Psicólogo aponta que estar em meio à natureza pode ser uma solução para o vício em redes sociais

Psicólogo aponta que estar em meio à natureza pode ser uma solução para o vício em redes sociais

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Para muitos pode ser difícil resistir a dar aquela olhada no Facebook ou no Instagram na metade do expediente. A vontade de compartilhar fotos, notícias, músicas, memes engraçados ou até mesmo um textão de protesto pode surgir a qualquer momento. Afinal, a Rede social é para isso, certo? Porém, mais do que locais para trocar informações, as redes sociais permitem ver e ser visto, mas também podem ser viciantes e comprometer a vida no mundo real pelo excesso.
A chamada nomofobia (abreviatura de no mobile, sem celular em inglês), embora seja comportamental, é uma condição que, para algumas pessoas, causa a mesma sensação de necessidade, fissura e abstinência que a dependência química.

Linha tênue
O psicólogo e empreendedor Teuler Reis acredita que é preciso estabelecer limites para o uso da tecnologia: “Não tem como ficar imune ao encantamento provocado pelas mídias sociais. A transformação dos meios de comunicação é sem dúvida uma das maiores conquistas da humanidade. Porém a linha que divide o saudável e o doentio ficou tênue quando o assunto é o uso indiscriminado das redes sociais. Até mesmo para os especialistas fica difícil estabelecer o que é saudável. Fato é que uma pequena observação já é suficiente para ver que algo não vai bem. Não há controle”.

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O psicólogo e empreendedor Teuler Reis relata sua experiência em Lapinha da Serra, interior de Minas Gerais e como o contato com a natureza pode ajudar a amenizar o vício em internet

Nomofobia
Teuler aponta que certos gestos e hábitos do cotidiano mostram claramente a que ponto muitos chegaram nesta dependência: “É comum ver pessoas almoçando, caminhando pelas ruas, até mesmo quando se reúnem com amigos com o telefone na mão, ficam conectadas 24 horas por dia. Para alguns a simples ideia de ficarem desconectados já é motivo de pânico. Vejo isso com certa frequência no meu trabalho com a pousada. Muitas vezes é a primeira pergunta que fazem é se tem internet”.

Conecte-se com a Natureza
O psicólogo acredita que para minimizar a dependência das redes sociais é preciso se conectar mais com a natureza e menos com a internet. Há alguns anos, Teuler deixou Belo Horizonte para viver na Lapinha da Serra, no interior de Minas Gerais, e abriu a Casa do Teuler, que é uma pousada que busca proporcionar aos hóspedes paz interior e contato com as maravilhas naturais da região. O local atrai centenas de pessoas todos os anos e até famosos como Lulu Santos e Samuel Rosa da banda Skank: “Em Lapinha da Serra não tem nenhum sinal de operadora de telefonia. O que temos é apenas uma internet via rádio. Logo, aqui as pessoas são quase obrigadas a desconectarem-se, ainda que isso cause em um primeiro momento um certo desespero. Mas, por sua vez essa ‘imposição’ de desconectar aqui é uma possibilidade de se conectar com a natureza, conectar consigo mesmo e com o outro”.

Como amenizar a dependência das redes sociais
Teuler acredita que devemos priorizar a conexão com a vida fora da internet para encontrar um equilíbrio e uma solução para o vício em internet e celular: “me pergunto se não deveria ser o contrário, se estar conectado não seria, na verdade, estar desligado de todas redes sociais. O momento em que nos permitimos uma interação silenciosa com nosso interior e a natureza. Assim estaríamos desconectados quando mergulhamos nas redes sociais, onde o pano de fundo é, ao meu ver, a solidão.

O psicólogo apela para o que todo ser humano tem dentro de si, que é a voz interior do bom senso, como meio de se chegar a um equilíbrio: “É preciso chamar o senso crítico interno e repensar a relação com as mídias sociais, com essa conexão que mais nos desconecta. Não vou me estender nas possíveis implicações advindas do excesso, do mal uso das redes sociais. Que fique como uma provocação a reflexão, dilatar um pouco mais esse incômodo que paira sobre essa questão”.

Medita Mais: APP de Meditação Terapêutica idealizado por psicóloga gaúcha quer ser a Terapia do Futuro

Medita Mais: APP de Meditação Terapêutica idealizado por psicóloga gaúcha quer ser a Terapia do Futuro

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O Medita Mais é um aplicativo com material exclusivo de Meditações Terapêuticas, Músicas Vibracionais e Masterclasses. Todos os conteúdos foram construídos para atuar de forma terapêutica, ressignificando aspectos do passado, trazendo equilíbrio para o presente, reprogramando respostas futuras positivas e proporcionando experiências de consciência. Fernanda Werner, a idealizadora do aplicativo é  formada em Psicologia, especialista em Psicologia Positiva, Psicologia Hospitalar, Espiritualidade, Hipnose e Mediunidade.  Ela atende em consultório como médium em três formatos: Orientação de vida com os Guias Espirituais, Tratamento com diferentes técnicas e Comunicação com pessoas falecidas.  Trabalha ainda como Mentora de Terapeutas, Treinadora e Palestrante. Todos os projetos que desenvolve incluindo o app, foram criados por orientação desta equipe espiritual.

As Meditações Terapêuticas tratam diferentes comprometimentos de ordem física, psíquica, energética e espiritual. Ela é um tipo de terapia que acessa o conteúdo inconsciente e de registros da alma. O App é resultado dos conhecimentos técnico-científicos adquiridos nas formações, pesquisas, cursos, retiros e atendimentos clínicos da terapeuta Fernanda Werner. Ela atua utilizando Meditação, Hipnose, Psicologia, Física Quântica e Espiritualidade e Mediunidade. É possível fazer de forma gratuita meditações para depressão, ansiedade, pânico, câncer e outras, além de acessar toda a sessão de músicas vibracionais.
As mudanças proporcionadas pelas meditações são permanentes  benefícios que vão aumentando com a frequência. As pessoas tem acesso na hora e local que desejarem a uma ferramenta terapêutica de qualidade, utilizada em consultório, por isso a autora defende que o Medita Mais é a Terapia do Futuro. Além das meditações para os mais variados temas como ansiedade, depressão, aceitação corporal, maternidade, sono, motivação e prosperidade, o app oferecer Masterclasses em vídeos, que ajudam a colocar em prática conhecimentos na área da Psicologia, da Espiritualidade, Mediunidade e da Física Quântica.
Ainda é possível acessar o Diário da Alma onde, de forma precisa, se pode identificar emoções, sentimentos e através da escrita, aumentar o nível de autoconhecimento. É uma ferramenta exclusiva de registro dos estados de humor em cada dia, durante todos os meses do ano e poderá ser levado para terapia, para conversar sobre insights e tratamentos. O Medita Mais já está em fase de implantação na Indústria Tramontina para uso dos funcionários.

 

Yoga e Comunicação Corporativa na Expointer 2019 com a jornalista Luciana Bueno Santos especialista em Psicologia Transpessoal e professora de Yoga Integrativa

Yoga e Comunicação Corporativa na Expointer 2019 com a jornalista Luciana Bueno Santos especialista em Psicologia Transpessoal e professora de Yoga Integrativa

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Apresentação-vivencial explora equilíbrio entre corpo e mente para potencializar equipes Yoga e Comunicação juntas para potencializar o Ser Humano no ambiente corporativo. Esta é a proposta da apresentação-vivencial Yoga e Comunicação Corporativa que vai ocorrer nesta Terça-Feira, 27/08, às 17h, no Auditório da Administração do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). A jornalista especialista em Psicologia Transpessoal e professora de Yoga Integrativa, Luciana Bueno Santos, acredita no despertar das atitudes de resultados através do equilíbrio integral entre corpo e mente, quando estimuladas no ambiente corporativo. “Temos uma dinâmica muito forte de demandas e entregas no dia a dia profissional. Como o colaborador dá conta, mantendo sua saudabilidade, se não pausar para focar e reordenar as prioridades?”, provoca.

Luciana, que já atuou como gestora de Comunicação, amplia, a partir de sua experiência com equipes, sobre como o grupo se transforma positivamente ao receber novos estímulos e, sobretudo, perceber que é escutado. “A proposta que nossa empresa Com.Fiar traz é o despertar a partir de uma prática de Yoga – adaptada ao ambiente de trabalho, adicionada a uma partilha com colaboradores, facilitando a comunicação entre colegas e líderes, seladas com ferramentas de Comunicação.” Na apresentação de Terça-Feira, vai ser realizada uma dinâmica com o público presente para os participantes, na prática, perceberem o alinhamento de corpo, mente e “por que não, também, de alma”, que pode ser conquistado com Yoga e técnicas de Comunicação. A atividade é executada com roupas de trabalho, de uso no dia a dia.

Serviço: O quê: Yoga e Comunicação Corporativa | Apresentação-vivencial

Quando: Dia 27/08, Terça-Feira Horário: 17h (duração: 1h)

Onde: Auditório da Administração – parque Assis Brasil

Quem: Luciana Bueno Santos, jornalista especialista em Psicologia Transpessoal e professora de Yoga Integrativa Sobre a Com.Fiar – Comunicação, Yoga e Psicologia Transpessoal A empresa surge a partir de um novo Fiar de vida, que reúne Comunicação, Yoga e Psicologia Transpessoal. Apresenta projetos pessoais a corporativos com base no autoconhecimento propondo o despertar do Ser.

Considerada nova Gisele, Valentina Sampaio é a 1ª transexual a estar na Victoria’s Secret. Modelo estrela campanha para linha Pink da marca; da Folha

Considerada nova Gisele, Valentina Sampaio é a 1ª transexual a estar na Victoria’s Secret. Modelo estrela campanha para linha Pink da marca; da Folha

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Valentina Sampaio, 22, continua levando diversidade ao mundo da moda. A modelo brasileira é a primeira transexual a integrar um catálogo da marca de lingeries Victoria’s Secret. O anúncio foi feito na conta do Instagram da top cearense, que publicou uma imagem no backstage da campanha para a linha Pink.

A publicação gerou muitos comentários positivos de seus seguidores,. Entre eles Fernando Torquatto, Mariana Goldfarb e Dado Dolabella. A modelo Lais Ribeiro, atualmente única angel brasileira da Victoria’s Secret, também aprovou a notícia. Ela curtiu e reagiu à publicação na rede social.

Considerada a nova Gisele Bündchen pela mídia estrangeira, Valentina Sampaio foi a primeira modelo transgênero a estampar a capa da Vogue Paris, uma das publicações mais importantes do mundo da moda.

Clique aqui e leia a íntegra no site da Folha.

Dia do Orgasmo: Carol Teixeira fala sobre a importância do orgasmo no empoderamento feminino

Dia do Orgasmo: Carol Teixeira fala sobre a importância do orgasmo no empoderamento feminino

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Carol Teixeira Foto: Alle Manzano / MF Press Global

Para ela, a data é uma boa oportunidade para falar sobre o tema, que para alguns ainda é um tabu: “Eu tento fazer a mulher ir além dos discursos do empoderamento e sentir isto no corpo, e acho que isso é urgente. Porque muitas têm essa clareza no discurso mas entre quatro paredes fingem orgasmo, por exemplo, ou não conseguem sair de um relacionamento abusivo”.
Carol Teixeira revela que a questão de muitas mulheres que fingem orgasmos tem a ver com a opressão cultural: “Nos privaram do contato com nosso corpo na civilização ocidental. No momento em que entramos em contato com o corpo de forma livre estamos indo contra todo um histórico de repressão e violência contra a mulher. No momento em que você se liberta você está interrompendo um processo, está liberando toda sua linhagem feminina. Se entender como um corpo para si e não para o outro é a maior das resistências”, explicou.

E por que será que o prazer feminino ainda é um tabu? “Porque as pessoas têm medo dele. Talvez, por isso, o prazer feminino tenha sido uma das sensações mais negligenciadas na história. Uma mulher consciente de seu poder – esse poder que vem da apropriação do próprio corpo e da própria sexualidade – é uma usina de energia e de segurança. Por isso, as sociedades vivem batendo cabeça tentando lidar com esse poder do corpo feminino. Em algumas com burcas ou mutilação, em outras sociedades, há uma superexposição”, disse.

Autora do romance “Bitch” e idealizadora das vivências tântricas e curso ‘I Love My Pussy’, Carol tem entre suas seguidoras famosas como Leandra Leal, Camila Pitanga, Angélica, Grazi Massafera e Narcisa Tamborindeguy, que conquistou por levantar a bandeira do empoderamento feminino de maneira clara e objetiva.

Porto Alegre: Treinamento gratuito de reanimação cardiopulmonar é realizado no Parcão

Porto Alegre: Treinamento gratuito de reanimação cardiopulmonar é realizado no Parcão

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Uma ação diferente despertou a curiosidade de quem passeava pelo Parcão no sábado (20): uma sala de aula a céu aberto e a oportunidade de aprender a salvar vidas com as próprias mãos. Esse foi o objetivo da atividade promovida pela Faculdade de Ciências da Saúde do Hospital Moinhos de Vento, que levou professores e alunos de enfermagem até o parque para ensinar procedimentos de reanimação cardíaca que podem ser realizados por qualquer pessoa – mas que são desconhecidos da maioria da população. Segundo especialistas, mais de 80% das paradas cardíacas súbitas acontecem fora do ambiente hospitalar, o que torna a ação imediata das pessoas próximas até a chegada do socorro médico um fator essencial para a sobrevivência da vítima. Além disso, no inverno, a incidência é ainda maior em virtude do aumento da pressão sanguínea e do maior esforço do coração para bombear o sangue nas baixas temperaturas.  “Nesses casos o que importa é o tempo. Por isso esse treinamento é fundamental, porque não precisa de aparelhagem nem anos de prática”, destacou o cardiologista do Hospital Moinhos de Vento Leandro Zimerman, que fez questão de acompanhar a iniciativa.
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Noções básicas de primeiros socorros podem salvar vítimas. Foto: Igor Bandeira

Foi a consciência de que esse conhecimento é importante que atraiu o casal Jucilene e Gilberto durante o passeio com as filhas Maria Clara, de um ano e meio e Nicole, de 11 anos. A família ouviu atentamente as orientações e praticou as manobras nos bonecos disponibilizados ao público. “Todos nós treinamos pensando no cuidado um com o outro. Sabemos que no momento da emergência muitas vezes o primeiro contato é o familiar mais próximo”, lembrou o pai.

Para o Gerente do Instituto de Educação e Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento, Júlio César de Bem, além da aula diferenciada para os alunos, a ação também reforçou a aproximação deles com a sociedade. “Hoje poucas pessoas sabem que esse processo de reanimação é tão importante e ao mesmo tempo simples de aprender”, comentou.

Depois de constatar o interesse do público na iniciativa, a diretora acadêmica da Faculdade Moinhos, Roberta Almeida, já projeta novas datas. “O objetivo agora é estabelecer um calendário com ações de educação para a comunidade a cada dois meses, para que possamos orientar ainda mais as pessoas sobre a prevenção de acidentes e a atuação de situações de alto risco. Queremos compartilhar o aprendizado construído dentro da faculdade e contribuir para qualificar as ações de saúde na sociedade”.

*Como identificar e atuar diante de uma parada cardíaca? *

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Professores e alunos da Faculdade Moinhos de Vento ensinaram noções básicas de primeiros socorros. Foto: Igor Bandeira

O professor da Faculdade Moinhos de Vento, Rafael Luz Albuquerque, explicou os três passos primordiais para identificar uma parada cardiorrespiratória: “primeiro é preciso testar a consciência da pessoa; verificar se está respirando e checar a pulsação”.
Quando esses sinais não estão presentes, é hora de chamar socorro médico e iniciar as compressões torácicas com as mãos unidas e os dedos entrelaçados sobre o peito da vítima – na região entre os mamilos. Usando a força do tronco é preciso efetuar a compressão em movimentos rápidos e constantes – em média 100 vezes por minuto. “Não é só o profissional da saúde. Uma pessoa leiga que tenha esse conhecimento também pode ajudar a salvar uma vida”, ressaltou Albuquerque.

Porto Alegre: Mesa Redonda debate Violência na Escola

Porto Alegre: Mesa Redonda debate Violência na Escola

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Frente as inúmeras notícias recorrentes de violência nas escolas, um grupo de profissionais de diversas áreas decidiu promover uma rodada de debates multidisciplinar sobre as origens e manifestações do problema e os  caminhos para ação e prevenção. O objetivo é buscar ajudar os gestores e professores de escolas, que também são vítimas da violência, a diminuir esse alto índice de casos que vem acontecendo no país. Evento GRATUITO voltado para pais, alunos, professores, administradores e funcionários de escolas particulares e públicas. Aberto à participação do público.

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Nome do Evento:  Mesa Redonda: Violência na Escola

Debatedores: Anissis Moura Ramos (psicóloga), Dirnei Vieira Júnior (advogado), Carolina Lehnemann Ramos (pedagoga) e Carolina Contreiras (pedagoga).

Dia: 15/07/19

Horário: 19h

Local: Naco Pães e Cafés na Rua Mucio Teixeira 313 – Menino Deus

Evento gratuito – não precisa inscrição

 

Porto Alegre: Memorial aborda História e Historiografia LGBTI+

Porto Alegre: Memorial aborda História e Historiografia LGBTI+

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Na próxima terça-feira (02), às 19 horas, o núcleo de Ação Educativa do Memorial do RS realiza o painel História e Historiografia LGBTI+, no auditório do primeiro andar. A atividade conta com a participação da mestra em História Augusta Silveira de Oliveira, do professor doutor Benito Bisso Schmidt, do graduando em História Caio Tedesco e da doutoranda em História Lauri Miranda. A entrada é franca.

Serão discutidas as possibilidades de desconstrução de preconceitos, a partir da História, e a construção de uma sociedade mais justa. Conforme a organização do evento, a historiografia é elaborada a partir de questionamentos presentes. Olhamos para o passado em busca de respostas, de questionamentos, de historicização daquilo que é naturalizado e toda uma gama de possibilidades.

Há cerca de 50 anos, Marsha P. Johnson deu início à Rebelião de Stonewall, marco na História LGBTI+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Intersexuais e toda e qualquer outra pessoa que se identifique com o espectro LGBT) em âmbito internacional. Hoje, estamos em tempos de fake news e da invenção de uma suposta ideologia de gênero, ou seja, a disseminação do ódio a quem é considerado diferente permanece. Assim, torna-se imprescindível que a História, enquanto ciência, tenha reconhecida sua potência na construção de futuros dignos para corpos, existências e identidades plurais.

A atividade ocorre em diálogo com a exposição De Stonewall ao Nuances: 50 Anos de Ação, realizada pelo curso de Museologia da UFRGS em parceria com o Nuances — Grupo pela Livre Expressão Sexual, no primeiro andar do Memorial do RS, até 14 de julho. De terça a sábado, das 10 h às 18 h; domingos e feriados, das 13 h às 17 h. Entrada franca.

Integrantes do Painel História e Historiografia LGBTI+

Augusta Silveira de Oliveira:

Graduada em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2015), com período de mobilidade acadêmica na Universidade de Buenos Aires e bolsa do programa ESCALA Estudantil. É mestra pela mesma instituição (2018), com bolsa do CNPq. Possui experiência nas áreas dos Estudos de Gênero e História LGBT, com destaque para as temáticas da participação política das mulheres no Brasil e da história do movimento de travestis e transexuais em Porto Alegre.

Benito Bisso Schmidt :

Professor do departamento e do programa de pós-graduação em História da UFRGS. Também integra o corpo docente do mestrado Profissional em Ensino de História – PROFHIST. Integra o grupo de pesquisa em Teoria e Metodologia da História; e o Laboratório de Ensino de História e Educação (LHISTE), ambos vinculados ao CNPq. Ministra disciplinas na área de Teoria e Metodologia da História e pesquisa sobre temas como gênero biográfico, história social da memória, história do trabalho, história das relações de gênero e ditaduras na América Latina.

Caio de Souza Tedesco:

Graduando em História na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Professor de História e organizador do Coletivo pela Educação Popular TransENEM. Também faz estágio em História e Educação Patrimonial no Memorial do Rio Grande do Sul. Tem interesse e experiência em Estudos de Gênero, Ensino de História e Historiografia LGBTI+. Realizou seu Trabalho de Conclusão de Curso sobre Historiografia Queer, no qual analisou a operação historiográfica no National Museum LGBT: History and Culture.

Lauri Miranda:

Professora, pesquisadora e bacharel em História pela Universidade Federal de Rondônia. Especialista em Psicopedagogia, com mestrado em História e Estudos Culturais pela Universidade Federal de Rondônia e doutoranda em História pela UFRGS.

Contatos: memorial.acaoeducativa@gmail.com  e (51) 3224-7159.

Legendas fotos: a exposição De Stonewall ao Nuances: 50 Anos de Ação segue em cartaz no Memorial do RS até 14 de julho (foto: Mariângela Machado)

 

Painel História e Historiografia LGBTI+

Com Augusta Silveira de Oliveira, Benito Bisso Schmidt, Caio de Souza Tedesco e Lauri Miranda.

Dia 02 de julho (terça-feira), às 19 horas, no auditório do primeiro andar. Entrada franca.

Memorial do Rio Grande do Sul

Rua Sete de Setembro, 1020 / Centro Histórico de Porto Alegre

RS: Internacional cria Diretoria de Inclusão Social no Dia Internacional do Orgulho LGBTI+

RS: Internacional cria Diretoria de Inclusão Social no Dia Internacional do Orgulho LGBTI+

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Cada vez mais plural, o Clube do Povo segue fazendo jus a sua histórica alcunha e dá uma passo gigante rumo à quebra de paradigmas dentro do ambiente do futebol. Em atitude pioneira, nesta sexta-feira, 28 de junho, uma data simbólica que marca o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, o Colorado oficializa a criação da Diretoria de Inclusão Social. Vislumbrando ações que proporcionem um sentimento de pertencimento para minorias e pessoas que encontram maiores barreiras para se estabelecer de um modo geral na sociedade, a medida visa a amplificar o papel do Clube na luta contra o racismo, xenofobia, homofobia e demais preconceitos que em nada somam na humanidade.

torcida_antiga_280619Ligada à Vice-Presidência de Relacionamento Social, a pasta prevê ações específicas para a inclusão de minorias sociais, além de conectar e consolidar projetos já realizados pelo Clube. Para mais, a medida vai ao encontro da decisão do Superior Tribunal Federal (STF) de criminalizar a homofobia, e a determinação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), de fiscalizar com maior rigor e punir os clubes por atitudes homofóbicas dentro dos estádios.

Origem popular acompanha o Clube durante a sua trajetória

A luta contra preconceitos ganha força. Contudo, não é de hoje que o Clube do Povo abre caminho por essa estrada. A essência popular e de pluralidade social do Inter está presente desde os seus primeiros anos, quando abrira espaço ao combate contra o racismo e a xenofobia no futebol gaúcho. Afinal, a união entre diferentes culturas está presente desde a nossa origem – “Internacional”.

“O Inter é um clube que tem um histórico popular muito forte, um histórico de inclusão, de ser do povo e agregar todos os torcedores, todos os segmentos da sociedade. Entendemos que precisamos ter uma diretoria de inclusão social para que possamos fazer algumas ações mais efetivas e trabalhar de uma forma mais específica nesses segmentos”, explica o vice-presidente de relacionamento social, Norberto Guimarães.

 

 

Tudo está dentro de um natural contexto de evolução institucional. Pioneiro no Brasil com o modelo de associação popular Academia do Povo e o maior percentual de mulheres em seu quadro social (25%), o Inter ataca e defende em várias áreas sensíveis de nossa sociedade. A Fundação de Educação e Cultura do Internacional (FECI) carrega a tradição de mais de 40 anos de trabalhos sociais junto à comunidade, oferecendo atividades de amparo a jovens carentes.


Torcedores de baixa renda têm acesso ao Beira-Rio graças ao plano Academia do Povo

Recentemente, junto à ONU, duas importantes iniciativas foram promovidas, com a realização da Copa dos Refugiados no Gigante e o apoio a HeForShe, campanha que faz alerta sobre a violência contra as mulheres. Já em 2019, uma ação foi parar dentro de campo, mais precisamente na camiseta dos jogadores, estampadas com um patch em apoio ao Observatório da Discriminação Racial no Futebol.

Na madrugada desta sexta-feira (28/06), mais uma demonstração de defesa por uma sociedade livre de preconceitos: a cobertura do Gigante ganhou luzes coloridas para homenagear o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, dando início às ações em alusão à data.
Gigante da Beira-Rio ganhou as cores da campanha contra homofobia nesta sexta-feira

De acordo com Najla Diniz, diretora do novo setor, o objetivo é amplificar essas ações e buscar parceiros para aplicá-las de maneira mais contundente. “A primeira coisa que a gente quer fazer é um levantamento das ações esparsas, para que elas passem a ser efetivas e permanentes, e deixem de ser movidas apenas pelo calendário”.

Deste modo, muitas iniciativas importantes vêm sendo tomadas como tradição no Clube do Povo do Rio Grande do Sul. No entanto, é um longo caminho a ser percorrido e as dificuldades fazem parte do processo de mudança dentro da sociedade na qual o Clube está inserido. Gradativamente, vamos ultrapassando etapas para alcançar uma participação efetiva neste cenário, com coragem para tocar em questões mais sensíveis.

Entre as suas funcionalidades, o setor será um elo entre as diferentes ações sociais promovidas pelo Inter, recordista entre clubes brasileiros neste quesito. Muito em parte pelo importante trabalho junto aos consulados, que arrecadam milhares de agasalhos, brinquedos, alimentos e demais donativos para redistribuir a centros de caridade ou diretamente em áreas de risco.

 

 

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Livros: J. J. Camargo lança “Se você para, você cai” com palestra no Centro Histórico Cultural da Santa Casa

Livros: J. J. Camargo lança “Se você para, você cai” com palestra no Centro Histórico Cultural da Santa Casa

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O Dr. J.J. Camargo não para nunca. Sorte dos leitores que acabam de ganhar mais um livro repleto de humanismo. São textos de alta qualidade que propõem uma reflexão sobre o sentido da vida, o investimento em pesquisas científicas e, principalmente, a troca de experiências entre médicos e pacientes. As crônicas do Dr. J.J. apresentam histórias emocionantes como a de médicos que morreram tentando transportar órgãos para transplantes ou a de pessoas que poderiam estar se aposentando mas decidem ter uma vida ativa porque acreditam que ainda têm muito a contribuir. A sessão de autógrafos do novo livro acontece dia 25 de junho, às 18h e terá palestra seguida de autógrafos, no Centro Histórico Cultural da Santa Casa.

Há ainda um texto que é uma verdadeira homenagem ao também médico e escritor Moacyr Scliar: “Mesmo quando passou a ser reconhecido como escritor de renome internacional, jamais deixou de exercer sua atividade médica, pelo contrário, dedicou-lhe mais energia para seguir atendendo pacientes e ensinando, depois que descobriu o fascínio de interagir com a inquietude da mocidade.”

Em vez de histórias e dor, em Se você para você cai o leitor encontra relatos de gratidão, amizade, solidariedade e, acima de tudo, valorização da vida, com o olhar de um médico que está sempre disposto a acolher seus pacientes, nem que o único tratamento possível seja ouvi-los.

 

se_voce_para_voce_cai_9788525438430_hdSe você para, você cai J. J. Camargo

Formato: 14 x 21 cm |

208 páginas |

R$ 38,90

AUTÓGRAFOS:

25 de junho às 18h: palestra seguida de autógrafos no Centro Histórico Cultural da Santa Casa

 

 

 

J.J. Camargo é professor de cirurgia torácica na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Doutor em pneumologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde se formou em 1970, fez especialização na Clínica Mayo (EUA). Foi pioneiro em transplante de pulmão na América Latina em 1989 e o primeiro a realizar transplante de pulmão com doadores vivos fora dos EUA, em 1999. É responsável por dois terços dos transplantes de pulmão feitos até hoje no Brasil. É diretor do Centro de Transplantes da Santa Casa de Misericórdia, presidente da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina (ASRM) e membro titular da Academia Nacional de Medicina. Publicou três livros na sua especialidade e é autor de Não pensem por mim (crônicas, AGE, 2008), A tristeza pode esperar (crônicas, L&PM Editores, 2013) e Do que você precisa para ser feliz? (crônicas, L&PM Editores, 2015), O que cabe em um abraço (crônicas, L&PM Editores, 2016) e Felicidade é o que conta (crônicas, L&PM Editores, 2017). Possui uma coluna semanal no caderno Vida do Jornal Zero Hora.