Governo quer mais FGTS no Minha Casa Minha Vida Gestão Bolsonaro estuda uso de recursos do fundo para cobrir gastos com subsídios elevados do programa

Governo quer mais FGTS no Minha Casa Minha Vida

Sem verba para manter o Minha Casa Minha Vida, o governo federal estuda reduzir de 10% para 3% sua participação no subsídio de faixas do programa. Recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) seriam usados para repor essa diferença.

A diminuição da participação seria uma forma de destravar o programa e permitir novas contratações. No fim de abril, o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, anunciou que o governo teria recursos só até junho para manter seu funcionamento.

A redução da participação se daria nas faixas 1,5 e 2 do programa habitacional.

Pelas regras em vigor, os subsídios vão até R$ 47,5 mil nos imóveis da faixa 1,5, voltado p ara famílias com renda até R$ 2.600, e até R$ 29 mil na faixa 2, para as que têm renda até R$ 4.000.

Atualmente a maior parte dos incentivos já vem do orçamento do FGTS (90%). A fatia do Tesouro Nacional seria reduzida para 3%.

Com menos necessidade de aporte do governo, a ex-pectativa é a de que mais famílias possam ser atendidas pelo programa.

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