Alíquotas do ICMS precisam ser reduzidas, diz presidente da FCDL-RS

Alíquotas do ICMS precisam ser reduzidas, diz presidente da FCDL-RS

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O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, manifesta sua contrariedade em relação a manutenção das atuais alíquotas de ICMS no Rio Grande do Sul a partir de janeiro de 2019. Segundo o dirigente, quando ocorreu a elevação do tributo em 2016 foi feita a promessa de que as alíquotas seriam reduzidas ao final de 2018.

– O Rio Grande do Sul precisa, com urgência de uma agenda positiva de incentivo a retomada do empreendedorismo, com forte apoio e até mesmo socorro para setores que perdem competitividade a cada dia que passa. Um exemplo claro disso a indústria coureiro calçadista, que teve diversas fábricas fechadas nos últimos anos, sem falar no comércio, altamente prejudicado pelas alíquotas elevadas – lembra Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS destaca, ainda, que os reflexos do elevado ICMS são percebidos na indústria, no comércio, nos serviços, enfim, em praticamente todos os setores da economia gaúcha. Já quando ocorreu a aprovação pela Assembleia Legislativa do aumento das alíquotas proposto pelo governo estadual, a FCDL-RS destacava que o fato iria atingir diretamente o orçamento das famílias gaúchas, retirando poder de consumo e fomentando o ciclo recessivo que se percebia no Rio Grande do Sul. E, comprovadamente, a elevação dos tributos causou e causa prejuízos para o setor varejista e, em especial, para as famílias de baixa renda, que foram profundamente afetadas com o aumento da alíquota básica do ICMS.

Indústria gaúcha tem queda nas exportações.   Vendas externas caíram 6,1% em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2017

Indústria gaúcha tem queda nas exportações. Vendas externas caíram 6,1% em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2017

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A indústria gaúcha teve uma queda de 6,1% nas exportações em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2017, ao alcançar US$ 1,2 bilhão como valor de suas vendas externas, o equivalente a 74,6% do total de US$ 1,6 bilhão embarcado pelo  Estado. A retração se explica, em parte, pelo fato de os dois segmentos com maior contribuição na pauta, Alimentos e Tabaco, terem fechado com forte recuo, de 20,4% e 24%, respectivamente.  “O resultado ainda sofre parte da influência da forte crise na Argentina, um dos nossos principais compradores, que reduziu em mais de 51% os pedidos”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry. As categorias Coque e derivados do petróleo e de biocombustíveis (675%) e Químicos (34,8%) foram destaques positivos em outubro, insuficientes, porém, para evitar a contração nas exportações.

As vendas externas totais do RS em outubro registraram perdas de 1,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar disso, o grupo de produtos básicos assinalou um crescimento de 16,6%, especialmente pelo embarque de US$ 47 milhões em arroz, já que não houve registro de exportação para este produto em outubro de 2017.  Já as importações do Rio Grande do Sul apresentaram uma expansão de 26,4% nas mercadorias compradas, ante o mesmo período de 2017, maior resultado da série histórica para o mês de outubro desde 2010, atingindo a marca de US$ 1,1 bilhão. Boa parte da variação positiva pode ser atribuída à expansão das categorias de uso de Bens de Capital (3,8%) e Intermediários (38,3%), com destaque para Combustíveis e Lubrificantes (142%).

ACUMULADO – Ao totalizarem US$ 17,9 bilhões, as exportações do Rio Grande do Sul em 2018 registraram um desempenho 21% superior no comparativo com o acumulado dos primeiros dez meses de 2017. A indústria, representando 73,5% do total, contribuiu com US$ 13,2 bilhões, resultando em um crescimento de 27,5% ante o mesmo período do ano anterior. Isso só ocorreu, porém, porque foram contabilizadas como exportação as vendas de duas plataformas de petróleo e gás, as chamadas exportações fictas, que se tratam das operações de venda de produtos nacionais a empresas sediadas no exterior, sem que ocorra sua saída do território brasileiro, mas com pagamento em moeda estrangeira.
Se essas operações não fossem consideradas, seria verificada uma modesta expansão do setor exportador gaúcho (1,9%), com variação quase nula (0,1%) dos embarques da indústria no período. A primeira plataforma foi para a Holanda, em fevereiro, no valor de US$ 1,53 bilhão, e a segunda para o Panamá, em agosto, no valor de R$ 1,299 bilhão.

No caso das importações, o acumulado de janeiro a outubro totaliza US$ 9,3 bilhões, um aumento de 18,9% ante o mesmo período de 2017.
Vencedora do Master Chef grava série especial no Mercado Público de Porto Alegre. Maria Antonia apresenta em seu canal do Youtube a variedade gastronômica do local

Vencedora do Master Chef grava série especial no Mercado Público de Porto Alegre. Maria Antonia apresenta em seu canal do Youtube a variedade gastronômica do local

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A vencedora do principal reality show gastronômico do país, Maria Antonia Russi, decidiu mostrar para seus fãs do Brasil a diversidade de produtos que são comercializados no Mercado Público de Porto Alegre. Além de ser um belíssimo prédio histórico, localizado no coração da capital gaúcha, o local é referência para quem procura produtos de qualidade.

“Muitas vezes preciso de insumos diferenciados para preparar uma receita e sempre recorro ao Mercado Público. Lá tenho a certeza que vou encontrar tudo o que preciso e ainda rende um ótimo passeio. Por isso gravei os programas para que pessoas de outros Estados pudessem conhecer mais sobre esse lugar que faz parte do meu dia-a-dia”, ressalta.

Para assistir à série, clique aqui e acesse o canal Chef Maria Antonia no Youtube e conferir todos os episódios. Os vídeos novos são postados sempre às terças e sextas.

Seminário Econômico Fundação CEEE traça cenários para 2019

Seminário Econômico Fundação CEEE traça cenários para 2019

Agenda Economia Notícias

Apresentar os cenários e tendências para o próximo ano é o principal objetivo da 20ª edição do Seminário Econômico Fundação CEEE que acontece dia 21/11, no Centro de Eventos do BarraShoppingSul. Para tanto, três especialistas em suas respectivas áreas irão debater os rumos da política econômica do novo governo, os reflexos da disputa eleitoral e como tomar decisões na nova conjuntura. O seminário é gratuito e terá a participação do ex-secretário estadual da fazenda Aod Cunha, do  economista Rodrigo Telles da Rocha Azevedo e do doutor em Filosofia Vladimir Safatle. Os debates terão a mediação da jornalista e especialista em relações internacionais Dalva Bavaresco.

O Seminário Econômico Fundação CEEE tornou-se conhecido nacionalmente pelos profissionais dos setores financeiro e de investimentos por debater as perspectivas macroeconômicas e políticas para o ano seguinte. Como 2018 foi um ano de eleições para governador e presidente, o evento ganha ainda mais relevância ao apresentar os rumos para 2019, contribuindo para a tomada de decisão por parte de empresários e gestores.  Inscrições pelo site:http://www.seminarioeconomico.com.br/.

A iniciativa é da Fundação CEEE, que tem 38 anos de atuação no mercado e um patrimônio superior a R$ 6,2 bilhões. É o maior fundo de pensão do Rio Grande do Sul e um dos maiores do Brasil. A Fundação administra 12 planos de previdência e conta com 16 mil participantes, atingindo um universo de aproximadamente 30 mil pessoas. São profissionais que atuam nas empresas patrocinadoras, associados dos sindicatos instituidores de planos previdenciários, aposentados, pensionistas e dependentes. A Fundação CEEE é responsável pela complementação de aposentadoria de mais de 9 mil assistidos. Anualmente, a entidade paga em torno de R$ 600 milhões em benefícios.

Os palestrantes:

Cenário Político

14h30: Vladimir Safatle: Doutor em Filosofia pela Université de Paris, Mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo, graduado em Filosofia pela Universidade de São Paulo e em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. É Professor Livre Docente do departamento de filosofia da Universidade de São Paulo e pesquisado do CNPq – Nível 2 – CA em Filosofia. Foi professor visitante das Universidades de Paris VII, Paris VIII, Toulouse, Louvain e Stellenboch (África do Sul), além de responsável de seminário no Collège International de Philosophie (Paris). É visiting scholar na Universidade de California – Berkeley e colunista da Folha de São Paulo.

Cenários Macroeconômicos

15h15: Rodrigo Telles da Rocha Azevedo: É Doutor em Economia pela Unicamp e Professor do Programa de Mestrado Profissional da FGV/SP. Formado em Economia pela Universidade de São Paulo, Ph.D. e M.Sc. em Economia pela University of Illinois at Urbana-Champaign (US). Sócio-fundador e CIO da Ibiuna Investimentos, foi Diretor de Política Monetária no Banco Central do Brasil (2004 a 2007) e membro votante do Comitê de Política Monetária (COPOM) entre 1998 e 2004.

16h15: Aod Cunha: Mestre e Doutor em Economia pela UFRGS, com pós-doutorado e pesquisador visitante em Columbia/NY. Foi Presidente da Fundação de Economia e Estatística (FEE) do RS (2003-2006); Secretário da Fazenda do RS e Presidente do Conselho de Administração do Banrisul (2007- 2009). Consultor Sênior do Banco Mundial (2010); Managing Director do Banco J.P. Morgan em São Paulo (2011-2014) e sócio do Banco BTG Pactual (2014-2016). Foi professor de cursos de macroeconomia na PUC/RS, UFRGS/RS e IBMEC/RJ em diferentes períodos entre 1994 e 2014.

EBITDA da Braskem cresce 30% e chega a R$ 3,6 bilhões no terceiro trimestre de 2018. Após greve dos caminhoneiros, as vendas se recuperam no Brasil e crescem nos Estados Unidos e no México

EBITDA da Braskem cresce 30% e chega a R$ 3,6 bilhões no terceiro trimestre de 2018. Após greve dos caminhoneiros, as vendas se recuperam no Brasil e crescem nos Estados Unidos e no México

Economia Negócios Notícias

A recuperação das vendas no Brasil depois da greve dos caminhoneiros e o crescimento nos Estados Unidos e no México levaram a Braskem a registrar um EBITDA de R$ 3,6 bilhões (US$ 909 milhões) no terceiro trimestre de 2018, 30% maior do que igual período do ano passado. O lucro líquido cresceu 68% na mesma comparação, chegando a R$ 1,34 bilhão. A geração livre de caixa alcançou R$ 1,5 bilhão.

“As vendas maiores no exterior e a recuperação brasileira pós-greve dos caminhoneiros compensaram os menores níveis de spreads de resinas no Brasil, de polipropileno na Europa e de polietileno na América do Norte”, disse o presidente da Braskem, Fernando Musa. “Continuamos a registrar resultados vigorosos no geral apesar da volatilidade do mercado e de alguns desafios operacionais, mais uma prova da resiliência da Companhia e um grande indicativo de que estamos trilhando um caminho seguro de crescimento.”

A normalização da produção no período pós-greve no Brasil fez com que a taxa média de utilização das centrais petroquímicas chegasse a 95%, 5 p.p. superior ao registrado no segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a taxa média de utilização foi 3 p.p. superior, período que foi negativamente impactado pela parada programada da central do Rio de Janeiro.

A demanda de resinas no mercado brasileiro (PE, PP e PVC) foi de 1,4 milhão de toneladas no trimestre, 9% superior ao trimestre anterior, que foi impactado pelas restrições logísticas decorrentes da greve e também influenciada pela sazonalidade. Em relação ao 3T17, a demanda de resinas foi 3% superior. No acumulado do ano, a demanda de resinas apresentou expansão de 3%, devido ao maior nível de atividade, principalmente, nos setores de embalagens, agricultura e consumo.

As vendas de resinas da Braskem totalizaram 917 mil toneladas, um aumento de 12% em relação 2T18 e superior ao desempenho do mercado. Em relação ao 3T17, as vendas ficaram em linha. No acumulado do ano, as vendas de resinas no Brasil apresentaram expansão de 1%, totalizando 2.624 mil toneladas.

A taxa de utilização nos EUA e na Europa foi de 87% no trimestre, 3 p.p. superior ao segundo trimestre, com vendas de 477 mil toneladas de PP.  No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno foi de 78%, 6 p.p. superior ao segundo trimestre do ano, o qual havia sido negativamente impactado pela parada programada em maio. As vendas de PE totalizaram 136 mil toneladas no mercado mexicano, alta de 1% sobre o trimestre anterior. As exportações a partir do México se mantiveram estáveis devido a estratégia de priorizar o atendimento do mercado mexicano.

Saiba o que Bolsonaro pode mudar na educação com apenas uma ‘canetada’; por Renata Mariz/O Globo

Saiba o que Bolsonaro pode mudar na educação com apenas uma ‘canetada’; por Renata Mariz/O Globo

Destaque Direito Economia Educação

“Noventa por cento do que eu quero fazer passa pelo Parlamento, 10% apenas por uma caneta presidencial”, afirmou Jair Bolsonaro em sua primeira entrevista na televisão após ser eleito. Apesar da declaração, o poder do próximo presidente de fazer mudanças por conta própria não é tão limitado assim. Na área da Educação, alterações significativas podem ser determinadas na base da canetada: do controle sobre o conteúdo dos livros didáticos a mudanças nos critérios de destinação de recurso para as universidades federais. É o que aponta levantamento feito pelo GLOBO a partir da análise da legislação e de consultas a ex-ministros, gestores atuais e especialistas na área.

Nada impede que medidas que contrariem princípios previstos na Constituição ou na Lei de Diretrizes e Bases da educação (LDB), entre outras legislações, sejam questionadas na Justiça. Mas há muito espaço para alterações.

— De forma geral, o MEC tem possibilidade de fazer quase tudo — resume Eduardo Deschamps, ex-presidente e membro do Conselho Nacional de Educação (CNE)

Há medidas, já defendidas por Bolsonaro ou seus auxiliares, que precisariam passar pelo Congresso, como uma eventual extinção do sistema de cotas nas universidades federais, adotada em lei por um prazo determinado; a cobrança de mensalidades no ensino superior público, contrariando dispositivo constitucional; ou implantar ensino fundamental a distância.

 

Leia mais em O Globo.

O ‘pão à Bolsonaro’, com leite condensado, ganha adeptos no Rio; por Diego Amorim/O Globo

O ‘pão à Bolsonaro’, com leite condensado, ganha adeptos no Rio; por Diego Amorim/O Globo

Destaque Economia Gastronomia Negócios

A chegada de Jair Bolsonaro (PSL) ao Palácio da Alvorada promete mudar parte do cardápio da residência oficial do presidente da República. Ao aparecer tomando café da manhã, em casa, em reportagem do “Jornal Nacional” na véspera do segundo turno, o presidente eleito revelou um inusitado hábito à mesa: comer pão francês com leite condensado .

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Bolsonaro come pão com leite condensado no café da manhã Foto: Reprodução

Se causou alguma estranheza a quem assistiu o ainda candidato espremendo uma caixinha de leite condensado sobre um pão, nas padarias não se trata de um gosto tão incomum.

— Eu adoro pão com azeite e açúcar e tenho um amigo que come pão com pastel, então eu entendi perfeitamente esse gosto peculiar — divertiu-se a empresária Fernanda Hipólito, de 48 anos, que comanda a padaria Flor da Tijuca, na Zona Norte do Rio. — Vou colocar à venda um pão com leite condensado na chapa, para gratinar, e batizá-lo com o nome do presidente.

 

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Paulo Guedes contradiz Bolsonaro e diz que governo não irá renegociar dívida; por Idiana Tomazelli e Eduardo Rodrigues/O Estado de S.Paulo

Paulo Guedes contradiz Bolsonaro e diz que governo não irá renegociar dívida; por Idiana Tomazelli e Eduardo Rodrigues/O Estado de S.Paulo

Destaque Economia
Futuro ministro da Economia no governo de Jair Bolsonaro, o economista Paulo Guedesafirmou nesta terça-feira, 6, que “está fora de questão” renegociar a dívida brasileira e que a futura equipe vai trabalhar para fazer reformas e vender ativos para reduzir o endividamento do País.

A fala de Paulo Guedes contradiz à do presidente eleito Jair Bolsonaro. Em entrevista àBand no dia anterior, Bolsonaro disse que a dívida interna do Brasil não é impagável, mas precisaria ser renegociada. Na ocasião, o presidente eleito afirmou ainda que seu ministro da Economia se encarregaria dessa missão.

“Está fora de questão renegociar dívida, está fora de questão. O que existe é preocupação com a dívida. Por isso, faremos reformas e faremos o que empresas fazem, vender ativos”, disse Guedes. “Não é razoável o Brasil gastar US$ 100 bilhões por ano para pagar juros da dívida”, afirmou.

O futuro ministro da Economia disse ainda que pretende acelerar as privatizações para liberar recursos e ajudar não só no ajuste fiscal, mas também no alívio a algumas áreas que hoje reclamam da falta de verbas. “Em vez de pagar juros da dívida, vamos dar dinheiro para saúde e educação”, disse.

Leia mais em O Estado de São Paulo.

União Europeia quer fechar acordo com Mercosul antes da posse de Bolsonaro; por Jamil Chade/O Estado de S.Paulo

União Europeia quer fechar acordo com Mercosul antes da posse de Bolsonaro; por Jamil Chade/O Estado de S.Paulo

Destaque Economia Mundo

O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia – em negociação há quase 20 anos, mas já na reta final – ganhou um novo impulso após as declarações da equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro de que o bloco sul-americano não será prioridade no novo governo. A intenção, segundo o presidente da delegação do Parlamento Europeu para as relações com o Mercosul, o deputado português Francisco Assis, é tentar fechar algum tipo de entendimento comercial ainda durante o governo de Michel Temer.

“Estamos preocupados”, disse. “Há uma enorme incógnita sobre qual será o futuro do Mercosul e, portanto, sobre como ocorrerá essa relação de negociação com a União Europeia.” Segundo ele, o Mercosul entregou uma proposta aos europeus no dia 24 de outubro. “Haverá uma tentativa por parte da UE de fazer uma contraproposta”, disse. A negociação com o Mercosul entrou na pauta da reunião da UE da próxima quarta-feira, com a comissária de comércio exterior do bloco, a sueca Cecilia Malmström.

O acordo, se confirmado, será o mais importante já assinado pelo bloco europeu. Para levá-lo adiante, no entanto, é preciso vencer resistências dentro da própria União Europeia, já que grupos protecionistas fazem pressão para adiar o acordo.

Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro defendeu acordos bilaterais com países desenvolvidos e criticou a política externa dos governos do PT, que deram prioridade a acordos com países africanos, sul-americanos e asiáticos. Na primeira entrevista após o resultado do segundo turno, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a criação do Mercosul foi ideológica e que o bloco não seria prioridade.

Leia a íntegra em O Estado de São Paulo.

Porto Alegre: Cacau Show prepara inauguração de Mega Store no Barrashoppingsul

Porto Alegre: Cacau Show prepara inauguração de Mega Store no Barrashoppingsul

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Os chocólatras gaúchos ganharão em 30 de novembro, uma verdadeira “Chocolândia” montada em  uma mega store de 350 m²  da Cacau show, no Barrashoppingsul. Na área que foi da FNAC, além de comprar chocolates da marca, os clientes poderão fazer cursos de chocolatier e assistir peças e apresentações de jazz no palco que já existia e foi mantido. Para as crianças um espaço kids e muita interatividade para elas e os pais produzirem drágeas de chocolate, no Beantobar ou imprimirem seus rostos em chocolate através de uma impressora 3D, desenvolvida pela sócia Carolina Kechinski. Junto com o marido Rogério Kechinski, ela toca 34 franquias da marca no Rio Grande do Sul, “O objetivo é chegar a 150”. Os dois se associaram a Alexandre Tadeu da Costa, fundador das chocolaterias Cacau Show para montar o novo projeto.
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Carolina Junto Alexandre e o marido Rogério
 

Além de comprar chocolates e aproveitar as atrações paralelas da Mega Store, os clientes poderão sentar na cafeteria e se deliciar com mais de 50 opções no cardápio. Com receitas especiais de sobremesas e bebidas que levam o doce, a marca também surpreende ao combinar nibs de cacau, que são as amêndoas do fruto fermentado e torrado, a lanches exclusivos.

Para um brunch ou almoço leve, a cafeteria oferecerá a tradicional burrata, queijo fresco e cremoso com a consistência certa, servida em pão artesanal crocante com um toque de nibs de cacau. Nos acompanhamentos, molho de tomate rústico, pesto e folhas de manjericão, para garantir sabor e frescor ao prato, que é finalizado com um toque de queijo grana padano.
Para beber, há a opção de latte macchiato laCreme, feito com o tradicional chocolate ao leite da marca, café ristretto Nespresso, leite vaporizado, calda, raspas e pedaços de chocolate. As delicadas mousses também estão entre as novidades da casa. Elas estão disponíveis nas opções Bendito Cacao 65%, laCreme ao Leite, laCreme Branco, LaNut e misto. Na área Bean to Bar, é possível acompanhar o preparo das amêndoas de cacau envoltas por chocolate que são vendidas no local.
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A Megaloja terá espaço para cursos.
Os sócios não revelam quanto foi o investimento total, mas quem conhece o mercado calcula algo em torno de R$ 2 mi. A meta de Alexandre Tadeu da Costa, da Cacau Show é abrir pelo menos uma megaloja em cada cidade de grande porte no país. No alvo estão shoppings semelhantes ao Barra, que atendem as classes A e B. Já nas lojas de franquia, o objetivo é passar das atuais 2200 para 4 mil unidades, 2018 deve fechar com  206 novos pontos de venda inaugurados. A expectativa é que a marca movimente R$ 3,9 bilhões neste ano – 20% mais do que em 2017. A Cacau Show é a segunda marca de chocolate mais vendida no país, com 9,6% de participação de mercado. À sua frente está a Lacta, da Mondelez International, com uma fatia de 12,1%. A Nestlé aparece em terceiro, com 9,7%. Os dados são da Euromonitor International. A consultoria estima que o mercado de chocolate crescerá 2,5% em volume neste ano no Brasil, para 274,5 mil toneladas. Em valor, a previsão é de um avanço de 5,8%, para R$ 13,3 bilhões.
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