Trump cruza a fronteira e tem encontro histórico com Kim Jong-un na Coreia do Norte;  O Estado de S.Paulo

Trump cruza a fronteira e tem encontro histórico com Kim Jong-un na Coreia do Norte; O Estado de S.Paulo

Destaque Mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, se encontraram pela terceira vez neste domingo, 30, na Zona Desmilitarizada Coreana (DMZ). É a primeira vez que um presidente americano pisa em território norte-coreano. Na fronteira entre os dois países, Trump afirmou que trata-se de “um grande dia para o mundo” e que está “orgulhoso” em ter cruzado essa linha.

No encontro, Trump anunciou que as equipes de negociação dos EUA e da Coreia do Norte vão retomar as discussões sobre o programa nuclear de Pyongyang  “nas próximas duas ou três semanas”. Negociadores de ambos os lados “iniciarão um processo e veremos o que acontece”, disse ele.

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Acordo Comercial entre Mercosul e União Europeia abre novas oportunidades para a indústria gaúcha. FIERGS vai monitorar os efeitos da decisão

Acordo Comercial entre Mercosul e União Europeia abre novas oportunidades para a indústria gaúcha. FIERGS vai monitorar os efeitos da decisão

Economia Mundo Negócios Notícias
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Gilberto Ribeiro Foto Dudu Leal

“A confirmação da maior negociação internacional da qual o Brasil já fez parte poderá ser o caminho para muitas indústrias ampliarem seus negócios no velho continente”, disse o presidente em exercício da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Ribeiro, ao analisar o acordo do Mercosul com a União Europeia, firmado nessa sexta-feira (28), em Bruxelas. A partir da ratificação do acordo, que ainda deverá ser validado pelos Congressos de todos os países envolvidos, as novas regras de comércio entrarão em vigor. Os setores precisam estar atentos para os prazos de desgravação tarifária, que poderão ser imediatamente após a assinatura, ou variar entre 4 e 15 anos. Além disso, as regras de origem serão específicas por produto. Em princípio, para a indústria gaúcha essa formalização é positiva. Segmentos como couro, calçados e móveis, por exemplo, devem obter maiores vantagens uma vez que já exportam para o mercado europeu e a desgravação tarifária prevista propiciará um aumento da competitividade destes produtos em relação aos concorrentes internacionais.

A FIERGS vem acompanhando as negociações por meio da Coalização Empresarial Brasileira (CEB), juntamente com outras entidades que defendem os interesses da indústria estabelecida no País.  Além da questão tarifária, a negociação engloba outros aspectos importantes. Entre eles, estão as definições de regras de origem, barreiras não tarifárias, propriedade intelectual, compras governamentais, defesa comercial, investimentos, medidas sanitárias e fitossanitárias, concorrência, entre outros. Essas normativas irão conduzir as regras e padrões estabelecidos para facilitar os negócios entre as empresas dos dois blocos.  A FIERGS, por meio do seu Conselho de Comércio Exterior (Concex), passa a monitorar os efeitos do acordo, a fim de minimizar eventuais riscos. A entidade atua como interlocutora e articuladora dos interesses das entidades empresariais gaúchas no contexto das negociações comerciais internacionais.

Embraer assina contrato de venda de 39 aviões para United Airlines

Embraer assina contrato de venda de 39 aviões para United Airlines

Destaque Mundo Negócios
 A Embraer anunciou hoje (17), em Paris, França, a assinatura de contrato com a United Airlines para a venda de 39 jatos E175. O pedido, que tem o valor de US$ 1,9 bilhão, inclui 20 pedidos firmes e 19 opções com as aeronaves sendo configuradas com 70 assentos. As entregas têm previsão de início no segundo trimestre de 2020. As aeronaves substituirão aviões de 70 lugares mais antigos que atualmente operam com os parceiros regionais da companhia aérea.

“Com este contrato, temos a oportunidade de continuar a atender a frota da United com nossa plataforma E175 que é líder do segmento. O foco da Embraer em encontrar soluções que atendam às necessidades de nossos clientes é a principal razão pela qual continuamos liderando este segmento de mercado”, afirmou o diretor de vendas e marketing para América do Norte da Embraer Aviação Comercial, Charlie Hillis.

Segundo nota da Embraer, incluindo este novo contrato, a empresa vendeu mais de 585 jatos E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, sendo responsável por mais de 80% de todos os pedidos neste segmento de jatos de 70 a 76 assentos.

“O E175, operado por nossos parceiros regionais, provou ser uma parte importante de nossa frota à medida que continuamos expandindo nossa linha aérea principal e proporcionamos uma experiência ao cliente cada vez melhor. Ao nos concentrarmos em fornecer aos nossos clientes o máximo em conforto e conveniência, contamos com aeronaves como o E175 para nos ajudar a atingir nossa meta de oferecer a melhor experiência no céu”, disse o vice-presidente financeiro da United Airlines, Gerry Laderman. ( Agência Brasil )

Bolsonaro e Macri se reúnem em Buenos Aires nesta quinta-feira

Bolsonaro e Macri se reúnem em Buenos Aires nesta quinta-feira

Comunicação Destaque Mundo Notícias

O presidente Jair Bolsonaro desembarca hoje (6) em Buenos Aires, na Argentina, em visita de Estado ao país, o principal parceiro comercial do Brasil na América Latina. Além do encontro com o presidente Maurício Macri, Bolsonaro se reunirá com as principais autoridades argentinas. É a primeira visita ao país vizinho e a segunda a um país sul-americano. Em março, Bolsonaro foi ao Chile, em um dos primeiros giros internacionais que fez depois que tomou posse.

A corrente de comércio entre o Brasil e a Argentina (a soma de exportações e importações) atingiu US$ 26 bilhões em 2018. Embora tenha apresentado uma redução de 3,9% em relação ao ano anterior, a Argentina se manteve como o terceiro país com maior fluxo de comércio com o Brasil, atrás da China e dos Estados Unidos.

Programação
A previsão é que a comitiva presidencial desembarque na capital argentina por volta das 10h (horário de Brasília), onde será recebida com honras militares.

O governo brasileiro não informou os acordos que poderão ser celebrados entre os dois países, mas há a expectativa da assinatura de memorandos de entendimento em áreas como indústria de defesa, biocombustíveis, mineração e ciência e tecnologia.

O primeiro compromisso oficial de Bolsonaro é a deposição de flores na Praça de San Martín, onde deve ser respeitado um minuto de silêncio em memória dos mortos em combate nas lutas pela independência da Argentina. Em seguida, o presidente segue para a Casa Rosada, sede do Poder Executivo, onde terá, inicialmente, encontro privado com Macri.

Na sequência, as equipes ministeriais dos dois países fazem reunião ampliada. Bolsonaro será acompanhado por sete ministros: Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia), Fernando Azevedo (Defesa), Tereza Cristina (Agricultura), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). Também estão previstos na comitiva presidencial a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e o assessor internacional da Presidência da República, Filipe Martins, além do senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS) e do deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS).

Após a reunião de ministros, Macri e Bolsonaro deverão fazer uma declaração conjunta à imprensa. A programação prossegue com encontros do presidente brasileiro com a cúpula do Congresso argentino e também com o presidente da Suprema Corte de Justiça do país. Depois, Macri oferece um almoço para a comitiva e autoridades.

Bolsonaro também deve participar do encerramento de um seminário sobre indústria de defesa e se encontrar com empresários na embaixada brasileira em Buenos Aires. Às 19h, o presidente deve transmitir sua tradicional live semanal, pelo Facebook. O retorno ao Brasil está previsto para a manhã de sexta-feira. Bolsonaro e comitiva embarcam às 6h40 de Buenos Aires com destino ao Rio de Janeiro, onde o presidente participará de uma atividade no Comando da Marinha.

Eleições argentinas
Em meio a um agravamento da crise econômica da Argentina, Bolsonaro e Macri deverão tratar também de assuntos políticos, como as eleições no país vizinho marcadas para outubro.

O atual presidente argentino tentará sua reeleição e Bolsonaro não esconde a simpatia pelo colega. Em recentes declarações, o presidente brasileiro tem criticado a possibilidade de setores de esquerda voltarem ao poder no país.

A ex-presidente Cristina Kirchner, que governou antes de Macri, já anunciou a candidatura a vice-presidente na chapa que será liderada pelo peronista Alberto Fernández, que foi seu chefe de gabinete no mandato anterior.

O porta-voz do Palácio do Planalto, Otávio do Rêgo Barros, reforçou ontem (5) a posição de Bolsonaro em relação às eleições no país vizinho e reconheceu que o assunto deverá ser tratado durante a visita.

“O presidente é a favor de governos de países que compactuam com os mesmo valores, valores estes que são fortalecidos pela democracia, pelo valor do livre mercado e das liberdades individuais que o Brasil tanto lutou para conseguir a partir da eleição do presidente Jair Bolsonaro. Já declarou também, por diversas vezes, o desejo de que a esquerda não retome o poder no nosso subcontinente sul-americano, como vemos hoje ainda na Venezuela”, afirmou em entrevista. (Agência Brasil)

Nem Congresso nem militares querem derrubar Bolsonaro, diz consultor cotado para embaixador nos EUA; por  Mariana Schreiber/BBC News Brasil

Nem Congresso nem militares querem derrubar Bolsonaro, diz consultor cotado para embaixador nos EUA; por Mariana Schreiber/BBC News Brasil

Destaque Mundo Política

Essa é a avaliação do presidente da Arko Consultoria, Murillo de Aragão, que após quase quatro décadas de atuação como consultor político em Brasília se tornou um interlocutor privilegiado junto a autoridades dos três Poderes da República. Em entrevista à BBC News Brasil sobre a turbulência prematura do governo, Aragão atribui as dificuldades de Bolsonaro à “narrativa agressiva” mantida pelo presidente após a eleição. Evitando fazer previsões sobre as manifestações convocadas por apoiadores do presidente para o domingo – mobilização que ganhou forte caráter de crítica ao Congresso -, ele ressalta que a opção de Bolsonaro de não formar uma coalizão com diferentes partidos deu mais independência ao Parlamento

Ainda assim, Aragão acredita que pautas de interesse do governo, como a reforma da Previdência, serão aprovadas, após alguns ajustes. “Pelo o que eu converso (com parlamentares), e eu conversei com o Rodrigo Maia (presidente da Câmara) várias vezes nos últimos tempos, não vejo a menor disposição do Congresso de emparedar o governo”, ressalta Aragão, que desde 2017 preside também o Conselho de Comunicação Social do Congresso.”E os militares vão apoiar o Bolsonaro até o final porque são disciplinados, leais e hierarquizados. Eles podem não estar gostando, mas (imaginar) que eles conspirariam (contra Bolsonaro) jamais”, reforça.

A interlocução com empresários e investidores americanos levou Aragão a ser cotado para cargo de embaixador brasileiro nos Estados Unidos, país onde há quase três décadas atua como palestrante. Em 2017, começou a dar aulas sobre sistema político brasileiro na Universidade Columbia, em Nova York. Aragão confirma ter a simpatia de setores da equipe econômica e da ala militar do governo para assumir o posto. O chanceler Ernesto Araújo, porém, tenta emplacar Nestor Forster, diplomata que o apresentou para o escritor Olavo de Carvalho, segundo a imprensa brasileira.

Confira a íntegra da reportagem de Mariana Schreiber, no site da BBC News Brasil

Saúde: Maira Caleffi discute Cobertura Universal em evento em Genebra. Médica gaúcha falou no painel “Além das manchetes: o que será necessário para enfrentar o crescente impacto do câncer?”,

Saúde: Maira Caleffi discute Cobertura Universal em evento em Genebra. Médica gaúcha falou no painel “Além das manchetes: o que será necessário para enfrentar o crescente impacto do câncer?”,

Agenda Destaque Mundo Saúde

No painel “Além das manchetes: o que será necessário para enfrentar o crescente impacto do câncer?”, realizado nesta terça-feira(21)  em Genebra, Dra. Maira Caleffi, médica mastologista do Hospital Moinhos de Vento e presidente voluntária da FEMAMA, falou sobre cobertura universal da saúde e a necessidade de trazer o câncer para o centro desse debate. O painel ocorreu durante a 72ª Assembleia Mundial da Saúde, da Organização Mundial da Saúde que acontece até o dia 28 de maio. O encontro acontece anualmente em Genebra, Suíça e é o órgão de decisão mais alto da OMS. Reúne delegações de todos os países membros para discutir os principais tópicos de saúde, desenvolver, debater e decidir as futuras prioridades da OMS e trabalhar para supervisionar o plano de trabalho atual.

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Painel “Além das manchetes: o que será necessário para enfrentar o crescente impacto do câncer?, na 72ª Assembleia Mundial da Saúde. Foto: FEMAMA

A cobertura universal de saúde pressupõe que todos os indivíduos e comunidades recebam os serviços de saúde de que precisam, sem que isso comprometa sua situação financeira. Inclui todo o espectro de serviços de saúde essenciais e de qualidade, desde a promoção até a prevenção, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos. O Brasil adotou este modelo na Constituição Federal em 1988, no artigo que determina que a saúde é direito de todos e dever do Estado, e instituiu o Sistema Único de Saúde (SUS) para efetivar esse preceito. De acordo com a médica, no entanto, após 30 anos estamos longe de ter na prática o que a lei define, principalmente para pacientes com câncer. “Esperar por tratamentos de câncer no Brasil leva tanto tempo que muitos pacientes desistem e aceitam seu diagnóstico como destino”, afirma.

Segundo Caleffi, algumas dificuldades que precisam ser enfrentadas para mudar as taxas de mortalidade crescentes para os tipos mais prevalentes de câncer são:

1. Tempo de espera longo de diagnóstica de pacientes sintomáticos, o que aumenta os casos de diagnósticos tardios;
2. Opções limitadas de tratamento para pacientes de câncer que dependem do sistema público de saúde;
3. Falta de acesso a abordagens multidisciplinares para o tratamento do câncer;
4. Falta de programas de prevenção e rastreamento para a maioria dos cânceres.

Para a presidente da FEMAMA, qualquer modelo de cobertura universal de saúde deve abordar o impacto econômico e garantir um programa de financiamento para o câncer e outras doenças crônicas. Uma das questões mais prementes é como fazer do câncer uma questão de atenção prioritária, uma vez que essa é a segunda causa de morte em saúde no mundo.

“Vamos aprender com os erros dos países que possuem um modelo de cobertura universal de saúde. Não podemos nos dar ao luxo de gastar mais tempo, mais dinheiro, mais vidas cometendo os mesmos erros. Para que os pacientes tenham voz ouvida é mandatório abrir o diálogo, ter mais transparência e encontrar soluções!”, declara.

O painel teve como moderadora a premiada jornalista inglesa Shuilie Ghosh. A cobertura universal em saúde é um dos principais assuntos a serem discutidos por delegações do mundo inteiro na Assembleia.

Montevidéu quer proibir patinetes e bicicletas nas calçadas

Montevidéu quer proibir patinetes e bicicletas nas calçadas

Cidade Destaque Mundo
A Prefeitura de Montevidéu elaborou um projeto para regulamentar a circulação de patinetes e bicicletas pela cidade. A iniciativa defende que os usuários possam utilizar os veículos apenas em ciclovias ou nas ruas, proibindo o uso em calçadas e nas Ramblas. A capital uruguaia tem 23 km de Rambla, que é a avenida que margeia o Rio da Prata, dos quais menos de 3 km possuem ciclovias. De acordo com a proposta, os usuários de patinetes, patinetes elétricos, bicicletas, bicicletas elétricas, triciclos, quadriciclos e plataformas do tipo segway, deverão transitar apenas em ciclovias e ruas.

A proposta é polêmica, uma vez que proibiria as crianças, por exemplo, de pedalarem nas ramblas da cidade. Durante os fins de semana, por exemplo, esses calçadões ficam tomados por montevideanos e turistas, que saem para passear a pé, de bicicletas e, mais recentemente, com os patinetes elétricos.

Em fevereiro deste ano desembarcaram na cidade os patinetes Grin, com grande aceitação pelos usuários. Poucos meses depois, chegou à capital a marca americana Lime. O sucesso é tanto que há uma terceira empresa de patinetes, que deve se instalar no próximo mês.

Com este decreto, que será analisado por uma Junta Departamental, o uso dos patinetes deverá ser regulamentado. Entre as novas regras, está a proibição de se estacionar os veículos em calçadas, por exemplo.

De acordo com o artigo 8º do projeto, os patinetes (elétricos ou não), as bicicletas (elétricas ou não), os triciclos (elétricos ou não) e as plataformas (segway) apenas poderão ser estacionados em zonas autorizadas pela prefeitura de Montevidéu.

Os usuários deverão respeitar uma série de regras em relação ao uso de capacetes e de faixas refletoras nos veículos.

Um ponto levantado por críticos da proposta é sobre a segurança dos consumidores seriam obrigados a trafegar pelas ruas, ao lado de automóveis e motocicletas. Há quem defenda que os riscos aumentariam.

O vereador Javier Barrios Bove, afirmou em seu Twitter que a “falta de bom senso na nova regulamentação sobre patinetes é incrível”. Ele afirmou que a “Rambla é o espaço mais democrático que existe. Se querem organizar o uso das bicicletas, que invistam em ciclovias. É um perigo que adultos e crianças circulem em patinetes ou bicicletas pelas ruas”.

O diretor de Mobiblidade da prefeitura de Montevidéu, Pablo Inthamoussu, disse que “se na Rambla de Montevidéu – que é um lugar de passeio e recreação – temos que lamentar que algum desses veículos não cumpra as normas e atropele um pedestre, vamos ter a regra”. Ele explicou que há uma debilidade quanto à fiscalização desses veículos e que este é um grande desafio. (Agência Brasil)

Terremoto de magnitude 6,3 é registrado no Japão

Terremoto de magnitude 6,3 é registrado no Japão

Comunicação Mundo Notícias

Um terremoto de magnitude 6,3 foi registrado hoje (10) na região sudoeste do Japão.

A Agência de Meteorologia do Japão informou que o tremor ocorreu dentro e em volta das províncias de Miyazaki, Kumamoto e Kagoshima. Uma intensidade entre 4,5 e 5,0, na escala japonesa que vai de 0 a 7, foi registrada nas cidades mais atingidas, Miyazaki e Miyakonojo, na província de Miyazaki. A agência afirma que não existe ameaça de tsunami, embora possam ocorrer algumas mudanças no nível do mar.

A Companhia de Energia Elétrica de Kyushu disse que não existem irregularidades na usina de energia nuclear de Sendai, na Província de Kagoshima, e que os reatores estão operando normalmente.

Acrescentou que a usina de Genkai, na Província de Saga, está operando normalmente.

A Companhia de Energia Elétrica de Shikoku também relatou que não foram registradas irregularidades na usina de energia nuclear de Ikata, na Província de Ehime.

Por NHK (emissora pública de televisão do Japão) Tóquio

Venezuela prende vice-presidente do Parlamento

Venezuela prende vice-presidente do Parlamento

Comunicação Mundo Notícias

Agentes do Serviço Bolivariano de Inteligência da Venezuela (Sebin, serviços secretos) prenderam ontem (8) à noite o vice-presidente do Parlamento, o oposicionista Edgar Zambrano. O anúncio foi feito pelo próprio Zambrano – número 2 de Juan Guaidó na Assembleia Nacional -, em sua conta no Twitter.

Ele disse que foi surpreendido pelo Sebin e, como se negou a sair do carro, usaram um guincho para transportá-lo, de maneira forçada, diretamente ao Helicoide (prisão do Sebin). “Nós democratas vamos continuar a lutar”, afirmou.

Em outra mensagem, publicada na mesma rede momentos antes, o deputado alertou o povo venezuelano de que se encontrava dentro do seu carro, na sede do partido, a Ação Democrática, em La Florida.

Agência Brasil – por RTP (emissora pública de televisão de Portugal) Lisboa

Estados Unidos impõem novas sanções sobre o Irã

Estados Unidos impõem novas sanções sobre o Irã

Comunicação Mundo Notícias

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou que seu governo vai impor sanções sobre os setores iranianos de ferro, aço, alumínio e cobre. O anúncio foi feito depois de Teerã ter afirmado que iria se retirar parcialmente de um acordo que tem como objetivo conter o seu programa nuclear.

Em declaração divulgada nessa quarta-feira (8), Trump afirmou que as novas sanções têm como alvo receitas provenientes da venda para o exterior de metais industriais, que representam 10% das exportações do país. O comunicado alerta ainda que Teerã deve esperar medidas adicionais caso não modifique fundamentalmente a sua conduta.

O Departamento do Tesouro americano está pedindo a empresas e indivíduos que parem completamente de negociar com o Irã, no setor de metais, em até 90 dias.

Agência Brasil – por NHK (emissora pública de televisão do Japão) Tóquio