Fortunati avalia metas e faz balanço das ações de governo

Fortunati avalia metas e faz balanço das ações de governo

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O prefeito José Fortunati coordenou nesta segunda-feira, 19, junto com o vice-prefeito Sebastião Melo, o último seminário de governo de sua gestão, com todos os secretários, presidentes e diretores dos órgãos municipais. Na reunião, aberta à imprensa, foram apresentadas as principais realizações de 2005 a 2016, período em que foi implantado o modelo de gestão baseado em metas com assinatura de contratos de gestão, e acompanhamento do desempenho da administração municipal. Neste ano, das 275 metas estabelecidas, 86,6% foram total ou parcialmente atingidas. Baseado na transparência e na transversalidade, o modelo de gestão foi destacado por Fortunati como o grande responsável pelos avanços na administração municipal desde sua implantação. Com o Portal Transparência, a cidade também conquistou nota 10 do Ministério Público Federal, a única entre as capitais do país, e também o título de cidade mais transparente do Rio Grande do Sul, concedido pelo Tribunal de Contas do Estado.
Segundo o prefeito, a transparência e a gestão eficiente e responsável dos recursos públicos permitem que, mesmo num momento de crise, a Capital seja entregue ao próximo governo com grandes conquistas e legados. “Temos hoje um modelo de gestão referência para as cidades brasileiras, no qual conseguimos aumentar a busca de recursos sem aumentar os tributos e combatemos o desperdício por meio do corte de despesas sem prejudicar a qualidade dos serviços. Ampliamos o atendimento na área da saúde, construímos unidades, o Hospital da Restinga e Extremo-Sul, recebemos pacientes do interior, abrimos novas escolas infantis e superamos as metas do Plano Nacional de Educação, iluminamos praças, criamos o Centro Integrado de Comando (Ceic). Enfim, queríamos ter feito mais, mas estamos deixando uma cidade muito melhor para os próximos governantes”, disse o prefeito.
Fortunati ressaltou que, geralmente nos momentos de crise, as cidades deixam de investir, e que isso não foi o que aconteceu em Porto Alegre. “Nós fomos em busca de recursos. Sem esse esforço a cidade teria ficado paralisada em termos da realização de obras. Algumas ainda estão em execução, mas entregamos empreendimentos pelos quais a cidade esperava há mais de 20, 30 anos. E ainda estamos deixando recursos para o próximo prefeito. Temos o grande financiamento conquistado junto a Corporação Andina de Fomento, no valor de US$ 92 milhões, para a revitalização da Orla do Guaíba e obras de pavimentação, e temos outro projeto para a construção de 25 escolas municipais e requalificação das demais também com recursos garantidos”, explicou.

A apresentação completa com o balanço das ações pode ser conferida aqui.

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Neste ano, das 275 metas estabelecidas, 86,6% foram atingidas. Foto: Ricardo Giusti/PMPA

Capacitação – A secretária municipal de Planejamento Estratégico e Orçamento, Izabel Matte, lembrou que o modelo de gestão implantado a partir de 2005 garantiu a capacitação de mais de 11 mil servidores públicos. Isso deve fazer com que o trabalho tenha continuidade. “Foi produtivo, aprendemos e entregamos serviços importantes. Temos que pensar que a essência da gestão pública são os servidores, os grandes responsáveis pelo atendimento ao cidadão. Com a estrutura já organizada, neste modelo que segue parâmetros de qualidade, torna a administração capaz de tocar as rotinas da prefeitura dentro de um modelo de gestão moderno”, afirmou.

Também participaram da reunião o presidente e o vice-presidente de Relações Institucionais e Marketing do Capítulo Rio Grande do Sul do Instituto de Gerenciamento de Projetos (PMI-RS), Thiago Regal e Marco Antônio Kappel Ribeiro, respectivamente; a representante da Endeavor, Bruna Eboli; e o diretor-executivo do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP), Luiz Ildebrando Pierry.
Pierry falou sobre a oportunidade de trabalhar metas de qualidade na gestão pública e como Porto Alegre se consolidou como uma referência nesse modelo. “Os frutos sempre vamos colher muito tempo depois. Estamos plantando o futuro de Porto Alegre e será uma lástima se os próximos governantes não derem continuidade a esse trabalho. Essa administração pensou em criar um ambiente favorável ao desenvolvimento da cidade, ao empreendedorismo, buscando aperfeiçoar a prestação de serviços públicos”, concluiu o diretor-executivo do PGQP.
Simplificar – Para a Endeavor, parceira na implantação do Projeto Simplificar, uma das grandes conquistas foi a redução do tempo de abertura de empresas. “Encontramos em Porto Alegre um governo disposto a implantar essa iniciativa e conseguimos reduzir em 98% o tempo de abertura de empresas. No caso das de baixo risco, passamos de 493 para 10 dias a espera pela emissão da licença”, afirmou Bruna Eboli.
No caso do Instituto de Gerenciamento de Projetos, que tem na conta grandes corporações internacionais, atuar junto ao poder público era um grande desafio. “Temos orgulho de ter participado deste projeto com a Prefeitura de Porto Alegre e ver o quanto a cidade evoluiu e pode servir de exemplo para outros municípios”, disse Thiago Regal.
Contrato de Gestão – De acordo com a metodologia de avaliação dos indicadores, titulares e adjuntos se reúnem mensalmente em seminários de análises com o vice-prefeito Melo. Trimestralmente, é realizada avaliação também com a presença do prefeito Fortunati, para detectar avanços ou melhorias que devam ser perseguidos. Desde 2013, sempre no mês de março, foram realizados os seminários de governo, nos quais foram assinadas as metas para o ano, representando entregas para a cidade em obras e serviços em todas as áreas, e foram divulgados os resultados dos contatos de gestão do ano anterior.
Galló anuncia hoje internacionalização da Lojas Renner

Galló anuncia hoje internacionalização da Lojas Renner

Economia Negócios Notícias Poder Política

Em meio à crise econômica que vive o País e atinge fortemente o varejo, o presidente da Lojas Renner, José Galló,  anunciará nesta quinta-feira números positivos e a internacionalização da Empresa. A Renner vai iniciar sua expansão via Mercosul. O primeiro País a ter Lojas Renner, será o Uruguai.

 

Confira a entrevista que fiz com José Galló, no programa Poder RS, em janeiro de 2015.

Braskem registra EBITDA de R$ 3,1 bilhões

Braskem registra EBITDA de R$ 3,1 bilhões

Negócios Notícias Poder Política

A Braskem manteve a consistência em seus resultados dos últimos trimestres e apresentou um EBITDA de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2016, uma alta de 106% sobre igual período do ano anterior. Os principais fatores que impulsionaram esse desempenho foram o maior volume de exportação de resinas termoplásticas, o contínuo bom desempenho das operações nos Estados Unidos e Europa, os melhores spreads dos produtos petroquímicos básicos e de resinas no exterior, além da desvalorização média de 37% do real frente ao dólar no período. Em dólar, o EBITDA da companhia avançou 54% para US$ 780 milhões.

As unidades industriais dos Estados Unidos e Europa seguem operando acima de sua capacidade nominal. A forte demanda por polipropileno nos Estados Unidos tem impulsionado a taxa média de operação das plantas industriais para 100%. A produção totalizou 499 mil toneladas e as vendas somaram 500 mil toneladas, registrando altas de 8% e 9%, respectivamente, ante o primeiro trimestre de 2015. No período de janeiro a março de 2016, as unidades dos Estados Unidos e Europa apresentaram EBITDA de R$ 855 milhões, representando quase um terço do consolidado da Companhia.

No Brasil, as centrais de matérias-primas operaram a 89% de sua ocupação e se mantiveram em linha com o primeiro trimestre do ano passado. Na comparação com o último trimestre de 2015, a taxa média, porém, avançou 6 pontos percentuais, depois da normalização da operação do cracker de São Paulo e da melhoria operacional da central petroquímica de Triunfo (RS). As exportações de resinas totalizaram 436 mil toneladas, um aumento de 70% sobre igual trimestre de 2015, o que compensou a retração do mercado doméstico. No primeiro trimestre deste ano, as operações brasileiras, incluindo as exportações, apresentaram EBITDA de R$ 2,16 bilhões, alta de 61% em relação ao mesmo período do ano passado.

A demanda por resinas no mercado brasileiro alcançou 1,2 milhão de toneladas no primeiro trimestre de 2016. Esse resultado significou uma queda de 18% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, período que foi favorecido pela recomposição de estoques na cadeia de transformação. As vendas da Braskem no mercado doméstico totalizaram 782 mil toneladas e em linha com a queda do mercado brasileiro.

O lucro líquido da Braskem foi de R$ 747 milhões no primeiro trimestre de 2016. A receita líquida consolidada da Braskem alcançou R$ 12,2 bilhões, um crescimento de 19%, influenciado pelos melhores patamares dos preços de petroquímicos quando convertidos em reais. O nível de alavancagem financeira da Braskem, medido pela relação entre dívida líquida por EBITDA em dólar, voltou a cair e fechou o trimestre em 1,72x, o mais baixo patamar em dez anos.

PRODUÇÃO DE POLIETILENO NO MÉXICO

Em abril, o Complexo Petroquímico do México, operado pela Braskem Idesa, começou a produzir polietileno, marcando o avanço da Braskem em sua estratégia de internacionalização e diversificação de matéria-prima. Localizado no estado mexicano de Veracruz, o complexo petroquímico tem capacidade anual de produção de mais de 1 milhão de toneladas de polietileno, fabricado a partir do etano fornecido pela PEMEX.

“A Braskem tem conseguido manter uma estratégia consistente graças aos resultados obtidos com suas exportações e com suas operações no exterior”, diz Fernando Musa, presidente da Braskem(foto). “Diante deste cenário, a Companhia se mantém firme no propósito de buscar maior competitividade em suas operações”.

Balanços do Grupo RBS mostram lucro de R$ 102,4 milhões.  Apesar de o consolidado registrar saldo positivo, área de jornais, eventos e mídia digitais ainda dá prejuízo de R$ 17,5 milhões

Balanços do Grupo RBS mostram lucro de R$ 102,4 milhões. Apesar de o consolidado registrar saldo positivo, área de jornais, eventos e mídia digitais ainda dá prejuízo de R$ 17,5 milhões

Negócios Notícias Poder Política Porto Alegre

O Grupo RBS divulgou nesta segunda-feira, 20, os balanços financeiros de suas empresas para 2014, que demonstram um lucro líquido de R$ 102,4 milhões e faturamento de R$ 1,5 bilhão no consolidado da RBS Mídias, Digital e Participações S.A. e da RBS TV Comunicações S.A. As duas holdings reúnem os principais investimentos da organização. Embora os números gerais sejam positivos, as operações de jornais, eventos e mídia digitais são as únicas que dão prejuízo para o grupo. A perda, de R$ 10,4 milhões, consta nos resultados da RBS Mídia, Digital e Participações.

A RBS – Zero Hora Editora Jornalística S.A., que reúne as operações dos oito jornais do grupo, eventos (Engage) e investimentos digitais, registra prejuízo de R$ 17,5 milhões, contra a perda de R$ 30,5 milhões registrada no período anterior. A empresa atribui a redução do prejuízo à adoção de “projeto de gestão de custos”, mas não comenta os balanços divulgados. O valor está contido no balanço da RBS Mídia, Digital e Participações, porém, reduzido pela lucratividade das demais empresas que integram a holding.

A área de rádio, por exemplo, representada no balanço da RBS Rádios Participações S/A – que inclui as emissoras Atlântida, Gaúcha e Itapema –, teve leve crescimento nos números alcançados. O lucro líquido passou de R$ 18,1 milhões para R$ 18,6 milhões. Somente a Rádio Gaúcha acumula lucro de R$ 14,8 milhões segundo o balanço, um aumento de 9% sobre os R$ 13,5 milhões de 2013.

As principais responsáveis pelo lucro do grupo, no entanto, são as operações de TV. A holding RBS TV Comunicações S.A., que investe em televisão aberta (RBS Participações S/A), obteve lucro líquido de R$ 112,8 milhões. O desempenho representa um crescimento de 19,9% sobre os R$ 94,1 milhões registrados em 2013. (Coletiva.net)

Gabriella Bordasch faz um balanço positivo do primeiro ano após sair da RBS TV plantando bananeira

Cidade Comportamento Comunicação Cultura Notícias Porto Alegre Previsão do Tempo Vídeo

 

Aquela velha história do tempo passa muito rápido… A ex-Garota do Tempo da RBSTV, publicou hoje no Facebook um post comemorando um ano da “bananeira”que literalmente virou a vida dela. Para quem não lembra ou não viu, o que eu acho bem difícil já que o vídeo viralizou e foi comentado no Brasil e exterior… A jornalista Gabriella Bordash plantou bananeira no estúdio da RBSTV após pedir demissão. Ela quis com o gesto fazer uma analogia a sua saída da emissora e o novo momento que passaria a viver: “E um belo dia resolvi virar minha vida de cabeça para baixo”. O texto fez parte inclusive da legenda de um vídeo divulgado por ela nas Redes Sociais. Confira abaixo o post publicado hoje por Gabriella na timeline do perfil dela no Facebook fazendo um balanço extremamente positivo desse “ano da virada”.

Meu desejo é que o exemplo da Gabriella – senhora Daniel Scola – , inspire outras pessoas a procurarem novos caminhos e novas viradas nas suas vidas.

UM ANO DA VIRADA

Não é piada nem brincadeira, não haha. A quem interessar possa, hoje faz UM ANO que dei a maior e mais corajosa virada da minha vida. DIA DE COMEMORAR! E eu não me refiro a essa bananeira no estúdio, ao lado do mapa da previsão do tempo, não. Mas ao começo da minha nova vida.

Há um ano larguei uma grande empresa, onde sempre desejei trabalhar, para montar meu próprio negócio. E querem saber? Deu certo. Deu muito certo, gente! Agora vem a parte cheia de clichês: com a daterra Filmes (minha produtora de videos que acabou ganhando nome de banana haha) eu aprendi que motivação é peça-chave para a realização (e não o contrário) e que era uma boa pitada a mais dessa palavra o que estava faltando na minha vida. Não existe dia ruim nem “mais ou menos” quando se tem empresa. Tu podes até fazer malabarismo, mas não dá pra deixar a peteca cair. Tem gente que depende de ti. Tu não és uma pecinha em uma grande engrenagem, mas a engrenagem inteira. Ah, também não existe ficar doente. Que Deus me dê bastante saúde então, por que não tem pra quem entregar atestado. É, gente! Ter empresa é se apoderar do slogan da Globo News: NUNCA DESLIGA! Mas até a minha insônia hoje em dia tem um outro sabor.

E o melhor de tudo isso: poder trabalhar para E com pessoas legais. Poder fazer o que tu quiser, PODER CRIAR. Nem o céu é o limite, e também não existe pauta que não tenha audiência pra daterra Filmes.

UM ANO, GENTE! E já temos um escritório para chamar de nosso, uma estagiária amada e competente e uma trupe de freelas gente fina, talentosa e altamente profissional.

Sou muito muito grata e penso SEMPRE nas pessoas que me ajudaram no início e que continuam me ajudando. Muita gente faz parte desse time e não quero cometer nenhuma indelicadeza em não citar alguém. Mas um obrigada especial a Fernanda Costa Gama, minha primeira cliente e parceira até hoje com o blog Spice Up The Road. STEAL THE LOOK, eu amo vocês. Não tem tempo ruim por mais mal humoradas que vocês estejam haha Obriagada por confiarem no nosso trabalho e serem essa super vitrine pra gente. Edgar Zuck, meu coach que ouviu eu chorar as pitangas durante uns meses enquanto me ajudava a eu me organizar pra poder chutar o balde. Laura Rizzatto, ainda vai ser minha CEO, só falta ela dizer SIM! ‪#‎SemPressãoTá‬? Maridooo, Daniel Scola, NADA disso seria possível sem ti, meu amor. Ele brinca que tem 10% da empresa, mas a verdade é que tem 100. O que é meu é teu. Te amo

OBRIGADA LIBERDADE! Até que enfim eu senti o teu gostinho.

VAMO QUE VAMO, GENTE! Suor é o segredo do sucesso.

AH GENTE, E COMO EU IA ESQUECER: Um ano da bananeira mais famosa do planeta. Pra quem não lembra saiu até na TIME. NO LESS!!!

BEIJOS MUNDO

Banrisul obteve R$ 848,8 milhões de lucro líquido em 2015

Economia Negócios Notícias Poder Política
Balanço Financeiro Banrisul
O presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Mota, fez a apresentação do balanço financeiro de 2015 – Foto: Caroline Abreu / Banrisul
O Banrisul encerrou o ano de 2015 com um resultado recorrente de R$ 758,5 milhões e lucro líquido de R$ 848,8 milhões. Os dados foram revelados nesta terça-feira (16) por Luiz Gonzaga Mota, primeiro funcionário do quadro de carreira a assumir a presidência em 87 anos de existência da Instituição. “Adotamos de imediato medidas de reposicionamento, frente à conjuntura e suas repercussões sobre a percepção do risco-país e sobre o nível de atividade econômica”, explicou.

“O ano de 2015 será lembrado no Brasil como um período de inflexão”, observou o presidente do Banrisul, salientando que a máxima de que a crise contém a semente da recuperação está historicamente comprovada pelo comportamento cíclico da economia. “Mas no mundo empresarial não é possível esperar que os ventos sejam favoráveis. Há que torná-los favoráveis. Isso é gestão. É, também, um grande desafio para quem conhece a fundo os riscos aos quais instituições financeiras estão sujeitas, assim como os potenciais que fazem do Banco uma empresa reconhecida e parceira. Nossa intenção é torná-la ainda mais sustentável, moderna e eficiente”.

A conjuntura de elevada volatilidade, marcada, ainda, por forte retração do Produto Interno Bruto, de aumento dos preços, de desvalorização cambial e de elevação dos juros básicos, levou à redução da capacidade de pagamento por parte das empresas e à consequente elevação da inadimplência. A carteira total de crédito alcançou R$ 32,0 bilhões – com crescimento de 5,0% em 2015. A inadimplência cresceu 1,17 pontos percentuais no último ano e o fluxo de despesas com provisões para perdas em operações de crédito apresentou comportamento superior aos níveis históricos observados no Banco.

Frente ao aumento do risco financeiro, o Banco buscou fortalecer as receitas de prestação de serviços, concretizando parceria com a Icatu Seguros e constituindo a holding Bipar, da qual faz parte a Rio Grande Seguros. Ao final de 2015, foi aprovada a Lei Estadual nº 14.797, autorizando o Banco a atuar na distribuição de seguros, previdência aberta e capitalização, o que permitirá estruturar uma corretora de seguros em 2016. No que se refere à adquirência, a Rede VERO segue gerando receitas, na esteira de um mercado de serviços ainda aquecido. As receitas de adquirência e emissão de cartões somaram R$ 749,4 milhões no ano, 35,6% acima do montante apurado em 2014. O resultado da Banrisul Cartões já representa 19,0% do lucro líquido do Banco.

“Preservamos a liquidez da Instituição”, observa Gonzaga: os recursos captados e administrados somaram R$ 52,0 bilhões ao final de 2015, com incremento de 8,2% frente ao ano anterior. O Banrisul optou por liquidar antecipadamente cerca de um terço da captação externa, com foco na liquidez das notas e na redução do custo de carregamento da operação. O patrimônio líquido alcançou R$ 6,2 bilhões. A estrutura de passivos e de capital próprio permitiu ao Banco chegar ao final de 2015 com uma carteira de tesouraria, líquida de obrigações compromissadas, de R$ 13,9 bilhões.

Outra prioridade foi melhorar os processos e os investimentos em tecnologia, para tornar as 536 agências e os 743 pontos de atendimento cada vez mais ágeis. Rotinas de back office ganharam maior dinamismo pela implantação ou continuidade de projetos como a Gestão Digitalizada de Documentos, TV Corporativa, Acessibilidade, Modelo Organizacional de Agências, implantação do DAD Eletrônico. Os Data Centers da Instituição foram alvo de melhorias de infraestrutura e de processos, com foco na eficiência energética e na disponibilidade dos ambientes. Já as despesas correntes, excluídas àquelas atreladas a negócios, apresentaram crescimento de 3,6%, evolução inferior à variação registrada pelos índices de preços em 2015. O Índice de Eficiência alcançou 50,2%, o que representa melhora de 5,1 pontos percentuais em relação ao apurado em 2014.

Com relação à política de pessoas, o Banrisul lançou em 2015 um Plano de Desligamento por Aposentadoria, que contou com a adesão de 471 empregados, garantindo redução futura de importante componente de custo administrativo. Em outubro, foi realizado concurso público regionalizado, para o preenchimento de 300 vagas na rede de agências. A Universidade Corporativa completou um ano de atividades, com investimento de R$ 6,1 milhões em treinamento, especialmente destinado à qualificação do atendimento prestado aos clientes nas agências.

Sicredi fecha 2015 com saldo positivo no Rio Grande do Sul e projeta expansão para 2016

Sicredi fecha 2015 com saldo positivo no Rio Grande do Sul e projeta expansão para 2016

Economia Negócios Notícias Poder Política

O Sicredi encerrou 2015, no Rio Grande do Sul, com um cenário diferenciado da realidade atual da economia brasileira. A operação acumulada do ano fechou com saldo positivo, somando ativos totais administrados acima de R$ 26,350 bilhões, que representam 21,59% de crescimento sobre igual período de 2014. A instituição cooperativa vislumbra perspectivas de muito trabalho para 2016, com cautela, mas otimista. “Justamente em situações onde a economia mostra dificuldades é que deveremos ter olhos para perceber as oportunidades. Ou saber cria-las. É importante que nesse período de recessão econômica, se faça a leitura correta do mercado e não se generalize perdas e retrações, justamente para não se gerar crise onde ela não se instalou”, ressalta o diretor executivo da Central Sicredi Sul, Gerson Seefeld. As sobras totais (distribuída aos associados no final de cada ano fiscal) somaram mais de R$ 754,544 milhões, tendo crescido 67,39 % sobre o ano passado.

Por essas razões, que o dirigente aponta que as oportunidades de expandir em 2016 são reais e viáveis. Fruto do perfil empreendedor do Sicredi que, segundo ele, vem da sua capacidade de adaptação nas dificuldades, e do planejamento rigoroso de cada processo de crescimento. “Não há mágica. Há muito trabalho e um entendimento das cooperativas e associados para se engajarem na preservação da integridade do negócio, na qual eles são os donos. Essa é a fórmula assertiva do Sicredi para conseguir manter crescimento e desempenho positivos frente as adversidades econômicas que o mercado passa atualmente”, pondera Seefeld.

E nesta lógica, as 39 cooperativas do Rio Grande do Sul filiadas ao Sistema Sicredi, que possuem 574 pontos de atendimento com cobertura em 452 municípios (92%), obtiveram aumento de 5,41% no número de associados Pessoa Física e 6,74% em Pessoa Jurídica somando mais de 1,508 milhão de associados.

O patrimônio líquido ficou acima dos R$ 3,928 bilhões, representando uma evolução de 21,38% sobre o ano passado. Os depósitos totais cresceram 17,78%, somando mais de R$ 12,263 bilhões (com share de 16,8%). E na carteira de poupança a evolução foi de 22,06%, apresentando mais de R$ 2,744 bilhões (e share de 5,09%). Já nas operações de crédito totais o avanço foi de 6,77%, totalizando mais de R$ 13,386 bilhões (share de 8,01%).

Conheça algumas das razões do Sicredi ter crescido no RS em 2015:

– Consolidação do desenvolvimento das 39 cooperativas filiadas no RS nas suas áreas de cobertura, que deflagrou crescimento e expansão no Rio Grande do Sul;

– Intensificação do relacionamento e de parcerias estratégicas com as Cadeias Produtivas de vários segmentos do RS;

– Investimento direto com foco na capacitação dos associados, em parceria com o Sebrae/RS e com o Banco Central, para implantação de formação continuada e cursos de educação financeira;

– Processo contínuo de construção do relacionamento direto com as comunidades tendo como cerne os sete princípios do cooperativos.

 

RESUMO Sicredi no Rio Grande do Sul:

 

CATEGORIA DESEMPENHO CRESCIMENTO PREVISÃO 2016
Poupança R$ 2,744 bilhões(share de 5,09%) 22,06% 19,10%
Associados 1,508 milhão PF 5,41% e PJ 6,74% 4,22%
Patrimônio Líquido R$ 3,928 bilhões 21,38% 16,7%
Ativos Totais ADM R$ 26,350 bilhões 21,59% 9,57%
Crédito Total + Financiamento RURAL R$ 13,386 bilhões(share de 8,01%) 6,77% 8,82%
Depósitos Totais R$ 12,263 bilhões(share de 16,80%) 17,78% 11,74%
Sobras R$ 754,544 milhões 67,39%%
Unidades de Atendimento Inauguraram 10 UAs novas PREVISTAS17 novas UAs

 

RESUMO NACIONAL

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3,2 milhões de associados e 1.394 pontos de atendimentos, em 11 Estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

  • Mais de 3,2 milhões de associados |cresceu 7,9%
  • R$ 52,6 bilhões de ativos totais | cresceu 14,2%
  • R$ 30,6 bilhões em operações de crédito total | cresceu 10,1%
  • R$ 8,1 bilhões de patrimônio líquido | cresceu 21,1%
  • 18,8 mil colaboradores
  • São 95 cooperativas no Brasil
  • 1.394 pontos de atendimento | foram 60 novos pontos abertos em 2015
  • R$ 1,442 bilhão em sobras | cresceu 14,1%

(Dados Base/Dez 2015)

 

Feira do Livro 2015: Vendas cresceram 11,25%.  Foram comercializados 445 mil exemplares nesta edição

Feira do Livro 2015: Vendas cresceram 11,25%. Foram comercializados 445 mil exemplares nesta edição

Cultura Economia Feira do Livro Notícias Porto Alegre

Durante os 17 dias da 61ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre foram comercializados 445 mil exemplares, 11,25% a mais em comparação ao ano anterior. No mesmo período, cerca de 1,5 milhão de pessoas circularam pela Praça da Alfândega, o que representa um aumento de público de 7%. Os números foram divulgados na manhã desta terça-feira (17) pela direção da Câmara Rio-Grandense do Livro.

Conforme a direção da Câmara do Livro, a programação com assuntos atuais e alinhados ao tema da campanha deste ano, que propôs uma reflexão na sociedade com a ideia de que livros ajudam a pensar, os preços convidativos e o tempo seco, que predominou em grande parte do período, foram alguns dos principais fatores que contribuíram para elevar os números. O presidente da Câmara, Marco Cena, salientou que a maioria do público era de jovens. “Foi perceptível a presença maciça desse público entre 15 e 25 anos.” A percepção reflete o cenário nacional, em que essa faixa etária tem impulsionado o mercado editorial. “Eles são economicamente ativos e acompanham seus ídolos,” avalia. Sessões de autógrafos de autores para essa faixa etária, com duração acima de 4 horas, são bons exemplos.

A Feira do Livro contou neste ano com 113 expositores. Foram autografados 741 títulos no período entre 31 de outubro e 15 de novembro, em 631 sessões de autógrafos. 578 sessões ocorreram na Praça de Autógrafos; 53 sessões de autógrafos coletivas ocorreram no andar térreo do Memorial do RS; uma sessão aconteceu no Teatro Carlos Urbim, com Alceu Valença. Na Área Infantil foram mais 22 sessões de autógrafos de escolas.

A programação para o público adulto recebeu 15 mil pessoas e contou com um total de 258 atividades, entre encontros, oficinas, apresentações artísticas e seminários. Na Área Infantil, foram 552 turmas agendadas, além das visitas sem agendamento, que participaram das 463 atividades, desde encontros com autores, ilustradores, seminários, contações de histórias, apresentações de teatro, oficinas até exposições, entre outras.

Acessibilidade

A 61ª Feira do Livro de Porto Alegre proporcionou acesso ao universo da literatura a todo tipo de leitor. Quem não enxerga as letras com os olhos, pôde tocá-las ou ouvi-las: as histórias chegavam às pessoas com deficiência visual através de livros em braile ou audiolivros. Os que têm deficiência auditiva contavam com intérpretes de libras. Pessoas com dificuldades locomotoras podiam pegar emprestadas cadeiras de rodas; rampas de acesso também foram instaladas em toda a Praça da Alfândega. (Rádio Guaíba – Foto: Otávio fortes/Feira do Livro)