Banco do Brasil já tem 12,2 bilhões para a safra 2016/2017 no RS a disposição dos produtores gaúchos

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O Banco do Brasil vai destinar R$ 12,2 bilhões para operações de crédito rural na safra 2016/2017 no Rio Grande do Sul. O volume é 8,8% superior ao valor desembolsado na safra 2015/2016. Desse total, R$ 2,7 bilhões irão financiar a agricultura familiar, R$ 2,1 bilhões os médios produtores e R$ 7,2 bilhões vão atender aos demais produtores e suas cooperativas rurais. Conversei sobre isso com o gerente de agronegócios do Banco do Brasil, João Paulo Comerlato.

Banco do Brasil se pronuncia sobre a notícia: “Porto Alegre: Show de striptease obriga Banco do Brasil a despejar locatários”

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Recebi e transcrevo abaixo uma nota de Michele Cardoso, do Núcleo de Comunicação do Banco do Brasil, da Superintendência do Rio Grande do Sul.

 

“Felipe, tudo bem?

Sobre a matéria “Porto Alegre: Show de striptease obriga Banco do Brasil a despejar locatários” gostaria de prestar alguns esclarecimentos:

Os referidos imóveis não são originariamente propriedade do Banco do Brasil, são oriundos do BESC (instituição financeira incorporada pelo BB em 2008). O Banco do Brasil vinha há meses buscando consolidar a propriedade das salas junto ao registro de imóveis para que fosse possível a tomada das medidas cabíveis, porém vem enfrentando entraves burocráticos para tal. Com base na decisão judicial, o BB entrou com medida de imissão de posse, a qual está em andamento.

Qualquer dúvida, estou à disposição.

Abraço,

Michele Cardoso
Assessora
Núcleo de Comunicação BB
Superintendência do RS”

Porto Alegre: Show de striptease obriga Banco do Brasil a despejar locatários

Porto Alegre: Show de striptease obriga Banco do Brasil a despejar locatários

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O Banco do Brasil (BB) terá de providenciar a desocupação de quatro unidades que possui em prédio do Centro Histórico de Porto Alegre em consequência do mau uso dos espaços. Além disso, pagará R$ 30 mil de indenização ao condomínio por danos morais. Numa das salas funciona um bar que oferece atrações como striptease e sexo ao vivo, atividade qualificada pelos moradores como ¿de moral e licitude duvidosa¿. As demais são ocupadas por associação que presta serviços de clínica dentária e escola profissionalizante, também em desacordo com as regras condominiais.

A decisão é da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do RS, que rejeitou recurso da instituição bancária para manter sentença (ação de obrigação de fazer) da Comarca da capital gaúcha. O colegiado também negou o recurso do condomínio pedindo aumento de 50% no valor do ressarcimento. No recurso TJ, o BB alegou ter agido sempre conforme as regras do conjunto habitacional e, em síntese, que não pode efetuar as desocupações por ser dono apenas da propriedade, ter pendências quanto à regularização do ITBI e não possuir as respectivas matrículas.

Decisão

Enquanto o recurso sobre a ação de obrigação de fazer nem chegou a ser analisado pela Câmara do TJ, por ¿reiteração dos argumentos da contestação¿, o acórdão trata da manutenção da reparação pelo dano moral. Segundo o relator, Desembargador Eduardo João Lima Costa, faltou ao banco esforço para solucionar o caso.

A prova, disse, está nos mais de seis meses passados entre a reunião em que o BB se comprometeu com o condomínio a agir e a primeira notificação aos locatários (agosto de 2013). O magistrado também alertou para o fato de que os problemas administrativos alegados para dificultar a desocupação não impediram o banco de exigir da imobiliária os valores das locações, ¿o que demonstra o interesse de receber contraprestação daquilo que reconheceu como de sua propriedade¿, completou.

Por fim, o julgador considerou que as posturas ¿inadequadas e contumazes¿ dos locatários não receberam a devida atenção do proprietário. ¿O condomínio sofreu abalo na sua credibilidade ou respeitabilidade, porquanto a vizinhança projeta no condomínio a causa da insegurança e mal estar da região, o que demonstra a carga moral negativa imputada ao autor ¿.

Votaram com o relator a Desembargadora Mylene Maria Michel e o Desembargador Voltaire de Lima Moraes.

BB tem lucro líquido de R$ 3,1 bilhões no terceiro trimestre de 2015. No período de janeiro a setembro, o BB registrou lucro líquido de R$ 11,8 bilhões

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O lucro líquido do Banco do Brasil (BB) atingiu R$ 3,062 bilhões no terceiro trimestre deste ano, de acordo com balanço divulgado hoje (12) pela instituição financeira. No período de janeiro a setembro, o BB registrou lucro líquido de R$ 11,8 bilhões, o que representa crescimento de 43,5% em relação aos nove primeiros meses do ano passado.

Os ativos do banco atingiram R$ 1,6 trilhão em setembro, aumento de 10% em 12 meses e 2,7% em relação ao trimestre anterior. De acordo com o comunicado do BB, o aumento foi favorecido principalmente pela expansão da Carteira de Crédito Ampliada.

A carteira de crédito registrou aumento de 9,8%, em 12 meses, e atingiu R$ 804,6 bilhões, em setembro. No trimestre a alta foi 3,6%. O financiamento imobiliário, que registrou aumento de 34% em 12 meses e 6,4% no trimestre, foi o principal responsável pela alta.

O financiamento ao agronegócio encerrou o terceiro trimestre com saldo R$ 171,8 bilhões na carteira ampliada. O montante é 8,5% maior em relação a setembro de 2014. Destaque para o saldo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que totalizou R$ 37,9 bilhões, crescimento de 13,5% frente ao mesmo período do ano anterior. O balanço ressalta também a evolução do Programa de Agricultura de Baixo Carbono (Programa ABC), que totalizou R$ 9,1 bilhões em setembro de 2015, crescimento de 29,9% na comparação anual.

A carteira de crédito ampliada, formada por operações com clientes pessoa física, finalizou o terceiro trimestre com saldo de R$ 189,6 bilhões, crescimento de 8,1% em 12 meses. As linhas de menor risco (Crédito Consignado, CDC Salário, Financiamento de Veículos e Crédito Imobiliário) continuam expressivas, alcançando 79,5% do total da carteira. Destaque para o crescimento de 36,8% na linha Crédito Imobiliário PF, frente ao terceiro trimestre de 2014.

O saldo de crédito concedido às empresas encerrou setembro com R$ 362,2 bilhões, 5,9% maior nos 12 meses. As operações de capital de giro e de investimento, que representam 69,8% do total, obtiveram crescimento de 3,8% e 7% em 12 meses, respectivamente. Nos nove primeiros meses deste ano foi desembolsado mais de R$ 32,7 bilhões em crédito para investimentos.

O BB encerrou o trimestre com saldo de R$ 149,8 bilhões em poupança, alta de 1,7% em comparação ao segundo trimestre de 2015, reflexo de estratégias de comercialização do produto. Esta marca permitiu ao banco atingir seu melhor desempenho no ano.

Os índices de inadimplência do BB se mantiveram em patamares menores do que os observados no Sistema Financeiro Nacional (SFN). Ao fim de setembro de 2015, o índice de operações vencidas há mais de 90 dias representou 2,20% da carteira de crédito classificada, inferior ao patamar do SFN, que registrou 3,1%. (Agência Brasil)

Expointer 2015: Banco do Brasil garante que produtores rurais terão crédito para compras em Esteio e o temor de um especialista que o Plano Collor Rural se repita

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Entrevistei hoje durante o programa Agora/Rádio Guaíba, ao vivo da Casa da Record, na Expointer, o superintendente do Banco do Brasil/RS, Edson Bündchen e o presidente do Iejur, Ricardo Alfonsin. Entre as novidades do BB para 38ª edição da Expointer está a originação de propostas de negócios realizada diretamente pelas revendas de máquinas e enviada ao Banco pela internet através da Esteira Agro BB. Com a funcionalidade, os produtores têm a comodidade de encaminhar seu pedido de financiamento sem precisar ir ao Banco. A parceria entre o BB e as empresas revendedoras de máquinas permite a agilização na análise e contratação das operações..

Com relação ao crédito agrícola, como vem acontecendo nas últimas edições do evento, o BB não limitará os recursos disponibilizados aos produtores rurais que desejarem adquirir máquinas e equipamentos na Feira. Com amplo portfólio disponível, uma das apostas para a Expointer 2015 é o Pronamp Investimento, que este ano conta com recursos próprios da Instituição – assim como as linhas de crédito do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), da Agricultura de Baixo Carbono (ABC) e do Inovagro. “Temos recursos suficientes à disposição do produtor. O Banco investe muito na Feira porque realmente acredita no seu poder de gerar negócios”, destaca Edson Bündchen.

O presidente do Iejur, Ricardo Alfonsin falou sobre o painel coordenado por ele, que debateu em Esteio, os reflexos do Plano Collor para o agronegócio nacional. Em 1993 foi instalada uma CPMI no Congresso Nacional para apurar as razões do imenso endividamento agrícola que se verificava no período. A atividade rural tinha uma inadimplência histórica de no máximo 2% e na ocasião apresentava mais de 40%. Foram ouvidos, entre outros: os Ministros da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, e da Agricultura, José Andrade Vieira; os Presidentes do Banco Central, Pedro Malan e do Banco do Brasil, Alcir Calliari. Alfonsin, teme que isso possa voltar a acontecer. Acompanhe a conversa no link acima.