Porto Alegre: Alunos do Colégio realizam manifestações contra e a favor da eleição de Bolsonaro. Veja os vídeos

Porto Alegre: Alunos do Colégio realizam manifestações contra e a favor da eleição de Bolsonaro. Veja os vídeos

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Os alunos do Colégio Rosário, um dos mais tradicionais de Porto Alegre, realizaram nesta segunda-feira uma série de manifestações contra e a favor da eleição de Jair Bolsonaro, como novo presidente do Brasil. Durante a manhã, um grupo de alunos de alunos ligados ao GER -Grêmio Estudantil Rosariense-,  com a participação de vários professores e monitores do colégio, se manifestaram contra o presidente eleito. Durante algum tempo ocuparam o pátio central do Colégio e  gritaram “Seremos a resistência!”.

Imediatamente, ao que parece de forma espontânea, estudantes favoráveis ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, responderam de vários lugares no entorno. A maioria deles com canções e gritos de apoio ao futuro ocupante do Palácio do Planalto.  Esse grupo de alunos promete uma manifestação organizada para esta terça-feira, dia 30/10, em apoio à democracia.

A diretoria do Colégio Rosário divulgou uma nota onde trata do assunto:

 

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Cotistas já são maioria em universidades federais. Vagas para alunos de escolas públicas atingem 51,7%; meta era chegar à marca de 50% no final deste ano

Cotistas já são maioria em universidades federais. Vagas para alunos de escolas públicas atingem 51,7%; meta era chegar à marca de 50% no final deste ano

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As universidades federais do País já oferecem mais vagas para cursos de graduação por sistema de cotas e ações afirmativas do que pelo formato de concorrência comum. A reserva para estudantes de escolas públicas superou o porcentual aberto a ampla disputa, dominado historicamente por alunos oriundos de unidades particulares, informam Luiz Fernando Toledo e Marco Antônio Carvalho. O aumento foi impulsionado pela Lei 12.711, a chamada Lei de Cotas. O texto, de 2012, previa que gradualmente as universidades passassem a destinar vagas para cotistas até que, ao final de quatro anos, o porcentual atingisse 50%. No primeiro semestre de 2016, foram ofertadas 114,5 mil vagas reservadas (51,7%) ante 113 mil de disputa livre (48,3%). Em 2013, eram 33,4%. Especialistas elogiam o cumprimento da meta, mas pedem atenção para formas de apoio e assistência a alunos que usufruem da reserva. (O Estado de São Paulo – Foto:Cecilia Bastos/Jornal da USP)

Mais de mil estudantes estão sem transporte escolar no interior gaúcho. Prefeituras alegam prejuízo de R$ 80 milhões por ano com sistema; Samuel Vettori / Rádio Guaíba

Mais de mil estudantes estão sem transporte escolar no interior gaúcho. Prefeituras alegam prejuízo de R$ 80 milhões por ano com sistema; Samuel Vettori / Rádio Guaíba

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Um levantamento feito pela Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) indica que mais mil estudantes estão sem ter como ir às escolas em função da falta de transporte. As aulas na rede estadual começaram na segunda-feira. O problema atinge jovens de cidades como Cacequi, Encruzilhada do Sul, Gravataí, Jari,Pinheiro Machado e São Jerônimo.

“As prefeituras comunicaram dentro do prazo que não prestariam mais o serviço. O governo do Estado teve três meses para concluir as licitações. É lamentável que tantos alunos ainda não saibam se terão como se deslocar até a escola”, criticou o presidente da Famurs, Luiz Carlos Folador.

De acordo com a Famurs, as prefeituras gaúchas tiveram prejuízo de R$ 80,3 milhões com o transporte escolar de alunos do Estado em 2014. Conforme o estudo encomendado pela federação, o problema afeta 85% dos municípios do Rio Grande do Sul. Em função disso, parte das administrações municipais deixaram de prestar o serviço, que é de responsabilidade do Estado.

Em vigor desde 2009, um convênio com o Estado repassa valores do Executivo para as prefeituras transportarem alunos da rede estadual junto aos da municipal. Segundo levantamento da Famurs, o Piratini transfere aos prefeitos, em média, R$ 630, por aluno, ao ano, mas as prefeituras gastam aproximadamente R$ 1,1 mil para realizar o serviço. (Samuel Vettori/Rádio Guaíba – Foto: Alexandre Mendez / CP Memória)

Alunos do curso profissional de Sommelier da ABS-RS elaboram corte do Merlot da Confraria Spa do Vinho. Rótulo de 2012 da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos tem como novidade o uso de 15% de uma safra recente (2015)

Alunos do curso profissional de Sommelier da ABS-RS elaboram corte do Merlot da Confraria Spa do Vinho. Rótulo de 2012 da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos tem como novidade o uso de 15% de uma safra recente (2015)

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O Spa do Vinho e o Grupo Miolo, em parceria com a secção gaúcha da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS), ofereceram uma experiência única aos alunos do principal curso da entidade. Os futuros sommeliers foram convidados a ajudar a escolher o corte do Merlot MMXII D.O.V.V., da safra 2012, com a condução do consagrado enólogo Adriano Miolo e sua equipe. As opções de assemblage eram três Merlots com diferentes períodos de passagem por carvalho (6, 12 e 15 meses), além da mesma varietal colhida em 2015 com seis meses de barrica. O objetivo foi elaborar um vinho que poderá ser guardado por muito tempo.

Depois de provar e descrever cada uma das amostras, foram apresentados três opções de corte. Por imensa maioria, os estudantes elegeram o corte que continha 65% de Merlot 2012 com 15 meses de madeira, 20% de Merlot 2012 12 meses e 15% de Merlot 2015 6 meses. Pela regra da Denominação de Origem do Vale dos Vinhedos, pelo menos 85% de um assemblage deve conter o vinho da safra que se quer destacar. Porém, essa foi a primeira vez que a DO produzirá um vinho que apresenta, também, uma safra de um outro ano. “É uma possibilidade existente nas regras da DO que ainda não havia sido utilizada por nenhum produtor”, comenta a sócia-diretora do Spa do Vinho, Deborah Villas-Bôas Dadalt.

O vinho da confraria tem como filosofia a elaboração de um rótulo de guarda para ser consumido em ocasiões especiais. Aldemir Dadalt, membro do Conselho Superior da Aprovale e sócio-diretor do Spa do Vinho, diz que ficou feliz com a escolha, já que o corte eleito era o seu preferido. “O exercício de degustar um vinho é sempre subjetivo, mas extremamente prazeroso e educativo”, destaca.

Com 25 membros, a Confraria Spa do Vinho é dedicada à produção de vinhos em sistema de condomínio que, além de produzir um merlot de comprovada qualidade, se reúnem mensalmente para participar de eventos técnicos e festivos em um dos locais mais belos do Vale dos Vinhedos, onde podem desfrutar de um luxury-hotel, além de spa vinoterápico.

SIL_8641____Diretoria do Spa do Vinho, Adriano Miolo com a turma da ABS-RSCurso
A vinícola Santon recebe, entre os dias 19 e 21 de fevereiro, o penúltimo módulo de sommelier profissional promovido pela ABS-RS com o suporte dos professores da ABS-SP. O módulo anterior, o quinto, aconteceu na Casa Valduga recebeu, de 15 a 17 de janeiro. O diferencial do curso é que ele é ministrado dentro de vinícolas – participam também Miolo, Aurora, Chandon e Don Guerino, além de Valduga e Salton. O módulo final, o de serviço, será no Spa do Vinho.

O módulo que será ministrado pelo professor Mário Teller Jr. na Salton abordará uso do carvalho, envelhecimento da bebida, além da enografia de Áustria, Hungria, Israel, Líbano, além de Bordeaux e Borgonha, duas regiões produtoras que são referência mundial.

A primeira turma de sommeliers profissionais tem mais de 40 alunos. Além de profissionais da cadeia do vinho, também fazem parte do grupo profissionais de outras áreas como médicos, advogados, médicos e profissionais liberais.