Pirataria volta ao foco do Legislativo e de entidades do comércio

Pirataria volta ao foco do Legislativo e de entidades do comércio

O comércio de produtos contrabandeados voltou a ganhar atenção da Assembleia Legislativa do Estado, que reinstalou a Frente Parlamentar de Combate à Pirataria. O grupo de trabalho, presidido pelo deputado estadual Issur Koch (PP), pretende conscientizar a população sobre riscos do consumo de produtos falsificados, mercado que movimenta R$ 193 bilhões no Rio Grande do Sul. “O mercado ilegal traz sérios prejuízos à saúde do consumidor e aos cofres públicos”, destacou o parlamentar. A chamada economia subterrânea provoca o movimento de R$ 1,17 trilhão no País, ou 16,9% do PIB.

Na lista dos mais nocivos, o cigarro é campeão de vendas em meio à pirataria, com 53% de fatia no comércio informal do Estado. “Estes números podem ser ainda maiores”, alerta Koch, destacando que os dados são de 2018. Segundo levantamento mais recente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco), somente no ano passado o governo gaúcho deixou de arrecadar R$ 359 milhões em tributos por causa do mercado ilegal no setor de tabaco. Considerando os demais itens que são vendidos informalmente no Rio Grande do Sul, a perda de arrecadação chega a R$ 5,6 bilhões ao ano.

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