‘É uma guerra’, diz Temer após um mês de governo. À Folha presidente fala em avanços de sua gestão, apesar da crise e da Lava Jato Presidente interino, Michel Temer no Clube Naval de Brasília. Foto Lula Marques/Agência PT

‘É uma guerra’, diz Temer após um mês de governo. À Folha presidente fala em avanços de sua gestão, apesar da crise e da Lava Jato

“É uma guerra, tem sido uma guerra”, afirmou o presidente interino, Michel Temer, em entrevista a Valdo Cruz e Gustavo Uribe sobre o primeiro mês de governo. Perdeu dois ministros após delação de político ligado a líderes do PMDB e recuou em decisões como o fim do Ministério da Cultura. Sob pressão popular, de aliados e de adversários, Temer trocou o estilo reservado e paciente por desabafos e manifestações de irritação.

À Folha ele disse que a situação fiscal foi a maior surpresa negativa. Mesmo com desdobramentos da Lava Jato como pedidos de prisão de quatro caciques de sua sigla. “As contas [deixadas pelo governo Dilma Rousseff estão muito piores do que imaginávamos, a Petrobras quebrada, os Correios quebrados, a Eletrobras quebrada.” Apesar do cenário adverso, Temer considera o mês um sucesso por ter mudado a equipe econômica e retomado o diálogo com Congresso. Ele cita a mudança da meta fiscal e a prorrogação da DRU, mecanismo que flexibiliza os gastos federais.
“Votamos projetos com ampla maioria e estamos retomando a confiança no país, não é pouca coisa para um começo de governo.”  Confira a íntegra na Folha de São Paulo.

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