Eleições 2018: Cenário confuso adia convenções. Partidos definirão suas candidaturas e apoios no limite do prazo; por Bruno Góes, Cristiane Jungblut, Dimitrius Dantas, Luís Lima e Marco Grillo/O Globo Os pré-candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) - Arquivo O GLOBO

Eleições 2018: Cenário confuso adia convenções. Partidos definirão suas candidaturas e apoios no limite do prazo; por Bruno Góes, Cristiane Jungblut, Dimitrius Dantas, Luís Lima e Marco Grillo/O Globo

 Diante do cenário embaralhado para a composição de alianças, a maioria dos partidos com candidato próprio ou que desejam participar de um novo governo deixou as convenções para os últimos dias do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral. Para apresentar os candidatos à Presidência da República ou anunciar o apoio a outras legendas, os políticos podem realizar suas reuniões entre 20 de julho e 5 de agosto. Mas, por enquanto, os três maiores partidos do país — PT, PSDB e MDB — além da Rede, de Marina Silva, e do Podemos, de Álvaro Dias, marcaram seus encontros para 4 de agosto, na véspera do fim do prazo. O PSB, que se divide entre o apoio ao PT e a Ciro Gomes (PDT), foi ainda mais longe e escolheu a data-limite: 5 de agosto.Em 2014, o cenário era completamente diferente, não apenas pela conjuntura política. O calendário também era outro. À época, o prazo estipulado pela Justiça Eleitoral foi de 10 a 30 de junho. O tucano Aécio Neves foi lançado em 14 de junho. Dilma Rousseff, em 21 de junho. Eduardo Campos (PSB), em 28 de junho — depois de sua morte, a candidatura foi assumida por Marina Silva. Leia mais em O Globo.  

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