Histórias de Paulo Sant’Ana: Dexheimer e revólver em Erechim, a volta para RBS, o Senado, a camisa colorada no Jornal do Almoço

Histórias de Paulo Sant’Ana: Dexheimer e revólver em Erechim, a volta para RBS, o Senado, a camisa colorada no Jornal do Almoço

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Durante o programa da Rádio Guaíba, a repórter Vitória Famer fez registros com várias das personalidades que passaram pela Arena durante o velório de Paulo Sant’Ana. O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr falou sobre o torcedor fanático e a quase candidatura ao senado. Lasier Martins lembrou o dia que Sant’Ana vestiu a camisa do Inter no Jornal do Almoço. Claro Gilberto, recordou a volta para RBS depois de um período na TV Difusora e ainda de uma viagem a Erechim onde Sant’Ana, que como ex-delegado de polícia andava armado, sacou o revólver e colocou embaixo da mesa ao ver o prefeito da cidade, Antonio Dexheimer, suspeito da morte do jornalista e ex-deputado José Antonio Daudt se aproximar de onde estavam.   Confira !!

 

Sartori e demais governadores têm nova negociação com Temer sobre dívidas. Governador fala sobre negociações com Cpers, Judiciário e LDO

Sartori e demais governadores têm nova negociação com Temer sobre dívidas. Governador fala sobre negociações com Cpers, Judiciário e LDO

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O governador José Ivo Sartori (PMDB) e o secretário estadual da Fazenda Giovani Feltes (PMDB) estão em Brasília para participar, nesta segunda-feira, de reuniões sobre a renegociação da dívida dos estados com a União. Sartori e demais chefes de executivos estaduais se encontram preliminarmente às 10h com o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, em sua residência oficial de Águas Claras. No mesmo horário, Giovani Feltes e demais secretários estaduais da Fazenda se reúnem com a equipe do Tesouro Nacional.

À Rádio Guaíba, nesta segunda-feira, Sartori declarou que tanto o estado de Minas Gerais quanto o do Rio de Janeiro registraram perdas de receita em função da falta de regulamentação das explorações de minérios e de petróleo, respectivamente. E o Rio Grande do Sul, em função das desonerações nas exportações de produtos primários desde 1996, quando entrou em vigor a Lei Kandir, também registra perdas significativas na arrecadação de ICMS.

Estupro Coletivo: “Ela não pode ser vitimada de novo”, diz secretária de Direitos Humanos sobre adolescente vítima. Flávia Piovesan falou sobre esse e outros assuntos ao programa Agora/Rádio Guaíba

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Após a repercussão sobre o caso de estupro coletivo sofrido por uma adolescente de 16 anos, a secretária de Direitos Humanos do governo federal, Flávia Piovesan, condenou a forma como a vítima foi interrogada, inicialmente, pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Em entrevista ao programa Agora da Rádio Guaíba nesta segunda-feira, a secretária apoiou a transferência da investigação para uma delegada mulher. Para Flávia, advogada especialista na área de Direitos Humanos, o caso é emblemático por refletir uma cultura sexista que tende a responsabilizar a mulher pela violência sofrida.

“Não há como aceitar essa hipocrisia fruto de uma mentalidade sexista, machista, que temos de enfrentar na ótica dos Direitos Humanos. É realmente lamentável essa atitude hipócrita. Eu também entendo que a vítima que sofreu essa barbárie, violada da forma que foi por mais de 30 homens, não pode sofrer a violência institucional. Ou seja, quando ela vai acionar o aparato de segurança, ela não pode ser vitimada de novo. Fiquei realmente perplexa com as perguntas feitas pelo delegado”, declarou.

Para combater o estupro e qualquer tipo de violência de gênero, Flávia Piovesan se compromete a lutar pela prevenção como principal desafio. Em reunião marcada para a manhã desta terça-feira no Ministério da Justiça, a secretária pretende propor campanhas de sensibilização que envolvam a capacitação de agentes de segurança e da Justiça. Ela também reforça a importância de construção de uma rede de apoio à adolescente no caso investigado.

“O drama da violência contra a mulher requer que enfrentemos uma cultura. Esse é o desafio: enfrentar, repudiar, desconstruir uma cultura de violência contra a mulher para evitar que se perpetue. É triste que tenhamos uma situação tão calamitosa como essa para que o grito seja efetivamente ouvido”, avaliou.

Sem nenhuma ministra nomeada até agora, Flávia é a mulher a assumir o posto mais alto no governo interino de Michel Temer. Ela garante que aceitou o convite pelo comprometimento de lutar pela causa que defende há duas décadas. “Não tenho vinculação partidária com qualquer partido. Entendo que essa é uma política de Estado e não de governo. Estou na área há 20 anos como pesquisadora, professora e militante. Tudo o que fiz na profissão vou continuar defendendo e farei de tudo para dar uma contribuição. Estou em paz com a minha decisão e a minha consciência”, afirmou.

Quanto à revisão sobre os crimes contra os Direitos Humanos durante a ditadura militar, a secretária parabeniza o resultado da Comissão Nacional da Verdade e se compromete a manter os trabalhos previstos na área. “Eu aplaudo os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, aplaudo o relatório histórico e notável lançado no final de 2014. Já estava previsto e vamos manter a criação de um grupo de trabalho para a supervisão das conclusões. Eu, pessoalmente, entendo que há o dever do Estado de investigar a responsabilidade civil dos crimes contra a humanidades, tortura, entre outros. Mas devo salientar que isso foge à minha competência. O que eu posso fazer e farei é tocar essa agenda porque considero um trabalho essencial”, disse.

Ainda, sobre o apoio à comunidade LGBT, Flávia garantiu que vai tentar combater qualquer projeto que retire direitos já conquistados, como o nome social. Ela contesta o projeto com essa intenção apresentado por deputados federais, nos últimos dias, e assegura que já elaborou um “arcabouço jurídico” para defender o direito adquirido. A secretária assegurou que o “direito de ser” para desenvolver a personalidade humana de forma livre, autônoma e plena de transexuais e travestis deve ser prioridade. Além disso, a titular da pasta garante que também tem o apoio, na causa, do Ministério da Justiça. (Rádio Guaíba)

Presidente da OAB se mantém cauteloso ao falar de condução coercitiva de Lula. Claudio Lamachia disse que o ex-presidente e qualquer outro cidadão estão sujeitos às mesmas leis

Notícias Poder Política

 

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, se manteve cauteloso sobre qualquer posicionamento sobre o ato de condução coercitiva do ex-presidente Lula à Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato e destacou que a lei é clara para todos e que o procedimento ocorre quando uma testemunha se recusa a prestar esclarecimentos à autoridade policial.  Disse que a sociedade não suporta mais essa crise ética e exige posicionamento imediato das instituições.

Em entrevista ao programa Agora, da Rádio Guaíba, Lamachia informou que, em relação a Delcídio do Amaral, pediu em nome do Conselho Federal da OAB para que a entidade tenha acesso a essa ‘suposta’ delação premiada, pois segundo ele o próprio senador deixou a entender que o documento talvez não exista. Disse que se for confirmada a existência do documento, disse que pode se tratar de um atentado contra o estado democrático de direito e as instituições brasileiras.

Lamachia afirmou que não podemos acreditar que delações de extrema gravidade contra Lula e Dilma, além de outros políticos importantes, possam ter sido alvo de ‘vazamento seletivo de informações’. Disse que tão logo tivesse conhecimento desses fatos para examinar tecnicamente este tema, na medida em que a OAB tem a responsabilidade de representar a sociedade brasileira. Disse que precisa de fatos concretos para chamar uma reunião extraordinária do pleno da Conselho Federal da OAB.  Lembrou que após assumir a presidência da entidade, já se manifestou sobre diversos temas de interesse de forma técnica e isenta de paixões partidárias. Ao ser questionado sobre a mobilização pela volta da CPMF, disse que foi realizado ato extraordinário em Brasília com mais de cem entidades da sociedade civil organizada (www.agorachega.com.br) contra a ativação de mais um imposto para buscar no bolso do cidadão mais um sacrifício econômico. (Rádio Guaíba)

Fortunati defende consenso entre capitais sobre operação da Uber no Brasil. Uma consulta pública e pagamento de taxa pela empresa, como proposto em São Paulo, são possibilidades estudadas

Fortunati defende consenso entre capitais sobre operação da Uber no Brasil. Uma consulta pública e pagamento de taxa pela empresa, como proposto em São Paulo, são possibilidades estudadas

Cidade Notícias Poder Política Porto Alegre prefeitura Saúde Segurança

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), defendeu nesta segunda-feira que a legalidade da operação da Uber no Brasil seja discutida entre as cidades onde a empresa começou a prestar o serviço. Como nenhuma das capitais brasileiras — Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília — chegou à regulamentação do serviço até agora, Fortunati diz estar conversando com os demais prefeitos para buscar uma posição única. Em entrevista ao programa Agora da Rádio Guaíba, nessa manhã, ele estimou que poderá anunciar, até o final de janeiro, um caminho a ser seguido pela Capital. Uma consulta pública, como foi proposto pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), não está descartada para ampliar o debate.

“Em algumas cidades, a Uber está desaparecendo. Tenho notícia de que está sendo fechada por alguns municípios do mundo. É um tema complexo que passa, obrigatoriamente, pela regulamentação, se for para existir. Teremos pela frente um grande debate para que a gente possa no país ter uma única posição. Tenho dialogado com os prefeitos de outras capitais onde a Uber participa — Fernando Haddad (São Paulo – PT), Eduardo Paes (Rio de Janeiro – PMDB) e Márcio Lacerda (Belo Horizonte – PSB) — para que a gente possa seguir uma linha única de pensamento”, indicou.

Desde o final de novembro, o grupo de trabalho criado na Capital para discutir a possível regulamentação inclui a Procuradoria Geral do Município, EPTC, Ministério Público, secretarias municipais e a própria Uber. Na capital paulista, a Prefeitura cogita exigir da empresa o pagamento de uma taxa ao município por cada viagem feita através do aplicativo.

Obras

Até o final do primeiro semestre de 2016, Fortunati estima, ainda, que será possível concluir duas obras de mobilidade urbana ainda pendentes: as passagens de nível da rua Anita Garibaldi e da avenida Cristóvão Colombo. Já o viaduto da Plínio Brasil Milano segue sem qualquer previsão de término, porque a obra depende de decisões judiciais sobre a posse de terrenos desapropriados no entorno. O prefeito admite que os três projetos sofreram entraves, mas destaca que o financiamento aberto para a Copa do Mundo permitiu a liberação dos recursos, mesmo em período de crise.

“Aproveitamos a oportunidade da realização da Copa do Mundo, quando foi oferecido financiamento e prazo de carência maior, e conseguimos buscar recursos para viabilizar essas obras. Se não tivéssemos aproveitado a Copa, esses projetos continuariam na gaveta. (…) Dificuldades existem como em qualquer obra. Estamos levando mais tempo, mas com os mesmos recursos”, justificou.

Para encerrar o mandato à frente da Prefeitura em 2016, Fortunati diz ter o lançamento do edital do metrô de Porto Alegre como uma prioridade. Um estudo sobre a obra deve ser concluído ainda no primeiro semestre, com auxílio de técnicos de Madri, na Espanha, e análise orçamentária do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). No entanto, o prefeito adverte que a agilização dependerá, também, de verbas do governo federal. “Acreditamos que teremos concluído o estudo no primeiro semestre para encaminhar a licitação. O que faltará é o financiamento do governo federal. Vou lutar até o último dia do meu mandato para que eu possa, pelo menos, colocar o edital de licitação do metrô na ordem do dia”, declarou.

Embora a expectativa seja fechar as contas de 2015 no azul, o prefeito ressaltou que já conta com o agravamento da crise econômica no país em 2016. “Isso não nos deixa confortáveis, porque sabemos que a crise econômica vai continuar em 2016. Deverá ser um ano ainda mais angustiante para prefeitos e prefeitas brasileiros”, advertiu. A entrevista completa está no link . (Bibiana Borba/Rádio Guaíba – Foto: Paulo Nunes / CP)

Zelotes: Deputado Afonso Motta nega participação em fraudes descobertas

Direito Notícias Poder Política

O deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) disse nesta quarta-feira ao jornalista Felipe Vieira, no Programa Agora, da Rádio Guaíba, estar surpreso ao ver seu nome citado nas investigações da Operação Zelotes da Polícia Federal, no esquema de corrupção do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). presidente jurídico e institucional da empresa até 2009, antes de se eleger. O parlamentar admitiu que participou de diversos processos da empresa até se desligar em 2009, e disse não ter conhecimento das investigações.

As fraudes investigadas no Carf foram descobertas a partir da Operação Zelotes, deflagrada pela PF em abril. O Carf funciona como tribunal administrativo, responsável por julgar recursos de empresas autuadas pela Receita Federal por deverem impostos. Segundo investigações, conselheiros recebiam propina para votar em favor de redução e até do perdão das dívidas. O contato era feito por intermediários. Lobistas, escritórios de contabilidade ou de advocacia eram responsáveis por cooptar empresas dispostas a pagar propina a conselheiros do esquema, em troca de influência nos resultados dos processos.