Pesquisa Methodus:  Situação do Rio Grande do Sul ajuda a explicar avaliação negativa de Eduardo Leite; por Guilherme Macalossi/RDCTV

Pesquisa Methodus: Situação do Rio Grande do Sul ajuda a explicar avaliação negativa de Eduardo Leite; por Guilherme Macalossi/RDCTV

Destaque Poder Polícia

A pesquisa do Instituto Methodus também questionou os eleitores sobre a avaliação da administração de Eduardo Leite em seu início de mandato no Rio Grande do Sul.  22,3% consideram seu governo péssimo, 24,1%  ruim, 42,6% regular, 10,4% bom e 0,5% ótimo. O resultado parece refletir o clima dos três primeiros meses de governo, que se desenrolaram sem grandes sobressaltos ou surpresas.

Desde que chegou ao Palácio Piratini, Leite tem apostado em uma agenda suave. Chegou até mesmo a manter reuniões com lideranças de esquerda. Até aqui, sua principal pauta tem sido o Projeto de Emenda Constitucional que desobriga o Executivo de realizar plebiscito para privatizar empresas públicas como CRM, Sulgás e CEEE. A modificação deverá ser votada essa semana na Assembleia Legislativa e, caso aprovada, poderá abrir caminho para a repactuação da dívida com a União.

No momento, a situação do Estado não é diferente daquela deixada por José Ivo Sartori. As contas estão no vermelho e os salários dos servidores públicos continuam sendo parcelados.  Eduardo Leite enfrenta uma situação com margem mínima de ação, o que pode se refletir na percepção de seu desempenho.

Confira outras informações na Coluna de Guilherme Macalossi.

 

Eduardo Leite:  

Péssimo: 22,34%
Ruim: 24,11%
Regular: 42,64%
Bom: 10,41%
Ótimo: 0,51%

 

Avaliação agrupada:

 

 

Ficha técnica:

Realizada de 10 a 16 de Abril de 2019 com eleitores de ambos os sexos, com 18 anos ou mais, de diferentes classes sociais, residentes no município de Porto Alegre. Foram realizadas 800 entrevistas em todas as regiões da cidade. A margem de erro é estimada em até 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95% (noventa e cinco por cento).

 

‘O Exército não matou ninguém’, afirma Bolsonaro sobre morte de músico no Rio; por Renato Onofre/O Estado de S.Paulo

‘O Exército não matou ninguém’, afirma Bolsonaro sobre morte de músico no Rio; por Renato Onofre/O Estado de S.Paulo

Notícias Poder Polícia Política

O site do jornal O Estado de São Paulo informa que depois de seis dias de silêncio, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que foi um “incidente” a morte do músico Evaldo Rosa dos Santos, de 46 anos, na tarde do último domingo, 7, quando o carro da família foi metralhado por 80 tiros disparados por militares do Exército no Rio. Em entrevista durante inauguração do aeroporto de Macapá, ele disse que o Exército “não matou ninguém” e que a instituição não pode ser acusada de ser “assassina”.

“O Exército não matou ninguém. O Exército é do povo. A gente não pode acusar o povo de assassino. Houve um incidente. Houve uma morte. Lamentamos ser um cidadão trabalhador, honesto”, afirmou.

No último domingo, dez militares dispararam contra um veículo em Guadalupe, zona norte do Rio, que supostamente foi confundido com um automóvel em que estariam criminosos. No carro estavam o músico e sua família. Evaldo morreu no local e duas pessoas ficaram feridas.

A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

RS: Ranolfo representará Região Sul em Colégio Nacional de Segurança

RS: Ranolfo representará Região Sul em Colégio Nacional de Segurança

Agenda Comunicação Notícias Polícia Política Segurança

O vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, foi eleito vice-presidente para Região Sul do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp). A eleição ocorreu na tarde desta terça-feira (2), durante a 73ª reunião ordinária do colegiado, realizada durante a 12ª LAAD Defense & Security 2019, no Rio de Janeiro. Com o novo posto, Ranolfo irá representar os interesses dos três estado do Sul brasileiro no colegiado.

“Sem dúvida, participar da diretoria, além de uma honra, é de extrema importância para ampliar tanto a representatividade do Estado quanto de toda a Região Sul nesse órgão de grande relevância no cenário nacional”, afirmou Ranolfo.

O titular da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Maurício Teles Barbosa, foi reeleito como presidente do Colégio. Titular da pasta homônima de Tocantins, Cristiano Barbosa Sampaio será o vice-presidente nacional. Além deles e do vice-governador gaúcho, outros quatro vice-presidentes regionais irão exercer os cargos durante todo o ano de 2019. O novo formato de composição da diretoria também foi aprovado durante processo eleitoral nesta terça.

Barbosa destacou a importância de estabelecer o status de vice-presidências para aumentar a participação dos representantes regionais no Colégio. A alteração no estatuto foi acatada por unanimidade. “Isso traz uma composição mais homogênea, uma atenção especial às regiões e suas peculiaridades. Além disso, traz representatividade e uma nova gestão, muito mais madura, com pessoas que somam experiências e bagagens distintas, o que só tende a fortalecer mais o grupo”, enfatizou o presidente reeleito do Consesp.

Criado em 2003, durante o encontro nacional de secretários da Segurança Pública em Porto Alegre, o Colégio é um órgão cuja finalidade é o assessoramento especial aos titulares das pastas nas unidades da federação para acompanhamento e avaliação das políticas e ações da área em todas as esferas governamentais.

Diretoria do Consesp 2019

Presidente – Maurício Teles Barbosa (BA)
Vice-Presidente – Cristiano Barbosa Sampaio (TO)
Vice-Presidente Região Sul – Ranolfo Vieira Júnior (RS)
Vice-Presidente Região Sudeste – General João Camilo de Campos (SP)
Vice-Presidente Região Centro-Oeste – Anderson Gustavo Torres (DF)
Vice-Presidente Norte – Louismar Bonates (AM)
Vice-Presidente Nordeste – Fábio Abreu (PI)

RS Seguro é apresentado ao país

Mais cedo, o vice-governador gaúcho também participou do 8º painel sobre Segurança Pública, parte da programação da 12ª edição da LAAD. Com o tema Integração de forças de segurança no combate à violência, o painel reuniu, além de Ranolfo, os secretários da Bahia, Barbosa; de Roraima, José Hélio Cysneiros Pachá; de São Paulo, João Camilo Campos; do Ceará, André Santos Costa; e do Mato Grosso, Alexandre Bustamante dos Santos.

No painel, o vice-governador apresentou os conceitos estruturantes do programa RS Seguro, os resultados de suas primeiras ações, como as operações integradas realizadas no âmbito do GGIMPOA e a redução dos indicadores de criminalidade, bem como as projeções das próximas ações do programa.

Milhares de ouvintes lotaram o centro de convenções Riocentro, na Barra da Tijuca, nesse primeiro dia da 12ª LAAD. O evento é a maior e mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, e conta com o apoio institucional do Ministério da Defesa, das Forças Armadas e do Ministério da Justiça e da Segurança Pública.

Conforme a organização, nos quatro dias da LAAD, que segue até sexta-feira, mais de 38 mil visitantes devem conferir a programação que reúne 135 delegações oficiais, representantes de 66 países e mais de 400 autoridades da segurança pública.

Evento com Marcel Van Hattem marca início do projeto para lançamento de candidaturas do Partido NOVO em 2020

Evento com Marcel Van Hattem marca início do projeto para lançamento de candidaturas do Partido NOVO em 2020

Agenda Notícias Polícia Política

 

 

O núcleo de Caxias do Sul do Partido NOVO promoverá um jantar com o deputado federal Marcel Van Hattem na segunda-feira, 01 de abril. O evento, que ocorre no Salão da Igreja Santa Catarina, marcará o início do projeto para lançamento de candidaturas da sigla à Câmara de Vereadores e à prefeitura da cidade.O jantar, por adesão, tem ingressos à venda.

Na oportunidade Van Hattem falará sobre os diferenciais do partido e a atuação da bancada federal. Também será pauta a criação do diretório municipal e as metas para candidaturas a prefeito e vereador em 2020.

“Estamos num processo de expansão, filiando simpatizantes e possíveis candidatos, divulgando valores e princípios do NOVO pois temos certeza de que a chegada do Partido provocará grande mudança política na cidade. Nosso slogan é: ‘Caxias precisa do NOVO, e o NOVO precisa de ti’”, cita Marcelo Slaviero, coordenador do núcleo de Caxias do Sul e da Região Nordeste do RS.

Segundo Slaviero, filiados em Caxias do Sul já trabalham em cinco grupos temáticos para alcançar as metas partidárias, criar o diretório municipal e participar dos processos seletivos para candidatos e futuros dirigentes partidários.

SERVIÇO

Quando: Segunda-feira, 01/04

Onde: Salão Paroquial da Igreja Santa Catarina (Rua Matteo Gianella)

Horário: 19 horas

Ingressos: R$ 50 (crianças de 4 a 10 anos pagam R$ 30)

Informações: http://bit.ly/jantarnovocaxias

 

Clique: Marcel Van Hattem foi entrevistado por Felipe Vieira, no BahTV

 

Impostos: o que dizem os planos de governo de Bolsonaro e Haddad; por Igor Moraes/O Estado de S.Paulo

Impostos: o que dizem os planos de governo de Bolsonaro e Haddad; por Igor Moraes/O Estado de S.Paulo

Economia Negócios Notícias Poder Polícia
O termo “impostos” esteve entre os 15 principais temas políticos buscados por usuários do Google nos últimos dez anos – de acordo com informações da plataforma Google Trends – e também foi um dos assuntos mais discutidos pelas campanhas dos candidatos a presidente da República nas eleições 2018.

Os dois presidenciáveis que disputam o segundo turno da corrida presidencial contam com propostas de reforma tributária. Confira abaixo o que dizem os planos de governo de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT):

Propostas de Jair Bolsonaro

O projeto de reforma tributária de Jair Bolsonaro, que pretende unificar impostos e simplificar o sistema tributário, é dividido em seis propostas no seu plano de governo.

Jair Bolsonaro
O presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro Foto: Mauro Pimentel/AFP

Entre as sugestões, o presidenciável do PSL defende uma redução gradativa da carga tributária bruta no País, a qual seria viabilizada a partir do controle de gastos e de programas de desburocratização e privatização.

O programa também propõe a simplificação e unificação de tributos federais; e a descentralização e municipalização para aumentar recursos tributários na base da sociedade.

O texto sugere ainda a discriminação de receitas tributárias específicas para a previdência, “na direção de um sistema de capitalização com redução de tributação sobre salários”; a introdução de mecanismos para criação de um imposto de renda negativo, “na direção de uma renda mínima universal”; e melhoras para fazer “com que os que pagam muito paguem menos e os que sonegam e burlam, paguem mais”.

Além disso, Bolsonaro propõe que a influência dos impostos estaduais no preço da energia e dos combustíveis seja rediscutido para não sobrecarregar os consumidores e declara ser contra o retorno do imposto sindical.

Durante a campanha, o candidato usou o Twitter para afastar a suposta proposta de seu conselheiro Paulo Guedes para criação de uma “nova CPMF”. O próprio economista também classificou a polêmica como um “equívoco enorme” e disse que, na verdade, a equipe estava estudando a convergência de impostos.

Apesar da mudança não constar em seu plano de governo, Bolsonaro também propõe a isenção de imposto de renda para quem recebe até cinco salários mínimos e uma alíquota única de 20% para quem recebe acima deste valor.

Propostas de Fernando Haddad

O plano de governo de Fernando Haddad defende que a recuperação da capacidade de investimentos do Estado e o combate às desigualdades não terão sucesso apenas com políticas sociais. Segundo o texto, é preciso que os mais ricos paguem mais impostos.

Fernando Haddad
O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad Foto: Fernando Bizerra Jr/EFE

O programa sugere uma reforma tributária guiada pelos princípios da “progressividade, simplicidade, eficiência e transição ecológica” e garante que, durante a implementação das mudanças, nenhum dos entes federados perderá arrecadação.

Entre as principais mudanças propostas pela candidatura petista, estão a tributação direta de lucros e dividendos; a implantação gradual do Imposto sobre Valor Agregado (IVA); e a isenção da cobrança de imposto de renda para pessoas físicas que recebem até cinco salários mínimos.

Além disso, Haddad propõe outras alterações pontuais. Para a área da promoção da saúde, defende políticas regulatórias e tributárias sobre tabaco, sal, gorduras e açúcares.

O texto sugere uma tributação progressiva sobre os bancos, com alíquotas reduzidas para instituições que oferecem crédito a custo menor e com prazos mais longos.

O plano de governo petista ainda propõe uma “reforma fiscal verde” que reduza o custo tributário de investimentos verdes em 46,5%. A desoneração de impostos seria realizada por meio da isenção de IPI, dedução de tributos embutidos em bens de capital e recuperação imediata de ICMS e PIS/ Cofins. Para evitar elevações na carga tributária, a ideia é criar um imposto sobre carbono.

Haddad também promete reformular o Imposto Territorial Rural (ITR) para transformá-lo em um “tributo regulatório de caráter progressivo no tempo”. O objetivo é desestimular o processo especulativo, práticas predatórias ao meio ambiente e a aquisição de terras por estrangeiros.

Força Nacional continuará no Rio Grande do Sul por mais 180 dias

Força Nacional continuará no Rio Grande do Sul por mais 180 dias

Destaque Poder Polícia Política Segurança

A Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) vai permanecer no Rio Grande do Sul por mais 180 dias. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (23) pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, ao governador José Ivo Sartori, em Brasília. A decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias. Também participou da audiência o procurador-geral do Estado, Euzébio Ruschel.
O secretário da Segurança Pública, Cezar Schirmer, avaliou positivamente a manutenção da FNSP no Estado. Para ele, a corporação representa um diferencial estratégico em Porto Alegre, atuando de acordo com as diretrizes do Plano Nacional de Segurança Pública. “A parceria com o governo federal tem sido muito importante nas ações desenvolvidas na capital. O reforço dos agentes da FNSP permite que o efetivo da Brigada Militar seja direcionado para outros pontos, o que aumenta a nossa capacidade de pronta resposta”, observou.

RS: Governo prevê R$ 600 mil de economia por ano com centro de segurança no Morro Santa Tereza; por Jessica Hübler/Correio do Povo

RS: Governo prevê R$ 600 mil de economia por ano com centro de segurança no Morro Santa Tereza; por Jessica Hübler/Correio do Povo

Comunicação Destaque Poder Polícia Política Porto Alegre Prédio Sartori Segurança Tecnologia

A atual sede da TVE e da FM Cultura, no Morro Santa Tereza, localizada na zona Sul de Porto Alegre, pode se transformar em um Centro Integrado de Segurança (CIS). O secretário estadual da Segurança Pública, Cezar Schirmer confirmou o interesse da pasta na área, pertencente à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), onde estão localizadas as sedes da TVE e da FM Cultura, na rua Corrêa Lima.

O ex-presidente da Fundação Piratini e atual diretor de Radiodifusão e Audiovisual da Secretaria de Comunicação (Secom), Orestes de Andrade Júnior, disse que a proposta está sendo trabalhada desde o início do ano. “É uma vontade do governador Sartori. Estamos em tratativas desde o início do ano para transferir a cessão para o Estado”, afirmou. Conforme Orestes, a cessão de uso para a SSP-RS seria de 20 anos.

“É uma área bastante delicada na Segurança de Porto Alegre, onde seria instalado um Centro Integrado de Segurança e traria mais uma economia para a sociedade que, atualmente banca o aluguel de 10 delegacias, ao custo de R$ 50 mil por mês. Essas delegacias ou seriam instaladas no Morro, ou no espaço da SSP, gerando uma economia de R$ 600 mil por ano para o Estado”, enfatizou Orestes. A Polícia Civil não confirmou o número de delegacias, nem os valores, até o fechamento da reportagem.

“Trata-se de um terreno que possui localização estratégica e dimensões que possibilitam a instalação do Comando do Policiamento da Capital (CPC), de uma unidade do Corpo de Bombeiros e diversas delegacias, centralizando serviços, otimizando custos e ampliando a capacidade de pronta resposta”, ressaltou Schirmer. No entanto, mais informações serão fornecidas pela SSP-RS “apenas a partir da confirmação da possibilidade de execução do projeto”.  Confira a reportagem completa no site do Correio do Povo.

Eleições 2018: Bolsonaro anuncia hoje general para vice: “Estou pronto”, diz Augusto Heleno

Eleições 2018: Bolsonaro anuncia hoje general para vice: “Estou pronto”, diz Augusto Heleno

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Pré-candidato à Presidência da República, o deputado Jair Bolsonaro (PSL)  anuncia nesta quarta-feira (18) o general da reserva Augusto Heleno (PRP) como vice em sua chapa. Ao visitar nesta terça-feira, o município paulista de Registro, Bolsonaro prometeu escolher um dos seus para compor a chapa presidencial, segundo o também deputado Major Olímpio (PSL-SP), que o acompanhou no compromisso. Informado sobre a possibilidade, Augusto disse que ainda não foi comunicado formalmente, mas avisou:

“Estou preparado para cumprir a missão, caso ela aconteça, mas não estou pleiteando isso, nem almejando. Eu ainda não fui informado. Isso está para ser decidido, mas sem prazo. Não sei se as coisas se precipitaram.”

O caminho está aberto para Augusto Heleno agora que chegaram ao fim as negociações entre PSL e PR, do senador Magno Malta (ES), com quem Bolsonaro vinha “namorando” – palavra do próprio deputado – para a composição da chapa presidencial. Mas o martelo só será oficialmente batido na convenção do PSL, que será realizada no próximo domingo (22), no Rio de Janeiro.

Responsável pelo quesito segurança pública no programa de governo de Bolsonaro, Augusto Heleno mantém papel de liderança no Exército mesmo na reserva. Em 2004, assumiu o comando das Forças de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, depois do que passou a integrar o Alto Comando do Exército.

Na sequência, em 2008, foi escolhido comandante militar da Amazônia, no segundo mandato do governo Lula (2003-2010). Na época, criticou a gestão petista por ter determinado a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, que considerou uma ameaça ao país na medida em que a região poderia ser palco de conflitos bélicos.

“Nós estamos cada vez mais aumentando a extensão das terras indígenas na faixa de fronteira e caminhando em uma direção que me preocupa. Pode não ser uma ameaça iminente, mas ela merece ser discutida e aprofundada. Poderão representar um risco para a soberania nacional. Há ameaça de conflitos armados, ainda que não sejam iminentes, mas que podem ocorrer, devido ao aumento inegável de tensão em algumas relações bilaterais”, disse o general, em abril de 2008, na abertura do seminário “Brasil, Ameaças a sua Soberania”, realizado no Clube Militar do Rio de Janeiro.

Augusto Heleno é critico da Comissão Nacional da Verdade (CNV), colegiado que atestou a prática de tortura pelas Forças Armadas. O general defende que os militares não devem reconhecer que torturavam, como até a Justiça já reconheceu formalmente, e nem mesmo se desculpar por terem cometido violações aos direitos humanos na ditadura militar (1964-1985). (Felipe Vieira com informações do Congresso em Foco e outros jornais)

Iván Duque, candidato da direita, é eleito presidente da Colômbia

Iván Duque, candidato da direita, é eleito presidente da Colômbia

Mundo Notícias Polícia

O ex-senador Iván Duque, candidato da direita, foi eleito presidente da Colômbia neste domingo (17), derrotando seu rival, o ex-guerrilheiro do M-19 e ex-prefeito de Bogotá, Gustavo Petro. Com 99,67% dos votos apurados, Duque, candidato do partido Centro Democrático, conquistou 53,95% dos votos e Petro, 41,83%. Essa foi a primeira eleição desde a assinatura do acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), em 2016, que colocou fim a meio século de guerra entre o governo e a maior guerrilha do país. Sete mil rebeldes aceitaram depor as armas em troca de anistia e do direito de formar um partido político, com oito assentos garantidos no novo Parlamento. (Agência Brasil)

Farpas, gafes e um oceano de críticas

Farpas, gafes e um oceano de críticas

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A crise dos caminhoneiros fez com que o governo e a própria base aliada do Planalto no Congresso entrassem em choque. Ontem, o ministro Carlos Marun, da Secretaria de Governo, afirmou que a atuação de parlamentares no episódio foi um “jogo para a plateia, inconsequente”. Já o presidente da Câmara e pré-candidato do DEM ao Planalto, Rodrigo Maia, rebateu no mesmo tom, dizendo que o emprego de militares contra os grevistas foi a “resposta de um governo fraco” à crise. Enquanto isso, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), se esquivou de responsabilidade, disse que o problema é do Executivo e condenou a política de preços da Petrobras.
A troca de farpas entre as cúpulas do Palácio do Planalto e do Congresso coincide com o avanço da agenda eleitoral. Na mesma semana em que o presidente Michel Temer lançou a pré-candidatura de Henrique Meirelles à sucessão presidencial pelo MDB, a greve dos caminhoneiros provocou uma disputa pelos holofotes entre os políticos que alimentou ainda mais o caos país afora.
No centro do embate entre Executivo e Legislativo está a aprovação, liderada por Rodrigo Maia, do projeto que zera a alíquota de PIS/Cofins incidente sobre o óleo diesel. O anúncio deu novo impulso à greve dos caminhoneiros, que condicionaram o fim dos bloqueios nas estradas à votação da matéria no Congresso. Após a aprovação simbólica, restou ao Planalto atacar o caráter eleitoreiro da votação.
— Houve um jogo para a plateia, inconsequente. Se fez um cálculo errado, um assessor de alto nível, a princípio …. Ontem me disseram que é um excelente consultor… Bom, imagina os ruins, então, se um excelente consultor fez um erro de cálculo de R$ 9 bilhões em uma conta de mais e menos. Foi um péssimo momento do parlamento brasileiro, especialmente da Câmara — disse Marun, em entrevista à GloboNews.  A reportagem completa está em O Globo.