Eleições 2018: Primeiro debate das eleições 2018 promete críticas a Temer e performance de Bolsonaro; por Daniel Weterman, Marcelo Osakabe e Mateus Fagundes/O Estado de S.Paulo

Eleições 2018: Primeiro debate das eleições 2018 promete críticas a Temer e performance de Bolsonaro; por Daniel Weterman, Marcelo Osakabe e Mateus Fagundes/O Estado de S.Paulo

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Em meio ao clima de incerteza nas campanhas sobre a eficiência de ataques diretos a adversários, o primeiro debate presidencial das eleições 2018 na televisão deverá ser permeado de críticas ao governo do presidente Michel Temer. O confronto, agendado para as 22 horas desta quinta-feira, 9, pela TV Bandeirantes, também tem boas chances trazer uma performance de Jair Bolsonaro (PSL) e declarações ácidas de Ciro Gomes (PDT), se depender das previsões traçadas pelas próprias campanhas.

Líder nas pesquisas, o deputado do PSL, cuja campanha trabalha com a expectativa de que ele seja alvo dos ataques no debate, disse que usará o espaço para mostrar “o que pretende fazer para o Brasil”. E o fará independentemente do que lhe for perguntado. “O cara pode perguntar de abóbora e eu responder só abacaxi”, disse Bolsonaro nesta semana, quando questionado sobre seu plano para o debate. A estratégia não é nova. Já foi usada no passado, por exemplo, pelo ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PRP), em entrevistas coletivas.

Ciro, por sua vez, não economizará nas respostas, de acordo o presidente do PDT, Carlos Lupi. “A gente não leva desaforo para casa”, disse o dirigente. Lupi ponderou que Ciro pretende usar debates e outros eventos eleitorais para compensar o tempo escasso no horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. Ainda assim, aproveitou para alfinetar o tucano Geraldo Alckmin ao falar sobre a partilha de tempo no horário eleitoral. “Acredito que Alckmin vai fazer igual Ulysses Guimarães em 1989 – vai ter tempo de TV demais, mas é um sonífero bom”, disse.

Apesar de parte das campanhas trabalharem com a expectativa de que Alckmin poderia protagonizar um embate com Bolsonaro, a campanha do tucano nega que a ideia seja partir para o confronto. Como relatou nesta quarta-feira a colunista do jornal O Estado de S. Paulo, Vera Magalhães, o clima nos partidos é de insegurança sobre a melhor estratégia para atacar o primeiro colocado nas pesquisas quando se retira do cenário o ex-presidente Lula. “Não vamos ficar em cima de candidato. O Brasil tem que discutir como aprovar as reformas, não embate pessoal”, diz o coordenador do programa de governo tucano, Luiz Felipe D’Ávila.
Debate paralelo

O debate da Band, o primeiro entre presidenciáveis nas eleições 2018, não terá a presença do candidato do PT, uma vez que o partido decidiu registrar a chapa encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso na Operação Lava Jato – com o ex-prefeito e virtual plano B do partido Fernando Haddad na vice. Embalado pelo discurso de que Lula deveria estar presente no evento, o PT decidiu realizar uma transmissão paralela pela internet com Haddad. No vídeo, o ex-prefeito vai comentar o que os candidatos disseram na Band.

A reportagem completa está em O Estado de São Paulo.

Eleições 2018: Temer pressionado a desistir de eleição

Eleições 2018: Temer pressionado a desistir de eleição

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Temerosos do contágio que a candidatura pode causar às campanhas do MDB, correligionários do presidente Michel Temer aumentam a pressão para que ele anuncie sua retirada da corrida eleitoral. A ideia é trabalhar a pré-candidatura à Presidência do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles.

(O Globo)

Falta de recursos ameaça futuro do programa Minha Casa Minha Vida

Falta de recursos ameaça futuro do programa Minha Casa Minha Vida

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Enquanto o presidente Michel Temer aproveita as entregas de moradias do Minha Casa Minha Vida como palanque, o orçamento do programa de habitação popular corre o risco de ficar sem recursos para a construção de nenhuma moradia destinada às famílias mais pobres, que ganham até R$ 1,8 mil por mês.

Na reunião da semana passada da junta orçamentária – que reúne os ministros da Fazenda, do Planejamento e da Casa Civil – foi avisado que, se o governo não conseguir reduzir as despesas obrigatórias, como pagamento de salários, previstas para o ano que vem, será preciso cortar uma série de programas sociais e proibir qualquer contratação com impacto fiscal, como as casas do programa, cujo subsídio chega a 90%.

Leia mais em Jornal do Comércio

PF promete concluir investigação contra Temer no caso dos portos em julho

PF promete concluir investigação contra Temer no caso dos portos em julho

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Em conversas reservadas com colegas da PF, o delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pela investigação policial no inquérito dos portos, que investiga o presidente Michel Temer, tem dito que vai concluir as apurações até julho e que não pretende pedir nova extensão de prazos.

No início deste mês, o ministro do STF e relator do inquérito, Luís Roberto Barroso, concedeu mais 60 dias para que a PF realizasse as últimas diligências e analisasse dados da quebra de sigilo de Temer, bem como documentos da operação Skala, que prendeu amigos do presidente e empresários do setor de portos.

Leia mais em BuzzFeed News

Temer completa dois anos de governo e diz que retirou país da recessão

Temer completa dois anos de governo e diz que retirou país da recessão

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Ao completar dois anos de governo neste sábado (12), o presidente Michel Temer usou o Twitter para fazer um balanço de sua gestão. Ele disse que assumiu o cargo com a missão de “retirar o país da sua mais grave recessão, estancar o desemprego, recuperar a responsabilidade fiscal e manter os programas sociais”.

Temer destacou que sua gestão reverteu a recessão de quase 4% ao ano e agora deverá crescer mais de 2%. O presidente ressaltou ainda os dados sobre emprego no país.

Leia mais em Agência Brasil Brasília

Documento da CIA não afeta prestígio militar, diz governo

Documento da CIA não afeta prestígio militar, diz governo

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Coube ao ministro da Segurança, Raul Jungmann, defender militares após revelação de política de execuções de adversários avalizadas por Ernesto Geisel (1974-1979) na ditadura.

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que todo mundo erra. “Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho e depois se arrependeu?”

(Folha de S. Paulo)

PMDB rejeita aliança com tucanos e consolida candidatura de Meirelles

PMDB rejeita aliança com tucanos e consolida candidatura de Meirelles

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Em consulta às bases, a cúpula do PMDB constatou que é forte a rejeição dentro do partido a uma aliança eleitoral com o PSDB do pré-candidato a presidente Geraldo Alckmin. A aliança começou a ser discutida entre as lideranças.

O levantamento foi coordenado pelo ministro Eliseu Padilha e o resultado é claramente contra qualquer aliança com os tucanos: 20 dos 27 diretórios estaduais do PMDB rejeitam a hipótese.

Dos 629 delegados que votam na convenção do partido, um eventual apoio peemedebista à candidatura de Alckmin seria rejeitado por 508 votos.

Leia mais em Jornal Já

Inflação oficial marca 0,22% em abril, diz IBGE; No acumulado de janeiro a abril, a inflação ficou em 0,92%, o menor patamar desde a criação do Plano Real

Inflação oficial marca 0,22% em abril, diz IBGE; No acumulado de janeiro a abril, a inflação ficou em 0,92%, o menor patamar desde a criação do Plano Real

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O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do País, avançou 0,22% em abril, acumulando uma variação de 0,92% nos quatro primeiros meses do ano, o menor patamar nessa base de comparação desde a implantação do Plano Real, em 1994.

Com isso, a inflação oficial ficou em 2,76% nos últimos 12 meses. Ou seja, um pouco abaixo dos parâmetros perseguidos pelo Banco Central, que permite uma tolerância de 3% a 6%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fatores
No mês, o grupo de comunicação contribuiu para segurar os preços diante de uma deflação de 0,07%, enquanto o grupo de transportes registrou um resultado estável na passagem de março para abril.

Por outro lado, os preços do grupo de saúde foram responsáveis por acelerar a inflação no mês. Neste caso, a alta foi ocasionada pelo aumento nos preços de remédios e dos planos de saúde.

Queda consistente
Esse desempenho confirma a trajetória de queda na inflação iniciada desde a implementação das reformas econômicas. Os preços, que já chegaram a marcar dois dígitos, agora acumulam uma alta de 2,76% nos últimos 12 meses. Isso significa mais poder de compra para a população, o que é importante para garantir crescimento econômico.

Para este ano, a expectativa dos principais analistas consultados pelo Banco Central é que a inflação fique em 3,49%, dentro dos parâmetros perseguidos pela instituição. Em 2019, a previsão é de que a inflação marque 4,03%.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do IBGE e Banco Central

Temer desiste e atua por Meirelles

Temer desiste e atua por Meirelles

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Em conversa com aliados do seu círculo pessoal, no Palácio da Alvorada, na tarde de domingo, o presidente Michel Temer confirmou que não irá disputar as eleições de outubro. Reunido com o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles e com dois de seus auxiliares mais próximos, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, o presidente deixou claro que pretende sair de cena como candidato e deu sinais de que irá atuar nos bastidores pela candidatura do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles.

Desde que anunciou o desejo de disputar a reeleição, Temer experimentou o avanço do noticiário policial — ele responde a dois inquéritos no STF — sobre seu grupo político e familiar. Também enfrentou resistências dentro do seu próprio partido, preocupado com os prejuízos financeiros de uma campanha presidencial centrada na sua reeleição. Para auxiliares do presidente, a escalada de notícias negativas e a devassa no passado de Temer tenderiam a piorar muito durante a campanha, o que deixaria o presidente sob constante tiroteio dos candidatos.  A reportagem completa está em O Globo.