Justiça ignora crise e pressiona para criar 5,5 mil cargos. Custo da medida, que precisa do aval do CNJ, seria de R$ 606 milhões Órgãos reivindicam novos postos efetivos e também para empregados sem concurso, além de funções gratificadas. Foto: STF

Justiça ignora crise e pressiona para criar 5,5 mil cargos. Custo da medida, que precisa do aval do CNJ, seria de R$ 606 milhões

Apesar da crise, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem uma pilha de 15 pedidos de tribunais federais e do Distrito Federal para a criação de 5.516 novos cargos e funções gratificadas, alguns com salário inicial de R$ 27,5 mil. Os pedidos começaram em 2013 e vêm se acumulando. Se forem aprovados, o impacto no Orçamento da União poderá chegar a R$ 606 milhões por ano. Os tribunais que reivindicam mais cargos são o STJ (1.548) e o TST (1.387). A presidente do CNJ, Cármen Lúcia, está sendo pressionada a colocar os pedidos em votação, mas avisou que resistirá.  A reportagem completa está em O Globo.

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