O Estado de São Paulo: Prisão de Delcídio acelera investigação sobre o Planalto. Familiares querem que Senador faça delação premiada

O Estado de São Paulo: Prisão de Delcídio acelera investigação sobre o Planalto. Familiares querem que Senador faça delação premiada

A prisão do líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS),e do banqueiro André Esteves, dono do BTG Pactual, levou as investigações da Operação Lava Jato ao núcleo do comando político do esquema. Delcídio é considerado elemento de ligação entre as gestões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e da presidente Dilma Rousseff (iniciada em 2011) com a Petrobras, onde fez carreira antes de entrar na política. Se contribuir com as investigações, ele poderá esclarecer quem montou o esquema de corrupção na estatal. Entre os negócios investigados, está a parceria da Petrobras com o banco BTG Pactual, de Esteves, na África, firmado em 2013. Se as suspeitas forem confirmadas, ficará fragilizado o discurso do governo de que as irregularidades se limitaram ao mandato de Lula. A força-tarefa da Lava Jato busca elementos para apontar a Casa Civil como mentora do esquema que loteava cargos e acertava o pagamento de propinas. Você encontra a reportagem completa em O Estado de São Paulo.

Pressão familiar

Parentes e amigos aconselham o senador Delcídio Amaral a negociar um acordo de delação premiada.

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