Entidades da segurança pública vão protocolar pedido de impeachment contra Sartori na próxima semana; Eduardo Paganella / Rádio Guaíba Categorias de segurança estudam paralisar as atividades (Foto: Divulgação/Abamf) Categorias de segurança estudam paralisar as atividades (Foto: Divulgação/Abamf)

Entidades da segurança pública vão protocolar pedido de impeachment contra Sartori na próxima semana; Eduardo Paganella / Rádio Guaíba

Categorias de segurança estudam paralisar as atividades (Foto: Divulgação/Abamf)

Categorias de segurança estudam paralisar as atividades (Foto: Divulgação/Abamf)

Um grupo de juristas deve se reunir na manhã desta sexta-feira na sede da Abamf (Associação que representa cabos e soldados da Brigada Militar), em Porto Alegre, para discutir a possibilidade de pedir o impeachment do governador José Ivo Sartori. Ontem, membros de várias associações ligadas ao segmento de segurança se reuniram para discutir atos em protesto contra o parcelamento dos salários do executivo gaúcho. Segundo o presidente da Abamf, Leonel Lucas, até a próxima semana, as entidades devem formalizar um pedido de impedimento do mandato de Sartori, em virtude do parcelamento dos salários do funcionalismo público.

“Existem leis que não estão sendo cumpridas pelo governador. Contratamos um especialista pra falar sobre isso com a gente. O governador não pode parcelar os salários dos policiais e servidores da Segurança Pública. Estamos se reunindo pra pedir o impedimento do governador”, afirmou.

Na última quarta-feira, o governo do Estado confirmou o parcelamento dos salários do funcionalismo público do mês de março de 2016. Os pagamentos serão feitos em nove parcelas, afetando mais de 75% dos servidores gaúchos. Os servidores da segurança pública não descartam também uma paralisação nos próximos dias.

Segundo Leonel Lucas, o medo dos servidores públicos é de que a folha não seja totalmente quitada até o próximo prazo de pagamento, gerando temor de acúmulo de folhas de salários em aberto. No ano passado, salários do funcionalismo público também foram parcelados pelo governo gaúcho, gerando uma onda de protestos no Rio Grande do Sul.

Direito Economia Negócios Notícias Poder Política Saúde Segurança

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *