OAB: Ataque à Democracia

OAB: Ataque à Democracia

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“Preocupa a Ordem dos Advogados do Brasil a proliferação de gestos de violência e de desrespeito à Justiça. Eles são, também, um ataque à democracia.

Os ataques contra o prédio residencial da presidente do STF e contra os edifícios do sistema de Justiça devem ser coibidos e punidos exemplarmente, de acordo com a lei.

A OAB, representante de uma das partes essenciais à realização da Justica, clama por rigor e agilidade na apuração dos casos de agressões às pessoas e de vandalismo registrados nos últimos dias. Eles apenas agravam os problemas pelos quais o país passa.

A solução para a crise institucional, política, moral e econômica está no fortalecimento da democracia.

Repudiamos todo e qualquer ato de violência. O Brasil precisa de mais encontro e menos confronto. Por isso, também repudiamos e exigimos apuração e punição às agressões contra jornalistas, que exercem atividade essencial para a sociedade.”

CLAUDIO LAMACHIA, presidente nacional da OAB

Joesley amplia delações e eleva pressão nos partidos

Joesley amplia delações e eleva pressão nos partidos

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Dono da JBS apresenta novos documentos para comprovar acusações

Executivo começa a detalhar pagamentos feitos a políticos, boa parte em caixa dois

Depois de ter abalado o cenário político com delações que envolveram o presidente Michel Temer e integrantes de todos os campos ideológicos, o dono da JBS, Joesley Batista, vem apresentando à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República mais documentos sobre os pagamentos feitos aos partidos ao longo dos anos. Joesley vai detalhar os 32 anexos complementares apresentados à PGR, que reforçam as acusações de sua delação inicial, homologada em maio de 2017, e trazem mais informações sobre os acertos com políticos e seus operadores financeiros. Dois ex-governadores estão na mira.

(O Globo)

Candidatura de Joaquim Barbosa é irreversível, garante presidente do PSB gaúcho – Flavia Bemfica/Correio do Povo

Candidatura de Joaquim Barbosa é irreversível, garante presidente do PSB gaúcho – Flavia Bemfica/Correio do Povo

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MDB e PSDB já ofereceram palanque ao ex-ministro do Supremo no RS

O deputado federal José Stédile, que preside o PSB gaúcho, disse nesta sexta-feira considerar ‘irreversível’ a candidatura do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, à presidência da República pela legenda. “Ela é extremamente competitiva, há uma grande empolgação no partido e a bancada federal só fala nisso. É unanimidade entre os deputados federais. Só aguardamos pelo melhor momento para a definição”, declarou

Stédile afirmou ainda que, internamente, há na sigla o entendimento de que a pesquisa Datafolha divulgada no domingo, e que mostrou que o ex-ministro arranca com intenções de voto altas, entre 8% e 10%, ainda não mostra o tamanho ‘real’ de Barbosa. “A pesquisa apresenta um disco com cerca de 20 nomes. No caso do Joaquim, o nome é muito identificado com a imagem. Se for colocada a foto dele, o índice sobe demais”, adiantou.

As declarações de Stédile ocorrem um dia após a primeira reunião oficial de Barbosa com a cúpula do PSB, realizada nessa quinta-feira, e depois da qual o ex-ministro, em coletiva, declarou que ainda não convenceu a si mesmo sobre se deve ser candidato. Para a maior parte das lideranças partidárias, contudo, a candidatura está dada.

Entre os principais motivos, o fato de que Barbosa vai puxar quantidade significativa de votos na legenda, abrindo a chance real de que o PSB engrosse a bancada federal. A expectativa é tanta que, entre postulantes a uma vaga na Câmara dos Deputados e até mesmo entre os que disputarão cadeiras nas Assembleias Legislativas há a disposição de dar destaque para a foto do ex-ministro nas peças de propaganda, como forma de capitanear voto.

Ao mesmo tempo, a situação em São Paulo, antes apontada como o maior entrave à candidatura própria à presidência, nas palavras de Stédile, “está encaminhada.” Em São Paulo, PSDB e PSB fizeram dobradinha na eleição passada e elegeram a chapa Geraldo Alckmin (PSDB) e Márcio França (PSB). No último dia 6, o tucano deixou o comando de SP para poder disputar a eleição presidencial. França, que assumiu no lugar dele, vai concorrer ao governo e já declarou apoio ao tucano na eleição presidencial.

Entre os adversários na corrida pelo governo paulista, França vai enfrentar o tucano João Dória. Já Alckmin afirmou várias vezes que não vê problema em ter pelo menos dois palanques em São Paulo: o de França e o de Dória. Ainda na quinta-feira, em entrevista à rádio Jovem Pan, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, disse que o partido compreende a posição de França. “O França tem esse compromisso com o Alckmin, mas ocorre que o Joaquim Barbosa está melhor do que o Alckmin em São Paulo”, lembra Stédile.

RS

Não é apenas em São Paulo que a provável candidatura de Joaquim Barbosa movimenta os palanques. No RS, onde o PSB encaminha em um encontro no próximo dia 5 a posição no pleito estadual, a candidatura presidencial já “está na mesa”. Na eleição estadual, são quatro as alternativas avaliadas pelos socialistas: as duas com maior número de adeptos são candidatura própria, apesar das dificuldades financeiras, ou continuidade da aliança com o governador José Ivo Sartori (PMDB), que disputa a reeleição. Vem na sequência a possibilidade de coligação com o PSDB, tendo como pré-candidato ao governo o ex-prefeito de Pelotas, Eduardo Leite. E, por fim, aliança com o ex-prefeito de Canoas, Jairo Jorge, que disputa o governo pelo PDT.

Pelo menos MDB e PSDB já ofereceram ao PSB palanque para Barbosa. Entre parte dos peemedebistas gaúchos, a possibilidade de ter um palanque que não o do presidente Michel Temer ou do ex-ministro Henrique Meirelles é vista inclusive com alívio. “Temos consciência de que os candidatos ao governo oferecem palanque ao Joaquim Barbosa porque para eles isso também é bom e não só porque querem nos segurar”, disse Stédile.

Tanto Leite quanto Jorge também já concordaram em ceder as duas vagas do Senado para o PSB, que até o momento tende a indicar o ex-deputado Beto Albuquerque e o ex-prefeito de Porto Alegre, José Fortunati. Já o MDB informou aos socialistas que o assunto é “debatível”. A questão dos dois postulantes ao Senado gera uma série de tensões internas no PSB e Stédile esclarece que não pretende discutir o assunto pela imprensa.

Entre as lideranças socialistas, contudo, vem sendo construído o entendimento de que se o partido não puder ter as duas vagas em uma aliança com o MDB e Beto insistir em disputar o Senado, Fortunati pode concorrer à Câmara ou pleitear o cargo de vice, apesar de essa última alternativa gerar outro embate, com o PSD.

Já as alas que defendem o nome de Fortunati ao Senado dizem que Beto, apesar das manifestações públicas em contrário, vinha fazendo movimentos internamente para disputar um novo mandato a deputado federal e alterou a estratégia após a chegada de Joaquim Barbosa. Porque, assim como os que vão concorrer à Câmara ou às Assembleias, postulantes ao Senado também podem turbinar as votações graças a candidatura do ex-ministro.

Cadastro positivo tem “obstrução política” na Câmara. Senado vota Sistema Único de Segurança Pública

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Câmara e Senado se preparam para avançar na pauta legislativa em uma semana ainda sob o calor da “tempestade perfeita” que acomete o PSDB, com denúncias que se avolumam contra o senador Aécio Neves (MG), agora réu, e possibilidade de prisão do ex-governador mineiro Eduardo Azeredo.

A temperatura deve se manter alta em ambos os plenários, onde a prisão do ex-presidente Lula ainda reverbera e gera protestos de petistas e membros de partidos que o apoiam, como PCdoB e Psol.

E é assim, em regime de “obstrução política” contra a prisão de Lula, que deputados do campo da esquerda prometem barrar todo e qualquer esforço que colegas governistas venham a fazer para votar projetos. A estratégia até agora se mostrou bem sucedida e já barrou por suas sessões a votação do projeto de lei que torna obrigatória a inclusão de todos os consumidores brasileiros no chamado cadastro positivo.

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(Congresso em Foco / Luis Macedo / Câmara dos Deputados

 

As provas da JBS

As provas da JBS

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Demilton de Castro e Florisvaldo de Oliveira estavam suando.

No estacionamento da JBS em São Paulo, eles tentavam, sem sucesso, enfiar uma volumosa caixa de papelão num limitado porta-malas de Corolla. Plena segunda-feira e aquele sufoco logo cedo. Manobra para cá, manobra para lá, e nada de a caixa encaixar. Até que, num movimento feliz, ela deslizou. Eles conseguiram.

Estavam prontos para desempenhar a tarefa a que Florisvaldo fora designado. E que ele tanto temia. Dez dias antes, Florisvaldo despencava até uma rua na Vila Madalena, também em São Paulo, para fazer uma espécie de “reconhecimento do local” onde teria de entregar R$ 1 milhão em espécie.

Seu chefe, o lobista Ricardo Saud, havia encarregado Florisvaldo do delivery de propina para o então vice-presidente da República, Michel Temer. O funcionário, leal prestador de serviço e carregador de mala, não queria dar bola fora. Foi dar uma olhada em quem receberia a bufunfa.

Ao subir as escadas do prediozinho de fachada espelhada, deu de frente com a figura inclemente de João Batista Lima Filho, o coronel faz-tudo de Temer. “Como é que você me aparece aqui sem o dinheiro?”, intimou o coronel. “Veio fazer reconhecimento de que, rapaz?”

Florisvaldo tremeu. “Ele me tocou de lá”, comentou com os colegas, ainda assustado. Receoso da bronca que viria também do chefe, Florisvaldo ficou quietinho, não contou a Saud que a entrega não fora feita.

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(ÉPOCA / Diego Escosteguy)

Novos depoimentos reforçam denúncias contra Aécio Neves

Novos depoimentos reforçam denúncias contra Aécio Neves

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Acusações vieram na semana em que senador virou réu

Joesley Batista e Sérgio Andrade detalham relatos de transferências de R$ 110 milhões e R$ 35 milhões, respectivamente, para o tucano

Na semana em que se tornou réu no Supremo Tribunal Federal, o senador e ex-presidente do PSDB Aécio Neves foi alvo de denúncias de corrupção reforçadas em novos depoimentos do delator Joesley Batista, um dos donos da J&F, e de Sérgio Andrade, sócio da construtora Andrade Gutierrez.

Joesley afirmou ter repassado R$ 110 milhões ao tucano, contando com a futura intervenção do senador em favor de seus negócios. Já Andrade disse que um contrato de R$ 35 milhões, firmado com uma empresa de Alexandre Accioly, tinha como objetivo fazer chegar recursos ao senador. Aécio e Accioly negam todas as acusações.

(O Globo)

Procuradores da Suíça indicam que novos nomes vão surgir na Lava Jato

Procuradores da Suíça indicam que novos nomes vão surgir na Lava Jato

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Com mais de 100 casos criminais em andamento, investigadores dizem que ainda trocam informações com o Brasil sobre contas suspeitas

Novos nomes de pessoas implicadas na Lava Jato ainda vão aparecer. Quem garante isso são os investigadores suíços que, três anos depois de iniciar inquéritos, revelam que ainda estão trocando informações sobre dezenas de contas envolvendo verdadeiras fortunas com o Brasil. Hoje, mais de 100 casos criminais estão em andamento na Suíça contra envolvidos na operação.

“Do ponto de vista da Suíça, o caso definitivamente não terminou”, confirmou o procurador-geral da Suíça, Michael Lauber. Questionado se isso significa que novos nomes ainda aparecerão, seu adjunto em Berna, Jacques Rayroud, deixou claro: “Acho que vocês escutarão”. “Acredito que exista ainda muita informação a ser fornecida. Mas as trocas de dados (entre Brasil e Suíça) são muito boas. Nesse momento, acredito que o Brasil tenha tido acesso a uma grande parte”, disse o procurador.

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(Revista VEJA – Estadão Conteúdo)

E agora, Brasil?

E agora, Brasil?

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Com alta taxa de Homicídios, presídios superlotados e criminalidade em ascensão, país erra no combate à Violência e dá margem a propostas equivocadas na segurança pública

Ao decretar a intervenção federal na segurança pública do Rio, o governo Temer (MDB) colocou em evidência as dificuldades do combate à violência no país. O Brasil registrou em 2016 taxa de 29,7 homicídios a cada cem mil habitantes — em 2013, eram 25,2. Pesquisa Datafolha realizada neste mês indica que 13% dos brasileiros consideram a violência o principal problema do país —a terceira maior preocupação. Contribuem para o quadro a lentidão da Justiça criminal e a falta de critérios uniformes das polícias. O especial sobre violência inaugura a série “E agora, Brasil?”, que a Folha publicará até as eleições de outubro. Serão apresentados diagnósticos e discutidas propostas que contribuam para o debate de temas como desigualdade, educação e saúde.

(Folha de S. Paulo)

Filme sobre corrupção no Brasil é premiado na Itália

Filme sobre corrupção no Brasil é premiado na Itália

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111111111111111111111Longa-metragem foi produzido pelo brasileiro Guto Parente

O filme “The Cannibal Club” (“O Clube dos Canibais”, em tradução livre), dirigido pelo brasileiro Guto Parente, venceu neste domingo (15) o concurso internacional de longa-metragens do Festival
de Filmes de Lucca, na Itália.

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(ANSA)