Sindicatos veem com desconfiança novo secretário de segurança do Estado; por  Gabriel Jacobsen e Guilherme Kepler/Rádio Guaíba

Sindicatos veem com desconfiança novo secretário de segurança do Estado; por Gabriel Jacobsen e Guilherme Kepler/Rádio Guaíba

Destaque Poder Política Porto Alegre Sartori Segurança

Três sindicatos de servidores que representam policiais e agentes penitenciários gaúchos veem com suspeita o nome de Cezar Schirmer, escolhido ontem pelo governador José Ivo Sartori para comandar a Secretaria de Segurança Pública do Estado. Entre os motivos alegados para a desconfiança está o fato de que Schirmer não possui experiência na área da Segurança Pública.

Isaac Ortiz, presidente da Ugeirm sindicato, que representa escrivães, inspetores e investigadores da Polícia Civil, diz que a categoria esperava um nome de impacto e com conhecimento sobre o tema.

“Todo mundo estava esperando algum nome que causasse um impacto na Segurança, que chegasse com algumas medidas, que tivesse algum conhecimento da área. Eu não me lembro do deputado Schirmer ter algum conhecimento na área da Segurança Pública. Mas vamos esperar para ver, né?”, avaliou Ortiz.

O presidente da Abamf, Leonel Lucas, associação que representa os cabos e soldados da Brigada Militar demonstra preocupação, avaliando que o novo secretário não entende de Segurança Pública. Por esse motivo, segundo Lucas, Schirmer deve se cercar de técnicos no assunto.

“O próprio secretário disse que não tem experiência na área. Fazer laboratório com a segurança pública nessa altura do campeonato é muito temerário. Não precisamos de amigos, precisamos de pessoas que entendam de segurança. A gente deseja boa sorte e esperamos que ele reúna pessoas que entendam para solucionar esse problema”.

Flavio Berneira, presidente da Associação dos Agentes Penitenciários (Amapergs), segue na mesma linha, apontando que o nome de Schirmer causou espanto à categoria, especialmente em um momento de crise.

“Nos espanta que não seja um técnico. Em um momento de tamanha crise nós imaginávamos que viria alguém ligado à area de Segurança. Tendo sido escolhido Schirmer, por ser político, nossa torcida para garantir a liberação dos recursos necessários para fazer frente às nossas demandas, precariedades”, destacou.

Discurso divergente tem a delegada Nadine Anflor, que representa a categoria de delegados. Ela aponta simpatia com a escolha do governador e acredita que, mesmo tendo perfil político, o ex-prefeito de Santa Maria pode se cercar de bons técnicos. Os delegados também demonstram satisfação com a escolha de um colega de carreira como secretário adjunto.

“Nos manifestamos no sentido de apoiá-lo. Em tempos de crise temos que nos unir cada vez mais. Acreditamos que bons técnicos irão cercá-lo. A própria nomeação do secretário adjunto, um delegado de polícia já experiente, poderá auxiliar na condução dessa pasta”, afirmou Nadine.

O próprio secretário Schirmer admitiu ontem, durante entrevista coletiva, que irá se apropriar de informações sobre a área a partir de agora. Também admitiu que seu foco, até a manhã de sexta-feira, era o comando da prefeitura de Santa Maria. Entretanto, o novo secretário pediu um “voto de confiança” para o trabalho que passa a realizar, dizendo conhecer como prefeito os problemas e dificuldades da segurança pública.

“Meu foco até as 10h (dessa sexta) era a minha cidade, a prefeitura de Santa Maria. Não é fácil mudar o foco do dia para a noite. A partir de agora eu vou me aprofundar, me encharcar de informações e de conhecimentos. Minha experiência como prefeito e como homem público me foi possível avaliar as questões de segurança, suas dificuldades, seus problemas, seus desafios”, afirmou ontem Schirmer.

O governador José Ivo Sartori afirmou que a escolha do novo secretário foi pessoal e baseada na confiança que tem em Schirmer.

Impeachment de Sartori: Servidores da Segurança Pública querem audiência com a presidência da Assembleia para saber da viabilidade de impeachment; por Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Impeachment de Sartori: Servidores da Segurança Pública querem audiência com a presidência da Assembleia para saber da viabilidade de impeachment; por Voltaire Porto/Rádio Guaíba

Cidade Destaque Direito Poder Política Segurança

Representantes de diferentes categorias da Segurança Pública decidiram solicitar uma agenda com a presidente da Assembleia Legislativa, Silvana Covatti, do PP, para consultar a viabilidade da abertura de um processo de impeachment contra o governador José Ivo Sartori. A medida é decorrente do sétimo parcelamento consecutivo e o nono da gestão Sartori. A leitura é de que o governador está cometendo um crime de responsabilidade ao atrasar salários e desrespeitar decisões judiciais que determinam o pagamento dos servidores do Executivo em dia.

O alerta dos sindicalistas é de que o próprio presidente do Tribunal de Justiça, Luiz Felipe Difini, durante entrevista à Rádio Guaíba, afirmou que Sartori estaria agindo de forma irregular. Segundo Difini, atrasar salários e desrespeitar decisões judiciais são práticas mais graves do que as pedaladas fiscais que tiraram Dilma Rousseff, do PT, definitivamente do poder.

O presidente da Associação de Cabos e Soldados da Brigada Militar se respalda nas declarações do presidente do TJ. Leonel Lucas entende que a fala da maior autoridade da Corte gaúcha deve ser levada em consideração. “Se o presidente do Tribunal de Justiça está garantindo que o governador comete um crime que pode resultar em impeachment, nós queremos saber qual a posição da Assembleia Legislativa. Os deputados vão calar diante desta interpretação do presidente do Tribunal de Justiça?”, questionou.

Já o presidente da Ugeirm Sindicato, que representa a Polícia Civil, também defende o impeachment do governador perante uma situação que está insustentável. Isaac Ortiz revela que é impossível conviver com um salário parcelado e com um primeiro depósito de R$ 800,00. “O governador está cometendo uma ilegalidade e é impossível viver assim. José Ivo Sartori é o governador que mais desrespeita a lei e queremos esta agenda sim na Assembleia Legislativa para que os deputados tomem providências sobre este crime de responsabilidade”, declarou.

Uso do apito para segurança é ampliado em Porto Alegre

Uso do apito para segurança é ampliado em Porto Alegre

Cidade Comportamento Destaque Política Porto Alegre Segurança

A experiência do projeto “Vizinhança Vigilante” no bairro Cidade Baixa, com o uso do apito para maior segurança dos moradores, está sendo ampliada em Porto Alegre. Na manhã de sábado, a iniciativa, que tem apoio da Brigada Militar, foi lançada nos bairros Petrópolis e Santa Cecília. O encontro ocorreu no Largo Adair de Figueiredo, na rua Vicente da Fontoura, próximo da avenida Ipiranga.

“Vamos utilizar o apito na prevenção. Já existe uma eficácia: na Cidade Baixa foi coibido atos de vandalismo”, destacou Suzete Carbonell Leal, responsável pela montagem do grupo na região. Ela citou o caso de um indivíduo que estava pronto para quebrar o vidro de um carro estacionado. “Uma moradora apitou e ele saiu correndo. Essa ação deve ser exemplo”, ressaltou. A reportagem completa está no Correio do Povo.

Jornalista e cineasta independente estão entre os presos durante ocupação da Sefaz, em Porto Alegre. Jornal Já acionou advogada de sindicato para pedir a soltura dos comunicadores

Jornalista e cineasta independente estão entre os presos durante ocupação da Sefaz, em Porto Alegre. Jornal Já acionou advogada de sindicato para pedir a soltura dos comunicadores

Economia Notícias Poder Política

Os dez adultos detidos durante a ocupação de estudantes à Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), no Centro da Capital, na manhã desta quarta-feira, já fizeram exame de corpo de delito. São três mulheres e sete homens acusados de associação criminosa, dano qualificado ao patrimônio público, esbulho possessório, prejudicar o trabalho coletivo, resistência e corrupção de menores. O somatório das acusações torna a prisão inafiançável.

Em conta no Twitter, o Jornal Já confirmou a prisão de Matheus Chaparini, jornalista que fazia a cobertura do manifesto. Segundo a delegada Andrea Nicotti, da 3ª Delegacia de Pronto Atendimento da Capital, nenhum dos presos quis identificar a profissão. A policial sustenta que, por essa razão, não pode confirmar se há jornalistas entre eles. Os presos, em tese, devem ser encaminhados ao Presídio Central e as mulheres à Penitenciária Feminina Madre Pelletier.

Pela janela da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), Matheus informou que somente ele e um cineasta independente, identificado como Kevin Darc, estão entre os detidos pela manhã. A informação foi divulgada via Twitter pelo Jornal Já, que acionou a Associação Riograndense de Imprensa (ARI) e o Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul (Sinjor-RS). A advogada Anna Marimon, que representa a entidade sindical, está na 3ª DPPA a fim de pedir a soltura dos comunicadores.

Apreensão de menores

Ainda permanecem no Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca) cerca de 45 estudantes menores de idade, que também participaram da manifestação. A maioria vai ser encaminhada ao Departamento Médico Legal (DML) a fim de ser submetida a exame de corpo de delito. Isso porque, sob protesto de municipários e professores (que se uniram à manifestação), a Brigada Militar retirou o grupo à força, perto do meio-dia, de dentro do prédio da Fazenda. Apoiadores tentaram ingressar no prédio para se somar à ocupação, mas foram contidos pela BM, que usou bombas de efeito moral.

O Deca já adiantou que os menores só vão ser liberados com a presença de pais e familiares. Uma das preocupações dos manifestantes é a de que alguns alunos residem em regiões distantes da cidade e não conseguem estabelecer contato com parentes. A delegada de plantão do Deca ainda não revelou em quais crimes os menores serão enquadrados em função do protesto.

O que disse a BM

“Buscamos todas as formas para que saíssem pacificamente. O Estado tem o poder e dever de agir sem nenhuma necessidade de solicitar reintegração de posse. Utilizamos a força necessária para fazer a condução”, disse o tenente-coronel Mario Ikeda, comandante do Policiamento da Capital.

Entenda o protesto

O grupo que ingressou pela manhã na Sefaz é formado por estudantes contrários ao acordo para desocupação de escolas firmado ontem entre o governo do Estado e outro grupo de estudantes. Enquanto o acordo firmado ontem prevê que o PL 44 tenha votação adiada para 2017, os manifestantes que ocuparam a Sefaz hoje pedem o arquivamento do projeto por parte do Piratini. O Projeto de Lei 44/2016, enviado à Assembleia pelo Piratini, é criticado por alunos e professores pela possibilidade de ampliar a interferência de empresas privadas e serviços terceirizados na educação pública.

*Com informações dos repórteres Ananda Muller, Voltaire Porto, Lucas Rivas e Camila Diesel da Rádio Guaíba

Após protesto de alunos, grupo desocupa Escola Parobé em Porto Alegre; por Eduardo Paganella/Rádio Guaíba

Após protesto de alunos, grupo desocupa Escola Parobé em Porto Alegre; por Eduardo Paganella/Rádio Guaíba

Cidade Educação Notícias Política Porto Alegre

Um impasse entre estudantes da Escola Técnica Parobé provocou a chamada da Brigada Militar (BM) na manhã desta segunda-feira em Porto Alegre. Segundo a direção da escola, alunos do Ensino Médio, que ocupavam o prédio principal, não deixaram estudantes do Ensino Técnico terem aula.

Os alunos do Técnico foram impedidos de entrar no prédio e assistiram à aulas em um dos corredores da escola, enquanto a situação não era normalizada. Diretores e professores também foram impedidos de entrar.

Após negociação com a diretoria da escola, o grupo que ocupava o prédio decidiu sair. No entanto, temendo represálias por parte dos estudantes que queria ter aulas, o movimento solicitou apoio da Brigada Militar. Por volta das 9h40, a direção da escola retirou os alunos do ensino técnico da frente do prédio, possibilitando a saída do grupo aproximadamente 25 pessoas que ocupava a instituição.

Enquanto deixavam o prédio, os estudantes foram vaiados por outros alunos. Pela manhã, as atividades foram suspensas, mas as aulas devem ser retomadas normalmente durante o período da tarde.

Comandante da BM nega excessos durante protesto em Porto Alegre. Polícia usou bombas de gás lacrimogêneo para desbloquear rua

Comandante da BM nega excessos durante protesto em Porto Alegre. Polícia usou bombas de gás lacrimogêneo para desbloquear rua

Cidade Comportamento Notícias Poder Política Porto Alegre Segurança

O comandante-geral da Brigada Militar (BM), coronel Alfeu Freitas Moreira, negou que tenha havido excessos por parte da corporação durante o protesto dessa sexta-feira, em Porto Alegre, que terminou em confronto com manifestantes. Em entrevista ao Correio do Povo, ele argumentou que os policiais militares (PMs) usaram os meios necessários para fazer o desbloqueio da avenida Loureiro da Silva, conhecida como Perimetral.

“A utilização de bombas faz parte e foi jogado nas pessoas que estavam se manifestando. Objetivamente, todo mundo viu que foi contra as pessoas que estavam na pista, não houve nenhum arremeço para alguém que estava na calçada, bares ou coisas desse tipo. Além do que, as pessoas que estavam ali no Largo da Epatur também estavam jogando pedras contra a Brigada. Eu filmei toda a ação contra a instituição da Brigada Militar e a reação dela para liberar a via”, relatou.

O coronel informou que pelo menos três pessoas foram detidas por depredação. “Eles estavam depredando o posto de combustível. Jogaram objetos na Brigada”, explicou. Segundo o comandante da BM, as pessoas que foram presas cometeram algum delito. “Algum delito contra instituição privada, dano ao patrimônio, ou contra o próprio policial militar”, justificou.

Freitas Moreira afirmou que a condução dos detidos, algemados, foi tranquila. “Tudo dentro de uma técnica, ninguém agrediu ninguém, foi tudo certo”, declarou. A BM não divulgou um balanço do número de participantes, mas organizadores estimaram em 5 mil pessoas.

Manifestação contra Temer

A concentração da manifestação contra o governo de Michel Temer iniciou por volta das 18h na Esquina Democrática, no Centro Histórico da Capital. Uma hora depois, o grupo seguiu pela avenida Salgado Filho até a João Pessoa, onde fez uma breve parada na frente do diretório municipal do PMDB. Os manifestantes seguiram – com faixas e cantando – para a Ipiranga e retornaram pela Érico Verissimo até o bairro Cidade Baixa.

Durante todo o trajeto, integrantes dos movimentos bloqueavam as ruas, impedindo a passagem de veículos, inclusive ônibus. No começo do percurso, os gritos de “fora Temer”, “não vai ter golpe, vai ter luta”, também se misturaram aos protestos pela ausência de representação feminina no ministério do presidente interino. Apesar do trânsito parado, muitos motoristas buzinaram e acenaram em apoio, assim como pessoas que estavam dentro dos ônibus. Na João Pessoa, um homem bateu panela contra o movimento e recebeu a resposta com vaias e cantos de “para de palhaçada, bate panela e quem cozinha é a empregada”. (Correio do Povo)

Sartori estuda contratar jovens do serviço militar para policiamento

Sartori estuda contratar jovens do serviço militar para policiamento

Direito Notícias Porto Alegre Segurança

O governador José Ivo Sartori analisa a possibilidade de contratar – em caráter emergencial – jovens egressos do serviço militar obrigatório para suprir a falta de efetivo na Brigada Militar (BM). Em audiência com aliados, Sartori afirmou que o governo não pretende chamar os aprovados em concurso público antes da regulamentação do novo regime de previdência, aprovado pela Assembleia em 2015.

A viabilidade de contratação emergencial, conta o presidente do PDT, deputado federal Pompeo de Mattos, ocorreria por um projeto de lei encaminhado pelo governo à Assembleia. “Não tendo como nomear servidores antes da nova previdência entrar em vigor, a contratação de PMs temporários seria uma boa solução.”

A proposta, no entanto, causa contrariedade na oposição. “É um contrassenso. Até as pedras sabem que o Estado precisa da reposição de policiais civis e militares para o enfrentamento à criminalidade. Nossa bancada defenderá a nomeação dos soldados aprovados em concurso”, diz vice-líder do PT na Assembleia, Tarcísio Zimmermann.

Líder do PMDB, Gabriel Souza, rebate a crítica. “O limite de gasto com pessoal foi ultrapassado, o que torna a contratação emergencial uma boa solução. Seria uma resposta possível e rápida para a sociedade, diante da impossibilidade financeira do Estado.”

Ideia não agrada sindicato dos policiais

A ideia de aproveitar egressos do serviço militar obrigatório como solução emergencial para suprir as falhas no policiamento do Estado desagrada sindicatos de policiais. “Não seria mais do que uma medida paliativa. Mais que isso: poderia ser um erro estratégico, já que é necessário treinamento e preparação. Servir à comunidade é diferente de servir às Forças Armadas. Problemas podem ocorrer, mais que soluções”, adverte Aparício Santellano, presidente da Associação de Sargentos, Sub-tenentes e Tenentes da Brigada Militar.

Cerca de 2 mil policiais militares, 650 policiais civis e mais de 500 agentes penitenciários, aprovados em concursos públicos, aguardam serem chamados pelo governo do Estado. (Correio do Povo – Foto: Fabiano do Amaral / CP Memória)

Sindicalistas e servidores ocupam a Praça da Matriz em dia de votação na Assembleia, Vitória Famer/Rádio Guaíba

Cidade Direito Notícias Poder Política Porto Alegre

Assembleia foi isolada pela Brigada Militar. Foto: Vitória Famer
Assembleia foi isolada pela Brigada Militar. Foto: Vitória Famer

Servidores públicos estaduais e sindicalistas ocupam a Praça da Matriz, no Centro de Porto Alegre, desde a madrugada desta segunda-feira (28). Os trabalhadores querem pressionar os deputados estaduais a não votar, nesta tarde, os projetos da sexta fase do ajuste fiscal. O prédio do Legislativo está isolado com gradis pela Brigada Militar.

Dos 30 projetos que integram a pauta da Assembleia Legislativa, 26 são do Executivo, parte deles ligado à sexta fase do ajuste fiscal, com medidas de corte de benefícios de servidores e controle de gastos futuros, como a Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual. A proposta proíbe que os gastos superem as receitas, o que deve congelar salários de servidores em períodos de crise financeira. Também será apreciado projeto que autoriza a venda da folha de pagamento do Estado ao Banrisul.

A ordem de análise dos projetos será definida na reunião de líderes, que começa às 14h. A sessão plenária extraordinária está prevista para as 15h.