Efeito Bolsonaro pode eleger até 11 governadores; por Adriana Ferraz/O Estado de S.Paulo

Efeito Bolsonaro pode eleger até 11 governadores; por Adriana Ferraz/O Estado de S.Paulo

Eleições 2018 Notícias
Se as pesquisas de intenção de voto se confirmarem, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) pode ajudar a eleger hoje até 11 governadores alinhados a seu discurso. Levantamento feito com base nas mais recentes sondagens divulgadas pelo Ibope mostra que das 14 unidades da federação onde a disputa se estendeu ao segundo turno apenas em três os candidatos que lideram não receberam apoio ou declararam voto no deputado.

Diferentemente do esperado pelo próprio PSL, o partido deve sair vitorioso em três disputas: Santa Catarina, Roraima e Rondônia, onde o coronel Marcos Rocha, candidato da sigla, tem 26 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, o tucano Expedito Júnior. A maior vantagem registrada por um apoiador de Bolsonaro, no entanto, se dá no Distrito Federal. Lá, Ibaneis Rocha (MDB) alcançou 75% da preferência.

Em alguns casos, o apoio ao presidenciável foi essencial para que se chegasse ao segundo turno. Foi o que aconteceu, por exemplo, com Romeu Zema (Novo), que hoje lidera as pesquisas para o governo de Minas Gerais. O candidato chegou a pedir votos para Bolsonaro quando seu correligionário João Amoêdo ainda participava da disputa presidencial – ele ficou em quinto lugar, somando 2,5% dos votos válidos.

A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

Luciano Huck: ‘Não consigo voltar para a caixinha em que eu estava’; por Renata Cafardo, O Estado de S.Paulo

Luciano Huck: ‘Não consigo voltar para a caixinha em que eu estava’; por Renata Cafardo, O Estado de S.Paulo

Destaque Eleições 2018 Entrevistas
Na eleição mais polarizada da história recente, o apresentado Luciano Huck diz que não tem lado. “Eu não me sinto representado por nenhum dos dois”, afirma, em entrevista ao Estado. Mesmo insatisfeito, não se arrepende de não ter concorrido ao cargo de presidente da República. Sua candidatura foi articulada no início do ano por integrantes do movimento Agora, grupo de renovação política criado por ele, e incentivada por Fernando Henrique Cardoso.

No fim de semana passado, em uma transmissão ao vivo nas redes sociais, Huck disse que nunca votaria no PT. As falas no vídeo deram a entender que apoiaria Jair Bolsonaro, o que ele não confirma. Na seguinte entrevista, ele afirma que Fernando Haddad é “um cara ótimo”, mas “está inserido em um contexto do PT, que cometeu erros muito grandes nos últimos anos.”

Acredita que o País pode se reconciliar depois de uma eleição tão polarizada?

Acho que a gente não tem outra opção. Está sendo um processo muito dolorido para todos, mesmo quem está em campos opostos ou quem não se sente representado, ninguém gosta desse clima polarizado, divergente. A gente precisa fazer um esforço para conseguir uma conciliação. Se não, vão ser tempos muitos difíceis.

Esse esforço depende de quem?

Sem a menor dúvida, do presidente eleito, qualquer um dos dois. Ele vai estar representando todos os brasileiros, inclusive quem não votou nele.

Você vê isso acontecendo?

Eu tenho que tentar ver. A filosofia budista diz que não adianta você desejar o que você não tem, é preciso extrair o melhor do que você tem. Então, o nosso papel, enquanto sociedade, de quem não se sentia representado por nenhum dos dois, é de ser uma resistência positiva, atuante, que vai cobrar e exigir cada passo. Ver se a democracia vai ser preservada, se as liberdades serão respeitadas, se a imprensa vai ter liberdade, se as instituições estarão funcionando, se o Congresso e o cidadão serão respeitados. Se isso tudo acontecer, eu acho que a gente tem que apoiar as agendas positivas, seja quem for eleito.

A entrevista completa está em O Estado de São Paulo.

Líder da Assembleia de Deus visita Bolsonaro e diz que não há clima de ‘já ganhou’; por Renata Agostini/O Estado de S.Paulo

Líder da Assembleia de Deus visita Bolsonaro e diz que não há clima de ‘já ganhou’; por Renata Agostini/O Estado de S.Paulo

Destaque Eleições 2018

Candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL) recebeu visita na manhã deste sábado, 27, de Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. O pastor evangélico esteve na casa do presidenciável, na Barra da Tijuca, no Rio, por cerca de vinte minutos.

Segundo Malafaia, Bolsonaro permanecerá durante todo o dia em casa “quietinho e calado”. O pastor afirmou que, na casa do candidato, não há festa nem clima de “já ganhou”.

“Ele sabe que só se ganha depois que se contam os votos. (Tem de seguir) trabalhando e tudo. Tem que esperar. A eleição não é a gente que diz que está decidido. É o povo que decide no voto”, disse Malafaia após o breve encontro.

O pastor, que afirmou ter feito uma oração para Bolsonaro, disse não esperar que um eventual governo PSL seja favorável os evangélicos.

“Se a vitória de Bolsonaro for para atender anseios de evangélicos, nós somos medíocres. Evangélico é cidadão como todos que estão aí. As pautas sociais são no Congresso. Não vejo esse viés”, disse Malafaia, lembrando que Bolsonaro é católico.

Influente no meio evangélico, Malafaia tem relação antiga com Bolsonaro, chegou a celebrar o casamento do deputado com a atual esposa, Michelle, que é evangélica.

Ciro Gomes diz que não vai se posicionar no segundo turno; por Marianna Holanda/O Estado de S.Paulo

Ciro Gomes diz que não vai se posicionar no segundo turno; por Marianna Holanda/O Estado de S.Paulo

Destaque Eleições 2018

 

 

Apesar dos enfáticos acenos do PT a Ciro Gomes por um apoio neste segundo turno, o candidato derrotado do PDT decidiu não se posicionar na disputa. Em um vídeo divulgado nas redes sociais neste sábado, 27, Ciro disse que não vai se posicionar neste momento “por uma razão muito prática”, que não revelou, mas que quer “preservar um caminho” para que a população possa ter “uma referência”.

“Minha consciência me aponta a necessidade de preservar um caminho em que a população brasileira possa ter amanhã uma referência para enfrentar os dias terríveis que, imagino, estão se aproximando”, continuou o pedetista no vídeo de dois minutos, gravado em um apartamento. Na sexta-feira, o presidente do PDT, Carlos Luppi, disse ao Estado que Ciro gravaria um vídeo em apoio ao petista.

Terceiro colocado no primeiro turno, Ciro Gomes viajou para a Europa logo após a votação e vinha sendo cortejado pela campanha do petista Fernando Haddad para integrar uma frente democrática contra Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno. Na sexta-feira, o ex-prefeito de São Paulo disse esperar uma “declaração dura” de Ciro em apoio à sua campanha.

“Claro que todo mundo preferia que eu, com meu estilo, tomasse um lado e participasse da campanha. Mas eu não quero fazer isso por uma razão muito prática, que eu não quero dizer agora, porque se eu não posso ajudar, atrapalhar é o que eu não quero”, disse Ciro no vídeo.

 

A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

TSE manda Bolsonaro tirar do ar vídeo em que vê risco de fraude na eleição; da Veja

TSE manda Bolsonaro tirar do ar vídeo em que vê risco de fraude na eleição; da Veja

Destaque Eleições 2018
Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atendeu a um pedido da coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT, PC do B e PROS), do presidenciável Fernando Haddad, e determinou a remoção – dentro de um prazo de 24 horas – de um vídeo do candidato do PSL ao Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, no qual ele afirma que as eleições de outubro podem resultar em uma “fraude” por causa da ausência do voto impresso.

“A grande preocupação realmente não é perder no voto, é perder na fraude. Então, essa possibilidade de fraude no segundo turno, talvez até no primeiro, é concreta”, declarou Bolsonaro, em transmissão ao vivo nas redes sociais feita em 16 de setembro, enquanto se recuperava no Hospital Albert Einstein de um atentado sofrido em Juiz de Fora.

A coligação de Haddad alegava que Bolsonaro proferiu “inúmeras” ofensas, não apenas ao PT, mas ao próprio TSE e ao Supremo Tribunal Federal (STF). No mesmo vídeo, o candidato do PSL disse que eventual eleição do petista representaria uma “ameaça à democracia”.

A reportagem completa está na VEJA.

‘Homofobia de Bolsonaro é da boca para fora’, diz Regina Duarte. Para a atriz Regina Duarte, declarações do candidato – a quem ela apoia – são fruto de ‘jeito masculino’; por Ubiratan Brasil/O Estado de S.Paulo

‘Homofobia de Bolsonaro é da boca para fora’, diz Regina Duarte. Para a atriz Regina Duarte, declarações do candidato – a quem ela apoia – são fruto de ‘jeito masculino’; por Ubiratan Brasil/O Estado de S.Paulo

Cultura Eleições 2018 Entrevistas Notícias
Tão logo postou uma foto ao lado do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), a atriz Regina Duarte viu sua página no Instagram ganhar 300 mil seguidores em apenas quatro dias. Nas ruas, é festejada e cumprimentada, tornando-se um dos raros nomes da classe artística a abraçar a candidatura bolsonarista. “Ele tem uma alma democrática”, garante Regina, que interpreta as declarações consideradas homofóbicas e racistas do candidato como frutos de um homem com um “humor brincalhão típico dos anos 1950, que faz brincadeiras homofóbicas, mas que são da boca pra fora, coisas de uma cultura envelhecida, ultrapassada”.

A situação é diferente da vivida por ela em 2002, quando foi muito criticada ao revelar seu temor pela primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência. “Eu estava completamente alienada, pois o Lula já havia ganhado”, afirma. “Não me arrependo, mas, se pudesse voltar no tempo, teria me informado melhor sobre o que estava acontecendo naquele momento. O País queria o Lula e fui dar a cara a tapa à toa.”

Veja os principais trechos da entrevista, concedida no apartamento da atriz, na região dos Jardins, em São Paulo.

Quando você se sentiu à vontade para falar de Bolsonaro?

Foi há uns dois ou três meses. Eu estava “no armário”, e meu filho mais novo começou a me contestar: já que sempre fui uma pessoa democrática, aberta, justa, como eu podia me fechar no conceito de que Bolsonaro é bruto, tosco, ignorante, violento. “Você já chegou perto dele?” Respondi: “Não preciso me aproximar, sinto que é o candidato da raiva, da impotência, do ódio, contra a corrupção e não quero votar no emissário da raiva”. Mas, quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha. Eu tinha algumas opções de voto, como o (Geraldo) Alckmin e o (João) Amoêdo, mas, nesse momento, me caíram fichas inacreditáveis, como as omissões do PSDB. Foi tudo ficando muito feio. Quantos equívocos, quantos enganos! Foi quando notei o tamanho da adesão desse país ao Bolsonaro e pensei: eu sou esse país, eu sou a namoradinha desse país.

Bolsonaro passa a imagem de ser truculento quando o assunto é homossexualidade, feminismo, quando fala sobre índios e nega efeitos negativos da ditadura.

São imagens montadas, pois mostram a reação dele, mas não a de quem provocou a reação. É unilateral. Quando souberam que ele ia se candidatar, começaram a editar todas as gravações e também a provocá-lo para que reagisse a seu estilo, que é brincalhão, machão. Daí fica a imagem de um homem tosco, bruto. Acredito que 80% dessas reações eram brincadeiras dele: você manda uma porrada e ele devolve outra. O homem com quem conversei durante 65 minutos quer chegar lá democraticamente, seguindo todas as regras das nossas instituições. Ele não estudou filosofia, mas o importante é seu preparo para nos proteger da roubalheira descarada. Bolsonaro é fruto do País, é resultado dos erros monstruosos do PT e da falta de mea-culpa.

Você abriu uma porta para outros artistas ao defender abertamente o Bolsonaro? 

Alguém me falou que eu estou fazendo muito artista sair do armário, o voto envergonhado. Hoje, se tivesse de dizer alguma coisa para a juventude, usaria minha experiência do depoimento de 2002, quando disse ter medo do Lula. Eu estava completamente alienada, pois o Lula já havia ganhado a eleição. Aí fui botar a cara na TV, feito uma tonta, para falar de um sentimento, de uma intuição tão particular. Não me arrependo, mas, se pudesse voltar no tempo, teria me informado melhor sobre o que estava acontecendo naquele momento. O País queria o Lula e fui dar a cara a tapa à toa.

A entrevista completa está em O Estado de São Paulo.

Eleições 2018: Sartori espera uma “grande virada” no segundo turno

Eleições 2018: Sartori espera uma “grande virada” no segundo turno

Eleições 2018 Notícias

Apesar da associação do nome de José Ivo Sartori ao do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), o atual governador não demonstrou crescimento nas últimas pesquisas de intenção de votos. Para o coordenador-geral da campanha, Idenir Cecchim, no entanto, os estudos podem não ter captado os movimentos recentes que a candidatura tem percebido nas ruas devido aos apoios políticos recebidos. “A eleição vai ser muito dura. Domingo, quando as urnas forem abertas, vai ter uma grande virada”, decretou.

O deputado estadual reeleito Gabriel Souza (MDB), que tem participado diretamente da coordenação da campanha, é crítico na interpretação das pesquisas. Na visão dele, como Sartori recebeu um grande número de apoios – entre eles, Jairo Jorge (PDT), Mateus Bandeira (Novo), Onyx Lorenzoni (Dem-RS) e o próprio candidato a vice-presidente na chapa presidencial de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, além de 21 prefeitos ligados ao PDT -, não faz sentido não haver crescimento nas pesquisas. “Como é que o Sartori não vai ganhar um voto com isso?”, indagou.

Mesmo que as pesquisas não mostrem um resultado favorável a Sartori, e com a declaração de neutralidade na eleição gaúcha dada por Jair Bolsonaro na última terça-feira, a campanha emedebista não vai parar de trabalhar a associação dos nomes do capitão da reserva e do atual governador. De acordo com o coordenador de comunicação, José Antônio Vieira da Cunha, está se abrindo espaço na propaganda eleitoral para divulgar os apoios políticos recebidos, mas a utilização do termo “Sartonaro” continuará presente até o final da semana.

Ao longo da manhã de ontem, o candidato à reeleição cumpriu agenda de campanha em Canoas. Ao lado do ex-prefeito do município, Jairo Jorge, que ficou em quarto lugar na disputa pelo Piratini no primeiro turno, e de outros apoiadores e lideranças, o atual governador percorreu as ruas do bairro Mathias Velho e participou de outras mobilizações. “Promessa fácil e discurso fácil não ajudam a resolver as dificuldades do Estado. Pelo contrário, levam para outra direção. Precisamos continuar mudando o Rio Grande”, destacou Sartori, em Canoas. (Correio do Povo)

Eleições 2018: Eduardo Leite pede investigação contra fake news ao Ministério Público Eleitoral

Eleições 2018: Eduardo Leite pede investigação contra fake news ao Ministério Público Eleitoral

Destaque Eleições 2018

A Coligação Rio Grande da Gente (PSDB, PTB, PPS, PRB, PHS, REDE, PP), pediu nesta quinta-feira (25), ao Ministério Público Eleitoral, que investigue a origem de diversas fake news que vem sendo divulgadas tentando atingir a imagem do candidato ao governo do Estado Eduardo Leite nas redes sociais.

Na ação, que corre em segredo de Justiça, os advogados de Eduardo Leite arrolaram diversos exemplos de postagens que evidenciam a descontextualização de suas falas, montagens de imagens, atribuição inverídica de falsas declarações e propostas, além de insinuações. A ação também registra que diversos memes vêm sendo criados e circulam por Whatsapp, com evidente intuito de desgastar a imagem de Eduardo Leite perante o eleitor. A coligação inclusive solicitou anteriormente a quebra de sigilo de número telefônico em virtude de agressões sofridas por meio de Whataspp.

“A disseminação de fake news e ofensas pelas redes sociais pode ser caracterizada como verdadeiro estelionato eleitoral, podendo haver implicâncias à própria normalidade e legitimidade das eleições”, argumentou o advogado da coligação, Caetano Cuervo Lo Pumo.

Datafolha: Bolsonaro tem 56% dos votos válidos contra 44% de Haddad

Datafolha: Bolsonaro tem 56% dos votos válidos contra 44% de Haddad

Destaque Eleições 2018

A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira com as intenções de voto para a presidência da República mostra redução de seis pontos da vantagem de Jair Bolsonaro, para Fernando Haddad. O candidato do PSL teria 56% dos votos válidos contra 44% do representante do PT.

No levantamento anterior, a diferença era de 59% a 41%. Conforme o levantamento, o deputado perdeu apoio em todas as regiões. O resultado dos votos válidos considera apenas as intenções de voto direcionadas para um dos dois candidatos, sem contabilizar brancos, nulos e as menções de indecisos.

Com a presença dos votos brancos, nulos e indecisos, o candidato do PSL figura como o preferido para 48% dos eleitores e o petista foi citado por 38%. Brancos e nulos somam 8% e 6% disseram ainda não saber em quem votarão.

A rejeição dos candidatos segue alta. Haddad caiu de 54% para 52%. Já Bolsonaro subiu três pontos percentuais, para 44%.

Contratada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 9.173 eleitores em 341 municípios nos dias 24 e 25 de outubro, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número: BR-05743/2018.

(Correio do Povo)

Haddad pede ao TSE para ser entrevistado pela Globo em horário reservado a debate; por Rafael Moraes Moura e Amanda Pupo/O Estado de S.Paulo

Haddad pede ao TSE para ser entrevistado pela Globo em horário reservado a debate; por Rafael Moraes Moura e Amanda Pupo/O Estado de S.Paulo

Comunicação Eleições 2018 Notícias

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, pediu nesta quarta-feira, 24, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que seja entrevistado pela TV Globo no horário originalmente reservado para a transmissão do debate da emissora entre os presidenciáveis. O debate estava marcado para a noite da sexta-feira, 26, mas foi cancelado após o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, informar que não comparecer

Para a campanha de Haddad, os debates são “eventos pilares do processo democrático”. “O debate político se torna ainda mais importante quando se memora que, nas presentes eleições, com campanhas mais curtas, os candidatos acabam por expor suas ideias, primordialmente, de maneira unilateral, através das redes sociais e não pelo enfrentamento direto e dialético de ideias e propostas de país”, sustentam os advogados eleitorais do candidato do PT.

Para a defesa de Haddad, o debate da Globo é importante e ponto decisivo na reta final da campanha presidencial, porque significa “a última oportunidade em que os candidatos poderão, olho a olho, discutir seus projetos de Brasil e, a partir disso, convencer o seu eleitorado sobre qual a melhor escolha para a direção da nação pelos próximos quatro anos”.

 

A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.