Presidente do Sindicato de Máquinas do Rio Grande do Sul pleiteia continuidade do programa Mais Alimentos Internacional em audiência em Brasília

Presidente do Sindicato de Máquinas do Rio Grande do Sul pleiteia continuidade do programa Mais Alimentos Internacional em audiência em Brasília

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O presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul – SIMERS, Claudio Bier, aproveitou sua ida a Brasília, representando a FIERGS em reunião com a CNI, para pleitear uma demanda de fundamental importância para o setor de máquinas e implementos agrícolas: a continuidade do programa Mais Alimentos Internacional. Em audiência, na manhã desta quarta-feira (18), com o secretário-executivo da Casa Civil da Presidência da República, Daniel Sigelmann, Bier ressaltou os prejuízos que as empresas, muitas delas associadas do SIMERS, terão com a interrupção do programa, visto que as negociações para o fornecimento do segundo tranche de maquinário ao Zimbábue, na África, já encontra-se em estágio avançado. Estiveram presentes também no encontro, representantes da Anfavea e Abimaq. No mês passado, a comitiva já havia se reunido com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que prometeu dar encaminhamento ao pedido.
 
– Temos esperança em reverter esta situação, sensibilizando o Governo com a importância desse programa. Foi uma reunião proveitosa, em defesa dos interesses do nosso setor – ressaltou Claudio Bier.
 
A suspensão do Mais Alimentos Internacional foi anunciada na Expointer, durante reunião dos associados do Sindicato, pelo coordenador do programa, Guilherme Martinelli.
Porto Alegre: Lojas do Centro da Capital abrirão aos domingos. Sindilojas lança ainda Wi-Fi gratuito para clientes de estabelecimentos associados

Porto Alegre: Lojas do Centro da Capital abrirão aos domingos. Sindilojas lança ainda Wi-Fi gratuito para clientes de estabelecimentos associados

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Em reunião hoje entre representantes da prefeitura de Porto Alegre,  Sindilojas e redes varejistas ficou definida a abertura das lojas localizadas no Centro da Capital aos domingos. Mesmo que a lei permita, esses espaços comerciais não são normalmente abertos, em função da pequena presença de populares aos domingos na região. Segundo o presidente do Sindilojas, Paulo Kruse, a ideia é promover eventos culturais e com isso levar a população a circular pela área que tem potencial econômico e comércio variado. Redes como Renner, Lebes, Americanas, Lojas Aldo, Rabusch, Diniz e outras já confirmaram a abertura dos seus pontos de venda. A intenção agora é convencer permissionários do Mercado Público a aderirem e com isso também abrir o histórico centro de compras. Kruse revelou ainda que o Sindilojas e outras entidades devem se reunir com a Brigada Militar, para detalhar o plano e montar o esquema de segurança para que a iniciativa já se realize a partir do início de novembro. Período por sinal, que o Centro está naturalmente mais movimentado em função da Feira do Livro.

 E atento ao que acontece e preocupado com a utilização das novas tecnologias pelos consumidores, o Sindilojas Porto Alegre lançou uma nova ferramenta para atrair o público consumidor até as lojas: wi-fi gratuito. Batizado como “Varejo Wi-Fi”, o sistema vai ser oferecido a todos os estabelecimentos conveniados e fornecer conexão grátis e segura para os consumidores. Ao preencher um cadastro, os usuários poderão permanecer conectados nas lojas durante a compra.

Conforme o presidente Sindilojas, “é a oportunidade do lojista oferecer uma nova experiência dentro da sua loja e ter um melhor conhecimento sobre o público, criando novos relacionamentos e novas estratégias de venda.” O presidente do Sindilojas, Paulo Kruse, ressaltou que “o objetivo é conectar as lojas aos seus públicos, criando uma experiência que vá além da compra, envolvendo o cliente e criando uma relação com a marca.” (Felipe Vieira com informações de Ananda Müller/Rádio Guaíba)

Temer pode trocar comando do BNDES para ‘acalmar’ Maia

Temer pode trocar comando do BNDES para ‘acalmar’ Maia

Destaque Economia Negócios

Às vésperas da votação da segunda denúncia e após mal-estar com Rodrigo Maia, Michel Temer estuda a troca de Paulo Rabello de Castro, hoje no comando do BNDES, por um nome ligado ao presidente da Câmara. Maia já havia indicado Luciano Snel, da Icatu Seguros, para o cargo, mas não conseguiu emplacá-lo. Ele nega que tenha feito pressão pela mudança. A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

Manifestantes do Cpers barram entrada da Secretaria da Fazenda

Manifestantes do Cpers barram entrada da Secretaria da Fazenda

Destaque Economia Educação Sartori

Integrantes do Sindicatos dos Professores do Rio Grande do Sul (CPERS) trancam, na manhã desta terça-feira, a entrada do prédio da Secretaria da Fazenda, na rua Siqueira Campos, no Centro de Porto Alegre.

A manifestação é contra o parcelamento dos salários pelo governo do Rio Grande do Sul. Os sindicalistas exigem uma audiência com o secretário Giovani Feltes. A Brigada Militar se deslocou até o local para acompanhar a manifestação que iniciou de maneira pacífica.

Há uma semana, a reunião que tentou colocar fim à greve dos professores terminou sem acordo. O encontro ocorreu na sede da Secretaria Estadual da Educação no Centro Administrativo do Estado, em Porto Alegre e teve duração de aproximadamente meia-hora. Estiveram presentes a direção do Cpers/Sindicato e do chefe da Casa Civil, Fábio Branco, e a secretária adjunta da Educação, Iara Wortmann.

Na oportunidade, a presidente do Cpers, Helenir Aguiar Schürer, disse que o governo do Estado não está priorizando o pagamento dos salários dos servidores. “A greve continua em todo o Estado. A adesão ao movimento atinge mais de 65% e não existe a menor possibilidade de término da paralisação”, destacou. (Correio do Povo)

RS: Turismo na região da Campanha e Fronteira Oeste pode ser oportunidade de negócios

RS: Turismo na região da Campanha e Fronteira Oeste pode ser oportunidade de negócios

Destaque Economia Negócios Turismo

As “Oportunidades para o turismo no Pampa Gaúcho” serão apresentadas nos dias 17 e 18 de outubro durante eventos especiais nas cidades de Uruguaiana e Bagé. Trata-se de um levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa de Mercado da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (IPM-Unisinos) a partir de uma demanda o Programa LIDER, articulado pelo SEBRAE/RS. Esta iniciativa visa promover o desenvolvimento da região da Campanha e Fronteira Gaúcha, colaborando com o crescimento do Estado. Os dois encontros serão gratuitos e as inscrições podem ser feitas pelo telefone (55) 3412-4694, ou pelo e-mail monicag@sebrae-rs.com.br.

Na cidade de Uruguaiana, os resultados dessa análise serão apresentados no dia 17, das 10h às 16h, na Casa Bento (Rua General Bento Martins, 3438). Em Bagé, o encontro ocorre no dia 18, quarta-feira, das 10h às 16h, no Espaço Aquarela (Rua General Osório, nº 249).

De acordo com a técnica da Gerência de Indústria, Comércio e Serviços do SEBRAE/RS Amanda Paim os eventos irão levar aos empresários dados consolidados da pesquisa para que, durante as oficinas de trabalho, possam discutir as melhores formas de ampliar as possibilidades de turismo na região.

“Vamos fazer um esforço para reunir os atores do poder público, entidades empresariais, Sistema S, empreendedores e universidades para compreender melhor os diferenciais e as oportunidades”, argumenta a técnica. Ela reforça, ainda, que a ideia é criar uma agenda convergente para desenvolver o turismo na região.

Lei Kandir: Debate em Porto Alegre aponta saída política para impasse histórico

Lei Kandir: Debate em Porto Alegre aponta saída política para impasse histórico

Destaque Direito Economia Poder Política

A audiência pública realizada hoje (16) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para debater a regulamentação da Lei Kandir ofereceu análises e sugestões à comissão especial do Congresso dedicada ao tema. Proposto e coordenado pelo senador Lasier Martins (PSD), o evento de Porto Alegre revelou a importância de se costurar rapidamente um acordo político para superar o impasse que se arrasta há duas décadas e que soma passivo superior a meio trilhão de reais, em créditos devidos na maior parte aos principais estados exportadores. “A mensagem de consenso que colhemos da reunião e que deverá constar no projeto de lei é a necessidade de se estabelecer a regularidade das compensações no futuro próximo e de manter a luta pela recuperação dos prejuízos bilionários acumulados”, avaliou Lasier. O senador lembrou que uma emenda constitucional aprovada em 2003 deixou explícita a omissão federal. “A partir de então, o Congresso teria de regulamentar algo que nunca avançou, mostrando a estratégia da União para não abrir mão de recursos, com total desprezo para com os estados”.

IMG_0220Após quase quatro horas de debate, parlamentares, empresários, autoridades do governo gaúcho e convidados especiais apresentaram cifras e argumentos que subsidiarão o parecer do relator da comissão especial, senador Wellington Antônio Fagundes (PR-MT), também presente. “A mobilização dos estados é fundamental para que o projeto tenha lugar na pauta do Congresso”, alertou o senador mato-grossense. A pouco mais de um mês do prazo fixado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para que o Parlamento regulamente o ressarcimento da desoneração do ICMS sobre as exportações de matérias-primas trazidas pela Lei Kandir a partir de 1996, a expectativa dos membros da comissão especial é cumprir sua missão até 30 de novembro. Ressarcimento do prejuízo passado e normalidade dos pagamentos futuros balizam as discussões dos 18 membros efetivos do colegiado formado por deputados e senadores. Caso uma lei não seja aprovada em tempo, o papel de regular a questão será entregue ao Tribunal de Contas da União (TCU).

Dentre as 27 unidades da Federação, o Rio Grande do Sul é o quarto maior credor dos recursos federais não transferidos para compensar as perdas de receita geradas pela lei. Segundo o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), o montante acumulado e devido ao erário gaúcho até agosto alcança R$ 50,18 bilhões, quase um décimo do total geral (R$ 548,78 bilhões). O procurador-geral do Rio Grande do Sul, Euzébio Fernando Ruschel, sublinhou que a busca por ressarcimento desses valores expressivos pela via judicial já se esgotou. “Chegamos ao limite e a saída agora é apenas política. Se insistirmos na cobrança nos tribunais, teremos de esperar sentados. Por isso, o trabalho do Congresso é essencial”, disse.

Diante da gravíssima crise financeira enfrentada pelos governos estaduais, sobretudo o gaúcho, a audiência de hoje tratou da hipótese de um redentor encontro de contas da União com o Rio Grande do Sul, considerando a proximidade do valor das suas perdas acumuladas com a Lei Kandir com o estoque da sua dívida federal (R$ 55 bilhões). O secretário da Fazenda Giovani Feltes criticou o fato de nenhum governo federal ter desejado resolver de fato a questão, permitindo o surgimento do “maior problema das finanças públicas do país”. O ex-governador Germano Rigotto, relator da lei à época, lamentou que a demora na regulamentação tenha atravessado cenários diversos na economia, a tornando complexa. Mas ele considerou bem-vinda a provocação do STF, como forma de acelerar uma saída definitiva.

O ex-governador Pedro Simon defendeu a unidade dos gaúchos para fazer valer os direitos do estado perante a União. Ele também lembrou uma série de episódios nos quais o governo estadual saiu perdendo por ter usado recursos próprios para suprir ausências do governo federal em áreas de responsabilidades exclusivas. Um desses casos foi honrar o custo de assentamentos agrários no Interior gaúcho.

 

Áreas do pré-sal terão investimento de R$ 100 bi. Estimativa é da ANP para a exploração de 8 campos que vão a leilão

Áreas do pré-sal terão investimento de R$ 100 bi. Estimativa é da ANP para a exploração de 8 campos que vão a leilão

Destaque Economia

Com algumas das mais cobiçadas áreas para exploração de petróleo e gás do mundo, os dois leilões de campos do pré-sal a serem realizados este mês deverão impulsionar US$ 36 bilhões, ou mais de R$ 100 bilhões, em investimentos. Os cálculos são da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A associação dos prestadores de serviço do setor estima que os oito blocos a serem ofertados, que representam mais de um terço das reservas do país, vão gerar 500 mil empregos diretos, informam RAMONA ORDOÑEZ e BRUNO ROSA. A arrecadação com as áreas pode ultrapassar R$ 400 bilhões na próxima década.  A reportagem completa está em O Globo.

Sindicatos temem perda de até R$ 3 bi sem imposto. Entidades se preparam para mudança, que entrará em vigor em novembro

Sindicatos temem perda de até R$ 3 bi sem imposto. Entidades se preparam para mudança, que entrará em vigor em novembro

Destaque Direito Economia Negócios

Os sindicalistas temem perder a maior parte da receita proveniente do imposto sindical, que deixa de ser obrigatório com a entrada em vigor da reforma trabalhista. A arrecadação com o imposto foi de cerca de R$ 2,9 bilhões no ano passado. A partir de novembro, o imposto sindical, que eqüivale a um dia de trabalho e ê descontado em folha, passa a ser voluntário.
Segundo o economista José Dari Krein, da Unicamp, entre 25°/o e 30% da receita dos sindicatos ê obtida com esse repasse.

A dependência ê maior no caso das centrais, que em alguns casos praticamente sobrevivem do imposto, uma vez que não contam com mensalidade de sócios. A CUT, maior central sindical do país, prevê orçamento 30% menor em 2018. A Força Sindical afirma que corre o risco de acabar sem essa fonte de renda. Ela e a UGT defendem uma contribuição assistencial de trabalhadores de toda categoria (e não só dos filiados).

As entidades pressionam o governo Temer a editar uma medida provisória que regulamente a questão. A taxa de sindicalização no Brasil gira em torno de 20%, segundo 0 IBGE.  A reportagem completa está na Folha de São Paulo.