Montagem da Árvore das Nações marca união entre países com representação consular no RS "É um importante momento para lembrarmos da nossa formação multicultural, da qual temos muito orgulho", disse Leite - Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini

Montagem da Árvore das Nações marca união entre países com representação consular no RS

Neste momento de mudanças e conflitos pelo mundo, a inauguração da Árvore das Nações nesta segunda-feira (2/12), na entrada do Palácio Piratini, representa o desejo por paz e união entre os diferentes povos que habitam o Rio Grande do Sul. Além dos tradicionais enfeites de Natal, a árvore carrega bandeirinhas de vários países, fotos de diferentes cidades, mensagens em vários idiomas e presentes que simbolizam os países com representação consular no Estado.

A iniciativa é da Associação do Corpo Consular do Rio Grande do Sul (Accers), que reúne 34 consulados presentes em solo gaúcho. Cônsul honorário da República Tcheca e presidente da entidade, Fernando Lorenz de Azevedo agradeceu ao governador Eduardo Leite por sediar o ato simbólico.

“Esse ato simbólico que se repete há alguns anos demonstra o quão importante o RS é para todos esses 34 países que aqui estão representados. Por isso, lhe parabenizo por dar continuidade a essa tradição”, afirmou Azevedo.

O presidente da Accers anunciou, ainda, que os cônsules irão, mais uma vez, angariar mantimentos que serão entregues ao governo, para dar encaminhamento a instituições de caridade gaúchas.

“Ritos e símbolos são formas de comunicação entre nós, que aqui vieram de diferentes países. Também nos conectam aos nossos valores e crenças. O Natal tem essa condição de expressar os valores de solidariedade, de amor, tolerância, afeto e respeito entre as pessoas. E como é um importante momento para lembrarmos da nossa formação multicultural, da qual temos muito orgulho e que construiu a nossa força e a nossa riqueza cultural, social e econômica”, destacou o governador.

Mário Arriagada de Lafuente, cônsul-geral do Chile, lembrou que a árvore de Natal representa o nascimento de Jesus para a religião cristã, seguida por grande parte dos habitantes regionais. “Independentemente da religião, todo nascimento é especial, porque marca o início de uma nova vida, da esperança, de novos projetos e relações. É uma oportunidade de fazer as coisas e enfrentar os problemas de uma forma diferente. É chance de mudar o mundo”, lembrou Lafuente.

Por fim, os músicos tradicionalistas Capitão Faustino e Bruno Aires tocaram uma versão “gauchesca” da música “Trem-bala” e encerraram com “Noite Feliz” apenas com gaita e violão.

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