Maria Antônia Russi participa de talkshow na Serra Gaúcha

Maria Antônia Russi participa de talkshow na Serra Gaúcha

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A gaúcha Maria Antônia Russi, vencedora de um dos programas de culinária mais famosos do país, o MasterChef Brasil 5, esteve em Carlos Barbosa, na Serra Gaúcha, nesta segunda-feira, 8 de outubro. O talkshow contou com a presença de clientes da urlcooperativa e supermercado Santa Clara, rede que com 16 unidades espalhadas pelo Rio Grande do Sul.

Evento Santa Clara 2“Foi um evento muito gratificante. Conversamos sobre gastronomia e trocamos alguns truques de culinária”, resumiu a sommelier e personal chef. O evento foi promovido pela Santa Clara.

Dionisia VinhoBar: Uma experiência sensorial no mundo do vinho

Dionisia VinhoBar: Uma experiência sensorial no mundo do vinho

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Se você conhece a dona… Quando entra no Dionísia só pode pensar: Isso aqui é a cara da Jaqueline Meneghetti. Tava aqui pensando conheci a moça há mais de 30 anos, nos corredores da Famecos/PUC. Desde lá a figura era descolada e criativa, ou para usar um termo da moda disruptiva. A trajetória pós faculdade enveredou pela publicidade e negócios gastronômicos, sempre com o olhar chique e diferenciado, mas acessível a todos os bolsos… E essa conjugação do prazer de beber bons vinhos, com acompanhamentos certos em um ambiente  moderno e aconchegante criado pelo grande arquiteto Mario Quintana. Por tudo isso, não é exagero dizer que mais que um bar ou loja – abaixo falo das comprinhas possíveis na “lóxinha” – , o Dionisia é um novo conceito de negócio, uma verdadeira experiência sensorial, que quer simplificar o consumo do vinho e aproximar a bebida do consumidor sem que você se sinta assaltado ao passar no caixa.42581066_1432558556846501_4158870343714340864_n
Se você ainda não conhece o Dionísia, vá conhecer. É um espaço especial para quem gosta de vinhos, mas não é um wine bar tradicional, como conhecemos em vários lugares.  Jaqueline pensou e o Mario colocou em pé, um local diferenciado, que tem como um de seus principais atrativos a experiência de provar diversos tipos de vinhos, conhecer regiões, estilos e procedências. E esse é um dos pontos fortes do novo negócio. “O Dionisia traz um conceito que não existe na cidade e Porto Alegre precisa de operações diferentes”, explica Jaqueline. São 64 rótulos à disposição simultaneamente, servidos pelo próprio cliente diretamente em taças com três possibilidades de quantidade – 50ml, 75 ml e 125ml.  “A ideia foi facilitar para quem quisesse experimentar e conhecer diferentes tipos de vinhos de um modo mais simples, provando a partir de pequenas doses e evoluindo conforme seu gosto naquele momento”.
42525096_304110303518733_7870657668774363136_nAlém dos vinhos – nacionais e internacionais, do Velho e do Novo Mundo – o Dionisia oferece espumantes e uma selecionada carta de drinks. No cardápio do restaurante, pratos para compartilhar mas também individuais. A casa, localizada na rua Padre Chagas, 314, no coração do bairro Moinhos de Vento, é dividida em dois andares. O bar fica na parte superior; no térreo uma loja que traz objetos que transitam pelo universo do vinho. São livros sobre a bebida, sobre a gastronomia, sobre a uva, alguns eróticos. E objetos de design concebidos por importantes nomes e marcas da arte brasileira: Heloisa Crocco, com peças em madeira, Tania RResmini e Alma, com cerâmicas, Jacqueline Chiabay e PP acessórios, com produtos em couro e Essência Design, com trabalhos em pedra. Em breve a casa passa a oferecer também pequenos cursos, degustações e harmonizações, envolvendo o vinho e todo seu universo.

42603596_1975687826063443_4342416003037134848_nServiço
Dionisia VinhoBar
Rua Padre Chagas, 314
Aberto de segunda à sábado
Loja das 12h às 22h
Bar das 18h às 24h
Reservas inbox pelas redes sociais
Facebook.com/dionisiavinhobar
@dionisiavinhobar
RS: Sulpetro lamenta mais um aumento no preço de pauta da gasolina

RS: Sulpetro lamenta mais um aumento no preço de pauta da gasolina

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A partir do próximo dia 1º de outubro (segunda-feira), os preços de pauta para cálculo do ICMS-ST sobre os combustíveis no Rio Grande do Sul serão alterados, com base no Ato Cotepe/PMPF nº 18/2018 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O Sulpetro ─ Sindicato que representa os postos de combustíveis do Rio Grande do Sul ─ lamenta mais uma elevação no novo preço estabelecido pelo governo para a gasolina, que sofrerá elevação de R$ 0,1842 no valor da base de cálculo, representando um aumento de R$ 0,055, já que o ICMS sobre o produto é de 30%.

O Sulpetro destaca também que o aumento no preço de pauta das gasolinas ocorre novamente no Rio Grande do Sul, mas não em Santa Catarina, onde o valor é de R$ 4,12 e o ICMS é de 25%.

Segundo o vice-presidente do Sulpetro, Gilson Becker, outro impacto significante em setembro, período de início da entressafra da cana de açúcar, foi variação da cotação do anidro (que compõe a gasolina em 27%), passando de R$ 1,5805, em 21 de agosto, para R$ 1,8335 em 21 de setembro, representando mais R$ 0,068 (27% X 0,253). “Ou seja , um aumento real de R$ 0,12 no custo da gasolina automotiva, além das variações normais do preço da Gasolina A pela Petrobras”, calcula.

Os valores para base de cálculo do imposto serão conforme abaixo:

Gasolina C – Passa de R$ 4,6984 para R$ 4,8826

Gasolina Premium – Passa de R$ 6,3144 para R$ 6,4114

Diesel S 10 – Passa de R$ 3,4187 para R$ 3,6942

Diesel S 500 – Passa de R$ 3,3231 para R$ 3,6003

Etanol (AEHC) – Passa de R$ 3,8976 para R$ 3,9471

GNV – Passa de R$ 3,1019 para R$ 3,1210

Porto Alegre: Sine Municipal oferece mais de 500 vagas para PCDs

Porto Alegre: Sine Municipal oferece mais de 500 vagas para PCDs

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Nesta quinta-feira, 13, será realizada, no Sine Municipal, mais uma edição do Dia D, quando serão ofertadas 504 vagas de trabalho para pessoas com deficiência. Ao todo, 16 empresas estarão presentes no evento realizando entrevistas e seleção.

Para candidatar-se às vagas, é necessário levar carteira de trabalho e comprovante de residência. As empresas farão a primeira entrevista com os concorrentes no mesmo dia.

A atividade ocorre das 9h às 13h, na sede do Sine, na esquina entre as avenidas Mauá e Sepúlveda, no Centro Histórico.

Confira as vagas:
Ajudante de carga e descarga de mercadoria – 2
Ajudante de farmácia  – 8
Analista de contas – 1
Analista de ocupações – 1
Analista de recursos humanos – 16
Assistente administrativo – 4
Assistente de vendas – 2
Assistente Técnico – 2
Assistente Tele marketing -1
Atendente de hospital – 11
Atendente de lojas  – 20
Aux. Adm. Recepção – 2
Aux. Depósito – 2
Aux. Limpeza – 3
Auxiliar administrativo -12
Auxiliar de contas a receber  – 2
Auxiliar de cozinha – 3
Auxiliar de escritório – 2
Auxiliar de estoque – 5
Auxiliar de limpeza -36
Auxiliar de linha de produção – 15
Auxiliar de nutrição e dietética – 11
Auxiliar de serviço de copa – 2
Auxiliar operacional de logística -10
Caldeireiro de manutenção -1
Camareira de hotel -1
Carpinteiro -1
Chapeador de veículos -1
Cobrador de transportes coletivos (exceto trem) – 5
Consultor – 2
Diretor de pesquisa e desenvolvimento -1
Eletricista de instalações -1
Empacotador, a mão – 2
Enfermeiro – 25
Enfermeiro de saúde publica – 3
Estatístico – analista -1
Estoquista – 7
Farmacêutico – 5
Fiel de depósito  – 1
Lavador de ônibus  – 2
Mecânico de manutenção de máquinas, em geral – 1
Médico cardiologista – 3
Médico clínico –  5
Médico clínico geral – 5
Operador estacionamento  – 2
Operador de caixa – 4
Operador de Loja – 10
Operador de telemarketing ativo – 50
Operador de vendas (lojas) -1
Orientador de tráfego para estacionamento – 2
Pedreiro – 1
Pesquisador de clínica médica – 8
Porteiro  – 3
Recepcionista atendente  – 15
Recepcionista, em geral  – 1
Repositor – em supermercados  – 1
Repositor de loja  – 10
Repositor de mercadorias – 1
Servente de obras – 6
Técnico de contabilidade – 2
Técnico de enfermagem – 96
Técnico em radiologia – 5
Técnico Enfermagem  -1
Vagas diversas  – 37
Vigia – 2

“O EMPREENDEDORISMO MUDA A VIDA DAS PESSOAS”.  Global assina segunda fase da campanha institucional do Sebrae RS, reforçando o novo posicionamento da organização

“O EMPREENDEDORISMO MUDA A VIDA DAS PESSOAS”. Global assina segunda fase da campanha institucional do Sebrae RS, reforçando o novo posicionamento da organização

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Está  no ar o novo filme do Sebrae RS. A proposta de sustentação da campanha é mostrar a importância da transformação gerada pelo empreendedorismo na vida das pessoas, na sociedade e na economia. O filme de 60″ veiculará em emissoras de TV aberta e pay TV.

Em paralelo, ocorrerá um projeto inédito e 100% customizado. Serão entrevistas com os empreendedores e técnicos do Sebrae, afim de mostrar a relevância do Sebrae na vida dessas micro e pequenas empresas. Ele terá o mesmo nome, Empreendedorismo que Transforma, nas emissoras SBT, Record e Band, dando um forte senso de unidade, empregando eficiência e consistência à campanha de sustentação. “Iremos aprofundar o conceito Empreendedorismo que Transforma e criar conexões tangíveis com os produtos do Sebrae RS“, diz Daniel Skowronsky, CEO da Global.

Confira o filme da campanha:

 

FICHA TÉCNICA

Título: Empreendedorismo que Transforma

Anunciante: Sebrae RS

Produto: Empreendedorismo que Transforma

Agência: Global

Direção de Criação: Juliano Faerman e Vini Marques

Criação: Gustavo Lutz e Josué Orsolin

Planejamento: Daniel Skowronsky

Gerente de Atendimento: Suelen Debon

Atendimento: Juliana Konarzewski

Mídia: Douglas Farland Neto e Sofia Dipp

Produção Eletrônica: Roberto Simões

Produção/Filme: Zeppelin Filmes

Direção/Filme: Paula Jobim

Assistente de Direção: Roberta Raiter

Produtor Executivo: Everson Colossi Nunes “Gringo”

Direção de Produção: Arnoni Lenz

Atendimento Produtora: Mirela Cunha

Direção/Fotografia: Lucas Cunha/Juliano Dutra

Direção de Arte/Produtora: Letícia Bueno

Montagem: Kadu Mirapalhete

Produtora de Som: Loop Reclame

Finalização: Edmundo Machado

Aprovação do Cliente: Ana Claudia Finkler e Milene Corrêa Alves

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Economia: Afinal, de onde saem os recursos do Crédito Rural? Do governo? Não. Do setor privado.

Economia: Afinal, de onde saem os recursos do Crédito Rural? Do governo? Não. Do setor privado.

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A afirmação do presidenciável Ciro Gomes, em sua visita à Casa Farsul, que o setor primário recebe incentivos fiscais de R$ 158 bilhões segue repercutindo entre as lideranças. O economista-chefe do Sistema Farsul, Antônio da Luz, afirma que o governo não empresta mais dinheiro para a agricultura. Segundo ele, atualmente, de acordo com a Resolução 4.669 do Banco Central, os bancos podem destinar para crédito rural 30% de seus depósitos à vista. “Logo, a primeira fonte de recursos do crédito rural são os recursos depositados nos bancos e não recursos do governo”, explica.

Certamente você já ouviu falar da “corrida aos bancos”. Certo? Isso acontece quando o sistema financeiro de um país perde sua credibilidade e todo mundo corre para buscar o seu dinheiro lá depositado. Mas porque isso acontece?

As razões por que isso pode ocorrer estão relacionadas ao fato de os bancos “emitirem moeda”. Sim, com os recursos lá depositados os bancos “criam” dinheiro emprestando mais do que os valores depositados. Isso quer dizer que os bancos fazem algo errado? Não, pelo contrário. Isso é muito bom para economia, desde que haja confiança e que o grau de alavancagem não gere inflação. Ai que está o problema: quem tem que se preocupar com a inflação é o Banco Central e não os bancos comuns e ele o faz através de diversas ações de Política Monetária, onde os principais instrumentos são a bem conhecida Taxa Selic – que incentiva ou desencoraja a tomada do crédito por parte do consumidor – e os compulsórios bancários. Os depósitos compulsórios são valores retidos de parte dos depósitos a vista (o saldo positivo em sua conta corrente é o seu depósito à vista) que os bancos são obrigados a deixar depositados nas suas contas junto ao Banco Central. Eles não ganham nenhum centavo de remuneração sobre esse dinheiro, deixam lá parados porque assim o Banco Central consegue controlar a inflação.

Logo após o início do Plano Real os economistas do Banco Central tiveram uma excelente ideia: um percentual desse compulsório, ao invés de ficar preso no Bacen, poderia ser emprestado a título de Crédito Rural, já que neste caso ao invés de estimular a demanda, estaria se estimulando a oferta, o que de certa forma ajudaria também a combater a inflação e de quebra os produtores teriam crédito sem que o Governo destinasse recursos do orçamento para esse fim.

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Economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz Foto:Tiago Francisco/Farsul

Atualmente, de acordo com a Resolução do Banco Central 4.669, os bancos podem destinar para o crédito rural 30% dos seus depósitos à vista (média dos Valores Sujeitos aos Recolhimento – VSR). Logo, a primeira fonte dos recursos do crédito rural são os recursos depositados nos bancos e não recursos do governo. Leia no Manual do Crédito Rural Capítulo 6, Seção 2.

A segunda fonte dos recursos do crédito rural são os Depósitos em Poupança. De acordo com a Resolução 4.614 do Banco Central as instituições financeiras oficiais e cooperativas de crédito podem direcionar 60% dos depósitos da caderneta de poupança para o Crédito Rural. Caderneta de Poupança é recurso do governo? Não! Assim como os depósitos das nossas contas correntes, ele é PRIVADO, meu, seu, nosso!

A terceira fonte são os Recursos Livres. Outros valores que os bancos podem emprestar aos produtores a título de Crédito Rural, sem juros controlados.

Pergunta: Os juros dos recursos dos Depósitos à Vista e Poupança têm juros controlados porquê?

Antônio da Luz: A razão é simples: os depósitos compulsórios não rendem nada. O objetivo não é investir no governo, para isso existem os títulos públicos. É para controlar a inflação! Qualquer coisa que o banco puder ganhar então ele sai no lucro. O “pulo do gato” está na poupança. Quando depositamos nossas economias na caderneta de poupança, o banco nos paga um juro, que hoje está em 4,55% a.a. Então o governo define um juro em que o banco tenha sua justa remuneração. Hoje o juro geral do custeio e comercialização é de 7% a.a. Sendo assim, o banco capta a 4,55% e empresta a 7% ao produtor, ou seja, ganha um spread de 2,45%. Onde está a equalização???? Equalização somente existe quando o juro da captação for maior do que o juro do empréstimo, o que não é o caso. Os bancos ganham de spread 45% do que ganham os donos do dinheiro… Seria para os bancos um mal negócio? E os Custos Administrativos e Tributários? Aí devemos perguntar ao Ministério da Fazenda, pois os produtores não participam dessa discussão…

Pergunta: Mas os juros não são mais baixos do que a média do mercado?

Antônio da Luz: São sim. Por duas razões: a primeira é que como os recursos são direcionados, como acontece de forma semelhante no crédito imobiliário, o governo não entra com dinheiro, mas entra com a regra do juro, estabelecendo os juros controlados. A segunda razão está relacionada ao perfil do tomador. O crédito rural tem as menores taxas de inadimplências, de acordo com as estatísticas o Banco Central. Além do mais, os produtores oferecem pesadas garantias, não raras vezes suas garantias valem mais do que o dobro do valor tomado. Os bancos exigem garantias bem acima do valor para, no caso de inadimplência e execução de garantias, os bancos possam vender rapidamente o bem no mercado. Vamos comparar com uma empresa do meio urbano, digamos uma loja de roupas: consideremos que ela está estabelecida em um prédio alugado, tenha baixo capital social e quer tomar um recurso para capital de giro. Seguramente esta empresa pegará o dinheiro em patamares de juros na casa dos 40% a.a. Mas se ela apresentar garantias, como fazem os produtores, certamente o juro despencará para níveis bem abaixo. Trata-se de uma relação de risco e retorno. Boa parte dos juros serem baixos está na baixa inadimplência e nas pesadas garantias reais dadas aos bancos.

Pergunta: Quanto de recursos públicos são emprestados aos produtores rurais não enquadrados no regime de agricultura familiar?

Antônio da Luz: Zero !

Pergunta: Mas, então onde estão os famosos subsídios?

Bom, vamos olhar o Orçamento da União. Entre lá em http://www.transparencia.gov.br/funcoes/20-agricultura?ano=2017 e veja você mesmo o quanto o governo gastou em 2017 (último ano fechado) em com  “Agricultura”.

Foram R$ 15,31 Bilhões ao todo (Empresarial e Familiar). Isso é muito ou pouco? Bem, o Governo Federal gastou R$ 2,39 Trilhões, ou seja, o Orçamento da Agricultura equivale a apenas 0,64% do gasto público.  Com o Programa Bolsa Família, o Brasil gasta: R$ 29,04 Bilhões. Para cada Real gasto com Agricultura, gasta-se R$ 1,89 com este programa. Além do valor ser extremamente baixo, sobretudo em comparação com nossos concorrentes, ele é ainda muito mal empregado, ficando muito desse recursos em atividades meio.

 

Promoção da Produção Agropecuária: R$ 5,8 Bilhões

Administração Geral: R$ 5,4 Bilhões

Abastecimento: R$ 3 Bilhões

Outros encargos especiais: R$ 260 Milhões

Benefícios ao trabalhador (MAPA e estatais): R$ 241 Milhões

Outros: 498 Milhões

 

 

(Felipe Vieira com informações do Correio do Povo e Farsul)

 

Presidente da AGAS destaca reivindicações para desenvolvimento do setor durante a abertura da Expoagas 2018

Presidente da AGAS destaca reivindicações para desenvolvimento do setor durante a abertura da Expoagas 2018

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Começou hoje (21) a 37ª Convenção Gaúcha de Supermercados – Expoagas 2018. Organizado pela Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS),o evento reúne 372 expositores e espera mais de 48 mil visitantes até o dia 23 de agosto, no Centro de Eventos da FIERGS, em Porto Alegre. A expectativa da entidade é movimentar R$ 506 milhões em negócios durante esta edição. A cerimônia de abertura contou com presenças como o vice-governador do Rio Grande do Sul, José Paulo Cairoli; o presidente da AGAS, Antônio Cesa Longo; o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), João Sanzovo Neto; além de outras autoridades e lideranças do setor.

Longo conceituou a corrupção como o maior problema do País, porém explanou que uma reforma cultural na forma de agir e pensar é iminente. “Mais do que copiar qualquer sistema de Governo dos Estados Unidos, já que os cenários são obviamente diferentes, defendemos que nós, enquanto brasileiros, precisamos nos inspirar nas três palavras mágicas do desenvolvimento norte-americano: coletividade, liberdade e responsabilidade”, relatou o presidente da AGAS.

Como solução, Longo reitera que o emprego é e sempre será o melhor e mais eficiente programa social, principalmente na formação de cidadãos. “Estamos otimistas com a Feira, mesmo que a esperada retomada da economia brasileira ainda não tenha sido sentida pela maioria de nossas empresas. Entretanto, estamos galgando importantes conquistas, como a Reforma Trabalhista, oportunizando a retomada da criação de novas vagas de trabalho, através do trabalho Intermitente, assim que ocorrer a diminuição da insegurança jurídica”, relatou. E concluiu: “Se o cenário econômico não é o mais favorável, vamos ajustar as velas do nosso barco e enfrentar todas as tormentas para que sejamos exitosos ao final de mais esta viagem. Afinal, é nas grandes tempestades que se forjam os melhores marinheiros”.

A presidente da Federasul, Simone Leite, foi agraciada com a Medalha Supermercadista Honorário. Simone afirmou ser uma honra receber a distinção: “Divido este mérito com todas as mulheres, as que aqui estão, mas também as que estão trabalhando neste momento e contribuindo para gerar riqueza”, disse. O vice-governador foi breve e destacou o Estado como um ambiente do empreendedor e do produtor, que contribuem para o desenvolvimento da economia. “O segmento é fundamental para o futuro do Rio Grande do Sul”, falou Cairoli. Já o presidente da ABRAS, João Sanzovo Neto, classificou o evento como um local que carrega oportunidades únicas para todos que dele participam: “Não há mais espaço para experiências ruins de compra nos supermercados. É preciso buscar continuamente a capacitação”.

Painel com lideranças do varejo, indústria e setor produtivo

O debate teve o objetivo de debater temas importantes no contexto econômico, social e político do Rio Grande do Sul. Participaram do debate a presidente da Federasul, Simone Leite; o presidente da Fecomércio, Luiz Carlos Bohn; o presidente da Farsul, Gedeão Pereira; o empresário, Eduardo Bier; e o editor da Varejo S.A., Sérgio Alvim. A mediação foi responsabilidade do jornalista, Tulio Milman.

Bohn abordou a temática do novo sindicalismo e destacou que a Reforma Trabalhista era uma transformação necessária. “O Brasil possui 17 mil sindicatos. 10% empresariais e 90% laborais. Grande parte nunca aprovou uma convenção coletiva, principal atribuição da entidade”, justificou. Segundo ele, a reforma é uma flexibilização e como no caso dos supermercados em abrir ou não nos feriados, precisam ser agentes da negociação do grande grupo: “O novo sindicalismo significa atuar pelo segmento e não pela entidade”. Já o presidente da Farsul enalteceu a relação entre a atuação dos negócios no campo e nos supermercados. “O agronegócio não existe sem o varejo e o varejo obtém sucesso por meio da nossa atuação”, revelou, informando que o setor importa R$ 14 bilhões de reais e que 80% do que é produzido internamente é consumidor no Brasil. “Servimos a mesa de toda a população brasileira e também de outros países”, discorreu.

Empreendedorismo foi o assunto apresentado por Eduardo Bier, que com 13 anos teve a primeira experiência como empresário ao comercializar rodas de skate. “Foi a minha mini-empresa, projeto no qual aprendi a controlar estoque e ter uma noção de gestão”, relatou. Em 95 inaugurou a Dado Bier Porto Alegre, após viajar por dois anos pela Europa pesquisando e aprendendo sobre o segmento. “O nosso restaurante de São Paulo já foi considerado o melhor restaurante do mundo. O que nos impede de sermos os melhores são apenas as barreiras do nosso pensamento”, frisou. Por fim, afirmou ter como objetivo de vida a busca incessante pela felicidade, valendo-se como elo do sucesso financeiro.

Simone Leite destacou que o engajamento cívico é fundamental para alcançar uma transformação no país. “Precisamos ocupar espaços para tomada de decisão. Não adianta nada elegermos o melhor governador sem selecionarmos muito bem o voto para compor a Assembleia Legislativa”, contou. Por fim, o editor da Varejo S.A., Sérgio Alvim, informou as características do novo consumidor e como as empresas devem enxergar este processo: “É preciso conhecer e mapear os clientes, além de valer-se de tecnologias para reunir dados e utilizá-los”. O jornalista ainda citou o case da Amazon que ultrapassou em valor de mercado o maior varejista do mundo. “As pessoas acreditam que isto ocorreu pelo e-commerce. Mas não enxergam que isto só foi possível porque a empresa é obcecada pelo consumidor”, finalizou.

 

1º Fórum da Inovação na Construção dia 30 de agosto em Porto Alegre. Evento ocorre no Tecnopuc, das 13h30 às 18h30, com o tema “O Momento das Startups: como criar um ecossistema favorável para o desenvolvimento e aplicabilidade das startups na construção civil?”

1º Fórum da Inovação na Construção dia 30 de agosto em Porto Alegre. Evento ocorre no Tecnopuc, das 13h30 às 18h30, com o tema “O Momento das Startups: como criar um ecossistema favorável para o desenvolvimento e aplicabilidade das startups na construção civil?”

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Crescem os movimentos no setor da construção civil para oferecer novas soluções em tecnologia na busca por maior agilidade, precisão e otimização dos processos. O 1º Fórum da Inovação na Construção – que acontece dia 30 de agosto em Porto Alegre, no Tecnopuc – pretende ampliar os espaços e oportunidades para estas mentes inovadoras alavancarem seus projetos, além de fomentar um ecossistema colaborativo e fundamental à economia. Com o tema “O Momento das Startups: como criar um ecossistema favorável para o desenvolvimento e aplicabilidade das startups na construção civil?”, o evento pretende reunir empresários, estudantes e startupeiros do setor. Análise de cases, debates, networking e pitches integram a tarde de atividades, que contará com palestras de representantes de diversas empresas que estão se destacando no apoio e desenvolvimento de soluções inovadoras. Entre elas, estarão presentes Andrade Gutierrez, Alphaville Urbanismo, URBE.ME, Tecverde, Startse, Construtech, AnLab, Wikihaus, entre outros.

A iniciativa é da empresa de consultoria gaúcha Climb Consulting e pretende se repetir anualmente, estimulando o empreendedorismo, a criatividade e o pensamento disruptivo em uma área que enfrenta tantas barreiras no país. As inscrições já podem ser feitas online no linksympla.com.br/climbconsulting. Para o Engenheiro Civil Bernardo Etges, um dos sócios da Climb e idealizadores do fórum, iniciativas como esta, de integração e divulgação do que vem se desenvolvendo “é a melhor maneira de alcançarmos maturidade e agilidade para conseguir acompanhar o dinâmico processo de inovação que vivemos na atualidade”. 

Entre os palestrantes confirmados na programação estão Glaucia Alves da Costa (Diretora de Inovação da Andrade Gutierrez), Vicente Pires Júnior (Gerente de Novos Negócios da Tecverde), Eduarda Barboza Fabris (Diretora Executiva do URBE.ME), Patricia Dias Hulle (Gerente Geral de Negócios da Alphaville Urbanismo), Felipe Canuso (Co-fundador da Controller), Luis Humberto Villwock (Tecnopuc) e  Eduardo Pricladnitzki (Co-fundador da Wikihaus). “Buscamos unir construtoras, incorporadoras, startups, empresário e estudantes para analisar, discutir e estimular a disseminação de ideias e cases de sucesso no setor”, conta Guilherme Trevisan, também sócio da Climb.

Programação do 1º Fórum da Inovação na Construção:

13h30min – Credenciamento e Exposição de Startups

14h – Painel “Criando um ecossistema de inovação”, com Bernardo Etges (Climb), Luis Humberto Villwock (Tecnopuc),

15h – Painel “Desenvolvendo programa de Inovação e Startups na construção civil”, com Glaucia Alves da Costa (Andrade Gutierrez), Patrícia Dias Hulle (Alphaville Urbanismo), Felipe Canuso (Controller)

16h – Coffee Break

16h30min – Painel “Soluções colaborativas e novas tecnologias aplicadas”, com Eduarda Barboza Fabris (URBE.ME), Vicente Pires Júnior (Tecverde Engenharia), Eduardo Pricladnitzki (Wikihaus)

17h30min – Pitch de Startups

18h20min – Encerramento

SERVIÇO:

1º Fórum da Inovação na Construção

TECNOPUC – Avenida Ipiranga, 6681, Partenon – Porto Alegre, RS

Dia 30 de agosto, das 13h30min às 18h30min

Inscrições:

Inteira – R$ 160,00

Estudante – R$ 80,00

Vendas online: bit.ly/forumconstrucao ou sympla.com.br/climbconsulting

Ciro detalha programa para tirar brasileiros do SPC ao custo de R$ 60 bilhões; por Jeferson Ribeiro/O Globo

Ciro detalha programa para tirar brasileiros do SPC ao custo de R$ 60 bilhões; por Jeferson Ribeiro/O Globo

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Candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes deu início à sua campanha em Irajá, na Zona Norte do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, com um discurso nacionalista na economia e duro na questão da segurança pública para uma plateia majoritariamente feminina.

Ele voltou a falar que, se eleito, vai refinanciar a dívida de 60 milhões de brasileiros inscritos no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), dessa vez detalhando que o programa pode exigir que os bancos públicos abram linha de crédito de até R$ 60 bilhões para atender a promessa.

Ciro vai concorrer à Presidência pela terceira vez e sem alianças com outros partidos, depois de tentar se associar às legendas do Centrão (DEM, PRB, PR, Solidariedade e PP) e com as legendas de esquerda PSB e PCdoB.

— Eu faço um leilão e aquelas empresas financeiras, bancos e de cartão de crédito e de crediários que me derem o maior desconto serão as primeiras a serem refinanciadas. E pega os mais pobres de baixo para cima e empresta pelo Banco do Brasil e pela Caixa em até 36 meses de prazo — disse Ciro a jornalistas na chegada ao comício.

Segundo ele, os feirões de negociação de dívida do Serasa têm dado desconto médio para os devedores de 80% em média. O pedetista acredita que com o programa do governo esse desconto nas dívidas pode chegar até 90%.

— O brasileiro médio está devendo R$ 1.200. Isso se eu picar as prestações em 36 meses ele vai pagar prestação ao redor de R$ 40 por mês e vai fazer ele a sair da humilhação e ajudar o país a voltar a turbinar a economia — argumentou.

— Se nos chegarmos ao limite de todo mundo (negociar a dívida), estamos falando em R$ 60 bilhões — acrescentou.

Etanol já está mais vantajoso que a gasolina em todo o país; por João Sorima Neto/O Globo

Etanol já está mais vantajoso que a gasolina em todo o país; por João Sorima Neto/O Globo

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A queda do preço do açúcar no mercado internacional está fazendo com que as usinas brasileiras voltem sua produção para o etanol na atual safra de cana de açúcar. O resultado é que as vendas do produto cresceram, o preço do combustível está mais competitivo em relação à gasolina e essa vantagem está chegando ao bolso do consumidor. Pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com dados compilados pela Unica, entidade que representa os produtores de cana de açúcar, mostra que a paridade média entre o preço dos combustíveis no Brasil está em 62%. O etanol fica mais competitivo quando o valor do combustível custar menos do que 70% do preço cobrado pela gasolina, já que o veículo abastecido com álcool gasta mais litros para percorrer a mesma distância.

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