SP: Governo celebra PM que matou ladrão e contraria polícia. Ação de Márcio França (PSB) se opõe à estratégia da cúpula da segurança em SP, que tenta reduzir índices de letalidade

SP: Governo celebra PM que matou ladrão e contraria polícia. Ação de Márcio França (PSB) se opõe à estratégia da cúpula da segurança em SP, que tenta reduzir índices de letalidade

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O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), fez uma cerimônia ontem para enaltecer uma mãe PM que matou um ladrão, adotando estratégia que contraria as ações da cúpula da própria polícia para reduzir os índices de letalidade da corporação. França, que tentará a reeleição, homenageou a cabo Katia da Silva Sastre, 42. No sábado, reagindo a um assalto na porta de uma escola particular em Suzano (Grande SP), ela acertou três tiros no bandido, que morreu no hospital. O governador destacou a técnica e a coragem da policial, que estava de folga. Para especialistas em segurança pública, a celebração pode passar mensagens equivocadas à tropa e à população. Uma preocupação é que incentive pessoas a enfrentar criminosos, na contramão da orientação da polícia. Outra é que a morte de ladrões seja vista como algo estimulado pelo governo.

(Folha de S. Paulo)

Hildegard Angel diz que Geisel deu a ordem para matar a sua mãe; A estilista Zuzu Angel foi morta em 1976, num suposto “acidente” na saída do túnel Dois Irmãos

Hildegard Angel diz que Geisel deu a ordem para matar a sua mãe; A estilista Zuzu Angel foi morta em 1976, num suposto “acidente” na saída do túnel Dois Irmãos

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A jornalista Hildegard Angel disse, em entrevista ao Jornal do Brasil, publicada neste sábado (12) não ter ficado surpresa com o memorando da CIA revelando que Geisel não só sabia como assinou execuções na ditadura.

Hilde é filha da estilista Zuzu Angel, morta no governo Geisel, em 1976. Segundo ela, o gabinete de Geisel encomendou o atentado contra sua mãe, na saída do túnel Dois Irmãos, em São Conrado.

“O caso de minha mãe está mais do que esclarecido. Não foi um acidente mal esclarecido.”

De acordo com ela, “aqui no Brasil queimaram toda a documentação. Houve queima de arquivos. Fizemos um pacto sinistro. Houve um corporativismo fechado, uma blindagem da história brasileira. Mas havia um documento lá na sede do grande irmão. Eles não contavam com isso”, diz.

Hilde cita durante a entrevista o livro de Claúdio Guerra, que foi delegado do DOPS, sobre o período. “No livro ele diz que o coronel Freddie Perdigão foi o organizador da emboscada encomendada que matou a minha mãe em 1976. Foi encomendada a ele diretamente pelo gabinete do Geisel”.

Ela diz ainda que, na época, a Comissão da Verdade endossou o depoimento do Cláudio Guerra. “Portanto, o Estado reconheceu que o gabinete de Geisel chancelou o atentado”.

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Suspeito da morte de Marielle negocia delação; Ex-PM Orlando de Curicica está isolado no presídio Bangu 1; Na reconstituição do crime, policiais comprovaram uso de submetralhadora

Suspeito da morte de Marielle negocia delação; Ex-PM Orlando de Curicica está isolado no presídio Bangu 1; Na reconstituição do crime, policiais comprovaram uso de submetralhadora

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Apontado por uma testemunha-chave como mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), ao lado do vereador Marcello Siciliano (PHS), o ex-PM Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando de Curicica, negocia com policiais civis e promotores fazer uma delação premiada, segundo uma fonte que acompanha a investigação.

Suspeito de ser chefe de uma milícia e condenado por homicídio, Araújo está preso em regime disciplinar diferenciado em Bangu 1. Na reconstituição do crime, que atravessou a madrugada de ontem, policiais confirmaram que foi usada uma sub-metralhadora na execução.

(O Globo)

Chefe da CIA disse que Geisel assumiu controle sobre execuções sumárias na ditadura. Geisel teria orientado chefe do SNI a autorizar pessoalmente os assassinatos

Chefe da CIA disse que Geisel assumiu controle sobre execuções sumárias na ditadura. Geisel teria orientado chefe do SNI a autorizar pessoalmente os assassinatos

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Um documento secreto de 1974 liberado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos afirma que o ex-presidente Ernesto Geisel (1974-1979) aprovou a continuidade de uma política de “execuções sumárias” de adversários da ditadura militar.

Ele teria ainda orientado o então chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI), que viria a substituí-lo na Presidência, João Baptista Figueiredo (1979-1985), a autorizar pessoalmente os assassinatos.

O documento foi tornado público, com exceção de dois parágrafos ainda tarjados, em 2015 pelo governo dos Estados Unidos e nesta quinta-feira (10) postado em redes sociais por Matias Spektor, professor de relações internacionais na Fundação Getúlio Vargas (FGV). O professor qualificou o papel como “o documento mais perturbador que já leu em 20 anos de pesquisa”.

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RJ: Delator envolve vereador no assassinato de Marielle; Segundo depoimento, Marcello Siciliano e chefe de milícia tramaram crime

RJ: Delator envolve vereador no assassinato de Marielle; Segundo depoimento, Marcello Siciliano e chefe de milícia tramaram crime

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Ele aponta a atuação da vereadora em comunidades da Zona Oeste como a causa do homicídio, dá detalhes de diálogo entre os supostos mandantes e cita quatro pessoas encarregadas da execução, agora investigadas

Uma testemunha ligada à milícia contou à polícia que o vereador Marcello Siciliano (PHS) e o ex- PM Orlando Oliveira de Araújo, preso desde outubro acusado de chefiar grupo paramilitar, planejaram a execução da vereadora Marielle Franco (PSOL). No ataque, morreu também o motorista Anderson Gomes. O motivo do crime, segundo o delator, foi a atuação da vereadora em comunidades da Zona Oeste, que teria atrapalhado negócios da milícia. A testemunha-chave, que está sob ameaça, deu detalhes do caso em três depoimentos aos investigadores. Revelou que presenciou conversas entre o político e o ex-policial, que teriam começado a tramar o assassinato em junho. Citou ainda quatro pessoas encarregadas do crime, que agora são investigadas, e disse que dois homicídios em abril na Zona Oeste foram queima de arquivo. A Secretaria de Segurança não se pronunciou, mas deu proteção ao delator. Siciliano nega a acusação.

(O Globo)

SP: Hidrante sem água dificultou trabalho em prédio que ruiu

SP: Hidrante sem água dificultou trabalho em prédio que ruiu

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Durante combate às chamas no prédio do centro de São Paulo, bombeiros tiveram que adotar técnica de racionamento no auge do fogo, enquanto caminhões-pipa se revezavam.

Ontem, um corpo carbonizado foi encontrado sob os escombros.

(Folha de S. Paulo)

CCJ vai debater projeto que obriga preso a ressarcir despesas com sua manutenção

CCJ vai debater projeto que obriga preso a ressarcir despesas com sua manutenção

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O preso deverá ressarcir o Estado das despesas com sua manutenção. A determinação está no PLS 580/2015, do senador Waldermir Moka (PMDB-MS), que será debatido em audiência pública da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), às 10 h desta terça-feira (8).

O projeto altera a Lei de Execução Penal para para determinar que o ressarcimento é obrigatório, independentemente das circunstâncias, e que se não possuir recursos próprios, o apenado pagará com trabalho. O autor alega que, se a assistência material for suportada pelo preso, sobrarão recursos para serem aplicados na saúde, educação e infraestrutura do país.

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França debate obrigatoriedade de castração química de estupradores; por Daniella Franco -RFI

França debate obrigatoriedade de castração química de estupradores; por Daniella Franco -RFI

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O jornal Aujourd’hui en France desta sexta-feira (4) traz à tona um polêmico debate sobre a castração química, que veio à tona após o estupro e o assassinato da adolescente Angélique Six, de 13 anos, em 25 de abril. O agressor, David Ramault, de 45 anos, já havia sido condenado por estupro de menor em 1996. O caso, que chocou a França, lançou a interrogação sobre como impedir a repetição de crimes sexuais.

“É preciso tornar a castração química obrigatória?”, questiona a manchete do Aujourd’hui en France. É o que propõe o presidente do partido de direita Os Republicanos, Laurent Wauquiez. Para ele, é injustificável que um homem já condenado por estupro de menor e inscrito no Arquivo Judiciário Nacional dos Autores de Crimes Sexuais (Fijais) estivesse em liberdade e sem acompanhamento das autoridades.

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Médico brasileiro socorre feridos sírios no norte de Israel; por Daniela Kresch, correspondente da RFI em Israel

Médico brasileiro socorre feridos sírios no norte de Israel; por Daniela Kresch, correspondente da RFI em Israel

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O radiologista Moshe Goldfeld, nascido no Rio de Janeiro há 62 anos, tem socorrido pacientes especiais. Diretor da unidade de ressonância magnética do Centro Médico da Galileia, na cidade de Naharyia, no Norte de Israel, o Dr. Goldfeld recebe diariamente homens, mulheres e crianças da Síria, que cruzam a fronteira com Israel para serem tratados por especialistas do país vizinho.

Pode parecer banal, mas não é. Síria e Israel não têm relação diplomática e estão, formalmente, em estado de guerra há meio século.

Para entrar em Israel, os cidadãos sírios se aproximam da fronteira e esperam ser recolhidos por militares israelenses, que os levam para hospitais do norte do país. Ninguém é ignorado. Muitas vezes, não se identificam ou revelam onde estiveram, quando voltam para casa.

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Empresas pagam só 3,4% das multas ambientais; Fiscalização falha e Justiça lenta dificultam cobrança de R$ 785 milhões

Empresas pagam só 3,4% das multas ambientais; Fiscalização falha e Justiça lenta dificultam cobrança de R$ 785 milhões

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Levantamento do GLOBO junto ao Ibama e governos estaduais mostra que quase nada foi pago das autuações contra três empresas envolvidas em desastres ambientais desde a tragédia de Mariana

Fiscalização deficiente, brechas na legislação e morosidade da Justiça dificultam a punição de crimes ambientais. Levantamento do GLOBO junto ao Ibama e às secretarias estaduais de Meio Ambiente revela que desde novembro de 2015, quando ocorreu o vazamento da barragem da Samarco em Mariana (MG), foram aplicadas multas no valor de R$ 784,9 milhões à mineradora e a mais duas empresas envolvidas em desastres ambientais no Pará e em Minas: Hydro Alunorte e Anglo American. Só 3,4% do total foram pagos até agora, graças a recursos administrativos e na Justiça. Pescadores afetados pelo vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo na Baía de Guanabara há 18 anos esperam até hoje indenizações de R$ 80 milhões da Petrobras. Empresas contestam aspectos técnicos e jurídicos de multas.

(O Globo)