Porto Alegre: Política nacional de resíduos sólidos é tema de evento Aplicação da norma significa custos para as companhias, explica Soler

Porto Alegre: Política nacional de resíduos sólidos é tema de evento

Desde 2015, a partir de um acordo setorial, a cadeia de produção preocupa-se com a logística reversa da fração seca de embalagens dos resíduos não perigosos (como papel, vidro e papelão). Como meta, a coalização de empresas que aderiu ao acordo, desde então, se responsabiliza pelo destino adequado de 22% do volume colocado no mercado ao ano. A partir de 2017, um decreto formalizado pelo governo federal impôs a mesma meta também para as indústrias que optaram por ficar de fora do acordo, alertou o advogado Fabricio Soler, da Felsberg Advogados, durante o evento Logística Reversa de Embalagens em Geral realizado nesta quarta-feira, na Fiergs. Assim, é preciso que estas empresas criem mecanismos para viabilizar o destino dos produtos a locais adequados, sob pena de multas que variam de R$ 5 mil a R$ 50 milhões.

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