SINDHA e SHPOA manifestam preocupação com a instabilidade político-econômica do país

SINDHA e SHPOA manifestam preocupação com a instabilidade político-econômica do país

O índice é alto. De dezembro de 2015 à início de março de 2016 o desemprego cresceu 15%. Segundo o presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação, Henry Chmelnitsky, esse número pode piorar. “Enquanto permanece o impasse político, as reformas fundamentais para destravar a nossa economia estão estagnadas. Nesse cenário de instabilidade, o desemprego aumenta e diversos estabelecimentos não têm outra opção além de fechar suas portas”, diz.

O Sindicato de Hospedagem e Alimentação (SINDHA) e o Sindicato dos Hotéis de Porto Alegre (SHPOA) representam e integram o desenvolvimento do setor de hospedagem e alimentação. Ambos manifestam profunda preocupação com os rumos políticos e econômicos do país e a falta de perspectiva que essa insegurança causa na vida das pessoas. “Os juristas, legisladores e todos os políticos precisam pensar nos reflexos de todos esses escândalos na vida da sociedade que está sendo evidente e diretamente afetada. Quando este ou outro governo nos devolverá a possibilidade de abrir mais vagas e não desempregar?”, questiona Chmelnitsky.

Os setores de Alimentação e Hotéis defendem o fortalecimento das instituições e a manutenção da democracia, em apoio ao trabalho do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal esperam que todos os envolvidos na corrupção sejam investigados e devidamente punidos. “Precisamos que a solução venha pela esfera democrática e republicana, de acordo com a nossa Constituição. O que não podemos é ficar passivos e isentos. A corrupção deve ter um fim e o Brasil precisa voltar a crescer”, fala o presidente do SINDHA.

A taxa de desemprego, grande parte reflexo da recessão, tende a aumentar e segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), terá 700 mil novos desempregados em 2016.

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