Porto Alegre: Comunidades quilombolas buscam reconhecimento Areal da Baronesa já foi regularizado pelo município

Porto Alegre: Comunidades quilombolas buscam reconhecimento

Atualmente, sete comunidades quilombolas localizadas em Porto Alegre estão em diferentes estágios na luta pela titulação, que garante a preservação não apenas das áreas onde residem, mas a consolidação da própria história. No momento, a situação mais tensionada envolve o Quilombo Lemos. Localizada em um pedaço de terra nos fundos do Asilo Padre Cacique, no bairro Menino Deus, a comunidade vivia, até ontem, sob a iminência de uma reintegração de posse. No entanto, uma decisão do juiz Walter José Girotto, da 17ª Vara Civil de Porto Alegre, interrompeu o processo, reconhecendo que o parecer definitivo sobre o caso cabe à esfera federal. A Sociedade Humanitária Padre Cacique alega ser dona da propriedade, onde residem os descendentes de um casal que, durante décadas, trabalhou para o asilo. A ideia seria construir no local um Centro de Convivências Diário, para atender em torno de 150 idosos carentes. Uma tentativa de cumprir a reintegração foi feita no começo do mês, mas acabou interrompida a pedido da Defensoria Pública, por falta de cumprimento do protocolo para ações do tipo.

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