A morte de Charles Manson, o guru psicopata que aterrorizou os EUA

A morte de Charles Manson, o guru psicopata que aterrorizou os EUA

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Considerado um dos criminosos mais perigosos dos Estados Unidos, Charles Manson, foi o guru psicopata que ordenou assassinatos como os da atriz Sharon Tate, cuja brutalidade abalou o país e o mundo. No final dos anos 1960, ordenou a seus discípulos que matassem aleatoriamente os moradores de bairros ricos e brancos de Los Angeles, com a esperança de desatar uma guerra racial apocalíptica. Manson morreu aos 83 anos, nesse domingo, em um hospital do condado de Kern.

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Charles Manson

A “família Manson” cometeu ao menos nove assassinatos. Mas foi a espiral de violência dos dias 9 e 10 de agosto de 1969, com sete mortes, que mais marcou os americanos. Entre as vítimas estava Sharon Tate, a mulher do cineasta Roman Polanski, que então tinha 26 anos e estava grávida de oito meses e meio. Por ordem de Manson, que não estava presente, uma de suas adeptas, Susan Atkins, cometeu o assassinato. Depois, com o sangue da atriz, escreveu a palavra “PIG” (porco) na porta de entrada.

Apresentado durante seu longo julgamento como um lobo solitário dotado de uma impressionante capacidade de persuasão, Manson – que nunca mostrou arrependimento – se apresentou no julgamento com uma cicatriz em forma de cruz suástica na testa. Alguns seguidores o imitaram. Em 1971 foi condenado à pena de morte junto a quatro de seus discípulos. As penas foram depois comutadas para prisão perpétua. Manson pediu em doze ocasião liberdade condicional, rejeitada todas as vezes.

“Profecia” inspirada nos Beatles

Nascido em 12 de novembro de 1934 em Cincinnati, norte dos Estados Unidos, filho de uma moça de apenas 16 anos, o pequeno Charles nunca conheceu o pai e cresceu sem amor. Sua infância foi caótica. Na adolescência, foi internado em uma instituição correcional, onde caiu na delinquência. Em 1955, com 21 anos, foi condenado a cinco anos de prisão por roubo de um carro, mas conseguiu a liberdade condicional. Tentou botar a cabeça no lugar casando-se com Rosalie Willis, mas um ano depois voltava a ser condenado pelo mesmo delito. Na prisão, soube que tinha um filho, mas Rosalie pediu divórcio e foi embora com a criança.

Libertado por bom comportamento, foi preso de novo por diferentes delitos. “Passei toda minha vida na prisão, o que faz com que me sinta em casa… Há quanto tempo estou na prisão? Trinta e quatro anos”, afirmou em uma entrevista em 1981. Em 1967 pediu, inclusive, que permanecesse entre as grades, mas sua solicitação foi negada. Foi nesse momento, em plena época hippie e com o apogeu dos Beatles, que fundou sua “família”, em função de uma profecia inspirada pelas canções do mítico grupo inglês. A comunidade de Manson, composta principalmente por mulheres ingênuas e perdidas, vivia à margem da sociedade. Nela nasceram muitos bebês. O guru tinha ao menos um filho com cada uma de suas adeptas. A droga sempre estava presente.

Nômade, a princípio, a comunidade acaba por se instalar em ranchos do Vale da Morte. Acreditando ser a reencarnação de Cristo, Charles Manson incentiva uma série de assassinatos para provocar a explosão de uma luta entre brancos e negros, batizada de “Helter Skelter”, uma das músicas dos Beatles. Quando entrevistado várias vezes na prisão, ao ser indagado que conselho daria aos jovens, ele respondia: “deixem uma marca para que o mundo saiba que estiveram aqui”. Mais de 50 anos depois, os assassinatos da “família Manson” continuam atormentando as mentes e causando fascínio mórbido, alimentado por livros, canções, circuitos turísticos, sites e filmes. (Correio do Povo/Estadão)

 

Helter Skelter
The Beatles

When I get to the bottom I go back to the top of the slide
Where I stop and I turn and I go for a ride
Till I get to the bottom and I see you again

Do you, don’t you want me to love you?
I’m coming down fast but I’m miles above you
Tell me tell me tell me come on tell me the answer
You may be a lover but you ain’t no dancer

Helter skelter helter skelter
Helter skelter

Will you, won’t you want me to make you
I’m coming down fast but don’t let me break you
Tell me tell me tell me the answer
You may be a lover but you ain’t no dancer

Look out helter skelter helter skelter
Helter skelter

Look out, cause here she comes

When I get to the bottom I go back to the top of the slide
And I stop and I turn and I go for a ride
And I get to the bottom and I see you again

Well do you, don’t you want me to make you?
I’m coming down fast but don’t let me break you
Tell me tell me tell me the answer
You may be a lover but you ain’t no dancer

Look out helter skelter helter skelter
Helter skelter
Look out helter skelter
She’s coming down fast
Yes she is
Yes she is

I got blisters on my fingers!

 
Tobogã

Quando eu chego ao fundo, eu volto ao topo do escorregador
Onde eu paro e me viro e dou uma volta
Até eu chegar ao fundo e te ver novamente

Você não quer que eu te ame, quer?
Estou descendo rápido mas estou milhas acima de você
Me diga, me diga, me diga, vamos, me diga a resposta
Você pode ser uma amante, mas não é nenhuma dançarina

Tobogã, tobogã
Tobogã, yeah!

Você não vai querer que eu te faça, vai?
Estou descendo rápido mas não me deixe te quebrar
Me diga, me diga, me diga a resposta
Você pode ser uma amante, mas não é nenhuma dançarina

Preste atenção! Tobogã, tobogã!
Tobogã!

Preste atenção, porque ai vem ela!

Quando eu chego ao fundo eu volto ao topo do escorrega
E eu paro, me viro, e dou uma volta
E eu chego ao fundo e te vejo novamente!

Bem, você não quer que eu te faça, quer?
Estou descendo rápido mas não me deixe te quebrar
Me diga, me diga, me diga, a resposta
Você pode ser uma amante, mas não é nenhuma dançarina

Preste atenção! Tobogã, tobogã
Tobogã, tobogã!
Preste atenção! Tobogã
Ela está descendo rápido
Sim, ela está
Sim, ela está

Eu estou com bolhas no dedos!

 

 

Livros: No centenário da Revolução Russa, obras do cientista político Moniz Bandeira relacionadas ao conflito ganham edições revistas e ampliadas

Livros: No centenário da Revolução Russa, obras do cientista político Moniz Bandeira relacionadas ao conflito ganham edições revistas e ampliadas

Cultura Feira do Livro Mundo Notícias

Ao escrever sobre O ANO VERMELHO, o professor titular de História Contemporânea e chefe do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP), Osvaldo Coggiola, diz que: ” A reedição revista e ampliada, com novos documentos, de O ano vermelho, publicado originalmente pela Civilização Brasileira em 1967, é oportuna, cinquenta anos depois, em virtude do centenário da Revolução de Outubro e da primeira greve geral do Brasil. A nova edição, porém, traz muito mais do que isso.

Em 1967, pela primeira vez, militantes socialistas e operários, pesquisadores e intelectuais brasileiros tinham acesso, com este livro, a uma visão do conjunto dos acontecimentos que punha, para sempre, a questão operária (ou social) no centro da agenda política e histórica do Brasil. Era o resultado da irrupção das relações capitalistas, a partir da segunda metade do século XX, da Abolição, da grande imigração e dos surtos econômicos que possibilitaram a primeira industrialização do Brasil, especialmente durante a Primeira Guerra Mundial. Pelo seu vínculo explícito, político e ideológico com os acontecimentos revolucionários que desaguaram, em novembro de 1917, na Revolução Soviética, O ano vermelho brasileiro significou também a incorporação do país à história política mundial, pela via do movimento internacional dos explorados.

No período, não havia sequer um texto que tratasse cientificamente do conjunto dessa virada decisiva, que condicionou as mudanças políticas posteriores (tenentismo, Revolução de 1930, “varguismo” e incorporação do sindicato e da legislação trabalhista e social à estrutura política brasileira). Este livro o fez, não só de maneira pioneira, mas também magistral, e, até o presente, insuperável. A historiografia posterior, certamente, enriqueceu a análise de diversos aspectos, como a situação social à época, as diversas ideologias (anarquismo, sindicalismo, socialismo) presentes no movimento operário, a conjuntura política etc., mas nenhuma conseguiu tratar da questão na sua totalidade, isto é, tendo em seu cerne a luta de classes e todas as suas manifestações: sociais, políticas, ideológicas, culturais. E tendo como base, principalmente, as fontes primárias e os escassos trabalhos produzidos a respeito naquele tempo.

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Luiz Alberto Moniz Bandeira

Pode-se creditar a este livro, portanto, a inauguração de uma nova fase da produção historiográfica e intelectual brasileira. Não apenas como trabalho pioneiro, mas como trabalho exemplar. A vasta obra posterior de Moniz Bandeira valeu-lhe a indicação, pela União Brasileira de Escritores, ao Prêmio Nobel de Literatura. Pode-se dizer que todas as virtudes que levaram a essa indicação já estavam, embrionária ou explicitamente, presentes em O ano vermelho. Um livro que honra a luta dos trabalhadores manuais e intelectuais brasileiros.”

O autor Luiz Alberto Moniz Bandeira é formado em Direito, doutor em Ciência Política pela USP e professor titular de política exterior do Brasil no Departamento de História da UnB. Recebeu o título de doutor honoris causa da Unibrasil e da UFBA. Em 2006, a UBE elegeu-o, por aclamação, Intelectual do Ano de 2005, conferindo-lhe o Troféu Juca Pato, por sua obra Formação do império americano. Recebeu, em 2014 e em 2015, a indicação ao Prêmio Nobel de Literatura, pela UBE, em reconhecimento ao seu trabalho com “intelectual que vem pensando o Brasil há mais de 50 anos”.

Autor de mais de 20 obras, publicadas em diversos países, Moniz Bandeira foi professor-visitante de universidades da Alemanha, na Suécia, em Portugal e na Argentina e conferencista-visitante em universidades da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina. É portador da Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco (Brasil), comendador da Ordem do Mérito Cultural (Brasil), comendador da Ordem de Mayo (Argentina) e condecorado com a Cruz do Mérito, 1ª classe, da República Federal da Alemanha.

Para Karl Johann Kautsky, filósofo tcheco-austríaco, jornalista e teórico marxista e um dos fundadores da ideologia social-democrata.: “Ele [Lenin] foi uma figura colossal, das quais pouco se pode encontrar na história do mundo. Entre os governantes dos grandes Estados de nosso tempo, há somente um, em certa medida, que a ele aproxima-se em termos de impacto, e esse é Bismark, os dois têm muito em comum. Seus objetivos estavam diametralmente opostos: em um caso, a dominação da Alemanha pela dinastia Hohenzollern; no outro, a revolução proletária. Esse é contraste entre água e fogo. O Objetivo de Bismarck era pequeno, o de Lenin, tremendamente grande.”

Para a Historiadora, professora titular na Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuárias da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP. Regina Maria A. F. Gadelha, a vida e a obra de Lenin realmente se confundem e Moniz Bandeira, é modesto ao escrever ser Lenin – vida e obra apenas um livro de divulgação. Trata-se de leitura essencial. Mais do que biografia, o livro analisa com profundidade o pensamento político do grande marxista e estadista estratégico russo, Vladimir I. Lenin. Esta edição, revista e ampliada, coincide de forma feliz com os cem anos da Revolução Russa.

É profundo o conhecimento do autor sobre a história da Rússia e da Revolução de Outubro de 1917. Como tudo o que escreve, esta também é uma obra de muita erudição, com sólida base documental e interpretativa, mas de fácil e apaixonante leitura. Moniz Bandeira nos faz acompanhar os passos do jovem Lenin – os redutos dos movimentos sociais e políticos, a crise russa, a formação dos partidos social-democrata, socialista e comunista até a queda do regime czarista e a vitória da revolução, a guerra civil, a invasão do território russo pelos Aliados, a formação, contradições e dissidências do Partido Comunista (PC) e movimentos operário/camponês e trabalhadores, nos primeiros anos da revolução.

Dotado de conhecimento profundo dos escritos de Lenin, o autor tem o mérito de nos inserir, de forma crítica, ao âmago do contexto de seu pensamento e ação política, o que faz deste livro um instrumento fundamental para o conhecimento, obra a figurar ao lado dos grandes autores e obras da ciência política, como O príncipe, de Maquiavel, fundamental para a compreensão dos mecanismos e do exercício do poder político. Mas o autor não se prende apenas à análise da obra e ação de Lenin, o homem e suas circunstâncias. Analisa, também, as grandes lideranças da época – de Plekhanov a Trotsky, passando por Kautsky, Rosa Luxemburg e outros teóricos da social-democracia europeia e do movimento socialista mundial, da fundação da I Internacional ao ambiente do X Congresso dos Sovietes (fundação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), nos estertores da luta incessante de Lenin contra todas as formas de tirania, inclusive a de Stalin, cuja remoção da secretaria-geral do PC recomendou, pouco antes de sua morte.

Moniz Bandeira ressalta as contradições de um homem político cuja obra, ação e caráter individual iriam muito além da vontade férrea de luta pela mudança revolucionária. O livro instiga o leitor a refletir sobre a crise da esquerda, ao trazer para a contemporaneidade, de forma nunca repetida, os fatos daquela que foi a maior revolução do século XX.

image003(14)O ANO VERMELHO

Luiz Alberto Moniz Bandeira

642 páginas

R$ 89,90

Editora Civilização Brasileira / Grupo Editorial Record

 

 

 

 

image005LENIN VIDA E OBRA

Luiz Alberto Moniz Bandeira

224 páginas

R$ 44,90

Editora Civilização Brasileira / Grupo Editorial Record

RS: Acordo de quase R$ 4 bilhões expandirá fornecimento de energia

RS: Acordo de quase R$ 4 bilhões expandirá fornecimento de energia

Destaque Economia Mundo Negócios

Ligar a luz é um hábito que a maioria das pessoas faz sem se dar conta. Mas, até a energia chegar nas residências, existe um processo cheio de detalhes técnicos. O mais importante é garantir um serviço de qualidade e com total segurança. Um passo decisivo foi dado nesta sexta-feira (17) com um acordo para qualificar o setor. O documento foi firmado pela Eletrobras, Eletrosul, a empresa chinesa Shanghai Electric e o Clai Fund, Fundo Chinês para Investimento na América Latina. O governo do Rio Grande do Sul também assinou como testemunha.

Na prática, serão investidos R$ 3,9 bilhões para melhorar e expandir o fornecimento de energia elétrica no estado. O recurso será usado para construir 1,9 mil quilômetros de linhas de transmissão e oito novas subestações, além de ampliar 13 subestações que já existem. Segundo o presidente da Eletrosul, Gilberto Odilon Eggers, as contrapartidas ainda estão sendo definidas, mas não envolvem dinheiro dos cofres gaúchos. “Estamos discutindo a estrutura de capital e o aporte de cada empresa. O restante virá de financiamentos que serão buscados na China e provavelmente no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)”, afirmou.

PORTO ALEGRE, RS, BRASIL 17.11.2017: O governador José Ivo Sartori participou, nesta sexta-feira (17), da solenidade de assinatura de acordo entre a Eletrosul e Shanghai Electric Group Co. Ltd (Shanghai Electric), para implantação e operação de empreendimento de transmissão de energia no Rio Grande do Sul. O ato ocorreu no Salão Negrinho do Pastoreio, no Palácio Piratini. O presidente da Eletrosul Gilberto Eggers e o presidente da Shanghai Electric, Xue Weiping, assinaram o acordo estruturante que estabelece as condições detalhadas da parceria para a viabilização dos projetos que compõem o Lote A, resultante do Leilão da Aneel 004/2014. O investimento total foi orçado em R$ 3,967 bilhões para a construção de 1,9 mil quilômetros de linhas de transmissão, oito novas subestações e a ampliação de 13 subestações existentes. Foto: Karine Viana/Palácio Piratini
Acordo reúne Shanghai Electric, Clai Fund, Eletrobras e Eletrosul. Foto: Karine Viana

A previsão é de que as obras comecem em março de 2018 e sejam concluídas em até 48 meses. Durante a execução, a expectativa é gerar onze mil empregos diretos. O novo sistema de transmissão vai melhorar o fornecimento de energia para a Região Metropolitana e criar um novo ponto de atendimento na região Norte. “O benefício prático para o cidadão é que, quando tudo isso for concluído, muito provavelmente ele não terá mais problemas de fornecimento de energia nas épocas de pico, como o verão”, explicou o secretário de Minas e Energia, Artur Lemos.
Mobilização no setor

O governador José Ivo Sartori destacou o esforço para manter o investimento no Estado. As negociações foram fundamentais porque a Eletrosul, uma subsidiária da Eletrobrás, venceu o leilão ANEEL nº 004/2014, mas nunca conseguiu levar o projeto adiante. Por questões legais, havia o risco de cancelar todo o processo. Graças a uma grande mobilização, surgiu a possibilidade de outra empresa assumir as obras. Assim, o acordo estabelece que a concessão, atualmente da Eletrosul, seja transferida para uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), constituída pela Shanghai Electric e o Clai Fund.
Sartori destacou esforço do setor energético para manter investimento no Estado. Karine Viana/Palácio Piratini

“Fizemos a nossa parte, dentro do que nos cabia, sem interferir na negociação entre as empresas. Nosso objetivo foi ajudar a construir a solução. Nossa mobilização foi intensa. Trabalhamos para dar celeridade aos processos de licenciamento ambiental. O tema era urgente e não medimos esforços. Afinal, o atraso das obras poderia dificultar a participação de projetos gaúchos em futuros leilões de energia”, destacou Sartori.

Também participaram da cerimônia no Palácio Piratini o embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., da Shangai Electric, Xue Weipin, do Clai Fund, Qin Hong, da primeira-dama do RS, Maria Helena Sartori, além de outras autoridades estaduais, federais e empresários.

 

Argentina: Submarino desaparece com 37 pessoas a bordo. A Marinha argentina disse, sem dar mais detalhes, que fará uma declaração para relatar o que aconteceu

Argentina: Submarino desaparece com 37 pessoas a bordo. A Marinha argentina disse, sem dar mais detalhes, que fará uma declaração para relatar o que aconteceu

Mundo Notícias Tecnologia Vídeo
O submarino Ara San Juan desapareceu na zona sul do mar argentino, e agora as operações de busca são realizadas no Golfo San Jorge. O jornal Clarín anunciou que dentro do Ara San Juan, estavam 37 pessoas, incluindo oito oficiais. A Marinha disse sem dar mais detalhes, que fará uma declaração para relatar o que aconteceu.

Há a possibilidade de o submarino ter tido um problema de corte de energia e ter sofrido um incêndio devido à explosão de uma das linhas da bateria, na área do Golfo de San Jorge, perto de Puerto Madryn. Contudo, as Forças Armadas da Argentina não confirmaram.

De acordo com fontes locais, a última posição do submarino corresponde ao início do 15 de novembro às 7h30 horas locais, 46 ° 44 ‘de latitude norte e 59 ° 54 oeste a oeste. Estas coordenadas são do auge de Puerto Madryn.

O submarino estava operando junto com outras unidades da frota marítima, em tarefas de controle da zona econômica exclusiva. Mais informações na Gazetaweb.

Brasileira é morta a tiros por engano pela polícia em Lisboa; da Folha de São Paulo

Brasileira é morta a tiros por engano pela polícia em Lisboa; da Folha de São Paulo

Mundo Notícias Segurança

Uma brasileira de 35 anos foi baleada e morta por engano pela polícia de Lisboa na madrugada de quarta-feira (15), após o carro em que estava ser atingido por vários disparos feitos pelos policiais

A mulher, que ainda não teve a identidade divulgada oficialmente, foi atingida no pescoço e morreu antes de chegar ao hospital.

A polícia confundiu o carro em que ela e o marido estavam, um Renault Megane preto, com um outro veículo que havia acabado de participar de um assalto a um caixa-eletrônico.

Segundo a imprensa portuguesa, o carro foi atingido por pelo menos 20 tiros. A reportagem completa está na Folha de São Paulo.

Boliviano exilado aguarda proteção brasileira há 3 anos

Boliviano exilado aguarda proteção brasileira há 3 anos

Destaque Mundo

Marcelo Ricardo Soza Alvarez, ex-promotor de Justiça na Bolívia, chegou ao Brasil em 2014 após ter entrado em conflito com aliados do presidente Evo Morales em caso de terrorismo.
Mais de três anos depois, ele aguarda que o Ministério da Justiça analise seu pedido e o reconheça como perseguido político. Não há data para o julgamento. A reportagem completa está na

Folha de São Paulo.

Uber perde causa em Londres e deverá pagar o salário mínimo a motoristas

Uber perde causa em Londres e deverá pagar o salário mínimo a motoristas

Destaque Economia Mundo Negócios Tecnologia
 O tribunal trabalhista de Londres decidiu nesta sexta-feira que o Uber deve considerar os motoristas como seus funcionários e pagar a eles o salário mínimo. A companhia americana, que afirma ter cerca de 40.000 motoristas e 3,5 milhões de clientes em Londres, tentou reverter uma decisão judicial de 2016 que estabeleceu que os motoristas que usam o aplicativo têm direito à hora de trabalho mínima de 7,50 libras (9,8 dólares, 8,50 euros) e férias pagas.

Até agora, os motoristas são pagos por trajeto e a empresa enfatiza que seus condutores são trabalhadores independentes, que escolhem seus horários e os locais de trabalho. (Correio do Povo, com AFP)

 

 Tiroteio em igreja batista deixa ao menos 20 mortos nos EUA. Crime ocorre apenas um mês depois de um atirador em Las Vegas matar 58 pessoas e ferir centenas durante um festival de música a céu aberto

Um tiroteio em uma igreja Batista no estado do Texas deixou ao menos 20 mortos neste domingo, de acordo com a imprensa local. É mais um na sequência de crimes com armas de fogo que vêm chocando os Estados Unidos. Conforme a polícia, o atirador foi abatido.

O ataque aconteceu na Primeira Igreja Batista em Sutherland Springs, uma pequena comunidade a 50 quilômetros de San Antonio. Testemunhas disseram que o atirador entrou na igreja pouco antes do meio-dia e abriu fogo. Elas afirmaram que cerca de 50 pessoas aparecem nesse horário de culto matinal.

Helicópteros e equipes de emergência chegaram à cena do crime, e agentes do Escritório de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos dirigiram-se ao local, declarou o órgão.

O crime ocorre apenas um mês depois de um atirador em Las Vegas matar 58 pessoas e ferir centenas durante um festival de música a céu aberto. Também ocorre dois anos depois que o supremacista branco Dylann Roof entrou em uma igreja historicamente frequentada por fiéis afro-americanos em Charleston, na Carolina do Sul, e matou nove pessoas. (Correio do Povo, com AFP)

Espanha destitui governo da Catalunha e convoca eleições

A crise política e territorial na Espanha atingiu o ápice ontem com a declaração de independência pelo Parlamento da Catalunha seguida de intervenção do primeiro-ministro espanhol. Com o aval do Senado, Mariano Rajoy anunciou a deposição do governador independentista, Carles Puigdemont, a dissolução da Câmara regional e a tutela do governo local até novas eleições, em 21 de dezembro. Apesar das medidas, que entraram em vigor de forma imediata, o dia foi de tensão e incerteza. Nunca antes aplicado, o artigo 155 não prevê a forma como o governo deve proceder. O choque frontal de posições de líderes políticos de Barcelona e Madri aconteceu 27 dias após o pico anterior de tensão, em 1.º de outubro, data do plebiscito promovido pelo governo da Catalunha sem a autorização do governo central. Desde então, Puigdemont hesitava em declarar a independência catalã. Ontem, pressionados pela sessão do Senado que confirmaria a intervenção, os independentistas agiram e uma multidão foi às ruas. (O Estado de São Paulo)

Embaixada dos EUA divulga os selecionados do Programa Jovens Embaixadores 2018 no dia 31 de outubro

Embaixada dos EUA divulga os selecionados do Programa Jovens Embaixadores 2018 no dia 31 de outubro

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A Embaixada dos Estados Unidos divulgará, no dia 31 de outubro, às 19h30, a lista dos 50 estudantes selecionados para participar do Programa Jovens Embaixadores 2018, que contempla pelo menos um representante de cada estado brasileiro. O anúncio será feito pelo Canal Futura após uma entrevista com o cônsul geral dos EUA no Rio de Janeiro James Story e três jovens participantes de edições anteriores do programa.

A entrevista será transmitida pelos canais afiliados e pelo site Futura Play: http://www.futuraplay.org/

O Programa Jovens Embaixadores, intercâmbio estudantil de três semanas nos EUA, seleciona jovens da rede pública brasileira, de 15 a 18 anos, que são exemplos em suas comunidades em virtude de sua capacidade de liderança, excelência acadêmica e conhecimento da língua inglesa.

Sobre o Programa Jovens Embaixadores:
Desde 2003, 522 jovens brasileiros já participaram do programa, que tem como parceiros o Conselho Nacional de Secretários de Educação (CONSED), as Secretarias Estaduais de Educação, a rede de Centros Binacionais Brasil-Estados Unidos, além das empresas FedEx, MSD, Microsoft, Bradesco, IBM e Boeing Brasil. O Programa Jovens Embaixadores é hoje realizado em todos os países do continente americano conta, ainda, com um programa inverso para jovens norte-americanos representarem os EUA na América Latina.