Confiança do empresário industrial gaúcho é cada vez menor. ICEI-RS divulgado pela FIERGS recua 3,2 pontos em maio

Confiança do empresário industrial gaúcho é cada vez menor. ICEI-RS divulgado pela FIERGS recua 3,2 pontos em maio

Destaque Economia Negócios Política
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta terça-feira (21), registrou em maio a quarta queda consecutiva, passando de 60,9 para 57,7 pontos. Apesar da redução de 3,2 pontos, que coloca o ICEI-RS no menor nível desde outubro de 2018, o otimismo da indústria no RS, por seguir com seu indicador acima de 50, é cada vez menor entre os empresários consultados. “O clima de incertezas gerado pelas dificuldades políticas do novo governo e pelo desempenho econômico frustrante diminui a confiança”, explica o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

Prova de que o otimismo diminuiu está no resultado dos indicadores que compõem o ICEI/RS, que caíram em maio na comparação com abril, alcançando o menor nível desde outubro de 2018. Os associados à economia brasileira foram os que mostraram os maiores ajustes. Após três quedas consecutivas (-7,9 pontos), o Índice de Condições Atuais (ICA), composto pelo Índice de Condições Atuais da Economia Brasileira (ICA-EB) e o de Condições Atuais das Empresas (ICA-E) ficou no patamar neutro de 50,4 pontos, 2,8 a menos do que o mês anterior. O ICA-EB caiu 5,3 pontos no mesmo período, fechando em 48,2 pontos, indicando piora após seis meses de avaliações positivas. O ICA-E, com 51,6 pontos em maio, mostra o mesmo comportamento dos últimos meses, mas permanece apontando melhora. “Somente a perspectiva de avanço das reformas ainda mantém a confiança e apenas o andamento efetivo delas deve impedir novas quedas e levar a uma recuperação com novos aumentos nos próximos meses”, reforça Petry.

Em fevereiro de 2019, 45,8% dos empresários percebiam melhora na economia brasileira e 4,5%, piora. Em maio, o primeiro grupo caiu para 16,8% e o segundo subiu para 22,8%. Já o Índice de Expectativas (IE) para os próximos seis meses, na quarta queda consecutiva, passou de 64,6, em abril, para 61,3 pontos, em maio. Apesar disso, acima dos 50 pontos, ainda revela otimismo. Mais uma vez, o principal impacto veio do subcomponente relacionado à economia brasileira, cujo índice (IE-EB) recuou de 62,2 em abril para 57,7 em maio (-14,3 pontos nos últimos quatro meses). Com 63,1 pontos, o Índice de Expectativas das Empresas (IE-E) caiu 2,8.
O percentual de empresários otimistas com a economia brasileira recuou de 80,4%, em fevereiro, para 41,8%, em maio. Apesar disso, o otimismo ainda supera o pessimismo, mas a maioria (48,4%) passou a não acreditar em mudanças no cenário.
A pesquisa consultou 186 empresas, sendo 42 pequenas, 61 médias e 83 grandes, entre 2 e 13 de maio. Mais informações em http://fiergs.org.br/pt-br/economia/indicador-economico/icei.
RS: Assembleia instala Frente Parlamentar de valorização dos Servidores da Segurança Pública

RS: Assembleia instala Frente Parlamentar de valorização dos Servidores da Segurança Pública

Destaque Polícia Política Segurança Trabalho

“Os agentes de segurança devem ser valorizados porque eles garantem a vida dos gaúchos”. A afirmação foi feita esta manhã (20/5) pelo deputado estadual Tenente-Coronel Zucco (PSL) durante a instalação da Frente Parlamentar em Defesa dos Servidores da Segurança Pública do RS no Plenarinho da Assembleia Legislativa. O objetivo é garantir melhores condições de trabalho e a proteção de servidores da Brigada Militar, Polícia Civil, Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Instituto-Geral de Perícias (IGP) e do Corpo de Bombeiros Militar.
Zucco destacou as suas iniciativas já protocoladas como o projeto de lei que assegura aos servidores da segurança pública assistência jurídica gratuita da Defensoria Pública. Também falou da proposta de emenda constitucional (PEC) 277 que transforma a Brigada Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e o IGP em instituição permanentes. “São órgãos centenários, de vital importância, mas que não têm manutenção assegurada por lei”, lamentou. O parlamentar comentou ainda o seu projeto que cria o banco de dados unificado para a identificação facial e reconhecimento de crianças e adolescentes desaparecidos no Estado, entre outros projetos.

Brasil parece aberto à aventura e a aventureiros, diz escritor. Testemunha de momentos importantes na História recente do País, Flávio Tavares só encontra um modelo exemplar de 1988 para cá: a improvável gestão de Itamar; por José Nêumanne/O Estado de São Paulo

Brasil parece aberto à aventura e a aventureiros, diz escritor. Testemunha de momentos importantes na História recente do País, Flávio Tavares só encontra um modelo exemplar de 1988 para cá: a improvável gestão de Itamar; por José Nêumanne/O Estado de São Paulo

Destaque Poder Política
“O Brasil me parece aberto à aventura e aos aventureiros em quase tudo. Há muito já não há ‘esquerda’ nem ‘direita’. Nem pensamento sobre ‘o que fazer com o País’”, vaticinou o jornalista, escritor e militante político gaúcho Flávio Tavares. Protagonista de momentos históricos dos últimos 60 anos no Brasil, tais como a rede da legalidade de Brizola, de 1961, o golpe militar de 1964, a guerra suja no regime autoritário instaurado depois e a restauração da democracia, com a volta dos exilados — ele incluído –, Flávio Tavares está muito preocupado com o que pode acontecer neste país no futuro próximo. Da Constituição de 1988 para cá, o protagonista da série Nêumanne Entrevista desta semana neste blog citou apenas um exemplo positivo, o daquele de quem menos se esperava: o vice que substituiu Collor depois do impeachment. “O breve período de Itamar Franco foi o mais fecundo, honesto e proveitoso dos tempos da nova Constituição.  A estabilidade monetária do Plano Real nasceu com ele, sem alarde, como todas as ações de seu governo. A corrupção não teve campo para pastar. Itamar vinha da velha estirpe nacionalista de defesa da soberania econômica anterior ao golpe de 1964 e foi fiel a isso. O ‘Fusca do Itamar’, o veículo que ele levou a ser novamente produzido, após ser abandonado durante anos, ficou como símbolo de como o simples é também fecundo”.
Acocorado na extrema direita, Flávio conclamou companheiros de voo para a liberdade fora do Brasil a exibirem as algemas. Foto: Memorial da ditadura

Nêumanne entrevista Flávio Tavares

Nêumanne – Em 2012, o senhor lançou o livro 1961: O Golpe Derrotado – Luzes e Sombras do Movimento da Legalidade, a respeito do levante liderado pelo então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, para garantir a posse de seu cunhado, o vice-presidente João Goulart, na Presidência da República, evitando o golpe militar que chegou a ser ensaiado. Qual é a sua visão crítica de testemunha ocular daquele momento épico da política brasileira, bem-sucedido no primeiro momento, mas três anos depois frustrado pelo golpe de 1964?

Flávio – O Movimento da Legalidade foi a última grande rebelião de massas do século 20, tão abrangente que dela participou até o próprio Exército. Iniciada pela audácia de Leonel Brizola, paralisou o golpe de Estado que – quando Jânio Quadros renunciou – se tinha instalado em Brasília, com apoio ou beneplácito de 20 governadores estaduais. O fato de Goulart ser cunhado de Brizola, ao contrário do que se pensa, era um entrave ao então jovem governador gaúcho. Goulart era um conciliador perene. Brizola, um impetuoso que, já em 1961, pensava em “matar a cobra pela cabeça, não pelo rabo”. Isso, porém, não teria evitado o golpe de 1964, que foi urdido nos Estados Unidos, como está plenamente documentado, e consequência da paranoia da guerra fria.

N – O gênio da literatura argentina Ernesto Sábato considerava seu livro Memórias do Esquecimento o Recordações da Casa dos Mortos, de Fiódor Dostoiévski, da América Latina. Com essa apresentação, pergunto-lhe se valeu a pena passar por tudo aquilo por que o senhor passou – prisão, ameaça física, agressão, tortura – na perseguição do sonho de juventude de substituir o regime tecnocrático-militar por outro de sinal trocado.

F – Meu livro Memórias do Esquecimento foi uma catarse, algo surgido das entranhas, que me libertou da loucura e da morte interior. Ernesto Sábato talvez percebesse isso e foi o que o seduziu… Se valeu a pena? O mal não está no horror sofrido, mas na traidora aventura dos que pretendiam apenas substituir-se ao regime tecnocrático-militar impondo outro igual ou similar de aparência oposta, como diz a pergunta. No Brasil, a resistência à ditadura teve variantes e diferentes matizes. Integrei a área que até hoje pensa que não há socialismo sem democracia nem democracia sem socialismo e que só a liberdade é criativa.

Como repórter, cobrindo encontro da OEA em Montevidéu, Flávio conheceu pessoalmente Che Guevara, sobre quem escreveu um livro. Foto: L&PM Editores

N – Qual foi, a seu ver, o legado da saga dos grupos de esquerda na luta armada para o Estado democrático construído depois da queda do regime que venceu e destroçou os grupos guerrilheiros, mas terminou tombando sobre os próprios pés de barro, minado pelo trabalho persistente dos políticos da oposição pacífica civil?

F – Nosso legado maior foi o exemplo. Oferecemos a vida e centenas tombaram, outros sofreram o terror da tortura. Fomos derrotados militarmente e pela avalanche da imprensa, do rádio e da TV controlados pela ditadura. Historicamente, porém, fomos também vencedores. Ajudamos a despertar o País e os brasileiros. A oposição pacífica civil só foi persistente no Brasil após a eleição de Jimmy Carter, quando os Estados Unidos pressionaram as ditaduras no Brasil e na América Latina. Nós, os exilados, é que informávamos a opinião pública norte-americana e o Partido Democrata, de Ted Kennedy a Carter. Aqui, o lúcido Geisel sucedeu ao terror de Médici. Mas até então, em diferentes graus, todos foram coniventes, com os parlamentares da “oposição civil” recebendo polpudas remunerações. Na imprensa, o Estadão foi solitária bandeira democrática durante anos.

N – Millôr Fernandes cunhou uma sentença original quando começaram a ser distribuídas indenizações às vítimas da guerra suja: “Não era ideologia, era investimento”. Como sobrevivente nos combates dos guerrilheiros contra os militares, o senhor se surpreende ao ler a notícia de que outros companheiros de guerrilha, caso de Zé Dirceu, pegaram o resultado do investimento e avançaram com gana inédita contra os cofres da República?

F – A sanha da mentira ou do devaneio esteve sempre presente em todos os grandes movimentos “vitoriosos”. Veja-se o horror da grande Revolução Francesa ou o terror do que deveria ter sido a grande Revolução Russa. Por isso a surpresa se dilui com o que houve no Brasil. Após 21 anos sem debates profundos, a ditadura nos legou partidos capengas, integrados por oportunistas que, dentro deles, ofuscaram até os corretos que lá existissem. O antigo destemor do jovem Zé Dirceu serviu, apenas, para enredar o PT na lama da pior politicalha, que esse partido dizia combater.
N – Qual é seu palpite hoje: o desgoverno de Jair Bolsonaro poderá reerguer o PT, hoje combalido, quase destruído, a ponto de voltar ao poder, ou participar de uma coligação de esquerda que vença a próxima eleição presidencial, ou o sucesso de mais um aventureiro, aprofundando as perspectivas de crise e o caos?

F – O Brasil me parece aberto à aventura e aos aventureiros em quase tudo. Há muito já não há “esquerda” nem “direita”. Nem pensamento sobre “o que fazer com o País”. Por um lado, a sociedade de consumo e, por outro, o pedantismo do PT terminaram com as posições político-econômicas. Hoje temos apenas um aglomerado de gente registrada como “partido político” no Tribunal Eleitoral. Se o desgoverno de Bolsonaro continuar a ser o que vem sendo nos quatro meses iniciais, não faltarão aventureiros, talvez ainda mais perigosos do que ele. Tampouco vejo perspectiva de o PT se reerguer e voltar a cultivar o engano. Não sou pessimista, apenas vejo a realidade concreta. É terrível, mas é assim, infelizmente.

Flávio diante do Palácio do Piratini, onde testemunhou Brizola liderando a rede da legalidade para impor posse de Jango contrariando militares que queriam depô-lo. Foto: L& PM Editores

LEIA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA NO SITE DO JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO

Porto Alegre: Adriana Kauer presidirá a Associação do Comércio do Mercado Público Central

Porto Alegre: Adriana Kauer presidirá a Associação do Comércio do Mercado Público Central

Cidade Negócios Notícias Política Porto Alegre Trabalho Turismo

Adriana Kauer foi eleita presidente da Associação do Comércio do Mercado Público Central (Ascomepc), em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (8). É a primeira vez que uma mulher ocupa o cargo, desde a criação da associação em 1969. Adriana estará à frente da gestão no biênio 2019-2021.

Em outubro, o Mercado Público completará um século e meio de fundação, e a nova diretoria já está empenhada em preparar uma grande comemoração para celebrar a data. “Porém, com certeza, o que de melhor podemos oferecer aos gaúchos será a reabertura do segundo andar, que está cada dia mais próxima”, conta Adriana.

RS: Campanha Valores que Ficam garante R$ 13 milhões para o Funcriança. Ação entre Assembleia e entidades aumentou em 42% arrecadação do Fundo

RS: Campanha Valores que Ficam garante R$ 13 milhões para o Funcriança. Ação entre Assembleia e entidades aumentou em 42% arrecadação do Fundo

Destaque Poder Política
A Campanha Valores que Ficam teve seu balanço em café da manhã ocorrido nessa quarta-feira na Assembleia Legislativa do RS. De acordo com o levantamento da Receita Federal, as destinações para o Fundo da Criança e do Adolescente (Funcriança) tiveram um acréscimo de 42,9% em relação ao ano passado. A iniciativa é uma proposição da Assembleia Legislativa e conta com apoio técnico e institucional de entidades como o SESCON-RS.Em 2019, a soma foi de R$ 13 milhões, mais de R$ 4 milhões em relação ao ano anterior (R$ 9 milhões). Os números foram apresentados pelo Presidente da ALERGS, Luís Augusto Lara. Esses valores vão ficar aqui no Estado em projetos sociais focados em crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Ação contou com o apoio de Renato Borghetti e Guri de Uruguaiana que emprestaram suas imagens para a campanha, que teve forte apelo de mídia.

5De acordo com a Receita Federal, dos 497 municípios gaúchos, 405 serão beneficiados. Em algumas cidades, a arrecadação chegou a superar os 100% de acréscimo.

Agora, o objetivo é dar seguimento a divulgação, focando na destinação de até 6% do imposto de renda devido, que poderá ser efetuada até o final de dezembro. “Precisamos ampliar ainda mais a comunicação, usarmos todos os canais disponíveis para que mais pessoas saibam dessa possibilidade. Temos um potencial de R$ 400 milhões para destinar, porém menos de 10% disso acaba sendo direcionado aos fundos”, comenta o Presidente do SESCON-RS, Célio Levandovski.

RJ: Eduardo Leite impressiona grupo de economistas ligados a FGV, PUC-RJ e mercado financeiro em ciclo de debates

RJ: Eduardo Leite impressiona grupo de economistas ligados a FGV, PUC-RJ e mercado financeiro em ciclo de debates

Agenda Destaque Economia Poder Política

Conversei hoje com um dos economistas que esteve presente ao encontro com o governador Eduardo Leite, na noite de segunda-feira no Rio de Janeiro. Ele me ligou para saber mais a respeito do trabalho que está sendo feito em nível de Rio Grande do Sul. Na troca de informações descobri que Leite impressionou o grupo de economistas ligados a FGV, PUC-RJ, mercado financeiro… Estrelas como Armínio Fraga, Edmar Bacha, Elena Landau, Gustavo Franco e Pedro Malan entre outros acompanharam a exposição das contas públicas do Rio Grande do Sul e as alternativas para enfrentar o déficit crônico que afeta o Estado no Instituto de Estudos de Política Econômica/Casa das Garças (Iepe/CdG). Leite foi o primeiro convidado de um ciclo de debates promovido pela tradicional entidade com novos líderes da política nacional.

“Fui provocado a organizar essa série com políticos que vão influenciar o futuro do Brasil, e a primeira pessoa que me veio à mente foi o Eduardo Leite. O desafio que se apresenta no Rio Grande do Sul é brutal, um dos maiores desafios de gestão do nosso país”, afirmou o ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung.

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Plateia formada por economistas acompanhou a apresentação Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini

Ao longo de mais de uma hora, Leite apresentou dados sobre a situação fiscal do RS e ouviu intervenções da plateia. “O ajuste fiscal não é um fim em si mesmo, mas um meio para promover justiça social e crescimento econômico. Por isso, trabalhamos nos eixos de racionalização das despesas, modernização das receitas e parcerias com a iniciativa privada”, explicou o governador.

Além de expor o planejamento para reorganizar as contas públicas do Estado, Leite recebeu sugestões dos especialistas. Ao fim do encontro, me confidenciou a fonte, que pediu para ser mantida em sigilo, várias mensagens foram trocadas via whatsapp elogiando a performance do governador gaúcho.

Para comprovar o sucesso do governador gaúcho no eixo Rio-São Paulo, hoje o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda do governo Lula, assina artigo na Folha de São Paulo com o título: Governador do RS dá aula de boa política. Jornada será longa, afinal são muitos os desafios que o estado criou em seguidas administrações atrapalhadas

Eduardo Leite conversará com investidores e prospectará negócios em Nova York e Londres

Eduardo Leite conversará com investidores e prospectará negócios em Nova York e Londres

Destaque Mundo Política

O governador Eduardo Leite se reúne com investidores entre os dias 13 e 18 , em Nova York e Londres. O objetivo da viagem é prospectar negócios e investimentos para o Rio Grande do Sul. Entre as oportunidades a serem citadas por Leite devem estar a privatização da Ceee, CRM e Sulgás. Ele viajará dia 11, acompanhado dos secretários da Fazenda, Marco Aurelio Santos Cardoso; Artur Lemos,  secretário de Meio Ambiente e Infraestrutura e Bruno Vanuzzi, secretário extraordinário de Parcerias do RS.  Entre os dias 13 e 16, em Nova York ele falará no Council for the Americas, entidade empresarial que promove o livre comércio no continente americano. Na sequência, o grupo se reúne com executivos do banco de investimentos Merrill Lynch, e com investidores do Banco Itaú.

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Leite  participa ainda do Brasil Investment Forum, promovido pelo LIDE, Grupo de Líderes Empresariais e palestra no Brasil de Ideias New York, evento promovido pela Revista Voto e Financial Times. Em 2017, ele estudou Gestão Pública na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

Em Londres, onde fica nos dias 17 e 18, Leite se encontra com investidores e ministra palestra no Brazil Forum UK, espaço de debates sobre o futuro do Brasil.

Medida Provisória elimina autorizações para atividades econômicas de baixo risco. MP da Liberdade Econômica terá validade de até seis meses, mas precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional para se converter em lei.

Medida Provisória elimina autorizações para atividades econômicas de baixo risco. MP da Liberdade Econômica terá validade de até seis meses, mas precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional para se converter em lei.

Comunicação Destaque Economia Negócios Notícias Política

O presidente Jair Bolsonaro assinou ontem (30), em cerimônia no Palácio do Planalto, a Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica, que estabelece normas gerais para garantir a livre iniciativa de negócios no país, de forma desburocratizada. A MP permite que empreendimentos considerados de baixo risco sejam desenvolvidos sem depender de qualquer ato de liberação pela administração pública. Na prática, atividades econômicas que não oferecem risco sanitário, ambiental e de segurança não vão precisar mais de licenças, autorizações, registros ou alvarás de funcionamento. “Nós buscamos isso, num linguajar meu, usado há muito tempo, que é tirar o estado do cangote [de quem quer produzir], é traduzido agora num trabalho maravilhoso dessa equipe econômica e também da Casa Civil, que vai, no meu entender, ajudar muita gente no Brasil, em especial aquele empreendedor”, disse o presidente no discurso de assinatura da medida. A MP da Liberdade Econômica terá validade de até seis meses, mas precisará ser aprovada pelo Congresso Nacional para se converter em lei.

A definição da atividade que se enquadre como de baixo risco caberá aos municípios. Na ausência de definição, será válida a listagem federal a ser editada pelo presidente da República ou pelo Comitê Gestor da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim). Segundo o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, a regulamentação deve ocorrer em até 60 dias.

“O governo recuará para que os cidadãos possam avançar. O ato que nós firmamos hoje é símbolo deste novo Brasil, este Brasil que começou a deixar para trás tudo aquilo que atrapalha a vida das pessoas e que impede a prosperidade do nosso país”, afirmou o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Segundo ele, a MP cumpre um compromisso de campanha do presidente, que era desburocratizar os negócios no país.

De acordo com a medida, as atividades econômicas de baixo risco poderão ser desenvolvidas em qualquer horário ou dia da semana, desde que não causem danos ao meio ambiente, respeitem normas de direito de vizinhança, não gerem poluição sonora, nem perturbem o sossego da população, e observem a legislação trabalhista.

“A questão principal é se a atividade gera risco, e não o tamanho da empresa. Você pode ter empresa pequena, de alto risco, e que precisa passar por um processo de licenciamento e alvará. Se não oferece risco para a sociedade, o Estado não precisa intervir, este é o conceito que está por trás da MP. Vou dar um exemplo: atividade de corte e costura, de sapateiro, loja de roupas, não oferece risco à sociedade. Vamos deixar de exigir que essas atividades tenham alvará, autorização, licenciamento, para que o Estado possa focar sua energia nas atividades de médio e alto risco, que realmente oferecem risco para a sociedade”, explicou Paulo Uebel.

“A gente está tirando o ato de liberação, [mas] a fiscalização continua completamente de pé”, afirmou o diretor federal de Desburocratização, Geanluca Lorenzon. Ele ressaltou, porém, que a atuação de órgãos como o Corpo de Bombeiros e a Vigilância Sanitária na parte de fiscalização continua como está.

A norma também reafirma a liberdade de preços no mercado, desde que não seja uma atividade regulada ou com participação do estado. Outra medida definida pela MP é a liberação tácita de atividades caso a administração pública não responda o empreendedor nos prazos fixados.

“Quando esse prazo, fixado pelo próprio governo, não for respeitado, cria-se a figura da aprovação tácita, que já existe em muitos países desenvolvidos, é uma prática comum. O governo tem autonomia para fixar o prazo, mas, uma vez fixado o prazo, ele é obrigado a cumprir, se não existe uma aprovação tácita. Evidentemente, isso não vai se aplicar para atividade de alto risco que possam causar danos à sociedade”, explicou Uebel.

Startups
De acordo com o texto, as pequenas empresas e startups não precisarão de alvará de funcionamento para testar novos produtos e serviços, desde que os itens não afetem a saúde ou a segurança pública e sanitária e não haja uso de materiais restritos.

Os municípios que não quiserem adotar o padrão nacional de atividades de baixo risco, que será elaborado pelo governo federal, poderão criar o seu próprio. Paulo Uebel afirmou, no entanto, que o padrão nacional poderá atair mais investimentos de grandes empresas para os municípios. “[Para] aqueles que estiverem usando o padrão nacional, fica muito mais fácil receber investimentos, receber expansão de redes de varejo, de franquias, que já vão saber o tratamento que elas vão term em determinados municípios”, disse o secretário.

Com a eliminação de burocracia para abir um negócio, o empreendedor terá apenas que abrir um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) se quiser tocar uma atividade econômica de baixo risco. “Ele vai, no futuro, poder entrar no site, ver qual é a atividade de baixo risco na cidade dele, obter um CNPJ e ele está livre para exercer sua atividade”, exemplificou Gencarlo Lorenzon. (Agência Brasil)

VIII Prêmio Asdep de Jornalismo reconhece produções sobre atuação da Polícia Civil e Segurança Pública

VIII Prêmio Asdep de Jornalismo reconhece produções sobre atuação da Polícia Civil e Segurança Pública

Comunicação Destaque Direito Poder Política Segurança Trabalho

Na noite desta quinta-feira, 25 de abril, a Associação dos Delegados de Polícia do Rio Grande do Sul (ASDEP) comemorou seu 59º aniversário durante a entrega do VIII Prêmio Asdep de Jornalismo. O reconhecimento é feito aos jornalistas que se destacaram nas categorias de Televisão, Impresso, Rádio, Online e Fotojornalismo, com produções voltadas para segurança pública e atuação da Polícia Civil. O evento aconteceu na sede da entidade e contou com a presença de associados, ex-presidentes, autoridades e convidados.

Durante a cerimônia, o presidente da Asdep, Delegado Cleiton Freitas, parabenizou a instituição pelo aniversário e reafirmou a importância do trabalho dos jornalistas. “Cumprimento a todos pelos 59 anos da Associação, atuando conforme o nosso lema: servir, proteger e lutar, buscando os direitos da sociedade. Também destaco o trabalho dos jornalistas, pois é através dele que a população sabe das nossas ações e do quanto nos doamos para garantir sua proteção”, declarou.

A Chefe de Polícia do Estado, Delegada Nadine Anflor, em seu discurso, reforçou que o trabalho do policial civil não seria o mesmo sem a imprensa. “Precisamos informar a sociedade sobre nossos

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Obrigado ASDEP

esforços, desafios e conquistas, e isso acontece, com tamanha repercussão, graças à imprensa. O nosso trabalho não teria a mesma disseminação vocês. Agradeço, em meu nome e da Instituição, por todo respeito e apoio para com a ASDEP”, afirma

Após a entrega das premiações, a Associação reservou um momento para reconhecimento a jornalistas que, ao longo de suas carreiras, dedicaram importante atenção ao trabalho da Polícia Civil em prol da segurança pública, sendo eles: Adriana Irion, do jornal Zero Hora; André Haar, da Record TV; Felipe Vieira, do SBT; Rafael Marconi, da Rádio Pampa; e Sabrina Thomazi.

A celebração também contou duas importantes homenagens. A Asdep entregou uma placa ao Presidente da União Gaúcha dos Policiais Civis (UGAPOCI), Mário Marcelino, em agradecimento aos benefícios oferecidos aos policiais civis do estado, nas áreas de saúde, lazer e cultura, desde a sua fundação, em 18 de abril de 1968. Ao final, o Grupo Life Brasil entregou homenagem para a Associação dos Delegados de Polícia, em comemoração a mais um aniversário e desejando sucesso nos anos que virão.

Confira a lista dos vencedores no VIII Prêmio Asdep de Jornalismo:

 

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Minhas colegas de SBT, Bruna Ostermann e Luciane Kohlmann foram premiadas na categoria TV. Foto: Calovi

Televisão
1° lugar – Bruna Ostermann (SBT) – Papo de responsa: alunos combatem violência escolar;
2º lugar – Luciane Kohlmann (SBT) – Agressões contra mulher crescem em 2018;
3º lugar – Fábio Almeida (RBS TV) – Ferros velhos virtuais;

Rádio
1º lugar – Cid Martins (Rádio Gaúcha) – Barões do crime: Policia Civil desarticula esquema de roubo de veículos, revenda de peças pela internet e lavagem de dinheiro;
2º lugar – Eduardo Matos(Rádio Gaúcha) – Na mira do crime: polícia e transportadoras unidas no combate ao roubo de carga;

Online
1° lugar – Marcelo Batista Brum de Brum (Qwerty Portal de Noticias) – Força tarefa da Polícia Civil desarticula 27º quadrilha de abigetários do Rio Grande do Sul;
2º lugar – Cid Martins (GaúchaZH) – Polícia Civil ataca finanças de quadrilha que adquiriu mais 30 imovéis com dinheiro ilícito;
3º lugar – Luana Parreira Rodrigues (Portal Gaz) – Do latrocínio à prisão: Como foi a morte do taxista Luciano Kappel;

 

Renato Dornelles
Com Renato Dornelles, uma referência para toda uma geração de jornalistas gaúchos. Foto: Adriana Irion ( Grande repórter e fotógrafa também)

Impresso
1° lugar – Fernanda Junkherr Szczecinsky (Gazeta do Sul) – O assassino do lago está preso;
2º lugar – Cíntia Marchi (Correio do Povo) – Combate Complexo;
3º lugar – Renato Dorneles (Diário Gaúcho) – Casas de papel;

Fotojornalismo
1° lugar – Lucas Amorelli (Pioneiro) – No rastro do Tráfico;
2º lugar – Lidiane Mallmann (Informativo do Vale) – Arsenal de guerra no Vale;
3º lugar – Fábio Pelinson (Alto Uruguai) – Polícia investiga morte violenta de taxista na FW.

Conferência em apoio à Zona Franca da Uva e do Vinho acontece neste sábado no Spa do Vinho

Conferência em apoio à Zona Franca da Uva e do Vinho acontece neste sábado no Spa do Vinho

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A criação da Zona Franca da Uva e do Vinho ganha mais um reforço. A líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara, a deputada federal Joice Hasselmann, estará na Serra Gaúcha neste sábado, dia 27, para participar da Conferência em apoio à Zona Franca da Uva e do Vinho. A programação acontece a partir das 12h, no Spa do Vinho, reunindo autoridades e entidades ligadas ao setor vitivinícola. A coordenação é  da Prefeitura de Bento Gonçalves, em parceria com o Spa, o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), a Federasul, o Centro de Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves e o Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria da Região da Uva e do Vinho.

A criação da Zona Franca da Uva e do Vinho foi proposta em projeto de lei de autoria do deputado federal João Derly, visando isenção de impostos na venda de vinhos no varejo em 23 cidades da Serra Gaúcha que detém produção vitivinícola. A proposta estava engavetada em função da não eleição de Derly,  mas foram protocolados dois novos projetos: um do deputado Carlos Gomes e outro do deputado deputado Jerônimo Goergen. Também em março, a iniciativa recebeu apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, durante sua participação em painel ocorrido na Serra Gaúcha.

A intenção é estimular o desenvolvimento da vitivinicultura local e o enoturismo na região. Conforme o Ibravin, a tributação nos vinhos corresponde a mais da metade do valor do produto. As 23 cidades propostas pela Zona Franca da Uva e do Vinho são Bento Gonçalves, Garibaldi, Monte Belo do Sul, Antônio Prado, Boa Vista do Sul, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Coronel Pilar, Cotiporã, Farroupilha, Flores da Cunha, Guaporé, Ipê, Nova Pádua, Nova Prata, Nova Roma do Sul, Pinto Bandeira, Salvador do Sul, Santa Tereza, São Marcos, São Valentim do Sul, Veranopólis e Vila Flores.