PF faz operação para prender 10 deputados estaduais no RJ.  RJ: Parlamentares são suspeitos de terem recebido um ‘mensalinho’ oriundo de superfaturamento de contratos, para apoiar o ex-governador Sérgio Cabral; por Guilherme Venaglia/VEJA Primeira fase da Operação Cadeia Velha, em novembro de 2017, teve como alvo o presidente da Alerj, Jorge Picciani (MDB) (Reginaldo Pimenta/Raw Image/Folhapress)

PF faz operação para prender 10 deputados estaduais no RJ. RJ: Parlamentares são suspeitos de terem recebido um ‘mensalinho’ oriundo de superfaturamento de contratos, para apoiar o ex-governador Sérgio Cabral; por Guilherme Venaglia/VEJA

A Polícia Federal realiza, na manhã desta quinta-feira 8, a operação Furna da Onça. Há 22 mandados de prisão – dez deles contra deputados estaduais – e 47 de busca e apreensão. Segundo a PF, o objetivo é investigar “a participação de deputados estaduais do Rio de Janeiro em esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos e mão de obra terceirizada em órgãos da administração estadual”.

A ação é a segunda fase da operação Cadeia Velha, deflagrada em novembro de 2017, quando foram presos o presidente da Alerj, Jorge Picciani, e os deputados estaduais Edson Albertassi e Paulo Melo, todos do MDB. Os três são alvos de novos mandados de prisão nesta quinta, mas Albertassi e Melo já estão detidos em Bangu, enquanto Picciani está em prisão domiciliar. Os outros mandados foram cumpridos.

Os outros sete deputados estaduais alvos da operação são: André Corrêa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC), Coronel Jairo (SD), Luiz Martins (PDT), Marcelo Simão (PP), Marcos Abrahão (Avante) e Marcos Vinícius Neskau (PTB). Também foram expedidos mandados de prisão contra o secretário estadual de Governo, Afonso Monnerat, o presidente do Detran-RJ, Leonardo Jacob, e o ex-presidente do órgão, o deputado federal eleito Vinícius Farah (MDB-RJ).

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