SESCON-RS vive período eleitoral. Dois candidatos disputam sucessão de Diogo Chamun

SESCON-RS vive período eleitoral. Dois candidatos disputam sucessão de Diogo Chamun

Destaque

O SESCON-RS entra em seu período eleitoral para a gestão 2018/2022. No dia 15 de março, as empresas associadas em dia com a entidade terão direito a voto, em urnas instaladas em Porto Alegre, São Leopoldo, Lajeado, Santa Maria, Passo Fundo e Pelotas. Duas chapas se credenciaram a concorrer.

A eleição ocorre das 9h às 15h, com escrutínio imediatamente após. Cada chapa registrou candidatos a presidente e também nomes para as vice-presidências do Vale do Sinos, Vale do Taquari, Região da Produção e Região Central, além dos demais diretores. Ao todo, serão doze diretores titulares (incluindo os vice-presidentes) e outros doze suplentes.

Pela Chapa 1 (situação), o candidato a Presidência é o atual diretor de assuntos legislativos, Célio Levandovski. Ao longo da atual gestão, Levandovski também assumiu a gestão de produtos e serviços, liderando o setor de capacitação e o de certificação digital. Célio é bacharel em Ciências Contábeis com pós-graduação em gestão de empresas de serviços. Atuou como conselheiro e também exerceu o cargo de vice-presidente de Controle Interno do CRCRS. É empresário contábil, estando à frente da Contadores Associados, de Porto Alegre.

Na Chapa 2 (oposição), o candidato a Presidência é José Tadeu Jacoby. Com formação em Ciências Contábeis e Direito, Jacoby é atualmente o vice-presidente institucional do SESCON-RS. Exerceu recentemente o cargo de secretário geral da Junta Comercial do Rio Grande do Sul (JUCIS) e também atuou no CRCRS, além de presidir o Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do Vale do Sinos (Sincontecsinos). Também é empresário contábil, no comando da Jacoby Contabilidade, de São Leopoldo.

Para o Presidente do SESCON-RS, Diogo Chamun, a eleição de 2018 marcará um novo tempo para o sindicato. “Esse pleito será histórico, visto que após décadas estamos voltando ao Sistema Fenacon, federação que representada genuinamente os interesses das empresas de serviços aqui no Brasil. Vamos trabalhar com transparência para que a eleição transcorra com tranquilidade, democracia e lisura”, afirma. A Fenacon também está dando suporte, do ponto de vista jurídico e organizacional.

Chamun também ressalta o atual momento da entidade, que nos últimos anos tem se tornado protagonista junto ao poder público (aproximação com autoridades governamentais) e outras lideranças de classe, além de ampla visibilidade junto aos meios de comunicação. “E tudo isso, por meio de propostas concretas que visam beneficiar a sociedade, como os projetos Gestão Pública Eficaz e SESCON-RS Universitário, além mobilizações em defesa de interesses dos nossos representados”, enfatiza.

O SESCON-RS é uma entidade patronal que representa mais de 140 segmentos econômicos gaúchos. Ao todo são cerca de 20 mil empresas representadas em 483 municípios. No entanto, por regramento eleitoral, somente associadas em dia terão direito a voto.

 

Japonês inventa tela de LED comparável a uma segunda pele

Japonês inventa tela de LED comparável a uma segunda pele

Destaque Mundo Tecnologia

Uma tela ultrafina e flexível como uma bandagem que se pode colar na mão para receber, ou enviar mensagens. É a invenção de um acadêmico japonês, que sonha com que sua criação seja utilizada no campo da saúde. O dispositivo, de um milímetro de espessura, permite ao paciente comunicar dados clínicos a seu médico a distância, explica o inventor, Takao Someya, professor da Universidade de Tóquio.

Colado na palma, ou no dorso da mão, o aparelho também pode servir para enviar mensagens aos pacientes para que não se esqueçam de tomar sua medicação, ou para permitir que as crianças se comuniquem com seus avós quando estiverem longe.

“Se você o coloca diretamente sobre a pele, tem a impressão de que faz parte do seu corpo. Quando alguém lhe envia mensagens à mão, isso o aproxima emocionalmente do remetente”, entusiasma-se Someya.  Mais informações no Correio do Povo.

STF deve julgar nesta terça prisão domiciliar para grávidas detidas preventivamente. Mães de crianças até 12 anos também podem ser beneficiadas por medida

STF deve julgar nesta terça prisão domiciliar para grávidas detidas preventivamente. Mães de crianças até 12 anos também podem ser beneficiadas por medida

Destaque Direito Segurança

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na próxima terça-feira um habeas corpus coletivo que busca garantir prisão domiciliar a todas as mulheres grávidas que cumprem prisão preventiva e às que são mães de crianças de até 12 anos. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), 622 mulheres presas em todo o país estão grávidas ou amamentando. A ação constitucional chegou ao STF em maio do ano passado e é relatada pelo ministro Ricardo Lewandowski. O julgamento é motivado por um habeas corpus protocolado por um grupo de advogados militantes na área de direitos humanos, com apoio da Defensoria Pública da União (DPU).

As partes pedem que seja aplicada a todas as mulheres presas no país a regra prevista no Artigo 318, do Código de Processo Penal (CPP), que prevê a substituição da prisão preventiva pela domiciliar para gestantes ou mulheres com filhos de até 12 anos incompletos. A Defensoria argumenta que o ambiente carcerário impede a proteção à criança que fica com a mãe no presídio. O órgão também destaca que algumas mulheres são mantidas algemadas até durante o parto.

De acordo com a DPU, na maioria dos casos, as mulheres são presas por tráfico de drogas e, após longo período no cárcere, acabam condenadas apenas a penas restritivas de direito. “Já as gestantes estão em um momento especial de suas vidas, que demanda acompanhamento próximo. Tal cuidado já fica a desejar em se tratando da população carente, que sofre para conseguir atendimento médico tempestivo, sendo ainda mais desastroso em se tratando de mulheres presas”, diz a DPU.

Apesar de estar previsto no Código de Processo Penal, a Justiça entende que a concessão dos benefícios às gestantes não é automática e depende da análise individual da situação de cada detenta. Na semana passada, por exemplo, a ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), votou hoje a favor da revogação da prisão domiciliar da ex-primeira-dama do Rio de Janeiro Adriana Ancelmo. Segundo a magistrada, os filhos de Adriana com o ex-governador Sérgio Cabral recebem os cuidados de uma pessoa que ganha cerca de R$ 20 mil. Além disso, a ministra disse que o filho mais novo tem 12 anos e não depende da companhia dos pais.

Na ação que será julgada esta semana, a Procuradoria-Geral da República (PGR) também argumentou que cada caso deve ser analisado de forma individual porque muitas mães sequer deveriam ter a guarda das crianças por colocá-las sob risco. Além disso, a procuradoria entende que a mera condição de gestante ou de ter filho menor de 12 anos não dá o direito automático à revogação de preventiva. “A concessão da prisão domiciliar deve ser analisada de acordo com as peculiaridades de cada caso, e isso normalmente envolve aspectos como as circunstâncias individuais da presa, a vulnerabilidade da situação em que se encontra o filho, a eventual impossibilidade de assistência aos filhos por outras pessoas e a situação econômica da família”, diz a PGR.

Apesar de estar prevista na pauta de julgamentos da Segunda Turma, a questão da prisão domiciliar para detentas grávidas pode ser paralisada na fase preliminar e não ser julgada no mérito. Isso porque o pedido das entidades envolve um habeas corpus coletivo, cuja jurisprudência da Corte entende que não é cabível, em função do princípio constitucional da individualização da pena. No entanto, diante da importância da matéria de fundo, essa questão preliminar poderá ser superada. Além de Lewandowski, fazem parte da Segunda Turma do STF os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Celso de Mello e Edson Fachin. (Agência Brasil)

MPF investiga CVM e Previc por falha no rombo do Postalis

MPF investiga CVM e Previc por falha no rombo do Postalis

Destaque

O Ministério Público Federal (MPF) investiga se a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) falharam ao não impedir o rombo no fundo de pensão dos Correios, o Postalis, calculado em pelo menos R$ 5,6 bilhões. A CVM tem como uma das funções proteger o investidor. A Previc fiscaliza e supervisiona o mercado de Previdência complementar.  A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

Órgãos negam responsabilidade

A Previc defende que, sem seu trabalho, o rombo no Postalis seria maior. A CVM diz que fiscalizar fundos de pensão não é sua atribuição. Leia em O Estado de São Paulo.

‘Penduricalhos’ do passado rendem a juízes R$ 211 milhões. Em dezembro, 7 mil magistrados ganharam em média R$ 30 mil retroativos

‘Penduricalhos’ do passado rendem a juízes R$ 211 milhões. Em dezembro, 7 mil magistrados ganharam em média R$ 30 mil retroativos

Destaque

Sete mil juízes federais e estaduais receberam R$ 211 milhões em dezembro referentes a pagamentos retroativos de benefícios e indenizações, uma média de R$ 30 mil por magistrado. Segundo cálculos feitos pelo Estadão Dados, cerca de 30% dos juízes federais e estaduais do País tiveram os vencimentos engordados por algum “penduricalho do passado”, com juros e correção monetária. Parte deles foi beneficiada por um auxílio-moradia que os deputados federais receberam entre 1992 e 1998. Após batalha dos magistrados por equiparação de privilégios, em 2000 o Supremo Tribunal Federal (STF) estendeu a eles o benefício, que na época equivalia a R$ 3 mil adicionais – ou R$ 9,2 mil em valores atualizados. Associações de classe também reivindicaram o pagamento retroativo, referente ao período em que deputados receberam auxílio e juízes, não. O passivo é pago até hoje, de forma parcelada.  A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

Tensão sobe em presídios do Rio, com tentativa de fuga e rebelião

Detentos armados fazem 17 reféns em unidade superlotada de Japeri

Administração penitenciária já havia colocado 54 cadeias do estado em alerta máximo, temendo represálias à operação federal. Ao menos dois agentes ficaram feridos, e negociações para rendição se estenderam pela noite

Os 54 presídios do Estado do Rio amanheceram ontem em alerta máximo, devido ao temor de que bandidos reagissem à intervenção na segurança. Mesmo assim, uma rebelião eclodiu na superlotada cadeia Milton Dias Moreira, em Japeri, após uma tentativa frustrada de fuga. Detentos fizeram 17 reféns, e ao menos dois agentes e cinco presos foram feridos.

Negociações para a rendição continuavam no fim da noite. No primeiro teste da operação federal no Rio, o interventor, general Braga Netto, permaneceu em Brasília, onde recebeu informes. (O Globo)

Procon promove nova pesquisa de preços da gasolina comum. Os valores variam de R$ 4,199 a R$ 4,599

Procon promove nova pesquisa de preços da gasolina comum. Os valores variam de R$ 4,199 a R$ 4,599

Cidade Destaque Direito do Consumidor Economia Negócios Porto Alegre

O Procon Porto Alegre realizou nesta sexta-feira, 16, um novo levantamento de preços da gasolina comum em 42 postos da Capital. Os valores variam de R$ 4,199 a R$ 4,599. Desde a última pesquisa promovida na quarta-feira,14, dois postos de gasolina reduziram o valor do combustível, e um estabelecimento aumentou seu preço.

O consumidor que desejar contribuir para o levantamento deverá contatar o Procon municipal através do Twitter ou via mensagem inbox no Facebook enviando fotos. Devem constar também o nome do posto e o endereço. Postos de gasolina que desejarem incluir seus estabelecimentos nas pesquisas devem entrar em contato com a entidade.

Reclamações – Moradores de Porto Alegre podem registrar denúncias pelo site do Procon ou na sede da rua dos Andradas, 686, Centro Histórico. São distribuídas diariamente 90 fichas de atendimento, das 9h às 17h. O Procon municipal também disponibiliza para a população uma loja no terminal 1 do Aeroporto Salgado Filho, em funcionamento das 12h às 18h. O Procon Porto Alegre é um órgão vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE).

GASOLINA 16022018

Proprietária de clínica interditada em NH vai para prisão domiciliar; por Stephany Sander/Correio do Povo

Proprietária de clínica interditada em NH vai para prisão domiciliar; por Stephany Sander/Correio do Povo

Destaque Direito Saúde
A juíza Angela Roberta Paps Dumerque, da 2ª Vara Criminal de Novo Hamburgo, no Vale dos Sinos, concedeu no início desta tarde desta sexta-feira a prisão domiciliar à proprietária da clínica de vacinas Vacix, presa desde a quarta-feira. Segundo o advogado Luiz Gustavo Puperi, que responde pela defesa da farmacêutica, ela deve ser liberada nas próximas horas para cumprir sua pena em casa, na cidade de Dois Irmãos.

A clínica, localizada na Av. Doutor Maurício Cardoso, é suspeita de aplicar vacinas vazias de meningite tetravalente ACWY, meningo B e febre amarela e segue interditada. Pela manhã, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul negou o pedido de habeas corpus da farmacêutica. Além de comemorar a decisão, Puperi ainda criticou a “infundada” manifestação do secretário da Saúde, João Gabbardo, que afirmou que a clínica aplicava vacinas com seringa vazia. “É impossível aplicar ar nos clientes, pois haveria inchaço na hora. Vamos provar com laudos que a denúncia não procede”, dispara.

A farmacêutica foi presa nessa quarta, após ação da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária de Novo Hamburgo. Durante a operação, agentes policiais constataram a fraude na aplicação de vacinas e prenderam, em flagrante, a proprietária.

No mesmo dia, o juiz Marcos Braga Salgado Martins, da 2ª Vara Criminal do Foro de Novo Hamburgo, decretou a prisão preventiva – por tempo indeterminado – da investigada.

 

 

Instituto Ling apresenta lojas pop-up

Instituto Ling apresenta lojas pop-up

Cultura Negócios Notícias Turismo

Durante o ano de 2018, a instituição abrigará seis lojas temporárias de diferentes segmentos. O objetivo é diversificar a oferta de produtos e valorizar a produção de artistas, designers e empreendedores. A primeira loja a ocupar o espaço é a Pra Presente
A partir desse mês, o Instituto Ling passa a abrigar lojas Pop-Up – conceito relativamente novo no Brasil, mas que é utilizado por várias marcas ao redor do mundo. Em 2018, seis lojas irão ocupar o espaço do Instituto, em um período de dois a três meses cada uma. A ideia é apresentar parceiros comerciais que não estão presentes nos grandes centros de varejo e que trabalham com curadoria e formato despretensioso, em negócios inovadores e com espírito de “comércio de bairro”.

A primeira loja a ocupar o espaço temporariamente, a partir do dia 19 de fevereiro, é a Pra Presente, da publicitária Elisa Hegedus Craidy. Inaugurada em março de 2015, junto ao Iaiá Bistrô, na Vila Assunção, em Porto Alegre, a Pra Presente surgiu do desejo de criar um ambiente diferente, fora dos centros comerciais tradicionais. A loja valoriza e comercializa peças feitas à mão, idealizadas e produzidas por artesãos, artistas e designers de diferentes regiões do Brasil. Objetos de decoração, obras de arte e fotografia, acessórios e outros produtos assinados fazem parte do conjunto que a Pra Presente vai mostrar na loja Pop-up. Serão apresentadas coleções (produtos) de profissionais e marcas gaúchas como Carolina Peraça, Hellen Hiromi, Heloísa Crocco, Letícia Remião, Marlies Ritter, Pilar Prado, Tiago Tenius entre outros. Peças exclusivas de importantes designers e artesão do país e do exterior, como Simão Bolivar (Portugal), Juliana Bollini (ARG), Cynthia Gavião (SP), Criqué Caiçara (SP) Jacky Cavallari (França), Maria Oiticia (RJ) e o Núcleo de Arte e Cultura Indígena de Barcelos (AM) também farão parte dos produtos apresentados. A loja permanece no Instituto Ling até o dia 12 de maio. Saiba mais na página do Instituto Ling no Facebook.

O período de funcionamento de cada loja dentro do Instituto Ling foi planejado de acordo com as estações do ano e as principais datas comemorativas, o que permite a participação de empreendimentos de segmentos como arte, decoração e design, brinquedos e jogos educativos, vestuário e acessórios, jardinagem, enogastronomia e consumo emergente, entre outros. Serão comercializados produtos exclusivos e relacionados com a essência do Instituto Ling – conhecimento, arte, arquitetura, moda, paisagismo e gastronomia –, valorizando artistas, designers, artesões e empreendedores.

“Desde a inauguração da nossa sede, em 2014, pensamos no Instituto Ling como um local que traz constantes novidades nas suas diferentes áreas de atuação”, diz Carolina Rosado, gerente do Centro Cultural. “Desejamos ser uma instituição sempre em movimento, e o conceito de loja pop-up encaixa justamente nesse objetivo de apresentar artistas, novas coleções e diferentes formatos de negócios”, acrescenta.