Viagens: BeA Turismo em parceira com a PLinDigital realizam o projeto inédito “Diário de Marrocos”

Viagens: BeA Turismo em parceira com a PLinDigital realizam o projeto inédito “Diário de Marrocos”

Destaque Economia Negócios Turismo

img-20191108-wa0183-1A Plin Digital em parceira com a BeA Turismo está realizando um projeto de turismo inédito no mercado.  Desde o dia 2 de novembro um blog e as redes sociais acompanham tudo o que acontece em um roteiro exclusivo pelo Marrocos com duração de 13 dias. A diretora da BeA Turismo, Beatriz Petek,  depois de muitas experiências no país montou um roteiro fantástico para um grupo especial neste inesquecível  passeio.  Ao longo da viajem a diretora da Plindigital Mariana juntamente com a jornalista Maria Eduarda  mostrarão  através  de matérias, vídeos e fotos um diário com os principais roteiros e acontecimentos da viajem. Este conteúdo será distribuído através dos canais digitais da agencia,  instagram  além do blog.beaturismo.com criado exclusivamente para postar os conteúdos mais densos.

O objetivo é mostra a rica cultura do Marrocos e seus personagens reais, trazendo uma visão histórica e cultural sobre  toda a riqueza deste bravo povo. Vídeos mostrando estes personagens e a cultura local será um dos pontos fortes do material, mostrando neste roteiro uma visão mais próxima do dia a dia do cidadão comum. Segundo Beatriz, a  ideia é mostrar que todas as pessoas, independente de faixa  etária  podem viajar e conhecer diversos lugares no mundo, por isso o público-alvo do blog é a terceira idade, enquanto no Instagram, o foco são pessoas mais jovens.

RS: Governo anuncia programa de renegociação do ICMS, com expectativa de arrecadação de R$ 450 milhões. Confira todas modalidades de desconto

RS: Governo anuncia programa de renegociação do ICMS, com expectativa de arrecadação de R$ 450 milhões. Confira todas modalidades de desconto

Destaque Economia

A Secretaria da Fazenda anunciou o programa de quitação e parcelamento do ICMS vencido até o fim de 2018. Contribuintes em débito vão poder reduzir em até 90% o valor dos juros e das multas. Para isso, a dívida deverá ser totalmente quitada até 13 de dezembro. Há opções com descontos menores para quem for parcelar o pagamento dos atrasados entre 12 e 120 meses.

Com o programa Refaz, o governo estima um aumento de R$ 450 milhões na arrecadação. No entanto, segundo o secretário Marco Aurelio Cardoso, ainda não será possível afirmar se o Estado vai conseguir colocar em dia a folha salarial dos funcionários públicos. Para o titular da pasta da Fazenda, a garantia vai depender da entrada de recursos no caixa. “Essas duas medidas dependem de decisões do contribuinte”, projetou. “Não há como a gente precisar qual volume que ingressará [para quitar a folha]”, completou Cardoso.

O secretário Marco Aurelio Cardoso ainda comentou sobre o 13º salário de 2019. O Estado ainda não definiu como o benefício será pago. Entre as possibilidades, está a repetição do formato de empréstimos via Banrisul.

O Refaz 2019, programa que possibilita a regularização de empresas com débitos de ICMS, com redução de juros e descontos em multas – sendo obrigatório o pagamento de 100% do valor principal do débito.

Neste ano, uma nova modalidade oferecida é a quitação total dos débitos, chamada de “Regra 90/90”, que exige que o contribuinte inclua a totalidade de seus débitos na negociação – seja em etapa administrativa ou judicial.

Há exceções previstas no decreto que será publicado no Diário Oficial. Também há outras opções, como a quitação de créditos selecionados ou duas possibilidades de parcelamento.

Poderão aderir ao programa os contribuintes com créditos tributários vencidos até  31 de dezembro de 2018. O período para adesão é de 6 de novembro a 13 de dezembro de 2019. O Refaz foi autorizado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), por meio do Convênio ICMS 151/19 para o Rio Grande do Sul e outros Estados.

Regra 90/90
A modalidade garante 90% de desconto nos juros e nas multas devidos. Essa regra vale para contribuintes da Categoria Geral e optantes do Simples Nacional, sendo que o pagamento deve ser realizado até 13 de dezembro de 2019. A data limite para apresentar denúncia espontânea, solicitar a separação de fatos geradores não enquadráveis no programa e solicitar a desistência de pedido de compensação não homologado no Compensa-RS se encerra dia 4 de dezembro de 2019.

Refaz modalidade 1b

Regra 60/60
A modalidade em que o contribuinte pode selecionar parte dos seus débitos tributários para inclusão no Refaz 2019 é denominada “Regra 60/60”, que tem como contrapartida a redução de 60% nos juros e nas multas. Os benefícios também são aplicados para os contribuintes da Categoria Geral ou optantes do Simples Nacional.

Refaz modalidade 2b

PARCELAMENTOS

Além das regras acima, há duas condições de pagamento que variam conforme o período de parcelamento:

Parcelamento com entrada mínima de 15% do valor do débito – redução de 50% dos juros e desconto de multas que podem chegar também a 50%, dependendo do número de parcelas optadas, que variam de 12 a até 120 vezes.

Refaz modalidade 3b

Parcelamento com entrada inferior a 15% do valor do débito – redução de 40% dos juros e desconto de multas que podem chegar a 30% dependendo do número de parcelas escolhidas, que variam de 12 vezes ao máximo de 60 vezes para contribuintes da Categoria Geral e de até 120 vezes para empresas do Simples Nacional.

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Para o secretário da Fazenda, esta é uma oportunidade para que as empresas regularizem seus débitos com a redução de encargos. A expectativa é que o programa arrecade cerca de R$ 450 milhões, complementando as ações de modernização da arrecadação tributária do Receita 2030.

No período de vigência do programa, os devedores de ICMS com créditos tributários vencidos entre 1º de janeiro e 30 de setembro de 2019 também poderão parcelar seus débitos de acordo com o Capítulo XIII do Título III da Instrução Normativa DRP 45/98, com a dispensa das garantias ali previstas.

“O Refaz é fruto de um trabalho de parceria entre a PGE e a Sefaz, que, na gestão do governador Eduardo Leite, tem sido ainda mais estimulado e vem rendendo muitos frutos ao Estado. Esse Refaz  decorre de uma análise do que foi realizado em anos anteriores e da correção de alguns pontos a partir da opinião dos contribuintes. Tanto a  sociedade quanto o Estado ganharão com essa novo programa de quitação e parcelamento de débitos para o equilíbrio fiscal”, explicou o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa. (Equipe do site com informações de Gustavo Chagas/Rádio Guaíba e do site do Governo do Estado)

Governo do RS anuncia fim do parcelamento do IPVA de 2020. Imposto deverá ser pago apenas entre os dias 6 e 30 janeiro; por Gustavo Chagas /Rádio Guaíba

Governo do RS anuncia fim do parcelamento do IPVA de 2020. Imposto deverá ser pago apenas entre os dias 6 e 30 janeiro; por Gustavo Chagas /Rádio Guaíba

Destaque Economia

O governo do Rio Grande do Sul anunciou nesta segunda-feira medidas para equilibrar as contas e uma delas é sobre o Imposto sobre a propriedade de Veículos Automotores (IPVA). O imposto de 2020 deverá ser pago apenas entre os dias 6 e 30 janeiro e não haverá possibilidade de parcelamento. Os únicos descontos concedidos serão o do bom motorista (de 5 a 15%) e do Nota Fiscal Gaúcha (de 1% a 5%).

“O que está mudando no IPVA é isso da cota única e a impossibilidade de parcelamento, já que menos de 5% dos pagamentos eram parcelados. Dessa forma, nós não vemos necessidade de manter esses parcelamentos”, disse o secretário da Fazenda, Marco Aurélio Cardoso.

Cardoso anunciou um programa de refinanciamento da dívida do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com redução de até 90% de juros e multas. O Piratini estima arrecadar R$ 450 milhões com a negociação das dívidas do ICMS. O programa começa a valer em 6 de novembro e vai até 13 de dezembro.

Questionado sobre a possibilidade de quitar os salários dos servidores com essas medidas anunciadas, Cardoso afirmou que as iniciativas dependem dos contribuintes. “No caso do IPVA não há propriamente uma aumento de arrecadação, mas sim um deslocamento de datas, ficando mais concentrado nos meses de dezembro e janeiro. No caso do refinanciamento, é mais uma alternativa que o Estado tem e a adesão dependerá das pessoas. Não temos como precisar os recursos que irão entrar. O que estamos fazendo é a possibilidade de execução mais rápida de programas de acordo com os prazos e as dívidas que o contribuinte incluir”, argumentou.

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RS: IPVA 2020 não terá pagamento parcelado no Rio Grande do Sul

RS: IPVA 2020 não terá pagamento parcelado no Rio Grande do Sul

Comunicação Economia Notícias

Os motoristas gaúchos não poderão pagar em parcelas o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2020. O calendário foi divulgado nesta segunda-feira (4) pelo governo do Estado e prevê que o tributo seja totalmente quitado no mês de janeiro, em datas a depender da placa do veículo.

Em 2019, a data limite para o pagamento do imposto encerrava em abril.

A alteração também deixa de prever desconto para pagamentos antecipados. O desconto para os motoristas que não cometeram infrações é o único benefício que segue mantido. O bons motoristas poderão ter descontos até 15%. Também poderão ter desconto de até 5% os contribuintes participantes do Programa Nota Fiscal Gaúcha. O governo espera aumentar em R$ 29,7 milhões na arrecadação em relação a 2019 com o fim dos descontos.

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Brasil tem cinco milhões de pessoas superendividadas

Brasil tem cinco milhões de pessoas superendividadas

Comunicação Economia Notícias

“Em oito meses minha dívida com eles cresceu mais de cinco vezes. Eles chegaram a bater na minha casa, criando constrangimento. Tinha noites que eu não dormia achando que eles iam penhorar e leiloar o meu imóvel.” O depoimento é da bancária aposentada Lindaura Luz (nome fictício) que, nos últimos anos, acumulou dívidas de empréstimos consignados, cheque especial e cartão de crédito com dois dos maiores bancos privados do país, após perder parte de sua renda mensal, com o término do aluguel de uma loja na avenida W3 Sul, em Brasília, que herdou após a morte do marido.

Os pesadelos e a visita incômoda de cobradores acabaram quando Lindaura procurou a Justiça para forçar a renegociação das dívidas que tinha junto a dois dos maiores bancos privados do país. O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania Superendividados (Cejusc) do Tribunal de Justiça do DF e Territórios mediou reuniões entre credores e a ex-bancária. As dívidas foram amortizadas e reparceladas. Parte foi quitada e parte está com pagamento em dia.

A história de Lindaura Luz é ilustrativa dos casos de superendividamento no Brasil. Segundo levantamento, ainda em finalização, do Banco Central (BC), há cerca de cinco milhões de pessoas superendividadas em um universo de 83 milhões de tomadores de empréstimo (6% do total).

De acordo com apresentação feita por técnicos do Bacen em evento do Cejusc, em Brasília (31/10), e em simpósio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no Rio (10/10), o risco de superendividamento é maior quando o mutuário acumula mais de uma modalidade de crédito.

De acordo com apresentação feita por técnicos do BC o risco de superendividamento é maior quando o mutuário acumula mais de uma modalidade de crédito. Em junho de 2019, conforme dados expostos pelo BC, 10 milhões de tomadores de crédito estavam em atraso com seus compromissos. Mais de 9 milhões de pessoas tinham pelo menos mais de uma modalidade de dívida. Dessas, a situação de superendividamento atingia, então, mais da metade (55%) dos endividados.

A condição de superendividamento não tem necessariamente relação com as taxas inadimplência (dívida em aberto há mais de 90 dias). Conforme a página de estatísticas monetárias do site do Banco Central, naquele mês a taxa de inadimplência do crédito consignado era de 3,6% e da aquisição de veículo, 3,3%. O não pagamento em dia do crédito pessoal atingia 7,4%; do cheque especial, 14%; e do rotativo do cartão de crédito, 33,5%.

Agência Brasil

Livros: Conheça a história de superação de um dos maiores leitores do país; por Isabel Série/EBC

Livros: Conheça a história de superação de um dos maiores leitores do país; por Isabel Série/EBC

Cultura Destaque Economia Educação Feira do Livro Negócios
Há diversas razões para uma pessoa não ler um livro, mas a principal delas, apontada pelos leitores na quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, é a falta tempo. O dado é antigo, mas não caduco. Cinco mil pessoas foram ouvidas em 2015, último censo realizado pelo Ibope a pedido do Instituto Pró-Livro.

De acordo com a pesquisa, 32% dos leitores não têm tempo para ler. A partir daí, os motivos vão se somando e incluem a questão geográfica – muitas vezes as bibliotecas ficam longe de casa -, e a questão financeira – o preço do livro também foi citado pelos entrevistados. Assim, ler é para quem dispõe de tempo, de estrutura para se deslocar até uma biblioteca e de dinheiro.

Sidnei Rodrigues de Andrade não tem nada disso. E mesmo assim leu, de janeiro a outubro deste ano, 124 livros. Uma média de um livro a cada três dias. Com 41 anos de idade, Sidnei trabalha numa faculdade onde foi contratado como vigia e acaba de ser promovido a auxiliar da biblioteca de livros didáticos.

Sidnei Rodrigues de Andrade
Machado de Assis é um dos autores que fazem parte da biblioteca particular de Sidnei Rodrigues de Andrade – TV Brasil

Além da jornada de oito horas, ele pega dois ônibus para se deslocar ao trabalho se desloca de ônibus. Mora praticamente na divisa com Diadema, Grande São Paulo. Sidnei divide o cenário agitado e barulhento do bairro em que vive com a literatura. Ambos moram de forma simples. Não tem sofá na casa nem luminária no quarto. A mãe, Ana Luíza, na genialidade dos arranjos, mandou trocar uma telha por outra de plástico, formando uma claraboia bem na altura em que se põe o travesseio.

Dona Ana Luíza morreu de câncer há sete anos. Ela era empregada doméstica e Sidnei enfrentou a morte da mãe lendo. Precisava entender e superar a dor. Sidnei diz que através das palavras dos escritores, consegue enxergar coisas que a vida não explica e os livros pareciam conversar com ele. Na longa e boa entrevista que deu à TV Brasil, disponível no EBC Play ou no canal da emissora no You Tube, para uma série sobre o livro, Sidnei diz que o livro “é uma terapia”. “Uma coisa que me acalma, me deixa mais tranquilo. Ele me provoca, me deixa mais consciente, mais humano”.

Foi graças ao incentivo dos pais que Sidnei superou o analfabetismo. Até os 9 anos de idade, ele não sabia ler e escrever. As letras eram desenhos incompreensíveis. Para incentivar, o pai trazia, embrulhado no jornal, histórias em quadrinho. “Quando eu comecei a ler eu lia um livro a cada ano”, ele diz com a alegria de um vencedor. Hoje lê, em média, 100 páginas por dia. “Me dá uma hora, só uma hora que pra mim já é suficiente”.

Biblioteca

Antes de dona Ana falecer, Sidnei pediu à mãe que lhe desse uma cômoda. Deu as duas prateleiras com pouco mais de um metro de comprimento, uma nova função. Viraram o que chama de “primeira matriz da biblioteca”. Um lugar para guardar de forma organizada os livros de que tanto gosta. Vinte por ano, depois sessenta.

Sem espaço, pediu à mãe um guarda-roupa. Sidnei tem mais livro que qualquer outra coisa em casa. Quem abre a porta não encontra um único cabide. Nem uma peça de roupa. Como se quisesse nos dizer que, sem o conhecimento, o homem está nu.

Hoje são cerca de 500 livros na biblioteca particular que montou. Entre eles, estão Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (Sidnei leu três vezes até entender o que dizia o autor), Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, além de outros autores e autoras que fazem a vida ficar melhor.

Sidnei é, de fato, casado com a literatura. Ele abraça os livros toda vez que cita um. “Esse eu não troco por nada”, diz do livro infantil que teve a honra de ser o primeiro a ser lido por ele. Maneco, Caneco, Chapéu de Funil, de Luiz Camargo, conta a história de vários objetos cansados de não fazerem nada e que saem para uma aventura. Para Sidnei, “uma espécie de Dom Quixote, um sonhador que quer construir um mundo melhor”. É uma das aquisições mais importantes da biblioteca. “Levei dez anos para ter o exemplar.”

Dono de uma voz potente e com 1,90 metro de altura, Sidnei não passa desavisadamente por onde anda. Sorri com facilidade e carrega para onde vai três ou quatro livros na mochila. Para enfrentar a solidão, se aparecer. Aproveitar o tempo se der e fazer novos amigos entre os personagens. Não quero ser rico, diz ele, cuja ambição é de conhecimento. Quer fazer mestrado, doutorado, pós-doutorado e, quando estiver no ápice, ser bibliotecário de algum lugar onde o livro faça toda a diferença. Como fez para ele.

Paim Comunicação lança Laboratório de Experiências do Consumidor. Centro de pesquisa é resultado de uma parceria com a Escola de Negócios da PUCRS

Paim Comunicação lança Laboratório de Experiências do Consumidor. Centro de pesquisa é resultado de uma parceria com a Escola de Negócios da PUCRS

Comportamento Direito do Consumidor Economia Negócios Notícias Tecnologia Trabalho

Entender o comportamento do consumidor sempre foi um dos maiores desafios das marcas – e de quem trabalha para aumentar a sua competitividade. É o caso da Paim, que há quase 30 anos desenvolve soluções de comunicação para os seus clientes e que lança, nesta segunda-feira, 4 de novembro, o seu mais novo centro de pesquisa: o Laboratório de Experiências do Consumidor (Labex), uma área de 100m2 no sexto andar do prédio 50 da PUCRS. Resultado de uma parceria do braço de inovação da Paim – o PaimLab – com a Escola de Negócios da universidade, o espaço simula uma loja tradicional que, por meio de um mobiliário adaptável, permite criar múltiplos formatos, desde o segmento de cosméticos até o ramo alimentício. A primeira parceria já está definida: será com uma das marcas de sapatos femininos da Grendene, a Zaxy – os consumidores serão convidados a participar de estudos que avaliarão a experiência no ambiente da loja integrada ao e-commerce da marca.

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O primeiro projeto é com a Zaxy, marca do grupo Grendene Foto: Camila Cunha

Em meio às prateleiras, o primeiro laboratório da Região Sul dedicado a estudar as experiências de consumo está equipado com programas de realidade virtual, rastreamento de visão, mapas de calor e reconhecimento facial – tudo com a intenção de mapear a jornada do cliente e detectar padrões de escolha. “O Labex se propõe a ser um espaço de pesquisa multidisciplinar. Além da abordagem da Comunicação e de Negócios, ele também envolve áreas como Psicologia, Marketing, Computação e Arquitetura”, explica Kim Gesswein, diretor de Inovação da Paim, professor da Escola de Comunicação, Artes e Design da PUCRS e um dos coordenadores do Labex ao lado de Vinícius Sittoni Brasil e Stefânia Ordovás de Almeida, docentes da Escola de Negócios.

A Paim Comunicação se movimenta a partir de um ecossistema de serviços empenhada em contribuir com a competitividade de marcas, ideias e empresas, colocando a tecnologia a serviço da emoção. Com 28 anos de atuação, a Paim acredita na competência, na verdade e na ética como requisitos para a criatividade eficaz e para a inovação que faz sentido. Além da atuação no Labex, a busca pelas soluções de ponta está presente no cotidiano da equipe, com o suporte de suas estruturas junto a plataformas de inovação: PaimLab Tecnosinos, no RS, e InovaBra, em São Paulo. A equipe interdisciplinar deste ecossistema hoje é formada por parceiros de pesquisa e serviços complementares que operam junto aos 172 profissionais da Paim, que atendem 33 clientes no Brasil e na América Latina.

Para as marcas, espaços como o Labex representam a oportunidade de realizar testes para entender mais sobre o comportamento do consumidor, ampliando a competitividade dos seus produtos, melhorando a experiência de compra e explorando novas possibilidades tecnológicas. “Em vez de investir em espaços específicos ou de fazer testes nas próprias lojas, elas poderão testar modelos e fórmulas no Labex”, explica Vinícius. “As marcas precisam estar próximas do consumidor para serem relevantes. É muito importante acompanhar o que acontece em toda a jornada do consumidor”, comenta César Paim, presidente da empresa.

 

Inauguração do Labex

Data: 4 de novembro (segunda-feira)

Horário: 16h (experimento prático apenas para a imprensa) e 17h (abertura oficial do Labex)

Local: Sexto andar do prédio 50 da PUCRS

Futuro do País passa por redução de juros para empresas e mais reformas, diz FIERGS

Futuro do País passa por redução de juros para empresas e mais reformas, diz FIERGS

Economia Negócios Notícias

A redução de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, que passou para 5%, anunciada nesta quarta-feira (30) pelo Comitê de Política Monetária (Copom), é influenciada pela continuidade do processo de queda da inflação e pela recuperação lenta da economia, avalia a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). Porém, o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry, destaca que o corte dos juros precisa chegar às empresas, pois o acesso aos financiamentos de longo prazo ainda são escassos e têm custos elevados. “Os juros mais baixos são importantes para que a economia possa receber mais estímulos no sentido de retomada da atividade, mesmo que em um ritmo gradual”, disse.

Segundo Petry, a agenda de reformas estabelecida pelo governo federal deve ser mantida e ampliada para que a confiança dos investidores no País aumente. “A aprovação da reforma da Previdência revela um melhor e novo caminho à economia brasileira para o futuro, mas precisamos continuar avançando nas reformas Tributária e Administrativa”, enfatizou.

Indústria espera outros cortes nos juros nos próximos meses, informa CNI

Indústria espera outros cortes nos juros nos próximos meses, informa CNI

Economia Negócios Notícias

A redução de 0,5 ponto percentual nos juros básicos da economia é positiva, e a expectativa da indústria é que outros cortes na taxa sejam anunciados nos próximos meses. A avaliação foi feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira, 30 de outubro, logo depois que o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, anunciou a queda da Selic para 5% ao ano.

“A queda da taxa Selic abre caminho para a redução dos custos dos empréstimos para as empresas e os consumidores”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. Os juros menores, lembra Robson Andrade, estimulam os investimentos das empresas e o consumo das famílias, que são fundamentais para acelerar a recuperação da economia e a criação de empregos.

O presidente da CNI destaca que as perspectivas de novos cortes nos juros se baseiam no fato de que a inflação continua controlada e deve fechar o ano abaixo do centro da meta de 4,25% fixada pelo Banco Central. “Além disso, a aprovação da reforma da Previdência e o avanço de medidas microeconômicas melhoraram as condições da economia brasileira e a confiança no país”, acrescenta Robson Andrade.

Ainda de acordo com a CNI, a redução dos juros em países desenvolvidos, como os Estados Unidos, e o cenário de desaceleração da economia também favorecem novas quedas da Taxa Selic no Brasil.

Lei Geral de Proteção de Dados é tema de Almoço Empresarial da CIC Teutônia

Lei Geral de Proteção de Dados é tema de Almoço Empresarial da CIC Teutônia

Economia Negócios Notícias Tecnologia Trabalho

A CIC Teutônia realizou mais uma edição do tradicional Almoço Empresarial. O evento ocorreu no Auditório 03 da entidade e contou com a palestra “Lei Geral de Proteção de Dados – impactos na relação entre empresas e consumidores”, abordado pela advogada Flávia Coêlho Leite.

A LGPD entra em vigor no dia 16 de agosto de 2020 e impacta os segmentos público e privado. A partir da nova legislação, todos os setores deverão investir em segurança de dados coletados dos consumidores em seus sistemas. “O tratamento de dados, seja na coleta, na utilização, na reprodução, no processamento, no armazenamento ou no arquivamento, deverá ser realizado dentro dos princípios e requisitos da legislação, oportunizando mais privacidade na proteção dessas informações”, explicou Flávia.

A partir disso, frisou a advogada, o Brasil pode buscar o alinhamento com o que outros países já fazem, sem prejudicar as relações comerciais. “Isso já ocorre, por exemplo, na União Europeia, e o Brasil deve se adequar a essa tendência mundial, que veio para ficar”, acrescentou.

Entre as áreas impactadas, a palestrante enumerou o setor jurídico, compliance, recursos humanos, marketing, comercial, logística, segurança da informação e financeiro. No que se refere às sanções, estão previstas: advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas; multa simples de até 2% do faturamento, limitada, no total, a R$ 50 milhões por infração; bloqueio dos dados até regularização; multa diária, observado o limite de R$ 50 milhões; publicidade da infração; eliminação dos dados pessoais; e situações adicionais de processos judiciais e danos de imagem/reputação.

“É fundamental conscientizar os empresários sobre como a Lei Geral de Proteção de Dados vai impactar nas relações de negócio e nos processos internos”, concluiu Flávia.