Segurança Pública: Fundo comunitário e reaproveitamento de servidores estão entre projetos sancionados por Sartori

Segurança Pública: Fundo comunitário e reaproveitamento de servidores estão entre projetos sancionados por Sartori

Destaque Sartori Segurança

Em solenidade, o governador José Ivo Sartori sancionou, nesta quinta-feira, 18 projetos voltados para a Segurança Pública. O conjunto de leis inclui desde a instituição de um plano de segurança bancária, isenção de ICMS para compra de veículos e equipamentos, até reaproveitamento de policiais militares e civis aposentados.  De acordo com o governo do Estado, os projetos devem modernizar a estrutura das instituições de Segurança Pública.

Para o presidente da Ugeirm (Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores da Policia Civil do RS), Isaac Ortiz os projetos aprovados na Assembleia são necessários, porém não são suficientes.  Ortiz afirma que é necessário dar continuidade às melhorias nas instituições da segurança pública como, por exemplo, o chamamento dos aprovados nos concurso da Brigada Militar e da Polícia Civil.

Confira os projetos sancionados

– Isenção de ICMS para compra de veículos e equipamentos (PL 286/2017): isenta de ICMS as doações de veículos e equipamentos para doação à SSP; isenção do ICMS para doações de veículos e equipamentos como armas, coletes balísticos, munição, câmeras de videomonitoramento, entre outros, extensivo aos servidores da área para armamento e equipamentos de proteção individual

– Criação do fundo comunitário pró-segurança (PL 268/2017)

– Normas de segurança para estabelecimentos bancários (PL 268/2017)

– Doações de animais da segurança pública (PL 282/2017)

– Alteração do valor do abono de incentivo à permanência dos policiais militares (plc 284/2017)

– Programa especial de reservistas (PL 269/2017): possiblita convocação de policiais militares da reserva para atuação em atividades administrativas, de videmonitoramento, de guarda externa de presídio.

– Programa de reaproveitamento de servidores aposentados da Polícia Civil (PL 276/2017)

– Programa de reaproveitamento de servidores aposentados do IGP (PL 275/2017)

– Programa de reaproveitamento de servidores aposentados da Susepe (PL 277/2017)

– Programa de militares estaduais temporários da Brigada Militar (PL 270/2017)

– Programa de militares estaduais temporários do Corpo de Bombeiros (PL 271/2017)

– Programa de militar técnico temporário (PL 274/2017)

– Programa militar estadual de saúde temporário (PL 272/2017)

– Programa auxiliar temporário na Brigada Militar e Corpo de Bombeiros

– Promoção extraordinária em razão de invalidez ou morte (PL 281/2017)

– Readptação para retorno de PM incapacitados Pa ativa (PL 280/2017)

-Reajuste no valor hora-aula para cursos de Segurança Pública (PL278/2017)

– Adiantamento de numerário (PL 283/2017)          (Correio do Povo)

Sartori confirma que vai colocar projetos das estatais na pauta para votações de janeiro

Sartori confirma que vai colocar projetos das estatais na pauta para votações de janeiro

Destaque Poder Política Porto Alegre Sartori Vídeo

O governador José Ivo Sartori confirmou nesta quinta-feira que vai convocar sessão extraordinária na Assembleia Legislativa para o final de janeiro para a votação do Projeto de Lei Complementar (PLC) de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) do governo federal. Também deverão ser votados os projetos que podem viabilizar a privatização de estatais.

Em entrevista ao Programa Esfera Pública da Rádio Guaíba, Sartori pediu ainda que os parlamentares votem com consciência a adesão ao RRF. “O meu desejo era de ter feito (a votação) ainda nesse período entre o Natal e o Ano Novo. Cada um é consciente da sua realidade. Espero que cada um tenha sua consciência. Vamos convocar a Assembleia no final do mês buscando viabilizar os assuntos que ficaram pendentes, principalmente esse da adesão”, disse Sartori.

Além de confirmar que vai encaminhar para votação a retirada das exigências de plebiscito para a alienação da Sulgás, da Companhia Rio-grandense de Mineração (CRM) e da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), Sartori deixou aberta a possibilidade de que outros projetos semelhantes também sejam encaminhados para a análise na sessão extraordinária. “Aquilo que nós acharmos interessante e necessário para o Rio Grande do Sul (poderá ser encaminhado). Tudo é uma análise, que depende do momento e da ocasião. Estamos fazendo essa análise”, afirmou.

Sartori despista sobre reeleição e cobra unidade em torno do projeto

José Ivo Sartori foi questionado sobre a eleição de 2018. Ele afirmou que não pode dizer que sim nem que não sobre tentar a reeleição e sustentou que o mais importante é avaliar quais partidos seguirão ao seu lado para um eventual segundo mandato.

“Tenho procurado não falar sobre (eleição), mas acolho as interpretações que chegam de todos os lados. Não sou de precipitar as coisas, principalmente as eleitorais. Temos de seguir o que estamos fazendo. Se você olhar para outro lado, perde o foco. É muito cedo para tratar dessa questão. Se eu não posso dizer que sim, também não posso dizer que não”, despistou.

“Tenho colocado para os presidentes de partidos nas conversas que temos que a primeira questão é saber quem vai ficar, quem vai estar junto e de qual maneira. O primeiro é saber se esse projeto serve ou não para o conjunto de quem hoje participa no governo ou oposição. Quero saber se o projeto é válido. Tem que saber quem vai dar sustentabilidade e de qual forma. Não existe outro caminho, as mudanças estão aí”, projetou. (Correio do Povo e Rádio Guaíba)

 

 

 

 

RS: Concurso para a Secretaria da Fazenda do RS oferece salário de R$ 21,4 mil

RS: Concurso para a Secretaria da Fazenda do RS oferece salário de R$ 21,4 mil

Agenda Destaque Direito Poder Política Sartori
 Foram abertas hoje as inscrições para o concurso da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul que abre sete vagas para auditor, com salários de R$ 21.454,81.

Para concorrer, é preciso ter concluído curso de nível superior, em grau de bacharelado, em Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas ou Ciências Jurídicas e Sociais.

As inscrições podem ser realizadas até 16 de janeiro pelo site do Cebraspe – Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos.

Confira aqui o edital.

Concurso

– Vagas: São sete, para auditor do RS (cinco para concorrência ampla, uma reservada para candidatos com deficiência e uma vaga reservada para candidatos negros e pardos).

– Inscrições: começaram nesta segunda-feira e seguem até 16 de janeiro de 2018. Devem ser feitas online, através do site do Cebraspe. A taxa de inscrição é de R$ 182,41. O pagamento deve ser efetuado até 7 de fevereiro de 2018.

– Salário: R$ 21.454,81.

– Requisitos: ensino superior completo, em grau de bacharelado, em Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas ou Ciências Jurídicas e Sociais.

– Prova: 10 e 11 de março de 2018. (Rádio Guaíba)

Brasil está indo tão bem ou melhor do que no governo Lula, diz Meirelles; por Elizabeth Lopes/ Broadcast Estadão

Brasil está indo tão bem ou melhor do que no governo Lula, diz Meirelles; por Elizabeth Lopes/ Broadcast Estadão

Destaque Economia Entrevistas Poder Política Sartori Vídeo

Entrevista completa do Ministro Henrique Meirelles ao programa Agora/Rádio Guaíba, com Felipe Vieira.

 

 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quarta-feira. 13, em entrevista à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul, apostar na vitória de um candidato, nas eleições presidenciais do ano que vem, que priorize uma agenda de mudanças modernizantes na economia brasileira, mudanças que gerem emprego, reduzam a inflação e juros, melhorem a qualidade de vida da população, foquem nas reformas necessárias que o País precisa e fujam das bandeiras populistas.

Indagado se seria este candidato, já que vem pregando pelo País, como condutor da economia brasileira, um discurso baseado nessas premissas, Meirelles voltou a dizer que tomará uma decisão a esse respeito apenas entre final de março e começo de abril do próximo ano.

“Agora é foco total na economia, gosto de olhá-la com números e estamos na direção certa”, destacou Meirelles na entrevista. Ao falar de suas ações para a criação empregos, manutenção da inflação e juros em níveis mais baixos e consolidação do crescimento, ele disse que a atual agenda econômica é liberal e vem contribuindo para reduzir o tamanho do Estado. “Com o estabelecimento do teto dos gastos públicos, o tamanho governo federal – que já foi superior a 20% – chegará a 15% do PIB.” E disse que isso contribui para muitos avanços, inclusive a redução de impostos. “O brasileiro não aguenta pagar mais imposto; mas agora estamos no caminho certo, da modernização da economia.”

Quesrtionado sobre a possibilidade de disputar o Palácio do Planalto, tendo como concorrente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de quem foi presidente do Banco Central, Meirelles disse que mantém uma relação cordial e de amizade com o petista, que o convidou pra ser a autoridade monetária de seu governo. Apesar de manter uma relação de amizade com Lula, Meirelles pontuou que os dois têm pontos de vista diferentes. “Não concordo com a atual retórica de Lula”, disse, reiterando que sob sua batuta, o País está voltando ao rumo certo, depois de enfrentar uma das maiores crises de sua história.

O ministro da Fazenda respondeu também como seria uma eventual disputa entre “criatura e criador”, no caso Lula, que o alçou à vida pública como presidente do BC de sua gestão. Meirelles refutou tal comparação e deixou claro que ao ser convidado para integrar a equipe do então governo petista, como presidente do Banco Central, já tinha uma carreira bem consolidada, inclusive a nível internacional. “E quando Lula me chamou, me deu total autonomia para resolver os problemas do País, o que foi bom para ele e para o governo dele, pois sempre respeitou minhas decisões no BC, mesmo não concordando às vezes.” E alfinetou: “Agora o Brasil está indo tão bem ou melhor (do que na gestão de Lula).”

Sobre o debate que estará em pauta no pleito presidencial do ano que vem, Meirelles disse que “é simples”: “Ou vamos manter a presente política que está dando certo, de crescimento e geração de emprego ou vamos voltar atrás em políticas recessivas e gerar desemprego.” E citou que o governo Temer está sob fogo direto da oposição, “o que é normal, faz parte da democracia”. Meirelles aproveitou a entrevista para alfinetar outro potencial concorrente, o deputado Jair Bolsonaro, dizendo que até o momento ele não esclareceu qual será o seu projeto econômico. “Não está clara linha econômica de Bolsonaro, espero que ele coloque isso com clareza.”

Porto Alegre: Município entrega licença para início das obras no Cais Mauá

Porto Alegre: Município entrega licença para início das obras no Cais Mauá

Agenda Cidade Destaque Marchezan Poder Política Porto Alegre prefeitura Sartori Turismo
 A Prefeitura de Porto Alegre entrega na terça-feira a Licença de Instalação (LI) ao empreendedor Cais Mauá do Brasil S.A, que permite o início das obras de revitalização no local. O ato de entrega ocorre pela manhã no Pórtico Central do Cais Mauá.

Com a emissão da licença, após décadas de tratativas e tentativas de governos diferentes, a renovação do espaço fica mais perto de se concretizar. A primeira fase da obra envolve a reforma dos armazéns do cais. A licitação para reformulação da área é de 2010, realizada ainda pela gestão da ex-governadora Yeda Crusius.

De acordo com o consórcio vencedor, além de espaço para negócios, o cais reformulado vai ter dez novas praças de lazer e mais de 11 mil metros quadrados de áreas verdes. A construção, manutenção e restauração do local compreendem os 3,2 quilômetros de extensão, localizados entre a Estação Rodoviária e a Usina do Gasômetro. A estimativa de investimento privado para todas as obras de revitalização gira em torno de R$ 500 milhões, sem utilização de verba pública.

Os armazéns revitalizados serão destinados à gastronomia, cultura, negócios e comércio. A licença ambiental permite que comecem a terraplanagem e as construções civis à beira do Guaíba. (Rádio Guaíba)

RS: Governo Sartori viverá mês decisivo para aprovar propostas na Assembleia; por Taline Oppitz/Correio do Povo

RS: Governo Sartori viverá mês decisivo para aprovar propostas na Assembleia; por Taline Oppitz/Correio do Povo

Destaque Sartori

Dezembro será um mês decisivo para o governo do Rio Grande do Sul na Assembleia. Nesta semana, o chefe da Casa Civil, Fábio Branco, e o líder do governo no Legislativo, Gabriel Souza, irão ajustar a estratégia para ser colocada em prática visando à aprovação de propostas consideradas essenciais.

Entre as estratégias, muitas polêmicas, como o aval da Casa à adesão ao Plano de Recuperação Fiscal, duas sobre o IPE, de alterações previdenciárias, e as três propostas de emenda à constituição para derrubar a necessidade de plebiscito para viabilizar as privatizações da Companhia de Estadual de Energia Elétrica (CEEE), Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e Sulgás.

Também são foco do empenho dos articuladores do Piratini os 19 projetos enviados à Assembleia em novembro, relativos ao pacote exclusivo para a área da segurança pública. Além da preocupação com o cronograma de propostas que são vinculadas ao Plano de Recuperação Fiscal, que o Executivo gaúcho pretende concretizar ainda neste ano, pelo menos com a assinatura do pré-acordo, há consciência de que na retomada dos trabalhos em 2018, após o recesso parlamentar que começa dia 22, mas que será interrompido pela convocação extraordinária, a pauta na Assembleia fica muito prejudicada e os parlamentares bem mais suscetíveis a desgastes que estão atrelados a projetos polêmicos em função das eleições.

Temer publica decreto autorizando venda de ações do Banrisul; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Temer publica decreto autorizando venda de ações do Banrisul; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Agenda Destaque Direito Economia Negócios Sartori Tecnologia
O presidente Michel Temer assinou, nesta quarta-feira, o decreto que permite a venda de ações do Banrisul. O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, confirmou a informação via Twitter. “Boa notícia p os gaúchos: O Presidente @MichelTemer acaba de assinar o Decreto q finaliza o processo q permite a venda de ações do Banrisul”, publicou o ministro.

Com o decreto, o Rio Grande do Sul espera, agora, negociar as ações com investidores estrangeiros e garantir a entrada de recursos em caixa até 14 de dezembro. O Executivo já informou que dinheiro vai ser usado para pagar contas do Estado e colocar os salários de servidores públicos “em dia”.

O Palácio Piratini anunciou em outubro a venda de 49% das ações ordinárias (com direito a voto) da instituição. O Conselho Monetário Nacional, em reunião extraordinária, já havia aprovado a operação para venda de parte das ações do Banrisul.

Bancários reúnem milhares de assinaturas para barrar venda de ações do Banrisul

Em paralelo, os 38 sindicatos de bancários do Rio Grande do Sul preveem reunir 70 mil assinaturas contrárias à venda de ações do Banrisul até o fim de semana, na tentativa de impedir a transação projetada pelo Piratini para ocorrer em dezembro. Conforme a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Estado (Fetrafi/RS), até o momento, foi contabilizada a adesão de cerca de 20 mil pessoas. No entanto, entidades de cidades maiores, como Porto Alegre, Pelotas e Santa Maria, ainda não repassaram o número coletado.

Segundo o entendimento do coletivo jurídico da Fetrafi, está sendo ferido o artigo 22 da Constituição Estadual, que prevê consulta popular para extinção, fusão, incorporação ou cisão do Banrisul.

Recuperação fiscal

Na última semana, a Secretaria do Tesouro Nacional rejeitou o pedido do estado de assinatura de pré-acordo de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal. Para o Tesouro, o Rio Grande do Sul descumpre um dos três requisitos de habilitação para entrada no regime.

O Piratini espera que, em uma Câmara de Conciliação e Arbitragem, que se reúne pela primeira vez, na tarde desta quinta, se chegue a um consenso sobre esse cálculo, que difere do aprovado pelo Tribunal de Contas do Estado. A Câmara, com o auxílio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RS) e da Advocacia-Geral da União (AGU), vai intermediar a adesão ao regime. O Rio Grande do Sul negocia a adesão ao regime de recuperação fiscal, a exemplo do que já ocorreu com o Rio de Janeiro, em setembro.

RS deve atingir menor índice de mortalidade infantil em 2017

RS deve atingir menor índice de mortalidade infantil em 2017

Destaque Poder Política Sartori Saúde

O Rio Grande do Sul deve atingir em 2017 o menor índice de mortalidade infantil em sua história. A revelação é do secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, que participou como convidado da última sessão ordinária desse ano da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina, realizada na manhã de sábado passado na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. “Vamos atingir a meta de ficar abaixo de 10 óbitos para cada mil nascidos vivos. Nenhum estado brasileiro conseguiu ficar abaixo desse índice”, afirmou.

Nos últimos 30 anos, segundo ele, a mortalidade infantil ficava entre 30 e 50 no RS. As causas dos óbitos mudaram em comparação às décadas anteriores. “A mortalidade infantil neste momento não se dá mais por problemas como desnutrição e qualidade da água. Hoje é diferente. Ela ocorre mais por dificuldades do pré-natal, que não é feito em alguns casos, ou pelo atendimento do recém-nascido acontece em unidades que não são as mais adequadas”, explicou.

O secretário também destacou a queda nos índices de mortalidade materna no RS. “Ela está um pouco abaixo dos 30 óbitos de mulheres para cada 100 mil partos”, anunciou. “Já esteve o dobro, em 60 óbitos, nos últimos anos”, recordou, acrescentando como fatores positivos a melhoria das condições de pré-natal e de parto. “Em princípio, o enfrentamento é o mesmo para mãe e filho pois ambos tem os mesmos riscos”, resumiu.

João Gabbardo dos Reis comemorou também o fato de que 2017 vai encerrar sem que o RS tenha registrando nenhum caso de dengue, zika e chikungunya. “Isso é inédito. Nunca aconteceu isso”, observou. Um dos motivos, supôs, é que as famílias ficaram assustadas com os casos de má-formação do cérebro de bebês, conhecida como microcefalia. O secretário disse que houve então uma preocupação maior da população em relação ao combate ao mosquito. “Quando era apenas dengue, a preocupação era uma. Com a possibilidade de ter um filho, um neto, um vizinho com microcefalia, as famílias se mobilizaram mais”, constatou.

Durante a última sessão ordinária desse ano da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina ocorreu a cerimônia de concessão do título de membro honorário da instituição ao professor Cláudio Laks Eizirik, que ministrou em seguida uma palestra sobre a psicanálise no século 21, abordando os desafios da especialidade em um novo mundo, no qual a biologia molecular a cada dia desvenda novos aspectos das doenças. (Correio do Povo)

Pacote de segurança para o RS prevê isenções, novo órgão para presídios e reaproveitamento de servidores. Dezenove projetos de lei foram apresentado hoje no Piratini; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

Pacote de segurança para o RS prevê isenções, novo órgão para presídios e reaproveitamento de servidores. Dezenove projetos de lei foram apresentado hoje no Piratini; por Samantha Klein/Rádio Guaíba

Destaque Poder Política Sartori Segurança Vídeo

O governo gaúcho vai encaminhar à Assembleia Legislativa um pacote com 19 projetos de lei para a área da Segurança. As propostas serão protocoladas até a próxima terça-feira, sem regime de urgência. “Estamos encaminhando à Assembleia Legislativa o maior conjunto de projetos de lei na área da Segurança Pública dos últimos 30 anos”, afirmou o governador José

A apresentação dos projetos ocorre no fim do que o secretário de Segurança Pública, Cezar Schimer, chama de o “ano da Segurança no Rio Grande do Sul”. O conjunto de medidas foi apresentado à imprensa em cerimônia no Palácio Piratini, com toda a cúpula do governo. O foco abrange isenção de impostos, aumento do efetivo policial e reaproveitamento de servidores.

Entre as medidas, está a criação de um novo órgão para o gerenciamento do sistema prisional. Batizada de Subsecretaria de Administração Prisional, a estrutura vai conceber as iniciativas que serão executadas pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe). A meta é contar com uma equipe de até dez pessoas trabalhando exclusivamente em políticas para o setor. A justificativa é que a demanda cresceu muito nos últimos anos com o aumento do número de presos e unidades prisionais no Rio Grande do Sul.

A respeito da criação da Subsecretaria, Schirmer disse que a ideia é resolver gargalos que hoje comprometem o sistema. “Temos problemas de recursos que não foram aplicados na construção de presídios. Parte da responsabilidade é do Estado e da União. O ex-secretário está sendo processado porque devolveu R$ 60 milhões e uma penitenciária não foi construída. A Secretaria da Segurança é muito grande”, reconhece.

Ainda na expectativa de reestruturar a Pasta, o projeto prevê a extinção de cinco departamentos e 14 divisões, o fim de 98 cargos em comissão e a criação de 18 funções gratificadas.

Diante dos recorrentes arrombamentos e explosões em bancos, em especial no interior do Estado, um dos projetos do pacote estabelece novas normas de segurança, a serem estabelecidas para o sistema bancário, como exigência de compartilhamento das imagens de videomonitoramento.

O pacote também envolve um projeto que vai permitir a isenção de ICMS para empresários que comprarem viaturas, sistemas de videomonitoramento e materiais a serem doados à Secretaria de Segurança, e policiais que quiserem adquirir a própria arma. Além disso, o pacote prevê um programa de doação de cães e cavalos que fazem parte das polícias do Estado.

O governo também quer recrutar servidores aposentados da Polícia Civil, da Susepe e do Instituto-Geral de Perícias (IGP), ofertando gratificação de retorno à atividade. Além disso, o pacote propõe a criação de um Cadastro Geral de Contribuintes de estabelecimentos que comprem e vendam mercadorias provenientes de roubo ou furto.

 

Confira a reportagem da TV Piratini sobre o pacote:

Porto Alegre: Feira do Livro tem queda nas vendas pelo segundo ano consecutivo

Porto Alegre: Feira do Livro tem queda nas vendas pelo segundo ano consecutivo

Cidade Comportamento Cultura Destaque Feira do Livro Porto Alegre Sartori Tecnologia Turismo
 A 63ª Feira do Livro de Porto Alegre teve queda de 14% na venda de exemplares no comparativo com o ano passado. O número total de livros comercializados nos dois últimos anos, no entanto, não foi divulgado pela Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL). Em 2014, ocorreu uma diminuição de 19% nas vendas, enquanto em 2015 o crescimento havia sido de 11,25%, com um total de 445 mil exemplares vendidos. Mesmo assim, o saldo é considerado positivo pela organização do evento.

O presidente da CRL, Marco Cena, avalia que as projeções pessimistas previam uma queda de até 30% nas vendas devido ao cenário de desemprego, parcelamento salarial do funcionalismo público e insegurança. Por outro lado, Cena destaca que a presença do público se manteve em 1,4 milhão de pessoas, assim como em 2016, demonstrando a importância da feira para o público. “Se (o visitante) não saiu com um livro embaixo do braço, saiu de alma nova e isso importa muito”, ressaltou.

Para os organizadores, os principais resultados da Feira estão no que diz respeito ao enfoque na diversidade étnica e de orientação sexual, debates com autores negros e programação promovendo o exercício de empatia. Para o presidente da entidade, o evento trouxe uma vitória da sociedade contra a intolerância.

O número de participantes nos debates promovidos durante o evento subiu de 17 mil (2016) para 19 mil (2017). ”A maior conquista foi uma Feira de debates, com respeito, sobre assuntos que estavam nas rodas de conversa e que foram aprofundados”, destaca Jussara Rodrigues, coordenadora da programação para o público adulto.

No total, foram realizadas 739 sessões de autógrafos, 331 palestras e debates e 25 oficinas. Participaram da feira 91 expositores na Área Geral, 13 na Área Infantil e Juvenil e cinco na Área Internacional. O evento, realizado na Praça da Alfândega, no Centro da Capital, teve duração de 19 dias e encerrou neste domingo. (Daiane Vivatti/Rádio Guaíba)