Vendas do comércio varejista têm queda de 1,5% em janeiro

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São Paulo - Movimento no comércio da rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros, durante o Black Friday (Rovena Rosa/Agência Brasil)
De janeiro de 2015 a janeiro de 2016, queda nas vendas do comércio varejista atinge 10,3%
As vendas do comércio varejista do país fecharam  janeiro deste ano com retração de 1,5% sobre dezembro, na série livre de influências sazonais. Quando comparada a janeiro de 2015, série sem ajuste sazonal, a queda chega a 10,3% no décimo resultado negativo consecutivo.

No acumulado dos últimos doze meses, a queda é de 5,2% – a perda mais intensa de toda a série histórica, iniciada em 2001, mantendo uma trajetória de redução iniciada em julho de 2014, quando chegou a 4,3%.

Os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) foram divulgados hoje (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que a receita nominal do setor fechou janeiro estável na série livre de influências sazonais (0,1% de variação) e crescimento de 1% em relação a janeiro do ano passado. No acumulado dos últimos doze meses, a receita nominal acusou diminuição de 2,8%.

Média móvel

Com a redução de 1,5% verificada em janeiro, frente a dezembro de 2015, a variação da média móvel trimestral (comparada à média móvel dos três meses encerrados em dezembro) ampliou o ritmo de redução ao passar de -0,5% para 1,2%. Já a média móvel da receita nominal fechou também estável (-0,1%) em janeiro.

Na série sem ajuste sazonal, o total das vendas assinalou uma redução de 10,3% em relação a janeiro de 2015, décima variação negativa consecutiva nesse tipo de comparação. Assim, o resultado para o volume de vendas teve perda de ritmo em relação ao segundo semestre de 2015 (-6,3%).

A taxa anualizada de -5,2%, indicador acumulado nos últimos 12 meses, assinalou a perda mais intensa da série histórica, iniciada em 2001, e manteve a trajetória descendente observada a partir de julho de 2014 (4,3%). A receita nominal apresentou taxas de variação de 1,0% em relação a janeiro de 2015 e de 2,8% nos últimos doze meses.

Quanto aos dados relativos ao comércio varejista ampliado –  incluindo o varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção – as variações sobre o mês imediatamente anterior também foram negativas, com taxas em janeiro de -1,6% para volume de vendas e de -0,7% para a receita nominal.

Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a queda foi de 13,3% para o volume de vendas e de 4,7% na receita nominal. No acumulado dos últimos doze meses, as perdas foram de -9,3% para o volume de vendas e de -2,3% para a receita nominal.

Atividades

A queda de 1,5% nas vendas do comércio varejista em janeiro de 2016, em relação a dezembro de 2015, reflete variações negativas em seis das oito atividades pesquisadas pelo IBGE.

Setorialmente, os principais destaques negativos vieram do recuo de 4,3% no setor de móveis e eletrodomésticos, segunda taxa negativa consecutiva nessa comparação, período que acumulou perda de 12,3%; depois, aparecem hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,9%), atividades de maior peso na estrutura do varejo e com recuo pelo terceiro mês.

A atividade de combustíveis e lubrificantes fechou com redução de vendas (3,1%); o item outros artigos de uso pessoal e doméstico caiu 1,8%; tecidos, vestuário e calçados (-0,5%); e livros, jornais, revistas e papelarias (-0,1%).

Já artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos,  perfumaria e cosméticos tiveram variação de 0,1%, mantendo-se praticamente estáveis em relação a dezembro de 2015.

Considerando o varejo ampliado, a redução de 1,6% aumentou em janeiro o ritmo de queda frente a dezembro (-1%). O resultado de janeiro sofreu influência, principalmente, das vendas em material de construção (-6,6%), após crescimento de 3,2% no mês anterior; seguido por veículos e motos, partes e peças (-0,4%).

Comparação com 2015

A queda de 10,3% nas vendas do comércio varejista na comparação com janeiro de 2015 (série sem ajuste sazonal), além de ter sido a décima taxa negativa seguida, registrou o recuo mais acentuado desde os 11,4% de março de 2003.

Segundo o IBGE, todas as oito atividades do varejo acusaram variações negativas, com destaque para móveis e eletrodomésticos (retração de 24,3%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (queda de 5,8%); combustíveis e lubrificantes (-14,1%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-12,5%); tecidos, vestuário e calçados (-13,8%); e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-24,0%).

A pesquisa indica que o setor formado por móveis e eletrodomésticos foi o exerceu o maior impacto negativo no desempenho global das vendas. “Com uma dinâmica de vendas associada à disponibilidade de crédito, os resultados do setor, abaixo da média geral, foram influenciados, principalmente, pela elevação da taxa de juros , além da redução da renda real das famílias”, informou o IBGE.

Em janeiro de 2016, a segunda maior contribuição negativa na formação da taxa das vendas do varejo veio da atividade de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com variação de -5,8% sobre janeiro de 2015.

Já o item combustíveis e lubrificantes foi responsável pelo terceiro maior impacto negativo na formação da taxa global ao fechar janeiro de 2016 com queda de 14,1% diante de janeiro de 2015. O desempenho do setor foi influenciado pela alta de preços dos combustíveis.

Varejo Ampliado

O desempenho negativo do setor de veículos, motos, partes e peças (queda de 18,9% entre janeiro de 2015 e janeiro de 2016) foi o principal fator para que o comércio varejista ampliado fechasse janeiro com queda de 13,3%,  a mais acentuada da série histórica.

A atividade respondeu por 38% da redução da taxa global do varejo ampliado. A redução das vendas no segmento está associada ao menor ritmo da atividade econômica e menor ritmo na oferta de crédito.

Embora com menor peso, a redução das vendas no segmento de material de construção também influenciou o resultado, com a variação no volume de vendas de -18,5% na comparação com o janeiro de 2015, consolidando a maior queda da sua série histórica.

Segundo o IBGE, embora permaneçam alguns incentivos ao setor, como a manutenção dos níveis do crédito habitacional, o desempenho da atividade, abaixo da média, “reflete o atual quadro macroeconômico, especialmente no que tange a crédito e massa de rendimento real das pessoas ocupadas”. (Agência Brasil)

Banrisul obteve R$ 848,8 milhões de lucro líquido em 2015

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Balanço Financeiro Banrisul
O presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Mota, fez a apresentação do balanço financeiro de 2015 – Foto: Caroline Abreu / Banrisul
O Banrisul encerrou o ano de 2015 com um resultado recorrente de R$ 758,5 milhões e lucro líquido de R$ 848,8 milhões. Os dados foram revelados nesta terça-feira (16) por Luiz Gonzaga Mota, primeiro funcionário do quadro de carreira a assumir a presidência em 87 anos de existência da Instituição. “Adotamos de imediato medidas de reposicionamento, frente à conjuntura e suas repercussões sobre a percepção do risco-país e sobre o nível de atividade econômica”, explicou.

“O ano de 2015 será lembrado no Brasil como um período de inflexão”, observou o presidente do Banrisul, salientando que a máxima de que a crise contém a semente da recuperação está historicamente comprovada pelo comportamento cíclico da economia. “Mas no mundo empresarial não é possível esperar que os ventos sejam favoráveis. Há que torná-los favoráveis. Isso é gestão. É, também, um grande desafio para quem conhece a fundo os riscos aos quais instituições financeiras estão sujeitas, assim como os potenciais que fazem do Banco uma empresa reconhecida e parceira. Nossa intenção é torná-la ainda mais sustentável, moderna e eficiente”.

A conjuntura de elevada volatilidade, marcada, ainda, por forte retração do Produto Interno Bruto, de aumento dos preços, de desvalorização cambial e de elevação dos juros básicos, levou à redução da capacidade de pagamento por parte das empresas e à consequente elevação da inadimplência. A carteira total de crédito alcançou R$ 32,0 bilhões – com crescimento de 5,0% em 2015. A inadimplência cresceu 1,17 pontos percentuais no último ano e o fluxo de despesas com provisões para perdas em operações de crédito apresentou comportamento superior aos níveis históricos observados no Banco.

Frente ao aumento do risco financeiro, o Banco buscou fortalecer as receitas de prestação de serviços, concretizando parceria com a Icatu Seguros e constituindo a holding Bipar, da qual faz parte a Rio Grande Seguros. Ao final de 2015, foi aprovada a Lei Estadual nº 14.797, autorizando o Banco a atuar na distribuição de seguros, previdência aberta e capitalização, o que permitirá estruturar uma corretora de seguros em 2016. No que se refere à adquirência, a Rede VERO segue gerando receitas, na esteira de um mercado de serviços ainda aquecido. As receitas de adquirência e emissão de cartões somaram R$ 749,4 milhões no ano, 35,6% acima do montante apurado em 2014. O resultado da Banrisul Cartões já representa 19,0% do lucro líquido do Banco.

“Preservamos a liquidez da Instituição”, observa Gonzaga: os recursos captados e administrados somaram R$ 52,0 bilhões ao final de 2015, com incremento de 8,2% frente ao ano anterior. O Banrisul optou por liquidar antecipadamente cerca de um terço da captação externa, com foco na liquidez das notas e na redução do custo de carregamento da operação. O patrimônio líquido alcançou R$ 6,2 bilhões. A estrutura de passivos e de capital próprio permitiu ao Banco chegar ao final de 2015 com uma carteira de tesouraria, líquida de obrigações compromissadas, de R$ 13,9 bilhões.

Outra prioridade foi melhorar os processos e os investimentos em tecnologia, para tornar as 536 agências e os 743 pontos de atendimento cada vez mais ágeis. Rotinas de back office ganharam maior dinamismo pela implantação ou continuidade de projetos como a Gestão Digitalizada de Documentos, TV Corporativa, Acessibilidade, Modelo Organizacional de Agências, implantação do DAD Eletrônico. Os Data Centers da Instituição foram alvo de melhorias de infraestrutura e de processos, com foco na eficiência energética e na disponibilidade dos ambientes. Já as despesas correntes, excluídas àquelas atreladas a negócios, apresentaram crescimento de 3,6%, evolução inferior à variação registrada pelos índices de preços em 2015. O Índice de Eficiência alcançou 50,2%, o que representa melhora de 5,1 pontos percentuais em relação ao apurado em 2014.

Com relação à política de pessoas, o Banrisul lançou em 2015 um Plano de Desligamento por Aposentadoria, que contou com a adesão de 471 empregados, garantindo redução futura de importante componente de custo administrativo. Em outubro, foi realizado concurso público regionalizado, para o preenchimento de 300 vagas na rede de agências. A Universidade Corporativa completou um ano de atividades, com investimento de R$ 6,1 milhões em treinamento, especialmente destinado à qualificação do atendimento prestado aos clientes nas agências.

2015: Brasileiros pagam R$ 2 trilhões de impostos este ano

2015: Brasileiros pagam R$ 2 trilhões de impostos este ano

Economia Negócios Notícias Poder Política
O Impostômetro, mecanismo criado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para medir o valor dos tributos [impostos, taxas e contribuições] pagos pelo cidadão brasileiro durante o ano, chegou a R$ 2 trilhões por volta das 11 horas de hoje (30). Segundo a associação, esta foi a primeira vez que a ferramenta atingiu essa marca. No ano passado, o Brasil arrecadou R$ 1,95 trilhão. “Se fossem melhor aplicados, R$ 2 trilhões em tributos pagos pelas empresas e cidadãos seriam mais do que suficientes para atender às necessidades de todos os brasileiros”, disse Alencar Burti, presidente da associação. “É imprescindível uma reforma tributária no Brasil, que só poderá ser feita se houver solução satisfatória para a crise política, na urgência que o país requer”, opinou.

Com esse valor arrecadado pela União, estados e municípios, daria para se fornecer mais de 14 bilhões de bolsas famílias, adquirir mais de 1,66 bilhões de notebooks, contratar mais de 149,9 milhões de  professores do ensino fundamental por ano, construir mais de 21,7 milhões de quilômetros de redes de esgoto ou construir mais de 57,1 milhões de casas populares de 40 metros quadrados, por exemplo.

Ainda segundo a ACSP, os tributos federais representam 65,95% dos R$ 2 trilhões arrecadados este ano, enquanto os estaduais equivalem a 28,47% e os municipais, a 5,58%. Individualmente, o tributo de maior arrecadação é o ICMS (19,96% do total), seguido do INSS (19,18%), Imposto de Renda (15,62%) e Cofins (10,13%).

Nova metodologia

Neste ano, segundo a ACSP, houve uma alteração na metodologia aplicada no Impostômetro, em função de mudança na medição do Produto Interno Bruto (PIB) pelo IBGE.

Com isso, os valores exibidos pelo Impostômetro passaram a considerar novos dados de arrecadação de Imposto de Renda retido dos funcionários públicos estaduais e municipais e novas taxas e contribuições federais. Também foram incluídas arrecadações de municípios que não estavam sendo informadas à Secretaria do Tesouro Nacional. (Agência Brasil/ Foto: Paulo Pinto/ Fotos Públicas)

Operação Golfinho foi lançada neste sábado

Economia Notícias Saúde Segurança Turismo
Operação Golfinho foi lançada neste sábado pelo governador do Estado. Foto: Guilherme Testa/CP
Operação Golfinho foi lançada neste sábado pelo governador do Estado. Foto: Guilherme Testa/CP

O lançamento da 16ª operação Golfinho e da operação Verão para Todos ocorreu neste sábado, em Capão da Canoa, com a presença do governador do Estado. José Ivo Sartori voltou a falar da crise financeira e disse que, por conta da falta de recursos, o governo teve que “fazer mais com menos”. O Estado contou com parcerias público-privadas para fazer melhorias no litoral e não gastar dinheiro do poder público.

Até 31 de dezembro, a Brigada Militar vai operar com 3 mil policiais militares (PMs): 2 mil no policiamento ostensivo e 1 mil em atividades de bombeiros. A partir de 1º de janeiro de 2016, haverá 5,6 mil PMs: 4 mil na área de polícia e 1,6 mil em atividades de bombeiros e salva-vidas.

Apesar do tempo nublado e com vento, o movimento na BR 290 (Freeway) em direção ao Litoral Norte, na manhã deste sábado, foi grande. A praia de Capão da Canoa não estava muito cheia, mas as pessoas que foram até a orla aproveitaram para caminhar e tomar banho de mar. A água estava morna e a bandeira era amarela.

A água estava tão boa que o menino Eduardo Gugel, 10 anos, não queia mais sair do mar. O garoto pegava “jacaré” enquanto a tia Oraides Gugel, 66 anos, o aguardava para o almoço. (Karina Reif/Correio do Povo)

ADVB/RS anuncia vencedores do TOP DE MARKETING 2015

ADVB/RS anuncia vencedores do TOP DE MARKETING 2015

Comunicação Negócios Notícias Política Publicidade

Após quatro dias de bancas para defesa presencial dos cases finalistas ao Top de Marketing 2015 e avaliações da comissão julgadora do prêmio, que reconhece as melhores práticas de marketing do mercado gaúcho, a ADVB/RS anuncia os vencedores das 22 categorias da premiação, que receberão os troféus em cerimônia marcada para o dia 24 de novembro, a partir das 19h30, no Teatro do Bourbon Country. Na solenidade, também serão conhecidos os vencedores das categorias Ouro, Prata e Bronze. Sob o tema “É nos piores momentos que os melhores aparecem”, a distinção chegou a sua 33ª edição destacando as empresas e projetos que conseguiram superar o momento de crise, mantendo a competitividade e o resultado dos seus negócios. Neste ano, o Personalidade TOP de Marketing 2015 será entregue a Julio Ricardo Mottin, diretor presidente do Grupo Dimed, que reúne Dimed, Panvel e Lifar. Escolhido pelo Conselho do Top de Marketing, o empresário lançou neste ano 35 novas lojas na região Sul, somando mais de 350 filiais no Brasil. Já o Top Desenvolvimento Social, nova categoria que destaca as iniciativas das organizações sem fins lucrativos, ficou com Associação de Assistência à Criança Deficiente – AACD/RS.

O presidente da comissão julgadora do Top de Marketing, Daniel Santoro, enfatizou a qualidade dos projetos apresentados. “Os cases foram melhor estruturados e as apresentações mais criativas e inovadoras, pois as avaliações presenciais passaram a exigir mais dos concorrentes. Conseguimos, com o prêmio, incentivar as empresas a aprenderem com a experiência de terceiros e a elevarem ainda mais a cultura e a prática do marketing no Rio Grande do Sul”.

Vencedores – Top de Marketing ADVB/RS 2015
Categoria Nome para divulgaçao Cidades Título do Case Link do Case
Categorias Setores de Mercado
Agribusiness Dália Alimentos Encantado Projeto Criança Dália – Ações no Presente para um Futuro Melhor http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Dalia/Case_D%C3%A1lia_Agribusiness.pdf
Alimentação Vonpar Porto Alegre Plataforma Escolas Vonpar http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Vonpar/Doc10_QuestTM15_VONPAR.pdf
Comunicação RBS TV Porto Alegre RBS TV GAUCHÃO 360: Evolução transmídia de um produto de sucesso http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/RBSTV/GAUCH%C3%83O_RBS_TV_360_case_Top_de_Marketing_ADVB.pdf
Construção Civil Cyrela Goldsztein Porto Alegre Medplex – Saúde Sob Medida Para a Vida Moderna http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Cyrela/Cyrela_Goldsztein_MEDPLEX_TOP2015_finalizado.pdf
Design Maiojama Porto Alegre Artsy – Arquitetura, design, estilo de vida, tecnologia e arte: o Design Thinking como uma nova maneira de pensar o mercado imobiliário http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Maiojama/MIO_0003_15T_Design_Top_Marketing_A41.pdf
Entidades, ONGs e Associações SINDIATACADISTAS – Sindicato do Comércio Atacadista do Estado do Rio Grande do Sul Porto Alegre Programa Qualificar http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Sindiatacadistas/Sindiatacadistas_TOP_MKT_2015.pdf
Esportes Sport Club Internacional Porto Alegre Lado a Lado, a Torcida Mista no Gre-Nal http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Inter/Top_de_Marketing_SCI_Esportes_2015.pdf
Finanças Central Sicredi Sul Porto Alegre A União Faz a Vida http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Sicredi/SCR_advb_2015_15-09-30_V3.pdf
Indústria Todeschini S.A. Bento Gonçalves Coleção Ser – Reposicionamento Todeschini http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Todeschini/case_Cole%C3%A7%C3%A3o_Ser_Todeschini_Reposicionamento_Todeschini.pdf
Saúde Unimed Porto Alegre Porto Alegre Medicina com Significado — A Unimed Porto Alegre reposiciona sua marca, obtém crescimento expressivo e consolida a liderança http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Unimed/Case_Unimed_MedicinaComSignificado.pdf
Seguros Icatu Seguros Rio de Janeiro Plataforma do Conhecimento http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Icatu/CASE_PLATAFORMA_DO_CONHECIMENTO.pdf
Serviços SIM Rede de Postos Flores da Cunha Nova Marca – alavanca para a espansão http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/SIM/Case_SIM_-_Top_de_Mkt_ADVB.pdf
Serviços Públicos Prefeitura  de Canoas Canoas Canoas, Cidade da Transparência e do Controle Social http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Prefcanoas/CaseTranspar%C3%AAnciaCanoas_ADVB_TopMkt_final_5outubro2015_.pdf
Telecomunicações Claro S.A. Porto Alegre Promoção Recarga Disney Gogo’s http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Claro/Claro_TOP_de_Marketing_ADVB_RS_2015_final_impress.pdf
Varejo Unidasul Distribuidora Alimentícia S/A Esteio Rissul, quem vive do seu lado, vive do seu jeito http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Rissul/CaseRissulFINAL.pdf
Categorias Especiais
Top Inovação em Processos ADVB/RS Grêmio Foot Ball Porto Alegrense Porto Alegre Resultado além das quatro linhas – Soccerting como ferramenta de inovação no processo de gestão do marketing esportivo brasileiro. http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Gremio/1593_final_gremio_apresentacao_top_advb_mkt_FINAL.pdf
Top Inovação em Produto ADVB/RS Todeschini S.A. Bento Gonçalves Cozinha Lomo Todeschini http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Todeschini/case_Cozinha_Lomo_Todeschini.pdf
Top Inovação em Serviços ADVB/RS Unimed Porto Alegre Porto Alegre Laboratório Unimed — A Unimed Porto Alegre consolida o modelo de integração vertical e inova na prestação de serviços com alta tecnologia http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Unimed/Case_Laboratorio_Unimed.pdf
Top Sustentabilidade ADVB/RS Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre Porto Alegre Ação das Voluntárias Pela Vida amplia UTI Pediátrica da Santa Casa http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Santacasa/STC_advb_2015_15-09-27_V3.pdf
Prêmios-Incentivo
Top Startup ADVB/RS Mecasei.com Porto Alegre Mecasei.com – O melhor amigo dos noivos http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/Mecasei/Question%C3%A1rio_TOP_STARTUP.pdf
Top Miniempresa Escola ADVB/RS Clouzzy Porto Alegre http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/TopMiniempresaEscola/05_-_CLOUZZY.pdf
Categoria lançada em 2015
Top Desenvolvimento Social ADVB/RS Associação de Assistência à Criança Deficiente – AACD/RS Porto Alegre Vida é Movimento http://www.advb.com.br/topdemarketing/sistema/uploads/AACD/AACD_Porto_Alegre.pdf
Prêmio Especial
Personalidade de Marketing ADVB/RS 2015 Julio Ricardo Mottin, Diretor Presidente do Grupo Dimed

 

Pagamento dos precatórios de natureza alimentícia deverá ocorrer até o final de 2015

Pagamento dos precatórios de natureza alimentícia deverá ocorrer até o final de 2015

Direito Economia Notícias

O Conselho da Justiça Federal informa que os procedimentos para a realização dos pagamentos dos precatórios de natureza alimentícia dependem da disponibilização de créditos adicionais por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, com previsão de se efetivar dentro do prazo constitucional, ou seja, até 31 de dezembro de 2015.  A data exata para liberação do lote do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, portanto, ainda está indefinida.

Instituições financeiras projetam inflação em 9,99%, este ano. Anteriormente, o BC esperava chegar ao centro da meta de inflação no próximo ano

Instituições financeiras projetam inflação em 9,99%, este ano. Anteriormente, o BC esperava chegar ao centro da meta de inflação no próximo ano

Economia Negócios Notícias

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), chegue a 9,99%, este ano. Na semana passada a previsão era 9,91%. Esse foi o oitavo ajuste seguido na estimativa. Para 2016, a projeção sobe por 14 semanas consecutivas. De acordo com o boletim Focus, divulgado hoje (9), a estimativa passou de 6,29% para 6,47%, no próximo ano. A projeção para o próximo ano está chegando perto do teto da meta 6,5%. O centro da meta de inflação é 4,5%. Na última quinta-feira (5), o diretor de Política Econômica do BC, Altamir Lopes, admitiu que a inflação só deve ficar em 4,5% em 2017. Lopes disse que o BC adotará as medidas necessárias para levar a inflação o mais próximo possível da meta, em 2016, e chegar a 4,5%, em 2017. O diretor também disse que não vê a possibilidade de rompimento do limite superior da meta, 6,5%, em 2016.

Anteriormente, o BC esperava chegar ao centro da meta de inflação no próximo ano. Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa básica de juros, a Selic, a expectativa mudou para 2017. Na ata da última reunião do Copom, o BC diz que as indefinições e alterações significativas na meta fiscal mudam as expectativas para a inflação e criam uma percepção negativa sobre o ambiente econômico.

Para tentar levar a inflação ao centro da meta em 2016, o Copom elevou a taxa básica de juros, a Selic, por sete vezes consecutivas. Na reunião de setembro e de outubro, o Copom optou por manter a Selic em 14,25% ao ano.

A expectativa das instituições financeiras é que o Copom mantenha a Selic em 14,25% ao ano, na última reunião de 2015, marcada para os dias 24 e 25 deste mês. Para o final de 2016, a expectativa para a Selic passou de 13% para 13,25% ao ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao manter a Selic, o comitê indica que ajustes anteriores foram suficientes para produzir efeitos na economia.

A inflação alta vem acompanhada de recessão. A economia brasileira deve encolher 3,10%, este ano. Essa foi a 17ª piora consecutiva na estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Na semana passada, a estimativa estava em 3,05%. No próximo ano, a projeção de retração passou de 1,51% para 1,9%, no quinto ajuste consecutivo.

Na avaliação do mercado financeiro, a produção industrial deve ter uma queda de 7,4%, este ano, e de 2% em 2016.

A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que passou de 10,14% para 10,44%, este ano. Para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a estimativa subiu de 9,88% para 9,96%, em 2015. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) foi alterada de 10,02% para 10,16%, este ano. A projeção para a alta dos preços administrados passou de 16,50% para 17%, este ano, e de 6,75% para 6,95%, em 2016.

A estimativa para o dólar permanece em R$ 4, ao final deste ano, e em R$ 4,20, no fim de 2016. (Agência Brasil / Charge: Diário de Pernambuco)