Brasil está indo tão bem ou melhor do que no governo Lula, diz Meirelles; por Elizabeth Lopes/ Broadcast Estadão

Brasil está indo tão bem ou melhor do que no governo Lula, diz Meirelles; por Elizabeth Lopes/ Broadcast Estadão

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Entrevista completa do Ministro Henrique Meirelles ao programa Agora/Rádio Guaíba, com Felipe Vieira.

 

 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quarta-feira. 13, em entrevista à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul, apostar na vitória de um candidato, nas eleições presidenciais do ano que vem, que priorize uma agenda de mudanças modernizantes na economia brasileira, mudanças que gerem emprego, reduzam a inflação e juros, melhorem a qualidade de vida da população, foquem nas reformas necessárias que o País precisa e fujam das bandeiras populistas.

Indagado se seria este candidato, já que vem pregando pelo País, como condutor da economia brasileira, um discurso baseado nessas premissas, Meirelles voltou a dizer que tomará uma decisão a esse respeito apenas entre final de março e começo de abril do próximo ano.

“Agora é foco total na economia, gosto de olhá-la com números e estamos na direção certa”, destacou Meirelles na entrevista. Ao falar de suas ações para a criação empregos, manutenção da inflação e juros em níveis mais baixos e consolidação do crescimento, ele disse que a atual agenda econômica é liberal e vem contribuindo para reduzir o tamanho do Estado. “Com o estabelecimento do teto dos gastos públicos, o tamanho governo federal – que já foi superior a 20% – chegará a 15% do PIB.” E disse que isso contribui para muitos avanços, inclusive a redução de impostos. “O brasileiro não aguenta pagar mais imposto; mas agora estamos no caminho certo, da modernização da economia.”

Quesrtionado sobre a possibilidade de disputar o Palácio do Planalto, tendo como concorrente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de quem foi presidente do Banco Central, Meirelles disse que mantém uma relação cordial e de amizade com o petista, que o convidou pra ser a autoridade monetária de seu governo. Apesar de manter uma relação de amizade com Lula, Meirelles pontuou que os dois têm pontos de vista diferentes. “Não concordo com a atual retórica de Lula”, disse, reiterando que sob sua batuta, o País está voltando ao rumo certo, depois de enfrentar uma das maiores crises de sua história.

O ministro da Fazenda respondeu também como seria uma eventual disputa entre “criatura e criador”, no caso Lula, que o alçou à vida pública como presidente do BC de sua gestão. Meirelles refutou tal comparação e deixou claro que ao ser convidado para integrar a equipe do então governo petista, como presidente do Banco Central, já tinha uma carreira bem consolidada, inclusive a nível internacional. “E quando Lula me chamou, me deu total autonomia para resolver os problemas do País, o que foi bom para ele e para o governo dele, pois sempre respeitou minhas decisões no BC, mesmo não concordando às vezes.” E alfinetou: “Agora o Brasil está indo tão bem ou melhor (do que na gestão de Lula).”

Sobre o debate que estará em pauta no pleito presidencial do ano que vem, Meirelles disse que “é simples”: “Ou vamos manter a presente política que está dando certo, de crescimento e geração de emprego ou vamos voltar atrás em políticas recessivas e gerar desemprego.” E citou que o governo Temer está sob fogo direto da oposição, “o que é normal, faz parte da democracia”. Meirelles aproveitou a entrevista para alfinetar outro potencial concorrente, o deputado Jair Bolsonaro, dizendo que até o momento ele não esclareceu qual será o seu projeto econômico. “Não está clara linha econômica de Bolsonaro, espero que ele coloque isso com clareza.”

Banrisul é destaque em ranking dos cinco melhores do Banco Central

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O Banrisul voltou a alcançar posição de destaque no mês de junho entre os cinco melhores no ranking do Banco Central do Brasil (BC). Foram dois primeiros lugares nas projeções de curto e médio prazos para a Taxa Over Selic, com índice de 0% de erro em ambas as categorias, conforme relatório divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Departamento de Relacionamento com Investidorese Estudos Especiais do BC.

O ranking TOP-5 classifica, pelo grau de acerto, mais de 100 instituições financeiras, acadêmicas e consultorias que divulgam periodicamente projeções de indicadores econômicos.arnrisul

Plano Safra estadual garante verba recorde a operações de crédito no setor primário

Plano Safra estadual garante verba recorde a operações de crédito no setor primário

Agronegócio Economia Negócios Notícias Plano Safra Sartori

O governo gaúcho anunciou, nesta quarta-feira, o Plano Safra 2016/2017 totalizando R$ 3 bilhões em operações de crédito para o novo ciclo agrícola gaúcho. O anúncio ocorreu durante a tarde em cerimonia realizada no Palácio Piratini, em Porto Alegre. Os recursos estarão à disposição no sistema financeiro estadual a partir de 1º de julho. Desse montante, R$ 2,1 bi são provenientes do Banrisul, R$ 550 milhões do BRDE e R$ 350 milhões do Badesul. O aporte destinado pelo Palácio Piratini é recorde. Em 2015, o Plano Safra disponibilizou R$ 2,8 bi – 3,5% a menos.

Dos R$ 2,1 bilhões que podem ser aportados via Banrisul, R$ 1 bi é destinado para custeio, R$ 600 milhões para comercialização e R$ 500 milhões para investimento. Podem solicitar financiamento agricultores familiares (Pronaf), médios produtores (Pronamp) e agricultores empresariais, cooperativas, agroindústrias, beneficiadores, cerealistas e demais empresas do setor.

A maior parte das operações envolvendo os R$ 500 milhões disponibilizados pelo BRDE são relacionadas a projetos de irrigação e de armazenagem, por exemplo. Os recursos para compra de máquinas, equipamentos e implementos também podem ser financiados dentro dos R$ 350 milhões viabilizados pelo Badesul.

Responsável por 44% do PIB gaúcho, o setor primário foi mais uma vez destacado pelo governador José Ivo Sartori. “Se há um lugar em que o retorno econômico ou em termos de Produto Interno Bruto, considerando todas as cadeias produtivas, a do agro é aquela que dá resposta mais imediata e as vezes não apenas em um safra, mas em duas”, destacou.

Plano Safra nacional
O superintendente do Banco do Brasil no Rio Grande do Sul, Edson Bündchen, adiantou que, até o fim do ano, o BB deve liberar R$ 10 bilhões para o agronegócio gaúcho através do Plano Safra nacional. Do total de recursos disponibilizados pelo governo federal, 62% são financiados pelo Banco do Brasil e o RS fica com 20% do montante total desembolsado pelo BB. (Lucas Rivas/Rádio Guaíba com informações do governo estadual)

Banrisul oferece pagar R$ 1,27 bilhão para controlar a folha do funcionalismo gaúcho até 2026. Em parcela única, banco propôs administrar contas durante dez anos; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Banrisul oferece pagar R$ 1,27 bilhão para controlar a folha do funcionalismo gaúcho até 2026. Em parcela única, banco propôs administrar contas durante dez anos; por Lucas Rivas/Rádio Guaíba

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O Banrisul encaminhou, nesta terça-feira, a proposta de pagar R$ 1,275 bilhão para renovar o direito de operar a folha de pagamento do funcionalismo estadual até 2026. Em parcela única, o banco propôs controlar as contas dos servidores pelos próximos dez anos. A data para o repasse deve ser definida entre as partes. Hoje, o Banrisul já controla a folha do funcionalismo, mas sem contrapartida ao governo estadual.

O ingresso bilionário pode trazer fôlego para que o Piratini faça o pagamento do 13° salário do funcionalismo de 2015, já pago para os servidores que aceitaram fazer um empréstimo com o banco. Hoje, há aproximadamente 347 mil contas vinculadas ao Poder Executivo, em um valor mensal estimado em R$ 1,3 bilhão.

Por meio de fato relevante, o Banrisul informou que o valor ainda pode sofrer ajuste em razão da variação da taxa Selic e das projeções de inflação, após os primeiros cinco anos de vigência do contrato.

Nessa segunda-feira, foram aprovados os termos do contrato pelo Conselho de Administração do Banrisul. Agora, o banco dá início à negociação dos demais itens pendentes. A conclusão do negócio ainda deve passar pelo crivo da Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (Cage), da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e da Secretaria da Fazenda. (Lucas Rivas/Rádio Guaíba)

Governo gaúcho vai parcelar salários pelo terceiro mês consecutivo; por Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Governo gaúcho vai parcelar salários pelo terceiro mês consecutivo; por Voltaire Porto/Rádio Guaíba

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Pelo terceiro mês consecutivo, o governo estadual vai parcelar os salários dos servidores do Executivo, em até nove vezes. A primeira faixa referente à folha de abril fica em R$ 1,5 mil, a serem pagos na sexta-feira. A soma quita os salários de apenas 30% do funcionalismo. A Fazenda minimiza o cenário de parcelamento e esclarece que a extensão de nove parcelas não é definitiva. A expectativa é de que o Estado possa quitar 100% dos vencimentos até 13 de maio, conforme a arrecadação da receita.

O problema é que o encurtamento do calendário de pagamento do IPVA, que terminou hoje, não foi suficiente para saldar a integralidade da folha. Amanhã, o responsável pela Pasta, Giovani Feltes, vai conceder entrevista coletiva para detalhar o cronograma de pagamento. O encontro com a imprensa esta agendado para o início da tarde.

13º Salário

A Secretaria da Fazenda também sinaliza condicionar o pagamento do 13º salário de 2015 dos servidores à venda da folha de pagamento do Banrisul. A proposta foi aprovada pelos deputados no fim do ano passado, na Assembleia. Um grupo de trabalho formado por técnicos da Fazenda, da PGE, da Auditoria e Controladoria do Estado é responsável pela definição dos valores para a comercialização.

Mesmo sem a conclusão da análise, o governo gaúcho projeta, pelo menos, R$ 1,2 bilhão para um acordo de cinco anos e de R$ 2,5 bilhões para 10 anos. A estimativa é baseada em cifras de mercado. Estima-se, ainda, que a proposta gere uma arrecadação de R$ 949 milhões por ano aos cofres públicos. O Executivo gaúcho contabiliza 348 mil vínculos, mas a iniciativa se estende aos demais poderes e órgãos.

Funcionalismo mobilizado

Sindicatos de servidores do Executivo se dizem mobilizados e garantem estar preparando ações para ingressar na Justiça na tentativa de bloquear, nas contas do estado, valores para quitar o 13º salário de 2015. O presidente da Amapergs, sindicato que representa os agentes da Susepe, confirmou preocupação. Flávio Berneira alertou que o receio é de que o Banrisul cobre o empréstimo.

“Na realidade, nós não recebemos o 13º salário, o governo nos induziu a recorrer a um empréstimo para cobrir o dinheiro que ele não tinha para nos pagar. A condição para muitos terem aceito essa proposta foi a garantia do governo de pagar as parcelas. Só que o nosso empréstimo foi nominal e se o governador não saldar a dívida, com primeira parcela cobrada em junho, nós ficaremos inadimplentes”, projetou.

Banrisul obteve R$ 848,8 milhões de lucro líquido em 2015

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Balanço Financeiro Banrisul
O presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Mota, fez a apresentação do balanço financeiro de 2015 – Foto: Caroline Abreu / Banrisul
O Banrisul encerrou o ano de 2015 com um resultado recorrente de R$ 758,5 milhões e lucro líquido de R$ 848,8 milhões. Os dados foram revelados nesta terça-feira (16) por Luiz Gonzaga Mota, primeiro funcionário do quadro de carreira a assumir a presidência em 87 anos de existência da Instituição. “Adotamos de imediato medidas de reposicionamento, frente à conjuntura e suas repercussões sobre a percepção do risco-país e sobre o nível de atividade econômica”, explicou.

“O ano de 2015 será lembrado no Brasil como um período de inflexão”, observou o presidente do Banrisul, salientando que a máxima de que a crise contém a semente da recuperação está historicamente comprovada pelo comportamento cíclico da economia. “Mas no mundo empresarial não é possível esperar que os ventos sejam favoráveis. Há que torná-los favoráveis. Isso é gestão. É, também, um grande desafio para quem conhece a fundo os riscos aos quais instituições financeiras estão sujeitas, assim como os potenciais que fazem do Banco uma empresa reconhecida e parceira. Nossa intenção é torná-la ainda mais sustentável, moderna e eficiente”.

A conjuntura de elevada volatilidade, marcada, ainda, por forte retração do Produto Interno Bruto, de aumento dos preços, de desvalorização cambial e de elevação dos juros básicos, levou à redução da capacidade de pagamento por parte das empresas e à consequente elevação da inadimplência. A carteira total de crédito alcançou R$ 32,0 bilhões – com crescimento de 5,0% em 2015. A inadimplência cresceu 1,17 pontos percentuais no último ano e o fluxo de despesas com provisões para perdas em operações de crédito apresentou comportamento superior aos níveis históricos observados no Banco.

Frente ao aumento do risco financeiro, o Banco buscou fortalecer as receitas de prestação de serviços, concretizando parceria com a Icatu Seguros e constituindo a holding Bipar, da qual faz parte a Rio Grande Seguros. Ao final de 2015, foi aprovada a Lei Estadual nº 14.797, autorizando o Banco a atuar na distribuição de seguros, previdência aberta e capitalização, o que permitirá estruturar uma corretora de seguros em 2016. No que se refere à adquirência, a Rede VERO segue gerando receitas, na esteira de um mercado de serviços ainda aquecido. As receitas de adquirência e emissão de cartões somaram R$ 749,4 milhões no ano, 35,6% acima do montante apurado em 2014. O resultado da Banrisul Cartões já representa 19,0% do lucro líquido do Banco.

“Preservamos a liquidez da Instituição”, observa Gonzaga: os recursos captados e administrados somaram R$ 52,0 bilhões ao final de 2015, com incremento de 8,2% frente ao ano anterior. O Banrisul optou por liquidar antecipadamente cerca de um terço da captação externa, com foco na liquidez das notas e na redução do custo de carregamento da operação. O patrimônio líquido alcançou R$ 6,2 bilhões. A estrutura de passivos e de capital próprio permitiu ao Banco chegar ao final de 2015 com uma carteira de tesouraria, líquida de obrigações compromissadas, de R$ 13,9 bilhões.

Outra prioridade foi melhorar os processos e os investimentos em tecnologia, para tornar as 536 agências e os 743 pontos de atendimento cada vez mais ágeis. Rotinas de back office ganharam maior dinamismo pela implantação ou continuidade de projetos como a Gestão Digitalizada de Documentos, TV Corporativa, Acessibilidade, Modelo Organizacional de Agências, implantação do DAD Eletrônico. Os Data Centers da Instituição foram alvo de melhorias de infraestrutura e de processos, com foco na eficiência energética e na disponibilidade dos ambientes. Já as despesas correntes, excluídas àquelas atreladas a negócios, apresentaram crescimento de 3,6%, evolução inferior à variação registrada pelos índices de preços em 2015. O Índice de Eficiência alcançou 50,2%, o que representa melhora de 5,1 pontos percentuais em relação ao apurado em 2014.

Com relação à política de pessoas, o Banrisul lançou em 2015 um Plano de Desligamento por Aposentadoria, que contou com a adesão de 471 empregados, garantindo redução futura de importante componente de custo administrativo. Em outubro, foi realizado concurso público regionalizado, para o preenchimento de 300 vagas na rede de agências. A Universidade Corporativa completou um ano de atividades, com investimento de R$ 6,1 milhões em treinamento, especialmente destinado à qualificação do atendimento prestado aos clientes nas agências.

13º do Funcionalismo: Governo estuda antecipação de ICMS e empréstimos via Banrisul para pagar salários

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O secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes, me disse hoje que entre as alternativas do governo para pagar o 13º salário do funcionalismo estão o financiamento via empréstimos do Banrisul e admitiu que pode voltar a adotar a medida fiscal de antecipação do ICMS. Segundo Feltes, o repasse de R$1 bi dos depósitos judiciais, garantirá o pagamento apenas da folha do funcionalismo de setembro, na medida em que a cada mês surge rombo de R$ 400 milhões. Mesmo com a medida, o governo terá dificuldades para garantir o pagamento de salários de servidores nos meses de outubro, novembro e dezembro.

Em entrevista ao Programa Agora, da Rádio Guaíba,  ele evitou dizer quando serão anunciadas novas medidas. Mas, garantiu que o Piratini estuda a estruturação de um Estado mais leve financeiramente com base na Lei de Responsabilidade Fiscal. Já que em 2016, o governo precisará R$ 4 bilhões adicionais para cumprir suas obrigações.

Ao ser questionado pelo apresentador Felipe Vieira sobre as notas oficiais de entidades repudiando o aumento do ICMS, como a Fiergs, FCDL, OAB… , o secretário disse que o governo não está confortável com o aumento da carga tributária, mas lembrou que ao longo dos últimos 40 anos o governo gastou mais do que arrecadou. Disse que foram usados quase R$ 6 bilhões de depósitos judiciais para o custeio do funcionalismo e o governo está tentando equilibrar as finanças com sacrifício e espera que a sociedade compreenda esse esforço.

Ouça a entrevista na íntegra e confira o que Giovani Feltes fala sobre privatizações e outros assuntos

Expointer 2015: Banrisul registra volume de negócios de R$ 196 milhões

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O Banrisul anunciou os números finais dos negócios na 38ª Expointer, em Esteio, que se encerra neste domingo (06). No total, o Banco registrou um volume de negócios no valor de R$ 196 milhões, com 441 pedidos protocolados. Entre os itens mais procurados, destacam-se os equipamentos para irrigação, com 22 pedidos de financiamento no valor de R$ 12,9 milhões, e para armazenagem, no valor de R$ 12 milhões em propostas. Também foi registrado grande procura por tratores, colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores e animais - com 72 propostas - entre outros bens.

Na Expointer, o Banrisul assinou o encaminhamento de financiamento de contratos para a cultura de oliveira. Os projetos são para a implantação de pomar de oliveiras em uma área de 15 hectares, em Cachoeira do Sul, e para o custeio da produção de azeitonas em uma área de 15 hectares, no município de Formigueiro.



Para os produtores rurais interessados em investir na olivicultura, o Banrisul está recebendo propostas para financiamento.



Durante a feira, ocorreu uma reunião entre representantes do Banrisul e da área agropecuária do BNDES para tratar sobre a necessidade do aumento do período de carência para a implantação da cultura da oliveira, de três para cinco anos. Foi solicitado o encaminhamento de estudo técnico, em conjunto com os demais representantes do setor, para aprovação junto ao Ministério da Agricultura.