Britains payday loan collapse that is biggest since Wonga could possibly be from the cards with QuickQuid from the verge of going into management, based on reports

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Britain’s payday loan collapse that is biggest since Wonga could possibly be from the cards with QuickQuid from the verge of going into management, based on reports

The lending company – that offers short-term loans with rates as much as 1,300 % interest – could collapse within times, with Wonga’s administrators Grant Thornton lined up to do this the exact same task with QuickQuid, in accordance with reports from Sky News.

It could mark another casualty in Britain’s pay day loan market because the Financial Conduct Authority earned stricter guidelines in 2014 and 2015. Continue reading

Rita Pinto amplia linha da Frika’s. Jornalista une em seus acessórios, utilidade e qualidade em luxo artesanal; por Ranieri Rizza

Rita Pinto amplia linha da Frika’s. Jornalista une em seus acessórios, utilidade e qualidade em luxo artesanal; por Ranieri Rizza

Comunicação Notícias

A jornalista gaúcha Rita D’ Cunha Pinto em 2018 criou a marca Frika’s, composta de bolsas, necessaires, malas e mantas (essas para compor com as necessaires um conjunto “conforto”, para viagens, por exemplo). As peças. elaboradas manualmente pela própria Rita e um grupo de costureiras autônomas, trazem classificações positivas e sustentáveis não por ela denominadas e sim por quem conhece a confecção. São utilitárias, primam por uma excelente qualidade em material e acabamento e possuem um apelo visual estético que atrai pela leveza e estampas. Devido ao fato desse “handmade” ser cuidadoso e não em grande escala, os produtos tem coleções menores, atemporais e que em muitas vezes se es esgotam rápido. Características de um luxo artesanal e exclusivo.

clutch-beatrix_01Antes de seguir, adiantamos uma novidade. A marca tem essa linha que citamos, a Essential, mas à partir de 2020 contará com a coleção Frika’s Style. Essa nova vertente da grife promete uma sofisticação maior nas peças, mas sem perder a proposta artesanal, o chamado “slow design“. A atentar, os belíssimos tecidos trazidor por Rita em sua última estada em Portugal.

Dona de uma empresa, a Vox Press Comunicações, Rita partiu para a feitura dos seus elogiados acessórios, por uma paixão de infância, quando a própria já tinha o apelido de…Frika (daí esclarecido o nome da marca). Ela lembra que a costura surgiu cedo, na infância. “Não sei bem se comecei a costurar aos cinco ou seis anos de idade, mas o que sei é que cresci em meio a tecidos, agulhas e a um universo criativo e amoroso de avós emprestados. Sim, avós emprestados! Tia Rosa e tio Kalil formavam um casal, que vivia numa casa ao lado da casa de meus pais. Ela costureira e ele vendedor de tecidos. Quanta criatividade, quanto amor e quanto aconchego eu tinha naquela casinha verde. E foi ali que, sem saber, eu já estava dando vida à Frika’s, um sonho que ficou guardado durante anos e que só agora se tornou realidade. É por isso que cada peça da Frika’s é elaborada com muito amor, qualidade e valorizando o fazer manual“.

PONTOS-DE-VENDA

As vendas se dão por Direct através do perfil @frikas_ e por WhastApp +55 51 99115-6794

Fonte Ranieri Rizza

RS: Carência de chuva também afetou produção de citros

RS: Carência de chuva também afetou produção de citros

Comunicação Notícias

O cultivo de citros no Rio Grande do Sul não passou imune à estiagem e já afeta uma fruta típica do inverno. A bergamota montenegrina, cultivada em diferentes cidades do Estado, pode ter uma safra reduzida. Isso porque em propriedades como a de César Schu, em São José do Sul, no Vale do Caí, os danos já ocorreram.
Com o calor e a falta de chuva, conta o produtor, boa parte da bergamota montenegrina semeada em cinco hectares caiu do pé antes de se formar. A produção normal obtida de Schu, de 2,5 mil caixas da fruta (com 25 quilos cada) terá um baque.
“Eu calculo uma perda de 25%. Meu cunhado diz que será maior, de até 50%. Só vamos ter certeza lá na metade do ano, quando colocar essa colheita no mercado”, diz o produtor.

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Bolsonaro promete corte, mas número de cargos e funções comissionadas não cai no 1º ano

Bolsonaro promete corte, mas número de cargos e funções comissionadas não cai no 1º ano

Comunicação Notícias

Em junho de 2018, Onyx Lorenzoni era o coordenador da campanha de Jair Bolsonaro à presidência da República. Em entrevista à agência de notícias Reuters, ele disse que o então candidato planejava um corte “muito intenso” nos cargos em comissão do governo federal, caso eleito.

“O governo vai ser muito enxuto. O nosso conceito é buscar a eficiência”, disse Onyx, que é hoje ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro.

Ao contrário do que disse o ministro, porém, não existiu “corte intenso” de cargos, de funções e de pessoas sem concurso no 1º ano do novo governo — nos cargos de chefia e assessoramento, a redução no acumulado do ano foi de menos de 3%.

Cortes pesados realmente ocorreram, mas em outra área: nas gratificações técnicas, especialmente nas dos servidores das instituições de ensino federais.

Gratificações técnicas são recebidas por servidores que desempenham alguma tarefa extra, de caráter operacional, e geralmente têm valor menor.

Em dezembro de 2018, no fim do governo de Michel Temer (MDB), o número de cargos e funções comissionadas era de 32.694 em todo o poder executivo. No fim de novembro de 2019, o mesmo número era de 31.739, uma redução de apenas 2,9%.

Os dados foram consultados pela reportagem da BBC News Brasil no site do Painel Estatístico de Pessoal (PEP), um portal do Ministério da Economia que traz informações sobre os servidores.

A origem das informações é o Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), do governo federal.

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RS: Número de pedágios triplica e preço sobe em fevereiro em três BRs gaúchas

RS: Número de pedágios triplica e preço sobe em fevereiro em três BRs gaúchas

Comunicação Notícias

Depois de começar 2020 pagando IPVA e IPTU, agora é hora de preparar o bolso para uma leva nova de gastos que vai atingir quem utiliza as estradas gaúchas. Motoristas vão começar a pagar ao trafegar em mais duas rodovias federais, totalizando cinco pedágios.

Considerando os trechos da concessão da CCR ViaSul, hoje com dois postos de cobrança na freeway (BR-290), as novas praças mais que triplicam as áreas com pedágio, pois a empresa passará a um total de sete praças pedagiadas.

Outro fator que vai pesar nas finanças de pessoas físicas e empresas é que haverá reajuste anual das tarifas. Será repassado o IPCA de 12 meses, que ficou em 4,31% em 2019. Mas o período poderá ser de fevereiro de 2019 a janeiro de 2020, cujo acumulado ainda não fechou.

A concessionária não fala em valores e nem da data de reajuste, mas a atualização está prevista no contrato com o governo federal. Caso fosse aplicado o IPCA do ano passado, a tarifa dos automóveis, por exemplo, passaria dos atuais R$ 4,40 para R$ 4,59, ou R$ 4,60, com arredondamento do valor.

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Entidades cobram do Google fim de apps pré-instalados no Android

Entidades cobram do Google fim de apps pré-instalados no Android

Comunicação Notícias

Um grupo de mais de 50 organizações enviou uma carta ao diretor executivo do conglomerado Alphabet, Sundar Pichai, cobrando o fim da pré-instalação de aplicativos em smartphones com o sistema operacional Android. O objetivo é evitar vulnerabilidades que afetem a privacidade e proporcionar aos usuários maior poder de escolha.

Alphabet é o nome do conglomerado criado em 2015 com a ampliação do Google. Além do mecanismo de busca, o grupo reúne o Android, maior sistema operacional do planeta, o Youtube, maior plataforma de vídeo do mundo, linhas de aparelhos (como laptops e smartphones) e subsidiárias desenvolvendo soluções diversas (de carros autônomos a produtos na área de saúde).

O comunicado aponta que fabricantes de dispositivos com o sistema operacional Android estão instalando apps que não podem ser deletados. Embora os aparelhos carreguem um selo de proteção (Google Play Protect), 91% dos programas pré-instalados não são sequer disponibilizados na loja de aplicativos da empresa, a Google Play Store.

“Esses apps pré-instalados podem ter permissões privilegiadas que os deixam operar fora do modelo de segurança do Android. Isso significa que as permissões podem ser definidas pelo app, incluindo o acesso ao microfone, câmera e localização, sem as configurações padrão do Android. Usuários estão totalmente no escuro sobre essas intrusões”, destaca a carta.

As organizações signatárias se preocupam que com isso os compradores desses aparelhos possam ser vítimas de formas de exploração indevida de dados por fabricantes de smartphones baratos, que reduzem o preço e utilizam essas estratégias para ganhar sobre as informações pessoais coletadas.

No texto, as entidades defendem uma série de medidas, como a liberdade do usuário desinstalar o app que quiser, sem que qualquer tipo de vestígio ou serviço de fundo continue rodando, a submissão dos apps pré-instalados às mesmas exigências de segurança da loja de aplicativos da Google e a inclusão de mecanismos de atualização sem utilização de informações dos usuários.

“Acreditamos que essas mudanças justas e razoáveis vão fazer uma diferença enorme para milhões de pessoas em todo o mundo, que não deveriam ter de trocar sua privacidade e segurança pelo acesso a um smartphone”, conclui a carta.

O grupo é formado por organizações de diversos países como Privacidade Internacional, Anistia Internacional, Associação para o Progresso das Comunicações (APC), Fundação da Fronteira Eletrônica (EFF) e por responsáveis por aplicações, como o mecanismo de busca Duck Duck Go e o navegador Tor. Do Brasil, participa a ONG Coding Rights.

Outro lado
Em nota à Agência Brasil, o Google afirmou que define padrões de segurança juntamente aos parceiros. “O Google trabalha com fabricantes parceiros para ajudá-los a melhorar a qualidade e a segurança de todos os aplicativos que eles decidem pré-instalar nos seus dispositivos. Nós oferecemos ferramentas e infraestrutura para ajudá-los a verificar seus softwares em busca de comportamentos que violem nossos padrões de privacidade e segurança. Além disso, o Google também fornece aos parceiros políticas claras sobre a segurança de aplicativos pré-instalados, bem como informações sobre potenciais ameaças que identificamos”, diz o comunicado.

Agência Brasil

RS: Gerson Silva e Fernando Silveira no Valvulados desta 2ª feira, 20 de janeiro

RS: Gerson Silva e Fernando Silveira no Valvulados desta 2ª feira, 20 de janeiro

Comunicação Notícias

O Valvulados desta 2ª feira, 20 de janeiro, vai tratar de publicidade, marketing, comunicação, entre outros assuntos, porque vai reunir um mestre em marketing e um publicitário, super bem sucedidos em suas áreas e que, além de tudo, são amigos e dois caras da melhor qualidade.

Os convidados de Julio Ribeiro para a edição 46 do Valvulados são: Gerson Silva, gerente de marketing da Unimed-Poa, e Fernando Silveira, sócio diretor da Integrada Comunicação e presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do RS.

Gerson é jornalista, tendo atuado na rádio Gaúcha por quase dez anos. Cursou Direito, mas aí se enveredou pelo caminho da Administração e do Marketing, tendo cursado MBA pela UFRGS e mestrado em Administração pela UFRGS e em escolas de negócios de Paris e Barcelona. Nas horas vagas, ele corre pelas ruas de Porto Alegre, para manter a forma, o ritmo do corpo e a cabeça tranquila.

Fernando começou como menor estagiário do Banco do Brasil, aos 14 anos, e antes de migrar para a publicidade e propaganda, também atuou no Banco Itaú e fez boa parte da faculdade de Engenharia Civil na PUC-RS. Trabalhou como redator em algumas das principais agências de propaganda do RS e SC. Há 20 anos dirige a sua própria agência, há cinco anos preside o capitulo gaúcho do Sindicato das Agências de Propaganda e desde dezembro integra a diretoria da Fenapro – Federação Nacional das Agências de Propaganda. Nas horas vagas acompanha os filhos na natação e no futebol.

O Valvulados vai ao ar nesta 2ª feira, das 16h às 17h pelos canais da Rádio Press na internet. No Facebook, acesse a página RÁDIO PRESS PORTO ALEGRE. No Youtube, acesse o canal YOUTUBE.COM/RADIOPRESS.

Mande perguntas nas lives ou pelo whatsapp (51) 99368.5150.

Se, por acaso, você perder a edição ao vivo, pode assistir a todo o conteúdo pelo portal Press (www.revistapress.com.br/radio-press) ou no formato podcast nos diferentes serviços oferecidos no mercado (Spotify, Apple Podcast e Google Podcast).

Fuga de cérebros: os doutores que preferiram deixar o Brasil para continuar pesquisas em outro país

Fuga de cérebros: os doutores que preferiram deixar o Brasil para continuar pesquisas em outro país

Comunicação Notícias

Os jovens pesquisadores brasileiros Bianca Ott Andrade, Eduardo Farias Sanches, Gustavo Requena Santos e Renata Leonhardt têm mais em comum do que apenas o pouco tempo de carreira e a nacionalidade.

Todos são doutores recentes e resolveram deixar o país em busca de melhores oportunidades para desenvolver seu trabalho em um ambiente mais favorável à ciência. Eles seguem uma tendência, não registrada nas estatísticas oficiais, mas que aparece nos muitos relatos de migração de talentos para outros países que vem aumentando, conforme pesquisadores chefes de grupos no país e jovens que foram embora, ouvidos pela BBC Brasil. Uma espécie de diáspora de cérebros, que vem preocupando a comunidade científica nacional, por causa das consequências disso para o desenvolvimento do Brasil.

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Parteiras renascem com mais segurança e técnicas tradicionais

Parteiras renascem com mais segurança e técnicas tradicionais

Comunicação Notícias

Os sonhos frequentes com nascimento de bebês conduziram Naoli Vinaver, de 54 anos, para os caminhos da chamada parteria tradicional. A profissão milenar comemorada nesta segunda-feira (20) tem atraído o interesse de mulheres em todo o país.

Embora seja a única alternativa em diversos municípios, o parto normal e domiciliar auxiliado por parteiras ainda é cercado de mitos e desinformação. Para reverter esse cenário, mulheres que atuam na área buscam regulamentação e visibilidade para se consolidar como alternativa segura e natural.

A parteira Naoli cresceu na área rural de San Andres Tlalnelhuayocan, estado de Veracruz, no México, e alia o conhecimento biomédico às práticas tradicionais, como aplicação de massagens para aliviar as dores do parto e o uso de chás com plantas medicinais. Ao longo de 40 anos de atividade, mais de 1,6 mil crianças já nasceram por meio de suas mãos.

“Durante três meses fiquei sonhando com partos e todos eles eram mulheres parindo, os bebês nascendo e eu ajudando. Os partos vinham com muitos detalhes, como se eu estivesse assistindo uma televisão e eu tinha que ajudar a essa mãe e esse bebê a um nascimento bem-sucedido. Depois dos sonhos, eu tinha que correr para biblioteca e começar a ler para entender o que eu tinha sonhado em um nível de fisiologia, anatomia, compreensão dos processos dos partos”, conta.

Segundo Naoli, nos casos em que atua, a taxa de transferência de mães e bebês para o hospital está abaixo de 2% – semelhante ao registrado pelas parteiras japonesas, consideradas referência no assunto. “Não conto com nenhuma morte materna, nenhuma morte de recém-nascido que não fosse por malformação incompatível com a vida, nenhum bebê morreu na minha mão. Eu me considero bem vinculada com a energia vital, de atrair a vida, de cuidar da vida”, diz.

Em geral, a gestante que opta pelo parto domiciliar com parteiras também faz o acompanhamento com a profissional. Segundo Naoli, o pré-natal inclui toda avaliação padrão, como acompanhamento de pressão sanguínea da mãe, crescimento do bebê, altura uterina, auscultação dos batimentos cardíacos do bebê. Há casos em que a gestante mantém as consultas regulares com médico obstetra.

As consultas com as parteiras, em sua maioria, são realizadas no local onde a gestante fará o parto, se estendem ao período após o nascimento do bebê e incluem o auxílio para amamentação. Quando é identificado risco para mãe ou bebê, o parto domiciliar pode ser descartado.

“É importante que a mulher entenda que biologicamente foi feita numa perfeição para engravidar, parir e maternar. Então, ela tem que reconectar, limpar preconceitos e medos culturais de que ela não é capaz, de que ela não é completa, de que o parto é perigoso. Isso é importantíssimo. A segurança vem do conhecimento, da informação e da conexão dela com o próprio bebê, com os processos do próprio corpo”, destaca.

Para Clarice Andreozzi, de 44 anos, ser parteira tradicional foi um chamado divino, uma missão espiritual. Há 22 anos ela atua na área e já trouxe ao mundo 262 bebês. A decisão, segundo ela, ocorreu após sofrer violência obstétrica em sua primeira gestação. “A minha experiência de maternidade e pós-parto me colocou no apoio às mulheres. Por toda a violência que eu sofri durante o parto, no trabalho de parto. Uma gestação com pouca informação e um parto de muito desamparo e muita dificuldade me fez com que eu tivesse o desejo de acolher, pelo menos, as mulheres que estavam próximas a mim para que elas não sofressem como eu sofri”, conta.

Formada em biologia, a parteira associa conhecimentos técnicos e a espiritualidade para aliviar dores e facilitar a chegada de crianças ao mundo. “Uso muitas ervas durante os partos, banhos de assento e trabalho muito com a esfera da fé, o que a parteria tradicional acrescenta, que são os usos das ervas, das orações. Alio essa parte da parteira tradicional com o conhecimento da técnica para garantir que o trabalho de parto está desenvolvendo bem”, descreve. “Não tem nada mais gratificante, não tem preço e nem como valorar a grande dádiva de ver bebê chegando de uma maneira harmônica. Cada bebê que eu tenho prazer de receber em minhas mãos é uma benção”, acrescenta.

Segundo Clarice, a mulher que opta pelo parto natural tem que buscar informações. “É necessário ter muita consciência do seu corpo, um pré-natal muito bem feito, alimentação boa, estar consciente”, esclarece.

No Distrito Federal, o acompanhamento por uma parteira tradicional varia de R$ 5 mil a R$ 10 mil. O valor é negociado conforme as condições financeiras das gestantes e inclui tanto o período pré-natal, quanto parto e o atendimento após o nascimento do bebê. O trabalho também pode ser remunerado por meio de trocas – tanto de serviços como bens.

Cenário
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 140 milhões de nascimentos acontecem todos os anos, a maioria sem complicações para mulheres e bebês. A organização considera como “razoável” o índice de 15% dos nascimentos por meio de cesárias. No Brasil, 55,6% do total de partos realizados anualmente são cirúrgicos.

Para reverter esse cenário, a Agência Nacional de Saúde (ANS) realiza uma campanha voltada para gestantes e profissionais de saúde sobre os riscos da realização de cesáreas desnecessárias. Um dos objetivos da campanha é reduzir as altas taxas de cesarianas no país e também melhorar a experiência da maternidade para mães e bebês.

A aprendiz de parteira Mariana Almeida, de 33 anos, atua há seis anos na área para assegurar que mulheres possam escolher o parto domiciliar de forma segura e evitar aumentar as estatísticas brasileiras de partos por cesárias de forma desnecessária. Com apoio de ferramentas da medicina chinesa, como acupuntura, ervas e oráculos, Mariana afirma que “auxilia na comunicação do ventre e coração”.

“O parto não se resume apenas ao momento do nascimento, é necessária uma rede de apoio e atenção à mãe e bebê nas primeiras semanas, que são fundamentais para o desenvolvimento humano. Parto é um evento em comunidade, muitas funções estão envolvidas e ocupo hoje lugares orgânicos de acordo com a necessidade de cada família”, afirma.

Segundo Mariana, é preciso assegurar que o parto domiciliar seja realizado em segurança. “[É gratificante] ver o quão revolucionário é para a vida da mulher e para o desenvolvimento de seu bebê passar por uma gestação, parto e pós-parto, de forma respeitosa, com informação de qualidade, baseada na vida e não na doença, com seus direitos preservados, com autonomia sobre seu corpo e seu bebê. É ver a sabedoria que nos antecede tomando seu lugar de volta”, ressalta.

Possibilidade de escolhas
Segundo a ANS, o parto normal favorece o vínculo do bebê com a mãe, fortalece o sistema imunológico e melhora o ritmo cardíaco e o fluxo sanguíneo do bebê, além de favorecer o aleitamento e promover uma recuperação pós-parto mais rápida e menos dolorosa para a mãe.

A musicista e professora Valéria Lehmann Cavalcanti, de 35 anos, espera seu sexto filho e, pela sexta vez, deve realizar o parto em casa. Com gestações de baixo risco, quatro dos seus filhos vieram ao mundo com a ajuda de uma parteira tradicional.

“Às vezes, as pessoas acham que é falta de conhecimento [a escolha pelo parto normal], pelo contrário. Depois de estudar muito sobre o assunto, decidi por isso. Vi que era o mais adequado, o mais correto para a minha situação, porque não era uma gravidez de risco. Avaliando todas as evidências e pesquisas médicas, vi que é melhor do que ir para um hospital”, conta.

De acordo com a OMS, geralmente, um primeiro trabalho de parto não se estende além de 12 horas. Trabalhos subsequentes geralmente não se estendem além de 10 horas.

“O meu primeiro [trabalho de parto] foi o que mais demorou. Foram oito horas de trabalho de parto e aí depois só foi diminuindo o número de horas nas outras gestações. Achei muito bom poder estar livre em casa, na posição que eu quisesse, com meu marido, em um ambiente totalmente confortável para mim. [Um dos meus filhos] nasceu no chuveiro. Cada filho nasceu em um canto da casa”, lembra. “A melhor experiência que tive foi em uma piscina comprada especificamente para o parto. A água alivia muito a dor. O quarto filho foi tão rápido que não deu nem tempo de entrar na piscina”, completa.

Assim como Valéria, a psicóloga Marília Tomé, de 33 anos, também optou pelo parto natural e teve seu filho, o pequeno Tito, de 5 meses, em uma casa de parto particular, em Brasília. A casa tem estrutura hospitalar com o acompanhamento de obstetras e doulas.

“Não queria nenhuma intervenção médica desnecessária no meu corpo ou no corpo do meu bebê, entendendo que o parto natural é um evento biológico natural da mulher, quando não há nenhum problema de saúde com a mulher ou com o bebê, pode acontecer sem nenhuma intervenção medicamentosa ou hospitalar”, explica. “Em um hospital, existe um protocolo de intervenções onde algumas são desnecessárias e agressivas para o bebê, e a mãe tem pouca participação nessas decisões, muitas vezes até sobre as posições mais confortáveis para parir e aliviar as contrações”, completa.

Regulamentação da profissão

Atualmente, tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei (PL) que regulamenta a profissão das parteiras tradicionais. De autoria do deputado Camilo Capiberibe (PSB-AP), a proposta prevê qualificação básica de parteira tradicional, pelo Ministério da Saúde ou por secretarias estaduais de Saúde, além do pagamento de um salário mínimo.

O PL 912/19 estabelece ainda que o Sistema Único de Saúde (SUS) fornecerá às parteiras tradicionais todos os equipamentos, os instrumentos cirúrgicos e os materiais de consumo necessários à adequada prestação dos serviços. Além disso, determina que a parteira deverá encaminhar a gestante ou a parturiente para avaliação médica quando for constatada gestação ou parto considerado de alto risco.

“Utilizando-se de suas mãos, de uma bacia com água e de uma tesoura ou material cortante, fazem o parto de acordo com as condições encontradas no local: à luz de vela, de lamparina ou, até mesmo, de fogueira. Dirigem-se à casa da grávida a pé, a cavalo, de bicicleta, da forma que for possível. E se não fosse pela atuação dessas mulheres resolutas, não temos dúvidas de que a mortalidade materna e perinatal apresentaria números muito maiores”, avalia o autor da proposta, deputado Camilo Capiberibe.

Segundo o parlamentar, estima-se que existam mais de 60 mil parteiras em atuação no Brasil, sendo 45 mil nas regiões Norte e Nordeste. No Estado da Bahia, conforme cálculo da Rede Nacional de Parteiras Tradicionais, haveria entre 7 mil e 8 mil. No Pará, 6 mil, no Tocantins, em Mato Grosso e em Minas Gerais, mais de 5 mil. Elas são responsáveis pela realização de 450 mil partos todos os anos.

“Mesmo diante da expressividade dos números apresentados, verificamos que as parteiras ainda trabalham em condições muito aquém das desejadas. Isso deve-se, em grande parte, ao preconceito com que a categoria é vista, sendo evidente a resistência que determinadas corporações profissionais oferecem à disseminação do parto humanizado”, argumenta Capiberibe.

Data
O Dia da Parteira Tradicional foi incluído no calendário nacional em 2015. A data tem como base a comemoração celebrada no estado do Amapá, que já homenageava a categoria em 20 de janeiro. A data é o aniversário da parteira tradicional mais antiga de Macapá, Juliana Magave de Souza. Nascida em 1908, ela teria realizado cerca de 400 partos.

Atualmente, o Ministério da Saúde define como parteira tradicional a profissional que presta assistência ao parto domiciliar baseada em práticas tradicionais e é reconhecida pela comunidade como parteira.

Segundo a pasta, o Programa Trabalhando com Parteiras Tradicionais recolocou a melhoria do parto e nascimento domiciliar assistidos por parteiras tradicionais na pauta de discussão com estados e municípios, como uma responsabilidade do SUS e uma atribuição da Atenção Primária à Saúde.

Essas profissionais não são remuneradas pelo governo federal. A pasta informou que, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realiza capacitação de parteiras tradicionais no estado do Amazonas, região onde a prática é bastante estabelecida. Até o momento, 416 parteiras tradicionais foram capacitadas.

Agência Brasil

Porto Alegre: Avançam as obras do trecho 3 da orla do Guaíba

Porto Alegre: Avançam as obras do trecho 3 da orla do Guaíba

Comunicação Notícias

As condições climáticas favoráveis, somadas ao horário estendido de serviço das equipes de trabalho possibilitaram um grande avanço das obras de revitalização do trecho 3 da orla do Guaíba. Cerca de 65% dos serviços do canteiro de obras já foram executados, e os de terraplanagem e contenção em gabiões já ultrapassam os 50%.
A obra conta com o efetivo de 95 operários, que executam os trabalhos com o auxilio de nove máquinas e 40 caminhões.

Também já foram iniciadas a execução da rede de drenagem pluvial, e as intervenções necessárias para a construção da pista de skate, que será a maior da América Latina. Estão previstos para os próximos dias, o começo da pavimentação do futuro estacionamento, que contará com 200 vagas para veículos, e as fundações das edificações.

“O cronograma das obras se encontra dentro do planejado e a expectativa é que consigamos aumentar ainda mais o ritmo dos trabalhos, realizando a entrega dentro do prazo acordado”, garante o secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Marcelo Gazen.

Projeto – O trecho 3 da orla do Guaíba compreende 1,6 mil metros entre o arroio Dilúvio, próximo ao Anfiteatro Pôr do Sol, e o Parque Gigante. O novo espaço terá ciclovia e área grande de arborização e iluminação led 24 horas. Também contempla três bares, 27 quadras esportivas e estruturas de apoio para prática de esportes.

Os recursos para a execução da obra, com conclusão estimada em 12 meses, são provenientes do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Fundo Municipal de Iluminação Pública e do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae).