Feira do Livro: Leticia Wierzchowski autografa hoje O menino que comeu uma biblioteca. Obra cria protagonista que se alimenta de palavras na Polônia da II Guerra Mundial

Feira do Livro: Leticia Wierzchowski autografa hoje O menino que comeu uma biblioteca. Obra cria protagonista que se alimenta de palavras na Polônia da II Guerra Mundial

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Hoje, às 19:30, a melhor romancista brasileira da atualidade autografa seu novo livro, na Praça de Autógrafos, da Feira do Livro de Porto Alegre. Leticia Wierzchowski nasceu em Porto Alegre, estreou na literatura em 1998 com o romance “O anjo e o resto de nós”. Com 28 livros publicados, entre ficção adulta e infantil, tem obras editadas em Portugal, na Espanha, Croácia, Alemanha, França, Itália, Grécia Sérvia e Montenegro. O best-seller “A casa das sete mulheres” foi adaptado pela Rede Globo em 2003, em uma série veiculada em mais de 40 países.

O menino que comeu uma biblioteca conta a história de Jósik, rodeado de livros, ele mora em uma casa velha no interior da Polônia. A muitos e muitos quilômetros dali, Eva vive com sua avó em uma cidade simples do Uruguai. Enquanto o passatempo do menino e de seu avô é mergulhar na literatura, a menina se distrai com as cartas de tarô da avó. E é assim que as vidas de Eva e Jósik se cruzam.

Em uma tarde de verão sob uma figueira centenária, Eva vê nas cartas a imagem de Jósik comendo a biblioteca de seu avô Michael. Ele estava escondido numa sala lotada de livros. Do lado de fora, o exército nazista avançava com seus tanques e soldados armados de fuzil.

A partir daí, a menina começa a acompanhar os infortúnios de Jósik e luta para mudar seu próprio destino, também marcado pela falta de perspectiva e tristeza. “O menino que comeu uma biblioteca” é uma fábula sobre a guerra, a literatura e o amor.

TRECHO

Ele começou com Conrad e, então, passou para Shakespeare, que o alimentou por toda uma quinzena. Depois, dedicou-se a Kafka, Tolstói e Oscar Wilde — um judeu, um russo e um homossexual; vejam só, três exemplos de tipos muito malvistos na tenebrosa época na qual começa esta história. Esses três grandes gênios sustentaram as tripas do menino em questão por um longo, gélido e branco inverno polonês.

E, então, ao final de um verão azul em Terebin, o imortal Shakespeare, cuja obra, traduzida em várias línguas, ocupava várias estantes da vasta biblioteca, passou a ser o principal ingrediente da sua dieta, mantendo o menino saciado em seu esconderijo que cheirava a mofo, enquanto as prateleiras se esvaziavam gradativamente para encher-lhe a barriga faminta.

O nome do menino era Jósik.

Jósik Tatar.

Ele tinha grande pena de comer aqueles livros todos, pois eles constituíam o grande tesouro do seu avô Michael, o homem que mais amara no mundo.

Conheci Jósik nas lâminas do tarô da minha avó. E a minha avó, preciso dizer a vocês, jamais teve uma biblioteca… A coisa mais perto de um livro que ela chegou em toda a sua laboriosa vida foram aqueles velhos arcanos ensebados pelos anos de uso.

Bem, esta é mesmo uma longa história…

Aliás, duas longas histórias: a de Jósik Tatar e a minha. Duas longas histórias que, muitos anos mais tarde, a milhares de quilômetros daquela biblioteca empoeirada no meio da Polônia convulsionada pela mais terrível guerra da qual já se teve notícia, entrecruzaram-se e viraram uma única história.

Vou contar tudo a vocês, prometo.

Eu sei, isto pode parecer bastante confuso: um menino que comia livros… Sempre fui uma garota complicada, era o que dizia minha avó. Mas a velha Florência era uma mulher ranzinza, e a única coisa de bom que guardo dela é o velho baralho de tarô onde vi, numa modorrenta tarde de verão sob uma figueira centenária, a curiosa e inexplicável imagem do pequeno Jósik comendo a biblioteca do seu avô Michael.

Capa O menino que comeu a Biblioteca V6 MFEu estava lá…

Na estância onde cresci, num descampado sob a figueira, à espera de alguma brisa enquanto o pampa ardia sob o fogoso sol de janeiro. A cavalhada fora recolhida à sombra e os peões faziam a siesta no galpão. Nem os perros andavam por ali àquela hora; eu me sentia completamente sozinha no mundo.

Eu detestava aquele lugar, queria ver largas avenidas e pisar em carpetes felpudos, andar de navio e usar finas meias de seda. Queria partir como a minha mãe fizera um dia, com a boca pintada de batom vermelho e a mala de couro que ela encerara três vezes, deixando-nos distraidamente para trás, a mim e ao meu irmão, aos cuidados da avó Florência, que era velha e atarefada demais para ter paciência com crianças.

Por isso, eu roubara o tarô naquela tarde de janeiro — ele era proibido para crianças, sendo, na verdade, um ganha-pão da minha avó, uma coisa com a qual ela juntava dinheiro extra para comprar cigarros ou sapatos novos para usar na quermesse natalina.

Lembro que cortei o baralho em três montes, tal e qual vira minha avó fazer diante das suas consulentes. Surgiram-me O Louco, A Torre e Os Enamorados, três arcanos maiores. E, então, quando fui me concentrar no primeiro deles, o décimo segundo arcano maior, O Louco, quando fixei meu olhar na sua figura zombeteira, um manto caiu sobre meus olhos, uma escuridão tão negra como a mais densa das noites de inverno. Com o suor escorrendo pelas minhas têmporas, eu o vi…

Vi o garoto…

Jósik.

Ele estava escondido numa sala esquisita e absolutamente atulhada de livros. Era loiro e alto, e parecia magro. Estava morrendo de frio e de medo numa pequena vila onde o vento soprava com fúria. Perto dali, tropas de um terrível exército avançavam com seus tanques e soldados de capacete e fuzil.

Escondido naquela estranha e desconjuntada casa, enfiado no útero de uma desconjuntada biblioteca, não parecia haver ninguém que pudesse cuidar dele. (Acho que foi naquele tempo que Jósik Tatar começou a comer a biblioteca do avô, e creio que foi mesmo uma excelente ideia.)

A visão, como veio, desapareceu de chofre.

Foi como um soco no estômago. Dei um pulo para trás e caí deitada na grama seca. Quando sentei outra vez, o menino desaparecera e, com ele, toda a imensa biblioteca que o cercava como uma cordilheira.

Lá estavam, outra vez, apenas os três arcanos sob o sol ardente do verão. Juntei as cartas e corri para casa, interrompendo minha avó, que sovava o pão para o café da tarde. Eu tinha visto uma coisa impressionante e gritei, mostrando o baralho como quem mostra um tesouro.

Florência ralhou-me furiosamente por ter roubado o seu tarô:

“Cozinheiros demais estragam o mingau”, disse, arrancando-me as cartas da mão. “Esse tarô é meu. É para mim que ele sopra o futuro!”

Tentei explicar que eu tivera uma visão.

O menino loiro. Os livros, muitos livros. A neve.

Mas minha avó retrucou que tudo não passara de uma insolação ou coisa parecida. Ademais, as cartas não se mostravam para crianças; era preciso um pouco de tutano dentro da cabeça. Desde quando uma menina de oito anos poderia ver a vida de alguém numa simples carta de baralho?

A minha avó era boa com os arcanos. Lá na estância onde morávamos, Florência fazia uns bons pesos com o seu tarô. Via pequenas coisas, principalmente brigas em família, casamentos, uma ou outra traição amorosa, problemas intestinais, amores naufragados e meia dúzia de doenças cardíacas. Certa vez, salvou a vida de um vizinho ao diagnosticar, com a ajuda das cartas, uma apendicite quase supurada.

Mas, naquela tarde, quando eu abrira o baralho, vi mesmo aquele garoto! Ele era bonito, de uma beleza diferente, e mais velho do que eu. Lembro como se fosse hoje…

Ah, a propósito, eu me chamo Eva.

Eu já lhes disse que Jósik comeu uma biblioteca inteira. Mas, de fato, foi um livro que salvou a sua vida.

Um daqueles muitos livros catalogados com amor, empilhados em ordem alfabética enquanto ainda havia espaço e, depois, enfiados aqui e ali, em qualquer cantinho, numa fenda, num oco de parede, sobre aparadores e mesas, roubando o lugar dos pratos e dos talheres, em todo o espaço disponível como uma espécie de vírus que nunca parasse de se reproduzir, tomando conta da casa inteira, subindo em pilhas até tocar as vigas do teto, entupindo a chaminé e vazando para um pequeno puxado construído para isso no fundo do quintal de pan Wisochy.

É que Michael Wisochy, o avô de Jósik, era um literato. Um professor universitário aposentado, um leitor voraz, um apaixonado por Shakespeare. Um desses homens de vasta cultura que parecem conhecer a humanidade e todos os seus defeitos. Sempre que alguém de Terebin — às vezes, até da vizinha Cracóvia — tinha uma dúvida muito importante, vinha bater à porta do velho Michael Wisochy.

Michael julgava muitas questões e era considerado uma espécie de sábio, embora meio maluco. De fato, avisara as gentes de Terebin desde o princípio sobre Hitler, o que logo se mostrou uma atitude bastante temerária. Ele chamara Hitler de louco e assassino aos gritos no meio da pequena praça, meses antes que o exército alemão atravessasse a fronteira — e é provável que tal episódio tenha realmente abreviado a sua vida. Talvez não, se as pessoas da cidade tivessem levado em consideração o que Michael Wisochy dissera sobre Hitler e o Reich; talvez sim, mas o que realmente poderiam ter feito?

Hitler já tinha criado e aparelhado a sua máquina de guerra na Alemanha, mais da metade dos judeus alemães havia fugido do país em meados de 1938 e a Áustria e a Tchecoslováquia já tinham sido invadidas pelas tropas nazistas antes que os tanques alemães cruzassem a frágil fronteira polonesa.

Toda aquela gente estava no lugar errado, na hora errada. E até mesmo o velho Michael não moveu uma única palha para mudar o próprio destino. Se vocês me perguntassem, eu diria que ele não tinha coragem de deixar os seus incontáveis livros para trás… Como fugir com tão pesada bagagem?

E quanto a Jósik, o seu amado neto? Creio que, analisando o jeito como tudo aconteceu depois, o velho Michael acabou mesmo por salvar Jósik.

Está bem, está bem. Sei que preciso pôr ordem nas coisas. Não posso sair narrando a história toda assim, sem qualquer lógica. E o que quero contar dá uma estrada bem comprida… Ademais, sei perfeitamente bem que contar uma história não é a mesma coisa que abrir o tarô. Não existem pistas, não mesmo. O melhor jeito que conheço para contar uma história é começar pelo começo.

Então vamos lá…

Esta é a história de um menino… …
e seu avô.
Havia uma guerra nascendo.
E milhares de livros.
Numa casa velha, numa aldeia perdida…
… nas entranhas da Polônia.

A Polônia ergue-se bem diante dos meus olhos — meus olhos, que nunca sequer cruzaram o Rio da Prata até a Argentina!

Ela está surgindo, ainda bela e intocada pelo Reich, elevando-se das cinzas do tempo exatamente como era antes da Segunda Guerra, no breve período de ilusória paz que experimentou durante o governo do ditador Piłsudski.

Num canto mais ao sul, a duas centenas de quilômetros de Cracóvia, lá está a pequena Terebin. Um pontinho no mapa, uma coisinha de nada que chegou mesmo a desaparecer depois das bombas e dos incêndios, quando suas lavouras foram queimadas e as casas de fazenda, destruídas por tropas de alemães e de mercenários ucranianos pagos pela máquina nazista.

Era uma cidade tão minúscula que não passava de uma aldeia; nem estação de trem possuía. Àquela época, seus habitantes tinham chegado ao seu primeiro milhar, mas a maioria vivia espalhada pelas fazendas da região, já que a economia do lugar era basicamente agrícola. Flora e Apolinary Tatar, os pais de Jósik, moravam na parte central de Terebin, perto da praça.

O velho Michael vivia numa ruazinha do outro lado da praça, para os lados da igreja onde, todas as tardes, à hora das vésperas, o sino de cobre soava, conclamando os fiéis à oração. Ora, vocês devem saber que os poloneses sempre foram católicos fervorosos, e a igrejinha enchia-se de fiéis para a missa vespertina.

Agora, quero falar da casa do avô Michael Wisochy…

Era uma casa curiosa aquela onde ele vivia. Muito velha e pontilhada de goteiras, mas era uma boa e centenária casa polonesa. Tinha duas peças amplas e uma cozinha, onde reinava um enorme fogão à lenha. Construída no meio de um terreno plano, ficava escondida sob quatro carvalhos; não sei se alguém plantara as árvores ali intencionalmente ou se a casa fora erguida à sombra dos carvalhos para que seus moradores vivessem protegidos do olhar alheio. O certo é que Michael — segundo Jósik me contou muitos anos mais tarde — tinha certo receio das pessoas, preferindo conviver com os seus adorados livros.

Ele sempre dizia ao neto, com seus ares de maestro sem orquestra:

“Os livros são as pessoas passadas a limpo!”

Aquelas árvores frondosas escondiam a casa e enchiam suas peças de sombra e silêncio. Quando o vento soprava, as folhas dançavam, roçando as vidraças, provocando um rumor tão suave e tão único que, para Jósik Tatar, aquele sempre seria o ruído da infância.

O menino que comeu uma biblioteca

Leticia Wierzchowski

280 páginas

R$ 39,90

Editora Bertrand Brasil| Grupo Editorial Record

Porto Alegre: Novo líder do governo na Câmara prioriza revisão da planta de IPTU

Porto Alegre: Novo líder do governo na Câmara prioriza revisão da planta de IPTU

Cidade Destaque Marchezan Notícias Poder Política Porto Alegre

 

Confirmado hoje como novo líder do governo Marchezan na Câmara de Porto Alegre, o vereador Mauro Pinheiro (Rede) elencou a aprovação do projeto de revisão da planta do IPTU como principal desafio à frente do posto. Nesta quarta-feira, a proposta encaminhada pela Prefeitura passa a trancar a pauta de votações, em função do regime de urgência. Pela segunda vez, o Executivo usou essa prerrogativa para acelerar a tramitação do projeto.

Passadas as eleições de outubro, Mauro Pinheiro reconhece que os ânimos baixaram na Câmara Municipal, onde dos 36 vereadores, 21 disputaram o pleito. Em função desse cenário, a possibilidade de aprovar o texto aumenta, considera o líder de governo.

“Eu acho que nós temos chances porque precisamos de 19 votos. Naquela oportunidade estivemos muito perto de termos os 19 votos e, agora, passadas as eleições, eu acho que é possível aprovar o projeto a partir de quarta-feira”, salienta Pinheiro. Além do texto do IPTU, o vereador trabalha para aprovação do projeto de lei para parceria público-privada (PPP) de iluminação pública.

 

Leia mais no Correio do Povo.

Feira do Livro: Obra que destaca trajetória de Marques Leonam, ícone do jornalismo gaúcho, terá sessão de autógrafos hoje

Feira do Livro: Obra que destaca trajetória de Marques Leonam, ícone do jornalismo gaúcho, terá sessão de autógrafos hoje

Agenda Comunicação Destaque Educação Feira do Livro Porto Alegre Trabalho

Em tempos de fake news, nunca se fez tão necessária a figura do repórter, aquele que vai para a rua aberto a escutar histórias de vida e a relatar a realidade observada. O mestre de uma geração de jornalistas deixou lições que não poderiam ficar apenas na memória de seus ex-alunos. Marques Leonam Borges da Cunha é o personagem de O Encantador de Pessoas, que terá sessão de autógrafos na 64ª Feira do Livro de Porto Alegre, na Praça da Alfândega, dia 12 de novembro, às 19h30. Mais uma oportunidade para seus discípulos, amigos e interessados no jornalismo saborearem seus causos. O livro é uma iniciativa independente de suas ex-alunas, jornalistas Ana Paula Acauan e Magda Achutti, que se sentiram instigadas a contar a trajetória de um professor diferenciado. Em 33 anos na Famecos/PUCRS, deixou não só uma marca de profundo conhecimento e conduta ética em todos os que tiveram o privilégio de conviver com ele, mas também de afeto e de grande admiração.

Ana Paula Acauan é jornalista e mestre em Comunicação Social. Trabalha como repórter na Assessoria de Comunicação e Marketing da PUCRS e já atuou no Correio do Povo. Magda Achutti é jornalista e atuou em Zero Hora e outros veículos de imprensa e assessorias. Com Carlos Urbim e Lucia Porto, lançou Rio Grande do Sul – Um Século de História, volumes 1 e 2, Prêmio Açorianos de Literatura Adulta e Infantil 2000. Hoje é editora executiva da Revista PUCRS.

Para escrever a obra, foram mais de 50 horas de conversas, regadas a mate. Muitas revelações surgiram. Como criou as Leis Leonam (que embasaram suas aulas de Redação Jornalística)? Quando começou a caça às repetições de palavras? Quais as reportagens que considera “ouro puro”? Que relação tinha com os colegas e os chefes na época de repórter da extinta Folha da Tarde? Por que um mineiro com “um carvão no lugar do pulmão” se tornou sua fonte favorita, capaz de fazê-lo se emocionar mais de 40 anos depois? O que havia de tão especial no seu Alegrete de infância a ponto de considerar a cidade o centro do continente?

O livro pretende atingir grande parte dos 4 mil ex-alunos de Jornalismo de Marques Leonam, muitos hoje profissionais de destaque na imprensa gaúcha e nacional. O mestre continua sendo “uma sombra boa”, sempre lembrado por eles na hora de abordar um fato de forma precisa e que cative o leitor. O Encantador de Pessoas tem potencial para se tornar leitura de estudantes universitários – inclusive como bibliografia indicada pelos professores – e a todos os interessados em jornalismo, imprensa e na história e nas técnicas ensinadas pelo grande mestre do texto jornalístico no Rio Grande do Sul nos últimos 40 anos.

 

Sobre o livro

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Ana Paula, Leonam e Magda

O Encantador de Pessoas: lições de jornalismo do mestre Marques Leonam

Autoras: Ana Paula Acauan e Magda Achutti

Páginas: 160

Preço: R$ 30

Onde encontrar: Disponível na banca da ARI (Associação Riograndense de Imprensa), em frente ao bistrô do Margs, na 64ª Feira do Livro de Porto Alegre

Sessão de Autógrafos: 12 de novembro, às 19h30, na Praça da Alfândega

Contato: www.facebook.com/mestremarquesleonam

A 64ª Feira do Livro ocorre de 1º a 18 de novembro, na Praça da Alfândega. A área geral e internacional funciona das 12h30 às 20h30, dias úteis e domingo; e das 10h às 20h30, sábado.

Mercado de comunicação é tema do Sábado Criativo da FADERGS. Palestras e oficinas são abertas à comunidade

Mercado de comunicação é tema do Sábado Criativo da FADERGS. Palestras e oficinas são abertas à comunidade

Agenda Comunicação Notícias Porto Alegre Publicidade Tecnologia Turismo

 

Mário Marques, coordenador da Plataforma Mídia Di Vila, rádio comunitária do bairro Mário Quintana, em Porto Alegre; Alessando Garcia, diretor de Criação da Agência Bistrô e Sebastião Ribeiro, diretor da Cartola – Agência de Conteúdo são alguns dos profissionais que participam como palestrantes da 2ª Edição do Sábado Criativo, que a Escola de Comunicação e Design da FADERGS realiza no próximo sábado, 10. Durante o período da manhã, acontecem minipalestras com especialistas  das áreas de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Produção Multimídia, Fotografia e Design Gráfico. À tarde, serão realizadas oficinas práticas para estudantes de diversas áreas.

Oportunidades no mercado de comunicação, criatividade e produção multimídia, produção de texto, fotojornalismo e design são alguns dos temas que serão tratados durante todo o dia na Sede Sertório da FADERGS (Av. Sertório, 5310).  Nesta 2ª Edição do Sábado Criativo também será escolhida a camiseta oficial da Escola de Comunicação e Design da FADERGS. O evento é aberto à comunidade, com pré-inscrições pelo site www.fadergs.edu.br.

Confira a programação:

 

PALESTRAS (10h às 11h30)

 

Como é que faz? Criação do textual ao digital, com Peter Vicente (Redator) e Alessandro Garcia (Diretor de Criação) da Agência Bistrô.

Oportunidades no Mercado de Comunicação, com Sebastião Ribeiro (jornalista e diretor da Cartola – Agência de Conteúdo), Felipe Vieira (jornalista), Mário Marques (coordenador da Plataforma Mídia Di Vila, rádio comunitária do bairro Mário Quintana, em Porto Alegre).

Criatividade e Produção Multimídia, com Rafael Santos (head de atendimento da Cartola Agência de Conteúdo) e Breno Maciel (Doutor em Comunicação pela UFRGS e pesquisador do Laboratório de Artefatos Digitais – LAD).

Para que criatividade?, com Alessandro Carlucci (Publicitário com experiência de mais de 20 anos na área de comunicação).

Cão em Quadrinhos, com Manoela Dutra (Graduada e Mestre em Design, sócia do estúdio Cão em Quadrinhos | Pra Sempre Cachorro e professora na área de Design e Publicidade e Propaganda).

Design, Criatividade e Mercado, com Manuela Nascimento (Graduada e Mestre em Design, com passagem por diferentes agências e escritórios de design, atua como docente e como designer na empresa Prisma Resultados).

 

OFICINAS (13h às 15h30)

 

Currículo e Portifolio, com Manuela Thomas (Graduada e Mestre em Design, é Diretora de Criação na SMT Comunicação e Professora no Centro Universitário FADERGS).

After Effects na Prática, com Pedro de Lima Marques (Sócio da Bactéria Filmes e da FornoFX Pós-produção Cinematográfica é estudante de Design Gráfico da FADERGS).

Oficina de Photoshop Básico, com Rafael Renck (estudante do curso de Fotografia da FADERGS).

Carimbos Artesanais e Estamparia com Juliana Martins (Proprietária da Papel Tri, atua com encadernação, ferramentas e materiais produzidos artesanalmente. Estudante de Design Gráfico da FADERGS).

Fotojornalismo na Prática, conduzido por Rodrigo Ziebell (estudante do Curso de Fotografia da FADERGS).

 

Porto Alegre: Projeto “Ideias Memoráveis” da FIRS recebe ministro do STF Luís Roberto Barroso

Porto Alegre: Projeto “Ideias Memoráveis” da FIRS recebe ministro do STF Luís Roberto Barroso

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A Federação Israelita do Rio Grande do Sul (FIRS), juntamente com suas entidades filiadas, promove, no dia 19 de novembro, um almoço com a presença do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso. O convidado abordará o tema “Reflexões sobre o Brasil”, no encontro que integra o projeto Ideias Memoráveis. O evento ocorre às 12h, na Sociedade Germânia (Av. Independência, 1299), em Porto Alegre.

A palestra também compõe a programação alusiva aos 70 anos do Estado de Israel e contará com a presença de autoridades locais. “Nosso objetivo é proporcionar um momento de reflexão sobre o atual cenário brasileiro com a presença de um ministro que participou de decisões fundamentais para a história do nosso país”, ressalta Zalmir Chwartzmann, presidente da FIRS. Os convites, ao valor R$ 180,00, podem ser adquiridos na sede da Federação (Rua General João Telles, 329 – Bom Fim) ou pelo telefone (51) 3019-4600, com Ilana.

Porto Alegre: Thiaguinho coloca o Beira-Rio para dançar dia 11

Porto Alegre: Thiaguinho coloca o Beira-Rio para dançar dia 11

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O cantor e compositor Thiaguinho chega à Capital gaúcha no dia 11 de novembro para uma festa-show no Estádio Beira-Rio. O músico, conhecido por sua carreira à frente do grupo de pagode Exaltasamba, reúne hits como “Caraca, Muleke” “Ousadia & Alegria” “Sou o cara pra você” “Hey, mundo”, entre outros. A abertura dos portões será a partir das 14h e Thiaguinho se apresenta às 19h30.

Os ingressos estão à venda nas lojas Multisom da Rua dos Andradas, 1001, nos shoppings Bourbon Ipiranga, Praia de Belas, Iguatemi e Barra Shopping Sul, ou no site www.blueticket.com.br. Os valores variam entre R$95 e R$380. Além disso, já é possível garantir vaga no Edifício-Garagem do Estádio Beira-Rio para o dia do show. Os valores custam entre R$40 e R$60, conforme lote disponível. A reserva deve ser feita pelo site www.estapar.com.br/reservabeirario.

 

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Serviço:

Data: 11 de novembro

Abertura dos portões: 14h

Horário: 19h30

Local: Estádio Beira-Rio (Avenida Padre Cacique, 891)

Ingressos: valores variam entre R$95 e R$380

Pontos de venda: lojas Multisom da Rua dos Andradas, 1001, nos shoppings Bourbon Ipiranga, Praia de Belas, Iguatemi e Barra Shopping Sul, ou no site www.blueticket.com.br.

Outras atrações e DJ’s locais: ainda em aberto

Produtora: Hello entretenimento / www.grupohello.com

Contato para camarotes e informações: (51) 99301 5708 

Saúde: Gaúchos unidos pela causa da Psoríase em Brasília

Saúde: Gaúchos unidos pela causa da Psoríase em Brasília

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A direção da Psoríase Brasil, associação sem fins lucrativos de atuação nacional, reuniu na manhã desta quarta-feira (07/11), em Brasília, membros da Frente Parlamentar (FP) Mista do Congresso Nacional pela causa da Psoríase e Artrite Psoriásica, da Frente Parlamentar de Porto Alegre (RS) e da Frente Parlamentar de Esteio (RS). No “Café da Manhã das Frentes Parlamentares pela Psoríase”, organizado para fazer o balanço das atividades de 2018 e planejar as ações do próximo ano, a presidente da ONG, Gládis Lima, e o vice-presidente Célio Silveira, convidaram o deputado gaúcho Carlos Gomes (PRB/RS) para presidir a Frente Parlamentar do Congresso a partir de 2019, mudança que ocorre devido à troca da legislatura. Ao aceitar, o deputado destacou a importância da união das esferas públicas. “Nós não precisamos ter psoríase para lutar por uma causa tão nobre. Para mim será uma alegria e uma honra. Vou trabalhar e fazer o necessário para articular políticas públicas dos governos federal, estadual e municipal”, anunciou Carlos Gomes.

Embora tenha atuação nacional, a Psoríase Brasil tem sede em Porto Alegre e realiza também ações de grande importância pela causa na capital gaúcha e em Esteio. Em Porto Alegre, o vereador José Freitas (PRB/RS) é quem lidera o tema na Câmara de Municipal e busca a implantação de uma Rede de Atenção aos Pacientes com Psoríase, com Lei aprovada em 2017 pelo Legislativo Municipal. Já em Esteio, a vereadora Fernanda Fernandes (PP/RS), presidente da Frente Parlamentar do município, já organizou Programas de Capacitação a Médicos e a Agentes Públicos de Saúde da cidade. No final de novembro haverá a 3ª capacitação deste ano na cidade e este é um dos projetos pilotos que conta com o apoio da Psoríase Brasil, da Câmata e da Prefeitura de Esteio e pretende ser replicado a outras cidades brasileiras.

Em nível nacional, há uma semana a Psoríase Brasil venceu uma batalha de anos e conseguiu, após forte campanha e pressão junto ao Ministério da Saúde, a aprovação dos medicamentos biológicos a serem ofertados gratuitamente pelo SUS aos pacientes com psoríase grave. A luta contou com o apoio das Frentes Parlamentares e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) para o parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias pelo SUS (CONITEC). Os medicamentos biológicos são terapias de última geração até então disponíveis apenas aos pacientes com artrite psoriásica, um grau avançado da doença que atinge as articulações e compromete ainda mais a saúde. Embora tenham valores elevados, as medicações são imprescindíveis para determinados casos. As Portarias do Ministério (50, 51, 52 e 53) assinadas em 30/10 pelo Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Marco Antônio de Araújo Fireman, tem prazo de 180 dias para que os medicamentos (quatro no total) estejam disponíveis na rede pública.

No Café da Manhã das Frentes Parlamentares, a presidente da Psoríase Brasil, Gládis Lima, detacou a importância de estarem sendo formadas Frentes Parlamentares no País. “Desde 2017, quando implantamos a primeira FP Mista no Congresso Nacional, nossa causa ganhou ainda mais força política. Este ano, as cidades de Esteio (RS) e Porto Alegre (RS) também entraram com tudo pela causa e, agora, estão unidas buscando realizar um trabalho em nível estadual no Rio Grande do Sul. Só temos a agradecer pelo grande ano de vitórias aos pacientes com psoríase e atrite psoriásica”, anunciou Gládis Lima.

Porto Alegre: ROMEU + JULIETA, ao som de MARISA MONTE, dias 10 e 11 de novembro, no Teatro do Sesi

Porto Alegre: ROMEU + JULIETA, ao som de MARISA MONTE, dias 10 e 11 de novembro, no Teatro do Sesi

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Sucesso de público e crítica, o musical “Romeu e Julieta”, que conta com 25 canções do repertório de Marisa Monte, chega a Porto Alegre para apresentações dias 10 e 11 de novembro, no Teatro do Sesi. O clássico de Shakespeare em versão inédita encerrou sua temporada paulistana com uma transmissão ao vivo nos cinemas de mais de 15 cidades pelo Brasil.  Em novembro, o espetáculo entrará em turnê passando ainda pelas seguintes cidades: Florianópolis, Curitiba e Belo Horizonte.  Para as apresentações em Porto Alegre, os ingressos já estão à venda pela Ingresso Rápido e na Loja Multisom (Rua dos Andradas).

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Romeu + Julieta Foto Caio Gallucci

A tragédia escrita entre 1591 e 1595, nos primórdios da carreira literária do inglês, conta a história de dois adolescentes apaixonados cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra. A obra é uma das mais levadas aos palcos do mundo inteiro e hoje o relacionamento dos protagonistas é considerado como o arquétipo do amor juvenil.

“Histórias de amor sempre têm um lado melancólico, triste, mas, como todos sabem, Romeu e Julieta é a mais bela história de amor que já existiu”, comenta o diretor. “Eu assisti uma montagem do Antunes Filho há 30 anos, em São Paulo, e desde então fiquei totalmente emocionado. Sempre quis falar de Shakespeare para os jovens e trazer essa galera nova para o teatro. O espetáculo é atemporal, mistura o texto de 1500 com a música dos anos 2000, além de um figurino e um cenário que circulam entre esses tempos”.

A equipe criativa do espetáculo conta ainda com craques como a cenógrafa Daniela Thomas, uma das responsáveis pela Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, e o estilista João Pimenta, que desfila suas criações na São Paulo Fashion Week. A atriz Vera Holtz assina como “colaboradora artística”, tendo participado da preparação do elenco, e a adaptação da obra e o roteiro musical são da dupla Gustavo Gasparani, vencedor do Prêmio Shell, e do dramaturgo Eduardo Rieche. O visagismo é de Fernando Torquatto, um dos maquiadores e fotógrafos mais requisitados do país, referência no assunto beleza.

A direção musical é do produtor Apollo Nove e a direção vocal de Jules Vandystadt. Renato Rocha, diretor de “Ayrton Senna, O Musical”, é o responsável em preparar os atores para as lutas de espadas que acontecem durante o espetáculo. Ele trabalhou durante um longo tempo com a “Royal Shakespeare Company”, uma das companhias de teatro mais importantes do Reino Unido.

O jovem e apaixonado casal é interpretado por Bárbara Sut (Rio Mais Brasil – O Nosso Musical) e Thiago Machado (Cazuza, Rent, Rocky Horror show, Cantando na Chuva). O elenco traz ainda nomes como Lincoln Tornado (Elis, A Musical) no papel de Teobaldo, Bruno Narchi (Rock in Rio – O Musical, Cazuza, Cinderella, Rent), interpretando Benvoglio, Stella Maria Rodrigues (Cristal Bacharat, Cazuza, Emilinha), como a carismática Ama, Claudio Galvan (Família Addams, Garota de Ipanema – O Amor É Bossa), o Frei, Kacau Gomes (Rock in Rio – O Musical, Beatles num céu de diamantes, O médico e o monstro, Les Misérables) e Marcello Escorel (A Grande Viagem do Doutor Tchecov, Cheiro de Chuva, Vaidades e Tolices).

“É uma personagem que já não imaginava fazer. Teve uma peça na escola que me colocaram para fazer a Ama. Todas as meninas fizeram a Julieta, mas eu era muito alta. Teoricamente eu também não tenho o perfil do que se espera de Julieta, né? Itália medieval, uma Julieta negra? Por isso também me sinto muito honrada de ter essa oportunidade, é um papel que eu pensava ser meio inacessível para mim”, confessa Bárbara.

Já conhecido de musicais como “Cantando na chuva”, Thiago comenta sua primeira vez ao interpretar um texto de Shakespeare: “Eu acho que todo ator não só almeja, mas tem que viver pelo menos uma vez o teatro Shakespeariano. E contar a história do Romeu com a Julieta, que é a maior história de amor que tem, ainda mais na linguagem do teatro musical, está sendo uma aventura muito grande!”.

Para Guilherme Leme Garcia a escolha do repertório veio com naturalidade. “Quando comecei a pensar no espetáculo ele não era nem musical, na verdade. Mas, toda vez que eu ouvia Marisa, eu pensava ‘Nossa, essa canção ficaria tão linda nessa cena’. Quando o Gustavo Gasparani, que entrou para fazer o processo de criação, propôs que o espetáculo fosse inteiro com músicas da Marisa, topei na hora!”

“Sou muito próximo da Marisa e o meu universo se aproxima muito do dela”, comenta Gasparani. A ideia teve o aval de Aniela Jordan: “As canções casam como se tivessem sido escritas para a peça”, completa.

“Romeu e Julieta” é a vigésima quinta produção da Aventura Entretenimento e marca os 10 anos de estrada da empresa. Apresentado pelo Ministério da Cultura e Circuito Cultural Bradesco Seguros, o espetáculo é assinado pela Leme Produções Artísticas, em parceria com a Aventura Entretenimento, dos sócios Aniela Jordan, Fernando Campos, Luiz Calainho e Patrícia Telles. O musical conta com o patrocínio da Riachuelo e do apoio dos elevadores Atlas Schindler, do BMA Advogados e da LG Electronics – com sua linha LG OLED TV THINQ AI. E em Porto Alegre a Produção local é da Opus Promoções.

 

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Romeu + Julieta Foto: Caio Gallucci

Ficha Técnica

Concepção e direção: Guilherme Leme Garcia

Adaptação e roteiro musical: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche

Colaboração artística: Vera Holtz

Direção musical: Apollo Nove

Direção Vocal, Arranjos Vocais e Arranjos Adicionais: Jules Vandystadt

Direção de movimento e Coreografia: Toni Rodrigues

Esgrima: Renato Rocha

Cenário: Daniela Thomas

Figurino: João Pimenta

Visagismo: Fernando Torquatto

Desenho de luz: Monique Gardenberg e Adriana Ortiz

Desenho de som: Carlos Esteves

Produção de elenco: Marcela Altberg

 

Elenco: Bárbara Sut (Julieta), Thiago Machado (Romeu), Jorge Neto (Mercuccio), Stella Maria Rodrigues (Ama), Claudio Galvan (Frei Lourenço), Kacau Gomes (Sra. Capuleto), Marcello Escorel (Sr. Capuleto), Lincoln Tornado (Teobaldo), Bruno Narchi (Benvólio), Neusa Romano, Max Grácio, Kadu Veiga, Diego Luri, Saulo Segreto, Daniel Haidar, Gabriel Vicente, Lara Suleiman, Laura Carolinah, Luci Salutes, Marcelo Ferrari, Thiago Lemmos, Gabi Porto, Igor Miranda, Santiago Villalba, Juliana Gama.

 

SERVIÇO:

Musical Romeu e Julieta

Dias 10 e 11 de novembro

Sábado, às 21h, e domingo, às 16h e 20h
Teatro do Sesi (Avenida Assis Brasil, 8.787 – Sarandi – Porto Alegre)

 

INGRESSOS:

Setor Inteira Meia-Entrada
Mezanino Popular R$ 75,00 R$ 37,50
Mezanino R$ 100,00 R$ 50,00
Plateia Alta R$ 120,00 R$ 60,00
Plateia Baixa R$ 120,00 R$ 60,00

 

– 50% de desconto para sócios do Clube do Assinante RBS somente na estreia – limitado a 100 ingressos e vendas apenas na bilheteria;

50% de desconto para titulares dos cartões Zaffari Card e Bourbon Card, somente para estreia, adquiridos apenas na bilheteria – limitado a 100 ingressos;

– 10% de desconto para sócios do Clube do Assinante RBS nos demais ingressos.

* Crianças até 24 meses que fiquem sentadas no colo dos pais não pagam;
** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo;

*** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais no Rio Grande do Sul:
– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br
– PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– APOSENTADOS E/OU PENSIONISTAS DO INSS (que recebem até três salários mínimos) mediante apresentação de documento fornecido pela Federação dos Aposentados e Pensionistas do RS ou outras Associações de Classe devidamente registradas ou filiadas. Válido somente para espetáculos no Teatro do Bourbon Country e Auditório Araújo Vianna.
– DOADORES REGULARES DE SANGUE mediante apresentação de documento oficial válido, expedido pelos hemocentros e bancos de sangue. São considerados doadores regulares a mulher que se submete à coleta pelo menos duas vezes ao ano, e o homem que se submete à coleta três vezes ao ano.

****Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

*****Descontos não cumulativos a demais promoções e/ ou descontos.

 

CANAL DE VENDAS:

Ingresso Rápido

https://www.ingressorapido.com.br/event/10437/d/46027


Loja Multisom
(Rua dos Andradas, 1001 LJ 01/02 – Centro Histórico – Porto Alegre – RS

(51) 3931-5381

Porto Alegre: 4º POA Jazz Festival promove debates para discutir o cenário cultural

Porto Alegre: 4º POA Jazz Festival promove debates para discutir o cenário cultural

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Durante o mês de novembro, o POA Jazz Festival vai realizar três debates quem têm por objetivo analisar e discutir os desafios do mercado cultural, as políticas para a área e o jornalismo cultural. Os debates – que trazem como convidados grandes especialistas, jornalistas, gestores e produtores culturais – acontecem no StudioClio, com inscrições gratuitas pelo email contato@poajazz.com.br. As vagas são limitadas.

No dia 11 de novembro, domingo, às 16h, os jornalistas culturais Juarez Fonseca (crítico de música do jornal Zero Hora), Paulo Moreira (coordenador de música da Prefeitura de Porto Alegre), Cláudia Laitano (editora executiva da Zero Hora), Zuza Homem de Melo (crítico de música e escritor) e Carlos Calado (crítico de música da Folha de São Paulo) debatem Os caminhos do Jornalismo Cultural na atualidade: perspectivas e inovações. A mediação é do jornalista Roger Lerina (editor do site cultural rogerlerina.com.br).

No dia 20 de novembro, terça-feira, às 19h, as Políticas Culturais: caminhos e propostas para governos e projetos privados serão o tema da conversa entre os gestores culturais Rafael Balle (coordenador do Pró-Cultura RS), Luciano Alabarse (Secretário de Cultura de Porto Alegre) e Flávio Adonis (músico e ex-secretário de Cultura de Canoas). A mediação é de Carlos Badia (curador do POA Jazz Festival).

Já no dia 23 de novembro, quarta-feira, às 19h, o tema é O Mercado Cultural: desafios em tempos de crise econômica, estética e moral. O doutor em Ciência Política Tarson Núñez e os produtores culturais Dedé Ribeiro, Cida Herok, Carlos Branco e Carlos Konrath são os convidados do evento, que tem a mediação de Francisco Marshall (historiador, professor e curador do StudioClio).

“A cultura e sua cadeia produtiva é muito mais do que simples entretenimento, ela pode efetivamente ampliar a contribuição do desenvolvimento econômico e social do Brasil”, afirma Carlos Badia, curador do POA Jazz Festival, junto com Carlos Branco e Rafael Rhoden. “Por isso, o POA Jazz busca não só trazer grandes espetáculos para Porto Alegre, mas incentivar a reflexão, a formação e a educação musical”, conclui Badia.

A 4ª edição do POA Jazz Festival – acontece entre os dias 9 e 11 de novembro, no Centro de Eventos do BarraShoppingSul, em Porto Alegre/RS – trará nove grandes atrações do jazz nacional e internacional. A programação completa já foi divulgada e os ingressos estão à venda pelo site www.blueticket.com.br e pontos de venda físicos (confira a lista completa no serviço abaixo). Além dos shows, a 4ª edição do Festival terá outras atividades paralelas, como lançamento de livros, masterclasses e oficinas musicais. O jornalista e crítico musical Zuza Homem de Mello é o homenageado desta edição.

Entre os grandes nomes do jazz internacional que farão parte do Festival, estão o prestigiado saxofonista italiano de origem indiana Rudresh Mahanthappa – eleito sete vezes como o Sax Alto do ano pela crítica internacional (Downbeat Magazine 2018), as argentinas do grupo Bourbon Sweethearts e o Mariano Loiácono Quinteto. Do Rio de Janeiro, apresentam-se Gilson Peranzzetta Trio, além de outro trio formado por Maurício Einhorn, Nelson Faria e Guto Wirtti. De São Paulo, dois destacados grupos estarão presentes: Edu Ribeiro Quinteto e Vítor Arantes Quarteto – vencedor do Concurso Novos Talentos do Jazz, uma parceria entre os festivais Savassi / POA JAZZ / SAMPA JAZZ. A música do Rio Grande do Sul está presente com a apresentação do grupo Instrumental Picumã e do grupo Marmota Jazz, que abre o festival e terá como convidado o cantor Pedro Verissimo. Confira o line up no serviço abaixo.

Serviço – Debates POA Jazz Festival

  • Dia 11 de novembro, domingo, às 16h – Os caminhos do Jornalismo Cultural na atualidade: perspectivas e inovações

Convidados: Juarez Fonseca, Carlos Calado, Zuza Homem de Mello, Cláudia Laitano e Paulo Moreira. Mediação: Roger Lerina

  • Dia 20 de novembro, terça-feira, às 19h – Políticas Culturais: caminhos e propostas para governos e projetos privados

Convidados: Rafael Balle, Luciano Alabarse e Flávio Adonis. Mediação Carlos Badia

  • Dia 23 de novembro, quarta-feira, às 19h – O Mercado Cultural: desafios em tempos de crise econômica, estética e moral

Convidados: Dedé Ribeiro, Cida Herok, Carlos Branco, Carlos Konrath e Tarson Núñez. Mediação: Francisco Marshall

Local: StudioClio –  Rua José do Patrocínio, 698 – Cidade Baixa

Entrada franca com inscrições prévias pelo email contato@poajazz.com.br. 90 vagas por dia

 

Shows

De 9 a 11 de novembro de 2018 – sexta-feira, sábado e domingo

Local: Centro de Eventos do BarraShoppingSul

Avenida Diário de Notícias, 300 – bairro Cristal – Porto Alegre – Rio Grande do Sul

Lotação: 1200 pessoas por noite

Abertura dos portões: 19h

Horário dos shows: a partir das 20h

Ingressos: http://www.blueticket.com.br/grupo/poajazz

Pontos de vendas: Lojas Multisom (Porto Alegre, Caxias do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Canoas, Cachoeirinha, Pelotas e Passo Fundo)

Pontos de venda em Porto Alegre – endereços:

Multisom Rua das Andradas, 1001, Centro – Ver no mapa 

Multisom Praia de Belas Shopping (Avenida Praia de Belas, 1181, Praia de Belas) – Ver no mapa
Multisom Bourbon Shopping Ipiranga (Avenida Ipiranga, 5200, Jardim Botânico) – Ver no mapa 

Multisom Barra Shopping Sul (Avenida Diário de Notícias, 300 – Lojas 1040 a 10) – Ver no mapa

Multisom Shopping Iguatemi (Avenida João Wallig, 1800 – Loja 109) – Ver no mapa

Avulsos: R$ 90 por noite (R$ 45 meia-entrada)

Passaporte: R$ 210 para as três noites (R$ 105 meia-entrada)

Formas de pagamento: Dinheiro/ Débito/ Crédito (10 x com acréscimo)

 

Website oficial: http://www.poajazz.com.br

Facebook: @portoalegrejazzfestival

Hashtag para redes sociais: #PoaJazz2018

 

Line Up

Dia 9 de Novembro – SEXTA-FEIRA

Marmota Jazz e Pedro Verissimo (POA)

Bourbon Sweethearts (ARG)

Rudresh Mahanthappa (INDIA)

 

Dia 10 de Novembro – SÁBADO

Vítor Arantes Quarteto (SP) – vencedor do Concurso Novos Talentos do Jazz

Mariano Loiácono Quinteto (ARG)

Edu Ribeiro Quinteto  (SP)

 

Dia 11 de Novembro – DOMINGO

Instrumental Picumã (RS)

Maurício Einhorn + Nelson Faria + Guto Wirtti (RJ)

Gilson Peranzzetta Trio (RJ)

Com curadoria geral do produtor e músico Carlos Badia e assessoria de curadoria de Carlos Branco e Rafael Rhoden, o POA Jazz Festival é uma realização das produtoras Branco Produções, FlyAudio e Experimentais – Cria Cultura. O projeto POA Jazz Festival tem o Patrocínio Master de Multiplan e BarraShoppingSul – 10 anos, com financiamento pela Lei Rouanet/Governo Federal. Patrocínio: Agibank e DuFrio. Apoio: Instituto de Artes da UFRGS, Veterana “cerveja oficial” e Studio Clio.

Porto Alegre: Câmara de Vereadores debaterá manifestações políticas de estudantes em colégios da Capital

Porto Alegre: Câmara de Vereadores debaterá manifestações políticas de estudantes em colégios da Capital

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As manifestações político-partidárias em escolas particulares de Porto Alegre, será debatidas na próxima terça-feira(06.11), no Plenário da Câmara de Vereadores da Capital.  Em vários colégios privados, estudantes tem realizado manifestações contra e pró à eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para presidência do Brasil. Veja no vídeo abaixo  imagens feitas por estudantes do Colégio Rosário, na última segunda-feira.

A vereadora Mônica Leal (PP) abordou nesta quarta-feira, o caso do Colégio Marista Rosário e questionou a nota da escola, que afirma a espontaneidade da manifestação dos estudantes. Ao citar trechos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e da Lei nº 9394/96, que defendem o exercício da cidadania, Mônica Leal questionou o papel da escola como educadora. “Os mais velhos têm a obrigação de orientar e não de incitar ou deixar que se levem por algumas colocações equivocadas”, disse. A vereadora  entrou com um ofício solicitando que o ocorrido seja  pauta de duas Comissões da Casa, a Cedecondh e a Cece. Mônica ainda observou que a eleição de Bolsonaro ocorreu por a população estava cansada com a falta de ética, com a corrupção. “Nós queremos um presidente decente, sério, com rigor no dinheiro público”, disse.

 

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