Feira do Livro: Flávio Dutra autografa hoje “Quando Eu Fiz 69”

Feira do Livro: Flávio Dutra autografa hoje “Quando Eu Fiz 69”

Agenda Cidade Destaque Feira do Livro

O Flávio Dutra é uma daquelas figuras queridas por todas – caldaveis ou não, como ele diria – e todos. Um atento observador da cena política, cultural, esportiva, frasista e provocador nato. Prova de tudo isso está no título do livro que ele autografa hoje na Feira do livro de Porto Alegre, “Quando Eu fiz 69”. A obra celebra a idade do autor, mas ele jura que não é autobiográfico e não é mesmo. “O título do livro se presta a interpretações maliciosas, mas não é o caso”, esclarece Dutra. “Geralmente comemora-se as datas redondas, múltiplas de cinco ou dez, mas decidi antecipar o registro”, acrescenta.

Para quem não conhece meu amigo, o Flávio Dutra é jornalista, trabalha há mais de 40 anos nos principais veículos do Rio Grande do Sul e tem uma longa e bem sucedida trajetória em cargos públicos. Conheci ele na Rádio Gaúcha e desde então trago um ensinamento, “Felipe, o problema não é o que tu fala é a altura com tu fala. Nem todo mundo tem que saber o que estás pensando ou dizendo para outrem.” Vá a Feira, compre o livro e se delicie com as 69 crônicas, divididas em quatro temas presentes no blog dele, o excelente Via Dutra, no Coletiva.net e também nas redes sociais do Flavinho: Crônicas da Mesa ao Lado, Crônicas da Comunicação, Crônicas da Nostalgia e Crônicas da Maturidade. Quem me conhece sabe que eu adoro Phrase Book, por isso adorei a ideia do Flavinho de separar 69 frases espirituosas, dele e de outras pessoas e coloca-las no fim do livro.

73460737_409299786622448_4307983125671051264_nQuando eu fiz 69

8 de novembro, 18:30
Praça de Autógrafos, Praça da Alfândega, s/nº – Centro Histórico
Porto Alegre, RS 90020-015 Brasil
+ Google Map

Flávio Dutra
Editora Farol 3 Editores

Feira do Livro: A paixão pelos carros antigos estaciona na Praça da Alfândega. Irineu Guarnier Filho e Eduardo Scaravaglione autografam nesse sábado “Ferrugem no Sangue – Histórias de Carros Inesquecíveis”

Feira do Livro: A paixão pelos carros antigos estaciona na Praça da Alfândega. Irineu Guarnier Filho e Eduardo Scaravaglione autografam nesse sábado “Ferrugem no Sangue – Histórias de Carros Inesquecíveis”

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_DSC6331Embora a expressão “ferrugem no sangue” seja mais conhecida por colecionadores e aficionados para definir sua paixão por veículos antigos, o livro destina-se a um amplo público, desde o colecionador tradicional até aqueles que apenas torcem o pescoço na rua quando veem um carro vintage passar. O livro, segunda incursão da dupla de aficionados pelo antigomobilismo (eles também são autores de “Paixão Sobre Rodas – 40 Anos do Veteran Car Club do Brasil/RS“) é uma descontraída coletânea de artigos, crônicas e reminiscências sobre o fascinante mundo do automóvel publicadas por Guarnier Filho em jornais, revistas, blogs e até em site da Europa (Jornal dos Clássicos, de Portugal), além de material inédito, ilustrada pelas belíssimas fotos em preto e branco de Scaravaglione, um dos melhores fotógrafos de carros clássicos do país.

No próximo sábado, às 18h30, o jornalista e escritor Irineu Guarnier Filho e o advogado e fotógrafo Eduardo Scaravaglione autografam, na Feira do Livro, em Porto Alegre, a obra “Ferrugem no Sangue – Histórias de Carros Inesquecíveis”, em pré-lançamento. “Ferrugem no Sangue…” fala sobre automóveis que marcaram época, design e designers, sucessos e fracassos da indústria automobilística mundial, experiências pessoais do autor – que já restaurou carros antigos – e curiosidades ligadas ao automobilismo, e especula sobre o futuro da mobilidade em um mundo cada dia mais preocupado com a sustentabilidade. A obra tem prefácio do fotojornalista Ricardo Kadão Chaves.

“O livro reúne dez anos de muita reflexão sobre essa incrível máquina que mudou completamente o mundo contemporâneo, mas tudo narrado em linguagem descomplicada e bem-humorada. E as imagens do magnífico acervo de mais de 5 mil fotografias do Eduardo falam por si mesmas”, conclui Guarnier Filho.

SERVIÇO:
Obra: Ferrugem no Sangue – Histórias de Carros Inesquecíveis – 144 páginas
Editora: Farol 3 Editores
Autores: Irineu Guarnier Filho e Eduardo Scaravaglione
Preço na Feira: R$ 39,90
Lançamento e Sessão de autógrafos: sábado, 09/11, às 18h30 na Feira do Livro, na Praça da Alfândega

Feira do Livro: Flávio Ilha autografa hoje Ralé

Feira do Livro: Flávio Ilha autografa hoje Ralé

Agenda Comportamento Cultura Destaque Educação Feira do Livro

ilharaléO jornalista e editor Flávio Ilha, autografa hoje sua mais nova obra, Ralé. A sessão acontece a partir das 19h30, na Praça de Autógrafos, da Feira do Livro.

São 12 contos escritos pelo autor, divididos em três partes: Medo, Amor e Ódio. Redigido entre os anos de 2016 e 2019, esta é a segunda publicação que ele realiza pela Diadorim Editora. Segundo Flávio, os temas tem o objetivo de organizar as histórias de acordo com os sentimentos mais básicos dos protagonistas, os quais, na maioria das vezes, fazem parte da base da pirâmide social do País. “O medo é, desde sempre, nosso primeiro sentimento ao nascer, seguido do amor. Andam juntos, como irmãos siameses. Já o ódio é o refinamento máximo da nossa triste condição humana”, diz o jornalista.

Responsável por assinar a orelha do livro, Vitor Necchi cita que os contos retratam as dores da carne e da alma. “Flávio Ilha cria diversos caminhos de sentidos e possibilidades, alargando o alcance, mas sem perder o comedimento inerente ao conto ao evocar geografias, subjetividades, enredos e ritos múltiplos”, acrescenta.

Ralé

7 de novembro, 19:30
Praça de Autógrafos, Praça da Alfândega, s/nº – Centro Histórico
Porto Alegre, RS 90020-015 Brasil
+ Google Map

Flávio Ilha
Editora Diadorim

Feira do Livro: A ampulheta Alquímica de Muriel Maia-Flickinger

Feira do Livro: A ampulheta Alquímica de Muriel Maia-Flickinger

Comunicação Feira do Livro Notícias

Uma “casa assombrada” arrematada em leilão na Zona Sul de Porto Alegre; um diário extraído de alçapão oculto no sótão da mesma – eis o que leva a nova proprietária (Ismália Porto, jornalista recém chegada de São Paulo sob contrato com jornal local) a investigar as circunstâncias da brusca interrupção do diário e o mistério que envolve suas anotações finais.

WhatsApp Image 2019-11-07 at 06.18.19Decidida a publicar esse “achado do sótão”, Ismália irá perseguir, na memória do entorno e nas adjacências da casa, pistas que tragam luz ao estranho final dado ao diário por Myrna, a antiga proprietária.

Suas personagens, grupo de intelectuais reunidos em “Confraria”, vê nesta um “laboratório político-existencial” naquele final dos anos 1970 − estertor do período de exceção política no país.

No escrito não constam, porém, os sucessos políticos, senão os conflitos pessoais entre os atores, seus encontros e desencontros amorosos.

O centro propulsor da trama condensa-se na figura de Bruno, matemático e antropólogo em interação singular com a realidade física do mundo.

No encalço de um tempo esquecido, a lembrança toma as rédeas da ação, levando o leitor a Princeton, nos Estados Unidos, onde mergulhará, com Bruno, nas mais recentes investigações da física teórica.

E serão, a seguir, essas mesmas teorias revolucionárias que ecoarão na experiência vivida por este entre os índios tepehuas nas montanhas do México. Na narrativa, isto se encenará na relação de Bruno com Yaki, sacerdote nativo ligado à tradição de antigo culto maia-tolteca.

Daí, pelo mesmo desvio da lembrança, o leitor será catapultado à fervilhante Viena do início do século XX, quando “a psicanálise frequentava os Cafés, ateliers, salões e prostíbulos” − para, através da Alemanha destruída do pós-guerra, voltar ao México e à mitologia mexicana do “deus desconhecido”, no culto a Quetzalcoátl.

A narrativa encerra-se em Porto Alegre e traz ainda um novo enigma.

Capa: Letícia Lampert
Nº de páginas: 343
Preço de capa: R$ 50,00
ISBN: 978-85-205-0846-6
Departamento editorial e divulgação: (51) 3019- 2102

Livros: Conheça a história de superação de um dos maiores leitores do país; por Isabel Série/EBC

Livros: Conheça a história de superação de um dos maiores leitores do país; por Isabel Série/EBC

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Há diversas razões para uma pessoa não ler um livro, mas a principal delas, apontada pelos leitores na quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, é a falta tempo. O dado é antigo, mas não caduco. Cinco mil pessoas foram ouvidas em 2015, último censo realizado pelo Ibope a pedido do Instituto Pró-Livro.

De acordo com a pesquisa, 32% dos leitores não têm tempo para ler. A partir daí, os motivos vão se somando e incluem a questão geográfica – muitas vezes as bibliotecas ficam longe de casa -, e a questão financeira – o preço do livro também foi citado pelos entrevistados. Assim, ler é para quem dispõe de tempo, de estrutura para se deslocar até uma biblioteca e de dinheiro.

Sidnei Rodrigues de Andrade não tem nada disso. E mesmo assim leu, de janeiro a outubro deste ano, 124 livros. Uma média de um livro a cada três dias. Com 41 anos de idade, Sidnei trabalha numa faculdade onde foi contratado como vigia e acaba de ser promovido a auxiliar da biblioteca de livros didáticos.

Sidnei Rodrigues de Andrade
Machado de Assis é um dos autores que fazem parte da biblioteca particular de Sidnei Rodrigues de Andrade – TV Brasil

Além da jornada de oito horas, ele pega dois ônibus para se deslocar ao trabalho se desloca de ônibus. Mora praticamente na divisa com Diadema, Grande São Paulo. Sidnei divide o cenário agitado e barulhento do bairro em que vive com a literatura. Ambos moram de forma simples. Não tem sofá na casa nem luminária no quarto. A mãe, Ana Luíza, na genialidade dos arranjos, mandou trocar uma telha por outra de plástico, formando uma claraboia bem na altura em que se põe o travesseio.

Dona Ana Luíza morreu de câncer há sete anos. Ela era empregada doméstica e Sidnei enfrentou a morte da mãe lendo. Precisava entender e superar a dor. Sidnei diz que através das palavras dos escritores, consegue enxergar coisas que a vida não explica e os livros pareciam conversar com ele. Na longa e boa entrevista que deu à TV Brasil, disponível no EBC Play ou no canal da emissora no You Tube, para uma série sobre o livro, Sidnei diz que o livro “é uma terapia”. “Uma coisa que me acalma, me deixa mais tranquilo. Ele me provoca, me deixa mais consciente, mais humano”.

Foi graças ao incentivo dos pais que Sidnei superou o analfabetismo. Até os 9 anos de idade, ele não sabia ler e escrever. As letras eram desenhos incompreensíveis. Para incentivar, o pai trazia, embrulhado no jornal, histórias em quadrinho. “Quando eu comecei a ler eu lia um livro a cada ano”, ele diz com a alegria de um vencedor. Hoje lê, em média, 100 páginas por dia. “Me dá uma hora, só uma hora que pra mim já é suficiente”.

Biblioteca

Antes de dona Ana falecer, Sidnei pediu à mãe que lhe desse uma cômoda. Deu as duas prateleiras com pouco mais de um metro de comprimento, uma nova função. Viraram o que chama de “primeira matriz da biblioteca”. Um lugar para guardar de forma organizada os livros de que tanto gosta. Vinte por ano, depois sessenta.

Sem espaço, pediu à mãe um guarda-roupa. Sidnei tem mais livro que qualquer outra coisa em casa. Quem abre a porta não encontra um único cabide. Nem uma peça de roupa. Como se quisesse nos dizer que, sem o conhecimento, o homem está nu.

Hoje são cerca de 500 livros na biblioteca particular que montou. Entre eles, estão Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis (Sidnei leu três vezes até entender o que dizia o autor), Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, além de outros autores e autoras que fazem a vida ficar melhor.

Sidnei é, de fato, casado com a literatura. Ele abraça os livros toda vez que cita um. “Esse eu não troco por nada”, diz do livro infantil que teve a honra de ser o primeiro a ser lido por ele. Maneco, Caneco, Chapéu de Funil, de Luiz Camargo, conta a história de vários objetos cansados de não fazerem nada e que saem para uma aventura. Para Sidnei, “uma espécie de Dom Quixote, um sonhador que quer construir um mundo melhor”. É uma das aquisições mais importantes da biblioteca. “Levei dez anos para ter o exemplar.”

Dono de uma voz potente e com 1,90 metro de altura, Sidnei não passa desavisadamente por onde anda. Sorri com facilidade e carrega para onde vai três ou quatro livros na mochila. Para enfrentar a solidão, se aparecer. Aproveitar o tempo se der e fazer novos amigos entre os personagens. Não quero ser rico, diz ele, cuja ambição é de conhecimento. Quer fazer mestrado, doutorado, pós-doutorado e, quando estiver no ápice, ser bibliotecário de algum lugar onde o livro faça toda a diferença. Como fez para ele.

Feira do Livro: Jorge Martins autografa a obra “Sentimentos” dia 10 de novembro

Feira do Livro: Jorge Martins autografa a obra “Sentimentos” dia 10 de novembro

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O escritor Jorge Martins estará na Praça de Sessão de Autógrafos da 65ª Feira do Livro de Porto Alegre no próximo dia 10 de novembro, a partir das 16h30, autografando a sua 6ª obra – “Sentimentos”. Antes, a partir das 16h, o autor realizará um bate-papo com o público no Auditório do Memorial do RS.

Capa livro Sentimentos em alta resoluçãoJorge Martins é um obstinado na defesa da leitura como hábito, e do livro como objeto não apenas de transformação, mas de formação no caráter do jovem, que lhe exercita o senso crítico sobre a vida e lhe aponta caminhos longe da marginalidade. Segundo ele, este livro, direcionado ao público infantil, “tem a finalidade de transmitir que viver para os outros é uma regra da natureza, pois todos nós nascemos para ajudar uns aos outros”.

Autor de “Meu Nome é Jorge”, “O Menino da Caixa de Sapatos”, “O Menino e o Seu Segredo”, “A Amizade Torce por Todos os Times” e “Transformação”, Jorge Martins   nasceu em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, é formado em Administração e Pós-graduado em Psicopedagogia e Educação Infantil.

Livros: 100 vezes Gauchão de Gustavo Manhago e Cléber Grabauska terá sessão de autógrafos na Feira de Porto Alegre

Livros: 100 vezes Gauchão de Gustavo Manhago e Cléber Grabauska terá sessão de autógrafos na Feira de Porto Alegre

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Histórias de 1919 a 2019. Os grandes times. Os grandes craques. Os grandes técnicos. Os momentos inesquecíveis do Campeonato Gaúcho estão relatados em  100 vezes Gauchão – a história centenária de uma paixão. A obra, produzida pela Editora AGE, será lançada na Feira do Livro de Porto Alegre, no dia 9 de novembro, com sessão de autógrafos às 16h30min, na Praça da Alfândega. Antes disso, no dia 6 de novembro, haverá uma recepção para convidados no Restaurante Marco’s do Hotel Laghetto Stilo Higienópolis, em Porto Alegre.

— Os leitores que comprarem a obra terão nas páginas um “banho de história”. Cada ficha técnica vai lhes remeter a um momento de suas trajetórias. São jogos com vida própria e não é raro lembrarmos com detalhamento onde estávamos e o que fazíamos na hora do jogo — enfatiza o ex-árbitro e atual Presidente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, Leonardo Gaciba, autor do prefácio do livro.

Escrito pelos jornalistas Gustavo Manhago e Cléber Grabauska, 100 Vezes Gauchão conta com 253 páginas e mais de 50 ilustrações.

A pré-venda está disponível no site www.editoraage.com.br ou pelo telefone (51) 3223-9385. O apoio é da Federação Gaúcha de Futebol e de De La Mancha Barber Shop. Os livros já estão à venda nas livrarias Cameron.

Capa GauchãoLançamento do livro 100 Vezes Gauchão

Data: 9/11 (16h30min)

Local: Pavilhão de Autógrafos Feira do Livro de Porto Alegre

Autores: Gustavo Manhago e Cléber Grabauska

Editora AGE (253 páginas)

 

Livros: Vitor Bertini lança sua primeira obra de ficção. “Não me abandone” terá sessão de autógrafos na Feira do Livro, dia 03 de Novembro

Livros: Vitor Bertini lança sua primeira obra de ficção. “Não me abandone” terá sessão de autógrafos na Feira do Livro, dia 03 de Novembro

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bertini
Vitor Berini Foto: Carla Zigon

– Escrever é a soma da vida que vivi com os sonhos que ainda tenho. É assim que Vitor Bertini comenta sua nova atividade, enquanto anuncia o lançamento de seu primeiro livro, “Não me abandone”. Dono de uma trajetória profissional tão diversa quanto abrangente – e com mais passagens por governos do que deveria, como adverte sua biografia na contracapa do livro – ele brinca que, profissionalmente, “só faltava escrever”.
O livro, lançado inicialmente em uma plataforma de financiamento coletivo, terá sessão de autógrafos na Feira do Livro, dia 03 de Novembro, às 14:30, na Praça de Autógrafos.
– Participar como autor na Feira do Livro de Porto Alegre é voltar a conversar com grande parte de meus personagens – afirma Bertini.
O livro faz da história de um cachorro, o subtítulo é “A saga de Bénya Krik, um cão de rua, contada pela família que ele adotou”, uma alegoria para o autor discorrer sobre temas como liberdade, sonhos e, parafraseando Nelson Rodrigues, “a vida como ela é”.
O livro é o primeiro volume da “saga” e tem 128 páginas de textos rápidos.
– O livro está escrito em um formato de short story. Você lê rápido, para poder reler com calma – afirma o escritor, concluindo: – Não percam!

livro2Serviço:
Financiamento coletivo: www.catarse.me/naomeabandone
Autógrafos: Feira do Livro, dia 03/11, 14:30

Mais informações:
https://www.linkedin.com/in/vitorbertini/
www.facebook.com/bertini.vitor
www.vitorbertini.com.br

Livros: Jornada de autodescoberta é tema de bate-papo na Feira de Porto Alegre. Valdi Ercolani lançará “Inocêncio em busca do grande Homem”,  dia 7 de novembro, na Praça da Alfândega

Livros: Jornada de autodescoberta é tema de bate-papo na Feira de Porto Alegre. Valdi Ercolani lançará “Inocêncio em busca do grande Homem”, dia 7 de novembro, na Praça da Alfândega

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Um escritor nascido em Nova Esperança do Sul, no interior do Rio Grande Sul, marcará presença na 65ª Feira do Livro de Porto Alegre, em novembro. O publicitário e cineasta, Valdi Ercolani lançará no evento pela Martins Livreiro seu quarto livro, Inocêncio em busca do grande Homem,  no dia 7 de novembro. “A expectativa é a melhor com a minha segunda participação nesta importante e tradicional feira do livro no estado em que nasci”, comemora o autor. Ele espera que muitos adolescentes, jovens e adultos, pais ou não, compareçam para conhecer essa saga de cinco volumes em que estão presentes memórias, aconselhamento, educação, espiritualidade e autoconhecimento.

No bate-papo com o público, Valdi pretende falar obre os cinco estágios do crescimento humano: infância, juventude, maturidade, maturidade profunda e colheita.  O autor interagirá com o leitor sobre sua visão de mundo, dúvidas existenciais e o sentido da vida. “Viemos a este mundo apenas para comer, beber, dormir e fazer sexo?”, provoca o escritor que já morou nos Estados Unidos, Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Argélia e atualmente vive em São Paulo, com a sua mulher, também escritora.

Inocencio grandeHomem_CAPABoa parte da inspiração para a saga veio dessa sua vivência de quase 10 anos no exterior e percebeu que as pessoas querem amar e ser amadas, e que suas lágrimas possuem o mesmo sabor de sal e que ele podia ser amigo de todos. “Afora o idioma, os povos são iguais, pois têm o mesmo DNA universal e vêm todos da mesma Causa Primeira”, diz o autor gaúcho.

E neste processo de autoconhecimento, Ercolani pensa que cada um de nós, antes de partir deste lindo planeta, deve deixar suas pegadas, não importa o tamanho. Por essa razão decidiu escrever seus livros quando já tinha mais de 60 anos.

“Decidi colocar as minhas em forma de livros, na esperança de que sirvam de guia para aqueles que estão jornadeando, ou de bússola para jovens e adultos que estão buscando e ainda não acharam seu rumo. E, igualmente, para aqueles que pretendem manter ou resgatar a pureza de sentimentos que foi deixada no caminho, sem, no entanto, perder o espírito empreendedor.  E, ainda, a pais e educadores que procuram formar cidadãos íntegros e amorosos ajustados à sua época.”

Quem é o grande Homem? É aquele que age seguindo as normas da justiça e da moral ou um tirano cruel? Onde encontrá-lo? Como entender sua grandeza?  São esses alguns dos pensamentos do personagem principal do livro Inocêncio em busca do grande Homem, que será lançado na Feira do Livro de Porto Alegre, em novembro, pela Martins Livreiro.

Depois de presenciar as dificuldades que o presidente João Goulart enfrentava nas relações Brasil-Estados Unidos em 1963, assistir à sua deposição pelas Forças Armadas em 1964 e ver a perseguição dos órgãos de repressão contra os opositores, Inocêncio sacrifica suas ilusões.

E então parte rumo ao Velho Continente, berço de grandes pensadores que, segundo imaginava, escondia um saber milenar, na esperança de encontrar o grande Homem para aprender e crescer, um dia ser livre e governar a si mesmo. Segundo o autor, ali ele fica atônito com o que descobre.

PING-PONG COM VALDI ERCOLANI 
O que é a saga do Inocêncio?
É uma jornada de aprendizado, de crescimento interior, cheia de incertezas e imprevistos, narrada em cinco volumes, que oferece ao viajante Inocêncio a recompensa da autodescoberta, de saber quem ele é, do encontro de si mesmo. Simbolicamente, podemos dizer que é a jornada da alma humana em busca da sua autorrealização, transitando pelos cinco ciclos da vida: infância, juventude, maturidade, maturidade profunda e colheita.
Quais são os temas abordados?
Valores humanos, isto é, princípios morais e éticos, tais como respeito, gratidão, justiça, honradez, empatia e altruísmo, que dão valor às atitudes humanas. E, sobretudo, espiritualidade, que é o gene da Criação, a dimensão que eleva Inocêncio para além de seu universo e o coloca frente às suas questões mais profundas. Que propósito tem minha vida? Estou aqui unicamente para comer, beber e dormir? Que lugar ocupo neste Universo?
Quem gostaria que lesse a obra?
Aos pais que se preocupam com a felicidade dos seus filhos. Aos adultos que estão jornadeando ou ainda não empreenderam sua jornada. Aos professores e educadores que procuram formar cidadãos íntegros e amorosos ajustados à sua época, fazendo com que reflitam sobre suas atitudes, buscando a felicidade individual sem perder de vista o bem comum. Aos jovens e adolescentes, que estão buscando e ainda não acharam seu caminho.
Como surgiu o personagem Inocêncio?
Veio do Inocente, o nosso estado natural quando saímos do ventre materno. Todos nascemos puros, essencialmente. Mas podemos nos tornar impuros, existencialmente. Na infância, Inocêncio recebeu carinho do avô, amor dos pais e contou com parentes e amigos que acreditavam nele. A criança que no início da vida tenha recebido suficiente apoio para atingir um saudável desenvolvimento do Ego, tem uma inabalável confiança de que o mundo é seguro e pode empreender sua jornada com entusiasmo, alegria e disposição, a ponto de ofuscar o medo do futuro.
E a criança divina?
É a energia que existe em cada um de nós, transparente, livre e espontânea, que anima e vitaliza. Podemos defini-la ainda como fervor, espírito inspirador ou fonte da vida.
Inocêncio é um simples personagem literário necessário para que a história seja contada? O que ele nos ensina?
A saga é narrada através dos olhos e experiência do Inocêncio, que jamais se intromete ou emite um julgamento. Não podemos encará-lo como um personagem que tem algo a nos ensinar. Não, diretamente. Quem nos ensina são os fatos e as pessoas que ele encontra pelo caminho. Inocêncio representa o ser humano que tem a função sentimento suficientemente forte para se pasmar, se indignar, se horrorizar diante do mal e ser capaz de resistir ao seu domínio.
O sr. se inspirou em personagens reais para criar o livro?
Inocêncio e a criança divina narra minha relação com meu avô, com meus pais e com os pequenos agricultores de Nova Esperança do Sul, uma comunidade rural gaúcha. Todos possuíam uma área de tamanho suficiente para plantar e colher os alimentos que necessitavam. Mais ou menos duzentos metros separavam as casas umas das outras. Todos se sentiam iguais, não procuravam se atacar e a solidariedade era uma condição natural entre eles. Meu avô nasceu na Itália e foi um ser espiritualizado. Possuía um profundo conhecimento da natureza, dos segredos do cosmo e do sentido da vida.
A seu ver, qual a relação desta história com a realidade hoje em dia?
Em qualquer lugar, seja na cidade ou no campo, uma infância saudável e feliz ajuda a produzir na criança uma postura firme e otimista em relação à vida. Olhemos ao nosso redor. A corrupção, a violência, o alcoolismo e o uso de drogas não são uma epidemia? O que mantém nossa vida em ordem? Valores morais e espirituais. Se perdermos esses valores, perdemos o sentido da vida. Quando perdemos o sentido da vida, o sentido do prazer é o seu substituto.

SERVIÇO

Dia 7/11
14h30 – Bate-papo com autor
Sala O Retrato do CCCEV (Rua dos Andradas, 1223. Centro Histórico, Porto Alegre).

18h30 – Autógrafos
Pavilhão de Autógrafos (Praça da Alfândega, Centro Histórico, Porto Alegre)

Entrada franca

Livros:  A churrasqueira Clarice Chwartzmann, Ricardo Bueno e Carin Mandelli autografam nesta sexta-feira “Os gaúchos e o churrasco – uma jornada ao redor do fogo”.

Livros: A churrasqueira Clarice Chwartzmann, Ricardo Bueno e Carin Mandelli autografam nesta sexta-feira “Os gaúchos e o churrasco – uma jornada ao redor do fogo”.

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WhatsApp Image 2018-11-29 at 07.49.08Que o gaúcho é apaixonado por churrasco, todos sabem. Mas como essa história começou e como foi mesmo que essa prática se popularizou, resultado de distintas influências culturais, agregando peculiaridades regionais e compartilhada no Brasil e no mundo? O resgate dessa trajetória emocionante é o tema do livro “Os Gaúchos e O Churrasco – uma jornada ao redor do fogo”, que será lançado nesta sexta-feira, 30 de novembro, às 19h30min, na Churrascaria Galpão Crioulo, em Porto Alegre (Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 300 – Parque da Harmonia), em evento para convidados. O lançamento será acompanhado de uma exposição com imagens captadas ao longo das viagens para a produção do livro. A mostra estará aberta à visitação gratuita do público de 1º a 15 de dezembro, na churrascaria, juntamente com a venda de uma tiragem especial da obra, a preço promocional.

A publicação surgiu a partir de uma entrevista do jornalista e escritor Ricardo Bueno com Clarice Chwartzmann. A ideia era inserir em um livro sobre o churrasco o perfil da chef que percorre o País, ensinando mulheres as técnicas do preparo das carnes nas brasas. Clarice percebeu que a história poderia ir além e a proposta inicial do livro se transformou nessa obra de abordagem inédita que mostra os diferentes modos de assar o churrasco e suas origens, em cada região do Estado. A dupla ganhou a companhia da fotógrafa Carin Mandelli e os três seguiram, ao longo de seis meses, em expedições pelo Rio Grande do Sul para reconstituir a trajetória do churrasco e da própria formação da identidade do gaúcho.

“A verdade é que nenhum outro Estado brasileiro possui tanta diversidade cultural, ao menos quando o assunto é churrasco, como o Rio Grande do Sul. E tudo graças às diferentes imigrações que aqui aportaram, mas também ao compartilhamento de saberes nas fronteiras e, ainda, à cultura da pecuária, tão presente em nossa formação histórica”, analisa Clarice.

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Clarice e Ricardo

Ricardo Bueno detalha: “A entrada do gado com os jesuítas, em 1634, que daria origem aos imensos rebanhos que alimentariam os gauchos durante centenas de anos, e, mais tarde, a chegada das raças britânicas, introduzidas por Assis Brasil na região do Bioma Pampa, no início do século 20, são alguns marcos importantes”. Mas o jornalista também destaca outros ‘pioneirismos’ gaúchos nesta jornada, como a primeira casa do Brasil a oferecer churrasco no cardápio (o Restaurante e Churrascaria Santo Antônio, em 1935); a criação do espeto corrido, provavelmente por assadores saídos de Nova Bréscia, sistema que popularizou o consumo do churrasco no País e mundo afora. Também do Estado é o primeiro frigorífico brasileiro a dar ‘nome aos bois’, criando uma marca própria nos anos 1970 – o Frigorífico Silva, de Santa Maria. “São todos fatos que marcam a relação afetiva dos gaúchos com o churrasco ao longo de cinco séculos, uma história repleta de peculiaridades no jeito de assar e que é preservada por personagens encantadores”, conclui Bueno.

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Carin

Das Missões para o mundo: uma jornada sem fim
Com 172 páginas, no formato de 23cm x 28cm e fino acabamento, a publicação retrata uma trajetória que une os gaúchos e o churrasco e se inicia na região das Missões, onde o padre jesuíta Cristóvão de Mendonça introduziu o gado franqueiro, em 1634. À época, a carne originária dos rebanhos que se espalhariam pelos campos, reproduzindo-se livremente, era salgada no lombo do cavalo, depois espetada em galhos pontudos e assada junto às brasas, em valas no chão. E tudo em um território então disputado por lusos e hispânicos, quando as fronteiras entre Brasil, Argentina e Uruguai ainda não estavam definidas.

Para contar a jornada do churrasco e dos gaúchos ao redor do fogo, a equipe visitou São Miguel das Missões, Lagoa Vermelha, Cambará do Sul, Sant’Ana do Livramento, Pelotas, Flores da Cunha e Santa Maria, registrando o uso dos espetos ou da grelha; as peculiaridades da salga; os cortes diferenciados, de acordo com a região; a preferência pela brasa ou pela labareda. O livro detalha, ainda, como se deu a introdução de novos cortes e acompanhamentos e, também, as características da cadeia produtiva gaúcha, alicerçada na perfeita aclimatação das raças britânicas no Bioma Pampa, em uma atividade econômica cada vez mais apoiada na qualidade do manejo dos animais, no aprimoramento genético e na tecnologia aplicada ao processamento das carnes.

É assim que o churrasco, de origem campeira, insere-se na rotina das grandes cidades, ganha ares “gourmet” em butiques que oferecem cortes nobres, alcança públicos distintos em festivais a céu aberto. Trata-se de um hábito que segue vivo no costume de reunir a família e amigos, em encontros caseiros ou em churrascarias, sejam elas “top” ou “pop”; nos parques e nas praças, nos espaços de convívio dos edifícios e condomínios, mas também nas fazendas e sítios, interior adentro, litoral afora. Segue, portanto, congregando ao redor da calorosa chama pessoas de todas as idades, que protagonizam diferentes formas de preparo dos assados, compartilhando, assim, eternos rituais dos séculos passados que continuam fazendo parte de uma jornada que começou nas Missões jesuíticas e não dá sinais de esmorecer, muito antes pelo contrário. Uma jornada que coloca os gaúchos em uma posição privilegiada e referencial quando o assunto é churrasco.

O livro “Os Gaúchos e o Churrasco – uma jornada ao redor do fogo” e a exposição de mesmo nome são uma realização do Ministério da Cultura – Lei Rouanet e da Criati Produções, com produção da Quattro Projetos e patrocínio de Banrisul, Tramontina, Polar, Frigorífico Silva e Supra.

Livro e Exposição “Os Gaúchos e o Churrasco – uma jornada ao redor do fogo”
Idealização e curadoria: Clarice Chwartzmann
Textos e edição: Ricardo Bueno
Imagens: Carin Mandelli
Lançamento: 30 de novembro, às 19h30min
Exposição: de 1º a 15 de dezembro (entrada gratuita)
Local: Churrascaria Galpão Crioulo
Endereço: R. Otávio Francisco Caruso da Rocha, 300 – Parque da Harmonia / Porto Alegre
Exemplares de uma edição limitada do livro, com preço promocional de R$ 50, estarão sendo comercializados no local

E neste domingo dia 02/12, eu converso  com Clarice Chwartzmann, sobre o livro e outros assuntos. Não perca !!