Jogos de Azar: Congresso FESTURIS abordará os impactos da legalização no Brasil. Painel ocorre no dia 5 de novembro, às 8h30, no Palácio dos Festivais em Gramado, e abordará a legalização de bingos, cassinos e jogos do bicho e o impacto da aprovação nos setores hoteleiro e turístico

Jogos de Azar: Congresso FESTURIS abordará os impactos da legalização no Brasil. Painel ocorre no dia 5 de novembro, às 8h30, no Palácio dos Festivais em Gramado, e abordará a legalização de bingos, cassinos e jogos do bicho e o impacto da aprovação nos setores hoteleiro e turístico

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Além de fomentar negócios o FESTURIS Gramado- Feira Internacional de Turismo proporciona debates e novas abordagens no mercado turístico através do seu Congresso. Serão dois dias com oferta de muito conhecimento, nas manhãs dos dias 4 e 5 de novembro, no Palácio dos Festivais, com uma série de painéis relevantes para o setor turístico. Um assunto debatido atualmente no Brasil é a liberação dos jogos de azar que está passando por análises no Plenário da Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

O painel “Legalização de Jogos e o Impacto sobre a Atividade Turística” abordará o assunto e tem mediação do jornalista Claudio Schapochnik com a presença do presidente do Instituto Jogo Legal, Magnho José, e como debatedores o presidente da Federação Nacional de Hotéis, Alexandre Sampaio, o presidente da Associação Brasileira de Resorts, Luigi Rotunno e o presidente do Sindetur RS, Paulo Artur Chagas de Queiroz.

Segundo Magnho José, se houver vontade política ainda em 2016 os jogos podem ser implantados até maio de 2017. “Temos um atraso de 70 anos e retirar os jogos da ilegalidade para a legalidade gera ganhos imediatos. Hoje, os jogos clandestinos movimentam R$ 20 bilhões ao ano e nem o estado e nem a sociedade tem um ganho com isso. Com a legalização dos jogos vamos atrair mais investimentos, gerar empregos, tributos mensais para o estado e para o país.” ressalta.

Para o setor hoteleiro, Magnho afirma que o Brasil é o maior exportador de jogadores do mundo e assim exporta consumo, dividendos e divisas na área de jogos para Las Vegas e países do Mercosul. Com a implantação dos jogos no Brasil, os brasileiros podem ficar no país e os hotéis e resorts vão gerar empregos e renda. “Na rede hoteleira de quatro ou cinco estrelas, existem hoje cerca de 0,6 a 1 funcionário por apartamento. Caso for aprovada a legalização, pode ocorrer um aumento de 3,2 funcionários por apartamento. Os cassinos são um equipamento do turismo e geram 85 novas profissões que não tem em um hotel normal”. salienta, Magnho.

Sobre o painel que acontece às 8h30 do dia 5 de novembro, durante o FESTURIS em Gramado, Magnho irá abordar o mercado atual de jogos legais e ilegais, duas leis que estão tramitando no Congresso e qual o melhor modelo para colocar em prática no país e os benefícios dos jogos  para o setor turístico.

Para participar do Congresso FESTURIS basta comparecer no local, o Palácio dos Festivais, no dia do evento. Mais informações e programação completa pelo site www.festurisgramado.com.

 

‘Pokémon Go’ começa a funcionar no Brasil.  Por enquanto, game não está disponível nas lojas de aplicativo; somente quem já tem o app instalado, a partir de lojas de terceiros, consegue caçar pokémons no País; por Redação Link /O Estado de S. Paulo

‘Pokémon Go’ começa a funcionar no Brasil. Por enquanto, game não está disponível nas lojas de aplicativo; somente quem já tem o app instalado, a partir de lojas de terceiros, consegue caçar pokémons no País; por Redação Link /O Estado de S. Paulo

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A espera pela captura de pokémons em território nacional chegou ao fim. O aguardado gamePokémon Go começou a funcionar no Brasil nesta quinta-feira, 3. Contudo, por enquanto, somente aqueles que já haviam baixado o aplicativo do game no smartphone estão conseguindo caçar pokémons no País. O aplicativo ainda não está disponível para quem busca na App Store e Google Play – lojas de aplicativos para iPhone e Android, respectivamente – brasileiras. A Niantic não confirma o lançamento iminente no Brasil, mas é provável que o game seja disponibilizado nas próximas horas. Confira a notícia completa em O Estado de São Paulo.

Olímpiada 2016: Cubano deserta no Pan, fica rico e volta ao Rio “cantando o hino” do Catar; por Matheus Tibúrcio e Thierry Gozzer/GloboEsporte

Olímpiada 2016: Cubano deserta no Pan, fica rico e volta ao Rio “cantando o hino” do Catar; por Matheus Tibúrcio e Thierry Gozzer/GloboEsporte

Destaque Economia Esporte Mundo Notícias Olimpíada

Capote tinha apenas 19 anos quando fugiu da Vila Pan-Americana. O objetivo era partir em busca de melhores condições de vida e vislumbrar uma carreira de maior sucesso que ele não pensava que teria se continuasse em Cuba. Numa noite chuvosa, ele superou a segurança que tentava evitar a fuga de desertores do país, saiu por debaixo de uma cerca e correu em busca de um ônibus. O destino era o estado de São Paulo, na casa do goleiro cubano Michel, que havia fugido de equipe do país em 2005, defendia o São Caetano e estava em contato com o compatriota todos os dias lhe dando as coordenadas. Capote vendeu roupas e dormiu na rua por alguns adias até ter dinheiro suficiente para pegar um táxi e seguir viagem até a casa de Michel. Confira a história completa em GloboEsporte.

Dez são presos por atos preparatórios de terrorismo nos Jogos Olímpicos

Dez são presos por atos preparatórios de terrorismo nos Jogos Olímpicos

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Dez pessoas foram presas nesta quinta-feira durante a primeira operação da Polícia Federal (PF) baseada na lei antiterror. O ministro da Justiça e da Cidadania, Alexandre de Moraes, confirmou que o grupo foi detido por iniciar atos preparatórios para realizar ataques terroristas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Os suspeitos detidos não haviam definido o alvo.

“Prendemos essas pessoas a partir do nosso rastreamento. Identificamos esses suspeitos, que faziam simples comentários de atentados e agora se preparavam para um ataque. Ele saíram daquele estado de quase apologia para um status de atuação. A partir de uma solicitação de uma AK 47 a um site de armas do Paraguai nós decidimos agir”, disse Alexandre de Moraes.

Conforme o ministro, alguns integrantes do grupo realizaram contato via internet com pessoas ligadas ao Estado Islâmico. “Eles entraram em contato e fizeram inclusive um juramento. A partir disso, toda situação foi progredindo até essa solicitação da arma. Não temos a informação de que o armamento tenha chegado às mãos do suspeito, mas a tentativa de compra já demonstra um ato preparatório”, explicou.

Durante o monitoramento do grupo, o serviço de inteligência brasileiro encontrou comentários em que os suspeitos comemoram o atentado contra uma boate em Orlando, nos Estados Unidos, e o ataque terrorista feito em Nice, na França. “Cumprimos mandado de busca e apreensão e confiscamos celulares, computadores e outros equipamentos. Há ainda duas pessoas que não foram encontradas, mas já foram rastreadas”, completou Alexandre de Moraes. ( Radio Guaíba e Correio do Povo)

Humor com Brasil melhora e investidor volta a apostar no País. Economistas dizem que reação completa só virá com aprovação de reformas

Humor com Brasil melhora e investidor volta a apostar no País. Economistas dizem que reação completa só virá com aprovação de reformas

Economia Negócios Notícias Poder Política

Depois de três anos de crise, grandes investidores começam a reavaliar o mau humor em relação ao Brasil e a apostar as primeiras fichas na retomada do crescimento. Nos últimos meses, o real se valorizou em mais de 20% e a Bovespa acumulou ganho de 28%, com perspectiva de manutenção da alta. Uma das medidas mais usadas para avaliar o risco de inadimplência dos países, a taxa do CDS, caiu quase à metade do fim do ano passado para cá. Como consequência, fundos de investimento já avaliam a possibilidade de desembolsar cerca de US$ 50 bilhões no País, neste ano e no próximo. O economista Affonso Celso Pastore concorda que o clima mudou, mas lembra que a virada completa só virá quando o governo aprovar medidas capazes de reduzir os gastos e, principalmente, frear o crescimento da dívida. “A dívida é o indicador que mais preocupa os investidores”, diz. A informação completa está em O Estado de São Paulo.

Brookfield vai às compras
Com US$ 17 bilhões em ativos no País, gestora canadense negocia divisão de gasoduto da Petrobrás e busca operações em infraestrutura. (O Estado de São Paulo)

Pesquisa inédita realizada pelo IBOPE Inteligência traça o perfil dos proprietários de pets no Brasil

Pesquisa inédita realizada pelo IBOPE Inteligência traça o perfil dos proprietários de pets no Brasil

Comportamento Comunicação Crianças Notícias
 O IBOPE Inteligência, em parceria com o Centro de Pesquisa WALTHAM® – a principal autoridade científica em bem-estar e nutrição de pets – e o Professor Doutor Ricardo Dias, docente da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo (USP), realizou uma pesquisa inédita para estudar o padrão de comportamento do brasileiro na interação com seus pets, além de entender as principais barreiras para aqueles que, atualmente, não possuem animais de estimação, mas gostariam de adquirir um. A pesquisa foi encomendada pela Mars Brasil, líder no mercado de alimentação para cães e gatos com marcas como PEDIGREE®, ROYAL CANIN®, WHISKAS® E EUKANUBA™.
O Brasil possui, atualmente, 52,2 milhões de cães e 22,1 milhões de gatos sendo que, dos 65 milhões de domicílios do país, 44,3% possuem pelo menos um cachorro e 17,7% pelo menos um gato, de acordo com dados do IBGE. A pesquisa IBOPE Inteligência mostrou que a maioria dos brasileiros proprietários desses cães é homem, casado, mora com mais de uma pessoa e é de classe AB. Já os proprietários de gatos são, em sua maioria, mulheres, solteiras, que moram em apartamentos e são de classe BC.
A pesquisa comprovou, ainda, a conexão emocional dos brasileiros com seus animais de estimação, assunto amplamente estudado por WALTHAM® no mundo todo. Para o Centro de Pesquisas, os pets representam uma parte essencial da sociedade e fornecem um apoio valioso em facilitar a interação humana e os contatos sociais, além de proporcionar companhia. As evidências científicas têm demonstrado os inúmeros benefícios advindos dos pets, não só para os seus donos, mas também para a sociedade como um todo. Tese comprovada no Brasil por meio dos resultados da inédita pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência.
“Existem dados referentes ao comportamento do proprietário de cães e gatos publicados em outros países, mas no Brasil é a primeira vez que temos acesso a essas informações em nível nacional, reforçando a relevância social dos animais de estimação e contribuindo para inúmeras pesquisas acadêmicas realizadas hoje na Medicina Veterinária”, ressalta o professor Ricardo Augusto Dias.
Donos de cães
A pesquisa mostrou que os proprietários de cães são, em sua maioria (51%), casados, têm, em média, 41 anos e 93% moram com mais de uma pessoa. Além disso, observou-se que 82% são de classe AB (na classe A são 24%), 59% moram em casas e 24% adotaram seus cães, sendo 59% deles SRD (sem raça definida).
Dos entrevistados, 68% acreditam que os cães trazem conforto emocional e 44% veem seus cachorros como filhos, sendo que a maioria desses respondentes são mulheres solteiras de até 40 anos. Os donos de cães levam, em média, 2,8 vezes por ano seus cães ao Médico-Veterinário, sendo que 79% levam pelo menos 1 vez no ano para vacinação. A alimentação manufaturada foi apontada como a melhor opção para os cães, já que 95% dos donos optam por alimentação seca.
Na fase qualitativa da pesquisa, foram identificados três perfis de donos de cães: os pragmáticos, aqueles que possuem uma relação racional com seus pets; os envolvidos, no qual os cães podem
frequentar apenas áreas sociais da casa; e os apaixonados, que possuem alto nível de envolvimento, apego e dedicação com seus pets. Os perfis predominantes entre os brasileiros são os envolvidos e apaixonados, dado reforçado na fase quantitativa, que mostrou que 64% dos entrevistados deixam os cães dormirem dentro de casa.
Donos de gatos
Em relação aos donos de gatos, a pesquisa mostra que 61% são mulheres, têm em média 40 anos e 62% moram em casas. Dos entrevistados, 48% acreditam que os felinos entendem o humor dos donos e 45% veem seus gatos como filhos, sendo a maioria desses respondentes, mulheres solteiras de até 40 anos.
Na fase qualitativa, foram identificados três perfis de donos de gatos: os apaixonados, defensores da categoria, que podem ser chamados de gateiros ou cat lovers; os resignados, aqueles que gostariam de ter cachorro, mas acabaram por ter gato e os convertidos, aqueles que não pensavam em ter, foram influenciados por conhecidos e viraram fãs. Observou-se, também, que as características relacionadas aos gatos apontadas pelos entrevistados são mais voltadas ao que ele é e menos ao que ele significa – alguns exemplos: gatos são mais independentes, são menos carentes, não precisam tomar banho com frequência, entre outras.
Dos proprietários de gato, 39% também têm cães e a porcentagem de donos de felinos (42%) que acreditam que pets são boa companhia para crianças é numericamente maior do que a de proprietários de cães (40%). Se comparado aos proprietários de cães, os proprietários de gatos levam menos os pets ao Médico-Veterinário – média de 2,3 vezes por ano. A alimentação manufaturada foi apontada como a melhor opção para o pet, pois 94% dos entrevistados optam por alimentação seca.
Não proprietários
A pesquisa mostrou que 47% dos entrevistados que não possuem pets são casados, têm, em média, 37 anos, 25% moram com filhos de até 9 anos, 57% moram em apartamento e 94% deles já tiveram um animal de estimação antes. Dentre os aspectos apontados para justificar o porquê de não possuírem um pet estão: não ter alguém em casa para cuidar enquanto estão no trabalho, compromisso por muitos anos e o fato dos custos com cuidados serem altos. A vontade de adquirir/comprar/adotar um animal de estimação é apontada por 100% dos entrevistados, sendo que 90% pretendem adquirir um cão e 20% têm a intenção de ter um gato.
Sobre a pesquisa
A pesquisa foi dividida em duas etapas, sendo que a qualitativa foi feita com 13 grupos de discussão em São Paulo, Recife e Porto Alegre. As entrevistas foram realizadas com homens e mulheres a partir de 25 anos, divididos em três grupos: donos de cães, donos de gatos e não possuidores – com intenção de ter um pet nos meses de janeiro e fevereiro de 2015.
A etapa quantitativa tem uma base de 900 entrevistados, sendo 300 donos de cães, 300 donos de gatos e 300 não possuidores – com intenção de ter. As entrevistas foram realizadas com homens e mulheres a partir de 25 anos em São Paulo, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Salvador e Distrito Federal entre os dias 25 de junho a 17 de julho de 2015. A margem de erro da pesquisa é de 6 pontos percentuais por segmento e de 3 pontos percentuais no total da amostra.
Sobre a Mars, Incorporated
A Mars, Incorporated é uma empresa familiar, privada, com mais de 100 anos de história e dona de algumas das marcas mais amadas do mundo, como M&M’S®, TWIX®, SNICKERS®, PEDIGREE®, ROYAL CANIN®, WHISKAS®, EUKANUBA™ e UNCLE BEN’S®. Sediada em McLean, no estado norte-americano da Virginia, a Mars tem faturamento acima de US$ 33 bilhões em vendas oriundas de seis distintas linhas de negócio: Petcare, Chocolate, Wrigley, Food, Drinks e Simbiocience. Mais de 75 mil colaboradores de 74 países estão reunidos sob os Cinco Princípios da empresa: Qualidade, Eficiência, Responsabilidade, Mutualidade e Liberdade, e lutam, diariamente, para desenvolver o relacionamento com públicos de interesse, a fim de estimular o crescimento do qual a empresa se orgulha.
Sobre o WALTHAM® Research Center
Já celebrando mais de 50 anos de ciência inovadora, o WALTHAM®, Centro de nutrição e bem-estar animal atua como uma importante autoridade científica no desenvolvimento das fronteiras de pesquisa sobre a nutrição e a saúde de animais de estimação. Situado em Leicestershire, Inglaterra, o renomado instituto de ponta de ciências da Mars, Incorporated gera conhecimentos que permitem o desenvolvimento de produtos inovadores, que atendem as necessidades dos animais de estimação de uma maneira prática. Desde a publicação de sua primeira pesquisa original, em 1963, o WALTHAM® é o pioneiro de muitos avanços importantes no campo da nutrição de animais domésticos e interação humana-animal, resultando em mais de 1.700 publicações, incluindo mais de 600 revisões por pares de trabalhos científicos. Hoje, o WALTHAM® continua a colaborar com os melhores institutos científicos do mundo, gerando a visão de cuidados com os animais domésticos da Mars para criar um mundo melhor para os animais e fornecer a ciência e a expertise que sustenta importantes marcas da Mars, como WHISKAS®, PEDIGREE®, NUTRO®, TRILL®, CESAR®, SHEBA®, KITEKAT®, DREAMIES™, AQUARIAN®, WINERGY®, BANFIELD® Pet Hospital e a marca ROYAL CANIN.
Sobre o IBOPE Inteligência
O IBOPE Inteligência é uma empresa privada brasileira que contribui para seus clientes terem conhecimento e compreensão adequados da sociedade e dos mercados onde atuam, auxiliando na tomada de decisões táticas e na elaboração de estratégias no planejamento de negócios. Seu diferencial está baseado em uma equipe multidisciplinar integrada, profissionais altamente qualificados e especialistas no conhecimento do cidadão e do consumidor.
Sobre o professor Ricardo Dias
Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado e doutorado em Epidemiologia também pela USP, atualmente é Professor Doutor na Faculdade de Medicina Veterinária da mesma Universidade. O Professor Ricardo Dias acumula ainda ampla experiência em Epidemiologia Animal, tendo atuado no Ministério da Agricultura e colaborando, atualmente, em programas sanitários nacionais e estaduais.
Lista revela as pessoas físicas e jurídicas do Rio Grande do Sul que mais devem à União. Veja também quem são os maiores devedores do País

Lista revela as pessoas físicas e jurídicas do Rio Grande do Sul que mais devem à União. Veja também quem são os maiores devedores do País

Direito Direito do Consumidor Economia Negócios Notícias Poder Política

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) divulgou versão atualizada da Lista dos Devedores, uma relação de pessoas físicas e jurídicas inscritas na Dívida Ativa da União (DAU), que fechou o ano passado em R$ 1,5 trilhão. Considerando a dívida tributária não previdenciária, a lista revela que 133 pessoas devem, individualmente, mais de R$ 1 bilhão aos cofres públicos.

Entre os vinte maiores devedores – cuja dívida tributária ultrapassa R$ 1 bilhão –, estão, por exemplo, companhia de aviação, laticínio, frigorífico, corretora de imóveis e empresas que atuam na fabricação e comércio de açúcar. A relação de devedores pode ser consultada a partir de filtros como Unidade da Federação, valor devido à União e setor de atuação de acordo com a Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE).

Atuação da PGFN

A PGFN é o órgão que tem por missão recuperar os créditos tributários e não-tributários inscritos na DAU. Os Procuradores da Fazenda Nacional (PFNs) atuam diretamente no combate à sonegação e à lavagem de dinheiro. Eles são os advogados públicos responsáveis pela cobrança judicial da Dívida. Somente nos últimos quatro anos, a ação eficiente dos PFNs resultou na recuperação direta de mais de R$ 76 bilhões e evitou, em um ano, a perda de R$ 500 bilhões dos cofres públicos. Os números indicam que, para cada R$ 1 investido na PGFN, há retorno de R$ 800 reais para a União.

Os PFNs só cobram execuções fiscais acima de R$ 1 milhão, ou seja, dívidas oriundas de grandes empresas sonegadoras de impostos. A sonegação fiscal afeta a livre concorrência e é um dos motivos pelos quais os tributos no Brasil são tão elevados. “A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional não cobra o cidadão comum ou o pequeno empreendedor. A PGFN está sucateada exatamente porque fiscaliza os grandes empresários que, ao lançar mão da sonegação fiscal, conseguem produtos e serviços mais baratos. O pequeno empresário é a vítima dessa realidade pois, além de não conseguir crescer, sofre com a concorrência desleal”, explica o presidente do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), Achilles Frias.

Quadro 1- Os maiores devedores do Brasil

 

A DAU no estado do Rio Grande do Sul

Entre os grandes devedores gaúchos, estão empresas de fabricação de aparelhos eletrônicos, produtos de trefilados de metal, companhia de aviação, empresas de cultivo de arroz, abate de aves, transporte rodoviário de carga e tratamento de dados.

Quadro 2- Os maiores devedores do estado do Rio Grande do Sul

 

Sucateamento da PGFN

Os Procuradores da Fazenda Nacional que atuam nessas cobranças judiciais e extrajudiciais, no entanto, atuam com número insuficiente de pessoal, com sobrecarga de processos, sem carreira de apoio e utilizando ultrapassados sistemas de informática. O presidente do SINPROFAZ alerta que investir no combate à sonegação e na cobrança dos débitos tributários é uma solução para evitar o ajuste fiscal e promover o crescimento econômico.

“A PGFN é o único órgão que pode fazer as cobranças da Dívida, mas não se confere estrutura para isso. Para cada procurador, há 0,7 servidores. Isso quer dizer que, além do trabalho jurídico, o procurador tem o trabalho burocrático de localizar o devedor e procurar seus bens. Se o governo investisse na Procuradoria, o ajuste fiscal, que penaliza a economia e o cidadão, seria desnecessário”, destacou Achilles Frias.

Governo federal pode voltar ao azul só em 2022

Governo federal pode voltar ao azul só em 2022

Economia Notícias Poder Política

Se o teto para o crescimento dos gastos públicos proposto pelo governo interino de Michel Temer for aprovado pelo Congresso Nacional, as contas públicas só devem começar a registrar superávit no último ano de mandato do próximo presidente da República. E, mesmo com a implementação daquele que pode ser o maior arrocho nas despesas da história do País, o superávit primário (a economia para pagamento dos juros da dívida pública) de 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB) previsto para 2022 não será suficiente para estabilizar a trajetória da dívida sem um aumento de impostos. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Projeções feitas pelo especialista em finanças públicas Rodrigo Orair, do Ipea, apontam que os gastos do governo podem cair quatro pontos porcentuais em dez anos, passando de 19,8% do PIB este ano para 15,8% em 2026. As simulações, que usam como parâmetro a média de estimativas dos analistas do mercado financeiro para crescimento da economia e inflação, sugerem que somente em 2026 o superávit primário chegaria a um patamar mais confortável, de 2,2% do PIB. As previsões usadas foram as do boletim Focus, do Banco Central.

“O teto de gastos não é suficiente para conter o endividamento e o aumento da carga tributária será inevitável, mais cedo ou mais tarde. A grande questão é como fazer”, diz Orair. Ele avalia que a proposta apresentada pela equipe do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de limitar o crescimento dos gastos à inflação do ano anterior, é bastante “ousada”, mas de difícil implementação, principalmente pela pressão demográfica com o envelhecimento da população. Ele lembra que o envelhecimento dos brasileiros leva hoje a uma expansão anual de 2% do estoque de beneficiários da Previdência.

Pelas projeções do pesquisador do Ipea, para conseguir implementar o teto de gastos da forma como foi anunciada, com crescimento real zero, o governo terá necessariamente de mudar a vinculação atual dos benefícios da Previdência ao salário mínimo além da regra de correção anual.

Ainda assim as despesas com o pagamento da Previdência vão continuar crescendo mais que a inflação. Isso, na prática, significa que os outros gastos do governo terão de crescer abaixo da inflação para o teto funcionar, promovendo um “arrocho” muito forte em todo o restante de despesas do Orçamento, como investimentos, educação, saúde, cultura, pessoal e ciência e tecnologia.

“Seria uma redução do tamanho do Estado sem precedentes e insustentável politicamente. O governo não tem como impedir o envelhecimento da população”, ressalta.

Para mostrar o tamanho do ajuste, o especialista destaca que, no segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, as despesas tiveram crescimento real anual, em média, de 3,9% do PIB. Com Lula, o patamar de crescimento das despesas ficou em 5 2% no primeiros quatro anos e de 4,9% no segundo mandato. Já no primeiro governo da presidente afastada Dilma Rousseff, a expansão chegou a 4,2%.

Para conseguir estabilizar o crescimento do endividamento, o pesquisador do Ipea ressalta que será preciso reduzir a taxa implícita de juros da dívida, que mesmo nos períodos de bonança, quase sempre superou o patamar de 15% para níveis abaixo de 10% já em dois ou três anos. Tarefa de difícil execução. Mesmo assim a estabilização só ocorreria em 2021. Até então, o País teria de conviver com um crescente endividamento.

Nova Constituição. Na avaliação do economista-chefe da corretora Tullett Prebon, Fernando Montero, a proposta do teto de gasto, se aprovada, representa, do ponto de vista fiscal, quase uma outra Constituição.

“É muito forte. Uma Constituição que manda gastar cada vez mais passaria a ter uma proibição de gastar mais”, diz. Ele ressalta que a diferença entre a proposta de limite de gastos feita pelo ex-ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e a de Meirelles é que a primeira não diz se o limite aumentaria, manteria ou diminuiria as despesas reais.

Para ele, o mérito do projeto de Barbosa era detalhar os passos a seguir, caso houvesse risco de furar o limite. “Na proposta de Meirelles, adequar a limitação de gastos reais congelados envolve muitas mudanças, algumas constitucionais”, diz. (R7)

Banda inglesa The Who virá ao Brasil em 2017 para shows em quatro cidades; por Thales Menezes/Folha de São Paulo

Cultura Notícias Porto Alegre Vídeo

 

 

Não falta mais. The Who, a banda que criou a ópera-rock “Tommy”, virá ao Brasil no ano que vem para shows em quatro cidades, entre março e abril. A turnê da banda inglesa deve ser oficialmente anunciada quando for resolvida uma questão estratégica: utilizar arenas para 20 mil pessoas ou apostar em estádios

Projetando a discussão para São Paulo, trata-se de escolher entre Arena Anhembi e Allianz Parque.

Formado em 1964, o Who é o único grande nome do rock de sua geração que ainda não se apresentou no Brasil. Seus contemporâneos já estiveram aqui: Rolling Stones, Bob Dylan, Paul McCartney, Roger Waters, Ringo Starr, David Gilmour, Jimmy Page, Robert Plant, Brian Wilson e John Fogerty.

Pete Townshend e Roger Daltrey, respectivamente guitarra e voz da banda, já se lançaram por três vezes em “turnês de despedida”, mas voltaram atrás da decisão.

Hoje o Who excursiona pelos EUA e participará do megafestival Desert Trip, em outubro, na Califórnia.

Os outros fundadores da banda morreram: o baterista Keith Moon, aos 32 anos, em 1978, e o baixista John Entwistle, aos 57, em 2002.

Porto Alegre é a terceira no ranking de eventos internacionais

Porto Alegre é a terceira no ranking de eventos internacionais

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Porto Alegre deu um salto significativo no ranking da Associação Internacional de Congressos e Convenções (ICCA, na sigla em inglês), divulgado oficialmente nesta semana pela entidade, que tem sede em Amsterdã, Holanda.

Da sexta posição que ocupava na lista das cidades brasileiras que, em 2014, mais receberam eventos e congressos internacionais, a capital gaúcha passou para o terceiro lugar com o aumento desses eventos em 2015, ficando atrás apenas de São Paulo (78 eventos) e Rio de Janeiro (65 eventos). Porto Alegre teve 14 eventos internacionais. Com este novo posicionamento, passa à frente de tradicionais destinos de eventos associativos no país, como Brasília, Florianópolis, Recife, Foz do Iguaçu, Belo Horizonte e Salvador, entre outros.

A ICCA é a entidade internacional responsável pela administração do maior banco de dados de eventos associativos ao redor do mundo. Considerando o ranking mundial das cidades, Porto Alegre está empatada com a cidade de Hannover, na Alemanha, e na frente de Honolulu e Denver, ambas nos Estados Unidos, em número de eventos considerados pela associação internacional.

No mesmo ranking, o Brasil, depois de dez anos frequentando as dez primeiras posições, passou para 11º lugar entre os países que mais realizaram eventos e congressos internacionais em 2015. Estados Unidos e Alemanha se mantiveram, respectivamente, em primeiro e segundo lugares, com 925 e 667 eventos internacionais. O Brasil computou 292 eventos.