Complexo Belvedere: Liberada construção de Torre, shopping e hipermercado  em Porto Alegre. Marchezan comemora projeto com investimento de R$ 850 milhões

Complexo Belvedere: Liberada construção de Torre, shopping e hipermercado em Porto Alegre. Marchezan comemora projeto com investimento de R$ 850 milhões

Cidade Destaque Economia Marchezan Negócios Poder Política Porto Alegre prefeitura

 

O prefeito Nelson Marchezan Júnior recebeu nesta quinta-feira, 16, os empresários André Meyer e Cristina Kisslinger, proprietários da Belvedere Empreendimentos Imobiliários. Eles apresentaram o projeto final do empreendimento de R$ 850 milhões. “Finalmente, após 20 anos, o projeto vai sair do papel”, disse Meyer.

A torre comercial, com acesso pela rua Cristiano Fischer, terá 32.000m2 de área construída; 431 vagas de estacionamento; uma praça e uma loja de 4.000m2 com frente para a futura avenida que será construída entre a Salvador França e a Cristiano Fischer. A previsão de inauguração é 2021 e o investimento chega a R$ 200 milhões.

Segundo os empreendedores, o shopping terá 146.500m2 de área total e oito pavimentos, sendo cinco de empresas de serviços e estacionamento, três andares de shopping center, com lojas, cinema, área de lazer e alimentação. A expectativa é que sejam investidos R$ 500 milhões de reais. Com inauguração prevista para 2020 e investimento de R$ 150 milhões, o hipermercado terá área construída de 33.832m2, com dois andares de estacionamento.

Marchezan afirmou que o Complexo Belvedere é um dos 89 projetos prioritários para a cidade. “Faz parte da nossa política de desenvolvimento para Porto Alegre, com a geração de emprego e renda”, afirmou o prefeito. No início da atual gestão, havia mais de 1.200 projetos em processo de licenciamento. Muitos, como esse, há várias décadas.

A partir do decreto 19.741, de maio de 2017, que dá prioridade a empreendimentos de relevante interesse social, cultural e econômico, o prefeito determinou que os projetos com impacto de gerar crescimento para a cidade tivessem sua análise acelerada. “A partir desta iniciativa que estamos conseguindo tirar da gaveta empreendimentos que irão mudar a cara da Capital”, destacou Marchezan.

“Nosso trabalho diário busca destravar os investimentos em Porto Alegre”, afirma o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Leandro de Lemos. Também participaram da reunião o secretário municipal de Comunicação, Orestes de Andrade Jr., técnicos da prefeitura e representantes da empresa Belvedere Empreendimentos Imobiliários.

 

Porto Alegre: Obras do Mercado Público iniciam na próxima semana

Porto Alegre: Obras do Mercado Público iniciam na próxima semana

Cidade Direito do Consumidor Economia Negócios Notícias Porto Alegre prefeitura Trabalho Turismo

Quem circular pelas dependências do Mercado Público a partir da semana que vem, verá uma movimentação diferente no local. Entre segunda e terça-feira (13 e 14), terão início as obras de restauração das escadas laterais do prédio.

De acordo com Adriana Kauer, 2ª secretária da Associação do Comércio do Mercado Público Central (Ascomepc), a reforma foi financiada pelos permissionários e faz parte do projeto do Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI).

“As escadas vão ganhar degraus novos e as laterais metálicas serão restauradas. Nesta obra, trabalharão de três a seis funcionários, de acordo com o cronograma do projeto”, adianta Adriana.

A reforma, executada pela Marcadella Engenharia, deverá ser concluída em 40 dias e não irá alterar o funcionamento do Mercado Público.

 

No início de julho eu visitei o Mercado Público. Confira a reportagem que fiz para o SBT Rio Grande 2* Edição

Porto Alegre: Prefeitura é condenada a indenizar motociclista que se acidentou por causa de buraco em avenida

Porto Alegre: Prefeitura é condenada a indenizar motociclista que se acidentou por causa de buraco em avenida

Cidade Destaque Porto Alegre prefeitura Tecnologia

Os Juízes de Direito da 1ª Turma Recursal da Fazenda Pública dos Juizados Especiais Cíveis do RS mantiveram a condenação do Município de Porto Alegre pela queda de uma motociclista em uma avenida com problemas de pavimentação. A autora moveu ação contra a Prefeitura da Capital pela queda da motocicleta em via pública, que provocou ferimentos e danos materiais no veículo.

O acidente ocorreu na Avenida Assis Brasil, em Porto Alegre, próximo ao viaduto Obirici. Segundo a autora, havia um buraco na pista e em seguida um desnível no asfalto. Uma testemunha confirmou que a vítima trafegava em baixa velocidade.

Na sentença do 1º grau, o magistrado descreveu que neste caso foi patente a omissão do Município, que manteve o asfalto de via pública em péssimo estado de conservação. No local não havia qualquer sinalização ou indicação de que havia um desnível na pista, o que acabou ocasionando o acidente com a demandante quando dirigia sua moto.

A Prefeitura foi condenada a pagar R$ 2.068,67 pelo conserto da motocicleta e pelas despesas médicas, com medicação e transporte. A indenização por danos morais foi fixada em R$ 2.500,00.

A autora recorreu ao Tribunal de Justiça para aumentar o valor da indenização por dano moral.

A relatora do Acórdão, Juíza de Direito Thais Coutinho de Oliveira, em seu voto declarou que a sentença deveria ser confirmada por seus próprios e jurídicos fundamentos.

A magistrada afirmou que era procedente o pedido de condenação do Município e manteve o que foi determinado na sentença, já que ao Município caberia fiscalizar e realizar obras necessárias.

Os valores de indenização foram mantidos, somando R$ 4.568, 67 por danos materiais e morais.

Os Juízes de Direito Laura de Borba Maciel Fleck e Volnei dos Santos Coelho acompanharam o voto da relatora.

Porto Alegre: Marquises e sacadas: multa de R$ 2 mil para quem não apresentar laudo de estabilidade

Cidade Marchezan Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura

O documento tem que ser protocolado no Escritório de Licenciamento (rua Siqueira Campos, 805), dirigido à Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade (Smams), conforme a Lei Municipal nº 6.323/88 e o Decreto nº 9.425/89.

De acordo com a coordenadora de Manutenção Predial da Smams, engenheira Eliana Bridi, a apresentação do laudo é uma obrigação legal que deve ser atendida a cada três anos por todos os proprietários.

Leia mais em Jornal Já

Porto Alegre: Prefeitura refuta pedido de impeachment de Marchezan e lembra que repasses extras tinham aval da Câmara

Porto Alegre: Prefeitura refuta pedido de impeachment de Marchezan e lembra que repasses extras tinham aval da Câmara

Cidade Destaque Marchezan Poder Política Porto Alegre prefeitura

A Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre esclareceu, em nota, neste domingo, que todos os créditos suplementares feitos pela Prefeitura em 2017 foram autorizados pela Câmara de Vereadores. Repasses adicionais à companhia Carris, de transporte público, motivaram o taxista Paulo Adir Ferreira, ex-filiado ao PSDB, a entrar com um pedido de impeachment contra o prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), cuja admissibilidade deve ser votada em plenário, nesta segunda-feira.

O comunicado salienta que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei de Orçamento Anual (LOA) autorizaram o Executivo a remanejar até 10% do total da despesa autorizada por meio de decretos de suplementação. Como o orçamento de 2017 era de R$ 6,9 bilhões, o prefeito tinha, por lei, autorização para realocar até R$ 694 milhões ao longo do ano. A atual gestão garante que só 5,6% desse valor foram usados em aportes à Carris.

De acordo com a Fazenda, o orçamento aprovado para a companhia em 2016, pela gestão anterior, previa só R$ 9,8 milhões, sem levar em conta o histórico de repasses do Município à empresa, que desde 2011 se tornou deficitária. Diante disso, o governo atual teve de suplementar, por decreto, cerca de R$ 39 milhões do total de R$ 694 milhões autorizados pela Câmara a fim de corrigir a insuficiência no orçamento aprovado.

A Fazenda salienta que o montante previsto no orçamento não cobria, sequer, o déficit de um trimestre, com risco de a Carris parar, a partir de julho deste ano, prejudicando mais de 240 mil passageiros transportados diariamente pela empresa.

A Prefeitura lembra, ainda, que as suplementações não ocorreram somente em 2017. Desde 2011, repasses extras vêm sendo feitos para assegurar a viabilidade financeira da companhia.

Diante desse cenário, o Executivo reitera, na nota, que não há fundamento no pedido de admissibilidade de impeachment que tramita no Legislativo. A Prefeitura finaliza dizendo que o pedido não encontra respaldo técnico e legal e que ações como essa só trazem prejuízo à sociedade, além de tumultuar o trabalho na Câmara de Vereadores.

Veja abaixo quanto a mais a Prefeitura teve de aplicar na Carris para manter a empresa pública funcionando:

Ano / Aportes de capital da PMPA na Carris (R$)
2011 10.000.000
2012  3.300.000
2013 30.292.397
2014 49.031.343
2015 47.987.459
2016 55.000.000
2017 48.783.821                                     (Rádio Guaíba)

Porto Alegre: PPS encaminha expulsão de filiado que protocolou impeachment contra Marchezan; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Porto Alegre: PPS encaminha expulsão de filiado que protocolou impeachment contra Marchezan; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Cidade Destaque Direito Marchezan Poder Política Porto Alegre prefeitura

O PPS estadual encaminhou ao Conselho de Ética um pedido de expulsão de Paulo Adir Ferreira dos quadros do partido. O filiado protocolou o segundo pedido de impeachment contra o prefeito Nelson Marchezan Junior (PSDB), desde o início da gestão. Ontem, uma decisão judicial determinou que a Câmara de Porto Alegre analise a admissibilidade do impeachment de Marchezan já nesta segunda-feira, antes de votar dois projetos da Prefeitura que passaram a trancar a pauta, em regime de urgência.

Em nota, o PPS/RS confirmou que o colegiado começou a analisar o pedido de afastamento de Ferreira porque a decisão tomada por ele não representa a posição do partido. Além disso, a legenda garante que mantém apoio a gestão tucana em Porto Alegre.

Nessa sexta-feira, a Justiça acolheu um pedido do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) e concedeu liminar determinado que a Câmara analise, já na próxima sessão, o pedido de impeachment contra Marchezan Júnior. Partiu de Ferreira a iniciativa de procurar o departamento jurídico do Simpa para reforçar o pedido de votação do processo na Câmara, o quanto antes.

A decisão da desembargadora Lúcia de Fátima Ceveira, do Tribunal de Justiça, leva em conta o Decreto-Lei Nº 201, de 1967, que determina que, de posse da denúncia, o presidente da Câmara, na primeira sessão, determine a leitura e consulte a Câmara sobre o recebimento.

Esse é o segundo pedido de afastamento contra o prefeito tucano. No ano passado, a Câmara rejeitou o primeiro. A peça chegou à Casa em 2 de julho. O presidente do Parlamento, Valter Nagelstein (MDB), disse que vai analisar a decisão e ainda não informou se pretende recorrer.

O pedido de impeachment leva em conta um repasse de recursos para a Carris sem autorização do Legislativo. A ação é assinada por um ex-colega de partido de Marchezan e ex-candidato a deputado federal, Paulo Adir Ferreira. O ofício está amparado no descumprimento, por parte do Executivo, ao que determina o Orçamento aprovado pela Câmara. Na ocasião, o Legislativo aprovou orçamento de R$ 9,8 milhões para a Carris, mas Marchezan determinou repasse de R$ 48,7 milhões, ultrapassando em quase R$ 40 milhões o montante aprovado pelos vereadores.

Câmara já rejeitou impeachment de Marchezan

Em 2017, a Câmara rejeitou o primeiro pedido de impeachment contra Marchezan, por 28 votos a sete. Apenas as bancadas do PT e do PSol se posicionaram pela continuidade do processo. A solicitação de afastamento havia sido protocolada por um grupo de taxistas sob alegação de que o município vinha abrindo mão de receitas ao não cobrar de motoristas de aplicativos como Cabify e Uber a taxa de gerenciamento operacional (TGO).

Confira nota do PPS/RS

Porto Alegre, 13 de julho de 2018.

Diante da insistência do filiado Paulo Adir Ferreira em sustentar o pedido infundado de impeachment do prefeito de Porto Alegre Nelson Marchezan Jr,, inclusive com irresignação a decisão do Presidente da Câmara de Vereadores na condução deste expediente, não resta outra alternativa se não encaminhar o citado para o conselho de ética do PPS/RS PARA AVALIAR PEDIDO DE EXPULSÃO. A decisão foi tomada pelo diretório do PPS de Porto Alegre e encaminhada ao Diretório Estadual do partido que deu início a análise. Diante de tal fato o Diretório Estadual do PPS vem ressaltar que:

1) A decisão do filiado não foi apresentada e nem debatida em nenhum momento com os membros da Executiva do partido, seja diretório municipal ou estadual.
2) O PPS de Porto Alegre respalda a administração municipal conduzida pelo prefeito Nelson Marchezan Jr.
3) O Diretório Estadual avalia um pedido de expulsão do recém filiado que conduz a denúncia.

César Baumgratz
Presidente do PPS/RS

Élvio Santos
Secretário-Geral do PPS/RS

Gilson Padeiro
Presidente do PPS/Porto Alegre

Porto Alegre: Câmara deve atender liminar e pautar impeachment de Marchezan na segunda-feira; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Porto Alegre: Câmara deve atender liminar e pautar impeachment de Marchezan na segunda-feira; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Cidade Comportamento Destaque Direito Marchezan Poder Política Porto Alegre prefeitura

O presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, vereador Valter Nagelstein (MDB), não vai recorrer da liminar concedida ontem pelo Tribunal de Justiça que manda priorizar, em plenário, a votação da admissibilidade do impeachment do prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB). Essa portanto, deve ser a primeira pauta a ser discutida na sessão da tarde de segunda-feira, antes mesmo dos projetos ainda pendentes de votação, dentre os enviados pelo governo municipal em regime de urgência.

Neste sábado, Nagelstein reclamou das decisões do Judiciário que, segundo ele, vêm interferindo diretamente nos trabalhos do Legislativo. “Chamei uma reunião do Colégio de Líderes para a segunda-feira, às 11h, e devo colocar o processo envolvendo o pedido de impeachment em votação na sessão que ocorre à tarde”, declarou.

imagem.php
Desembargadora Lúcia de Fátima Ceveira

Na noite passada, o Tribunal de Justiça acolheu recurso do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) e concedeu liminar determinado que a Câmara analise, já na próxima sessão, o pedido de impeachment contra Marchezan. Conforme a desembargadora Lúcia de Fátima Ceveira, após recebimento da denúncia, o presidente da Câmara é obrigado na primeira sessão, a ler e consultar o Parlamento sobre o teor do ofício. A liminar acatou as argumentações da assessoria jurídica do Simpa, acionada a pedido do autor do pedido de afastamento do prefeito, Paulo Adir Ferreira, ex-filiado ao PSDB e hoje integrante do PPS.

Segundo a denúncia, Marchezan cometeu supostas irregularidades ao repassar verbas para a Carris em valores acima dos autorizados pela Câmara na lei orçamentária. Devido à insistência de Ferreira em sustentar o pedido contra o prefeito, o PPS gaúcho confirmou que vai examinar a expulsão dele dos quadros do partido, ao refutar a postura do correligionário.

Câmara já rejeitou impeachment de Marchezan

Em 2017, a Câmara rejeitou o primeiro pedido de impeachment contra Marchezan, por 28 votos a sete. Apenas as bancadas do PT e do PSol se posicionaram pela continuidade do processo. A solicitação de afastamento havia sido protocolada por um grupo de taxistas sob alegação de que o município vinha abrindo mão de receitas ao não cobrar de motoristas de aplicativos como Cabify e Uber a taxa de gerenciamento operacional (TGO).

SP: Prefeitura muda plano de concessão do Ibirapuera. França diz que plano para Ibirapuera não foi bem discutido; para Covas é ‘muito cedo’ para apontar motivação política na contestação; por Bruno Ribeiro/O Estado de S.Paulo

Negócios Notícias prefeitura

A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta sexta-feira, 13, que terá de fazer mudanças na concessão do Parque do Ibirapuera, na zona sul. O governador do Estado, Márcio França (PSB), enviou ofício nesta sexta ao prefeito Bruno Covas (PSDB), solicitando a retirada de uma área de propriedade do governo estadual do projeto, o Autorama, alegando que a ideia não foi bem discutida. O edital de concessão ainda não tem data para sair.

ARBX - 11/01/2015 - SÃO PAULO - CIDADES / CALOR / IBIRAPUERA - Manha de calor no parque Ibirapuera. Foto: Rafael Arbex / Estadão
No Autorama fica boa parte das vagas de estacionamento do parque, que tinham uma previsão de gerar até R$ 5 milhões por mês em receitas para o futuro gestor do parque Foto: Rafael Arbex/Estadão

Segundo Covas, na área do Autorama fica grande parte das vagas de estacionamento do parque, com arrecadação prevista de até R$ 5 milhões por mês em receitas para a empresa que vencesse a concessão. Seria com esses recursos que o concessionário cuidaria de outros cinco parques paulistanos, como previa a proposta original.

A ideia é que uma empresa pudesse explorar o Ibirapuera comercialmente, mas sem cobrar entrada, e em troca cuidasse do próprio Ibirapuera e de outros cinco parques. Agora, o futuro gestor terá de manter apenas um espaço, o Lageado, no extremo leste da cidade. A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

Porto Alegre: Definida empresa que vai projetar Centro de Convenções ao lado do Beira-Rio. Contrato vai ser assinado na manhã desta sexta-feira

Porto Alegre: Definida empresa que vai projetar Centro de Convenções ao lado do Beira-Rio. Contrato vai ser assinado na manhã desta sexta-feira

Agenda Cidade Destaque Economia Negócios Porto Alegre prefeitura Turismo

A Prefeitura de Porto Alegre firma, com a Mafra Arquitetura, na manhã desta sexta-feira, o contrato de elaboração do projeto arquitetônico do Centro de Convenções e Eventos da Capital, a ser erguido em uma área de 3,7 hectares, vizinha ao estádio Beira-Rio, no bairro Praia de Belas.

A empresa vai ter 10 meses para concluir o trabalho, a um custo de R$ 910 mil. A Caixa Econômica Federal é a gestora dos R$ 60 milhões destinados pela União ao projeto via PAC Turismo, a fundo perdido.

A assinatura ocorre um mês e meio depois que o Tribunal de Contas do Estado (TCE/RS) reconsiderou a medida cautelar que suspendia o pregão eletrônico para contratar os projetos executivos da obra. O modelo de concorrência havia sido questionado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul. A Prefeitura argumentou, ao se defender, que a suspensão do pregão impunha risco de perda da verba federal.

Desde dezembro de 2013, o Município vem prorrogando o início efetivo do projeto. A atual gestão definiu o terreno, com título de propriedade e viabilidade técnica, e construiu, nos últimos meses, o termo de referência da contratação.

Saiba mais sobre a obra

A expectativa é de que o empreendimento, de proporção suficiente para comportar até 30 mil pessoas por dia, conte ainda com um espaço comercial, ampliando o chamado turismo de negócios da Capital.

A primeira etapa do empreendimento envolve a elaboração dos estudos de viabilidade e dos projetos executivos, orçados em até R$ 3 milhões.

Os R$ 57 milhões restantes vão ser aplicados pela Prefeitura na construção de estruturas operacionais básicas, como estacionamento e área de convenções.

Posteriormente, em parceria com a iniciativa privada, a área recebe a instalação completa de infraestrutura que caracteriza o Centro de Convenções, como auditório, salas de convenções e espaço de alimentação, por exemplo. (Ricardo Pont/Rádio Guaíba)

Porto Alegre: Médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem paralisam atividades na próxima quarta.  Motivo da paralisação é ausência de reajuste salarial à categoria e ameaça da retirada do subsídio; por Heron Vidal/Correio do Povo

Porto Alegre: Médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem paralisam atividades na próxima quarta. Motivo da paralisação é ausência de reajuste salarial à categoria e ameaça da retirada do subsídio; por Heron Vidal/Correio do Povo

Cidade Destaque Marchezan Poder Política Porto Alegre prefeitura

Médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem do Instituto Municipal de Estratégia da Saúde da Família (Imesf) em Porto Alegre vão paralisar as atividades por 24h na próxima quarta-feira. A decisão foi aprovada em assembleia geral da categoria na noite desta quinta, organizada pelo do Sindicato dos Enfermeiros do Estado (Sergs) e Sindisaúde-RS.

Com a medida o atendimento dos mais de 100 postos da atenção básica de saúde em Porto Alegre não devem prestar atendimento à população. Os postos servem, prioritariamente, às necessidades de saúde da população de baixa renda.

O motivo da paralisação é a ausência de reajuste salarial à categoria e ameaça de retirada, pela prefeitura, do subsídio de 10% incidente no vencimento básico. “No salário dos enfermeiros a perda do subsídio é uma perda média a R$ 600 por mês”, informou o presidente do Sergs, Estêvão Finger.

Da administração Marchezan, a categoria exige, no mínimo, reposição salarial da inflação do INPC no período dos últimos 24 meses, num índice calculado em 6%. O Sindicato Médico do Estado comunicou ao Sergs, segundo Finger, que a acompanhará a decisão da assembleia do Imesf.

Na semana seguinte após a paralisação de 24h será realizada nova assembleia geral. Se não houver avanço nas negociações com a prefeitura, o que ainda não aconteceu nos últimos dois anos, conforme o presidente do Sergs, poderá ser votada greve geral dos trabalhadores. Ao todo são 1 mil profissionais.