Programa quer incentivar uso do biogás no Rio Grande do Sul; Nova legislação deverá facilitar a abertura de linhas de financiamento específicas para biodigestores

Programa quer incentivar uso do biogás no Rio Grande do Sul; Nova legislação deverá facilitar a abertura de linhas de financiamento específicas para biodigestores

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Vista como uma solução ecologicamente correta, a geração de biogás (feita a partir de dejetos orgânicos provenientes de criações de suínos, aves e gado, por exemplo) está prestes a receber um novo incentivo no Estado. Na tarde de ontem, a sugestão de um programa pró-biodigestores (equipamentos voltados para a produção do biogás) foi entregue ao governador José Ivo Sartori (PMDB), no Palácio Piratini, pela presidente da Frente Parlamentar de Apoio à Matriz Produtiva dos Biodigestores, Zilá Breitenbach (PSDB). Hoje, a deputada protocola um projeto de lei na Assembleia Legislativa para amparar esse segmento.

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Levantamento da Farsul aponta importância da agricultura para economia do Rio Grande do Sul

Levantamento da Farsul aponta importância da agricultura para economia do Rio Grande do Sul

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O impacto gerado pelas lavouras gaúchas na economia vai além da sua receita. Levantamento realizado pela Farsul aponta que cada R$ 1,00 do PIB gerado no campo significa R$ 4,02 para o Rio Grande do Sul. Antes mesmo que a primeira semente germine, a agricultura inicia uma movimentação que se estende após a colheita. O objetivo do estudo é mostrar que o agronegócio não envolve apenas um setor, mas trata-se de um processo que integra também a indústria e o comércio, com geração de empregos e arrecadação para o estado. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, (9/5) na sede da Federação.
A estimativa é de que o valor bruto da produção agropecuária do Rio Grande do Sul em 2018 será de R$ 39,1 bilhões, um crescimento de 12,2% na comparação com 2017. Milho (25,4%) e soja (25,2%) são os principais responsáveis pelo aumento.

O levantamento mostra que 66% desse valor são para cobrir os custos operacionais como indústrias de fertilizantes, químicas, metalmecânica, e também seguradoras, instituições financeiras e serviços especializados, entre outros.

O movimento tem sequência depois que a safra deixa a porteira. A produção serve de matéria-prima para outros setores que irão agregar valor a ela. Conforme a Farsul, somente o PIB da agricultura chegará a 32,1 bilhões em 2018 que, ao final de todo o processo se transformará em 129,3 bilhões, o equivalente a 40% do Produto Interno Bruto do Rio Grande do Sul.
Para o presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, é preciso compreender que o funcionamento da economia mudou.

“Não somos mais a atividade primária, mas sim a primeira, por ser a mais importante no Rio Grande do Sul. Injetamos 26 bilhões em outros setores apenas para garantir a nossa produção. Até chegarmos ao grão, uma grande roda se movimenta”, afirma.

Na mesma linha, o economista-chefe do Sistema Farsul, Antônio da Luz, lembra que a divisão da economia em setores primário, secundário e terciário é de 1932 e precisa ser atualizada. “Muitas pessoas ainda acreditam que a agricultura é a mesma de cem anos atrás e isso não acontece mais. O faturamento vem da inserção de tecnologias na agricultura. Dois terços da riqueza gerada pelo campo são em setores não agrícolas. Pessoas que estão produzindo na indústria ou serviços no meio urbano, mas é a entrada da safra que garante a continuidade daquele negócio”, explica.

O economista rebate as críticas de que as exportações do setor não possuem valor agregado. “O que vem por trás de um grão é uma quantidade enorme de pesquisas, investimentos e tecnologia. Quem afirma não haver valor é por falta de desconhecimento por manter uma visão antiga”, conclui. Além do cenário geral, o levantamento também traz os dados dividido em regiões.

Confira aqui o estudo

Maggi espera que EUA reabra importação de carne bovina até fim do semestre; Uma missão técnica viajará ao país nos próximos dias e todos os questionamentos já foram respondidos, de acordo com o ministro

Maggi espera que EUA reabra importação de carne bovina até fim do semestre; Uma missão técnica viajará ao país nos próximos dias e todos os questionamentos já foram respondidos, de acordo com o ministro

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Em viagem a Ribeirão Preto (SP), onde visitou a feira agropecuária Agrishow, o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), declarou que espera a retomada das exportações de carne bovina in natura para os Estados Unidos até o fim deste semestre. “Uma missão de técnicos irá na semana seguinte para aos Estados Unidos e creio que será a última. Todos os documentos, todos os questionários e pedidos foram respondidos. Então, nessa viagem que nossos técnicos farão, espero que a gente consiga resolver os problemas. Minha expectativa é de que a gente volte até o final deste semestre a exportar carne para os Estados Unidos. É o nosso desejo e estamos trabalhando para isso”.

A suspensão ocorreu em junho do ano passado, sob a alegação de presença de nódulos decorrentes de aplicação de vacina contra a aftosa.

Sobre o mercado europeu, falou também durante entrevista à imprensa, no local: “Como todos sabem, houve um deslistamento que vai vigorar a partir do dia 15. Depois disso, as empresas embargadas não poderão mais exportar para lá até que consigamos reabilitá-las. Já estamos em negociação para trazê-los de volta. Então, vamos deixar bem claro, não foi o Brasil que foi retirado do mercado, mas algumas empresas brasileiras. É claro que farão muita falta. Isso acabou reduzindo os preços com o aumento da oferta internamente e a cadeia sofre como um todo”.

O ministro lembrou que apesar da alegação da presença de salmonella nas carnes de aves, a comunidade europeia, na verdade está defendendo interesse dos produtores locais. “O que a Europa está fazendo conosco, não é por uma questão de saúde humana, nem animal. A restrição de mercado se deu pela grande atuação que o Brasil tem lá. E os produtores europeus não querem a presença do Brasil, querem uma presença menor, para que tenham preços mais altos”.

E acrescentou que junto sua equipe tem trabalhado muito desde que assumiu o ministério pela abertura de novos mercados para os produtos do agro brasileiro. “Sempre tive a intenção de abertura, de ampliar novos mercados, porque o Brasil tem uma produção muito grande e depende muito da exportação”. Mas a ideia, segundo Maggi, é de reaproximação com a UE, mostrando todas as mudanças legais e de retirada de influências político partidárias em assuntos do ministério relacionados à fiscalização sanitária.

Plano Safra

O ministro admitiu durante conversa com jornalistas que a renegociação recente de dívidas do Funrural, que gerou impacto nas contas públicas, poderá influenciar a definição do volume de recursos e da taxa de juros do Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019. “Todos nós sabemos que, com a Lei do Teto de Gastos, o volume de recursos destinados para o setor é o mesmo do ano passado. E esse foi um problema extra que apareceu”. Maggi adiantou que na próxima terça-feira o assunto será debatido em reunião com o presidente do Banco Central, Ilan Golfajn.

Homenagem

Blairo Maggi recebeu placa com homenagem da Secretaria de Agricultura do estado de São Paulo, que foi entregue pelo atual secretário e ex-superintendente federal do Mapa em SP, Francisco Jardim

Senar RS capacita técnicos para atuar no Mapa Leite no noroeste gaúcho

Senar RS capacita técnicos para atuar no Mapa Leite no noroeste gaúcho

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O Senar-RS realiza de 07 a 16/05 uma capacitação para os técnicos que irão atuar no Mapa Leite. O treinamento, que deverá abranger 23 pessoas, terá por objetivo abordar a metodologia de Assistência Técnica e Gerencial e preparar os profissionais para a utilização do software de gerenciamento.

Desta forma, os técnicos poderão assessorar os produtores rurais na estruturação da unidade de produção, estratégias de manejo racional do rebanho, adequação genética e melhorias na qualidade da água para produção animal. O curso será realizado em Cruz Alta, no Polo da Rede E-Tec do Senar, com carga horária de 72 horas. Os técnicos deverão aplicar os conhecimentos adquiridos junto a produtores rurais da região das Missões Atendidos pelo Mapa Leite.

O Mapa Leite, fruto de uma parceria entre o Ministério da Agricultura e o Senar, visa fornecer Assistência Técnica e Gerencial, além da capacitação para produção, transporte e beneficiamento de leite seguro e de qualidade. Cada propriedade cadastrada recebe metodologia específica, através de profissionais com formação em ciências agrárias de nível técnico e superior em Agronomia, Medicina Veterinária ou Zootecnia, capacitados e habilitados pela instituição. No Rio Grande do Sul, 1057 propriedades estão sendo atendidas pelo programa.

Refis do Funrural atendeu apenas 900 produtores

Refis do Funrural atendeu apenas 900 produtores

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Levantamento da Frente Parlamentar do Agronegócio (FPA) da Câmara dos Deputados junto à Receita Federal apontou que apenas 900 produtores tinham aderido ao Programa de Regularização Tributária Rural (Refis) do Fundo de Assistência do Trabalhador Rural (Funrural) até a semana passada. Nesta segunda-feira, uma Medida Provisória (MP) deve ser publicada para prorrogar até 30 de maio a adesão.

O prazo inicial para a renegociação venceu em 28 de fevereiro, foi ampliado para 30 de abril e, agora, deve ser prorrogado por mais um mês. A bancada ruralista negociava com a Casa Civil que essa nova prorrogação do refinanciamento das dívidas fosse por 60 dias, mas um acordo reduziu pela metade o prazo.

No entanto a MP e as renegociações podem perder o valor. Isso porque o Supremo Tribunal Federal (STF) julga, no dia 17 de maio, os embargos declaratórios sobre a decisão do tribunal que considerou constitucional o tributo, em março de 2017. Os recursos foram impetrados por entidades ligadas a produtores, e o relator é o ministro Alexandre de Moraes.

Após a decisão de 2017 do STF, o governo tentou editar uma MP para a renegociação das dívidas do Funrural, mas, sem acordo, a proposta tramitou e foi aprovada por meio de um projeto de lei na Câmara.

Depois de aprovado, o Refis para o Funrural foi sancionado, em 9 de janeiro, com 24 vetos, que acabaram derrubados pelo Congresso na sessão de 3 de abril. A derrubada dos vetos abriu caminho para a prorrogação de outras dívidas rurais e pode causar um rombo superior a R$ 20 bilhões nas contas públicas, segundo cálculos do próprio governo.

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Colheita da soja no Rio Grande do Sul acaba nos próximos dias

Colheita da soja no Rio Grande do Sul acaba nos próximos dias

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No Rio Grande do Sul, 91% das lavouras plantadas já foram colhidas, apresentando boas produtividades

A colheita da soja encaminha-se para o encerramento na próxima semana, tendo atingido 91% da área projetada no Rio Grande do Sul. As poucas lavouras que restam ceifar já se encontram nas últimas fases do ciclo. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater, divulgado nesta quinta-feira, as produtividades em geral vêm se apresentando muito boas. O encerramento da colheita da soja será destaque na programação da Fenasoja 2018, nesta sexta-feira, às 10h, quando a Emater e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentarão os números da safra 2017/2018. O evento, que segue até dia 8 de maio, acontece no Parque Municipal de Santa Rosa. Segundo o Informativo Conjuntural, o período é de atuação moderada nas lavouras de milho, em razão do forte trabalho para finalizar a colheita nas áreas de soja, ainda prioridade neste momento. Com essa situação tradicional no Sul do País, a tendência é que o restante da lavoura de milho que estiver pronta para a colheita (por volta de 8%) fique para o próximo mês.

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O Presidente Trump Presenteará o Agro?

O Presidente Trump Presenteará o Agro?

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Mais uma estimativa da CONAB e a safra vem vindo bem

Foi um mês muito bom ao agro, fazia já algum tempo que não tínhamos um conjunto favorável de notícias, tanto em preços como em quantidades. Começando com a economia mundial dando bons sinais, pois o FMI projeta agora expansão de 3,9%, advindos de 2,9% nos EUA, 2,4% na região do Euro, e 4,9% para os emergentes, com destaque para 7,4% na Índia e 6,6% na China, não sem riscos, pelo elevado endividamento mundial e tormentas políticas. Para o Brasil são esperados 2,3%. Já o Relatório Focus (Banco Central) traz expectativas para o IPCA de 2018 em 3,48% e de 2019 em 4,07%. O PIB fecharia em 2,76% este ano e 3% em 2019. Para a taxa Selic se esperam 6,25% e 8,00%, respectivamente e finalmente, para o câmbio, R$ 3,30 no final de 2018 e R$ 3,39 no final de 2019. Estabilidade à frente no campo econômico, mas não podemos dizer na política brasileira, que segue confusa.

Mais uma estimativa da CONAB e a safra vem vindo bem. Produziremos em grãos 229,5 milho~es de toneladas (3,4% menor que a safra anterior). Em um mês a estimativa cresceu 3,5 milhões de toneladas, com uma a´rea plantada de 61,38 milho~es de hectares, apenas 0,8% maior que a da safra passada. No milho segue estimativa de perda, indo de quase 98 para 88,61 milhões de toneladas com menores área e produtividade. Já na soja teríamos 114,96 milhões de toneladas, praticamente 9 milhões acima da primeira expectativa, graças a uma produtividade de 3,27 t/ha. Temos ainda chance de chegar no recorde de 237 milhões de toneladas se o clima ajudar, pois o plantio de milho da segunda safra é estimado em 11,54 milhões de hectares, quase perto dos 12,1 milhões de 2016/17. Vale também destacar o algodão, que deve produzir 1,86 milhão de toneladas de pluma, 22% a mais que 2016/17.

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Renovação de projeto garante incentivo à exportação do arroz

Renovação de projeto garante incentivo à exportação do arroz

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Solenidade vai formalizar mais uma etapa do projeto Brazilian Rice em parceria da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) com a Apex-Brasil

A exportação do arroz tem cumprido um importante papel na economia brasileira e o projeto Brazilian Rice tornou-se um aliado importante da indústria na geração de emprego e renda. Em solenidade marcada para quinta-feira (26/04), acontece a assinatura da renovação do convênio entre a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e a Abiarroz.

Este será o terceiro convênio firmado entre os parceiros, o que evidencia o êxito nos resultados até aqui atingidos pelo projeto que teve sua primeira edição no ano de 2012. Durante o encontro serão apresentadas as ações estratégicas para a internacionalização do arroz brasileiro a serem adotadas nos próximos dois anos de duração do novo convênio. Está confirmada a presença do presidente da Apex-Brasil, Embaixador Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos.

 

Lucro no balanço social da Embrapa é de R$ 37,18 bilhões em 2017

Lucro no balanço social da Embrapa é de R$ 37,18 bilhões em 2017

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Redução das emissões de carbono na safra 2016/2017 foi calculada em 65 milhões de toneladas com ajuda da integração lavoura-pecuária-floresta

Para cada real aplicado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em 2017 foram devolvidos R$ 11,06 para a sociedade. Os dados são do Balanço Social 2017 da empresa, que apontou lucro social de R$ 37,18 bilhões, gerados a partir da adoção pelo setor agropecuário de 113 tecnologias e de cerca de 200 cultivares.

“O lucro social deriva de benefícios econômicos obtidos por quem que adota tecnologias disponibilizadas pela empresa. “Quando relacionamos os benefícios econômicos com a receita operacional líquida anual, temos o que chamamos de retorno social ou lucro social”, explica Antonio Flavio Dias Ávila, pesquisador e supervisor de Avaliação de Desempenho Institucional da Secretaria de Desenvolvimento Institucional (SDI) e líder dos estudos de avaliação de impacto na Embrapa.

“Se considerarmos o fluxo de benefícios econômicos e de custos das tecnologias a taxa interna de retorno média é de 36,2%”, calcula o pesquisador. Para chegar ao resultado de R$ 11,06 devolvidos à sociedade, o balanço relaciona indicadores laborais, sociais e as tecnologias desenvolvidas e transferidas à sociedade.

Destacam-se no conjunto de tecnologias e cultivares a contribuição na tropicalização do trigo, com o desenvolvimento do cultivar BRS 404, específica para cultivo em sequeiro nos cerrados. A cultivar de soja BRS 7380RR resistente aos principais nematoides de solos – vermes microscópicos – posiciona a Empresa na liderança numa área que havia sido dominada pela genética importada.

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(Embrapa)

Maio deverá ser um mês chuvoso

Maio deverá ser um mês chuvoso

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Diferente do mês de abril, maio será marcado pelo alto volume de chuva. O La Niña, apesar de cada vez mais fraco, ainda será percebido na atmosfera brasileira, mas o que chamará a atenção será o aumento da chuva e quedas mais frequentes de temperatura pela maior entrada de ondas de frio e frentes frias no centro e sul do país (Região Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul) e isto acontecerá pela sazonalidade .

No Norte e Nordeste, embora o acumulado total seja menor que o registrado em abril, ainda choverá mais que o normal entre o Rio Grande do Norte e o Maranhão, no Pará, Amapá, Amazonas e Acre.

Entre a chuva do centro e sul do Brasil e a chuva do Norte e Nordeste, há uma grande área onde a chuva será pouco significativa, casos de Minas Gerais, Goiás, leste de Mato Grosso, Tocantins e interior do Nordeste.

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(Aline Merladete / Agrolink)