Andiara Petterle é a representante da RBS em Oxford em seminário que discute o futuro do jornalismo

Andiara Petterle é a representante da RBS em Oxford em seminário que discute o futuro do jornalismo

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A fim de aprimorar o desenvolvimento das estratégias do Grupo RBS, a vice-presidente de Produto e Operações da empresa, Andiara Petterle, integrará os debates com grupos de mídia de todo o mundo de 20 à 23 de fevereiro, na segunda edição do seminário executivo “Oxford Perspectives – Envisioning the Newsroom in 2020”. O Instituto Reuters para o Estudo do Jornalismo, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, é referência global em tendências de jornalismo, consumo de mídia e digital.

– Os temas abordados são dos mais relevantes da atualidade: o futuro da democracia como conhecemos, a relevância do jornalismo independente, as novas redações e a busca de modelos de negócios sustentáveis. Com curiosidade e coragem, acreditamos no valor do trabalho colaborativo com demais grupos de mídia no mundo para encontrar as melhores respostas para o Rio Grande do Sul – diz Andiara.

Voltado para líderes de produto, o evento conta com oito palestrantes, entre eles o presidente do Instituto Reuters e ex-editor chefe do The Guardian, Alan Rusbridger, o membro fundador da BBC News Digital, Nic Newman, e a responsável pela audiência do Financial Times, Renée Kaplan.

Vinícola Campos de Cima lança vinho elaborado em parceria com enólogos franceses

Vinícola Campos de Cima lança vinho elaborado em parceria com enólogos franceses

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Um vinho que mistura os terroirs da Campanha Gaúcha e do Sul França. Uma bebida que celebra a amizade entre as famílias Ayub e Fabre. Assim nasce o Los Amics, que significa Os Amigos no dialeto occitano, falado no Sul da França.

O lançamento da Vinícola Campos de Cima, de Itaqui, na Campanha Gaúcha, surgiu de uma parceria com o enólogo e amigo francês Michel Fabre. O vinho foi elaborado pela Domaine Chabbert, propriedade da família Fabre, para a família Ayub. “É um projeto que envolveu não apenas o vinho, mas a amizade entre as famílias”, destaca a proprietária da Campos de Cima, Hortência Ayub.

27935241_2050067515212241_1366498844_nO projeto pioneiro da vinícola comandada apenas por mulheres – além de Hortência, também estão a frente do negócio as filhas Manuela e Vanessa – acaba de chegar na vinícola. O primeiro lote é de apenas 1.200 garrafas. No site da empresa (www.camposdecima.com.br) é possível adquirir o produto ao preço promocional de R$ 89,00.

Elaborado com as uvas Grenache, Syrah e Carignan, safra 2015, o Los Amics é clssificado como Appelation Minervois Protégée, na França. “O vinho possui uma coloração vermelho escura. Frutado, ele traz notas de frutas pretas, como ameixas e cassis. Harmoniza bem com carnes vermelhas e queijos”, avalia Hortência.

A Vinícola Campos de Cima
Localizada em Itaqui, na região da Campanha Gaúcha, a vinícola implantou os vinhedos em 2002, 2003 e 2004 com mudas importadas de França e Itália. Hoje, a boutique de vinhos da Campanha Gaúcha é sinônimo de qualidade e exclusividade, tendo os seus vinhos e espumantes exportados para o competitivo mercado inglês. Atualmente, são exportados para o Reino Unido os vinhos 3 Bocas 2016, Irene Antonietta 2017 e Viognier 2017.

A Vinícola Campos de Cima, que produz somente edições limitadas em garrafas numeradas de vinhos e espumantes com uvas provenientes dos seus vinhedos, também conta com a assessoria de Michel Fabre.

Ficha técnica Los Amics:

Vinho: tinto fino seco
Uvas: Grenache, Syrah e Carignan
Classificação na França: Appelation Minervois Protegée
Produtor: Earl Domaine Chabbert Fauzan
Grau alcoólico: 13,5
Safra: 2015

Um bate-papo com o advogado Marco Antônio Campos sobre “Direito, valores e fake news”

Um bate-papo com o advogado Marco Antônio Campos sobre “Direito, valores e fake news”

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O advogado gaúcho, Marco Antônio Campos, acompanhou na semana passada em Nova York, a realização da Legaltech 2018. Mais de 3 mil advogados, juízes, estudantes e profissionais da área de tecnologia, acompanharam palestras e workshops sobre os mais diferentes temas. No evento, era possível ainda realizar compras de produtos e serviços ligados à atividade do direito, em cerca de 500 estandes. Na avaliação de Marco Antônio, – Legalweek foi o título mais amplo que a Legaltech ganhou esse ano. Conversei com ele, hoje na Rádio Guaíba baseado no artigo “Direito, valores e fake news”, escrito por ele para o jornal Zero Hora e publicado nesta quinta-feira (08.02).

Na entrevista, falamos sobre a declaração do secretário de Homeland Security do governo Obama, Jeh Johnson, que o cyberterrorismo é a maior ameaça aos EUA. Durante sua fala, o ex-homem forte da segurança interna garantiu que centenas de ataques estavam ocorrendo a órgãos de governo, infraestrutura e empresas privadas. Tratamos também da questão Fake News e Liberdade de Expressão na Era Digital. Afinal de contas, como questiona Marco Antônio Campos, em seu artigo: Como evitar as fake news sem sacrificar o valor maior da plena liberdade de expressão?

OAB/RS lança campanha para conscientizar mulheres sobre seus direitos

OAB/RS lança campanha para conscientizar mulheres sobre seus direitos

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O assédio sexual, realidade cotidiana do público feminino no trabalho, em casa e em todas as esferas da vida pública que as mulheres frequentam, aumenta durante o carnaval. Uma época na qual a diversão deveria imperar, as mulheres precisam continuar lutando por seus direitos. Preocupada com o aumento de casos de violência contra a mulher, que aumentam cerca de 30% nesse período, a Comissão da Mulher Advogada (CMA) da OAB/RS lançou uma campanha para estimular as denúncias contra os abusos.

Em 2017, os registros aumentaram 88% se comparado ao mesmo período do ano anterior. No carnaval passado, foram recebidas 2.132 ligações. As denúncias são recebidas no “Ligue 180”, canal que funciona como disque-denúncia. A ligação é registrada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), e o relato dos casos de violência sexual é enviado diretamente para a Segurança Pública com cópia para o Ministério Público de cada estado. Mais da metade das denúncias (1.136 ou 53,4%) foram relativas à violência física, outros 671 casos (31,4%) se referem à violência psicológica.

A campanha
201802081838260 (1)Para o presidente da OAB/RS, Ricardo Breier, “a situação da violência contra a mulher no Brasil está ligada de forma intrínseca a uma base cultural”. “Um dos pilares para a mudança desse panorama é a conscientização da sociedade, o que presenciamos, cada vez mais, por meio de campanhas educativas e movimentos publicitários. No entanto, ainda estamos longe do cenário ideal”, destaca Breier.

“Para isso, continuaremos trabalhando ininterruptamente para esclarecer as leis e dar espaço cada vez maior para as advogadas, afinal, a participação da mulher, em todos os setores da sociedade, é fundamental”, conclui o presidente.

A presidente da Comissão da Mulher Advogada (CMA) da OAB/RS e membro consultora da CNMA – Comissão Nacional da Mulher Advogada do Conselho Federal da OAB, Beatriz Maria Luchese Peruffo, esclarece como “o aumento anual nos números não indica que temos mais casos, mas temos mais casos denunciados. Isso significa que as mulheres estão se fortalecendo, se conscientizando e buscando o cumprimento de seus direitos”.

“A Comissão estadual e todas as comissões da mulher das subseções se sensibilizam e trabalham no combate à violência contra a mulher”, explica Peruffo. “A campanha surge como um esforço para fomentar a sororidade e fortalecer as mulheres na busca de seus direitos”, afirma. “Todavia, apesar de o carnaval ser uma época em que reforçamos a conscientização, nós devemos manter um trabalho contínuo para garantir a saúde psicológica, moral e física da mulher”, pontua a presidente da Comissão da Mulher Advogada.

A lei está ao teu lado, mulher

Vítimas que são agarradas e beijadas à força podem fazer denúncia com base no crime de estupro, Lei 12.015/2009. A pena, nesses casos, é de seis a dez anos de prisão.

O Código Penal Brasileiro, instituído pelo Decreto-Lei nº 2.848, de 07/12/1940, prevê, portanto, penas para diversos crimes de violência que são praticados contra mulheres. Hoje, alguns dessas leis possuem enquadramento específico na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que coíbe e pune a violência doméstica. Alguns exemplos:

Art. 213.  Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: (Redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009)

A violência psicológica é também uma recorrente denúncia das mulheres. Além de ser uma grave violação dos direitos humanos, pode produzir consequências na saúde mental e física da mulher.

Como ressalva o Artigo 7º da Lei nº 11.340: “a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação”

Seja no carnaval ou em qualquer época do ano, procure seus direitos. Ao completar a ligação para o Disque 180, você receberá o apoio e as orientações necessárias sobre as próximas etapas para resolver o seu problema. Usualmente, a denúncia é distribuída para uma entidade local, como a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM).

Facebook 

Com o mote “não precisa ser atriz de cinema para denunciar abuso”, a campanha de combate à violência contra a mulher conta com o apoio dos usuários do Facebook. Para apoiar a causa, utilize o filtro de perfil da campanha e contribua para a divulgação. O filtro é gratuito e fácil de usar: acesse aqui o link, redimensione sua imagem de perfil e salve a alteração.

Detran: 8% dos condutores responderam por 65% das infrações de trânsito no RS em 2017

Detran: 8% dos condutores responderam por 65% das infrações de trânsito no RS em 2017

Comportamento Destaque Direito Segurança

Dados estatísticos revelados hoje pelo Detran gaúcho dão conta de que 65% das multas de trânsito aplicadas em 2017 foram impostas a 405 mil condutores – 8% do total – que cometeram duas ou mais infrações. Dos 4,8 milhões de motoristas registrados no Rio Grande do Sul, 78% não foram autuados no ano passado. Isso significa que 22% dos condutores foram responsáveis pelas mais de 1,8 milhão de infrações registradas em 2017.

O balanço levou em conta somente condutores gaúchos que foram autuados em vias localizadas no Rio Grande do Sul. Também não contabilizou infrações com motoristas não identificados, por exemplo, de veículos de empresas que não apresentaram condutor.

Entre os 1.069.584 de condutores que tiveram alguma infração no ano passado, 62% foram flagrados uma vez durante o ano. Foram 665 mil condutores que tiveram somente uma multa nesse período.

Infratores contumazes

O balanço do Detran RS identificou, ainda, 5.564 infratores contumazes, flagrados em 10 ou mais infrações durante o ano. Um grupo de 146 motoristas representou o pior comportamento no trânsito: cometeram mais de 51 infrações no período de 12 meses.

O diretor-geral do Detran RS, Ildo Mário Szinvelski, ponderou que, embora os dados deem uma ideia da situação, o número de infrações flagradas pelos agentes e equipamentos eletrônicos não representa o total de infrações cometidas no trânsito.

“Sabemos que o número de infrações é bem maior do que os órgãos de fiscalização podem flagrar. Não é possível vigiar cada condutor em suas ações, mas contamos com a conscientização da população para reduzir os comportamentos de risco”, frisou. “Sempre lembrando que uma tragédia pode advir de atos aparentemente singelos, como digitar no celular, que se caracteriza infração”, completou o diretor. (Rádio Guaíba)

Artigo: O que o trabalho significa para você?, por Juliana Silva

Artigo: O que o trabalho significa para você?, por Juliana Silva

Agenda Artigos Comportamento Destaque Direito Economia

A cada dia que passa, sinto – principalmente nos universitários e jovens profissionais – o aumento da busca por um trabalho com propósito. Nas redes sociais, livros, capas de revista, no trabalho, no happy hour; em qualquer lugar, este tema está presente. É possível até mesmo buscar em websites especializados, empresas mais indicadas para seu perfil, como  o 99jobs.com, cujo objetivo é sugerir oportunidades de trabalho e organizações  baseado em seus valores e crenças. Mas por que será que isso tem acontecido? No livro How to Find Fulfilling Work, Roman Krznaric, explica que diferente da época de nossos avós, hoje o trabalho possui importância social e passou a ser uma fonte de significado em nossas vidas. Outro ponto relevante, é a diversificação de tipos e modalidades de trabalho. Frente a tantas possibilidades, nos sentimos extremamente pressionados a fazer uma boa escolha e isso nos frustra. É o que Barry Schwartz, psicólogo americano, chama de o paradoxo da escolha.

Eu mesma vivenciei tudo isso. Desde pequena, sempre acompanhei a dedicação da minha mãe em projetos sociais com a comunidade do bairro em que morávamos. Lembro muito bem do movimento iniciado pelo Betinho, a Ação da cidadania contra a fome, a miséria e pela vida, e como isso inspirou tais projetos.

Por outro lado, meu pai trilhava a carreira de executivo em uma multinacional de grande porte. Sempre tive muito orgulho de sua trajetória, de como ele batalhou para chegar onde chegou, e do tamanho do impacto de suas ações dentro deste universo.  Estes dois exemplos me inspiraram e ajudaram a encontrar o meu propósito, aquilo que fazia meus olhos brilhar e me incentivava a construir um mundo melhor. A ideia era unir a minha vontade de ajudar a sociedade, utilizando todo o potencial presente nas empresas.

O primeiro desafio que enfrentei foi a escolha da minha profissão. Sempre amei biologia; porém, na época não existiam grandes oportunidades de trabalho para biólogos dentro das companhias. Sendo assim, segui com o curso de engenharia. Não durou mais do que um ano… Advinha? Decidi então correr o risco, e fui fazer o que eu mais queria: a tão sonhada biologia.

Valeu muito a pena; lógico que não foi nada fácil. Junto com o último ano da faculdade, fui aceita para já iniciar um MBA. O meu objetivo era complementar o meu curso com conhecimento na área de gestão, e conhecer profissionais para ampliar a minha rede de contatos, facilitando assim, a minha entrada no mercado de trabalho.

E não é que esta estratégia deu certo! Seis meses depois da minha colação de grau, eu estava empregada. Trabalhei quatro anos com a implementação de sistemas de gestão ambiental na construção e operação de shoppings center. Quando tudo parecia caminhar bem, eis que surge mais um desafio, fui “picada” pelo bichinho da inquietação. Foram quatro anos em contato com os lojistas, e fiquei tentada a ser dona do meu próprio negócio.

Mais uma vez, decidi assumir o risco. Foram muitas pesquisas, muito suor e noites em claro para tomar uma decisão. Acabei optando por abrir uma franquia e respeitando o meu propósito, escolhi um segmento importante para a qualidade de vida das mulheres. Posso afirmar que esta foi a minha melhor escola, pois além de aprender a administrar um negócio, aprendi a ser uma pessoa melhor, a ter resiliência, tolerância e mais empatia.

Foi muito bom ter experimentado, pois assim foi possível identificar que não era isso que eu queria. Então decidi voltar ao mercado de trabalho, e durante as minhas buscas identifiquei uma oportunidade em uma empresa do segmento químico. Na verdade, a vaga era para uma Fundação empresarial, a qual, foi instituída e é mantida por esta empresa. Até aquele momento, nunca havia pensado em trabalhar no terceiro setor; e foi aí que decidi arriscar mais uma vez.

E quer saber? Que sorte que tive em aceitar esta oportunidade! Era tudo o que eu queria, pois, além de atuar efetivamente na construção de um mundo melhor, ainda estaria contando com a infraestrutura do ambiente corporativo para potencializar tudo isso. Já faz quase sete anos que estou nesta Fundação. Iniciei a minha carreira como analista pleno, e hoje, sou gerente da área de Sustentabilidade Aplicada, cuja principal atividade é o desenvolvimento de estudos para avaliar os impactos socioambientais das empresas, direcionando assim a tomada de decisões mais assertivas para a promoção do desenvolvimento sustentável.

Não posso deixar de falar sobre a experiência de poder trabalhar com pessoas que compartilham um mesmo propósito, aprendo muito a cada dia – com este time diverso na forma de pensar, agir, gênero e formação. Lá, temos desde biólogos e engenheiros, até psicólogos, advogados e publicitários.

As decisões são sempre participativas, e as pessoas realmente se importam e se envolvem como se fossem donos da instituição. Além disso, diferente do ambiente corporativo, não há tanta competição entre as Fundações e Institutos, o que possibilita a constante troca de experiências, boas práticas e desenvolvimento de ações conjuntas entre as instituições. Neste contexto, vejo que as Fundações e Institutos possuem um papel super relevante na atração e retenção de talentos, quando se fala em propósito. Além disso, há uma grande oportunidade para que as empresas aprendam com este diferente formato de atuação do terceiro setor.

E é isso que eu quero: continuar atuando neste ambiente, e poder contribuir para a evolução deste setor. Pelo menos por hora, pois assim como sinalizei no início desta reflexão, há muitas possibilidades neste mundão, e não sabemos quando e como iremos sentir vontade de seguir com a nossa busca novamente. O importante é sabermos de fato qual é o nosso propósito, e estarmos sempre dispostos a buscá-lo. Afinal, é certo que não podemos mudar a direção dos ventos, mas com certeza podemos mudar a direção das velas e sermos os capitães de nossas próprias vidas.

Juliana Silva é gerente de Sustentabilidade Aplicada da Fundação Espaço ECO®

Conta bancária para doações é aberta para ajudar a salvar o Beneficência Portuguesa

Conta bancária para doações é aberta para ajudar a salvar o Beneficência Portuguesa

Cidade Comportamento Destaque Porto Alegre Saúde
 O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul lidera uma campanha que visa arrecadar verbas para ajudar a saldar as dívidas do Hospital Beneficência Portuguesa, em Porto Alegre. Com contas e salários de trabalhadores em atraso, a instituição entrou em colapso e está à beira da falência. Para evitar o fechamento das portas da casa centenária, diferentes entes públicos decidiram aderir à causa.

O presidente do Simers, Paulo de Argollo Mendes, está otimista. Conforme ele, acontecimentos registrados nos últimos dias trouxeram esperança para a unidade de saúde. Pelo menos quatro hospitais de Porto Alegre estão dispostos a assumir a direção do local. A Universidade Federal de Ciências da Saúde (UFCSPA) também busca uma parceria para transformar o local em um hospital-escola.

Além disso, uma comissão vai ser organizada por um dos seis hospitais de excelência em atividade no Estado para passar um “pente-fino” no Beneficência, desde a organização financeira do espaço até as condições estruturais e de atendimento. À parte, uma auditoria nas contas do hospital já está sendo realizada, a fim de encontrar os problemas que levaram à derrocada da instituição.

Por fim, a criação de uma linha de crédito especial está em tratativas com o Banrisul e a Caixa. Caso seja aprovado, o financiamento de um elevado valor pode ser destinado ao Beneficência mediante carência de dois anos para o início do pagamento, permitindo que a casa possa se reestruturar financeiramente e voltar a se autogerir.

“As perspectivas são muito boas e consistentes. Temos possibilidade concreta de salvar o hospital”, finalizou, comemorando, o presidente do Simers.

Conta corrente para auxiliar o Beneficência Portuguesa

Banco Banrisul
Agência 0100
Conta 06.205518.7-4
CNPJ 92.740.539/0001-03                   (Ananda Müller/Rádio Guaíba)

SEBRAE/RS promove palestra online sobre eSocial

SEBRAE/RS promove palestra online sobre eSocial

Agenda Comportamento Destaque Direito

A partir do segundo semestre de 2018 será obrigatória a adoção do eSocial pelas micro e pequenas empresas. O novo sistema de registro visa reduzir custos e tempo dos negócios na hora da contabilidade fiscal. Para auxiliar os empreendedores a compreenderem as mudanças, o SEBRAE/RS promove, no dia 20 de dezembro, a palestra online “eSocial: Sua empresa está preparada?”. O evento gratuito será a partir das 14h. Mais informações e inscrições no site: https://goo.gl/mfy3mP.

O eSocial foi desenvolvido pelo Governo Federal para diminuir custos e tempo das empresas na hora de executar 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. A partir do início da obrigatoriedade e da efetiva prestação das informações pelas empresas, será possível perceber os efeitos da desburocratização.

O gestor de Soluções do SEBRAE/RS Saulo Roberto Henrich Morschel informa que a palestra online tem o objetivo de elucidar possíveis questionamentos dos empreendedores com essa mudança. “Para isso, teremos duas especialistas que irão apresentar os pré-requisitos, as mudanças e tirar dúvidas a respeito do processo”, revela.

Quem são as palestrantes:

Catiuce Dias Lopes
Mestranda em Direito Tributário, com formação em Ciências Jurídicas e Sociais, especialização em Direito Processual Civil e cursando Gestão de Tributos e Planejamento Tributário Estratégico. Atualmente é coordenadora das Oficinas Práticas de Gestão de Tributos na PUCRS. Possui experiência em escritórios de advocacia e prestou serviços de assistência jurídica na Justiça Federal.

Ivi Luana Testa
Mestranda em Auditoria Internacional e gestão administrativa, especialização em Gestão de Tributos e Planejamento Tributário Estratégico, MBA em Gestão Financeira e Controladoria com formação em administração de empresas e ciências contábeis. Atualmente é sócia proprietária da TestaCon Contabilidade, diretora financeira e sócia da Testa Engenharia e Representações. Teve experiência internacional como 2ª contadora responsável do Grupo Empresarial Mazzarela Nápole/IT.

Vai pegar a estrada no Natal ou no Ano Novo? Confira 5 dicas para viajar com segurança

Vai pegar a estrada no Natal ou no Ano Novo? Confira 5 dicas para viajar com segurança

Agenda Comportamento Destaque
Este período de festas é muito comum a família se reunir para aproveitar o feriado ou as férias para escapar do caos da cidade grande e fugir da rotina para descansar. Milhões de brasileiros pegam a estrada e partem para a praia, serra ou até mesmo a casa de algum parente no interior.

Mas antes da viagem, é importante ficar atento a alguns detalhes para evitar dores de cabeça. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o 4º país com mais mortes no trânsito na América. O gerente de negócios frota da ValeCard, Leandro Ferraz, mostra 5 dicas para viajar com segurança e garantir uma viagem tranquila. Confira:

1- Faça a revisão do seu carro com antecedência

É importante sempre checar o nível de água e óleo, o funcionamento dos freios, dos faróis e da suspensão, o estado dos pneus, a parte elétrica, com as luzes de freios, piscas, lanterna, faróis e painel e o nível do tanque de combustível, além dos documentos do carro e da habilitação.

2- Cuide-se: Alimente-se bem e esteja descansado

Dê preferência a comidas leves e evite alimentos que você não tem o costume de comer. E vale aquele alerta de sempre. Nunca beba e dirija.  Também é importante descansar. Dirigir cansado ou com sono é tão perigoso quanto estar alcoolizado. Se for o caso, pare o carro e descanse.

3- Use o cinto de segurança

O uso do cinto de segurança é obrigatório para todos os ocupantes do veículo. Em caso de acidentes, o cinto pode ajudar a salvar vidas.

4- Respeite os limites de velocidade

Muitos acidentes acontecem porque motoristas não respeitam os limites de velocidade ou tentam fazer ultrapassagens perigosas. Lembre-se. É melhor ir mais devagar e chegar inteiro do que acelerar seu veículo e correr riscos.

5- Dirija com segurança

Mantenha sempre a distância de segurança para evitar acidentes com freadas bruscas. Para ter tempo de reação, o ideal é ter 3 segundos para o carro da frente. Use também os avisos de luz e lembre-se que o uso de faróis é obrigatório na estrada. Por último, não jogue lixo pela janela. Além da falta de educação, a atitude ainda pode causar acidentes.

11,5 milhões de consumidores devem fazer compras de última hora neste Natal, estimam SPC Brasil e CNDL

11,5 milhões de consumidores devem fazer compras de última hora neste Natal, estimam SPC Brasil e CNDL

Agenda Comportamento Negócios Notícias

Como acontece em todo ano, muitos consumidores brasileiros devem deixar as compras de Natal para a última hora. Através de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país estima-se que 11,5 milhões de pessoas irão comprar os presentes apenas uma semana antes do Natal, o que corresponde a 9% de consumidores que têm a intenção de presentear alguém neste fim de ano.

A pesquisa mostra que a maioria (41%) tinha a intenção de comprar os presentes na primeira quinzena de dezembro e 24% durante novembro. Já entre os que vão comprar uma semana antes do Natal, a principal justificativa para 52% é que preferem esse período para ver se conseguem alguma promoção boa e, dessa forma, conseguir economizar. Já 15% afirmam que só recebem o pagamento perto do Natal e 10% devido à falta de tempo. Outros 9% estão esperando a parcela do 13º salário.

“Deixar as compras natalinas para a última hora nem sempre é uma escolha acertada para quem pretende economizar, principalmente”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Se o consumidor deixa para comprar muito em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços ou encontrar opções de produtos mais baratas e, consequentemente, fica mais exposto à gastos maiores, que podem comprometer o orçamento”, explica.

A economista aconselha: “O ideal é fazer uma lista de todos os presenteados, definir o quanto se pode gastar e levar o dinheiro contado. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto com a compra de outros presentes por impulso”.

Metodologia

As entrevistas se dividiram em duas partes. Inicialmente ouviu-se 1.632 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 600 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 2,4 e 4,0 pontos percentuais, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas