Eleições 2018: Deputados Federais Henrique Fontana e Bibo Nunes trocam farpas em debate sobre Bolsonaro e Haddad. Bate-boca seguiu após o Programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba

Eleições 2018: Deputados Federais Henrique Fontana e Bibo Nunes trocam farpas em debate sobre Bolsonaro e Haddad. Bate-boca seguiu após o Programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba

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O encontro dos deputados federais Henrique Fontana (PT) no quinto mandato e Bibo Nunes(PSL) eleito pela primeira vez , nesta segunda-feira no programa Esfera Pública/Rádio Guaíba, deu o tom do que deve ser o embate entre bancadas do PSL de Bolsonaro e do PT, de Haddad na Câmara dos Deputados.

Entre os assuntos debatidos no Esfera Pública, o segundo turno das eleições presidenciais entre Bolsonaro e Haddad e financiamento público de campanha provocaram debates acirrados que se seguiram depois da saída do programa comandado por Juremir machado da Silva e Taline Oppitz, no corredor da Rádio Guaíba. Tudo devidamente registrado por assessores e pelo fotógrafo Ricardo Giusti, do Correio do Povo.

Acompanhe o debate e veja que depois do programa eles seguiram o confronto fora dos estúdios.

 

 

 

Debate entre candidatos pode bater recorde de audiência na TV americana

Debate entre candidatos pode bater recorde de audiência na TV americana

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Depois de mais de um ano de corrida eleitoral acirrada, os candidatos Donald Trump, do Partido Republicano, e Hillary Clinton, do Partido Democrata, finalmente estarão frente a frente, hoje (26) à noite, em um debate de 90 minutos, na Universidade de Hofstra, em Long Island, Nova York, que poderá definir o resultado das eleições para presidente dos Estados Unidos, marcadas para 8 de novembro de 2016. Segundo a imprensa americana, o debate poderá bater o recorde de audiência de eventos políticos transmitidos ao vivo pela televisão, podendo até mesmo ultrapassar a marca de 100 milhões de telespectadores.

A cinco semanas das eleições, os responsáveis pela estratégia de marketing dos dois candidatos estão preocupados não apenas com o impacto do debate pela televisão, mas também com a repercussão de cada gesto, comentário ou expressão facial dos candidatos pelas redes sociais. Como os dois candidatos estão tecnicamente empatados nas pesquisas da rede de televisão ABC News e do jornal The Washington Post, com vantagem de dois pontos para Hillary Clinton, dentro da margem de erro, os coordenadores das campanhas de cada partido estão preocupados com a possibilidade de que seus candidatos cometam deslizes que possam ter consequências sobre o resultado das eleições.

Os admiradores de Trump esperam que o candidato republicano repita no debate de hoje as suas apresentações em comícios durante a campanha eleitoral. Foi com seu estilo debochado, mordaz e falastrão que agradou multidões e venceu 16 experientes políticos que queriam ser candidatos pelo Partido Republicano, na fase das primárias. O problema, porém, para Trump, é que ele não se sente confortável para abordar assuntos em profundidade. Nesse quesito, ele pode ser surpreendido por Hillary Clinton, que durante a campanha eleitoral mostrou memória fabulosa para analisar e descrever dezenas de assuntos que normalmente fazem parte do dia-a-dia do presidente dos Estados Unidos.

Habilidade

Segundo a campanha de Hillary Clinton, a candidata tentará explorar a falta de habilidade de Donald Trump para defender suas propostas por meio da apresentação de números e fatos. Com isso, a adversária de Trump tentará apontar contradições e “mentiras” no discurso do candidato republicano. “Parece-me que o que é preocupante em Donald Trump é, em primeiro lugar, o fato de ele não falar a verdade frequentemente”, disse o diretor de campanha de Hillary Clinton, Robby Mook, em entrevista à CNN. Ele acrescentou que a estratégia de Hillary deverá ser a de “gastar algum tempo [do debate] corrigindo os números e procurar ter certeza de que o eleitorado estará compreendendo os fatos”.

Em outra entrevista, ao programa This Week, da rede de televisão ABC News, Robby Mook afirmou que a campanha de Hillary Clinton está preocupada com a ocorrência de um “duplo padrão” no debate de hoje à noite, em que Donald Trump possa dizer “mentiras” e ainda receber uma “nota de aprovação” dos críticos. “Tudo o que estamos pedindo é que, se Donald Trump disser mentiras, que isso seja apontado”, disse.

Guarda de trânsito

Robby Mook disse ainda que “é injusto pedir que Hillary Clinton desempenhe o papel de guarda de trânsito com Trump, certificando-se de que suas mentiras sejam corrigidas e, ao mesmo tempo, tendo que apresentar a visão do que ela quer fazer para o povo americano”.

Em resposta à acusação dos democratas, o candidato republicano a vice-presidente, Mike Pence, disse que seu companheiro de chapa, Donald Trump, vai dizer “absolutamente a verdade” durante o debate. Em entrevista ao programa Face the Nation, da CBS News, Mike Pence garantiu que “Trump vai falar a verdade, e por isso todos estão vendo o tremendo impulso [dos republicanos] nesta campanha”.

Na visão de outra emissora de televisão a cabo e de transmissão por satélite – a MSNBC News – o debate de hoje à noite não vai ser apenas uma discussão sobre as diferentes visões políticas de Hillary Clinton e de Donald Trump. “Será também uma prova de como os detalhes da política são importantes em tudo”, afirma a emissora.

De acordo com a MSNBC News, Hillary Clinton vai se comportar, como ela vem fazendo na campanha até agora, como se estivesse concorrendo  ao cargo de presidente do Banco Central.

Ela debaterá com o candidato republicano que, na visão da emissora, mais se assemelha a um “especialista” preocupado em analisar a campanha eleitoral, do que a um candidato que pretenda um dia “liderar a nação mais influente do mundo”. Em resumo, segundo a MSNBC News, Hillary Clinton tem desempenhado o papel de candidata que tem planos complicados e detalhados sobre quase todos os assuntos, desde a criação de faculdades que não impõem dívidas para as famílias americanas de classe média até propostas para ajudar crianças e adultos que sofrem de autismo. Em contraste, Donald Trump tem muito menos propostas de políticas detalhadas “e fala mais em generalidades sobre sua visão para governar”, diz a emissora.

Cidadania

Em uma preparação para o debate de hoje, a revista Politico analisou os últimos discursos de Hillary Clinton e de Donald Trump e concluiu: Trump tem mais propensão para o exagero do que Hillary. E citou o exemplo da “audaciosa” declaração de Trump duvidando da cidadania norte-americana do presidente Barack Obama. “Trump construiu uma indústria em torno do assunto” para esticar a suposta verdade de sua declaração, diz a revista.

O debate será moderado pelo âncora do programa Nightly News da rede de televisão NBC, Lester Holt. Além do debate de hoje, haverá mais dois entre Hillary Clinton e Donald Trump antes das eleições. Um deles será em St. Louis, no estado de Missouri, em 9 de outubro. O outro em Las Vegas, no estado de Nevada, em 19 de outubro. (Agência Brasil)

Confronto de ideias e acusações marcam debate na TV Record. Segurança, educação e saúde dominaram discussões dos candidatos à prefeitura de Porto Alegre

Confronto de ideias e acusações marcam debate na TV Record. Segurança, educação e saúde dominaram discussões dos candidatos à prefeitura de Porto Alegre

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Os candidatos à prefeitura de Porto Alegre mostraram suas propostas e colocaram frente a frente suas opiniões, neste domingo à noite na TV Record RS. O debate teve a mediação da jornalista Simone Santos, em quatro blocos de perguntas e respostas entre cinco dos postulantes a governar a Capital.

No primeiro bloco, que teve duas rodadas, houve confronto direto entre os candidatos Luciana Genro (PSol), Maurício Dziedricki (PTB), Nelson Marchezan Júnior (PSDB), Raul Pont (PT) e Sebastião Melo (PMDB). Fábio Ostermann (PSL), João Carlos Rodrigues (PMN), Julio Flores (PSTU) e Marcello Chiodo (PV) participarão de entrevistas durante a semana no programa Rio Grande no Ar.

No segundo bloco, os candidatos responderam a uma rodada de questões com temas definidos pela emissora. O sorteio dos temas foi feito ao vivo. Mais uma rodada de confronto direto entre os candidatos, com tema livre, aconteceu no terceiro bloco e o quarto bloco foi reservado para considerações finais dos candidatos.

A discussão começou com Maurício Dziedricki questionando Raul Pont sobre como seria a proposta de mudança do ex-prefeito para a Capital. “Meu partido teve quatro mandatos com prefeitos distintos. Foi um período com capacidade de investimento ímpar na cidade. Nem antes nem depois tivemos esse padrão”, destacou o candidato petista. “Deixamos essa marca que as pessoas reconhecem no cotidiano. É isso que nos trará de volta para fazer o novo de novo. A renovação é garantir à comunidade e às pessoas que constroem a cidade que elas possam efetivamente decidir o seu futuro e o futuro da sua cidade.”

Em seguida, Pont indagou Sebastião Melo sobre o processo em que a administração da qual é vice foi acusada de “contratar estagiários sem cumprir regras”. Melo replicou, criticando a abordagem acusatória. “Esta matéria não é nova, foi parar no noticiário após ser julgada a primeira instância. O MP recorreu e não está transitado em julgado. São critérios subjetivos. Estamos trabalhando num novo decreto, mesmo que sejamos vencedores no processo, a gente entendeu que precisa corrigir”, definiu. “Nosso governo tem transparência. Na democracia nem denuncismo nem absolvição podem acontecer assim. Conheço bem a matéria e nossas decisões estão bem fundamentadas”, apontou.

Melo, por sua vez, questionou Luciana Genro sobre projetos para garantir a segurança das mulheres em Porto Alegre. “Tenho o conhecimento do drama e da dificuldade que é conviver na sociedade machista. Maridos abusadores que as espancam, as tratam mal. Além de combater a violência através de várias medidas, vou combater o desemprego que deixa essas mulheres reféns de maridos abusadores”, relatou Luciana. “Pretendo fazer um programa de combate ao desemprego dessas mulheres. Incentivar fazer um curso de qualificação e receber um salário mínimo da prefeitura.” Na tréplica, Melo destacou a criação de centros de referência para combate à violência à mulher e acolhimento, em Porto Alegre.

Ao perguntar para Nelson Marchezan Jr., Luciana Genro subiu o tom, ao acusar o adversário de fazer aliança com o “PP, partido mais corrupto até que o PT” e questionar como funcia sua apresentação como “novidade” se o PSDB já tinha sido governo no RS com Yeda Crusius. “Não tenho nenhuma relação com o governo da ex-governadora, assinei a CPI do Detran e não aceitei participar pelo meu partido. Só fui a uma reunião para dizer que a investigação tinha que ser desde o início”, replicou o candidato. “As pessoas são boas em qualquer partido e são corruptas em qualquer partido. Não tenho corrupto de estimação. Essa é uma visão limitada na política. Sou sim novidade, pela transparência e história de combate à corrupção. Elas vão votar no Marchesan que trará o PSDB e não o contrário”, frisou.

Marchezan, por fim, questionou Dziedricki sobre como resolver o grave problema da segurança na Capital. “Temos que atuar em obras do Orçamento Participativo que estão atrasadas hoje e podem melhorar a segurança”, opinou o petebista. “Asfalto de uma rua, que ajuda a chegar viatura, ambulância e caminhão de bombeiros faz diferença. São ações simples e fáceis de realizar que melhoram vários pontos. Existe essa situação triste, um descalabro na segurança pública que nós queremos ampliar o combate para devolver a cidade ao cidadão”, ponderou.

A candidata Luciana Genro iniciou a rodada de considerações finais, lamentando as regras do primeiro turno que limitaram seu tempo para expor ideias. “Hoje Porto Alegre é conhecida como cidade insegura, onde a violência urbana impera. Quero chamar atenção para essa proposta para combater o desemprego de mulheres chefe de família. Quero oferecer essa chance delas trabalharem de acordo com sua capacidade e fazer um curso de qualificação para progredirem na vida.”

Raul Pont, na sequência, questionou o motivo de campanhas eleitorais dos rivais não mostrarem o pertencimento a determinados partidos e governos. “Estão vendo nos programas e propagandas que não temos candidato de situação nesse debate. Todos se apresentam como mudança, apesar de estarem e serem governo em Porto Alegre e no Estado. Nesse desastrado governo Sartori, que tem implicações enormes para a insegurança e educação na Capital. Mudança efetiva é comigo e com a Silvana. Nós estamos enfrentando o golpe que ocorreu no país, estamos fazendo a defesa dos interesses das comunidades e reivindicando a volta efetiva da participação popular.”

Maurício Dziedricki enfatizou seu papel como nome da mudança. “Não temos uma cidade maquiada, nem tampouco terra arrasada. É uma cidade que carece de novos políticos para preencher um espaço. Fiz na medida do que podia fazer como secretário. As obras que comecei, terminei. Quero ter coragem e ousadia para fazer o que funciona. Quero uma Porto Alegre melhor, mais segura, moderna e colaborativa. Para nós termos um novo futuro, é preciso trilhar um novo caminho.”

Sebastião Melo aproveitou para enfatizar aos servidores municipais que atrasos de salário “não estão na agenda” do governo, antes de apontar sua trajetória. “Me preparei para ser prefeito, fui vereador, antes tive uma caminhada social e hoje sou vice-prefeito. Amadureci muito como vice aquilo que precisa ficar e aquilo que precisa mudar. Sempre fiz tudo junto com as pessoas na vida. Serei de muita atitude, de participação popular e não de gabinete.”

Pelo sorteio, coube a Nelson Marchezan Júnior fechar o debate. Ele salientou a necessidade de mudança, reforçando o argumento que as gestões repetidas do passado estão desgastadas, “cansadas” pelo tempo. “Quero te dar dignidade para construir tua vida, teu presente e teu futuro. Nosso interesse é público, é teu. É contigo que a gente quer ganhar essa campanha. É com cada eleitor que queremos ganhar essa eleição e governar os próximos quatro anos.” (Correio do Povo)

Debate na Guaíba reúne nove candidatos a prefeito e prioriza segurança e educação. Mobilidade urbana, funcionalismo, saúde, cultura, infraestrutura, desenvolvimento e sustentabilidade também foram abordados ao longo de mais de três horas e meia

Debate na Guaíba reúne nove candidatos a prefeito e prioriza segurança e educação. Mobilidade urbana, funcionalismo, saúde, cultura, infraestrutura, desenvolvimento e sustentabilidade também foram abordados ao longo de mais de três horas e meia

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Segurança, educação e mobilidade urbana foram os principais temas abordados no debate dos candidatos à Prefeitura de Porto Alegre, realizado pela Rádio Guaíba na tarde desta terça-feira. Com mais de três horas e meia, o debate foi dividido em três blocos, além da primeira manifestação em que cada candidato teve dois minutos para se apresentar aos ouvintes. No primeiro e no segundo blocos, os candidatos debateram temas sorteados pela produção. No terceiro e último bloco, as perguntas foram com temas livres.

Estiveram no debate os nove candidatos a prefeito: Fábio Ostermann (PSL), João Carlos Rodrigues (PMN), Júlio Flores (PSTU), Luciana Genro (PSOL), Marcello Chiodo (PV), Maurício Dziedricki (PTB), Nelson Marchezan Junior (PSDB), Raul Pont (PT) e Sebastião Melo (PMDB). Além de segurança, educação e mobilidade urbana, foram abordados temas relacionados ao funcionalismo, saúde, cultura e projetos de infraestrutura, desenvolvimento e sustentabilidade.

Vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (PMDB) defendeu a gestão José Fortunati diante de ataques dos concorrentes. Uma das principais críticas à atual gestão se refere à demora para que as obras sejam finalizadas. Melo ressaltou que a Prefeitura aproveitou a Copa do Mundo para tirar do papel projetos que a cidade tinha a necessidade de realizar. “Tenho recebido como representante do governo muitas críticas sobre as obras da Copa. A oportunidade de buscar recursos foi aproveitada. Você vai no Beira-Rio e vê como a área foi valorizada. A saída da rodoviária também é um exemplo. Fazer obra em uma cidade viva não é fácil, mas podem ter certeza que todas essas obras ajudarão muito quando ficarem prontas. A cidade esperava por essas obras por 60 anos e nós tiramos elas do papel”, defendeu Melo.

A licitação do transporte pública, realizada no ano passado, foi outro ponto que gerou grande debate e críticas dos candidatos de oposição. Raul Pont (PT) criticou o fato de as empresas já estarem pedindo reajuste nos valores das passagens. “O transporte coletivo é um problema que o porto-alegrense vive diariamente. Saímos de uma licitação em que foi aumentado o valor das passagens, mas agora as empresas querem um novo reajuste. A inflação vem diminuindo e as empresas querem aumentar os valores A resposta da prefeitura com a EPTC é de que vai diminuir linhas e tabelas, prejudicando a população”, criticou.

Dentro do mesmo tema, Luciana Genro (PSol), defendeu o fortalecimento da Carris e a ampliação do transporte hidroviário. “O problema do transporte público em Porto Alegre é muito grave. Precisamos fazer uma auditoria na planilha de custos das empresas. Queremos também garantir que o dinheiro do Tri, pago antecipadamente, seja administrado pela Prefeitura e não pela ATP. Também queremos diversificar os modais de transporte em Porto Alegre. Já era para existir um catamarã da Ilha da Pintada, diminuindo para cinco minutos um percurso que atualmente leva 40. No meu governo o sistema hidroviário vai ser utilizado. Podemos ligar as zonas sul e norte e ainda as ilhas dessa forma”, projetou.

Nelson Marchezan Júnior (PMDB) defendeu a diminuição de gastos nas secretárias e com cargos de confiança (CCs). “Hoje temos 27 secretarias e 37 órgãos com status de secretaria. Se o prefeito for fazer uma reunião com todos os seus secretários, vai demorar 12 horas. Isso é impossível. Isso ocorre para acabar colocando a pressão de vários partidos que compõem a base para formar o tempo de TV de uma candidatura. Hoje temos mais de mil CCs. São R$ 150 milhões por ano. Pensamos em agir em interesse da sociedade, nas pessoas, e não na nossa próxima campanha para prefeito. Por essa razão os serviços públicos não são tão bem utilizados como desejamos”, avaliou.

No tema educação, Júlio Flores (PSTU) defendeu a ampliação das escolas de educação infantil no município. “Teremos de ampliar e muito as escolas de educação infantil para dar conta desse déficit. Mães e pais sofrem efetivamente com isso. Temos ainda que diminuir as escolas conveniadas que nada mais são que conceder a iniciativa privada e isso não serve para o governo. Temos de ter as escolas nas mãos da prefeitura e no controle dos trabalhadores. Precisamos, inclusive, de creches 24 horas que atendam crianças desassistidas. Temos que direcionar o nosso ensino para a população. Hoje, o ensino está a serviço de formar mão de obra barata, não qualificando os filhos dos trabalhadores. Esse projeto precisa ser construído e apoiado nos convênios que temos que aplicar na sociedade”.

O assunto segurança também foi amplamente debatido pelos candidatos. Maurício Dziedricki (PTB) ressaltou a necessidade de integração entre a Guarda Municipal e a Brigada Militar. “Fui secretário de obras e fizemos a substituição de toda a iluminação pulica. Conseguimos reduzir assim 70% dos crimes nas áreas que ficaram melhor iluminadas. A prefeitura pode investir mais com a criação do fundo municipal de segurança, uma integração com motoristas do Uber e de táxi. Temos de ampliar as parcerias com o governo do Estado, que deu as costas para a Porto Alegre. Queremos fazer com que a Guarda Municipal atue ao lado da Brigada Militar”, defendeu.

A infraestrutura de Porto Alegre gerou críticas do candidato Fábio Ostermann (PSL). “A infraestrutura de Porto Alegre vem sofrendo por anos e anos de má gestão. Temos de entender por que as obras em Porto Alegre demoram tanto tempo, porque as pavimentações são tão precárias, temos fios desencapados nas ruas. Por que a nossa infraestrutura é tão precária? Penso que é porque a prefeitura abrange muitas obrigações e não tem capacidade para executar essas políticas públicas para modernizar e adaptar as nossas vias ao fluxo de pedestres, carros e motos”, disse.

Uma aproximação da prefeitura com os servidores foi defendida pelo candidato João Carlos Rodrigues (PMN). “Dentro do meu projeto está trabalhar em parceria com o servidor público. É ele quem sabe como gira a máquina. O servidor vai nos auxiliar no governo que queremos implantar, que é técnico e qualificado. O técnico não é quem representa um partido político, é o concursado que está no serviço público e conhece. Temos de qualificar e investir no servidor público. Temos de ter o servidor engajado no processo de construção”, disse.

No mesmo assunto, Marcelo Chiodo (PV), defendeu a criação de mecanismos para que a sociedade possa avaliar a prestação de serviços públicos. “Trabalhei dentro do serviço público e todos que estavam comido trabalhavam muito. O secretário adjunto não pode ser um CC ou político. Tem que ser um funcionário de carreira porque ele fica com a memória da secretária. Segundo passo é a avaliação do funcionário, que hoje é a própria secretária. Quem deve avaliar é a população. Queremos inovar. Qualquer obra ou serviço da cidade deve ter um acompanhamento por aplicativo com avaliação, ali veremos o que houve naquela parte da gestão. Não adianta a secretária avaliar secretária”, completou. (Rádio Guaíba e Correio do Povo)

Rádio Guaíba transmite hoje debate de candidatos à Prefeitura de Porto Alegre. Promovido pelo Sescon-RS, o debate será realizado no Centro de Eventos do Sindicato

Rádio Guaíba transmite hoje debate de candidatos à Prefeitura de Porto Alegre. Promovido pelo Sescon-RS, o debate será realizado no Centro de Eventos do Sindicato

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A Rádio Guaíba transmite hoje, a partir das 14h30min, direto do Centro de Eventos do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (Sescon-RS), um debate entre os candidatos à prefeitura de Porto Alegre. Promovido pelo Sescon-RS, o debate faz parte das ações previstas pela entidade no Projeto Gestão Pública Eficaz. O Sindicato fica na rua Augusto Severo, 168, no bairro São João. Também será possível acessar o debate via site do Correio do Povo.

Mediado pelo jornalista Felipe Vieira, da Rádio Guaíba, o debate será dividido em três blocos. No primeiro, o presidente do Sescon-RS, Diogo Chamun, fará uma pergunta comum a todos os concorrentes. O questionamento terá origem no mais recente relatório do Projeto Gestão Pública Eficaz, que analisou a administração pública da Capital. No segundo bloco, os candidatos fazem perguntas entre si, com temas sorteados sobre segurança, saúde, educação, funcionalismo, mobilidade urbana, desenvolvimento, sustentabilidade e infraestrutura. No terceiro bloco, as perguntas entre os candidatos terão tema livre.

Chamun explica que o Sescon-RS realiza rotineiramente análises sobre a administração pública. “Alimentamos a imprensa com estudos. Mas também precisamos promover a discussão com os agentes públicos e o período eleitoral é o grande momento para isso”, afirma. O coordenador de jornalismo da Rádio Guaíba, Carlos Guimarães, diz esperar um debate qualificado, principalmente em vista do cenário político-econômico que o Estado e país enfrentam. “A crise política é uma realidade e a possibilidade de se realizar um pleito agora reforça a democracia, estimula debates e gera discussão sobre temas necessários para a melhoria da sociedade.” Para ele, um encontro na largada da campanha é fundamental para que o eleitor tenha consciência das propostas de cada candidato.

Participam do debate promovido pela entidade dos contabilistas os candidatos João Carlos Rodrigues (PMN), Júlio Flores (PSTU), Fábio Ostermann (PSL), Luciana Genro (PSol), Maurício Dziedricki (PTB), Nelson Marchezan Jr (PSDB), Raul Pont (PT) e Sebastião Melo (PMDB). (Rádio Guaíba e Correio do Povo)

Guaíba, Correio do Povo e Sescon-RS reúnem candidatos a prefeito em debate na próxima quinta

Guaíba, Correio do Povo e Sescon-RS reúnem candidatos a prefeito em debate na próxima quinta

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Rádio Guaíba e Correio do Povo promovem em parceria com o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado do Rio Grande do Sul (Sescon-RS), um debate entre os candidatos a prefeito de Porto Alegre. O encontro ocorre na próxima quinta-feira (18), das 14h30min às 17h, direto do Centro de Eventos do Sescon e com transmissão ao vivo pela emissora. O período eleitoral abre oficialmente dois dias antes, no dia 16.

“A crise política é uma realidade e a possibilidade de se realizar um pleito nestas condições reforça a democracia, estimula os debates e gera a discussão a respeito dos temas necessários para a melhoria da sociedade”, sustenta o coordenador de jornalismo da Guaíba, Carlos Guimarães. Para ele, um encontro na semana de largada da campanha é fundamental para que o eleitor já tenha consciência das propostas de cada candidato.

Dividido em três blocos, o Debate Sescon-RS/Rádio Guaíba vai ter mediação de Felipe Vieira. No primeiro, o presidente do Sescon vai formular uma pergunta comum a todos os concorrentes. O questionamento vai levar em conta o relatório mais recente do Projeto Gestão Pública Eficaz, que analisou a administração pública da capital. (Rádio Guaíba)

INSegurança: Deputado promove debate aberto com Secretário de Segurança Pública na segunda-feira em Porto Alegre

INSegurança: Deputado promove debate aberto com Secretário de Segurança Pública na segunda-feira em Porto Alegre

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Um dos assuntos que mais preocupam e mobilizam os gaúchos atualmente, a segurança pública é tema da Reunião Pública do Mandato que o deputado Tiago Simon (PMDB) realiza na tarde da próxima segunda-feira (27/6).

Para debater iniciativas e soluções para a segurança na Capital, Tiago Simon contará com as presenças do secretário de Estado de Segurança Pública, Wantuir Jacini, e do vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, que farão exposições sobre iniciativas em andamento e previstas para a segurança.

Dia: 27 de junho Horário: 14 horas Local: Assembleia Legislativa do Estado Sala João Neves da Fontoura (Plenarinho)/3º andar

Movimento Paz defende o fim do regime semi-aberto no Brasil. Evento debate assunto hoje em Porto Alegre

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Conversei hoje com a integrante do Movimento Paz, Andrea Schneider, sobre o 1º Fórum Mais Segurança: Impunidade gera criminalidade, que está acontecendo até às 17h30, no Palacinho do Ministério Público (Praça Marechal Deodoro, n° 110, Térreo, Centro Histórico, Porto Alegre/RS).  O evento, quer incentivar o debate e a reflexão sobre a crise na segurança público do Rio Grande do Sul, contará com a presença de especialistas das áreas jurídica, criminal e da psicanálise, autoridades políticas do Brasil e da Argentina e ainda vítimas da violência no Estado. Durante o encontro, serão apresentadas palestras analisando aspectos do sistema prisional brasileiro, como o argumento punitivo; o regime semiaberto e suas implicações atuais; e ainda, a eficácia do processo penal. (Confira a programação da tarde abaixo). Andrea defende o fim do Regime Semi -Aberto, no Brasil.

Para o presidente da ONG Brasil Sem Grades, Luiz Fernando Oderich, o encontro é importante para lançar uma luz sobre a questão da segurança no Rio Grande do Sul, que se encontra em estado de esfacelamento. “Vivemos em uma profunda e duradoura crise e, mesmo diante dos números e casos absurdos que permeiam este cenário, ainda carecemos de medidas efetivas e de uma postura adequada das autoridades responsáveis para contornar esta situação. Precisamos apresentar à população as respostas que ainda não tivemos, e o fórum será o espaço propício para isso”, afirma.

Conforme o presidente da AMP/RS, Sérgio Harris, o evento pode dar uma importante contribuição à sociedade gaúcha, ao analisar objetivamente a realidade da segurança pública do Estado. “O seminário propõe-se a apresentar uma visão diferenciada sobre o problema da criminalidade, abordando diretamente alguns temas importantes para a segurança pública, enfrentando os seus aspectos doutrinários e as questões práticas que carecem de melhores soluções”, completa.

Palestrantes

  • Fabiano Dallazen, subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais do MP-RS;
  • Felipe Keunecke de Oliveira, juiz criminal;
  • Sérgio de Paula Ramos, médico psiquiatra e psicanalista.
  • 12h às 13h30 – Almoço Livre
  • 13h30 às 15h30 – Painel Pelo fim do Semiabert
  • Mediação: Andrea Schneider – presidente do Movimento #PAZ

Palestrantes

 

  • Arthur Raldi, delegado de polícia;
  • Giovani Cherini, deputado federal.
  • 15h30 às 16h – Coffee Break
  • 16h às 17h30 – Painel A eficiência do processo penal
  • Mediação: Tânia Lopes, educadora e irmã do jornalista Tim Lopes

 

Palestrantes

 

  • Norma Morandini, ex-senadora e atual diretora do Departamento de Direitos Humanos do Senado da Argentina;
  • Osmar Terra, deputado federal.

 

ARP promove debate sobre licitação do mobiliário urbano da Capital. Encontro faz parte das comemorações dos 60 anos da entidade

ARP promove debate sobre licitação do mobiliário urbano da Capital. Encontro faz parte das comemorações dos 60 anos da entidade

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Na próxima terça-feira, 26, a Associação Riograndense de Propaganda (ARP) abre as portas do seu auditório para o debate “Licitação do Mobiliário Urbano de Porto Alegre: o que falta para uma cidade mais limpa e moderna?”. O encontro, que faz parte das comemorações dos 60 anos da entidade, vai reunir empresas exibidoras e seus sindicatos, além de representantes da ARP e de outras entidades representativas.

“Mais do que atender ao apelo do mercado gaúcho, nossa proposta é criar uma plataforma de sugestões para o poder público. Queremos abrir um canal de conversa com a prefeitura, para viabilizar a participação de empresas locais na renovação desses mobiliários”, declara o presidente da ARP, Zeca Honorato. Gratuito e aberto ao mercado, o debate acontece no auditório da sede da Associação (Rua Tobias da Silva, 120), a partir das 19h. A presença deve ser confirmada pelo e-mail ou pelo fone (51) 3231-9700.

Lobão: ‘peço humildemente o perdão de vocês, Caetano, Gil e Chico’. Músico chamou o trio para ‘conversar como pessoas crescidas que estão nessa luta por um Brasil mais justo’

Lobão: ‘peço humildemente o perdão de vocês, Caetano, Gil e Chico’. Músico chamou o trio para ‘conversar como pessoas crescidas que estão nessa luta por um Brasil mais justo’

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Tão acostumado a ter seu nome ligado a discursos polêmicos nas redes sociais nos últimos tempos, o cantor e compositor Lobão surpreendeu ao publicar, neste domingo, uma longa carta aberta endereçada a Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque.

Inflamado pela participação de Gil e Caetano no programa “Altas horas”, apresentado por Serginho Groisman na TV Globo, Lobão pediu “humildemente o perdão” do trio.

“Se estou eu, lutando pela verdade dos fatos, por alguma razoabilidade nos gestos, por justiça, honestidade intelectual, tolerância e entendimento, cabe a mim adotar esse rigor, antes de mais nada, a mim mesmo e por isso mesmo venho a público pedir minhas desculpas por ter sido, durante todos esses anos, desonesto a diminuir o talento de vocês três por pura birra, competição, autoafirmação ou até, vá lá, uma discordância genuína quanto a princípios ideológicos, políticos e metodológicos”, justificou.

Em outro momento da carta, o músico convocou Caetano, Gil e Chico para uma espécie de debate ideológico pacífico: “A minha proposta é simples e singela: nos concedermos a oportunidade de revermos nossos pontos de vista, nossas metas, de conversarmos como pessoas crescidas que estão nessa luta por um Brasil mais justo, cada um a sua maneira, com toda disposição de melhorar as condições do país em todos os sentidos”.

Ao longo do texto, Lobão destacou a importância de se debater a desunião da classe musical, que “tanto precisa ser reavaliada, repensada e reorganizada não somente entre as nossas relações pessoais enquanto colegas mas como também nas políticas culturais (ou não)” — vale destacar que o carioca é um crítico ferrenho da Lei Rouanet.

E completou: “A hora é essa, meus caros amigos, recebam pois o meu amor, meu carinho e respeito convictos de que haverá em mim uma criatura plena de vontade de cooperar com humildade e dedicação por um Brasil melhor e que não há razão nem espaço para conflitos, convulsões sociais nem revoluções. Nossa transformação será através do crédito moral, do afeto e dessa nova aliança que, tenho fé, permeará esse novo e maravilhoso Brasil que se vislumbra. Topam? A íntegra da reportagem e a Carta de Lobão estão em O Globo.