Luto suspende votações na Câmara de Porto Alegre

Luto suspende votações na Câmara de Porto Alegre

Notícias

A morte do advogado criminalista Mathias Nagelstein, pai do presidente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Valter Nagelstein (MDB), suspendeu a sessão de hoje – a última antes do início do recesso parlamentar. Com base no que prevê o Regimento Interno da Casa, a vereadora Mônica Leal (PP), que presidia os trabalhos no Plenário Otávio Rocha, encerrou os trabalhos perto das 18h30min. Aos 81 anos, Mathias Nagelstein sofria de problemas decorrentes do Mal de Alzheimer e permanecia internado na Santa Casa de Porto Alegre. O corpo vai ser velado a partir das 9h desta terça, na sede do Tribunal de Justiça Militar do Rio Grande do Sul, na Capital, e enterrado às 16h no Cemitério União Israelita Porto-Alegrense.

Com a sessão suspensa, o Parlamento só examina a partir de agosto os projetos que a Prefeitura enviou à Câmara em regime de urgência, como o da revisão da planta do IPTU. Também fica para a volta do recesso a votação da admissibilidade do pedido de impeachment movido contra o prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB).

“Não tem clima. Quando eu soube da notícia (falecimento), consultei o Regimento para encerrar a sessão porque não teve como continuar. Assim que voltarmos do recesso, entraremos nesse processo de votação, incluindo Previdência, IPTU e demais projetos, além do pedido de impeachment”, disse Mônica Leal.

Até o anúncio do encerramento da sessão, os vereadores ainda discutiam o projeto de lei do Executivo que cria o Regime de Previdência Complementar e uma entidade fechada de previdência complementar.

Quem era Mathias Nagelstein

Natural de Caxias do Sul, Mathias Nagelstein, formou-se em Direito pela PUCRS, em 1961, onde, em 1986, tornou-se Especialista em Direito Criminal. Profissionalmente, desenvolveu atividades de vereador em Bagé de 1968 a 1971; procurador-geral do Município de Porto Alegre, de 1986 a 1992; chefe da Casa Civil do Estado de 1991 a 1992; juiz do Tribunal Militar do RS, de 1991 a 1997, e presidente da Corte, de 1996 a 1997. Também exerceu o cargo de procurador federal do Incra, além de atuar como advogado criminalista.

Em 2002, teve publicada a obra Dicionário Básico de Direito Penal. Pela dedicação à carreira jurídica, recebeu da OAB/RS a medalha Oswaldo Vergara, comenda maior conferida pela instituição.

No Twitter, Valter Nagelstein ressaltou as características do pai: “Meu pai foi o maior tribuno da sua geração, um criminalista perspicaz, competente, o melhor advogado de júri do seu tempo. Um professor de penal querido de seus alunos. Foi juiz, procurador, cultura ímpar e uma ironia fina, educado mas também firme quando necessário. Um bravo”, escreveu. (Rádio Guaíba)

STF dá mais 30 dias para conclusão de investigação sobre Aécio Neves. Na decisão, ministra Cármen Lúcia afirmou que é preciso “evitar dilações processuais indevidas”. PGR pedia 60 dias de prazo

STF dá mais 30 dias para conclusão de investigação sobre Aécio Neves. Na decisão, ministra Cármen Lúcia afirmou que é preciso “evitar dilações processuais indevidas”. PGR pedia 60 dias de prazo

Direito Notícias Poder Política

A ministra Carmén Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu mais 30 dias para a conclusão das investigações sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) no inquérito que apura repasses irregulares da Odebrecht à campanha presidencial de 2014. Inicialmente, a Procuradoria-Geral da República (PGR) havia pedido mais 60 dias para concluir a investigação. Na decisão, proferida ontem, Cármen concedeu mais 30 dias e afirmou que o objetivo é “evitar dilações processuais indevidas”.

O ministro Edson Fachin é o relator dos processos da Operação Lava Jato no STF, mas a ministra Cármen Lúcia decidiu pelo prazo de prorrogação por ser a ministra de plantão no tribunal.

Ex-executivos da empreiteira Odebrecht citaram o senador como suposto beneficiário de vantagens indevidas em 2014 para campanha à Presidência da República. Em depoimentos de delação premiada, o ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht e outros executivos do grupo disseram que o senador recebeu propina para atuar favoravelmente aos interesses da empresa. O objetivo, segundo os delatores, era obter o apoio parlamentar do tucano para a construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, em Rondônia.

Aécio prestou depoimento sobre esse inquérito na sede da Polícia Federal em Brasília, em abril deste ano. Na ocasião, o advogado Alberto Zacharias Toron disse que os “próprios delatores” afirmaram nos depoimentos que as contribuições financeiras feitas pela Odebrecht às campanhas do PSDB “nunca estiveram vinculadas a qualquer contrapartida”. As investigações contra Aécio Neves foram autorizadas pelo STF após a abertura de 76 inquéritos no ano passado pelo ministro Edson Fachin, com base nos depoimentos de colaboração premiada de ex-executivos da empresa.

Reportagem do SBT mostra reabertura do Hospital Beneficência Portuguesa

Reportagem do SBT mostra reabertura do Hospital Beneficência Portuguesa

Comunicação Destaque

Logo mais, às 19h20, o SBT Rio Grande 2ª Edição exibirá uma reportagem especial sobre a expectativa da reabertura do Hospital Beneficência Portuguesa, em Porto Alegre. O jornalista Felipe Vieira, que apresenta o jornalístico, visitou a instituição para mostrar como está o prédio localizado na região central da Capital.

Na matéria, Felipe Vieira conversou com o presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Paulo Argolo, que foi um dos líderes da missão de reabertura da instituição hospitalar. O jornalista também falou com o diretor da Associação Beneficente São Miguel, que agora administra o espaço, Ricardo Pigatto. “Foi um grande privilégio descobrir informações tão positivas sobre essa reabertura que acontece, agora, em agosto. Fico muito feliz de levar isso para o nosso telespectador e para a sociedade gaúcha”, comenta o apresentador.

Desde novembro de 2017, o Beneficência Portuguesa corria o risco de fechar suas portas devido a uma grave crise financeira. O Simers, junto com outros setores da sociedade, personalidades e parlamentares, promoveu uma campanha para salvar o hospital e garantir a manutenção dos seus 187 leitos. (Coletiva.net)

Porto Alegre: Sessão extraordinária da Câmara é marcada por confusão entre servidores e guarda municipal.  Grupo não pôde entrar no plenário e teria forçado a entrada para participar da sessão extraordinária; por Com informações do repórter Lucas Rivas e Jessica Hübler /Rádio Guaíba e Correio do Povo

Porto Alegre: Sessão extraordinária da Câmara é marcada por confusão entre servidores e guarda municipal. Grupo não pôde entrar no plenário e teria forçado a entrada para participar da sessão extraordinária; por Com informações do repórter Lucas Rivas e Jessica Hübler /Rádio Guaíba e Correio do Povo

Destaque

Houve confusão, empurra-empurra e uso de spray de pimenta antes da sessão extraordinária da Câmara de Vereadores de Porto Alegre na tarde desta quarta-feira. No dia de votação de projetos que tramitam em regime de urgência, um grupo de municipários chegou cedo para participar da sessão, mas logo quando as galerias ficaram lotadas, os que ficaram do lado de fora começaram a forçar a entrada no interior do plenário.

Os servidores gritaram “a casa é do povo” e balançaram os crachás para mostrar aos guardas municipais, que fazem a segurança no local. A entrada foi liberada para os municipários que apresentaram os devidos crachás.  Acompanhe outras informações sobre Câmara de Vereadores de Porto Alegre realiza sessão extraordinária no site do Correio do Povo.

Bolsonaro diz que ‘situação é pior que pré-1964’ sobre soltura de Lula; 7 pré-candidatos se manifestam

Bolsonaro diz que ‘situação é pior que pré-1964’ sobre soltura de Lula; 7 pré-candidatos se manifestam

Destaque Direito Poder Política

 Após a confusão que agitou o Brasil no último domingo (8), com uma série de liminares contrárias gerando uma disputa sobre a soltura do ex-presidente Lula, os pré-candidatos à presidência se pronunciaram sobre o caso, com o deputado Jair Bolsonaro chegando a comparar o cenário atual com o período pré-ditadura.

Em entrevista para a Folha de S. Paulo, o deputado disse que a decisão de soltar o ex-presidente ajuda a criar clima de instabilidade que pode levar a uma ruptura. “Estamos, eu entendo, num período pior que o pré-1964. Porque a esquerda naquela época não estava tão aparelhada como está hoje”, disse.

Na manhã de domingo, o desembargador de plantão no TRF-4, Rogério Favreto, que foi filiado ao PT por quase 20 anos, acatou um pedido de habeas corpus e mandou soltar Lula, iniciando uma disputa que durou o dia todo com diversas ordens em sentidos opostos. O juiz Sérgio Moro se negou a cumprir a liminar e encaminhou o caso para o relator no Tribunal, João Pedro Gebran Neto, que mandou o ex-presidente permanecer preso, mesmo assim o caso seguiu e só foi encerrado quando o presidente do TRF-4, Carlos Eduardo Thompson Flores, deu decisão contra a soltura.

Marina Silva emitiu uma nota à imprensa afirmando que “a atuação excepcional do magistrado, durante um plantão judicial de fim de semana, não sendo o juiz natural da causa, não deveria provocar turbulências políticas que coloquem em dúvida a própria autoridade das decisões judiciais colegiadas, em especial a do Supremo Tribunal Federal”.

Para Geraldo Alckmin, a Justiça deve ser fonte de equilíbrio e não de instabilidade. Caso Lula fosse solto neste domingo, o tucano acredita que isso “tumultuaria o processo político-eleitoral e aprofundaria o descrédito das instituições, fazendo o jogo dos inimigos da democracia”. “Manter Lula ou qualquer outro cidadão brasileiro preso não pode ser uma decisão política, mas sim da Justiça”, disse o tucano.

Henrique Meirelles, que foi ministro da Fazenda de Lula e Michel Temer, foi mais breve, seguindo a mesma linha de Alckmin e Marina, dizendo ser “contra a politização da Justiça”. Já o senador Álvaro Dias afirmou nas redes sociais que o habeas corpus “anarquiza o Judiciário e causa indignação e revolta na sociedade”. Para ele, o desembargador é um “aloprado que serviu a governos petistas, como o de Tarso Genro e do próprio Lula”. A reportagem completa está no Infomoney.

Porto Alegre: Procon atualiza preços de combustíveis. Gasolina varia de  R$ 4,577 a R$ 4,899

Porto Alegre: Procon atualiza preços de combustíveis. Gasolina varia de R$ 4,577 a R$ 4,899

Cidade Destaque Economia Negócios Porto Alegre

O Procon municipal realizou nesta segunda-feira, 9, um novo levantamento de preços da gasolina comum, etanol e diesel em 44 postos da Capital. Os valores da gasolina comum variam de R$ 4,577 a R$ 4,899. Já os valores do álcool variam de R$ 3,790 a R$ 4,399; quanto ao diesel S500, vão de R$ 3,089 a R$ 3,397; e o diesel S10, de R$ 3,309 a R$ 3,670.

O consumidor poderá incluir na pesquisa de preços do Procon Porto Alegre o posto mais próximo de sua casa. Se desejar contribuir para o levantamento deverá contatar o Procon Municipal através do Twitter ou via mensagem inbox no Facebook enviando fotos. Devem constar também o nome do posto e o endereço. Postos de gasolina que desejarem incluir seus estabelecimentos nas pesquisas devem entrar em contato com o Procon.

Reclamações – Moradores de Porto Alegre podem registrar queixas pelo site do Procon ou na sede da rua dos Andradas, 686, Centro Histórico. São distribuídas diariamente 90 fichas de atendimento, das 9h às 17h. O Procon Municipal também disponibiliza para a população uma loja no terminal 1 do Aeroporto Salgado Filho, em funcionamento das 12h às 18h. O Procon Porto Alegre é um órgão vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE).
Gasolina
Porto Alegre: Associação Hospitalar São Miguel é a nova gestora do Beneficência Portuguesa; por Jéssica Moraes/Rádio Guaíba

Porto Alegre: Associação Hospitalar São Miguel é a nova gestora do Beneficência Portuguesa; por Jéssica Moraes/Rádio Guaíba

Notícias Porto Alegre Saúde

A Associação Hospitalar São Miguel, de Gramado, assinou nesta segunda-feira o contrato que lhe torna a nova gestora do Hospital Beneficência Portuguesa. A assinatura foi feita com o presidente do Beneficência, Augusto Veit Junior, no Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers). A associação vai assumir os ativos e passivos do Beneficência.

Conforme o presidente da Associação São Miguel, Rafael França, a expectativa é gerenciar a instituição para que ela siga atendendo a população carente, mas também abrir para atendimentos privados, o que deve acontecer em 1º de agosto. O presidente do Simers, Paulo de Argollo Mendes, disse que já entrou em contato com o Ipe Saúde e Unimed, que manifestaram interesse em internar pacientes no Beneficência.

“A ideia inicial da gestão do hospital é ter duas equipes. Uma que fará a gestão daqui pra frente e outra daqui para trás. A gestão daqui para frente, o futuro, sabemos os caminhos. O que passou é contratual, que é assumir todo o passivo. Vamos nos reunir com todos os credores para abrir mesa de negociação. Quanto às reformas, temos recursos nossos e vamos buscar linhas de crédito”, comenta França.

O presidente salienta que os funcionários da casa de saúde devem permanecer no quadro. Além disso, os serviços médicos oferecidos serão mantidos e está sendo estudada a ampliação e implementação de outras especialidades, como oncologia e cardiologia intervencionista.

Especialistas veem falhas em atos de plantonista e de Moro; da Folha de São Paulo

Especialistas veem falhas em atos de plantonista e de Moro; da Folha de São Paulo

Destaque Direito
A queda de braço de juízes no pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fere a credibilidade do Poder Judiciário, traz insegurança jurídica e desestabiliza a democracia, dizem especialistas em direito ouvidos pela reportagem. Eles foram unânimes em criticar a forma como o processo foi conduzido pelos magistrados e afirmam que o embate fragiliza a instituição.

Quem errou mais não sei, mas quem perdeu foi a estabilidade necessária para a democracia”, diz Joaquim Falcão, professor da FGV Direito Rio e ex-membro do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). “Estou preocupado com os efeitos desestabilizadores para a economia a partir dessa instabilidade judicial“, afirma.

Apesar de o juiz plantonista Rogério Favreto, do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), poder julgar um pedido de habeas corpus em fim de semana, um fato novo deveria fundamentar a urgência da concessão de liberdade. Os deputados federais Wadih Damous, Paulo Pimenta e Paulo Teixeira, todos do PT, alegaram ao plantonista que Lula está impedido de participar de pré-campanha para a Presidência. O argumento foi acatado por Favreto.

Para Falcão, “é a primeira vez em nossa história em que o Judiciário interfere não pelas normas em julgamentos eleitorais, mas pelas suas ações no cotidiano”. Isso acontece, segundo ele, porque a corrupção é um fator decisivo de voto para uma parcela grande da população, “e quem é gestor da corrupção é o Judiciário”.

De acordo com o professor de direito da USP Luciano Anderson de Souza, o argumento dos deputados é questionável. “Não me parece um fato novo que justifique [a concessão de] habeas corpus“, diz. Segundo ele, já era sabido que Lula tem a intenção de disputar a eleição presidencial deste ano, mesmo condenado em segunda instância pela caso do tríplex de Guarujá (SP) e preso em Curitiba.

Embora considere os argumentos fracos, Souza afirma que não compete ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal Criminal da capital paranaense, descumprir a sentença. “[A decisão de Moro, de não cumprir a soltura,] Traz insegurança. Prejudica a imagem do Judiciário e não gera comprometimento com a sentença. Fica perante a sociedade uma imagem de desconfiança“, afirma.

O fato novo – a participação de Lula em sabatinas e entrevistas – defendido pelos autores do habeas corpus também é rebatido por Luiz Guilherme Conci, professor de direito da PUC-SP. “Não é uma fundamentação usual.”

Para o professor, porém, a decisão deveria ser contestada nas instâncias superiores, e não por Moro e João Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no TRF-4. “O Judiciário está em uma situação delicada e, com essas decisões, ela só é aprofundada”, diz. “É uma espécie de anarquia.”

A professora de direito da USP Maristela Basso diz que, na teoria, Favreto tem responsabilidade para julgar um habeas corpus. “Contudo, o caso já foi decidido por outro juiz”, afirma. A decisão do juiz plantonista, nesse sentido, segundo ela, afronta o princípio da boa-fé processual e também do devido processo legal.

“Ele tem competência [jurisdicional], mas não tem legitimidade. Isso compromete a instituição porque revela um Judiciário acéfalo“, diz Basso ao se referir ao limbo jurídico criado pela sequência de decisões. “É uma desordem no Judiciário, e o pior é o bate-boca entre os colegas”, afirma a professora.

Para Basso, Favreto pode ser acusado do crime de usurpação de função pública.
Questionado sobre a decisão monocrática e o ativismo judicial, Falcão critica a militância do juiz plantonista. “A questão não é o ativismo do Judiciário, mas a militância do magistrado. E a militância é um subproduto da fragmentação e da individualização da Justiça, cujo exemplo básico vem de cima, do Supremo Tribunal Federal”, afirma Falcão.

O teor político da decisão, para Basso, justifica mudanças na forma de indicação do quinto constitucional nos tribunais de segunda instância – as vagas destinadas a profissionais oriundos da advocacia. “Precisa acabar com esta politicagem [de indicação]. O melhor caminho é submeter o advogado a concurso”, afirma a professora. A reportagem completa está na Folha de São Paulo.

Geração de empregos e leis que protegem as escolhas dos trabalhadores pautaram as palestras em Capão da Canoa

Geração de empregos e leis que protegem as escolhas dos trabalhadores pautaram as palestras em Capão da Canoa

Destaque Direito Economia Trabalho

Com o salão do Hotel Araçá lotado em de Capão da Canoa, no litoral gaúcho, foi realizada neste sábado a Jornada Brasileira de Relações do Trabalho. O deputado federal e idealizador da Reforma Trabalhista, Ronaldo Nogueira, abriu as palestras, destacando as mudanças pelos quais o país passa e a geração de empregos.

“O Brasil real é de 27 milhões de pessoas que querem trabalhar. Com a nova lei, agora estamos gerando mais empregos. O Brasil do Futuro será do pleno emprego. A lei entrou em vigor sem tirar nenhum direito do trabalhador. E, por acordo coletivo, os trabalhadores podem escolher como vão trabalhar e como vão tirar as suas folgas e férias”, defendeu Ronaldo Nogueira.

O Desembargador Amaury Rodrigues Pinto Júnior, em sua conferência, afirmou que a nova lei veio para proporcionar um maior equilíbrio para a sociedade. Entre as mudanças apontadas, ele citou que a legislação atual reconheceu e regulamentou o trabalho intermitente. “O trabalhador, normalmente, sobrevive do salário e a justiça do trabalho é extremamente protetiva. A legislação trabalhista, agora, permite que o juiz trate diferente, aquele que é diferente. E garante, a todos, os seus devidos direitos”, concluiu o desembargador.

Fechando as palestras, o ministro do Tribunal Superior do Trabalho Aloysio Corrêa da Veiga explicou o que acontece para que quase 95 milhões de processos estejam nos tribunais a serem julgados. Segundo o ministro, não é possível que o Estado seja o único gerador de políticas públicas no Brasil. “Qual foi o objetivo da Reforma Trabalhista? Foi incentivar a negociação coletiva. E criar mecanismos de tirar o trabalhador da ilegalidade e gerar empregos. Hoje nós temos 54 milhões de trabalhos formais, de 127 milhões de pessoas. Temos que criar mecanismos de integração social”, concluiu.

A próxima edição das Jornadas Brasileiras do Trabalho acontecerá segunda-feira (09), às 12h, no Águas Claras Hotel, em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. O calendário completo das Jornadas está disponível no site www.ibecnet.com.br e as inscrições são gratuitas.

Porto Alegre: AL DI MEOLA, dia 31 de julho, no Auditório Araújo Vianna

Porto Alegre: AL DI MEOLA, dia 31 de julho, no Auditório Araújo Vianna

Agenda Cidade Destaque Porto Alegre

O lendário guitarrista e compositor de Latin jazz fusion, vencedor do GRAMMY, Al Di Meola, iniciará o seu altamente esperado Opus Acoustic Tour pela América do Sul, em Montevidéu (Uruguai), seguido por apresentação pelo continente. Em Porto Alegre, a apresentação ocorre dia 31 de julho, no Auditório Araújo Vianna. Com a sua banda acústica, Di Meola comemora o seu aniversário de palco de 45 anos, apresentando o seu legado, assim como focando no seu atual álbum de estúdio OPUS (earMUSIC). Este álbum explora as últimas quatro décadas de uma carreira excepcional, enquanto desafia a si mesmo e à sua música, fazendo uma afirmação positiva sobre uma nova perspectiva de vida. “Com OPUS, eu queria estimular as minhas habilidades de composição porque eu acho que a evolução desta parte da minha pessoa me rotulou mais como compositor/guitarrista do que como guitarrista/compositor”, diz Di Meola.  Este álbum marca uma nova era na vida de Di Meola. “Pela primeira vez na minha vida, eu escrevi música sendo feliz. Estou num relacionamento maravilhoso com a minha esposa, tenho uma filhinha e uma família linda que me inspira todos os dias. Eu acredito que isso aparece na música.”

Di Meola é um pioneiro por mesclar world music e jazz. Ao decorrer das últimas quatro décadas, a lenda viva de guitarra explorou as influências ricas da música flamenca, tango, do Oriente Médio, brasileira e africana. Os álbuns de Di Meola foram vendidos mais de oito milhões de vezes, mais do que qualquer outro artista de jazz fusion, sendo o mais vendido do gênero. Os fãs e os aficionados de guitarra ficarão deslumbrados pela combinação de talento inigualável e romantismo raro que evoca de suas várias guitarras no álbum Elysium, o que permanece um dos seus manifestos de seis cordas mais cativantes numa carreira longa e ilustre.

Durante uma carreira de mais de 40 anos marcada por gravações muito influentes e turnês mundiais, Di Meola, que conquistou mais prêmios de guitarra do que qualquer outro guitarrista na história, da revista de guitarra mais prestigiosa, “Guitar Player”, regenerou o idioma de jazz três vezes enquanto se dedicou à sua arte.

“OPUS ACOUSTIC TOUR” de Al Di Meola é uma jornada musical que comemora acusticamente os seus primeiros anos até o seu trabalho mais recente. A turnê destacará algumas releituras de Di Meola a composições de Astor Piazzolla e de Lennon e McCartney, assim como o seu álbum de estúdio, OPUS.

Faixas do OPUS:

  1. Milonga Noctiva
  2. Broken Heart
  3. Ava’s Dream Sequence Lullaby
  4. Cerreto Sannita
  5. Notorious
  6. Frozen in Time
  7. Escapado
  8. Pomp
  9. Left unsaid
  10. Insieme
  11. Rebels

 

PORTO ALEGRE (RS)

Dia 31 de julho

Terça-feira, às 21h

Auditório Araújo Vianna (Av. Osvaldo Aranha, 685)

www.araujovianna.com.br

 

INGRESSOS:

Setor Inteira Meia-Entrada
Plateia Alta Lateral R$ 80,00 R$ 40,00
Plateia Baixa Lateral R$ 120,00 R$ 60,00
Plateia Alta Central R$ 140,00 R$ 70,00
Plateia Baixa Central R$ 180,00 R$ 90,00
Plateia GOLD R$ 220,00 R$ 110,00

 

Meet and Greet – vendido separadamente (não inclui ingresso para o show) limitado a 50 acessos – R$ 260,00

– 50% de desconto para sócios do Clube do Assinante RBS – limitado a 100 ingressos;
– 50% de desconto para titulares dos cartões Zaffari Card e Bourbon Card;

– 10% de desconto para sócios do Clube do Assinante RBS nos demais ingressos;

* Crianças até 24 meses que fiquem sentadas no colo dos pais não pagam

**Descontos não cumulativos a demais promoções e/ ou descontos;

*** Pontos de vendas sujeito à taxa de conveniência;

**** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso ao auditório;

***** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais no Rio Grande do Sul:
– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br
– PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– APOSENTADOS E/OU PENSIONISTAS DO INSS (que recebem até três salários mínimos) mediante apresentação de documento fornecido pela Federação dos Aposentados e Pensionistas do RS ou outras Associações de Classe devidamente registradas ou filiadas. Válido somente para espetáculos no Teatro do Bourbon Country e Auditório Araújo Vianna.
– DOADORES REGULARES DE SANGUE mediante apresentação de documento oficial válido, expedido pelos hemocentros e bancos de sangue. São considerados doadores regulares a mulher que se submete à coleta pelo menos duas vezes ao ano, e o homem que se submete à coleta três vezes ao ano.

******Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS (sujeito à taxa de serviço):

Site: www.uhuu.com

Atendimento: falecom@uhuu.com

 

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS (sem taxa de serviço):

Bilheteria do Teatro do Bourbon Country: Av. Túlio de Rose, nº 80 / 2º andar (de segunda a

sábado, das 10h às 22h, e domingo e feriado, das 14h às 20h)

No local: somente na data da apresentação, a partir das 16h.

Formas de Pagamento:
Internet : Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, American.
Bilheteria: Dinheiro, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, American e Banricompras (débito).