Empresas gaúchas são finalistas do Prêmio Nacional de Inovação.

Participantes do Programa Agentes Locais da Inovação se destacam no principal reconhecimento aos negócios inovadores do País. Vencedores serão revelados nesta segunda-feira, 26 de junho, em São Paulo

O Rio Grande do Sul tem quatro representantes entre os finalistas do Prêmio Nacional da Inovação, que será entregue nesta segunda-feira, 26 de junho, no Transamérica Expocenter, em São Paulo. A premiação é uma promoção da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do SEBRAE. O evento integra o 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria.

Ao todo, foram quase 4 mil inscritos e 34 selecionadas para esta etapa. Em comum, Biotechnos e Simbios, apresentam em seu histórico recente a participação no Programa Agentes Locais da Inovação (ALI), uma iniciativa promovida em parceria entre o SEBRAE e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A gestora estadual do programa no SEBRAE/RS, Michele Seleri, explica que a iniciativa tem o objetivo de promover a prática continuada de ações de inovação nas empresas de pequeno porte, que são acompanhadas por profissionais que atuam no diagnóstico e na proposição de soluções inovadoras em produtos, processos, marketing e gestão organizacional.

A Biotechnos Projetos Autossustentáveis LTDA, de Santa Rosa, existe há 10 anos e concorre nas categorias Gestão da Inovação e de Marketing entre as MPEs ALI. A empresa desenvolve pesquisas para transformação de agentes poluidores em alternativas rentáveis e autossustentáveis. Já a Simbios Biotecnologia, de Porto Alegre, também disputa a premiação em Gestão da Inovação e na categoria Produto. Ela desenvolve soluções em diagnóstico laboratorial para o mercado agroindustrial por meio de pesquisa, desenvolvimento e prestação de serviços de análises e de produção de reagentes.

As outras finalistas gaúchas são Ambiente Verde, de Porto Alegre, e Biotecno Indústria e Comércio, também de Santa Rosa, na modalidade Média Empresa. A Biotecno, especializada em refrigeração médica, concorre nas categorias Produto, Marketing e Gestão da Inovação.

As vencedoras do Prêmio Nacional da Inovação receberão R$ 900 mil pré-aprovados no Edital de Inovação para a Indústria e também participarão de cursos de educação executiva.

Depois de 11 anos, Brasil pode ter deflação

Depois de 11 anos, Brasil pode ter deflação

Economia Negócios Notícias

Se a previsão de analistas consultados no boletim Focus, do Banco Central, se confirmar, junho deve terminar com deflação, a primeira mensal desde 2006. A expectativa para o IPCA é de queda de 0,07%. O número é resultado de vários fatores, como o bom desempenho das safras agrícolas, a redução dos preços de combustíveis pela Petrobrás e a mudança da bandeira tarifária de energia de vermelha, mais cara, para verde. A inflação medida pelo IGP-M, usada para contratos de aluguel, por exemplo, em 12 meses até junho também deve recuar. A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

Cooperativismo no cenário nacional e regional

Representantes do SESCOOP falarão sobre a força desse sistema econômico no Tá na Mesa da próxima quarta-feira (28)

O poder da parceria a partir do cooperativismo nacional será o tema do Tá na Mesa desta quarta-feira (28). Dois especialistas no assunto são os convidados da Federasul. O presidente da OCERGS (Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul), Vergílio Perius, para falar sobre o cenário atual, as oportunidades do setor e divulgar novos números, e o presidente do Sistema CNCOOP – SESCOOP, Márcio Lopes de Freitas, que mostrará as cooperativas no cenário nacional.

 

TÁ NA MESA

PALESTRANTE:  Vergílio Perius, presidente da OCERGS – SESCOOP/RS, e Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema CNCOOP – SESCOOP Nacional
TEMA: “O Cenário do Cooperativismo”
QUANDO: quarta-feira, dia 28 de junho de 2017, 12h
ENDEREÇO: Largo Visconde de Cairu, 17, no Centro de Porto Alegre

Calote do governo de Moçambique expõe riscos de projetos financiados pelo BNDES

Calote do governo de Moçambique expõe riscos de projetos financiados pelo BNDES

Destaque Economia Negócios

Um calote em Moçambique e uma difícil negociação em Angola mostram os riscos aos quais o Brasil ficou exposto com a estratégia de apoiar projetos de empreiteiras no exterior, que ganhou impulso no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O governo de Moçambique não pagou duas parcelas do financiamento que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deu para construção do aeroporto de Nacala, obra concluída pela Odebrecht em 2014.

O prejuízo está em pouco mais de US$ 15 milhões, mas pode aumentar. O total do empréstimo concedido é de US$ 125 milhões. O BNDES não informou o saldo devedor.

Como a operação teve aval do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), o Tesouro, que administra o fundo, foi acionado para ressarcir o BNDES, e o prejuízo sobrou para o contribuinte brasileiro. A reportagem completa está na Folha de São Paulo.

Porto Alegre: Grandes nomes da música gaúcha já confirmados para o Acampamento Farroupilha

Porto Alegre: Grandes nomes da música gaúcha já confirmados para o Acampamento Farroupilha

Agenda Cidade Comunicação Cultura Destaque Economia Negócios Porto Alegre prefeitura Turismo
A agenda de shows bailes do Acampamento Farroupilha deste ano começa a se desenhar. A AG Produtora se integrou ao Movimento Tradicionalista Gaúcho para a realização da ‘Maior Semana Farroupilha do Rio Grande do Sul” e já garantiu atrações como Os Monarcas, Joca Martins e Alma Gaudéria, Luiz Marenco e Machado, Marcelo do Tchê, João Luiz Corrêa, Os Mateadores, Grupo Rodeio, Tchê Guri, Gurias Gaúchas, César Oliveira e Rogério Melo, Moisés Oliveira, Vozes do Campo, Baitaca, Grupo Quero Quero, Xiru Missioneiro e Grupo Minuano.
Segundo Fernando Espíndola, da AG Produtora, a programação ainda contemplará fandango mirim para a criançada e bailes dos piquetes, com quatro bandas. “Haverá passaporte para todos os shows, com valores promocionais”, afirma.
Segundo o presidente do MTG, Nairo Callegaro, os bailes são um grande atrativo do Acampamento Farroupilha, que a cada ano recebe mais público.
Mais informações, sobre datas, valores dos ingressos e outros detalhes serão divulgados em breve.
Eleições 2018:  Recursos dos primeiros processos de Lula na Lava Jato serão julgados até agosto do próximo ano, diz presidente do TRF4

Eleições 2018: Recursos dos primeiros processos de Lula na Lava Jato serão julgados até agosto do próximo ano, diz presidente do TRF4

Destaque Direito Economia Poder Política

O novo presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores, garantiu nesta sexta-feira (23) que a Corte resolverá os recursos dos principais personagens políticos da Lava Jato, inclusive do ex-presidente Lula, antes das eleições de 2018. A tendência é que ou a defesa de Lula ou o Ministério Público Federal (MPF) recorram ao TRF4 dependendo do que decidir o juiz de primeira instância responsável pelos casos envolvendo o ex-presidente.

“Os principais personagens daquilo que se convencionou chamar de Lava Jato estarão sendo julgados no Tribunal a partir do segundo semestre. Entre o segundo semestre deste ano e o primeiro semestre de 2018. Em um ano, a partir de agosto, esses personagens possivelmente terão as decisões proferidas, quaisquer que sejam elas, dentro do calendário eleitoral”, projetou o desembargador, em entrevista ao programa Agora.

Conforme a Lei da Ficha Limpa, se um cidadão for condenado por decisão colegiada, caso do TRF4, fica impedido de disputar eleições.

O desembargador, que toma posse no cargo de presidente nesta sexta, ainda lembrou que, além da esfera criminal, o TRF4 julgará as ações de improbidade administrativas relativas à Lava Jato. Em caso de condenação civil em colegiado, os agentes políticos também ficam impedidos de disputar eleições.

“Vamos julgar também neste período de um ano as ações de improbidade administrativa relativas à Lava Jato. As ações de improbidade têm sanções tão graves quanto, praticamente, a matéria penal. Só não tem o encarceramento, mas acarreta a inelegibilidade”, apontou.

Segundo o desembargador, o TRF4 já recebeu 701 recursos relativos à Lava Jato, sendo 445 pedidos de habeas corpus. (Rádio Guaíba)

 

 

 

Ministro admite preocupação que outros países adotem medida dos EUA de suspender carne brasileira; por Guilherme Kepler / Rádio Guaíba

Ministro admite preocupação que outros países adotem medida dos EUA de suspender carne brasileira; por Guilherme Kepler / Rádio Guaíba

Agronegócio Destaque Economia Mundo Negócios Plano Safra Tecnologia

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi afirmou, nesta sexta-feira, em entrevista à Rádio Guaíba, que pretende acelerar as conversações com representantes americanos para retomar as exportações de carne. Maggi pretende viajar aos Estados Unidos na próxima semana para tentar antecipar um encontro que está agendado para 03 de julho.

Ontem, os EUA anunciaram a suspensão de todas as importações de carne do Brasil devido às preocupações recorrentes sobre a segurança dos produtos. Conforme comunicado americano, a suspensão dos embarques permanece em vigor até o que o Ministério da Agricultura brasileiro tome medidas corretivas e que o departamento americano considere satisfatória.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a adulteração observada na carne na análise feita pelos Estados Unidos se dá por reação da vacina contra a febre aftosa. “O Brasil é um país livre de aftosa por vacinação. A carne exportada para os EUA apresentou esse sintoma devido à vacinação. Temos que fazer uma mudança na forma de fazer o preparo dessas peças, no corte… Temos o plano todo já terminado. Assim que apresentarmos o plano, esperamos que seja novamente liberada a exportação”, continuou o ministro.

Maggi admitiu também estar temoroso de que outros países adotem a medida anunciada pelos Estados Unidos nessa quinta de suspender a compra da carne brasileira. De acordo Maggi, o volume de exportação para os EUA não representa uma perda significativa para o Brasil, mas o fato de outros países seguirem o padrão norte-americano exige que o problema seja rapidamente solucionado. “Nós começamos neste ano a mandar carne para os Estados Unidos. Então, não temos um grande volume. Financeiramente não é um problema, é mais de mercado. Há países que seguem os Estados Unidos. Fecha lá e esses países também. Se a carne entra nos Estados Unidos, eles aceitam. Quanto mais rápido conseguirmos resolver isso, melhor para evitar prejuízos”, alertou.

Influência da operação Carne Fraca e da JBS

O ministro Blairo Maggi afirmou que a Operação Carne Fraca, deflagrada em março, também tem influência na medida adotada pelos Estados Unidos. De acordo com ele, os EUA e países da Europa agora fiscalizam 100% da carne brasileira que importam, o que aumenta a chance de algum problema ser encontrado.

“Antes da Carne Fraca, os contêineres entravam nos EUA e eles pegavam amostras de 10% para análise. Depois da carne fraca, todas as carnes para Europa e EUA estão sendo fiscalizadas. É 100%. Por isso, a gente tem sofrido mais nesses últimos tempos. Não só nos EUA, mas também em alguns países da Europa. A Carne Fraca gera um prejuízo permanente”, apontou o ministro, que disse o envolvimento da JBS na crise política brasileira também tem afetado na exportação. “Tudo é interligado. Quando os astros se alinham para o bem, tudo vai para o bem. Quando é para o mal, tudo vai para o mal. Alguma influência certamente tem”, respondeu.

O Mapa informou que realizou pedido aos laboratórios que produzem a vacina contra a aftosa para que reduzam a dose atual de 5 ml para 2 ml. De acordo com o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério, Guilherme Marques, a medida está em consonância com a programação de retirar totalmente a vacinação do país entre 2019 e 2023. Outra medida adotada pelo Ministério é a retirada do sorotipo C da vacina. O Ministério garante que a reação à vacina identificada nas análises dos EUA não oferece risco à saúde pública.

 

“Eles não podem achar que mandam no Brasil”, afirma ministro sobre corte de repasse de verbas da Noruega para fundo de meio ambiente

“Eles não podem achar que mandam no Brasil”, afirma ministro sobre corte de repasse de verbas da Noruega para fundo de meio ambiente

Destaque Economia Mundo Negócios Vídeo

 

Após notícias de que a Noruega iria cortar metade dos US$ 400 milhões anuais destinados ao fundo da Amazônia, o ministro da Agricultura Blairo Maggi criticou a postura do país europeu. Em entrevista à Rádio Guaíba, na manhã desta sexta-feira, Maggi afirmou que a Noruega, por repassar dinheiro para preservação da Amazônia, não pode achar que manda no Brasil.

“Eles estão completamente equivocados. Eles têm mania de olhar um pedaço da floresta e se tiver uma árvore derruba eles pensam que a floresta inteira foi derrubada. O Brasil é o único país do mundo que tem 66% do território preservado. Nenhum país do mundo tem o que nós temos. Nós temos que ter a coragem de nos defender e não aceitar esse tipo de coisa. A Noruega, por dar dinheiro para preservar a floresta amazônica, acha que podem mandar no Brasil. Não, eles não podem mandar no Brasil. O dinheiro deles é muito bem-vindo. Aliás, deveria ser melhor aplicado”.

O ministro afirmou ainda que ninguém no mundo tem a agricultura sustentável que o Brasil possui. E desafiou qualquer país do mundo a fazer esse debate. “Desafio qualquer país do mundo para vir e fazer um debate conosco se eles tiveram alguma coisa parecida conosco. Se sim, serão aplaudidos. Ninguém tem agricultura sustentável que o Brasil tem na questão de preservação de florestas”, declara.

A Noruega é o principal país financiador do Fundo da Amazônia, com repasses que chegam a R$ 2,8 bilhões. Atualmente, há 89 projetos no âmbito do fundo, em áreas como combate ao desmatamento, regularização fundiária e gestão territorial e ambiental de terras indígenas. (Guilherme Kepler / Rádio Guaíba)

Porto Alegre: Confusão entre ambulantes e Guarda Municipal encerra operação no Centro da Capital; por Samantha Klein|Rádio Guaíba

Porto Alegre: Confusão entre ambulantes e Guarda Municipal encerra operação no Centro da Capital; por Samantha Klein|Rádio Guaíba

Cidade Destaque Direito Direito do Consumidor Economia Marchezan Negócios prefeitura Segurança Vídeo

 

Vendedores e agentes da Guarda Municipal entraram em confronto, no fim da tarde desta quinta-feira, em meio a uma abordagem a ambulantes, nas proximidades do Terminal Parobé. Pelo menos três pessoas foram detidas e um homem ficou ferido, sendo encaminhado para o Hospital de Pronto Socorro. A Guarda acionou a Brigada Militar para conter a confusão e a avenida Júlio de Castilhos ficou bloqueada por cerca de uma hora. O Terminal Parobé também ficou esvaziado pela impossibilidade de chegada de coletivos.

Vendedores reclamaram de agressões por parte da Guarda Municipal. Já o comandante da corporação, Rodrigo Meoti, informou que o confrontou começou quando uma vendedora de cigarros ilegais agrediu um agente da Guarda, na altura da Marechal Floriano com o Terminal Parobé. “Avançou com um pedaço de madeira sobre um agente e ela acabou sendo detida. Os demais colegas dela iniciaram a confusão”. A mulher foi encaminhada para o Palácio da Polícia.

Na sequência, dois ambulantes foram presos em uma ação para combater a venda de frutas no Largo Glênio Peres, onde é proibida a comercialização desse tipo de produto. Também houve reação por conta da ação de recolhimento dos produtos e novo enfrentamento. Nesse ponto, um outro homem ficou ferido devido à contenção com arma taser (não-letal). Ele foi encaminhado para o HPS. Um agente da Guarda também teve escoriações.

Os manifestantes reclamaram, ainda, dos disparos de arma de borracha. Conforme comandante do 9ºBPM, tenente-coronel, Eduardo Amorim, quando houve tentativa de incêndio a um contêiner na avenida Júlio de Castilhos, os policiais arremessaram uma bomba de efeito moral. “Algumas pessoas acham normal atirar pedras contra os policiais e não analisam como começou a confusão. A bomba foi utilizada para dispersar os vândalos”, disse.

Os confrontos ocorreram em meio à Operação Retomada, que mobilizou 100 agentes da Guarda Municipal durante todo o dia nas avenidas Voluntários da Pátria, Salgado Filho, Borges de Medeiros e rua Doutor Flores. Em nota, a Prefeitura informou que o “objetivo era coibir ações de furtos, tráfico de drogas e comércio ilegal no Centro Histórico da Capital”.

Veja o que disse o comandante do 9ºBPM:

Veja o comunicado da Prefeitura, na íntegra:

Ambulantes ilegais que vendem frutas no Largo Glênio Peres, Centro de Porto Alegre, entraram em confronto com a Operação Retomada da Guarda Municipal, realizada no Centro da Capital no final da tarde desta quinta-feira, dia 22. Dois ambulantes foram detidos. A Brigada Militar, que estava apoiando a ação da Guarda, teve trabalho para dispersar os ambulantes, que colocaram fogo em caixotes de madeira e interromperam o trânsito na Avenida Júlio de Castilhos e Mauá.

O chegada e partida de ônibus no Terminal Parobé foi interrompida e a EPTC, por questões de segurança, desviou o trânsito na região.

A Operação Retomada mobilizou cem agentes da Guarda Municipal durante todo o dia de ontem nas avenidas Voluntários da Pátria, Salgado Filho, Borges de Medeiros e rua Doutor Flores. O principal objetivo da iniciativa é o de coibir ações de furtos, tráfico de drogas e comércio ilegal no Centro Histórico da Capital.

Os guardas realizaram um trabalho de abordagem, orientando os ambulantes de rua a deixarem o local. Os que permaneceram tiveram os seus materiais apreendidos pelo setor de fiscalização da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), acionada para auxiliar na operação. O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) também esteve presente para realizar a limpeza da área. (Reportagem Samantha Klein|Rádio Guaíba com colaboração de Vivian Leal e Camila Diesel)

 

 

 

 

Avanço das reformas é o que interessa, afirma BC

Avanço das reformas é o que interessa, afirma BC

Destaque Economia

Há pouco mais de um ano no cargo, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, admite que, com a crise política, a incerteza aumentou nas últimas semanas. “Mas podemos ter as reformas e os ajustes avançando, e é só isso que me interessa, sob o ponto de vista do Banco Central”, afirma Ilan em entrevista ao Estado. O presidente do BC destaca que, quanto mais ampla for a reforma da Previdência, melhor. “A reforma da Previdência é uma reforma fiscal e, por ser fiscal, é relevante. Mas não é a única”, pondera. O economista continua com um olho nas reformas e outro nos índices econômicos para calibrar o ritmo da queda de juros. “O que se discute hoje é a velocidade, o ritmo e a extensão. Mas não se discute se a inflação ainda está alta, se tem de subir juros”, afirma o presidente do BC. Confira a entrevista completa em O Estado de São Paulo.