Porto Alegre: Prefeitura cria novo Escritório de Eventos

Porto Alegre: Prefeitura cria novo Escritório de Eventos

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Para diminuir a burocracia e unificar o procedimento dos órgãos municipais na autorização de eventos em espaços públicos da cidade, foi criado o novo Escritório de Eventos de Porto Alegre, ligado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE).

O decreto nº 20.065/2018, assinado pelo prefeito Nelson Marchezan Júnior e publicado nesta quarta-feira ,19, no Diário Oficial de Porto Alegre (Dopa), estabelece as regras para autorização de atividades em áreas de uso coletivo visando a melhor utilização dos parques e praças.

O diretor do Escritório, Antonio Gornatti, explica que, para facilitar o processo, a partir de agora, as secretarias envolvidas passarão a avaliar o evento de forma conjunta e haverá uma mudança na cobrança dos locais públicos. O novo Escritório irá isentar de pagamento as atividades classificadas de patrimônio imaterial de Porto Alegre. Locais para shows com grande capacidade de público, como o Anfiteatro Pôr-do-Sol, terão redução significativa dos valores a serem pagos, a fim de “atrair e ampliar o número de eventos de relevância para a Capital, sejam eles culturais, musicais, sociais ou religiosos”.

O titular da secretaria de Desenvolvimento Econômico, Leandro Lemos, afirma que o objetivo do novo Escritório será favorecer eventos que tenham impacto positivo e tragam projeção e geração de renda ao município. “Porto Alegre já é líder em turismo de negócios e eventos e agora queremos reforçar ainda mais essa modalidade”, ressalta.

Gramado: PPPs não poderão ter valor inferior a R$ 10 milhões; por Miron Neto

Gramado: PPPs não poderão ter valor inferior a R$ 10 milhões; por Miron Neto

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Não é qualquer projeto que poderá fazer parte de uma Parceria Público-Privado (PPP) com a Prefeitura de Gramado. O projeto aprovado nesta segunda-feira (17), prevê que o contrato deverá ter um valor de, no mínimo, R$ 10 milhões, e o período de prestação de serviços não poderá ser inferior a cinco anos.
De acordo com o projeto, as parcerias poderão ser firmadas para a implantação, ampliação, melhoramento, reforma, manutenção ou gestão de infraestrutura pública, prestação de serviço, exploração de bem público e construção, ampliação, manutenção, reforma seguida da gestão de bens de uso público em geral, incluídos os recebidos em delegação do Estado ou da União.
Para gerir programa será criado um Conselho Gestor vinculado ao Chefe de Gabinete do prefeito.
Região Sul registra 8,51 milhões de consumidores com contas em atraso no mês de agosto

Região Sul registra 8,51 milhões de consumidores com contas em atraso no mês de agosto

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O volume de consumidores com contas em atraso cresceu na Região Sul no mês de agosto, conforme levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). No Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná o número de devedores negativados avançou 2,67% anual, totalizando 8,51 milhões de moradores da região com restrições ao CPF, cerca de 37,5% da população adulta dos três estados.

Para o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, o quadro reflete as dificuldades econômicas que o país enfrenta e que afeta as famílias de forma significativa.

– Ainda que estejamos vivendo uma lenta recuperação da economia, o desemprego permanece elevado e a renda familiar não superou os patamares de antes da crise, o que prejudica a capacidade de pagamento dos consumidores. Como já afirmamos em outras ocasiões, esse quadro somente será revertido com a aceleração da atividade econômica, com a geração de novos postos de trabalho e o incremento da renda dos brasileiros – ressalta Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS lembra, também, que as restrições ao CPF impedem que os negativados possam obter financiamentos ou realizar compras parceladas. Ainda assim, Vitor Augusto Koch avalia que os devedores procuram quitar seus débitos sempre que dispõem de algum recurso financeiro extra.

Isso se reflete na comparação entre agosto e julho de 2018, quando, em todo o país, o número de devedores negativados recuou 0,71%, fruto, talvez, do uso dos recursos oriundos do saque das cotas do PIS/Pasep para o pagamento de dívidas.

O presidente da FCDL-RS reitera que os consumidores inadimplentes devem priorizar o pagamento das dívidas que possuem juros mais elevados, pois estas acabam crescendo de forma gigantesca em caso de não quitação do débito. Além disso, a falta de pagamento não permite a realização de compras a prazos e a contratação de crédito.

No que diz respeito ao número de dívidas em atraso em nome de pessoas físicas, houve recuo na Região Sul de -2,40% na comparação anual entre agosto de 2018 e o mesmo mês de 2017. A média no RS, SC e PR é de 2,1 dívidas em aberto por pessoa inadimplente.

O levantamento do SPC Brasil e CNDL mostra que no país o total de consumidores inadimplentes ao final de agosto era de 62,9 milhões, abaixo dos números registrados em julho desse ano, quando somavam 63,4 milhões de pessoas.

FIERGS aponta caminho para o “Brasil industrial”

FIERGS aponta caminho para o “Brasil industrial”

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Dividida em cinco eixos de atuação, a Plataforma de Compromissos para um Brasil Industrial, apresentada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (18), será levada aos candidatos ao governo do Estado e encaminhada para a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Trata-se da reunião de propostas para que o País seja uma Nação industrial e não um “armazém de artigos e quinquilharias importadas”. O presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, explicou que este é o momento adequado para apresentar o trabalho, elaborado pelo Grupo de Política Industrial da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul, em função da proximidade das eleições e pelo fato de a Constituição Federal completar 30 anos este mês. “Será que nessas três décadas da Constituição de 88, evoluímos? Será que a velocidade das mudanças no mundo estaria a indicar uma Constituinte Exclusiva para uma nova Carta Magna?”, questionou.


Segundo Petry, são reflexões muito importantes a serem feitas no aniversário da Constituição e se vinculam a duas conclusões do Grupo de Política Industrial: a primeira é a centralidade do setor industrial em relação ao crescimento econômico. São os produtos da indústria que impulsionam a produtividade agrícola e o comércio eletrônico, por exemplo. A outra conclusão é em relação às questões estruturais brasileiras. “Os alicerces da economia nacional estão corroídos. Há um enorme custo de insegurança jurídica, extrema burocracia, anacronismo estrutural, privilégios descabidos a corporações de funcionários públicos, crônica escassez de investimentos, partidos interferindo em órgãos técnicos, serviços precários à sociedade. Enfim, nada pode ser construído sobre essas bases movediças”, ressaltou.


As ações de curto prazo sugeridas fazem parte do posicionamento do Sistema FIERGS e defendem iniciativas que englobem todos os setores produtivos. A plataforma da entidade foi dividida nos seguintes eixos: Segurança jurídica, desburocratização, simplificação e eficiência administrativa/tributária do setor público; Infraestrutura e logística; Adequação do tamanho e peso do setor público, estabilidade macroeconômica e financiamento; Inserção externa e novas tecnologias e, também, Empreendedorismo, indústria e sociedade. “Exemplos anteriores de receitas prontas foram um desastre. Não há uma fórmula pronta. Mas nós, como empresários responsáveis, temos que resolver problemas e apontar soluções”, observou o coordenador do Grupo, Carlos Alexandre Geyer.


Nas reuniões do Grupo, composto por 16 membros, os principais problemas apontados pelos industriais, revelou Geyer, foram carga tributária, burocracia, dificuldades de logística e insegurança jurídica.
A FIERGS entende que, caso implantada, a Plataforma de Compromissos para um Brasil Industrial trará como resultado a elevação geral do nível de competitividade da economia do País. “
Sem uma reestruturação voltada para o aumento do profissionalismo, da eficiência e do equilíbrio do Estado, dificilmente o resultado esperado será atingido”, enfatiza o estudo da FIERGS, que foi apresentado pelo economista-chefe da entidade, André Nunes de Nunes.


Os principais pontos dos cinco eixos de atuação da política industrial são os seguintes:
Na questão da segurança jurídica, a FIERGS afirma que se trata do 
“pilar fundamental da atividade econômica privada, sem a qual não há ambiente para realizar investimentos e inovar”. O primeiro passo para a melhora no ambiente de negócios é a simplificação, reduzindo-se a burocracia para pagar imposto. Deve-se também evitar as constantes mudanças nas regras do jogo. Entre as medidas defendidas pela FIERGS para os futuros governantes do País estão uma Reforma Tributária que simplifique e incida menos impostos sobre bens e serviços e também torne mais simples a compensação de ressarcimento dos tributos. No RS, a proposta é pela reforma e simplificação do ICMS, bem como ampliação do prazo para seu recolhimento.


Em infraestrutura e logística, deve ser dada prioridade ao desenvolvimento da oferta de plataformas logísticas com armazenagem e a maior integração entre os modais de transporte. Como solução para os atuais gargalos, a Federação das Indústrias aponta privatizações e concessões. No RS, é fundamental, segundo a FIERGS, a privatização ou o fechamento da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), além da melhoria de acesso ao Porto de Rio Grande e modernização da malha ferroviária.


O terceiro dos cinco eixos da plataforma se refere à adequação do tamanho e peso do setor público. Para a FIERGS, a estabilidade macroeconômica é uma condição necessária para o planejamento e os investimentos de longo prazo. Para tanto, a diminuição da dívida pública e o controle da inflação possibilitarão taxas de juros mais baixas e um ciclo de geração de riquezas. Neste eixo, a entidade defende, entre outras medidas, a Reforma da Previdência, inclusive a estadual; independência do Banco Central e uma reforma administrativa. Para o governo do Estado, a proposta é a de que os recursos orçamentários do Legislativo, Judiciário, Ministério e Defensoria Pública (duodécimo) devem ser vinculados à receita efetivamente arrecadada.


Ao tratar da inserção externa e novas tecnologias, a FIERGS reforça que a maior integração internacional reduzirá o impacto dos ciclos econômico internos na indústria, gerando mais estabilidade de longo prazo para o País. Além disso, uma melhor inserção internacional das indústrias brasileiras proporcionará aumento de escala e redução de custos e maiores incentivos ao aumento da competitividade dentro da empresa. A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul sugere também a simplificação dos procedimentos de acesso ao crédito para inovação.


Por fim, no último eixo da Plataforma de Compromissos, o de empreendedorismo, indústria e sociedade, a entidade salienta que o Sistema S apresenta grande relevância para a sociedade. Apenas o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) já formou 73,7 milhões de trabalhadores desde 1942. São 541 unidades fixas e 452 móveis distribuídos em 1,6 mil municípios do Brasil atualmente. A FIERGS entende ser fundamental a preservação das conquistas da modernização trabalhista, além da defesa do aprofundamento da reforma, perseguindo as melhores práticas dos países desenvolvidos. Para o Rio Grande do Sul, a extinção do Piso Regional se faz urgente e necessária, visto que Estados com o Piso Regional são os que menos crescem. Os cinco estados que adotam a política de valorização do Salário Mínimo – São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – estão entre os oito que menos cresceram entre 2002 e 2015, de acordo com o IBGE. O Rio Grande do Sul, inclusive, foi o que teve o menor avanço do PIB nesse período: 30,8%, contra 45,4% do Brasil.

Clique aqui e acesse a íntegra do estudo.

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Curso Intensivo de Vinhos promovido pela ABS-RS começa nesta terça-feira em Bento Gonçalves

Curso Intensivo de Vinhos promovido pela ABS-RS começa nesta terça-feira em Bento Gonçalves

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Apaixonados por vinho que querem desvendar esse complexo e abrangente mundo irão se reunir em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, para mais uma edição do Curso Intensivo de Vinhos promovido pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS). O primeiro módulo acontece nesta terça (18) e quarta-feira(19 ), no Dal’Onder Grand Hotel. “Nosso curso é o mais completo aprendizado de introdução ao mundo de Baco, especialmente formulado para pessoas em busca de formação ou iniciantes que desejam ampliar seus conhecimentos”, esclarece o presidente da ABS-RS, Orestes de Andrade Jr.

Curso ABS - Foto Silvana Gentilini
Curso ABS – Foto Silvana Gentilini

As aulas serão ministradas por profissionais da ABS, com experiência em nível nacional e internacional, e irão abordar, de forma sistemática e didática, todos os principais tópicos referentes à degustação e apreciação do vinho – de sua história e importância social ao serviço do vinho em casa ou nos restaurantes. A importância da vitivinicultura para a qualidade do vinho, o processo de vinificação, a relação entre vinho e saúde, os cuidados na guarda e armazenamento, bem como os fundamentos da harmonização também estarão em pauta. Os próximos módulos estão programados para os dias 25 de setembro, 9 de outubro e 25 de outubro, sempre no Dal’Onder.

Em todas as aulas haverá degustação de vinhos de diferentes tipos e origens. “Aliamos a teoria e a prática, permitindo que nossos alunos possam aplicar os conhecimentos repassados ao longo das aulas”, destaca o presidente. Outras informações sobre o curso podem ser obtidas através do email contato@absrs.com.br.

Porto Alegre será sede do 1º Congresso de Confeitaria e Empreendedorismo

Porto Alegre será sede do 1º Congresso de Confeitaria e Empreendedorismo

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Porto Alegre se prepara para receber o Sugarcake Show – 1º Congresso de Confeitaria e Empreendedorismo, que trará à Capital gaúcha, nos dia 18 e 19 de novembro, os maiores nomes da confeitaria regional e nacional. Aulas, palestras e trocas de experiências serão o destaque do evento, que será realizado no Teatro do SESC.

De acordo com Adriana Kauer, uma das organizadoras do encontro, o objetivo é oferecer aprendizado, além de destacar a importância do empreendedorismo aos profissionais do setor. “Durante dois dias, os participantes terão a chance de estarem em contato com os mais conceituados representantes da confeitaria do país. Todos estarão à disposição para dividirem o seu conhecimento, apresentando o que há de mais moderno e relevante na área”.

Adriana revela que no Sugarcake serão realizadas mais de 10 aulas-show, palestras, um talk-show com empreendedores de sucesso, além da oportunidade para conhecer profissionais e grandes mestres da confeitaria, assim como as principais marcas de produtos do mercado.

As inscrições podem ser feitas no site www.sugarcakeshow.com.br. Até o momento, mais de 10 profissionais já confirmaram presença no evento, organizado pela Comercial Martini, Joyce Lopes Confeitaria e Amamos Confeitaria.

Confira alguns dos nomes confirmados:

Lucas Corazza: Profissional especializado em pâtisserie pela École National Superiére de la Patisserie, na França, e na Ecole Bellouet Consei. Ganhador do prêmio “Chef Patissier 2018/19, pela revista Prazeres da Mesa.

Em 2013, foi Chef Destaque pela publicação Panificação Brasileira e, em 2012, conquistou o primeiro lugar no concurso “Melhor Receita de Chocolate”, na Febrachoco, em Gramado. Atua há mais de 16 anos no mercado de confeitaria, é jurado do programa “Que seja doce” e Embaixador e defensor do chocolate brasileiro Unique da empresa Harald.

Cássio Cevalos: Formado confeiteiro em 2005. Em 2010, tornou-se chef da pâtisserie Madame Antonieta Doces. Vencedor da 1ª edição da Febrachoco, em Gramado. Curador e destaque da Chef’s Table, hoje é Chef Chocolatier da Barry-Callebaut no Brasil.

Serviço:

O quê: Sugarcake Show – 1º Congresso de Confeitaria e Empreendedorismo

Quando: Domingo, 18 de novembro, das 13h às 20h30. Segunda-feira, 19 de novembro, das 9h30 às 20h30

Onde: Teatro do SESC – Avenida Alberto Bins, 665 – Centro – Porto Alegre

Informações e inscrições: www.sugarcakeshow.com.br

Economista de Bolsonaro não participará do debate de hoje no roda Viva. Paulo Guedes recusou convite do programa

Economista de Bolsonaro não participará do debate de hoje no roda Viva. Paulo Guedes recusou convite do programa

Agenda Comunicação Economia Notícias

O economista Paulo Guedes não comparecerá ao programa  Roda Viva (TV Cultura/SP) de hoje, que reunirá os economistas dos principais candidatos ao Palácio do Planalto.

Estarão presentes:

Persio Arida (Geraldo Alckmin);

Ricardo Carneiro (Fernando Haddad);

Mauro Benevides (Ciro Gomes);

Basileu Margarido (Marina Silva).

Paulo Guedes não deu informações sobre o porquê recusou o convite. De acordo com a produção do Roda Viva, Paulo Guedes foi convidado “mais de dez vezes” para participar do programa de hoje, mas recusou alegando

“conflito de agenda”.  O Roda Viva, então, abriu a possibilidade de o PSL enviar outro representante da área econômica da campanha de Jair Bolsonaro, mas o partido optou por “não enviar ninguém”. (O Antagonista)

Andiara Petterle aborda liderança feminina em palestra

Andiara Petterle aborda liderança feminina em palestra

Economia Negócios Notícias

Com o objetivo de fomentar o crescimento do espaço feminino e a diversidade nos ambientes profissionais, a vice-presidente de Produto e Operações do Grupo RBS, Andiara Petterle, ministrou uma oficina na última sexta-feira (14), na Amcham. Ela foi responsável pelo módulo de Empreendedorismo do Programa Estratégico de Liderança Feminina, curso que estimula o melhor posicionamento de gestoras em suas empresas.

 O programa surgiu em razão da importância de falar sobre as conquistas e o que ainda pode ser alcançado por mulheres no mercado de trabalho. O treinamento completo é realizado em cinco diferentes módulos: Liderança Contemporânea, Empreendedorismo, Cultura e Diversidade, Negociação e Networking e Carreira. Cada um deles tem quatro horas de duração.

 – Os empreendedores dentro de uma empresa são impulsionadores de inovações e provocam grandes transformações. O desafio das mulheres ainda é conquistar mais espaços, especialmente em cargos executivos – destacou Andiara.

 Na quinta-feira (13), a vice-presidente de Produto e Operações da RBS também marcou presença no painel “Mulheres no topo: novo papel da Liderança Feminina”, no 3º Kenob Talks, em São Paulo. Ela partilhou experiências de sua carreira e falou sobre os novos caminhos da mulher na liderança de empresas. Andiara ainda destacou a RBS como exemplo de empresa que trabalha o tema internamente e, por isso, vem encontrando um equilíbrio.

Cresce número de diplomados em vagas sem qualificação

Cresce número de diplomados em vagas sem qualificação

Destaque Economia Negócios Trabalho

Mesmo durante a recessão, entre 2014 e 2017, mais 2,2 milhões de pessoas que têm ensino superior completo ingressaram no mercado de trabalho. No entanto, a maior parte delas, 1,3 milhão, só conseguiu uma vaga em funções que, no máximo, exigiam conhecimento técnico ou de nível médio. A renda média desse grupo também foi a que mais encolheu no período: quase 10%.

 

Para especialistas, os números, que fazem parte de um levantamento do Dieese, mostram dois aspectos cruéis da crise. Primeiro, profissionais sem alternativa de emprego acabam empreendendo ou aceitando trabalhos que não exigem maior especialização. Segundo, na outra ponta, a parcela mais vulnerável, de trabalhadores com menor qualificação, é expulsa do mercado.

– É assustador ver um país que investiu na formação de profissionais mais qualificados desperdiçar essa mão de obra e a chance de aumentar a produtividade. Deveríamos estar colhendo esses frutos, mas o que vemos é uma desestruturação intensa e rápida do mercado de trabalho – diz Patrícia Pelatieri, coordenadora de pesquisa do Dieese.

Paulo Sardinha, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Rio de Janeiro (ABRH-RJ), reconhece que, em períodos de crise, há empresários que aproveitam a grande oferta de mão de obra qualificada para contratar esses profissionais em funções e salários inferiores. Mas considera a política “nada inteligente”, já que, dificilmente, o profissional se acomodará nesse emprego.

– O desemprego prolongado que vivemos faz, em primeiro lugar, a pessoa aceitar trabalhar longe de casa. Se não tiver sucesso, passa a aceitar qualquer vaga, por um salário muito inferior ao que recebia. Do outro lado, quem não teve condições ou oportunidades de evoluir na escolarização permanece desempregado – observa Sardinha.

Leia a reportagem completa em O Globo.

Especialistas debatem tendências e o futuro do mercado das telecomunicações. XII Seminário de Telecomunicações foi realizado na FIERGS

Especialistas debatem tendências e o futuro do mercado das telecomunicações. XII Seminário de Telecomunicações foi realizado na FIERGS

Destaque Economia

Debater as tendências e as expectativas do mercado para os próximos anos foi o objetivo do XII Seminário de Telecomunicações, realizado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), por meio do Conselho de Infraestrutura (Coinfra), nesta quinta-feira (13). O encontro reuniu especialistas que trataram sobre como agregar valor para as empresas, a regulamentação dos serviços de estação rádio-base, o futuro do trabalho e a gestão de dados na indústria e na infraestrutura. “A indústria 4.0 não é só um modismo. Ela traz uma série de mudanças e nos faz pensar diferente”, declarou o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, na abertura do evento.
Petry destacou a evolução constante e veloz da tecnologia nas diferentes áreas, e que vivemos atualmente, na era das startups, o ciclo da informação distribuída. “Um aplicativo pode valer mais do que um parque fabril”, observou. O evento contou também com a participação do coordenador do Coinfra, Ricardo Portella Nunes; e do coordenador do Grupo Temático de Telecomunicações, Carlos Garcia.
Durante a palestra sobre Regulamentação dos serviços de ERBs (Estações Rádio Base), o gerente de Outorga e Licenciamento de Estações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Renato Sales Bizerra de Aguiar, informou que o Brasil possui 235 milhões de celulares ativos, e mais de 30 milhões de acessos à banda larga fixa. “Se antes a energia elétrica tinha papel fundamental no desenvolvimento econômico e social, hoje, ela é acompanhada pela internet, que possibilita qualquer pessoa ter acesso ao mesmo tipo de informação”, disse. Ele lembrou que alguns dos principais desafios neste novo cenário são a racionalização da carga tributária em telecomunicações e a viabilização da Internet das Coisas.
Já O Futuro do Trabalho a Luz das Novas Tecnologias da Indústria 4.0 foi debatido pelo superintendente de inovação do Centro de Tecnologia da PUCRS, Jorge Audy; e pelo diretor de inovação e tecnologia da Unisinos, Luis Felipe Maldaner. O representante da PUCRS ressaltou que o futuro do mercado de telecomunicações no Brasil passa necessariamente por uma grande reforma educacional desde a base, com qualificado ensino de matérias como física e matemática e por uma valorização do ensino superior. “O futuro do trabalho é tecnológico, mas apenas 15% da população está nas universidades”, afirmou.
Para Maldaner, da Unisinos, vivemos hoje a “quinta onda”, a da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), superando a era da indústria automobilística e da produção em massa. Segundo ele, os profissionais e as empresas não precisam apenas se adaptar aos novos tempos no mundo do trabalho, mas também ao perfil do novo consumidor, que não tem mais tanto interesse em aquisições de bens duráveis e consumo imediato. “Há uma maior dissociação entre consumir e possuir. Isso vai mudar o modelo organizacional nas indústrias e nas empresas”, afirmou, citando o caso de pessoas que já preferem vender seus carros para se deslocar utilizando as facilidades dos aplicativos de transporte.
O evento também contou com a palestra do diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), Ricardo Dieckmann, sobre os “Desafios da Ampliação de Infraestrutura e Serviços de Telecomunicações”; e do diretor do Sinosnet, Henrique Elias Pufal, com o tema “Como preparar a infraestrutura para o futuro da internet”.