Trump: A verdade tarda, mas chega; por Glauco Fonseca

Trump: A verdade tarda, mas chega; por Glauco Fonseca

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Desde o início do governo Trump, ele vem sendo fustigado violentamente pela mídia americana (exceção à Fox News e outros pequenos blogs e sites), pelo Partido Democrata, pela elite de Hollywood e pela esquerda internacional, tudo por conta de supostos “conluios” com os russos, que teriam sido responsáveis pelo resultado das eleições em que Trump saiu vitorioso.

Houve inclusive investigações ao longo de mais de dois anos, tudo a partir de um suposto dossiê que teria sido entregue ao FBI por um ex-agente secreto britânico, onde estariam relacionadas todas as “falcatruas” de Trump antes e depois das eleições.

A história é longa demais e com personagens demais para serem contados aqui. Segue um pequeno resumo:

1) Descobriu-se que o dossiê era fabricado e mentiroso, pago por Hillary Clinton e pelo Partido Democrata;

2) Este dossiê foi utilizado pelo FBI e pelo governo Obama para investigar membros da campanha de Trump por um tribunal especial, que fora enganado para autorizar tais investigações.

3) Já se descobriu que todos os envolvidos na perseguição a Trump estavam a serviço de uma CERTEZA de vitória de Hillary, o que não aconteceu.

4) Depois de iniciada a fraude do dossiê, eles não puderam voltar atrás e iniciaram outra investigação, que já dura dois anos e cujos os resultados – ZERO ABSOLUTO – serão apresentados aos americanos nos próximos dias.

Portanto, nada houve e há contra Donald J. Trump. Nada. Nenhum conluio, nada de corrupção, nada, ABSOLUTAMENTE NADA.

Este é o resumo do resumo.

A mídia internacional está em PÂNICO, pois sabe que o “Muller Probe” terá resultados conhecidos em breve e NADA terá contra Trump. Os democratas americanos estão em estado de pavor, pois já sabem que não têm chance contra a reeleição de Donald Trump. A elite americana, principalmente do nordeste americano e da Califórnia, está deprimida e apoiando candidatos obscuros e socialistas de extrema esquerda, que sempre foram e serão rechaçados pelos eleitores americanos.

Eis porque o governo Bolsonaro se alia e apoia o governo limpo, ousado, vitorioso e espetacular de Trump.

E esta aproximação com os EUA é vital para o futuro do Brasil.

Glauco*Glauco Fonseca, Headhunter e diretor da Strainer Talentos Estratégicos


Porto Alegre: Bancada do PP propõe rua da Legalidade e da Democracia na Hípica

Porto Alegre: Bancada do PP propõe rua da Legalidade e da Democracia na Hípica

Cidade Destaque Poder Porto Alegre prefeitura

Está em tramitação, na Câmara Municipal de Porto Alegre, projeto de lei de autoria da Bancada do PP que denomina Rua da Legalidade e da Democracia o logradouro público cadastrado conhecido como Rua Sete Mil e Noventa e Três, localizado no Bairro Hípica.

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Equipes de sinalização da EPTC instalaram e depois retiraram placas com o nome de Avenida da Legalidade e da Democracia, na hoje Avenida Castelo Branco. Foto: Cristine Rochol/PMPA

Na exposição de motivos, os vereadores contam a história da democracia do país, desde o final do Império até o governo de Getúlio Vargas. O projeto fala sobre a democratização de 1945, que derrubou o Estado Novo, regime ditatorial de Vargas, e conta a história da Campanha da Legalidade, movimento civil-militar liderado pelo então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, e pelo general José Machado Lopes. Seu objetivo era garantir a posse do então vice-presidente da República, João Goulart, após a renúncia do presidente Jânio Quadros.

 

Porto Alegre: Prefeitura publica novas regras para padrão de vestimenta dos taxistas; por Mauren Xavier/Correio do Povo

Porto Alegre: Prefeitura publica novas regras para padrão de vestimenta dos taxistas; por Mauren Xavier/Correio do Povo

Cidade Destaque Poder Política Porto Alegre prefeitura

Os taxistas homens poderão utilizar novamente bermudas no período do verão e as mulheres terão uma nova padronização de vestimentas em Porto Alegre. As novas regras deverão ser publicadas no Diário Oficial de Porto Alegre até a próxima segunda-feira pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), atendendo a uma solicitação dos próprios profissionais. Segundo a resolução, a bermuda deverá ser de jeans, sarja ou social em qualquer cor. É necessária que seja lisa e com comprimento sobre o joelho, ou abaixo deste.

No caso das mulheres, as regras vão valer para o ano inteiro. Uma reclamação das profissionais era que as roupas eram consideradas “masculinizadas”. A partir de agora, elas poderão usar blusa com colarinho em qualquer cor, única (lisa); camisa com colarinho em qualquer cor, única (lisa); saia de comprimento abaixo do joelho em qualquer cor, única (lisa); calça feminina do tipo “pescador”, em qualquer cor, única (lisa); colete, em qualquer cor, única (lisa); sapatilhas e sandálias presas ao pé, exceto do tipo chinelo.

A reportagem completa está no Correio do Povo.

RS: Campanha da ONU #ElesPorElas alerta veranistas gaúchos sobre violência contra mulher

RS: Campanha da ONU #ElesPorElas alerta veranistas gaúchos sobre violência contra mulher

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Verão, praia, mar, sol e nada de machismo. Essa é a proposta da segunda edição do projeto Verão Sem Machismo, que chega ao litoral gaúcho neste final semana com ações na sexta, sábado e domingo nas praias de Torres, Capão da Canoa, Imbé, Tramandaí e Itapuã, em Viamão. O Movimento mundial da ONU Mulheres, Eles por Elas (HeForShe) é um esforço global criado em 2014 para difundir a conscientização e promover a responsabilidade de homens e meninos para a eliminação de todas as formas de discriminação e da violência contra as mulheres e meninas. O Rio Grande do Sul foi o primeiro estado do país a aderir ao ElesPorElas, em 2015. O Comitê Gaúcho é composto por empresas, universidades, instituições públicas, artistas, veículos e comunicação e clubes da dupla Grenal.

Nas atividades, equipes do Comitê Gaúcho Impulsor ElesPorElas, integrante do movimento mundial ElesPorElas, da ONU Mulheres Brasil, vão alertar aos veranistas sobre os diferentes tipos de agressões contra meninas e mulheres, e orientar como procurar ajuda e denunciar a violência. Serão realizadas caminhadas na orla, conversas com veranistas e distribuição de material informativo com os números da violência contra as mulheres no Rio Grande do Sul.

Nos últimos quatro anos, foram registrados no estado o assassinato de 356 mulheres, vítimas de feminicídio. A média é uma mulher morta a cada quatro dias em crimes cometidos por parceiro ou ex-parceiro. No mesmo período foram registrados 6.149 estupros, média de quatro por dia. Já o número de agressões com lesão no período foi de 87.480, média de 59 mulheres por dia. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública do RS, em balanço feito pelo Comitê ElesPorElas para divulgar campanha contra o machismo e alertar a população a respeito dos índices alarmantes de violência e preconceito contra as mulheres.

Artigo: O Estadista; por Flavio Ernesto Correa*

Artigo: O Estadista; por Flavio Ernesto Correa*

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Uma das coisas que mais me chamou a atenção positivamente, e que parece ter passado batido, foi a revelação feita pelo General Heleno, em brilhante entrevista concedida à Globo News na quarta-feira, quando, referindo-se a Bolsonaro, disse que “não passa pela cabeça dele a reeleição para que tenha liberdade e autonomia para tomar decisões sem essa preocupação”. Parece que estamos arriscados a ter no Capitão a figura do estadista que há décadas almejamos e precisamos. Benjamin Disraeli, Primeiro Ministro britânico no século XIX e autor da frase que diferencia político de estadista (“político só pensa nas próximas eleições, estadista pensa nas próximas gerações”), deve ter se remexido no túmulo num surto de alegria, por ver que finalmente no Brasil um chefe do executivo recém eleito captou a mensagem.
É bom frisar que Bolsonaro disse reiteradamente em sua vitoriosa campanha que não seria candidato à reeleição. Eleição, aliás, que apesar de ser em 2022, já começa a ser acirradamente disputada antes mesmo do novo governo federal se instalar. Nas conversas de botequim já pintam nomes como Sérgio Moro e João Doria, só para citar alguns. Deus ajuda quem cedo madruga, não é mesmo?
Bolsonaro sabia muito bem disso quando há quatro anos começou a percorrer o país tentando viabilizar uma candidatura que naquele momento parecia impossível.
O Presidente é mesmo fã de Disraeli: “O segredo do êxito na vida de um homem está em preparar-se para aproveitar a ocasião, quando ela se apresenta”.

Foi o que ele fez.

Conseguiu captar nas ruas o desejo de mudança.

E mudança é justamente o que ele está fazendo, dando uma guinada à direita e implantando um programa liberal “como nunca se viu antes na história deste país”. Está provado que os programas de esquerda não deram certo. O atual tem que dar certo. O Brasil não pode mais esperar pela sua merecida prosperidade com justiça social, sob pena de sentenciar as futuras gerações à pobreza, que está avançando a passos largos, e ao eterno subdesenvolvimento. É preciso que o novo governo continue merecendo o voto de confiança que as urnas lhe deram. É impatriótico desencadear uma oposição xiita e irresponsável quando ainda não deu tempo de mostrar serviço. Afinal, se o resultado do serviço for bom todos nós nos beneficiaremos. Somos uma sociedade só. Como diria Renato Russo: “torcer para que o novo governo dê errado é desejar que o prédio em que mora desabe só porque não gosta do síndico”. É constrangedor fazer beicinho como fez o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que não compareceu à posse. Transformou-se numa melancólica ausência que preencheu uma lacuna.
A verdade é que a gestão Bolsonaro está começando com o pé direito, sem medo de enfrentar o “establishment” que rapinou vorazmente os cofres públicos, roubando descaradamente o nosso dinheiro e lesando especialmente os mais pobres, que tanto necessitam dos serviços públicos.

Bolsonaro está inovando.

Como na cerimônia de posse, quando, no Parlatório, foi precedido pelo inesperado discurso da primeira dama, que a todos encantou e emocionou. Entendi melhor a fala em Libras de Michelle Bolsonaro do que os discursos de Dilma Rousseff “em português”…
É claro que a parada não vai ser fácil. Enfrentar a bandidagem, de colarinho branco ou não, é tarefa heroica. Leis mais duras contra a corrupção, por exemplo, sofrerão forte oposição de boa parte do Congresso, que tem o rabo preso e morre de medo da ir parar atrás das grades, destino inexorável dos malfeitores que julgavam estar protegidos pela “eterna” impunidade, que parecia “imexível”, como diria o Ministro Magri.
Esta horda de criminosos ainda acha que o Supremo, no dia 10 de abril, vai se apequenar definitivamente revertendo a possibilidade de prisão para condenados em segunda instância, espada de Dâmocles que ainda paira sobre a nossa cabeça e que poderá liberar quase 170 mil presos, liderados por Lula, e ferir mortalmente a Lava Jato. Só que desta vez não vamos aceitar e, se preciso for, iremos à Brasília para impedir que este descalabro seja consumado. Os nossos 11 Supremos (cada ministro tem o seu) estão cutucando o leão com vara curta.

Há que ressaltar a fala de Paulo Guedes, quando afirma, entre tantas outras coisas relevantes, que sem a reforma da previdência não há salvação. E grifar suas palavras quando lembra que o sistema atual é uma grande fábrica de injustiças. Quem legisla (os deputados e senadores) e quem decide (o judiciário) ganham aposentadorias milionárias enquanto o povo, que paga os seus salários, tem que se contentar com mixaria.
Será que Paulo Guedes, apoiado por todo o governo, terá força para ganhar a batalha contra as famigeradas corporações que até hoje dominam o Planalto Central e que fazem de Brasília, que não produz nada, o maior PIB do Brasil?

A opinião pública certamente estará ao seu lado.

É bom lembrar que a caça aos marajás elegeu o desconhecido Fernando Collor em 1989. É exatamente isso que continuamos querendo.
Parafraseando Duda Mendonça, “deixem os homens de Bolsonaro trabalhar”.
É grande a chance do estadista e seu “dream team” darem certo.

 

índice*Flavio Ernesto Correa (Faveco) é publicitário

 

Onyx usou notas de empresa de amigo para receber verba de gabinete, diz jornal; da Jovem Pan

Onyx usou notas de empresa de amigo para receber verba de gabinete, diz jornal; da Jovem Pan

Destaque Notícias Poder Política

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), usou 80 notas fiscais de uma empresa de consultoria pertencente a um amigo de longa data para receber RS 317 mil em verbas de gabinete da Câmara dos Deputados entre os anos de 2009 e 2018. As informações foram reveladas pelo jornal “Zero Hora” na manhã desta terça-feira (08). Entre as 80 notas, 29 foram emitidas em sequência, o que indica que Lorenzoni teria sido o único cliente da firma.

A empresa chamada Office RS Consultoria Sociedade Simples pertence a Cesar Augusto Ferrão Marques, técnico em contabilidade filiado ao DEM, o partido de Lorenzoni. Marques também trabalhou em campanhas políticas do parlamentar. O jornal gaúcho informa, ainda, que Marques não tem registro no Conselho Regional de Contabilidade. Ele é o responsável pela contabilidade do DEM no Rio Grande do Sul – e também trabalhou em campanhas políticas do parlamentar.

A empresa está inapta na Receita Federal por omissão de valores ao fisco e tem R$ 117 mil em dívidas tributárias. Entre janeiro de 2013 e agosto de 2018, não recolheu impostos, apesar de ter emitido 41 notas a Onyx Lorenzoni.

Ao “Zero Hora”, Marques confirmou que trabalha com Lorenzoni há quase 30 anos como consultor tributário. Segundo ele, o ministro não é o seu único cliente. Marques, que tem outra companhia, disse que emite parte das notas fiscais por uma empresa ou por outra devido a questões tributárias.

Em nota, o ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro negou irregularidades na contratação da empresa de consultoria. “Trata-se de consultoria tributária – não apenas para projetos meus e sim aconselhamento para todos os projetos em destaque nesta questão. Além do contato telefônico sempre que necessário, são realizadas reuniões semanais em Porto Alegre”, diz o texto divulgado no Twitter do ministro.

Na nota, Lorenzoni alega, ainda, que a empresa faz acompanhamento da execução do orçamento geral da União para fins de emendas parlamentares indicadas por ele para centenas de municípios e entidades assistenciais gaúchas.

“Com relação aos recursos da campanha eleitoral, cabe esclarecer que a empresa prestou serviço para o partido e todos os candidatos. Desde a pré-campanha, incluindo treinamento jurídico e contábil. Todas as contas foram aprovadas sem apontamentos. Há um rígido acompanhamento sobre todas as questões.” (Jovem Pan com Estadão Conteúdo)

Porto Alegre: Após notificações, consórcio recupera obra na Padre Cacique

Porto Alegre: Após notificações, consórcio recupera obra na Padre Cacique

Cidade Destaque Marchezan Poder Política Porto Alegre prefeitura

O consórcio que executou a obra de pavimentação do corredor da avenida Padre Cacique, inserida na matriz de responsabilidade da Copa do Mundo de 2014, começou a manutenção das fissuras existentes nas placas de asfalto do corredor de ônibus, nesta quinta-feira, 3. A ação ocorre após a prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Smim), notificar por duas vezes as empresas responsáveis: a primeira no dia 14 de dezembro de 2016 e a segunda no dia 16 de outubro de 2018.

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informa que, durante a realização dos serviços, com duração estimada em 60 dias, o tráfego de ônibus no corredor será desviado para a pista dos veículos. Agentes monitoram a região, mas medida não deve gerar impacto no trânsito pelo movimento reduzido registrado nessa época do ano.

A obra foi contratada em 2012 e entregue em 2014, na gestão anterior. A restauração da via ocorrerá a partir de estudo atualizado desenvolvido pela equipe de fiscalização da secretaria. É a primeira vez que será feita a recuperação de via por uma obra da Copa mal executada. “A prefeitura cobrou e o consórcio está cumprindo com a notificação. Depois de reparado o serviço mal executado, serão repassados os valores retidos relacionados ao contrato”, explica o titular da Smim, Luciano Marcantônio.

Eduardo Leite anuncia Arita Bergmann como secretária de Saúde. Futuro governo já tem 16 nomes confirmados; por Lucas Rivas / Rádio Guaíba

Eduardo Leite anuncia Arita Bergmann como secretária de Saúde. Futuro governo já tem 16 nomes confirmados; por Lucas Rivas / Rádio Guaíba

Destaque Poder Política Porto Alegre Saúde

 

Arita Bergmann foi anunciada como secretaria de saúde | Foto: Lucas Rivas / Rádio Guaíba / Especial / CP
Arita Bergmann foi anunciada como secretaria de saúde | Foto: Lucas Rivas / Rádio Guaíba / Especial / CP

O governador eleito do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, anunciou nesta quinta-feira mais uma integrante de seu secretariado. Arita Bergmann foi confirmada para comandar a pasta da saúde.

Arita Bergmann é atualmente secretária de saúde de São Lourenço do Sul. Ela também comandou a pasta da saúde durante o governo de Eduardo Leite na prefeitura de Pelotas.

Até o momento, Eduardo Leite já confirmou 16 nomes do seu secretariado. A projeção é de que o governo do tucano tenha 23 integrantes no primeiro escalão. São 20 secretarias, além de uma secretaria especial – que será ocupada por Ana Amélia Lemos, em Brasília – e outros dois órgãos com status de secretaria. A composição da próxima gestão deverá ser concluída apenas na segunda-feira, véspera da posse no Palácio Piratini.

Os outros secretários confirmados para o governo de Eduardo Leite:

Covatti Filho (PP) – AGRICULTURA, PECUÁRIA E DESENVOLVIMENTO RURAL

Elegeu-se deputado federal pela segunda vez em 2018. Na Câmara dos Deputados, atua junto à bancada ruralista.

Otomar Vivian (PP) – CASA CIVIL

Presidiu o Instituto de Previdência Social do Estado na gestão de José Ivo Sartori; titular da Casa Civil de Yeda Crusius; prefeito de Caçapava do Sul; e deputado estadual.

Tânia Moreira – COMUNICAÇÃO

A jornalista coordenou a comunicação da campanha de Eduardo Leite. Foi secretária municipal de Comunicação do prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB)

Beatriz Araújo – CULTURA

Produtora cultural, foi secretária municipal da pasta em Pelotas duas vezes. Coordenou projetos culturais privados e presidiu o Conselho Municipal de Cultura de Pelotas.

João Derly (Rede) – ESPORTES E LAZER

Ex-judoca campeão olímpico, elegeu-se vereador de Porto Alegre em 2012. Em 2014, conquistou uma vaga na Câmara dos Deputados. Não se reelegeu.

Marco Aurélio Santos Cardoso – FAZENDA

Funcionário de carreira do Banco Nacional de Desenvolvimento, foi secretário municipal da Fazenda do Rio de Janeiro (2009-2012).

Cláudio Gastal (PPS) – GOVERNANÇA E GESTÃO ESTRATÉGICA

O empresário foi presidente do Movimento Brasil Competitivo e faz parte da equipe de transição do governo eleito.

Luís da Cunha Lamb – INOVAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Professor de Informática na UFRGS, atualmente ocupa o cargo de pró-reitor da pesquisa na universidade.

Catarina Paladini (PR) – JUSTIÇA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS

Bacharel em Direito, foi Secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social na gestão Sartori. Foi deputado estadual em dois mandatos pelo PSB, hoje é suplente.

Artur Lemos (PSDB) – MEIO AMBIENTE E INFRAESTRUTURA

O advogado foi secretário de Minas e Energia no governo Sartori. Presidiu a Fundação Zoobotânica na gestão Yeda.

Leany Lemos (PSB) – PLANEJAMENTO

Servidora do Senado, ocupou o cargo no DF na gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB). É suplente da senadora eleita Leila do Vôlei, pelo DF.

Eduardo Cunha da Costa – PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO

Procurador de carreira da Procuradoria-Geral do Estado, exerce a função de procurador-geral adjunto para assuntos jurídicos desde 2016.

Ana Amélia Lemos (PP) – RELAÇÕES FEDERATIVAS E INTERNACIONAIS

Senadora desde 2010, concorreu à governadora em 2014 e vice-presidente da República na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB) na eleição deste ano.

Delegado Ranolfo Vieira (PTB) – SEGURANÇA

Chefe da Policia Civil durante a gestão de Tarso Genro (PT). Acumulará a pasta da Segurança e vice-governadoria.

Juvir Costella (MDB) – TRANSPORTES

Servidor estadual aposentado, elegeu-se pela segunda vez deputado estadual. Foi secretário do Turismo, Esporte e Lazer em 2015.

Emoção na entrega da Medalha Alberto André 2018 pela Associação Riograndense de Imprensa

Emoção na entrega da Medalha Alberto André 2018 pela Associação Riograndense de Imprensa

Comunicação Destaque Poder Porto Alegre

Com o Salão Nobre lotado, a ARI entregou a Medalha Alberto André a 11 jornalistas, na noite de 10 de dezembro. Ruy Carlos Ostermann e João Egydio Gamboa foram os decanos homenageados, junto a outros nove profissionais, Adriana Irion, Felipe Vieira, Ana Cássia Hennrich, Carla Seabra, Renato Panatieri, Wilson Rosa, Carlinhos Rodrigues, Luiz Artur Ferraretto e Alice Bastos Neves. O clima foi de reencontros e homenagens individuais a diversas pessoas que se misturavam a mestres e colegas de várias épocas.

O professor Ruy Carlos Ostermann destacou que o jornalismo lhe deu a oportunidade de praticar muitas atividades, mas a principal delas foi fazer amigos. Luiz Artur Ferraretto registrou a honra em receber a medalha justamente ao lado do professor Ruy, com quem trabalhou e pesquisou sobre a história do rádio gaúcho, e com o legado de Alberto André a quem entrevistou muitas vezes. Alice Bastos Neves e Adriana Irion destacaram a distinção como uma homenagem ímpar em suas carreiras. Renato Panatieri, Carlinhos Rodrigues e Ana Cássia Hennrich citaram suas ligações históricas com a ARI e seus dirigentes de várias épocas. Carla Seabra, Wilson Rosa e Felipe Vieira foram unânimes em agradecer seus professores e colegas da ARI. Felipe Vieira disse que a medalha era uma honra maior ainda por ser recebida ao lado do grande homenageado Ruy Carlos Ostermann. O presidente do Inter Marcelo Medeiros presenteou a ARI com uma camiseta do Internacional alusiva aos 83 anos da ARI. Diversos jornalistas consagrados estiveram presentes entre eles Flávio Tavares, Carlos Bastos e Ivo Czamanski.

O presidente da ARI destacou a colaboração de sua diretoria durante o ano de 2018 e reforçou que a Casa do Jornalista é a casa da amizade, reconhecendo o trabalho de colegas que fizeram e fazem a história da entidade  fundada em 1935. Na oportunidade convidou os associados a prestigiarem a associação que completa dezoito meses de nova diretoria, com vários projetos para 2019. No calendário de 2018 há a entrega do Prêmio ARI dia 19/12.

Participaram da entrega das medalhas aos onze agraciados a vice-presidente Cristiane Finger e o presidente do Conselho Deliberativo João Batista de Melo Filho e os diretores Antônio Goulart, Flavio Dutra, Mario Rocha, Nilson Souza, Thamara de Costa Pereira, Ayres Cerutti, José Nunes e a homenageada de 2017  Alice Urbim.

A cerimônia foi conduzida pelos jornalistas Daniela Sallet e Antônio Czamanski e contou com a participação da banda Deadline com Ricardo Azeredo, Elio Bandeira e Daniel Soares. (ARI)

Porto Alegre: Mônica Leal é eleita presidente da Câmara para 2019

Porto Alegre: Mônica Leal é eleita presidente da Câmara para 2019

Destaque Poder Política Porto Alegre
  • Eleição da Mesa Diretora para o ano de 2019. Na foto, vereadores eleitos (da esq.) Alvoni Medina (1° secretário), Reginaldo Pujol (1° vice-presidente), Mônica Leal (presidente), Mendes Ribeiro (2º vice-presidente), Paulo Brum (2° secretário) e Paulinho Motorista (3º secretário).
    Mesa Diretora: Medina, Pujol, Mônica, Mendes, Brum e Paulinho Motorista. Foto: Ederson Nunes/CMPA

    A Câmara Municipal de Porto Alegre realizou, na sessão ordinária desta segunda-feira (10/12), a eleição da Mesa Diretora para o ano de 2019 e dos integrantes de suas seis comissões permanentes.  Eleita por 28 votos a 7 – assim como todos os parlamentares que disputaram os cargos que compõem a Mesa –  a vereadora Mônica Leal (PP), que encabeçou a Chapa 1, é a presidente do Legislativo municipal para o próximo ano.

Na votação, foram eleitos para os cargos de 1º vice-presidente o vereador Reginaldo Pujol (DEM) e de 2º vice-presidente o vereador Mendes Ribeiro (MDB). Também foram escolhidos para os cargos de 1º secretário da Mesa o vereador Alvoni Medina (PRB); de 2º secretário, o vereador Paulo Brum (PTB); e de 3º secretário, o vereador Paulinho Motorista (PSB). O vereador Aldacir Oliboni (PT) concorreu ao cargo de presidente do Legislativo, pela Chapa 2, indicada e composta pelas bancadas de oposição (PT e PSol).

A posse da presidente eleita e dos integrante da Mesa Diretora e das Comissões Permanentes ocorrerá durante Sessão Especial, em 3 de janeiro, às 15 horas, no Plenário Otávio Rocha.

Comissões

Na oportunidade, também foram eleitos os presidentes de três das comissões permanentes: vereador Ricardo Gomes (PP) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ); vereador Airto Ferronato (PSB) para a Comissão de  Economia, Finanças, Orçamento e do Mercosul (Cefor); e vereador André Carús (MDB) para a Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam). Os presidentes das outras comissões, que também tiveram suas nominatas preenchidas nesta tarde, serão decididos posteriormente.

As seis comissões permanentes do Legislativo, serão formadas pelos seguintes vereadores:

Comissão de  Constituição e Justiça (CCJ)

Ricardo Gomes (PP), Adeli Sell (PT), Clàudio Janta (SDD), Reginaldo Pujol (DEM), Márcio Bins Ely (PDT), Mendes Ribeiro (MDB) e Cássio Trogildo (PTB).

Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e do Mercosul (Cefor)

Airto Ferronato (PSB), Felipe Camozzato (Novo), Idenir Cecchim (PMDB), João Carlos Nedel (PP) e Mauro Pinheiro (Rede).

Comissão de Urbanização, Transporte e Habitação (Cuthab)

Dr. Humberto Goulart (PTB), Paulinho Motorista (PSB), Professor Wambert (PROS), Roberto Robaina (PSOL), Fernanda Melchionna (PSOL) e Valter Nagelstein (MDB).

Comissão de Educação, Cultura, Esportes e Juventude (Cece)

Professor Alex Fraga (PSOL), Alvoni Medina (PRB), Cassiá Carpes (PP), Sofia Cavedon (PT) e Mauro Zacher (PDT).

Comissão de Defesa  do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana ( Cedecondh)

Moisés Barboza (PSDB), Comandante Nádia (PMDB), João Bosco Vaz (PDT), Marcelo Sgarbossa (PT), Cláudio Conceição (DEM) e Elizandro Sabino (PTB).

Comissão de Saúde e Meio Ambiente (COSMAM)

André Carús (MDB), Aldacir Oliboni (PT), Paulo Brum (PTB), José Freitas (PRB), Dr. Thiago (DEM), e Rodrigo Maroni (Pode).

 

Em janeiro e fevereiro de 2019, com a alteração da composição das bancadas da Câmara Municipal, em função da saída de vereadores que assumem cargos na Câmara dos Deputados (Fernanda Melchionna) e Assembléia Legislativa do Estado (Dr. Thiago Duarte, Elizandro Sabino, Rodrigo Maroni e Sofia Cavedon), a composição das comissões deverá ser redefinida.

 

Já a formação da Comissão Representativa será definida em eleição na próxima sessão ordinária.

 

Mônica Leal

 

Mônica Leal é natural de Porto Alegre, filha de Carmen Ibañez e de Pedro Américo Leal, militar carioca que chegou ao Rio Grande do Sul em 1944. Devido à carreira do pai, ainda criança morou na Vila Militar de Rezende, Rio de Janeiro, e, em Porto Alegre, o bairro de sua infância e adolescência foi o Moinhos de Vento, tendo estudado no Colégio Bom Conselho.

Monica casou com o advogado Luiz Alexandre Markusons e têm três filhos: Juliana, Marcelo e Felipe. Hoje, é avó de quatro netos. Durante 15 anos, foi empresária do ramo da moda e teve a primeira pronta entrega de roupas femininas do Rio Grande do Sul. Em 1992, iniciou na vida política como “assessora da assessora”, como lembra. Durante 12 anos e antes da Lei Antinepotismo, foi funcionária do gabinete do vereador Pedro Américo Leal, passando por todos os cargos hierárquicos. Em 2004, Pedro Américo resolveu não mais concorrer a vereador e fez de Mônica sua herdeira política.

 

Formada em Jornalismo pela PUC/RS e pós-graduada em Ciência Política pela ULBRA, Mônica se candidatou e assumiu uma cadeira de suplente na Câmara Municipal. Em 2006, foi convocada pelo Partido Progressista para ser candidata a senadora, conquistando 854.700 votos. Com a eleição da governadora Yeda Crusius, aceitou o convite para a ser secretária da Cultura do Estado.

 

Em 2012, novamente concorreu a vereadora de Porto Alegre, ficando na suplência, mas assumiu uma cadeira devido à saída de vereadores de sua coligação para secretarias. Disposta a continuar trabalhando pela população porto-alegrense, nas eleições de 2016, tornou-se a candidata mais votada do seu partido e da coligação vencedora, com 7.254 votos. Exerce o mandato atual também como 1ª vice-presidente da Câmara, tendo inclusive assumindo a presidência por mais de uma vez em 2018. Em janeiro de 2019, assume a presidência da Casa, sendo a quarta mulher a presidir o Legislativo em seus 245 anos de história e a primeira do PP.