize a fim de se certificar de que os dois dormiam. Ouvia pelo rádio a notícia de que o Congresso declarou vaga a Presidência. Só pensava em Jango, perguntando a si mesma onde ele estaria. O silêncio a deixava mais nervosa. Falou para os amigos que estavam a seu lado, Maria Elisa, João José, Etelvina, Virgílio, Oscar Seraphico, Pedro e Terezinha, que deixassem o lugar, mas ninguém saiu. Barros Carvalho telefonou e conversou rapidamente com ela.

Uma nova ligação. Era Dener:

Estou triste e preocupado com tudo que está acontecendo. As notícias no rádio são terríveis.

Acho que vou precisar sair do Torto.

A senhora vai nos deixar? Que horror! Estou muito triste! Por favor, me mande notícias de onde a senhora estiver. Quero continuar sendo seu amigo. Mande um grande abraço ao presidente e, amiga, para onde for, não vá vestida de marrom.

Mesmo após a conversa com Dener, ela não arrumou as malas. Apenas esperava. O telefone tocou novamente. Tancredo reforçou o pedido para que ela ficasse calma, afirmando que Jango estava bem, e repetiu o aviso que Darcy lhe dera, sobre o avião. Alertada pela segunda vez, Maria Thereza aceitou preparar uma mala…”  ( Reportagem de Bertha Maakaroun, publicada originalmente no jornal Estado de Minas )

Porto Alegre: Villamix será o1º evento com cobrança de ingresso no Anfiteatro Pôr do Sol

Porto Alegre: Villamix será o1º evento com cobrança de ingresso no Anfiteatro Pôr do Sol

Agenda Cidade Destaque
A edição de Porto Alegre do festival de música VillaMix, neste sábado, 18, será o primeiro evento no Anfiteatro Pôr do Sol com autorização da prefeitura para cobrança de ingressos. Diversos artistas passarão pelo palco de mais de 500 metros quadrados erguido no local. Entre eles, a dupla Jorge & Mateus, os cantores Gusttavo Lima e Kevinho e o DJ Alok.

A permissão de uso de parques urbanos, praças e áreas verdes para festividades foi instituída pelo decreto 20.065, de setembro do ano passado. Para viabilizar o festival, a produtora do VillaMix contou com o Escritório de Eventos de Porto Alegre, vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE) e criado em 2017, para reduzir a burocracia no licenciamento de eventos. Nessa quinta-feira, 16, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Eduardo Cidade, acompanhou os trabalhos de preparação do festival.
Em contrapartida pela utilização do espaço, a organização fará doações de materiais à Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smams), conforme o estabelecido no decreto de cessão de uso.
O recolhimento de lixo e resíduos no entorno do anfiteatro será feito pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), mediante pagamento de taxa à prefeitura. Dentro do espaço, os serviços ficarão sob a responsabilidade da organização do evento.
Na área externa, estarão também equipes da Guarda Municipal para reforçar a segurança. Em contrapartida, a organização do festival doará equipamentos para a corporação. O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) instalou ponto de fornecimento de água, também mediante o pagamento de taxas referentes ao serviço. Já a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) fará o monitoramento do trânsito nas imediações.
“O festival surgiu com o propósito de reunir, num mesmo palco, vários artistas renomados, e com esta edição em Porto Alegre, o público vai poder conferir atrações que exaltam a grandiosidade da música nacional. Esperamos mais de 20 mil pessoas no anfiteatro”, diz o sócio da produtora Hits Entretenimento, Lucas Giacomolli. Ele também elogia a agilidade do andamento do processo no Escritório de Eventos de Porto Alegre. “Consultamos a disponibilidade do local e, em seguida, demos início aos procedimentos práticos para o licenciamento.”

“Mais do que entretenimento, o VillaMix proporciona resultados para a economia”, observa o secretário Eduardo Cidade. Só a montagem da estrutura emprega cerca de 300 funcionários, e a expectativa dos produtores é de que pelo menos 2 mil pessoas trabalhem durante o sábado para garantir uma boa experiência ao público.

Edvaldo Pereira Paiva tem bloqueio para evento no Anfiteatro

A Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), informa que desde as 22h de sexta-feira, 17, há bloqueio na av. Edvaldo Pereira Paiva, sentido Centro-bairro, entre a Rótula das Cuias e avenida Ipiranga, devido ao festival VillaMix, que acontece neste sábado, 18. O evento será realizado no Anfiteatro Pôr do Sol e tem previsão de público de 36.000 pessoas. O desvio no trânsito será feito pela avenida Aureliano de Figueiredo Pinto, avenida Borges de Medeiros e avenida Ipiranga. A circulação na área será monitorada pelos agentes da EPTC para ajustes de trânsito e transporte, se necessário.
SERVIÇO
 
Festival de Música VillaMix
Data: 18 de maio (sábado)
Horário: 14h às 23h30, com abertura dos portões às 10h
Local: Anfiteatro Pôr do Sol – avenida Edvaldo Pereira Paiva, s/nº
Atrações: Jorge & Mateus, Gusttavo Lima, Alok, Kevinho, Matheus & Kauan e Felipe Araújo
Informações e ingressos: www.ticmix.com.br
Porto Alegre: Hospital Moinhos de Vento Poa 21k e Circuito Poa Day Run acontecem nesse domingo

Porto Alegre: Hospital Moinhos de Vento Poa 21k e Circuito Poa Day Run acontecem nesse domingo

Agenda Destaque Esporte Notícias Porto Alegre

No próximo domingo (19), serão realizadas duas competições atléticas: a Hospital Moinhos de Vento Poa 21k e a Hospital Moinhos de Vento Circuito Poa Day Run, no Parque Marinha do Brasil, Porto Alegre. As corridas acontecem nas proximidades do Skate Park, situado na Avenida Beira Rio e têm como objetivo incentivar a prática de exercícios.

Com largada às 7 horas, a Poa 21k reúne as categorias masculina e feminina em um percurso pelas margens do Rio Guaíba. O evento é aferido pela Confederação Brasileira, com supervisão técnica da Federação Gaúcha de atletismo e organização geral da Run Sports 4.

Às 9 horas, inicia o Circuito que inclui os trajetos de três, cinco e 10 quilômetros. Não há obrigatoriedade de participação em todas as etapas. Os trechos contarão com participação de ambos os sexos em categorias distintas.

Durante o dia, haverá lounge único para corredores, acompanhantes e expositores com conforto, comodidade e serviços, além de DJ, proporcionando um clima descontraído e animado aos atletas. Todas as categorias receberão premiação para os primeiros colocados.

Para os pequenos, o Poa Kids Run oferece opções de 50, 100, 300 e 400 metros, para crianças de 3 a 12 anos. Todos os inscritos ganham medalhas e kits. O início será às 10h30.

O Hospital Moinhos de Vento apoia a iniciativa que incentiva a prática de atividade física, prevenindo o risco de doenças crônicas, além de melhorar a qualidade de vida. Nesta edição, a ênfase será a pediatria e o novo serviço de Emergência Pediátrica Elone Schneider Vontobel, recentemente inaugurado na instituição.

Informações em www.poadayrun.com.br

Em abril, região Sul totalizou mais de 8 milhões de consumidores inadimplentes

Em abril, região Sul totalizou mais de 8 milhões de consumidores inadimplentes

Destaque Direito Direito do Consumidor Economia Negócios

A região Sul do país registrou um total de 8,50 milhões de consumidores inadimplentes ao final do mês de abril de 2019, de acordo com levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O indicador mostra que 37% da população adulta do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná está com o CPF negativado devido ao não pagamento de dívidas.

Nos três estados sulistas houve um aumento de 1,97% no total de inadimplentes na comparação entre abril de 2019 e o mesmo mês de 2018, mas houve recuo na comparação com março deste ano, quando eram 8,51 milhões de consumidores com CPF negativado.

Esse dado, segundo o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, é mais uma demonstração de que o ano de 2018 não trouxe a recuperação econômica que os brasileiros esperavam e isso ainda se reflete nos primeiros meses de 2019. Ainda assim, é notável ver o esforço da população em buscar a quitação de seus débitos, mesmo enfrentando o desequilíbrio em seu orçamento familiar.

– Os cidadãos estão procurando formas de viabilizar o pagamento de suas dívidas. Sabemos que grande parte das pessoas com CPF negativado enfrenta muitas dificuldades para vencer todos os seus compromissos. Para que esse cenário seja revertido, não há outro caminho que não seja a criação de mais postos de trabalho e maior geração de renda. – enfatiza Vitor Augusto Koch.

A região Sul, com os 37%, ainda segue com o menor percentual de população adulta com o CPF negativado no país, ficando atrás da Norte, com 47%; Centro-Oeste, com 43%; Sudeste e Nordeste, ambas com 40%.

O Brasil registrou, ao final de abril, 62,6 milhões de inadimplentes. Os dados abertos por setor credor em todo o país mostram que a maior parte das pendências (52%) está ligada aos bancos, que envolvem dívidas com cartão de crédito, cheque especial, financiamentos e empréstimos. Em seguida aparecem os segmentos do comércio (17%), de comunicações (12%) e de água e luz (10%).

Remoção de estruturas no Estaleiro Rio Grande deve gerar 400 empregos

Remoção de estruturas no Estaleiro Rio Grande deve gerar 400 empregos

Economia Negócios Notícias

A remoção de mais de 100 mil toneladas de estruturas que seriam utilizadas na construção das plataformas P-71 e P72 deve gerar em torno de 400 empregos. A estimativa é da Ecovix, administradora do Estaleiro Rio Grande, que aponta que o processo é fundamental para a retomada de atividades no Polo Naval.

O trabalho é mais uma etapa da limpeza do estaleiro, devendo se estender por 12 meses. A empresa aguarda a conclusão dos leilões das peças para dar início aos trabalhos. As vendas iniciaram em abril e fazem parte do plano de recuperação judicial da companhia, homologado em agosto de 2018 pela Justiça.

“Os leilões são parte muito importante do plano de recuperação, sendo cruciais para o futuro da área e a perspectiva de novos investimentos”, afirma Ricardo Ávila, diretor de operações da Ecovix. Atualmente, 125 pessoas atuam na estrutura, devendo chegar a cerca de 400 empregos diretos e indiretos no pico da operação.

Laurence Medeiros, representante da Medeiros & Medeiros Administração judicial, disse lamentar o sucateamento da P-71, que se encontra quase em condições de flutuação no dique. “No entanto, nossa expectativa é de que todos os lotes sejam arrematados nos leilões, agilizando o processo de limpeza e possibilitando a geração de novos negócios e empregos na cidade e região”, ressaltou o advogado.

A empresa trabalha para diversificar as atividades da área. Em janeiro, foi aprovado pela Assembleia Legislativa um projeto que autorizou a movimentação portuária de cargas no Polo Naval. A companhia pretende utilizar a infraestrutura do estaleiro para exportação de granéis sólidos de origem vegetal, como cavaco de madeira.

Porto Alegre: Com financiamento coletivo, lançamento do CD Navegante – Dudu Sperb recebe Guinga acontece dia 17 no Studio Clio

Porto Alegre: Com financiamento coletivo, lançamento do CD Navegante – Dudu Sperb recebe Guinga acontece dia 17 no Studio Clio

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O cantor porto-alegrense Dudu Sperb está com financiamento coletivo aberto até sexta-feira (17/05) para o seu quinto álbum, Navegante – Dudu Sperb recebe Guinga. Todas as faixas do disco têm a assinatura do mestre carioca, em parceria com vários letristas, como Aldir Blanc, Paulo César Pinheiro, Zé Miguel Wisnik, Chico Buarque e Thiago Amud, entre outros. Tendo Guinga como convidado, o CD foi gravado em Porto Alegre, em 2018, no Transcedental Áudio, com excelente trabalho de Leo Bracht, produtor musical, engenheiro de som e sound designer, 5 vezes nominado no Latin GRAMMY® (nas categorias Melhor Engenharia de Gravação e Gravação do Ano) e vencedor na categoria Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa.

1 Dudu Sperb e Guinga no estúdio Transcedental POA - foto Marcel Estivalet
Dudu Sperb e Guinga no estúdio Transcedental POA. Foto Marcel Estivalet

Dudu Sperb conheceu a música de Guinga pela gravação de Elis Regina e Cauby Peixoto do clássico Bolero de Satã, em 1979. Este ícone do cancioneiro nacional está no repertório do CD, assim como outro ponto alto da carreira do carioca: Senhorinha. Essas duas, e mais a derradeira faixa que dá nome ao disco, Navegante, são parcerias com o velho amigo Paulo César Pinheiro.

Em seu trabalho anterior, So in love (2016), o intérprete já tinha gravado uma composição de Guinga, Noturno Copacabana. Depois disso, fizeram juntos quatro shows em 2018 no StudioClio. “Ficamos muito felizes, eu, ele e o público. E deste feliz e fértil encontro veio a ideia de gravarmos”, conta Dudu. Na última vinda do carioca a Porto Alegre, foram ao estúdio e registraram o seu violão. “O disco nasceu dessa amizade e de uma adoração que tenho pela música dele. Eu acho que o Guinga não é só um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos; ele é hoje um dos maiores compositores do mundo, isso dito por gente como Paco de Lucía e Michel Legrand”, completa o porto-alegrense.

CD Navegante – Dudu Sperb recebe Guinga no Catarse: os brindes para os apoiadores também englobam o próprio disco e ingresso para o show de lançamento do CD, com a participação primordial do músico Guinga, em 17 de maio de 2019 (sexta-feira), também no StudioClio (José do Patrocínio, 698). Quem quiser colaborar com a realização do novo trabalho discográfico, somente com composições do grande compositor e violonista brasileiro, pode clicar aqui, acessar a plataforma Catarse e verificar quais são os valores e recompensas disponíveis.

 

SHOW DE LANÇAMENTO DO CD:

Navegante – Dudu Sperb recebe Guinga

No palco: Dudu Sperb (voz) e Guinga (violão)

Data: 17 de maio, sexta-feira, às 21h

Local: StudioClio (R. José do Patrocínio, 698 – Cidade Baixa – Porto Alegre)

Telefone: (51) 3254-7200

Ingressos: em http://studioclio.com.br/

Valores antecipados: R$ 60,00 (meia-entrada ou entrada solidária, válida para todos os públicos ao trazerem 1 kg de alimento não-perecível) e R$ 120,00 (inteira)

No local: R$ 70,00 e R$ 140,00

 

FAIXA A FAIXA POR DUDU SPERB

 

1 – Sete estrelas (Guinga/Aldir Blanc)

Ao ritmo de uma toada de Guinga, com essas palavras de Aldir Blanc, abrimos o CD: “Eu canto a música da gente quando nua e crua…”. Além de traduzirem um pouco o espírito de outras parcerias desses dois compositores, elas representam um perfeito preâmbulo para o que está por vir, para a audição do disco. Mais adiante, a letra diz: “toda mentira minha é verdadeira”. Se pensarmos que as palavras “nua” e “crua” podem ser associadas ao conceito de verdade, é igualmente possível se compreender que essa veracidade se dá, também, através da “mentira” da canção. Ou seja, a música (que não somos nós, especificamente, mas que é uma manifestação nossa) traz em si a possibilidade da gente “ser” e “existir” de diversas formas através da interpretação. Pra mim, isso é um pouco como se dizer: “essa é a nossa música e através dela e de sua fantasia nós nos desvelamos”. E tudo que as pessoas ouvirão nesse disco tem como fundamento essa premissa da arte de ser uma “mentira” portadora de uma “verdade”.

 

2 – Canção do Lobisomen (Guinga/Aldir Blanc)

 

Essa é uma canção que, em música e letra, me parece uma boa introdução ao universo de Guinga. Sombria e bela, alude à fera incorporada à nossa humanidade que nos faz, por vezes, destruir aquilo que mais queremos ou necessitamos, que carrega o veneno sem entender por que e sem saber como se desvencilhar, se curar disso. Uma obra perene, mas que, especialmente nesse momento, se apresenta ainda mais ampliada em seu sentido.

 

3 – Choro pro Zé (Guinga/Aldir Blanc)

 

Esse choro com ares de jazz foi feito em homenagem ao grande saxofonista Zé Nogueira, com uma letra que reflete sobre a simbiose da música com a vida e do músico com seu instrumento. Mesmo sutilmente, nessa faixa cantei buscando colocar na voz ainda mais a entoação de um instrumento de sopro, como um sax.

 

4 – Catavento e girassol (Guinga/Aldir Blanc)

 

Outro clássico, e uma das canções mais conhecidas e admiradas de Guinga, Catavento e girassol é um exemplo perfeito de excelência, de beleza e de sofisticação. A exemplo do Quereres de Caetano, esse choro-canção versa sobre os desencontros dos desejos, das condutas, do jeito de ser de duas pessoas. Aqui, entretanto, essas oposições se colocam talvez de forma um tanto mais ambígua por serem colocadas mais singularmente como complementares. Exatamente como o que ocorre num reflexo no espelho: a imagem refletida sendo, ao mesmo tempo, o oposto e o arremate. E sua melodia, que vai e volta, inquietante e dramática, é marcante e sublime. Para mim, que sou barítono, os tons de muitas obras de Guinga às vezes beiram os limites da voz. A exemplo de “Canção do Lobisomem” e “Neblina e flâmulas”, entre outras, essa foi uma das canções do CD em que foi necessário atingir regiões bastante graves, um desafio técnico que resultou num ganho interpretativo: fiquei contente com as zonas sombrias da voz que alcancei e pelo quanto pude me adequar a elas para trabalhar a emoção. Me parece que, dessa forma, essas composições ganharam outros contornos.

 

5 – O silêncio de Iara (Guinga/Luis Felipe Gama)

 

Desde que a ouvi, no disco Noturno Copacabana, me encantei com esse belíssimo e singular choro-canção que alude, de forma sutil, à mítica senhora das águas, a sereia do folclore brasileiroEla possui em sua melodia algo de soporífico, de vai e vem, ao que a letra se amolda de forma hábil e elegante.

 

6 – Bolero de Satã (Guinga/Paulo César Pinheiro)

 

Foi através de Bolero de Satã, interpretada por Elis Regina e Cauby Peixoto, em 1979, que tomei conhecimento de Guinga. Lembro do quanto fiquei impressionado e encantado ao ouvi-la. Por esse motivo, pelo que ela teve de primordial como introdução ao universo do compositor, essa era uma canção que não poderia faltar no CD: gravei-a porque adoro a canção, mas sobretudo como uma homenagem a Elis, a Cauby e ao próprio Guinga.

 

7 – Ilusão real (Guinga/Zé Miguel Wisnik)

 

Outro choro-canção, misterioso, que desafia o cantor com sua melodia complexa. A letra “em aberto”, de Wisnik, permite inúmeras percepções, interpretações. Estão aqui reunidos, numa canção, dois dos principais compositores da atualidade, que estão entre os meus preferidos, e em cujas obras eu me perco e me encontro.

 

8 – Nobreza da Maré (Guinga/Anna Paes/Simone Guimarães)

 

Única obra inédita do CD, Nobreza da Maré é uma rara parceria de Guinga com outras duas compositoras. Simone Guimarães já havia feito letras para algumas de suas melodias, mas creio ser essa a primeira vez que ele, além de dividir a autoria com duas mulheres, ainda compartilha a composição da música com uma delas, no caso, com Anna Paes. Isso é ainda mais interessante pelo fato da canção também prestar homenagem a uma mulher: a vereadora Marielle, assassinada há um ano no Rio de Janeiro. Um lindo e comovente choro que me foi apresentado pelo próprio Guinga, em 2018, quando chegamos a interpretá-la, meio de improviso, num show do StudioClio.

 

9 – Avenida Atlântica (Guinga/Thiago Amud)

 

Me encantei com esse samba-canção ao ouvi-lo numa gravação de Guinga com o clarinetista italiano Gabrielle Mirabassi. Na mesma hora perguntei a Guinga se tinha letra. Felizmente havia uma letra encantadora de Thiago Amud, outro parceiro constante do mestre carioca. Trata-se de uma canção suave e lírica como o vai e vem das ondas, e outra linda homenagem ao Rio de Janeiro.

 

10 – Nonsense (Guinga/Paulo César Pinheiro)

 

Essa composição é uma preciosidade das preciosidades. E pensar que Guinga e Paulo César Pinheiro a conceberam quando tinham por volta de 20 anos, apenas… Sua narrativa de um suicídio é feita em frases que, por serem articuladas de formas completamente inusuais, dão uma certa sensação de falta de sentido. Porém, os significados de fato estão sendo explicitados ali; basta ouvi-la uma segunda ou uma terceira vez, se debruçando mais sobre a letra. Depois de cantada uma vez inteira, a narração retorna, completa, com a mesma letra em português, mas com uma pronúncia forçadamente francesa, o que faz ampliar ainda mais essa sensação de nonsense, de não discernimento, de falta de lógica. As palavras em português “entoadas em francês”, promovem então uma desarticulação ainda maior, deslocando, misturando, escondendo ou revelando significados, aqui e ali. E a melodia dessa valsa que vai e volta, que avança e que novamente é retomada, se projeta de forma espiralada como num voo desnorteado, sugerindo ela também uma ação incompleta ou uma indecisão de chegar ao fim.

 

11 – Neblina e flâmulas (Guinga/Aldir Blanc)

 

Essa é uma canção que nos apresenta um Aldir Blanc mais lírico do que o usual. Me apaixonei por ela na primeira vez em que a ouvi, no CD que Leila Pinheiro gravou com as canções de Guinga. Sobretudo a melodia, sempre me deu vontade de chorar. Novamente os graves se impuseram, e eu imergi numa interpretação mais densa, fazendo sobressair um certo sentido de perdição que ela revela. Essa foi a única composição que, em nossos poucos encontros para definir o repertório do show, Guinga cogitou subir o tom. Mas eu me propus a cantá-la assim, no tom original como as demais canções, seguindo a navegar por suas profundezas. E adorei o resultado.

 

12 – Você, você (Guinga/Chico Buarque)

 

A única parceria desses dois mestres cariocas só poderia resultar nessa maravilha. Letra e música são tão misteriosas, tão perfeitas em si mesmas e em seu casamento, que foi um encantamento interpretá-la. E, para minha própria surpresa, essa foi uma das execuções que saíram mais de pronto. Foi só eu me deixar levar, seduzido por ela, por seu misto de devaneio e realidade, de vigilância e sono.

 

13 – Senhorinha (Guinga/Paulo César Pinheiro)

 

Creio que, junto com Bolero de Satã, essa é a canção mais conhecida de Guinga. E ela é também, possível e provavelmente, a mais amada pelo público, uma modinha que alia delicadeza e beleza em cada nota de sua primorosa melodia a uma letra plena do encanto e da sofisticação de uma história de contos de fadas. Há muitos anos, eu já havia registrado essa canção, apenas de modo demostrativo, para um outro projeto de disco que não chegou a acontecer. Agora, com sua bênção e tendo-o como guia, finalmente pude interpretá-la com Guinga.

 

14 – Navegante (Guinga/Paulo César Pinheiro)

 

Outra composição da juventude de Guinga e Paulo César Pinheiro, esse fado é uma beleza que, se não soubéssemos, julgaríamos ter sido feita por compositores mais maduros e experientes. Depois de todas as histórias narradas nas canções anteriores, essa me parecia a obra perfeita pra fechar o disco. Somos todos navegadores e seguimos rumos, queiramos ou não. Mas justamente aqui, imersos nesse universo de canções, o que fazemos, mais do que qualquer coisa, é ir em busca de emoção, soltos na imensidão. E o disco, que começou com uma espécie de testemunho sobre a música, termina ecoando a palavra coração.

Equipe administrativa da Summit se muda para Porto Alegre nesta segunda-feira

Equipe administrativa da Summit se muda para Porto Alegre nesta segunda-feira

Cidade Negócios Notícias

O escritório administrativo da Summit, empresa gaúcha que atua em todo o Brasil com a marca Tris – de itens de escrita, artes e educação -, passará a atender em Porto Alegre a partir desta segunda-feira (13). A equipe, composta de 58 integrantes, terá um novo endereço profissional, deixando a então sede, em Cachoeirinha, para se instalarem no Flowork, no bairro Moinhos de Vento.

A Tris é uma marca de materiais escolares criativos que tem como propósito levar magia, cor e alegria à vida das pessoas.  Ao longo de mais de 21 anos de vida, tornou-se referência em materiais alegres e divertidos. Sua inspiração é o desenvolvimento das crianças. Dessa forma, aposta em instrumentos que ajudem a proporcionar momentos de descobertas, aprendizados e vivências de forma muito lúdica. A TRIS é uma marca desenvolvida pela gaúcha SUMMIT, que atua em todo Brasil desde 1993.

Recentemente, a  Summit  lançou o conceito institucional Abrace o Novo. A especialista em Marketing da empresa, Vanessa Moreno, destaca que a equipe trabalhará em um ambiente de coworking, o que vai facilitar a troca de ideias com profissionais de outros segmentos.  “O novo espaço conta com empresas jovens e uma efervescência de ideias. Se a colaboração já era uma das nossas pautas, agora ela será enfatizada. Ficaremos em um ambiente mais moderno e com mais interação”, comemora. Dentro desse contexto, a  Summit  também passará a utilizar o SAP como ferramenta de planejamento dos recursos da empresa.