Estudantes de direito de Porto Alegre são vice campeãs em competição internacional em Washington, D.C.

Estudantes de direito de Porto Alegre são vice campeãs em competição internacional em Washington, D.C.

Meritocracia, substantivo feminino, que significa o predomínio numa sociedade, organização, grupo, ocupação etc. daqueles que têm mais méritos (os mais trabalhadores, mais dedicados, mais bem dotados intelectualmente etc…). A imprensa como todos os outros setores erra todos os dias, mas sempre existe tempo para que os erros sejam corrigidos. Esse final de semana, um anuncio 13592255_1010661572335458_2251894480820722298_nno jornal, me chamou a atenção, tratava de uma perfomance genial de estudantes brasileiras nos Estados Unidos. A história bonita da equipe composta pelas estudantes de direito gaúchas Ana Carolina Campara Brittes e Fernanda Madalosso Guimarães, sob a orientação da treinadora Marina de Almeida Rosa, obteve o vice-campeonato na 21ª Edição da Competição de Julgamento Simulado do Sistema Interamericano de Direitos Humanos, promovida pelo Washington College of Law e pela Academy on Human Rigths na Humanitary Law, da American University, ao enfrentar na rodada final a equipe da Universidad Sergio Aborleda, da Colômbia. A Competição contou com mais de 100 equipes da América, Ásia, África e Europa e ocorreu entre os dias 22 a 27 de maio de 2016, sem o devido destaque da imprensa do Rio Grande do Sul.

A equipe era formada também por quarto observadoras, as estudantes Carolina Oliveira, Carolina Guazzelli, Kelly Cerbaro e Sirlei Pastore.13308676_10153694575930875_336172256760822501_o

A Competição trilingue (realizada em inglês, espanhol e português) promovida pela American University visa instruir advogados, bacharéis em direito e estudantes no uso do Sistema Legal Interamericano de Direitos Humanos como um meio legítimo para a reparação de violações aos direitos humanos.

O processo de preparação do torneio teve duas fases: na fase escrita as estudantes tiveram de apresentar um memorial de acordo com a atuação que lhes foi dada (no caso, defesa do Estado) e, posteriormente, a fase oral no Washington College of Law, em Washington D.C., onde tiveram de enfrentar outras equipes para defender seus argumentos e sustentá-los perante juízes.

O tema desta Competição foi Indústrias Extrativas e Direitos Humanos, sendo o caso hipotético escrito por Katya Salazar e Daniel Cerqueira, da Due Process of Law Foundation (DPLF) – organização sediada em Washington D.C dedica à promoção dos direitos humanos na América Latina.

A equipe gaúcha enfrentou equipes de Joinville, Curitiba, Estados Unidos e Colômbia e, além do vice-campeonato conquistou a melhor defesa escrita geral entre todas as equipes e a melhor defesa escrita entre todos os estados e todas as equipes brasileiras, sendo classificada em 1° lugar nas rodadas preliminares (que classificavam os semifinalistas entre as 20 melhores equipes) em 2° lugar entre as equipes finalistas, sendo, inclusive, a melhor equipe brasileira da Competição.

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