Sartori classifica como irresponsável paralisação dos servidores da Segurança José Ivo Sartori. Foto: Luiz Chaves / Palácio Piratini

Sartori classifica como irresponsável paralisação dos servidores da Segurança

O governador José Ivo Sartori (PMDB) declarou, nesta sexta-feira, que as manifestações de ontem, organizadas por movimentos que representam o setor da Segurança Pública, foram irresponsáveis. Em sua fala, durante a cerimônia de lançamento da 39ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, Sartori também afirmou que não é causando preocupação à sociedade que o Rio Grande do Sul vai superar o desequilíbrio financeiro.

“Nós sabemos que o movimento teve, claramente, conotações política. Porque sabemos das vinculações de alguns dirigentes que, irresponsavelmente, inclusive, provocaram manifestações de preocupação em toda sociedade gaúcha. Isso não é ajudar a desenvolver o Rio Grande do Sul e não é ajudar a criar as condições para que nós tenhamos crescimento, desenvolvimento e oportunidade de fazer uma coisa que o nosso governo teve coragem de fazer: buscar o equilíbrio financeiro. Não existe outra saída”, pontuou Sartori.

Sartori, que não concedeu entrevista coletiva, também assegurou que professores e servidores da segurança pública foram os únicos a receber reajuste salarial durante a gestão do governo do PMDB.

“Nenhum governante gostaria de parcelar salário. Mas a realidade é uma só. O único setor que realmente teve aumentos, foi a segurança pública. E nós pagamos em maio, em novembro (de 2015) e em maio de 2016. Honramos aquilo que foi pactuado em outro governo e não no nosso. A Segurança foi na verdade, junto com os professores, os únicos setores que receberam alterações nos seus vencimentos”, disse o peemedebista.

José Ivo Sartori também complementou que servidores do Instituto Geral de Perícias, pertencentes ao setor da Segurança Pública, foram os únicos da cúpula a não receber reajuste. Porém, os sindicatos declararam que o motivo principal da paralisação na quinta-feira era em decorrência do parcelamento dos salários. (Vitória Famer/Rádio Guaíba)

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