Porto Alegre: Novidades e inovações para condomínios e segurança serão temas da Feira de Fornecedores e Serviços para Condomínios e Feira de Tecnologia em Segurança a partir desta quarta-feira

Porto Alegre: Novidades e inovações para condomínios e segurança serão temas da Feira de Fornecedores e Serviços para Condomínios e Feira de Tecnologia em Segurança a partir desta quarta-feira

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Porto Alegre será sede, nos dias 22, 23 e 24 de novembro de 2017 da primeira Feira de Fornecedores e Serviços para Condomínios (SINDEXPO) e da Feira de Tecnologia em Segurança (TECSECURITY SHOW), que ocorrerão simultaneamente, são organizadas pela THGEXPO Rio Grande do Sul. O evento tem por objetivo apresentar serviços, produtos e soluções voltadas ao mercado de condomínios, segurança patrimonial e pública.

O evento visa reunir em um só lugar tudo que é mais importante no dia a dia dos síndicos, administradores de condomínios e profissionais do setor. Um grande encontro de ideias, novos contatos e negócios. A proposta de apresentação da SINDEXPO é inovadora no mercado, com projeto de estandes criados e planejados exclusivamente para atender com o melhor as empresas expositoras.

O grupo de profissionais responsável pelo projeto da SINDEXPO e TECSECURITY SHOW agrega vasto conhecimento na promoção e realização de feiras. Para os idealizadores do evento, “a aposta neste mercado, apesar do momento difícil da nossa economia, demonstra que estamos no caminho certo, buscando sempre novas alternativas de negócios para os nossos parceiros”.

Eles também destacam que a SINDEXPO e TECSECURITY SHOW serão a vitrine deste importante segmento no Rio Grande do Sul, com uma ótima oportunidade de realizar negócios. Síndicos, subsíndicos, conselheiros, administradores de condomínios, fornecedores e profissionais do setor.

O evento contará com palestras e workshops de profissionais renomados, apresentando soluções para o melhor uso da água, segurança, projetos de prevenção contra incêndio e outras soluções importantes.

SERVIÇO

SINDEXPO 2017 – Feira de Fornecedores e Serviços para Condomínios

TECSECURITY SHOW – Feira de Tecnologia em Segurança

Quando: 22 a 24 de novembro 2017 (quarta, quinta e sexta)

Onde: Centro de Eventos PUCRS – Porto Alegre

Horário: 14h às 21h

Acesso ao evento: credenciamento no local (entrada franca)

Estacionamento: no local

Livros: Em novo romance, Isabel Allende escreve sobre a capacidade de reinvenção em meio a tempestades

Livros: Em novo romance, Isabel Allende escreve sobre a capacidade de reinvenção em meio a tempestades

Agenda Cultura Destaque

 

No livro, que se passa em tempos diferentes nos Estados Unidos, Guatemala, Chile e Brasil, três personagens descobrem sua força interior ao embarcarem numa aventura dramática e imprevisível. Em entrevista na Espanha, autora diz que ela mesma encontrou um novo amor, aos 75 anos, e vive “um novo verão” após se separar do ex-marido, com quem ficou por 28 anos. “No meio de um inverno aprendi, finalmente, que havia em mim um verão invencível”, escreveu Albert Camus no ensaio Retour à Tipasa. A frase está na epígrafe e inspirou o novo livro de Isabel Allende, “Muito além do inverno”. O romance trata da capacidade de reinvenção em meio a adversidades. Quando lançou a obra, este ano, ela contou, em uma entrevista em Madri ao El País, que, aos 75 anos, encontrou um novo amor. Ela havia se separado de seu marido, depois de 28 anos de convivência, há cerca de dois anos:

“Um senhor de Nova York me escutou no rádio de seu carro, a caminho de Boston. Mandou um email ao meu escritório, e outro, e mais outro. No terceiro, respondi eu mesma porque veio com um buquê de flores. Cinco meses depois de receber diariamente um email de bom-dia e outro de boa-noite, aproveitei uma viagem de trabalho para conhecê-lo. Então, em cinco minutos, tudo aconteceu, e agora ele está vendendo o que tem para vir morar comigo. Ou seja, essas coisas existem, são milagres que acontecem. Sim, aos 75 estou apaixonada pela terceira vez na minha vida, não há amor sem risco”.

No livro, em meio a uma nevasca no Brooklyn, aos 60 anos, Richard Bowmaster, um professor universitário, bate na traseira do carro de Evelyn Ortega, uma jovem imigrante ilegal da Guatemala. O que a princípio parecia apenas um pequeno incidente toma um rumo imprevisto e muito mais sério quando Evelyn aparece na casa do professor em busca de ajuda. Confuso com a situação e sem entender o espanhol falado pela jovem, ele pede ajuda a sua inquilina, Lucía Maraz, uma chilena de 62 anos, que está passando uma temporada nos Estados Unidos como palestrante na mesma universidade em que Richard dá aula. Juntas, essas pessoas tão diferentes embarcam em uma dramática e incrível aventura, que vai do Brooklyn do presente à Guatemala de um passado recente, do Chile dos anos 1970 ao Brasil dos anos 1980, e na qual descobrem sua força interior. Para Lucía e Richard, além de tudo, significa uma nova chance para o amor.

Isabel Allende, nasceu em 1942, no Peru, onde seu pai era diplomata. Viveu no Chile entre 1945 e 1975, na Venezuela até 1988 e, a partir de então, na Califórnia. Começou a carreira literária como jornalista. Em 1982, A casa dos espíritos, seu primeiro romance, tornou-se um dos títulos míticos da literatura latino-americana — e a este se seguiram muitos outros, todos com grande sucesso internacional. Seus livros já foram traduzidos para 35 idiomas. Recebeu o Prêmio Nacional de Literatura, em 2010, no Chile, e o Prêmio Hans Christian Andersen, em 2012, pela série As aventuras da águia e do jaguar. Para saber mais, acesse www.isabelallende.com. Para ela, que na obra explora temas como direitos humanos e a difícil situação dos imigrantes e refugiados, “não só os humanos, mas também os povos, as nações, o mundo tem dentro de si um verão invencível que pode acabar com qualquer inverno se lhe dermos a oportunidade e assumimos o risco”.

 

TRECHO:

“Ao amanhecer do sábado, a tormenta havia passado, deixando o Brooklyn meio afundado na neve. Richard acordou com a má impressão de ter ofendido Lucía na noite anterior ao desprezar friamente seus temores. Seria agradável estar ao seu lado enquanto, lá fora, o vento e a neve açoitavam a casa. Por que a cortara secamente? Temia cair na armadilha da paixão, uma armadilha que evitara durante 25 anos. Não se perguntava por que evitava o amor, já que a resposta era óbvia: era sua eterna penitência.”

 

 

59a27f62-b239-4f14-ac54-6233056cce8dMUITO ALÉM DO INVERNO

Isabel Allende

Tradução: Luís Carlos Cabral

Páginas: 294

Preço: R$ 42,90

Editora: Bertrand Brasil

“Você é o que lê” apresenta Maria Ribeiro, Xico Sá e Gregorio Duvivier em descontraído bate-papo sobre literatura

“Você é o que lê” apresenta Maria Ribeiro, Xico Sá e Gregorio Duvivier em descontraído bate-papo sobre literatura

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Fazer uma abordagem dinâmica e criativa da literatura como prazer e diversão. Esta é a motivação do bate-papo “Você é o que lê”, que chega ao sul do Brasil em novembro de 2017, depois de passar por várias cidades brasileiras no último ano. O evento reúne no palco três autores e representantes da atual cena literária, jornalística, artística e cultural brasileira: Maria Ribeiro, Gregorio Duvivier e Xico Sá. O encontro acontece dia 28/11 (terça-feira) em Porto Alegre no Teatro do Bourbon Country, e dia 29/11 (quarta-feira) em Novo Hamburgo no Teatro Feevale.

Você é o que lê_ Foto Ana Lícia Menezes (46)O elenco compartilha com o público seu amor pela leitura em uma conversa descontraída em que tudo se transforma em literatura: redes sociais, correntes do WhatsApp, ganhadores do prêmio Nobel – o que importa para os três é o encantamento por um bom livro e por boas histórias. A ideia do projeto é atrair leitores fiéis e futuros leitores para uma abordagem da literatura como prazer e diversão.

“Tornar a literatura muito séria prejudica muito o livro no Brasil, como uma coisa obrigatória, solene, ligada a grandes chatices. E o que projetos como o ‘Você é o que lê’ têm de bom é roubar a solenidade da literatura, mostrar que podemos falar do prazer de ler sem mesóclise, por exemplo. A literatura pode ir para o bar, a literatura pode ir para qualquer lugar”, diz o jornalista Xico Sá.

Os livros dão o tom da conversa, mas como na vida, o que estamos lendo também se confunde com a nossa narrativa pessoal. Maria Ribeiro, Gregorio Duvivier e Xico Sá contam como diferentes autores marcaram fases distintas das suas vidas e contribuíram nas suas trajetórias como artistas e escritores. Discussões sobre a sociedade, política e educação também são constantes nos encontros, que já passaram por Salvador, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Aracaju, além dos festivais literários Flip (Paraty-RJ) e Tarrafa Literária (Santos-SP).

 

SERVIÇO

“Você é o que lê” em Porto Alegre e Novo Hamburgo

 

PORTO ALEGRE/RS

Dia 28 de novembro de 2017 (terça-feira), às 20h

No Teatro do Bourbon Country (Rua Tulio de Rose, n° 80 SUC 301 A. Porto Alegre/RS)

Ingressos: R$30 (inteira) | R$15 (meia)

  • Clientes que levarem um livro não-didático têm direito a meia entrada

 

NOVO HAMBURGO/RS

Dia 29 de novembro de 2017 (quarta-feira), às 20h

No Teatro Feevale (ERS-239, n° 2755, Campus II – Universidade Feevale. Novo Hamburgo/RS)

Ingressos: R$20 (inteira) | R$10 (meia)

  • Clientes que levarem um livro não-didático têm direito a meia entrada
Porto Alegre: Aprovada criação da Frente Parlamentar da Desestatização

Porto Alegre: Aprovada criação da Frente Parlamentar da Desestatização

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Os vereadores de Porto Alegre aprovaram, na tarde desta segunda-feira (20/11), a constituição da Frente Parlamentar da Desestatização, de autoria do vereador Ricardo Gomes (PP). De acordo com o parlamentar, a frente fundamenta-se na necessidade do debate acerca do tema, de forma a permitir que a administração municipal tenha maior capacidade de realização do serviço público e mais eficiência em suas atividades.

De acordo com Gomes, a desestatização é um modelo viável e frutífero para resolver problemas públicos por meio do apoio da iniciativa privada. “Atualmente diversos órgãos públicos operam de maneira deficitária onerando a população. Há uma série de barreiras a serem superadas para que estas parcerias possam avançar, a principal delas parece ser o embate ideológico, que ignora que a finalidade dos serviços públicos deve ser única e exclusivamente atender a população, seja por uma entidade pública ou privada”, comenta.

A proposta ainda defende que diversas cidades do mundo têm evoluído com modelos de parcerias púbico-privadas, concessões ou têm diversos de seus serviços prestados pela iniciativa privada, serviços estes que em Porto Alegre são totalmente estatizados. “A partir da implantação da frente serão realizados encontros de discussão para definir as prioridades, estudando áreas de serviços onde o governo pode buscar auxilio da iniciativa privada para fazer de forma mais eficiente, acelerando o futuro e poupando o bolso da população”, disse.

Casa de Cinema de Porto Alegre promove mostra comemorativa aos seus 30 anos de fundação

Casa de Cinema de Porto Alegre promove mostra comemorativa aos seus 30 anos de fundação

Agenda Cultura Destaque Vídeo

São 21 longas, 14 médias, 31 curtas, 18 séries e mais de 200 episódios, em 7593 minutos de material produzido, que construíram 30 anos de história da Casa de Cinema de Porto Alegre. Para comemorar a produtora promove, a partir de 20 de novembro, uma mostra com 30 títulos produzidos neste período, um de cada ano. As produções, disponibilizadas gratuitamente através do site da produtora, ficarão disponíveis por uma semana, por streaming na plataforma Vimeo, com a melhor qualidade de imagem disponível e alguns com opções de legendas em português, inglês e espanhol.

A programação inicia com o curta-metragem O Dia em Que Dorival Encarou a Guarda, dirigido por Jorge Furtado e José Pedro Goulart, filme produzido antes da criação da Casa de Cinema, mas que conta com parte de seus sócios fundadores em sua ficha técnica. Integram a lista produções como Ilha das Flores (1989), Anchietanos (1997), episódio da série da TV Globo Comédias da Vida Privada, o curta Dona Cristina Perdeu a Memória (2002), dirigido por Ana Luiza Azevedo e o piloto da série Doce de Mãe (2012), indicado ao Emmy Internacional.

A seleção, feita pelos quatro atuais sócios da Casa de Cinema, Ana Luiza Azevedo, Giba Assis Brasil, Jorge Furtado e Nora Goulart, buscou contar de alguma maneira um pouco da história da produtora e de seus antigos sócios e parceiros. “Nestes 30 anos muitas pessoas participaram da história da Casa e a mostra também é uma maneira de celebrar e homenagear os profissionais que já passaram por aqui e construíram essa trajetória conosco”, afirmam. A Casa de Cinema de Porto Alegre ganhou em 2015 o Emmy Internacional de Melhor Comédia pela série Doce de Mãe. A produtora foi criada em 1987 por um grupo de cineastas do sul do Brasil. Em 30 anos, a Casa já produziu mais de uma centena de filmes, vídeos, programas de TV e séries. Nossos parceiros e clientes incluem empresas como TV Globo, Globosat, RBS TV, Canal Futura, Canal Brasil, Canal Curta!, a britânica Channel 4, a alemã ZDF, HBO Latin America, as fundações norte-americanas Rockefeller e Macarthur, as distribuidoras Columbia, Elo Company, Imagem Filmes, Espaço Filmes, Fox e a produtora argentina 100 Bares.  A estratégia da Casa de Cinema de Porto Alegre é produzir conteúdo exclusivo com relevância social, com foco no desenvolvimento artístico e cultural.

A Mostra encerra em 21 de dezembro, com a exibição da série Grandes Cenas, dirigida por Ana Luiza e Vicente Moreno, que foi ao ar no Canal Curta! e uma pequena amostra do que está por vir em 2018.

Confira a programação da primeira semana da mostra:

/ Segunda-feira 20/nov

PRÉ-1987 / O DIA EM QUE DORIVAL ENCAROU A GUARDA (14 min)

Direção: Jorge Furtado e José Pedro Goulart

Numa prisão militar, numa noite de muito calor, o negro Dorival tem apenas uma vontade: tomar um banho. Para consegui-lo, vai ter que enfrentar um soldadinho assustado, um cabo com mania de herói, um sargento com saudade da namorada, um tenente cheio de prepotência – e acabar com a tranquilidade daquela noite no quartel.

Roteiro: Giba Assis Brasil, José Pedro Goulart, Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo

Direção de Fotografia: Christian Lesage

Direção de Arte: Fiapo Barth

Música: Augusto Licks

Direção de Produção: Gisele Hiltl e Henrique de Freitas Lima

Montagem: Giba Assis Brasil

Assistente de Direção: Ana Luiza Azevedo

Elenco Principal: João Acaiabe (Dorival), Pedro Santos (Soldado), Zé Adão Barbosa (Cabo), Sirmar Antunes (Sargento), Lui Strassburger (Tenente)

Disponível com legendas em inglês, espanhol, francês e português.

Créditos completos

 

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/ Terça-feira 21/nov

1988 / BARBOSA (13 min)

Direção: Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo

Trinta e oito anos depois da Copa do Mundo de 1950, um homem volta no tempo a fim de impedir o gol que derrotou o Brasil, destruiu seus sonhos de infância e acabou com a carreira do goleiro Barbosa.

Roteiro: Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Giba Assis Brasil

Direção de Fotografia: Sérgio Amon

Direção de Arte: Fiapo Barth

Música: Geraldo Flach

Direção de Produção: Nora Goulart e Gisele Hiltl

Montagem: Giba Assis Brasil

Assistente de Direção: Betty Perrenoud

Elenco Principal: Antônio Fagundes (o viajante), Pedro Santos (o cúmplice), Zé Vitor Castiel (o porteiro), Ariel Nehring (o menino), Abel Borba (o pai)

Disponível com legendas em inglês, espanhol, francês e português.

Créditos completos

 

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/ Quarta-feira 22/nov

1989 / ILHA DAS FLORES (12 min)

Direção: Jorge Furtado

Um tomate é plantado, colhido, transportado e vendido num supermercado, mas apodrece e acaba no lixo. Acaba? Não. ILHA DAS FLORES segue-o até seu verdadeiro final, entre animais, lixo, mulheres e crianças. E então fica clara a diferença que existe entre tomates, porcos e seres humanos.

Produção Executiva: Monica Schmiedt, Giba Assis Brasil e Nora Goulart

Roteiro: Jorge Furtado

Direção de Fotografia: Roberto Henkin e Sérgio Amon

Direção de Arte: Fiapo Barth

Música: Geraldo Flach

Direção de Produção: Nora Goulart

Montagem: Giba Assis Brasil

Assistente de Direção: Ana Luiza Azevedo

Elenco Principal: Paulo José (Narração), Ciça Reckziegel (Dona Anete)

Disponível com legendas em inglês, espanhol, francês, português, italiano, alemão e russo.

Créditos completos

 

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/ Quinta-feira 23/nov

1990 / MEMÓRIA (14 min)

Direção: Roberto Henkin

No Brasil, cópias de filmes eram exibidas por 5 anos, e depois destruídas. Uma fábrica em São Paulo utiliza essas cópias na confecção de vassouras. Jânio Quadros volta a se eleger prefeito de São Paulo. Em 1989, o Brasil tem sua primeira eleição presidencial direta em três décadas. Alguns candidatos são velhos conhecidos. Mas ninguém lembra mais o que aconteceu da última vez.

Produção Executiva: Luciana Tomasi

Roteiro: Roberto Henkin e Jorge Furtado

Direção de Fotografia: Christian Lesage

Direção de Arte: Fiapo Barth

Música: Leo Henkin

Direção de Produção: Nora Goulart

Montagem: Giba Assis Brasil

Assistente de Direção: Ana Luiza Azevedo

Elenco Principal: João Batista Diemer (Narração masculina), Maria Verbena de Souza (depoimento)

Disponível com legendas em inglês, espanhol, francês e português.

Créditos completos 

 

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/ Sexta-feira 24/nov

1991 / O VAMPIRO DE NOVO HAMBURGO (4 min)

Quadro do programa “Dóris para maiores” para TV Globo

Direção: Jorge Furtado

Falso documentário sobre o falso cineasta Volker Freunden e seu falso e pioneiro filme de terror, falsamente rodado na década de 1920 na verdadeira cidade de Novo Hamburgo.

–> Também da série de quadros produzidas para o mesmo programa, estarão disponíveis “Tempo” (3 min) e “Dona Sílvia não gostava de música” (5 min).

Roteiro: Jorge Furtado

Produção executiva: Nora Goulart

Direção de fotografia: Alex Sernambi

Direção de arte: Fipao Barth

Direção musical: Leo Henkin

Assistente de direção: Ana Luiza Azevedo

Apresentadora: Ilana Kaplan

Disponível sem legendas.

Créditos completos

 

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/ Sábado 25/nov

1992 / ESTA NÃO É A SUA VIDA (16 min)

Direção: Jorge Furtado

Documentário sobre a vida de Noeli Joner Cavalheiro. Noeli mora num subúrbio de Porto Alegre, é dona de casa e tem dois filhos. Nasceu numa cidade do interior, foi pra capital, trabalhou numa padaria, casou. É uma pessoa comum. Mas não existem pessoas comuns.

Produção Executiva: Nora Goulart e Ana Luiza Azevedo

Roteiro: Jorge Furtado

Direção de Fotografia: Alex Sernambi

Direção de Arte: Fiapo Barth

Música: Leo Henkin

Direção de Produção: Dainara Soares

Montagem: Giba Assis Brasil

Assistente de Direção: Ana Luiza Azevedo

Elenco Principal: Noeli Cavalheiro (depoimento), José Mayer (narração)

Disponível com legendas em inglês, espanhol, francês e português.

Créditos completos

 

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/ Domingo 26/nov

1993 / VENTRE LIVRE (48 min)

Direção: Ana Luiza Azevedo

O país do futuro é onde as crianças engravidam? O maior país católico do mundo é onde mais de trinta mil mulheres morrem em conseqüência de aborto? A 10ª economia do planeta é a do país onde 27% das mulheres estão esterilizadas? VENTRE LIVRE conta um pouco da história de Vera, Ivonete, Carmen, Denise, Maria do Carmo, Marlove – pessoas que nasceram no país com a mais desigual distribuição de renda do planeta. Um documentário sobre direitos reprodutivos no Brasil, enquanto o futuro não chega.

Direção: Ana Luiza Azevedo

Produção Executiva: Nora Goulart

Roteiro: Ana Luiza Azevedo, Giba Assis Brasil e Rosângela Cortinhas

Direção de Fotografia: Alex Sernambi

Direção de Arte: Fiapo Barth

Música: Leo Henkin

Direção de Produção: Luciana Tomasi

Montagem: Giba Assis Brasil

Assistente de Direção: Amabile Rocha

Elenco Principal: Lisa Becker (Narração), Ciça Reckziegel (professora)

Disponível com legendas em inglês, espanhol, francês e português.

Créditos completos

Livros: “Última Hora”, romance que venceu o Prêmio Sesc de Literatura em 2017, é publicado pela Record

Livros: “Última Hora”, romance que venceu o Prêmio Sesc de Literatura em 2017, é publicado pela Record

Agenda Comunicação Cultura Destaque Poder Política

Marcos é um jornalista que mal recebe pagamento pelo seu trabalho num jornal ligado ao Partido Comunista. Mas ele é militante, está lá pela causa. A instabilidade financeira, no entanto, abala a sua vida familiar e sua relação com a mulher e o filho adolescente. Por isso, movido pela vontade de acertar as contas em casa, ele acaba aceitando um convite irrecusável: trabalhar na Última Hora, jornal que está sendo criado por Samuel Wainer, experiente jornalista, o primeiro a noticiar a volta de Getúlio Vargas, então recluso no Sul, à política. É com o apoio do presidente eleito, que comandou a ditadura do Estado Novo anos antes, que o novo jornal se erguerá. Esse é um dos dilemas de Marcos, que foi preso e torturado pela polícia de Getúlio: trabalhar, ainda que indiretamente, para seu ex-inimigo.

Em “Última Hora”, o escritor José Almeida Júnior, vencedor do Prêmio Sesc de Literatura em 2017, reconstrói um dos períodos mais importantes da história do país. No livro, Almeida Júnior escreve sobre uma das maiores batalhas da imprensa na época, a de Carlos Lacerda, da Tribuna da Imprensa, e Wainer. Com o apoio da cadeia de jornais e rádios de Assis Chateaubriand, o Chatô, e de outros magnatas das comunicações, como Roberto Marinho, Lacerda perseguiu o dono da Última Hora até o desfecho final da crise, com o suicídio do presidente. Marcos, que ora se alia a Wainer ora ajuda Lacerda, é o contraponto entre esses personagens tão complexos. “Procurei encontrar as contradições em Wainer e Lacerda e explorá-las no ponto de vista de Marcos”, diz o autor.

Nelson Rodrigues, que criou na Última Hora, com o apoio de Wainer, a famosa coluna “A vida como ela é”, também é personagem do livro, um mergulho na capital do Brasil dos anos 1950. Com uma trama envolvente, que inclui histórias de tortura, militância, delação, justiçamento e um combate conservador à corrupção, “Última hora” guarda muitas relações com o a história atual do país. Confira a entrevista do autor, natural de Mossoró, RN, José Almeida Júnior é formado em Direito pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), com pós-graduação em Direito Processual e em Direito Civil. Há dez anos reside em Brasília, onde exerce o cargo de Defensor Público do Distrito Federal.

É o seu primeiro livro publicado? Como você recebeu a notícia de que era o vencedor da categoria romance do Prêmio Sesc de Literatura?

Última Hora é meu primeiro livro publicado. Um dos requisitos para o concurso é ser inédito no gênero em que concorrer. Quando recebi a ligação de Henrique Rodrigues, organizador do Prêmio Sesc, fiquei surpreso. Pela relevância do prêmio, achava algo inatingível. Depois que digeri a notícia, percebi que o prêmio Sesc era maior do que eu imaginava. Tive uma assessoria de imprensa, uma série de entrevistas e participação em eventos. Além de possibilitar a publicação do primeiro livro num grande grupo editorial como o Record.

Você é formado em Direito e atua como defensor público. Como foi a ideia de escrever o romance e situá-lo, principalmente, na redação da Última hora?

Minha área profissional é o Direito. Mas sempre tive duas outras grandes paixões: História e Literatura. Getúlio Vargas lançou as bases do trabalhismo brasileiro e influenciou o pensamento de esquerda de políticos como Jango, Brizola e Lula. Por outro lado, Vargas perseguiu comunistas e implantou uma ditadura violenta durante o Estado Novo. Tive a curiosidade de compreender o comportamento dos comunistas, que haviam sido perseguidos no Estado Novo, durante o governo democrático Vargas do início dos anos 50. Pesquisando o período, descobri que Samuel Wainer captou alguns comunistas para trabalhar na Última Hora, jornal criado para apoiar Getúlio Vargas. Era o personagem que eu estava procurando: um comunista torturado pela ditadura Vargas que foi trabalhar no jornal que iria apoiá-lo. Daí nasceu Marcos, o protagonista do romance.

Há duas boas fontes primárias a se recorrer quando o assunto é Samuel Wainer e Carlos Lacerda, os livros de memórias dos dois. No seu livro, tanto eles quanto o protagonista e os outros personagens, como Nelson Rodrigues, ganharam contornos complexos. Não há mocinho ou bandido na história, embora o leitor possa se situar de um lado ou de outro, de acordo com as ideias defendidas por cada um. Como foi trabalhar com esse desafio de escrever sobre pessoas já tão conhecidas – e amadas ou odiadas na mesma proporção?

Para mim, o principal desafio foi lidar com Carlos Lacerda como personagem. Em vez de julgar Lacerda, com seu estilo verborrágico e a pecha de “demolidor de presidentes”, tentei entender por que ele agia daquela forma. Samuel Wainer, por outro lado, era em geral muito querido pelas pessoas que trabalhavam na Última Hora. Marcos, o protagonista do romance, como funcionário de Wainer, em tese, deveria ter uma admiração pelo patrão e odiar Carlos Lacerda. Mas esses sentimentos já foram expressos em memórias publicadas por personagens reais que trabalharam na Última Hora. Procurei encontrar as contradições em Wainer e Lacerda e explorá-las no ponto de vista de Marcos. No decorrer do romance, Marcos se aproxima de Wainer e de Lacerda, conforme seus interesses.

A grande peleja entre Samuel Wainer, da Última hora, e Carlos Lacerda, da Tribuna da Imprensa, foi também, em grande medida, a disputa entre o legado trabalhista de Getúlio Vargas e a força liberal e conservadora da UDN, da qual Lacerda era o maior expoente. Quais as semelhanças que você vê com o Brasil de hoje, em que a esquerda tenta defender o legado dos anos do PT no governo e as forças conservadoras, também utilizando o discurso anticorrupção, querem retomar o poder de vez?

Escrevi as cenas do livro em que Getúlio Vargas passava por uma crise institucional que culminou com seu suicídio, no momento em que tramitava o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Alguns comparam o que aconteceu no Brasil em 2016 ao golpe de 1964. Mas acho que 2016 se assemelha mais a 1954. Em 1964, o principal discurso foi o do combate ao comunismo, embora também se falasse em corrupção. Em 1954, o discurso anticorrupção foi o eixo principal para a derrubada de Getúlio Vargas. Após o atentado contra Carlos Lacerda na rua Tonelero, a crise se aprofundou e um sistema de justiça foi montado pela Aeronáutica para apurar os crimes. Com o apoio da grande imprensa, a investigação começou a atropelar procedimentos legais, o que ficou conhecido como República do Galeão. Não à toa, em 2016, falou-se em República de Curitiba. Ao final das investigações, descobriu-se que, após 19 anos comandando o Brasil, Getúlio Vargas não havia se enriquecido às custas do dinheiro público. Deixou para a família apenas um apartamento no Rio de Janeiro e umas terras em São Borja recebidas de herança de seu pai.

A tortura e a delação sempre foram temas de culpas e muitos debates entre os que combateram ditaduras, tanto a do Estado Novo quanto a dos militares a partir de 1964. No livro, você vai e volta ao passado e revela, aos poucos, a relação dos personagens com o tema. E, quando o leitor acha que compreendeu o presente deles a partir das revelações do passado, você o surpreende mais uma vez, mostrando a complexidade das relações humanas. Teme alguma crítica por essas passagens que tangenciam, ainda, a questão do aborto?

O assassinato de militantes de esquerda que delataram sob tortura os seus companheiros, chamado de justiçamento, talvez ainda seja um tema incômodo para parte da esquerda. Mas a literatura é um instrumento eficaz para tocar nessa ferida. Tentei compreender o sentimento daquele que delatou sob tortura, tendo que lidar com a culpa de ter entregado seus companheiros e, ao mesmo tempo, com o medo de ser vítima de um justiçamento. Quanto à hipótese de aborto tratado no livro, o caso não é punível desde o Código Penal de 1940. Mas, com a onda conservadora que vem tomando conta do país, não surpreenderia se houvesse alguma crítica nesse sentido. O escritor não deve se preocupar com críticas moralistas, senão a liberdade criativa ficará comprometida e o resultado não será bom.

Você disse, numa entrevista, que começou a escrever literatura há cinco anos, mas que só agora, com a publicação e o prêmio, se sente um escritor. Tem inéditos na gaveta? Como imagina a sua carreira literária daqui em diante?

Tenho um outro romance histórico na gaveta, que pretendo publicar no final de 2018 ou 2019, a depender do calendário da editora. E um livro infantil, gênero por que também sou aficionado. Sou um pouco metódico no meu processo criativo, costumo estabelecer prazos para pesquisa e metas de escrita semanais. Gostaria de escrever um romance a cada dois ou três anos e alguns infantis no período. Mas sei que vai depender também da receptividade dos leitores e do mercado editorial.

 

 

índiceORELHA: Por Andréa del Fuego

Última Hora é um romance histórico que nos leva ao Brasil do início da década de 1950, mas não de qualquer ponto de vista: o leitor observará o país pelo lado de dentro do jornal Última Hora. Criado pelo presidente Getúlio Vargas em plena turbulência política, o jornal tem como editor-chefe Samuel Wainer, aqui trazido quase que em carne e osso. Foi Wainer quem deu nome à famosa coluna A vida como ela é…, de Nelson Rodrigues, também convidado para formar o elenco dos colaboradores.

O jornal enfrenta opositores como Carlos Lacerda, que também se opunha ao governo Vargas, mas esse não é o único problema de Marcos, o protagonista. Jornalista torturado na ditadura Vargas, ao ser convidado por Samuel Wainer, Marcos se recusa a fazer parte da redação. E, tendo que lidar com as exigências da militância e da sobrevivência, o caminho tortuoso deste personagem é o pêndulo ideológico e moral que não o afronta apenas na redação, mas também em seu relacionamento familiar.

O romance é lapidar em nos lembrar a história do país sem expor a pesquisa – um bordado que camufla o cerzido e deixa ver apenas o que interessa: a boa literatura.

ÚLTIMA HORA

José Almeida Júnior

Páginas: 352

Preço: R$ 44,90

Editora: Record

 

Case de sucesso em licenciamento ambiental é apresentado em evento do SEBRAE/RS

Case de sucesso em licenciamento ambiental é apresentado em evento do SEBRAE/RS

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O cuidado com a preservação ambiental nos processos de abertura e formalização de empresas é um dos temas que será apresentado durante o 2º Seminário Estadual Brasil Mais Simples, entre os dias 28 e 29 de novembro, no Hotel Itaimbé, que fica na Rua Venâncio Aires, 2741, em Santa Maria. Entre as atividades previstas, está incluída a realização de oficinas como a que vai abordar os aspectos do meio ambiente e as soluções adotadas pelo Programa Fortaleza Online. A oficina será de responsabilidade da secretária municipal de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza (CE), Agueda Muniz. As inscrições para o seminário são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone 0800-570-0800.

Em sua participação, Agueda vai falar sobre a experiência exitosa na modernização nos processos de licenciamento proporcionada pelo Programa Fortaleza Online. “É um sistema formatado para proporcionar à população da cidade mais mobilidade, acessibilidade, credibilidade, agilidade, responsabilidade compartilhada e transparência”, destaca. “A plataforma, por enquanto, disponibiliza 14 serviços prioritários – entre licenças, consultas e autorizações – pela internet, com prazo de emissão imediata ou em até 48 horas”, detalha a secretária. Os resultados apontados a partir da implantação do novo sistema da Prefeitura têm ampliado a vantagem competitiva da capital Cearense no que diz respeito à atração de novos negócios.

O técnico da Gerência de Políticas Públicas do SEBRAE/RS Marcio Benedusi relata que, além do case de Fortaleza, foram convidados palestrantes de diferentes Estados do País, a fim de compartilharem suas experiências com os servidores municipais e estaduais do Rio Grande do Sul, em relação às ações que estão sendo tomadas para simplificar os licenciamentos de cada órgão. Serão promovidas oficinas temáticas para detalhar as iniciativas das áreas de Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros e Meio Ambiente, além da apresentação da Junta Digital, coordenada pela Junta Comercial, Industria e Serviços do Rio Grande do Sul (Jucis-RS), em parceria com o SEBRAE/RS.

Brasil Mais Simples

O 2º Seminário Estadual Brasil Mais Simples conta com o apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (Sescon-RS) e da Receita Federal do Brasil.

Porto Alegre: Audiência pública debate redução no orçamento do SUAS

Porto Alegre: Audiência pública debate redução no orçamento do SUAS

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A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados promove nesta segunda-feira (20), em Porto Alegre, audiência pública para debater o Sistema Único de Assistência Social (SUAS). O projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2018, enviado pelo governo federal ao Congresso, apresenta redução drástica no orçamento do SUAS (11% menor do que este ano).

“A ideia da audiência é recolhermos informações dos operadores do sistema, que lidam diariamente com o tema. Este orçamento ainda não está aprovado, ou seja, temos que trabalhar para recompor minimamente os recursos para o SUAS”, informa a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

Cortes — A proposta do governo para o Bolsa Família, por exemplo, apresenta uma redução de R$ 29 bilhões para R$ 26 bilhões, o que retirará o benefício de mais dois milhões de famílias.

Ações para a estruturação da rede e execução de serviços de assistência social caíram de R$ 2 bilhões para apenas R$ 3,4 milhões, uma redução de 99%, o que inviabilizará a existência dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), que estão nos territórios mais vulneráveis e que permitem o acesso da população às políticas de assistência social. Já os serviços de Proteção Social Básica caíram de R$ 1,2 bilhão para R$ 800 mil. O recurso destinado à estruturação da rede de serviços de proteção social básica caiu de R$ 7,1 milhões para apenas R$ 200 mil.

 

Serviço:

Audiência Pública da Câmara dos Deputados sobre o Sistema Única de Assistência Social (SUAS)

Data: Segunda-feira (20), 14 horas.

Local: Auditório da Procuradoria Regional da República da 4ª Região (Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, n. 800, Praia de Belas).

Feira do Livro: Último sábado tem escritores nórdicos, espiritualidade, amor & sexo, homenagem a Wole Soyinka, Lobão, Maria do Rosário, Cíntia Moscovich e encontro com Eduardo Bueno e Jorge Caldeira

Feira do Livro: Último sábado tem escritores nórdicos, espiritualidade, amor & sexo, homenagem a Wole Soyinka, Lobão, Maria do Rosário, Cíntia Moscovich e encontro com Eduardo Bueno e Jorge Caldeira

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No último sábado da 63ª Feira do Livro de Porto Alegre, véspera do dia de encerramento, ocorre a participação de dois autores nórdicos e homenagem à obra do Nobel de literatura de 1986, o nigeriano Wole Soyinka, que participa da Feira no dia seguinte. A deputada federal, Maria do Rosário (PT) e o cantor Lobão, estarão às 18h na Praça da Alfândega, a menos de 100 metros. Ela participa do encontro Crônicas do Golpe, na sala Oeste do Santander Cultural, em foco, o retrospecto dos acontecimentos durante o ano seguinte ao impeachment de Dilma Rousseff e a atuação da imprensa brasileira nesse processo. Já ele, estará no Teatro Carlos Urbim , entre o Margs e o Memorial do Rio Grande do Sul, falando sobre o Guia Politicamente Incorreto dos Anos 80 pelo Rock, onde Lobão revisita os anos 1980 e revela fatos, segundo ele da época mais exuberante e autodestrutiva da música brasileira. Quem quiser saber mais sobre a história do Brasil, pode conferir o encontro História da riqueza no Brasil, no Auditório Barbosa Lessa, do Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo (CCCEV). O evento terá Jorge Caldeira e Eduardo Bueno falando sobre cinco séculos de pessoas, costumes e governos.

Confira outros destaques:

Raízes negras

9h – 20h30min

Colóquio de Literatura e Infância – Diálogos com as matrizes africanas

Auditório do Memorial – Primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul 9h às 10h30min – Visitar a África pela Literatura Infantil, palestra de abertura com Júlio Emílio Braz

15h30min

O mundo africano na obra de Wole Soyinka

Sala Leste do Santander Cultural – Rua 7 de Setembro, 1028

Oficina que busca dar a conhecer alguns dos principais temas e características da obra e do pensamento de Wole Soyinka, explorando algumas de suas ideias sobre literatura, arte e a visão de mundo africana. Com Adriano Moraes Migliavacca.

Público juvenil

10h – 19h

Harry Potter: A Mágia das Páginas, sala temática

Sala de Vídeo – Primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul

A exposição traz edições internacionais dos livros da série Harry Potter, ambientação temática, objetos dos filmes e cenário para fotos. Promoção: Grupo Alohomora.

14h – 18h

2º Encontro de Influenciadores Literários e Seguidores

Espaço do Conhecimento Petrobras – Praça da Alfândega, em frente ao Banrisul

Convidados especiais: youtubers e escritores Vitor Martins e Pam Gonçalves

Público: booktubers, blogueiros literários e instagramers literários.

Promoção: Site Fetiche Literário e Resenhando Sonhos. Coordenação: Cadu Barzotto e Tamirez Santos

Espiritualidade

14h

Vencendo a dor da morte

Auditório Barbosa Lessa – Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV) – Rua dos Andradas, 1223

Célia Diniz vivenciou a dor de perder dois de seus filhos. Essa história é tão marcante que foi levada para os cinemas. A dolorosa experiência de vida de Célia e os ensinos de Chico Xavier, com quem a autora conviveu desde a sua infância. Célia conversa com o público sobre sua trajetória.

Brasil – Costumes e Governos

15h

História da riqueza no Brasil Auditório Barbosa Lessa – Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo (CCCEV) – Rua dos Andradas, 1223

Cinco séculos de pessoas, costumes e governos. Com Jorge Caldeira e Eduardo Bueno.

18h

Crônicas do Golpe

Sala Oeste do Santander Cultural – Rua 7 de Setembro, 1028

Em foco, o retrospecto dos acontecimentos durante o ano seguinte ao impeachment de Dilma Rousseff e a atuação da imprensa brasileira nesse processo. Com Felipe Pena e Maria do Rosário.

18h

Guia Politicamente Incorreto dos Anos 80 pelo Rock

Teatro Carlos Urbim – Entre o Margs e o Memorial do Rio Grande do Sul

Lobão revisita os anos 1980 e revela todas as verdades da época mais exuberante e autodestrutiva da música brasileira. Mediação de Ticiano Paludo.

Nórdicos

16h30min

Presença nórdica: Iben Sandahl (Dinamarca) – com a presença do Sr. Embaixador da Dinamarca Kim Højlund Christensen.

Auditório Barbosa Lessa – Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV) – Rua dos Andradas, 1223

Crianças dinamarquesas: a filosofia dinamarquesa de como educar os filhos gera resultados poderosos – crianças felizes, emocionalmente seguras e resilientes, que se tornam também adultos felizes, emocionalmente seguros e resilientes, e que reproduzem esse estilo de criação quando têm seus próprios filhos. Com Iben Sandahl, Kim Højlund Christensen (embaixador da Dinamarca) e Cristiano Frank. Tradução Simultânea

18h

Presença nórdica: Einar Már Gudmundsson (Islândia)

Auditório Barbosa Lessa – Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (CCCEV) – Rua dos Andradas, 1223

Um dos maiores nomes da literatura islandesa contemporânea apresenta seu primeiro livro editado no Brasil, “Anjos do Universo” (Hedra, 2013), que fala sobre o outro lado das coisas, das nossas mentes, da realidade, com a terra do frio como cenário. Retrato da capital da Islândia do séc XX e da própria condição humana, sob a visão da esquizofrenia. Com Luciano Domingues Dutra e mediação de Pedro Gonzaga. Tradução Simultânea.

Amor e sexo

18h30min

Qualquer forma de paixão, e de literatura, vale a pena

Sala Leste do Santander Cultural – Rua 7 de Setembro, 1028

Encontro que tem por objetivo lançar as bases de um diálogo sobre as diferentes formas de paixão (erótica, intelectual, sexual, platônica, homossexual, pansexual, pictórica, melômana, etc.) e as formas de expressão literária. Com Cíntia Moscovich e Júlia Dantas.

Porto Alegre: Ação marca Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito neste sábado

Porto Alegre: Ação marca Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito neste sábado

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*O Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito foi instituído pela ONU como um dia de reflexão e homenagem a todos aqueles que de alguma forma tiveram suas vidas impactadas pela violência no trânsito. O memorial na Praça da Juventude – primeiro do Brasil no enfrentamento à violência no trânsito – homenageia mais de 350 vítimas que tiveram suas vidas interrompidas. Para a presidente da Fundação, Diza Gonzaga, a Praça da Juventude é “um marco na luta contra a violência e morte no trânsito, onde através desta homenagem simboliza além dos sentimentos de saudade e amor dos pais e familiares, o desejo de uma sociedade mais humana e segura pra todos”.

Este ano serão homenageados: Antonella Rodrigues de Matos; Bolívar Ferreira Carpes; Bruno Battistella Moreira; Bruno Olimar dos Santos Viana; Carlos Henrique Müller Rocha; Celso Todeschini; Daniela Azevedo Teixeira; Daniele Franco Pedroso; Elias Moraes; Janaína de Araújo; Janei Luis Balbinot; Jordy Oliveira; Juliano Lopes da Silva; Luis Oneide Minuzi (o Véio); Luiz Miguel Mulitor; Mayra de Araújo Lopes Closs; Rafaela Melz Nunes Grecellé; Rafael Silva de Britto; Ricardo Andrade Grecellé; Rodrigo Maciel Gonçalves; Sérgio Luis de Souza Júnior; Tales Moresco; Tangria Edineia Silva; Tatiana Guedes Figurelli; Vander Tampsen da Silva; Victor de Araújo Wiendants; Vladimir Igor B. Schilling e William Oliveira de Melo.

O QUE: Memorial na Praça da Juventude Thiago Gonzaga

QUANDO: 18 de novembro – sábado

ONDE: Av. Porto Alegre, s/n – Medianeira