Há consistência em denúncias de agentes da EPTC atuando no Uber, revela Cappellari; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba Se denúncias se confirmarem, até sete agentes podem ser exonerados. Foto: Ricardo Giusti / CP Memória

Há consistência em denúncias de agentes da EPTC atuando no Uber, revela Cappellari; por Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba

O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, revelou nesta quinta-feira que sete agentes de trânsito da Capital estão sendo investigados por supostamente atuarem como motoristas ligados à empresa Uber. Caso as investigações internas da EPTC comprovem as suspeitas, os servidores públicos serão exonerados de seus cargos por atuarem naquilo que a legislação municipal classifica como “transporte clandestino de passageiros”.

Cappellari informou que, em uma pré-avaliação, é possível dizer que as denúncias têm consistência, o que motivou a EPTC a solicitar ao Uber o cadastro dos atuais motoristas que atuam em Porto Alegre.

“Na nossa avaliação tem (consistência). E por estarmos trabalhando para comprovar que está ocorrendo isso. Através da nossa pré-avaliação, pré-busca de dados, as denúncias começaram a ter consistência. Por isso, agora tomamos outras medidas, como notificar a empresa para que ela nos forneça o cadastro (dos motoristas)”, explicou Cappellari.

Conforme o diretor-presidente da EPTC, o pedido do cadastro foi feito pessoalmente ao diretor de Políticas Públicas do Uber, com quem houve reunião na última semana. Em nome da empresa, Daniel Mangabeira Dantas se comprometeu a repassar as informações solicitadas.

Segundo Cappellari, 58 veículos utilizados por motoristas ligados ao Uber já foram recolhidos desde que a empresa passou a atuar em Porto Alegre. Em março e abril foram 20 apreensões. Até o momento, em maio, foram 10 ocorrências dessa natureza.

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