OPINIÃO: A crescente ameaça ao jornalismo em todo o mundo. Em muitos países, os jornalistas estão sendo alvo por causa do papel que desempenham na garantia de uma sociedade livre e informada; por A. G. Sulzberger, publisher of The New York Times

OPINIÃO: A crescente ameaça ao jornalismo em todo o mundo. Em muitos países, os jornalistas estão sendo alvo por causa do papel que desempenham na garantia de uma sociedade livre e informada; por A. G. Sulzberger, publisher of The New York Times

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O The New York Times publicou na sua edição impressa, site e redes sociais, um artigo do Publisher A. G. Sulzberger, que foi originalmente apresentado como palestra na Brown University.

 

 

 

Nossa missão no The New York Times é buscar a verdade e ajudar as pessoas a entender o mundo. Isso assume várias formas, desde investigações sobre abuso sexual que ajudaram a desencadear o movimento global #MeToo; a relatórios de especialistas que revelam como a tecnologia está remodelando todas as facetas da vida moderna; a comentários culturais importantes e contundentes, como quando proclamamos “o aperol spritz não é uma boa bebida”. Mas, em um momento em que o crescente nacionalismo está levando as pessoas a recuarem para dentro, um dos trabalhos mais importantes do The Times é brilhar para o exterior.

O Times tem o privilégio de ser uma das poucas organizações de notícias com recursos para cobrir o mundo em toda a sua complexidade. E com isso vem a responsabilidade de ir aonde a história está, não importa o perigo ou as dificuldades.

Todos os anos, colocamos repórteres em campo em mais de 160 países. Estamos no Iraque e no Afeganistão, cobrindo a violência e a instabilidade provocadas por décadas de guerra. Estamos na Venezuela e no Iêmen, relatando como a corrupção e o conflito levaram à fome em massa. Estamos em Mianmar e na China, iludindo os monitores do governo para investigar a perseguição sistemática aos rohingya e uigures.

Essas atribuições trazem riscos consideráveis. Nos últimos anos, meus colegas sofreram ferimentos por minas terrestres, carros-bomba e acidentes de helicóptero. Eles foram espancados por gangues, sequestrados por terroristas e presos por governos repressivos. Quando militantes atacaram um shopping de Nairóbi, você pode ver nosso jornalista na multidão, porque ele era o único correndo em direção aos tiros.

Tendo coberto conflitos desde a Guerra Civil Americana, aprendemos com a experiência como apoiar e proteger nossos jornalistas em campo. Em qualquer ano, nosso orçamento da redação inclui financiamento para coletes à prova de balas, roupas de proteção e carros blindados. Desenvolvemos planos de segurança detalhados para tarefas de alto risco, e nossos próprios jornalistas se preparam obsessivamente. C. J. Chivers, um ex-fuzileiro naval que passou anos relatando guerra ao The Times, treinou-se para levantar o peso de seu fotógrafo, para que ele pudesse levar essa pessoa a segurança se essa pessoa fosse baleada ou atingida por estilhaços.

Aqueles de nós, liderando o Times, acham difícil não se preocupar, sabendo que temos colegas no local onde a guerra está acontecendo, as doenças estão se espalhando e as condições se deteriorando. Mas há muito tempo nos consolamos sabendo que, além de todos os nossos próprios preparativos e nossas próprias salvaguardas, sempre houve outra rede de segurança crítica: o governo dos Estados Unidos, o maior campeão mundial da imprensa livre.

Nos últimos anos, no entanto, algo mudou drasticamente. Em todo o mundo, uma campanha incansável tem como alvo jornalistas devido ao papel fundamental que desempenham na garantia de uma sociedade livre e informada. Para impedir que os jornalistas exponham verdades desconfortáveis ​​e responsabilizem o poder, um número crescente de governos se engaja em esforços abertos, às vezes violentos, para desacreditar seu trabalho e intimidá-los ao silêncio.

Este é um ataque mundial a jornalistas e jornalismo. Mais importante ainda, é um assalto ao direito do público de conhecer, sobre os principais valores democráticos, o próprio conceito de verdade. E talvez o mais preocupante, as sementes desta campanha foram plantadas aqui, em um país que há muito se orgulha de ser o mais feroz defensor da liberdade de expressão e da imprensa livre.

Deixe-me começar afirmando o óbvio: a mídia não é perfeita. Nós cometemos erros. Temos pontos cegos. Às vezes, enlouquecemos as pessoas.

Mas a imprensa livre é fundamental para uma democracia saudável e sem dúvida a ferramenta mais importante que temos como cidadãos. Ele capacita o público, fornecendo as informações necessárias para eleger líderes e a supervisão contínua para mantê-los honestos. Ela testemunha nossos momentos de tragédia e triunfo e fornece a linha de base compartilhada de fatos e informações comuns que unem as comunidades. Dá voz aos menos favorecidos e persegue obstinadamente a verdade para expor os erros e promover mudanças.

Também está sob grande e crescente pressão. Nas duas décadas desde que comecei a trabalhar no The Providence Journal, escrevendo sobre a vida cotidiana na pequena cidade de Narragansett, a imprensa enfrentou uma série de desafios existenciais em cascata.

O modelo de negócios baseado em publicidade que apoiava o jornalismo entrou em colapso, causando a perda de mais da metade dos empregos de jornalismo do país. Google e Facebook se tornaram os distribuidores mais poderosos de notícias e informações da história da humanidade, desencadeando acidentalmente uma enxurrada histórica de desinformação no processo. E um crescente aumento de esforços legais – desde processos de denúncias até processos por difamação – visa enfraquecer salvaguardas de longa data para jornalistas e suas fontes.

Em todo o mundo, a ameaça que os jornalistas enfrentam é muito mais visceral. O ano passado foi o ano mais perigoso já registrado para ser jornalista, com dezenas de mortos, centenas de presos e milhares de incontáveis ​​assediados e ameaçados. Esses incluem Jamal Khashoggi, que foi assassinado e desmembrado por assassinos sauditas, e Maksim Borodin, jornalista russo que morreu da varanda de seu apartamento, depois de revelar as operações secretas do Kremlin na Síria.

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Um manifestante no ano passado segurou um cartaz com uma foto do jornalista saudita Jamal Khashoggi do lado de fora do consulado saudita em Istambul, onde um esquadrão de ataque da Arábia Saudita o assassinou. Foto: Osman Orsal/Reuters


O trabalho árduo do jornalismo carrega riscos há muito, especialmente em países sem salvaguardas democráticas. Mas o que é diferente hoje é que essas ações brutais estão sendo passivamente aceitas e talvez até tacitamente encorajadas pelo presidente dos Estados Unidos.

Os líderes deste país entendem há muito tempo que a imprensa livre é uma das maiores exportações da América. Claro, eles reclamariam da nossa cobertura e cerrariam os segredos que trouxemos à luz. Mas, mesmo que a política interna e a política externa mudassem, um compromisso básico para proteger jornalistas e seus direitos permaneceria.

Quando quatro de nossos jornalistas foram espancados e mantidos reféns pelas forças armadas da Líbia, o Departamento de Estado desempenhou um papel crítico para garantir sua libertação. Intervenções como essa costumavam ser acompanhadas por um severo lembrete ao governo infrator de que os Estados Unidos defendem seus jornalistas.

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Na Líbia, em 2011, Lynsey Addario foi um dos quatro jornalistas do Times espancados e mantidos reféns durante a Primavera Árabe. Foto: John Moore/Getty Images
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Tyler Hicks, um fotógrafo, foi outro dos quatro jornalistas do Times mantidos reféns enquanto cobria a guerra civil da Líbia em 2011. Foto: John Moore/Getty Images

 

A atual administração, no entanto, retirou-se do papel histórico de nosso país como defensora da imprensa livre. Vendo isso, outros países estão mirando jornalistas com um crescente sentimento de impunidade.

Este não é apenas um problema para repórteres; é um problema para todos, porque é assim que líderes autoritários enterram informações críticas, ocultam a corrupção e até justificam o genocídio. Como o senador John McCain uma vez advertiu: “Quando você olha para a história, a primeira coisa que os ditadores fazem é desligar a imprensa”.

Para lhe dar uma ideia de como é este retiro, deixe-me contar uma história que nunca compartilhei publicamente antes. Dois anos atrás, recebemos uma ligação de um funcionário do governo dos Estados Unidos nos alertando sobre a prisão iminente de um repórter do New York Times com sede no Egito chamado Declan Walsh. Embora a notícia fosse alarmante, a ligação era realmente bastante comum. Ao longo dos anos, recebemos inúmeras advertências de diplomatas americanos, líderes militares e oficiais de segurança nacional.

Mas essa ligação em particular teve uma reviravolta surpreendente e angustiante. Soubemos que o funcionário estava transmitindo esse aviso sem o conhecimento ou permissão do governo Trump. Em vez de tentar parar o governo egípcio ou ajudar o repórter, acreditava o funcionário, o governo Trump pretendia se sentar nas informações e permitir que a prisão fosse realizada. O funcionário temia ser punido por nos alertar sobre o perigo.

Incapaz de contar com o nosso próprio governo para impedir a prisão ou ajudar a libertar Declan se ele estivesse preso, procuramos ajuda em seu país natal, a Irlanda. Em uma hora, diplomatas irlandeses viajaram para sua casa e o escoltaram em segurança até o aeroporto antes que as forças egípcias pudessem detê-lo.

Detestamos imaginar o que teria acontecido se esse oficial corajoso não tivesse arriscado sua carreira para nos alertar sobre a ameaça.

[Leia o relato de Declan Walsh sobre este incidente.]

Dezoito meses depois, outro de nossos repórteres, David Kirkpatrick, chegou ao Egito e foi detido e deportado em aparente retaliação por expor informações embaraçosas ao governo egípcio. Quando protestamos, uma autoridade sênior da Embaixada dos Estados Unidos no Cairo expressou abertamente a visão cínica do mundo por trás da tolerância do governo Trump a essas repressões. “O que você esperava que acontecesse com ele?”, Ele disse. “Seus relatórios fizeram o governo parecer ruim.”

Desde que assumiu o cargo, o presidente Trump twittou sobre “notícias falsas” quase 600 vezes. Seus alvos mais frequentes são organizações de notícias independentes, com um profundo comprometimento em relatar de maneira justa e precisa. Para ser absolutamente claro, o The Times e outras organizações de notícias são um jogo justo de críticas. O jornalismo é uma empresa humana, e às vezes cometemos erros. Mas também tentamos controlar nossos erros, corrigi-los e nos dedicar todos os dias aos mais altos padrões do jornalismo.

Mas quando o presidente nega “notícias falsas”, ele não está interessado em erros reais. Ele está tentando deslegitimar notícias reais, descartando relatórios factuais e justos como invenções politicamente motivadas.

Então, quando o The Times revela as práticas financeiras fraudulentas de sua família, quando o The Wall Street Journal revela o dinheiro pago a uma estrela pornô, quando o Washington Post revela a autonegociação de sua fundação pessoal, ele pode evitar a responsabilização simplesmente descartando as reportagens como “notícias falsas” . ”

Embora todas essas histórias – e inúmeras outras que ele chamou de falsas – tenham sido confirmadas como precisas, há evidências de que seus ataques estão atingindo o efeito pretendido: uma pesquisa recente descobriu que 82% dos republicanos agora confiam mais no presidente Trump do que confiam no meios de comunicação. Um dos apoiadores do presidente foi recentemente condenado por enviar explosivos à CNN, um dos alvos mais frequentes da acusação de “notícias falsas”.

Mas, ao atacar a mídia americana, o presidente Trump fez mais do que minar a fé de seus próprios cidadãos nas organizações de notícias que tentam responsabilizá-lo. Ele efetivamente concedeu aos líderes estrangeiros permissão para fazer o mesmo com os jornalistas de seus países e até deu a eles o vocabulário com o qual fazê-lo.

Eles abraçaram ansiosamente a abordagem. Meus colegas e eu recentemente pesquisamos a propagação da frase “notícias falsas” e o que descobrimos é profundamente alarmante: nos últimos anos, mais de 50 primeiros-ministros, presidentes e outros líderes de governo nos cinco continentes usaram o termo “fake news” para justificar níveis variados de atividade anti-imprensa.

A frase foi usada pelo primeiro-ministro Viktor Orban, na Hungria, e pelo presidente Recep Tayyip Erdogan, na Turquia, que aplicaram multas maciças para forçar organizações de notícias independentes a vender para os leais ao governo. Ele foi usado pelo presidente Nicolás Maduro, na Venezuela, e pelo presidente Rodrigo Duterte, nas Filipinas, que atacaram a imprensa por liderar sangrentas repressões.

Em Mianmar, a frase é usada para negar a existência de um povo inteiro que é alvo sistematicamente de violência para forçá-lo a sair de seu país. “Não existe Rohingya”, disse um líder em Mianmar ao The Times. “São notícias falsas.”

A frase foi usada para prender jornalistas nos Camarões, para suprimir histórias sobre corrupção no Malawi, para justificar um apagão das mídias sociais no Chade, para impedir que organizações de notícias estrangeiras operem no Burundi. Ele tem sido usado pelos líderes de nossos aliados de longa data, como México e Israel. Ele tem sido usado por rivais de longa data, como Irã, Rússia e China.

Ele foi usado por líderes liberais, como o primeiro ministro da Irlanda, Leo Varadkar. Tem sido usado por líderes de direita, como o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Ao lado do presidente Bolsonaro no Jardim de Rosas, o presidente Trump disse: “Estou muito orgulhoso de ouvir o presidente usar o termo ‘notícias falsas'”.

Nossos correspondentes estrangeiros sofreram o armamento da acusação de “notícias falsas” em primeira mão. No ano passado, Hannah Beech, que cobre o sudeste da Ásia, estava em um discurso do primeiro-ministro Hun Sen do Camboja. No meio de suas observações, Hun Sen pronunciou uma única frase em inglês: “The New York Times”. Ele disse que o Times era tão tendencioso que recebeu um prêmio de ‘fake news’ pelo presidente Trump, e ele ameaçou que, se nossa história não apoiasse sua versão da verdade, haveria consequências. Hannah sentiu uma hostilidade crescente na multidão de milhares quando o primeiro-ministro a procurou e advertiu: “O povo do Camboja se lembrará de seu rosto”.

Eu levantei essas preocupações com o presidente Trump. Eu disse a ele que esses esforços para atacar e reprimir o jornalismo independente é o que os Estados Unidos estão inspirando agora no exterior. Embora tenha ouvido educadamente e manifestado preocupação, ele continuou a aumentar sua retórica anti-imprensa, que alcançou novos patamares ao fazer campanha pela reeleição.

O presidente Trump não está mais satisfeito em deslegitimar relatórios precisos como “notícias falsas”. Agora, ele começou a demonizar os próprios repórteres, chamando-os de “o verdadeiro inimigo do povo” e até acusando-os de traição. Com essas frases, ele não apenas inspirou governantes autocráticos ao redor do mundo, como também os estimulou.

A frase “inimigo do povo” tem uma história particularmente brutal. Foi usado para justificar execuções em massa durante a Revolução Francesa e o Terceiro Reich. E foi usado por Lenin e Stalin para justificar o assassinato sistemático de dissidentes soviéticos.

A acusação de traição é talvez a mais séria que um comandante em chefe pode fazer. Ao ameaçar processar jornalistas por crimes inventados contra seu país, o presidente Trump concede aos líderes repressivos licença implícita para fazer o mesmo.

Nos Estados Unidos, a Constituição, o Estado de Direito e uma mídia ainda robusta atuam como uma restrição. Mas no exterior, líderes estrangeiros podem silenciar jornalistas com eficácia alarmante.

Nick Casey, repórter do Times que foi repetidamente ameaçado e, por fim, barrado da Venezuela por reportagens agressivas sobre o brutal regime de Maduro, enfatizou o quanto as consequências mais sérias podem ser para os jornalistas locais. “Se é isso que os países são capazes de fazer comigo, como repórter do Times, o que eles são capazes de fazer com seus próprios cidadãos?”, Perguntou ele. Muito pior. E eu já vi isso. ”

Mesmo quando nos preocupamos com os perigos que nossos próprios repórteres enfrentam, esses perigos geralmente diminuem em comparação com o que os corajosos jornalistas locais enfrentam em todo o mundo. Eles buscam a verdade e relatam o que descobrem, sabendo que eles e seus entes queridos são vulneráveis ​​a multas, prisões, espancamentos, tortura, estupro e assassinato. Esses repórteres são os soldados da linha de frente na batalha pela liberdade de imprensa e são os que pagam o maior preço pela retórica anti-imprensa do presidente Trump.

Os casos de intimidação e violência que discutimos hoje são apenas alguns dos que conhecemos. Em qualquer dia, histórias semelhantes estão se desenrolando em todo o mundo, muitas das quais nunca aparecerão ou serão gravadas. Em muitos lugares, o medo de represálias é grande o suficiente para causar um efeito assustador – as histórias não são publicadas, os segredos permanecem ocultos, as más ações continuam encobertas.

Este é um momento perigoso para o jornalismo, a liberdade de expressão e o público informado. Mas os momentos e lugares em que é mais difícil e perigoso ser jornalista são os momentos e lugares em que o jornalismo é mais necessário.

Um tour pela história de nossa nação lembra que o papel da imprensa livre tem sido uma das poucas áreas de consenso duradouro, transcendendo partido e ideologia por gerações. Thomas Jefferson escreveu que “a única segurança de todos está na imprensa livre”. John F. Kennedy chamou a imprensa livre de “inestimável” porque “sem debate, sem críticas, nenhum governo e nenhum país podem ter sucesso – e nenhuma república pode sobreviver.” Ronald Reagan foi ainda mais longe, dizendo: “Não há ingrediente mais essencial do que uma imprensa livre, forte e independente para o nosso sucesso contínuo no que os pais fundadores chamaram de ‘nobre experimento’ em autogoverno”.

Apesar dessa tradição de presidentes americanos defenderem a imprensa livre, não acredito que o presidente Trump tenha intenção de mudar de rumo ou silenciar seus ataques a jornalistas. Se a história recente é um guia, ele pode apontar para meus comentários hoje e afirmar que o Times tem uma vingança política contra ele. Para deixar claro, não estou desafiando a imprudência do presidente por causa de seu partido, ideologia ou crítica ao The Times.

Estou soando o alarme porque as palavras dele são perigosas e têm consequências reais no mundo todo. Mas, mesmo que o presidente ignore esse alarme e continue nesse caminho, há etapas importantes que todos nós podemos tomar para proteger a imprensa livre e apoiar aqueles que dedicam suas vidas a buscar a verdade em todo o mundo.

Começa com o entendimento das apostas. A Primeira Emenda serviu como padrão-ouro do mundo para a liberdade de expressão e a imprensa livre por dois séculos. Foi uma das chaves para um florescimento sem precedentes de liberdade e prosperidade neste país e, por meio de seu exemplo, em todo o mundo. Não podemos permitir que uma nova estrutura global, como o modelo repressivo adotado pela China, Rússia e outros, se estabeleça.

sso significa que, diante da crescente pressão, as organizações de notícias devem se apegar aos valores do grande jornalismo – justiça, precisão, independência – enquanto se abrem para que o público possa entender melhor nosso trabalho e seu papel na sociedade. Precisamos continuar perseguindo as histórias que importam, independentemente de terem tendências no Twitter. Não podemos permitir-nos ser atraídos ou aplaudidos para nos tornarmos a oposição ou líder de torcida de alguém. Nossa lealdade deve ser aos fatos, não a qualquer partido ou líder, e devemos continuar a seguir a verdade aonde quer que ela leve, sem medo ou favor.

Mas a responsabilidade de defender a imprensa livre se estende além das organizações de notícias. As comunidades empresariais, acadêmicas e sem fins lucrativos, que dependem do fluxo livre e confiável de notícias e informações, também têm a responsabilidade de recuar nessa campanha. Isso é particularmente verdadeiro para gigantes da tecnologia como Facebook, Twitter, Google e Apple. Seu histórico de resistir a governos no exterior é irregular, na melhor das hipóteses; muitas vezes fecharam os olhos à desinformação e, às vezes, permitiram a supressão do jornalismo real. Mas à medida que avançam ainda mais na criação, comissionamento e distribuição do jornalismo, eles também têm a responsabilidade de começar a defender o jornalismo.

Nossos líderes políticos também precisam acelerar. Os eleitos para defender nossa Constituição traem seus ideais quando minam a imprensa livre para obter ganhos políticos de curto prazo. Os líderes de ambas as partes devem apoiar o jornalismo independente e combater os esforços anti-imprensa em casa e no exterior.

Aqui nos Estados Unidos, isso significa rejeitar esforços como ações judiciais frívolas e investigações direcionadas a vazamentos governamentais que visam acalmar relatórios agressivos. E em todo o mundo, significa opor-se aos inúmeros esforços em andamento para atacar, intimidar e deslegitimar os jornalistas.

Finalmente, nenhum desses esforços fará diferença, a menos que você levante a voz. Preocupe-se com a origem e a forma como as notícias são produzidas. Encontre organizações de notícias confiáveis ​​e habilite o trabalho árduo e caro dos relatórios originais comprando uma assinatura. Apoie organizações como o Comitê para a Proteção de Jornalistas e Repórteres Sem Fronteiras, que defendem jornalistas em risco em todo o mundo. Acima de tudo, crie um lugar para o jornalismo em sua vida cotidiana e use o que aprender para fazer a diferença.

O verdadeiro poder de uma imprensa livre é um cidadão informado e engajado. Acredito no jornalismo independente e quero que ele prospere. Acredito neste país e em seus valores, e quero que os cumpramos e os ofereçamos como modelo para um mundo mais livre e justo.

Os Estados Unidos fizeram mais do que qualquer outro país para popularizar a idéia de liberdade de expressão e defender os direitos da imprensa livre. Chegou a hora de lutarmos por esses ideais novamente.

A. G. Sulzberger*A. G. Sulzberger, Publisher do The New York Times.

O Times está comprometido em publicar uma diversidade de cartas ao editor. Gostaríamos de ouvir o que você pensa sobre este ou qualquer um de nossos artigos. Aqui estão algumas dicas. E aqui está o nosso e-mail: letters@nytimes.com.

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Clique aqui para ler o artigo diretamente no The New York Times.

 

Porto Alegre: Guarda Municipal recebe capacitação para abordagem à tentativa de suicídio

Porto Alegre: Guarda Municipal recebe capacitação para abordagem à tentativa de suicídio

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Agentes da Guarda Municipal foram capacitados para abordagem técnica à tentativa de suicídio nesta sexta-feira, 27, na Orla Moacyr Scliar. A psicóloga da Secretaria Municipal de Segurança (SMSeg), Paula Rodrigues Morroni , ensinou ao grupo de 15 agentes técnicas de identificação de atitudes de pessoas com ideias suicidas.

“Tratamos de questões que facilitam o acolhimento para que a intervenção seja feita de maneira adequada. E um processo diferente do que a Guarda está acostumada a fazer, pois utiliza mais técnicas operacionais no seu dia-a-dia. Qual a melhor fala, a melhor conduta, como conduzir essa pessoa e qual o serviço mais adequado para se buscar para evitar que a pessoa tire a própria vida”, explica a profissional.

Para o secretário municipal de Segurança, Rafael Oliveira, essa ação é de extrema relevância, pois ajudará os guardas a identificarem possíveis pessoas que queiram cometer o suicídio. “Aquele que quer tirar a própria vida sempre avisa, de um jeito ou de outro, pois até mesmo um gesto corporal pode ser um sinal de que pretende cometer o suicídio. E nesse Setembro Amarelo, a Guarda Municipal não poderia ficar de fora dessa campanha tão importante já que a nossa atividade é preservar vidas”, observa.

A atividade é alusiva ao Setembro Amarelo, campanha brasileira de prevenção ao suicídio. A iniciativa busca promover, durante o mês, eventos que abram espaço para debates e divulgação do tema, alertando a população sobre a importância de sua discussão.

Oca de Savóia apresenta novo momento da empresa com foco em responsabilidade social

Oca de Savóia apresenta novo momento da empresa com foco em responsabilidade social

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Empresa 100% gaúcha, a Oca de Savóia é a maior rede de franquias de pizzarias slice (modelo pizza em fatias) do Brasil, com operações no Rio Grande do Sul e uma loja em Campinas (SP). A marca apresenta um novo momento do negócio, que está em plena expansão, e repensa a sua comunicação e integração dos steakholders através de um conceito focado em responsabilidade social.

Capitaneada por três sócios, dois executivos e um investidor, de 2013 até o momento, a Oca saiu de quatro operações para mais de 20 franquias com mais de 44 pontos de vendas distribuídos entre estádios, shoppings e lojas de rua. Ainda no mês de setembro, três lojas estão sendo inauguradas: uma em Ijuí e duas na capital gaúcha, nos bairros Centro e Cidade Baixa. “Nosso plano de expansão prevê dois cenários, o primeiro é crescer mais 35 lojas até o final de 2020 (com aquisição de outra rede concorrente) ou mais 20 lojas até o final do ano, que vem sem a aquisição. Existem oportunidades de franquias para regiões Sul e Sudeste do Brasil”, revela o CEO Fábio Xavier.

A Oca sempre acreditou no propósito de ajudar crianças em situação de vulnerabilidade. E para desenvolver ações que comuniquem a nova fase da rede, se aproximou da Smile Flame –que cria e produz projetos de impacto social para empresas. Entre as ideias apresentadas na convenção da marca, que ocorreu em maio desse ano, os franqueados da rede escolheram a Bike Hunters, ação que vai convocar um mutirão de ciclistas e clientes voluntários para realizar uma grande operação de entrega de pizzas em instituições, orfanatos e casas de acolhimento que cuidam de crianças. Para viabilizar o projeto, 50 centavos de cada pizza vendida estão sendo arrecadados desde o dia 1º de junho de 2019.

“Acreditamos no poder da iniciativa privada, que deve assumir sua responsabilidade frente as necessidades básicas que as crianças (que são nosso futuro) demandam num país tão desigual como o nosso. Queremos mudar a realidade das comunidades onde atuamos e inspirar mais empresas e o poder público a fazerem sua parte e mudar de vez a situação social do Brasil. Esperamos transformar muitas vidas com nosso propósito”, comenta Fábio.

Porto Alegre: Simpósio da Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre debate Formas Extremas de Padecimento Psíquico na Infância e Adolescência

Porto Alegre: Simpósio da Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre debate Formas Extremas de Padecimento Psíquico na Infância e Adolescência

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Sabemos que cada ser humano é singular, é único na sua maneira de sentir e de se expressar. Mas também sabemos que somos profundamente afetados pelo espírito da época em que vivemos. Nesse sentido, as múltiplas e contrastantes circunstâncias do momento atual têm se mostrado um solo fértil tanto para o desenvolvimento de potenciais criativos, quanto para o empobrecimento das capacidades de pensamento e enfraquecimento da resistência aos desafios e tensões permanentemente apresentados.

Simpósio SPPAQuando experiências de fragmentação, descontinuidade, vulnerabilidade, perda do sentimento de esperança e sentido da vida, afetam dramaticamente o desenvolvimento psíquico de crianças e adolescentes, o campo da saúde mental vê-se convocado a atuar no enfrentamento desse difícil desafio. Como ajudar a ressignificar a vivência de vazio e a desesperança que tão cedo se instala na subjetividade de muitos jovens? Tentativas de suicídio em jovens têm sido um tema suficientemente estudado, discutido, compreendido?

Consoante com essas preocupações, a Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre (SPPA) realizará nos dias 12,13 e 14 de setembro o XXI Simpósio da Infância e Adolescência. Terá como título e mote das conferências e debates o tema: Formas Extremas de Padecimento Psíquico na Infância e Adolescência.

Contará com a presença de dois convidados, o psicanalista Alberto Cesar Cabral, da Associação Psicanalítica Argentina que tratará do tema relacionado aos padecimentos extremos em crianças e adolescentes. Também contará com a participação de Analia Wald, da Associação Psicanalítica Argentina, cuja experiência com ambientes de alta vulnerabilidade social, incluindo seus conhecimentos no campo das dificuldades de aprendizagem e trabalho em saúde mental hospitalar será mais uma oportunidade de ampliar o debate sobre o tema proposto.

Setembro Amarelo: TRF4 é iluminado na cor da campanha. A cor é utilizada no mundo todo como símbolo da luta contra o suicídio

Setembro Amarelo: TRF4 é iluminado na cor da campanha. A cor é utilizada no mundo todo como símbolo da luta contra o suicídio

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O prédio do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, está iluminado com a cor amarela, em adesão à campanha Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio. Dentro do tribunal, uma ação colocou potes com mensagens de superação e motivação em áreas de maior circulação. Iniciado em 2015, o Setembro Amarelo é uma campanha brasileira criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria. O mês foi escolhido porque hoje (10/9) é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.

O uso da cor amarela nas campanhas contra o suicídio começou com a criação da Fundação Yellow Ribbon (Fita Amarela), em 1994, que tinha por objetivo lutar contra esse mal. A cor faz referência a um jovem do Colorado (EUA), que se matou aos 17 anos de idade. Ele tinha um Ford Mustang amarelo e foi encontrado sem vida dentro do automóvel. Hoje, a fita amarela é utilizada no mundo todo como símbolo da luta contra o suicídio.

Durante este mês, estão sendo realizadas ações em todo o país para chamar a atenção da população sobre o tema. Prédios e locais públicos são iluminados com a cor amarela. O enfoque em 2019 é a prevenção do suicídio entre jovens e adolescentes, faixa etária em que mais cresceram os índices.

Conforme o site do CVV, a cada 45 minutos um brasileiro tira a própria vida. No mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 40 segundos uma pessoa se suicida. Com o slogan ‘Falar é a melhor solução’, a campanha afirma que “desabafar e falar sobre os sentimentos sem receber críticas é um meio de evitar que se pense na morte como solução para as dores”.

O CVV é um serviço disponível a toda a população brasileira, que realiza apoio emocional, atendendo voluntária e gratuitamente qualquer pessoa que deseje conversar, sob total sigilo, por telefone (188), email chat 24 horas todos os dias.

Top Ser Humano 2019 e Top Cidadania 2019: ABRH premia 46 pessoas, entidades e empresas nas categorias Organização e Conhecimento. Confira a lista completa dos agraciados com os Troféus

Top Ser Humano 2019 e Top Cidadania 2019: ABRH premia 46 pessoas, entidades e empresas nas categorias Organização e Conhecimento. Confira a lista completa dos agraciados com os Troféus

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A Associação Brasileira de Recursos Humanos, Seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS) divulga os resultados dos prêmios Top Ser Humano 2019 e o Top Cidadania 2019, reconhecidos como cobiçadas e importantes distinções gaúchas na área de gestão de pessoas e cidadania. São, ao todo, 46 premiados – 37 no Top Ser Humano e 9 no Top Cidadania. Durante a cerimônia de premiação, que ocorre no dia 2 de outubro, no Grêmio Náutico União, em Porto Alegre, o diretor-geral da ICH Administração de Hotéis, que detém as marcas Intercity Hotels e Yoo2, Alexandre Gehlen será homenageado como Personalidade Top Ser Humano 2019. A Unimed Noroeste/RS, agraciada no Top Ser Humano, e o Banco de Alimentos de Porto Alegre, premiado no Top Cidadania, serão condecorados também com o Prêmio Mérito, concedido para organizações que são premiadas cinco vezes em um período de seis anos.

presidente da ABRH-RS, Crismeri Delfino CorrêaPara a presidente da ABRH-RS, Crismeri Delfino Corrêa, as premiações disseminam práticas de excelência no cenário corporativo que estimulam a qualidade de vida dos colaboradores, além de incentivar ações inovadoras de gestão de pessoas. “Propor iniciativas como os cases vencedores do Top Ser Humano e do Top Cidadania agregam valor às organizações e à sociedade, tendo em vista que profissionais valorizados aumentam a produtividade, além de compreender e abraçar o propósito e a cultura empresarial”, afirma Crismeri. O Top Ser Humano foi criado em 1993 para reconhecer iniciativas que valorizam o ser humano como diferencial estratégico para o crescimento das pessoas e das empresas. Já o prêmio Top Cidadania, criado em 2001, reconhece as ações sociais realizadas pelas organizações na comunidade gaúcha.

Personalidade Top Ser Humano 2019

AlexandreA ABRH-RS homenageia como a Personalidade Top Ser Humano 2019, o diretor-geral da ICH Administração de Hotéis, que detém as marcas Intercity Hotels e Yoo2, Alexandre Gehlen. A distinção será concedida pela atuação de sucesso na trajetória de liderança na organização, que transformou em referência no segmento. “O Personalidade Top Ser Humano é a distinção de liderança íntegra que enaltece as pessoas e credita no fator humano um importante quesito para evolução empresarial. Gehlen, que fundou a o grupo em 1999, enquadra-se perfeitamente nesta posição, pois ao longo da trajetória empreendedora estruturou 40 hotéis e gere equipes espalhadas pelo Brasil e no Exterior que possibilitam disseminar um padrão de atendimento com qualidade, conforto e inovação aos clientes, unificando uma clara cultura empresarial, denominada Jeito de Ser ICH, baseada em valores que contribuem com o crescimento do negócio”, relata a presidente da ABRH-RS.

Gehlen é administrador de empresas com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral e com especialização em Hotelaria pela Escola Castelli, em Canela (RS). Concluiu sua formação em Hotelaria com estágios na Áustria e na Alemanha. Iniciou a atuação no ramo hoteleiro em 1989 e, dez anos depois, criou a ICH Administração de Hotéis, que detém as marcas Intercity Hotels, Yoo2 e em breve a bandeira hi!, na qual atua como Diretor-geral. Paralelamente atua como presidente do Conselho de Administração do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) e já atuou também como presidente da Visão – Agência de Desenvolvimento da Região das Hortênsias -, vice-presidente de Tecnologia da Informação do FOHB e como presidente do Conselho de Administração da Gramadotur.

CONFIRA OS VENCEDORES DO PRÊMIO TOP SER HUMANO 2019

Categoria Organização – Case vencedor

AGCO do Brasil – CoLab: Laboratório Colaborativo dos Estagiários da AGCO

Auxiliadora Predial Ltda. – Team Coaching: O coaching de equipes como ferramenta de desenvolvimento

Banrisul – Programa de Formação Banrisul: valorizando pessoas, compartilhando conhecimentos, construindo carreiras

Bruning Tecnometal – Programa de Estágio Bruning Tecnometal – Novas Perspectivas para o Desenvolvimento

Celulose Irani S/A – Programa SUPERA – o jeito IRANI de gerenciar competências e resultados

Centro Clínico Gaúcho – O empoderamento das lideranças através da gestão compartilhada CCG

Docile Alimentos – Coaching Sistêmico de Times: uma prática transformacional da liderança para a alta performance

Empresas Randon – Randon ExO – a disrupção para transformar a cultura por meio das pessoas

GKN do Brasil – Programa Gente que Faz GKN – Cultura do reconhecimento

Grupo RBS – Conexões: A rede interna em movimento para a transformação da RBS

Grupo SABEMI – Programa Integrar: Sua Carreira na SABEMI começa aqui!

Hospital de Caridade de Ijuí – Qualidade de vida no trabalho como estratégia de cuidado, engajamento e transformação

Hospital de Clínicas de Passo Fundo – Programa Sentir

Hospital Moinhos de Vento – O papel do líder na estratégia de comunicação

Hospital São Lucas da PUCRS – Pit Stop das Rop’s: Circuito do Conhecimento – Uma Nova Abordagem de Capacitação

HT Micron Semicondutores SA – Aprendendo do outro lado do mundo – Capacitação na Coreia do Sul

ICH Administração de Hotéis – Jeito de Ser ICH

Imunosul – Desafio-Chave – melhorias contínuas

InBetta – Consultoria Interna: Uma interação além das fronteiras do RH, conectando pessoas e resultados!

KingHost – GoKING

LAMACHIA Advogados Associados – Tradição e Inovação: Consolidando Resultados por meio da Gestão de Pessoas

Lojas Lebes – Natalzão dos Sonhos Lebes: uma cultura inspiradora que engaja pessoas

Maiojama Empreendimentos Imobiliários Ltda – RH nas Obras: Ajuste de comunicação e Cultura na Maiojama

Metadados – Força Tarefa

Oniz Distribuidora Ltda – Trilhas de Conhecimento como propulsora da nova Cultura Organizacional

Portocred SA Crédito, Financiamento e Investimento – Gestão da Mudança: reinventando o jeito Portocred de ser

Rede de Saúde Divina Providência – Projeto Qualidade de Vida do Cuidador através das Práticas Integrativas e Complementares

Senac-RS – Cultura Senac-RS: Minha vida é mudar vidas

SLC Máquinas – Programa Mentoring Técnico

STIHL – Ideia Plus: Valorizando a capacidade intelectual dos nossos colaboradores

Unimed Litoral Sul/RS – Programa Viver Bem

Unimed Noroeste/RS – Gestão do Clima Organizacional: prática estratégica para o desenvolvimento corporativo

Unimed Vale do Sinos – Engajamento dos profissionais para a segurança do paciente

Categoria Conhecimento – Case vencedor

Claudia Vergara – O engajamento ao trabalho em profissionais em Recursos Humanos

Mateus Dalmoro – Estruturando um Plano de Capacitação por Competências (PCComp) em uma Instituição Federal de Ensino Superior

Matheus Felipe – Melhores à diversidade? Análise sobre o posicionamento comunicacional das 5 melhores empresas para trabalhar, da GPTW Brasil

Sheila Sampaio – Relações interpessoais nas organizações: a Inteligência Espiritual como potencial para auxiliar os líderes nesse processo

CONFIRA A LISTA DOS VENCEDORES DO PRÊMIO TOP CIDADANIA 2019:

Categoria Organização – Case vencedor

Banco de Alimentos de Porto Alegre – Oficina do sabor e o impacto nutricional na saúde dos idosos

Centro de Inovação SESI em Fatores Psicossociais (CISFPS) – Centro de Inovação SESI: desenvolvimento soluções inovadoras em Fatores Psicossociais para a indústria brasileira

Fundação dos Bancos Sociais da FIERGS – Banco de Vestuários da FIERGS

Rede MARISTA – Projeto Laços: Fortalecendo Vínculos com as Unidades Sociais da Rede Marista

Sesc Comunidade – Capacitação em Boas Práticas de Manipulação de Alimentos: uma experiência junto a entidades sociais atendidas pelo Programa Mesa Brasil Sesc

Sesc/RS – Programa Sesc Envolva-se: promovendo a Sustentabilidade e a Geração de Trabalho e Renda

SOPRANO – Programa RECRIAR

Unicred Porto Alegre – A Doação como Promoção da Vida

Categoria Conhecimento – Case vencedor

Luziane Carvalho – MEU EU: um documentário poético que aborda a perspectiva dos indivíduos com Transtorno do Espectro Autista sobre a vida

Abin monitora o Sínodo  da Amazônia sem infiltrar agentes, afirma GSI

Abin monitora o Sínodo da Amazônia sem infiltrar agentes, afirma GSI

Comportamento Comunicação Mundo Notícias Segurança

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República informou, em documento oficial obtido pelo Estado, que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) não infiltrou agentes para espionar bispos da Igreja Católica na preparação do Sínodo da Amazônia. Segundo o GSI, a Abin acompanha o sínodo por meio de informações obtidas em fontes abertas e repassadas por outros órgãos federais.

Capturar
Augusto Heleno

“Movimento social, membros da igreja, comunidades indígenas e quilombolas, assentamentos rurais ou ONG não estão sendo monitorados por parte da Abin. Ocorre, no entanto, o acompanhamento por meio de fontes abertas para atualização de cenários e avaliação da conjuntura interna”, diz o documento, assinado pelo ministro Augusto Heleno. “Cabe à inteligência entender determinados fenômenos com fim exclusivo de averiguar seu potencial efeito lesivo à sociedade e ao Estado. Isso não se reflete, necessariamente, na realização no monitoramento de pessoas.”

Leia mais em O Estado de S.Paulo

Porto Alegre: Congresso Internacional de Psicologia debate diversidade sexual, dependência tecnológica e autismo

Porto Alegre: Congresso Internacional de Psicologia debate diversidade sexual, dependência tecnológica e autismo

Agenda Comportamento Notícias Porto Alegre Tecnologia Trabalho

O congresso vai discutir atualizações e novas abordagens sobre os mais diversos temas ligados ao atendimento psicológico individual, familiar, de casal e grupos. O luto, desregulação emocional, diversidade sexual, envelhecimento, autismo, atendimento pela internet, suicídio, dependência química, mindfulness, dependência tecnológica, novas abordagens da terapia de casal e sexualidade estão entre os temas dos debates e painéis.

O Centro de Estudos da Família e do Indivíduo (CEFI) completa 30 em 2019 trazendo para a capital gaúcha grandes nomes da psicologia internacional e nacional. Entre os convidados estão:

– Robert A. Neimeyer (EUA), Ph.D., professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Memphis, também atua como diretor do Instituto de Perda e Transição de Portland, que oferece treinamento e certificação em terapia de luto.

– Niklas Törneke (Suécia), MD, desde 1998, tem trabalhado principalmente com terapia de aceitação e compromisso (ACT). Sua experiência clínica varia de transtornos psiquiátricos, como a esquizofrenia, a transtornos de ansiedade e humor comuns, com alta prevalência na população geral.

– Iñigo Ochoa de Alda (Espanha) professor da Faculdade de Psicologia da Universidade do País Basco, tem doutorado em distúrbios alimentares e é psicoterapeuta de família e criança. Alda ainda é presidente da Associação Basca de Dinâmica e Psicoterapia (AVAPSI) e vice-presidente da Federação Espanhola de Associações de Psicoterapia (FEAP).

– Fabian Oláz (Argentina) doutor em Psicologia, diretor do Laboratorio de Comportamiento Interpersonal (Facultad de Psicologia – Universidad Nacional de Córdoba/Argentina). Psicoterapeuta ACT e FAP com especialidade no modelo Matrix.

– Michel Reyes (México) doutor em Pesquisa Psicológica, autor de dois livros sobre regulação emocional a partir da estrutura da terapia comportamental dialética. Michel tem sido palestrante de trabalhos de pesquisa sobre terapias comportamentais contextuais em congressos mundiais.

– Ana Gomes (Portugal) presidente da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, terapeuta de casal e família, formadora, supervisora e autora de diversos artigos.

– Renata Brasil Araujo (Brasil – RS) doutora em psicologia. Coordenadora e supervisora dos Programas de Dependência Química e de Terapia Cognitivo-Comportamental do Hospital Psiquiátrico São Pedro. Professora de Terapia Cognitivo-Comportamental e sócia da Modus Cognitivo – Núcleo de Terapia Cognitivo-Comportamental

O Congresso vai acontecer de 18 a 21 de setembro no Hotel Embaixador, em Porto Alegre. Conheça a programação completa no site www.congressocefi.com.br.

Pedro Schestatsky ensina como viver mais e melhor no Instituto Ling

Pedro Schestatsky ensina como viver mais e melhor no Instituto Ling

Agenda Cidade Comportamento Destaque Saúde

Especialista em inovações e medicina do futuro, o neurologista Pedro Schestatsky estará no Instituto Ling em setembro falando sobre como viver mais e melhor. Utilizando uma linguagem acessível a todos os públicos, o médico apresentará a Medicina dos 5Pspreditivapreventiva,proativapersonalizada e parceira.

Em encontros às terças-feiras, nos dias 10 e 17, às 19h30, Schestatsky desmistificará os principais conceitos para a criação efetiva de saúde, trazendo conhecimento atualizado por meio de pesquisas de alto rigor científico. A atividade abordará temas como telômerosmapeamento genéticonutrição estilo de vida.

O neurologista gaúcho ficou nacionalmente conhecido após sua palestra TEDMED, em 2017, ao argumentar que a tecnologia não irá substituir os médicos no futuro, mas sim empoderar os pacientes para que cuidem melhor de si mesmos. Durante o curso no Instituto Ling, ele mostrará como é possível buscar a saúde em atividades do cotidiano, na cozinha, nas feiras de alimentos, no contato com a natureza e também ao transformar a tecnologia em uma aliada.

Pedro Schestatsky é professor da faculdade de Medicina da UFRGS com pós-doutorado em Harvard, com diversas experiências em centros de saúde da Califórnia. É também fundador da LIFELAB – Medicina de Precisão, que visa a criação da saúde com auxílio de tecnologias disruptivas e acessíveis.

As inscrições para o curso custam R$ 199,60 e podem ser feitas no site www.institutoling.org.br ou na recepção do centro cultural, localizado na Rua João Caetano, 440, no bairro Três Figueiras, em Porto Alegre.

SERVIÇO – CURSO

Medicina dos 5 Ps: a manutenção da saúde antes do tratamento de doenças

Com Pedro Schestatsky

Dias 10 e 17 de setembro, terças-feiras, às 19h30

Instituto Ling (Rua João Caetano, 440 – Três Figueiras – Porto Alegre/RS)

Duração total: 4 horas

Inscrições

R$ 199,60

Pontos de venda

Online: https://institutoling.org.br/agenda-cultural

Instituto Ling: de segunda a sexta-feira das 10h30 às 22h; sábados, das 10h30 às 20h.

Gramado receberá 3ª edição do Congresso Holístico Internacional

Gramado receberá 3ª edição do Congresso Holístico Internacional

Agenda Comportamento Destaque Saúde

O Congresso Holístico Internacional, evento que estreou em Gramado em 2018, terá sua 3ª edição nos dias 12, 13 e 14 de setembro, novamente na Caza Wilfrido. Marcado por temas internacionais, o Congresso promoverá mais uma vez um grande intercâmbio entre a cultura local e mais de seis países representados por palestrantes de renome e participantes do evento.

A terceira edição do Congresso Holístico Internacional promoverá experiências, vivências, workshops, músicas e técnicas variadas ligadas à ciência da espiritualidade, com temas como Prosperidade, Felicidade, Relacionamentos, Espiritualidade e Técnicas poderosas para Criar uma Nova Realidade, baseados na Física Quântica. Aliando conhecimento e sensibilidade, o Congresso proporcionará aos participantes momentos de troca, além de palestras, vivências, oficinas, workshops, meditações, yoga, rodas de conversas sobre sustentabilidade, bio arquitetura, nova educação e atendimentos terapêuticos, aprendizado e qualificação por meio de técnicas compartilhadas de forma leve e harmônica pelos palestrantes.

“A sustentabilidade tem um papel muito importante no evento, que prevê uma nova relação do homem com a natureza, iniciando com a sua própria natureza, e a sua relação com o corpo, sua sexualidade, o novo masculino e feminino”, explica Michele Farret Fruet Muniz, idealizadora do Congresso. Entre os 40 palestrantes já confirmados para o evento estão Robson Pinheiro, médium e o maior escritor espírita do cenário brasileiro, Beth Russo, Willian Sanches, Joel Aleixo, Patricia Missakian, fundadora do Instituto dos Registros Akáshicos, com sede em Los Angeles, no Estados Unidos, Zari Ferns da Inglaterra, Stefano Gradi da Itália, e Mônica Guerra de Portugal, uma das maiores atrações do Tedex.

Para mais informações e inscrições: www.congressoholistico.com.br