Informalidade ameaça alta do PIB neste ano. Renda dos sem carteira assinada ê menor e já afeta consumo das famílias

Informalidade ameaça alta do PIB neste ano. Renda dos sem carteira assinada ê menor e já afeta consumo das famílias

O aumento da informalidade no mercado de trabalho vem segurando a reação do consumo e pode provocar um crescimento da economia menor do que o esperado para 2018. No ano passado, 1,8 milhão de vagas foram criadas, todas no setor informal. A renda média dos trabalhadores sem carteira e dos chamados conta própria é metade da recebida pelos formais. Como o consumo das famílias responde por 65% do PIB, a falta de vigor no mercado formal de trabalho tem levado consultorias a revisar de 3% para cerca de 2,5% o crescimento neste ano. 0 consumo no país atingiu seu pico entre 2011 e 2014, quando a proporção de trabalhadores formais na população ocupada estava no teto, ao redor de 45%. Hoje, esse percentual está em 42%. No ano passado, a liberação de R$ 44 bilhões de contas inativas do FGTS pode ter dado fôlego ao comércio, diz Marcelo Gazzano, da consultoria AC Pastore. “Não ê que não haverá recuperação. Ela virá, mas menos robusta do que se imaginava.” A reportagem completa está na Folha de São Paulo.

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