Protógenes Queiroz pede asilo político na Suiça. Segundo ex-delegado da Polícia Federal e deputado federal se ficasse no Brasil seria morto por rede de corrupção Segundo ele ameaçado de morte no Brasil, Protógenes Queiroz pede refúgio à Administração Suíça

Protógenes Queiroz pede asilo político na Suiça. Segundo ex-delegado da Polícia Federal e deputado federal se ficasse no Brasil seria morto por rede de corrupção

Em entrevista ao jornal suíço Sept.Info, o ex-deputado federal e delegado da polícia Federal, Protógenes Queiroz diz que se encontra na Suíça desde outubro de 2015 quando veio participar à uma Conferência promovida pelo Observatório do Crime Organizado, do qual ele é membro desde 2005, sendo também seu Presidente para a América Latina. Orientado por colegas, tendo em conta as reiteradas ameaças de morte por ele sofridas e a crescente instabilidade política do país, foi orientado a não regressar ao Brasil. Por isso, pediu asilo político na Suíça e a decisão que lhe concedeu a permissão para permanecer no País saiu nesta quarta-feira, 6 abril de 2016.

12959495_1739428999609429_1223858805_oNa reportagem é dito que Protógenes Queiroz se encontra na Suíça desde outubro de 2015, enquanto o Brasil é abalado por uma crise política violenta envolvendo a presidente Dilma e o ex-presidente. O ex-chefe da seção de inteligência da Polícia Federal apresentou um pedido de asilo às autoridades suíças, baseado nas investigações por ele desencadeadas acerca da corrupção sistêmica que assola o Brasil. O texto compara Protógenes à figura de Eliot Ness, o homem que prendeu Al Capone. A reportagem segue garantindo que o advogado por formação perdeu tudo.  Relata que ele foi condenado à dois anos de prisão por conta de uma suspeita de falta disciplinar. E cita que o juiz que o condenou em primeira instância tinha sido implicado em uma ampla operação de combate à corrupção por Protógenes Queiroz. A injustiça foi denunciada por políticos, parlamentares e policiais do maior país da América do Sul. Mas, mesmo que sua sentença tenha sido comutada em prestação de serviços comunitários, segundo o texto Protógenes arriscaria a vida se voltasse para o Brasil.  Ameaçado, o ex-delegado e ex-deputado já teria sobrevivido à quatro ataques contra sua vida.

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